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5 aplicações digitais que os idosos querem, segundo Accenture

5 aplicações digitais que os idosos querem, segundo Accenture
Pesquisa mostra o quanto as pessoas acima dos 60 anos estão dispostas a usar aplicações digitais para cuidarem de sua saúde de forma independente

As estimativas apontam que 3.9 milhões de americanos estão atingindo 65 anos este ano, e uma pesquisa da consultoria global Accenture mostra que o número de idosos adeptos às tecnologias e interessados em acessar serviços de saúde de casa também estão aumentando.

Considerar isso pode mudar a forma de desenvolver os serviços de saúde, englobando medidas que sejam convenientes para todas as idades. A pesquisa deixa claro que os idosos que colocam prioridade maior na tecnologia são mais propensos a gerenciar sua saúde.

Foram ouvidas 10.730 pessoas em 10 países (EUA, Austrália, Brasil, Canadá, Italia, Espanha, Noruega, Japão, Cingapura e Reino Unido) entre maio e junho de 2014, sendo 354 norte-americanos acima dos 65 anos que recebem benefícios do Medicare.

Os consumidores de tecnologia da terceira idade, identificados pela pesquisa (75%), têm o costume de acompanhar seu peso digitalmente, em comparação com 43% que não o fazem. Da mesma forma, metade dos idosos com experiência em tecnologia estão monitorando ativamente o seu colesterol, em comparação com 31% das pessoas que não valorizam a tecnologia.

De acordo com a consultoria, a principal razão dos mais velhos estarem na internet é por necessidade de cuidar mais da saúde. Além do acesso as suas informações, eles querem (20%) consultas virtuais, mas menos de 1/3 dos prestadores de saúde oferecem esse tipo possibilidade.

5 áreas de crescimento

5 áreas de crescimento de TI

Os idosos, segundo pesquisa, estão interessados nas seguintes aplicações digitais que facilitam o acompanhamento de sua saúde:

Auto-cuidado: mais de dois em três (67%) preferem usar a tecnologia para gerir de forma independente sua saúde. A AARP estima que o investimento inicial nesta área cresceu para US$ 166 milhões em 2013, acima dos US$ 143 em 2012.

Vestíveis/Wearables: mais de três em cinco (62%) estão dispostos a usar um dispositivo móvel para monitorar seus sinais vitais, assim como batimento cardíaco e pressão sanguínea. AARP estima que US$ 266 milhões foram investidos nesta área em 2013, mais do que em 2011 e 2012 juntos.

leia mais: Wearables esbarram em regulação

Comunidades online: três em cinco (60%) estão um pouco ou muito propensos a recorrer a comunidades onlines, como Patient Like Me, para a troca de experiências e segundas opiniões médicas. AARP estima que o investimento para esse tipo de plataforma subiu para US$ 142 milhões em 2013.

leia mais: Por que redes sociais para médicos são mais seguras?

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Navegadores de pacientes: 1/3 dos idosos (33%) preferem trabalhar com um “navegador paciente” para gerir a saúde. Este tipo de programa ainda é bem pouco ofertado no Brasil, mas consiste em trabalhar com pessoas que possam auxiliar o paciente nos casos práticos que, muitas vezes, dificultam seu tratamento e gerenciamento de saúde, como transporte, não entendimento da linguagem médica, não estar familiarizado com o ambiente hospitalar, necessidade de um suporte emocional, entre outros. No ano passado US$ 384 mil foram investidos em programas de navegadores de pacientes (patient navigators), segundo pesquisa.

Registro eletrônicos de Saúde: 1/4 dos idosos (25%) usam regularmente seus registros para a gestão de sua saúde; como acessar os resultados de laboratório (57%). As projeções da Accenture sugerem que este número ainda vai crescer para 42% em cinco anos.

leia mais: CIOs de saúde precisam entender a importância dos registros eletrônicos

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