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Botões de elevadores de hospitais têm mais bactérias do que toalhas

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Pesquisadores concluíram que a prevalência de bactérias nos botões dos elevadores é de 61% enquanto as toalhas apresentam 43% de contaminação

Reduzir o índice de infecções hospitalares é um objetivo e desafio constante de qualquer serviço hospitalar, já que o ambiente inevitavelmente está exposto a maiores quantidades de germes. Para se ter uma ideia, um estudo da Universidade de Toronto aponta que o risco de infecção de quem visita um hospital é 10% mais alto. O mais inusitado da pesquisa é a constatação de que nos botões dos elevadores existe uma maior concentração de bactérias do que nas toalhas de banheiro. 


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Higienização das mãos é capaz de reduzir em 70% casos de infecção

O estudo, publicado no U.S. National Institutes of Health’s National Library of Medicine, considerou três grandes hospitais de ensino de Toronto. Os pesquisadores concluíram que a prevalência de bactérias nos botões dos elevadores é de 61% enquanto as toalhas apresentam 43% de contaminação.

A explicação é de que os botões são frequentemente usados por funcionários, pacientes, visitantes, sendo um fácil alvo para a colonização de bactérias. Estima-se que, em um ambiente comunitário, um terço dos botões são colonizados.
Para o controle de infecção hospitalar, a principal ação seria deixar a disposição desinfetantes à base de álcool ou até mesmo ter botões maiores para que as pessoas possam pressioná-los com o cotovelo, prática comum em hospitais para que se evite infecções.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), as infecções hospitalares atingem aproximadamente 14% dos pacientes internados no Brasil, podendo chegar a 100 mil mortes por ano. Para a OMS, a higienização adequada das mãos, entre o atendimento de um paciente e outro, e antes da realização de qualquer procedimento invasivo seria capaz de reduzir em 70% os casos de infecção.


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