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GNDI e EDP assinam contrato para construção de quatro usinas solares

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Empreendimentos abastecerão 60 Centros Clínicos e evitarão a emissão de 2.360 toneladas anuais de CO2, reduzindo o custo de energia das Unidades em cerca de 20%

O Grupo NotreDame Intermédica (GNDI), maior operadora de saúde do País, acaba de firmar um contrato com a EDP, multinacional que atua em todos os segmentos do setor elétrico, para a implantação de quatro usinas solares com cerca de 4,4 MWp de potência instalada. O objetivo é garantir o abastecimento elétrico de 60 Centros Clínicos do Grupo. O contrato de fornecimento terá duração de 10 anos, com investimento de R$ 20 milhões para a construção dos empreendimentos.

As plantas, a serem instaladas por meio da EDP Smart, divisão que reúne todo o portfólio de soluções em energia da EDP, ocuparão uma área somada de mais de 155 mil metros quadrados - o equivalente a 15 campos de futebol - e utilizarão 8.361 módulos fotovoltaicos. Juntas, as usinas totalizarão 4,4 MWp de potência e vão gerar cerca de 8.350 MWh por ano, o equivalente ao consumo de 2.784 residências. Isso significa uma economia estimada em mais de R$ 1,2 milhão na fatura de energia do Grupo NotreDame Intermédica apenas no primeiro ano de funcionamento.

A construção das unidades também proporcionará benefícios ao meio ambiente. Anualmente, 515 toneladas de gás carbônico deixarão de ser emitidas, o equivalente ao plantio de 3.680 árvores. "Este projeto é uma forma de reduzirmos o impacto ambiental das atividades do GNDI e, também, de estimularmos a cultura do uso responsável dos nossos recursos naturais. As usinas reafirmam o nosso compromisso na adoção de ações que envolvem todos os aspectos de sustentabilidade e critérios socioambientais em nossas práticas e em nossos negócios", afirma Irlau Machado Filho, presidente do Grupo NotreDame Intermédica.

"A EDP tem como missão liderar a transição energética, daí a importância dos investimentos em geração solar - seja em geração distribuída ou centralizada (utility scale) - em nossa estratégia. Por isso, é motivo de orgulho para a EDP ter sido escolhida pelo Grupo NotreDame Intermédica, uma referência nacional em saúde, para tocar um projeto de energia solar desta magnitude e relevância", afirma João Marques da Cruz, CEO da EDP no Brasil.

Para Anderlei Buzelli, vice-presidente de ESG do Grupo NotreDame Intermédica, o projeto promove ativamente a eficiência energética dos Centros Clínicos, que terão uma redução de cerca de 20% no gasto com energia elétrica. "Além de buscarmos uma melhor eficiência energética, com este projeto vamos produzir energia limpa sem impacto ao meio ambiente. A tecnologia utilizada pela EDP é a de menor impacto possível e está ligada aos nossos valores e nosso compromisso de sustentabilidade, principalmente no combate às mudanças climáticas", afirma o executivo de ESG.

Energia solar no Brasil

De acordo com a Absolar, em 2021, o Brasil ultrapassou a marca de 8 gigawatts (GW) de potência instalada na fonte solar fotovoltaica, sendo 4,9 GW em geração centralizada e pouco mais de 3,1 GW na geração distribuída. Desde 2012, já foram investidos mais de R﹩ 41,5 bilhões no setor, que gerou 240 mil empregos e arrecadação de R$ 11,9 bilhões em tributos. A utilização da fonte energética evitou a emissão de mais de 1,1 milhão de toneladas de CO2 na atmosfera.

Atenta a isso, a EDP possui uma unidade dedicada à implementação de empreendimentos solares de autoprodução e geração distribuída, sendo a responsável pela construção, operação e manutenção dos sistemas. A Companhia encerrou 2020 com 65,3 MWp de energia solar em seu portfólio - 34,5 MWp em projetos já entregues a clientes como Banco do Brasil, TIM, Claro e Johnson & Johnson, e 30,8 MWp em projetos em desenvolvimento. Em fevereiro a EDP anunciou a aquisição da AES Inova, plataforma de investimento em geração distribuída da AES Brasil, que adiciona quase 34 MWp ao portfólio da EDP Smart por meio de ativos localizados no Rio Grande do Sul, São Paulo e Minas Gerais e projetos ready to build.

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