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Hospitalistas e as altas gestões

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Há um hospital cuja diretoria possuía na mesa um projeto de 17 milhões para expansão de leitos. Trabalhavam com altíssima taxa de ocupação e havia carência.

Buscaram algumas soluções antes de construir novos leitos físicos, e uma delas foi um programa de MH. Reduziu-se drasticamente tempo de permanência dos pacientes, aumentou-se giro, criou-se leitos virtuais. FINAL FELIZ?

Com troca de direção, novos gestores encontraram taxa de ocupação com capacidade de ser otimizada. O que acham que fizeram primeiro?

A) Investiram na captação de pacientes candidatos às cirurgias mais lucrativas?

B) Investiram na busca ativa de pacientes externos interessantes (como candidatos à UTI de alta complexidade, originalmente em hospitais de menos recursos)?

C) Desprestigiaram e atrapalharam o grupo de hospitalistas?

RESPOSTA: C

E o pior: sem nunca terem estabelecido novas metas, sem terem sentado com o grupo de hospitalistas e repactuado novos horizontes únicos!

Onde isso aconteceu, houve um burburinho imediatamente anterior. Hospitalistas questionaram o coordenador do grupo: “agilizar altas não é mais um objetivo da gente?”. O rádio-corredor já conhecia a verdade! Mas o coordenador do grupo seguiu fiel ao último pacto oficialmente realizado com a alta gestão – e saiu sem saber que uma de suas metas principais não mais interessava. E sem poder contribuir com A e B, pelo menos sugerir A, B ou outras formas de trazer mais pacientes para os leitos agora disponíveis.

Tempos de permanência não devem ser altos ou baixos. Devem ser o que os pacientes precisam, entendem?! Quando reduziram, indicadores de equilíbrio demostraram que era o caminho certo. Manter pacientes com condições de alta um dia a mais é ignorar as estatísticas dos erros associados aos cuidados hospitalares e das infecções nosocomiais.

A história poderia ter sido outra com comunicação efetiva e criatividade! Uma das coisas mais importantes para hospitalistas e o sucesso de um programa de MH: comunicação efetiva com a alta gestão!

Dentro de uma visão positiva, conclamo agora hospitalistas e gestores a, em Comentários, trazerem histórias de emparelhamentos que deram certo ao reprogramarem rotas.

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