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Planos de saúde podem ser até 50% mais acessíveis para microempreendedores

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Uma pesquisa realizada pelo Portal do Empreendedor revelou que cerca de 2,6 milhões pessoas se tornaram microempreendedores individuais (MEI) no ano passado em nosso país, atingindo um total de 11,3 milhões de MEIs ativos. Estimulados pelo desemprego e incertezas trazidos pela pandemia do novo coronavírus e pelo DNA empreendedor natural de todo brasileiro, estes números demonstram que a população está procurando por novas maneiras de gerar, complementar ou aumentar as suas rendas.

Esse regime tributário impulsionou a formalização de diversos profissionais autônomos, que agora dispõem de vantagens que não só podem amenizar as consequências do momento de crise, como também fazer destes novos tempos um período de estruturação e amadurecimento profissional ou mesmo organizacional. Um dos benefícios da adesão ao MEI é a possibilidade de acesso a planos de saúde empresariais. “Atualmente, microempreendedores individuais regularizados e ativos há pelo menos seis meses, podem negociar a contratação de um plano coletivo empresarial diretamente com a operadora de saúde. Eles não mais precisam recorrer as administradoras de benefícios. Dessa forma, o plano pode ficar até 50% mais econômico e acessível, se comparado a planos de saúde por adesão”, ressalta Lucas Vilela, administrador e gestor comercial da operadora de planos de saúde You Saúde.

Segundo Lucas Vilela, no plano de saúde empresarial, o microempreendedor pode incluir familiares e o seu funcionário, caso tenha algum. “Normalmente, as operadoras de planos de saúde somente realizam a venda direta de planos coletivos empresariais. Já os planos coletivos por adesão só são vendidos de maneira direta por administradoras de benefícios, que devem abranger em suas mensalidades tanto os custos do trabalho do corretor responsável quanto o valor da taxa administrativa que pode oscilar de 10% a 50% a mais. Neste último caso, muitas vezes, o beneficiário não consegue distinguir o quanto realmente está pagando pelo plano e qual seria o preço da taxa administrativa. Por isso, é muito importante que as pessoas fiquem bem atentas a estes detalhes no momento de adquirir um plano”, explica.

Lucas aponta que a contratação de plano de saúde coletivo empresarial por microempreendedores individuais só se tornou possível a partir de 2018, quando a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) regulamentou essa prática e determinou as suas principais regras. “O profissional interessado em obter o plano deve ter em mãos os documentos que comprovem pelo menos seis meses de existência de sua empresa, pois eles serão exigidos pela operadora ou administradora de benefícios na hora da contratação do plano e para a renovação do mesmo. A intenção dessa medida é evitar fraudes. Caso o microempreendedor não consiga comprovar as informações solicitadas, a operadora poderá rescindir o contrato, tendo até 60 dias para emitir a notificação do rompimento dos serviços”, destaca.

De acordo com Lucas, o valor do plano coletivo empresarial pode variar bastante entre as operadoras de saúde. “Ele depende muito do número de beneficiários, rede credenciada, abrangência regional dos planos de cada operadora e dentre outros fatores. Todos os planos devem oferecer a cobertura da mesma lista de procedimentos estipulados pela ANS, que abarca mais de 3 mil itens. Estes que são fundamentais para a realização de diagnósticos e tratamentos de patologias e enfermidades. As pessoas devem ter muito cuidado e avaliar profundamente as características de cada plano, como o preço, cobertura e o grau de credibilidade e confiabilidade da operadora, pois isso poderá evitar dores de cabeça futuras”, recomenda.

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