Pós pandemia: sistemas e fluxos de dados para o trabalho em conjunto

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Hoje é o último dia de Healthcare Innovation Show! Às 16h25 do dia 23, no palco CIO Summit, aconteceu o painel de debate Pós pandemia: sistemas e fluxos de dados para o trabalho em conjunto.

Guilherme Hummel, Coordenador Científico da HIMSS@Hospitalar, Head Mentor da EMI – eHealth Mentor Institute e mediador do debate abriu o painel introduzindo o tema e os convidados, falando sobre como a Digital Health deve existir para resolver os problemas do paciente. Os participantes compartilharam suas experiências de como foi a sua atuação dentro do contexto de automação de processos clínicos.

A primeira a falar foi Rafaela Guerra, Chief Medical Information Officer do Hospital São Camilo. “Na rede São Camilo vivemos uma situação delicada, pois estávamos trocando de sistemas, juntamente com todas as questões da pandemia”, explicou. Foi criada uma agenda de telemedicina, acelerada a automatização dos dados e, Rafaela explicou, foi necessário livrar o gestor da análise de dados. “Passamos a utilizar outras formas para alimentar os dados clínicos, por exemplo, o low-code, além de comprarmos tablets que rodam o Tasy (software de gestão da Philips), para que a alimentação dos dados fosse em tempo real”, explicou.

O segundo a falar foi David Zanotelli, Diretor de Sistemas da Hapvida. Ele explicou que na empresa passaram a realizar remotamente 600.000 atendimentos por mês. “Começamos de forma improvisada, como todo mundo,  mas conseguimos melhorar nossos serviços”, explicou.

A Hapvida utiliza algoritmos de IA para exames, machine learning para ler laudos e outras tecnologias que melhoraram a capacidade de atender as demandas da pandemia. “Trocamos a turbina do avião com ele no ar, mas essa loucura toda revolucionou o mercado e cada vez mais a saúde será digital”, concluiu David.

O terceiro a falar foi Lasse Koivisto, CEO da ProntMed, que primeiro contextualizou sua empresa, que realiza a estruturação de dados clínicos. “Nossa ideia é  organizar as informações na entrada, por meio do prontuário eletrônico, para que seja possível alimentar os diferentes processos de uma unidade de saúde”, explicou.

Para fazer gestão de saúde é necessária uma análise de dados grande, baseada em modelos estatísticos e de IA, segundo Lasse. “Oferecemos ajuda para melhoria da assertividade das análises, fazendo com que muitos processos se tornem automatizados”, explicou.

O quarto e último a falar foi Rafael Jácomo, Diretor Técnico da Sabin Medicina Diagnóstica. “Na pandemia tivemos que mudar para uma plataforma completamente automatizada, até porque tivemos que mudar, também, a forma de nos relacionar com nossos clientes”, afirmou.

O Sabin teve de criar outras formas de realizar o atendimento e de lidar com os processos, que incluem a loja online de venda de testes totalmente integrada com o sistema, a maneira de lidar com o fluxo de demandas e o grande esforço na parte regulatória.

O conteúdo completo você pode acessar na plataforma do HIS. Para participantes com o Executive Pass o conteúdo ficará disponível durante três meses.

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