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A Explosão das Mídias Sociais no Segmento Hospitalar

Saiba mais so a explosão das mídias sociais no setor hospitalar. Veja o Informonday dessa semana.

A maioria das pessoas que conheço não gosta de hospitais. Apesar de encontrarem ali enfermeiras e médicos solidários, profissionais que estão tentando ajuda-los a resolver um problema, elas saem de lá tentando esquecer aquele lugar e fazer o melhor possível para não voltar novamente. Parece que não gostam de pensar em hospitais - até o momento em que sejam obrigadas a isso.

Mas o que isso tem a ver com mídias sociais?

Antes dessas ferramentas tornaram-se populares, hospitais e clínicas gastavam seu tempo se comunicando através de canais tradicionais, em mensagens de via única. E as pessoas eram obrigadas a engolir aquele conteúdo da mesma forma que fazem com seus medicamentos. Algo pouco natural, afinal saúde é algo muito pessoal.

As mídias sociais estão mudando radicalmente essa situação. Agora os pacientes podem conversar sobre saúde a qualquer hora. Eles podem compartilhar suas inseguranças sobre a doença com amigos e familiares. Eles podem se conectar com pacientes do mundo todo e que enfrentam situações parecidas com as deles, encontrando apoio e dicas úteis. Elas podem questionar se seus médicos realizaram um diagnóstico correto e expressar seus sentimentos.

Mídias sociais são muito naturais para pacientes. E a maioria dos hospitais americanos já despertou para isso.

O infográfico que escolhi para essa semana dá uma idéia precisa da utilização desses canais nos EUA, no ano de 2012. Naquela época os números já impressionavam - e de lá para cá eles só aumentaram! Vejam alguns exemplos:

- Em 2012 já existiam 1068 páginas de hospitais no Facebook -  hoje são 1300 páginas fazendo dessa a principal rede utilizada por hospitais americanos;

- A segunda rede mais utilizada então era o Foursquare com 946 contas. Hoje já são 1084 contas e a segunda posição continua mantida;

- A terceira rede social mais utilizada pelos hospitais continua sendo o Twitter, contando hoje com 1005 perfis (na época eram 814);

- O YouTube continua sendo a quarta rede mais utilizada, com uma braçada de vantagem em relação ao LinkedIn: hoje são 717 contas no YouTube (na época, 575) contra 653 no LinkedIn (na época com 566);

- Na sexta colocação surge o canal Blog, que continua sendo uma excelente alternativa para empresas de saúde, e hoje soma 211 blogues (na época eram 149) pertencentes a alguns dos 1563 hospitais avaliados;

Por fim é curioso notar algumas características regionais no engajamento dos hospitais em mídias sociais naquele país. Enquanto o estado de Nova York lidera a quantidade de perfis no Facebook, no LinkedIn e no Forsquare, a California lidera o pelotão no Twitter e no YouTube. Maryland é o estado que mais utiliza blogues!

Como se vê não devem restar muitas dúvidas para os gestores hospitalares americanos de que esse é um caminho sem volta e que deve transcender a lógica, por vezes simplista, do ROI. Afinal de contas o cliente tem sempre razão, e nesse caso parece que ele já tomou sua decisão.

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