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Como identificar e reduzir os custos invisíveis do edifício de saúde

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Existem gastos dentro dos hospitais que, muitas vezes, passam batido pela gestão. Só que soma deles pode resultar numa cifra grande - e desnecessária

Diminuir os custos de um hospital requer planejamento bem feito e um olhar minucioso de quem tem experiência no assunto. Afinal, há muitos gastos que são subestimados por parte da gestão e que minam o objetivo de uma instituição de Saúde de se tornar sustentável.

Existem diversas maneiras de reduzir despesas que não são tão evidentes em um edifício hospitalar. São medidas nem sempre óbvias e que vão além da troca de lâmpadas incandescentes pelas de LED, que consomem menos energia. Contudo, é bom lembrar que essa redução não significa baixa de qualidade, muito menos economia em detrimento de itens importantes do hospital. Pelo contrário: reduzir custos que frequentemente são “invisíveis” pode viabilizar investimentos na melhoria de estrutura e equipamentos de última geração, por exemplo.

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Veja, a seguir, seis fatos sobre custos invisíveis de um edifício hospitalar que merecem atenção:

1. Monitorar é o único caminho para frear desperdícios

O monitoramento apurado de todos os sistemas é crucial para conter gastos desnecessários. Segundo Marcos Felício, Arquiteto de Solução da Schneider Electric, se o hospital não monitora a infraestrutura para antecipar falhas, seu negócio pode ser afetado. É pelo controle preciso de recursos, como energia, água e oxigênio, que se detecta vazamentos e outros problemas. Olhar só para a fatura não é uma garantia de controle, pois ela não dá detalhes sobre possíveis desvios. E mais: ao investir em monitoramento adequado, o hospital acaba por evitar prejuízos causados por incêndios, ataques cibernéticos, entre outros problemas.

2. É possível escolher entre diferentes provedores de energia

No Brasil, existe a possibilidade de comprar energia no mercado livre, ou seja, não é necessário utilizar o mercado cativo. Existem vários produtores de energia que estão ligados ao mesmo sistema, então, pode-se comprar de um fornecedor por um preço muito mais em conta. “Entretanto, para tomar a decisão de sair do mercado cativo para o mercado livre, é necessário analisar os benefícios. Aí entra a importância de se ter uma consultoria, que auxilia a escolher a melhor opção”, conta Marcos Felício.

3. Multas podem estar passando despercebidas na fatura

A quantidade de energia utilizada e a maneira como esse consumo se dá pode impactar a fatura, mas nem sempre as instituições atentam para esses detalhes. Isso acontece porque, em geral, há cláusulas que prevêem multas quando o uso da energia foge do que é combinado em contrato. E não são valores baixos, pois trata-se de uma infraestrutura grande, como a de um hospital. “Existe um problema de baixo fator de potência, por exemplo, em que você é penalizado caso aconteça. Porém, quando há monitoramento e uma consultoria que apoia e informa se o hospital está pagando essas multas ou não, eliminam-se esses gastos invisíveis”, explica Marcos.

4. Baterias podem durar um pouco mais

Hospitais devem ser, por essência, resilientes. Então, mesmo em casos de distúrbios de energia, tudo precisa continuar funcionando. O sistema de nobreak é o que assume a distribuição de energia sem interrupção até que a eletricidade volte ou que o gerador comece a agir. Segundo Marcos Felício, os equipamentos de nobreak são caros, sendo 50% do seu custo relacionado à bateria. “As baterias precisam ser substituídas de tempos em tempos. Algumas duram cerca de dois anos, mas cada fabricante sabe o quanto essa bateria vai durar e dá uma estimativa”, conta o especialista.

Ele faz um paralelo com o óleo que é colocado no motor do carro. “Você só olha a quantidade de quilômetros que já rodou e sabe quando vai trocar. Mas se utilizou pouco, fez o teste e viu que ainda está em ordem, pode esperar mais para trocar. Também pode acontecer de estar ruim e precisar trocar antes da data de validade. Com a bateria desses equipamentos acontece o mesmo, ela é substituída de acordo com a data. Mas é possível monitorar a qualidade das baterias e ter um alerta se o nobreak estiver em risco ou se o uso pode ser prolongado. Quando há essa inteligência, a economia é imediata”.

5. Promover concorrência de fornecedores faz bem para o bolso

Contratar um serviço ou comprar um produto pode sair muito mais barato quando há uma gama de empresas que fazem diferentes ofertas. Quando há apenas um único fornecedor, ele se sente à vontade para cobrar o que quiser, gerando um gasto desnecessário. “A Schneider procura trabalhar, sempre que possível, com vários parceiros que concorrem entre si, com o intuito de reduzir o custo”, esclarece Marcos.

6. Quanto maior a prevenção de riscos, menor o valor do seguro

“Quando você constrói uma infraestrutura com equipamentos de IoT, está resolvendo um problema gigantesco. A Schneider tem uma plataforma centralizada, que monitora todos os equipamentos para eles trocarem informações entre si. Acompanhamos a quantidade de pessoas, se o elevador está com defeito, se o ar condicionado tem uma falha, se uma bomba de infusão está com problema, se o sistema de oxigênio está em ordem… Isso traz redução de custos porque você está reunindo numa plataforma só a inteligência em benefício de uma operação mais adequada. E, quando você opera de forma adequada, reduz riscos”, diz Marcos.

Ele lembra que, quanto mais investir em prevenção de riscos, menor será o valor cobrado pela seguradora, que vê menos ameaças de acidentes no local.

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