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Conheça o admirável mundo novo dos diagnósticos de saúde

A convergência entre as tecnologias de uso pessoal e o tradicional conhecimento médico tem ganhado cada vez mais impulso nesse começo de século. Se por um lado essa tendência está longe de ser uma solução de curto prazo para todo e qualquer problema pessoal de saúde, por outro tem dado sinais de esperança capazes de aliviar a sobrecarga nas contas do setor.

O infográfico que escolhi para essa semana ilustra bem essa realidade. No primeiro bloco ele revela em números o fato de que as pessoas tem tido um papel mais ativo nos auto-cuidados com a saúde graças a internet. Um em cada três adultos americanos já utilizaram a internet para obter auxílio na busca por um diagnóstico e 72% dos navegantes acima dos 18 anos partiram em busca de informações sobre saúde no último ano.

Um destino que tem crescido fortemente na preferência desses usuários são as comunidades online de pacientes onde eles buscam o apoio junto a outras pessoas que estão lidando com uma condição de saúde semelhante. É a chamada era do “peer-to-peer healthcare” que gradualmente vai conquistando relevância junto a clientela do Dr. Google. É nisso que apostam os principais pensadores mundiais desse fenômeno.

O que está por trás dessa aposta é a crença de que nenhum algoritmo de busca é capaz de personalizar tão bem um conselho sobre saúde quanto uma pessoa de carne e osso que já tenha enfrentado os mesmos sintomas e tratamentos. Para acelerar essa troca de experiências os pacientes tem buscado plataformas abertas como Facebook e WordPress ou redes especializadas como PatientsLikeMe, dependendo dos objetivos de saúde e de negócios que se deseja atingir.

No segundo bloco de informações o infográfico apresenta algumas das ferramentas de diagnóstico que já podem ser utilizadas por médicos e leigos tendo seus smartphones como plataforma operacional. Diagnósticos de infecção no ouvido, rastreamento do nível de glicose e da frequência cardíaca são apenas alguns dos exemplos sobre como esse admirável mundo novo da busca por um diagnóstico está mais próximo de todos do que seria possível imaginar há poucos anos atrás.

Apenas para que se tenha uma idéia o uso desses dispositivos para fins de monitoramento remoto poderia representar uma economia de cerca de US$ 200 Bilhões em 25 anos para o setor de saúde nos EUA.

Isso sem falar nos ganhos futuros a partir da utilização de supercomputadores na realização de diagnósticos em clínicas e hospitais. Essas máquinas são capazes de produzir respostas para questões médicas de altíssima complexidade em pouquíssimo tempo, como é o caso do Watson produzido pela IBM, que já está em operação no conceituado The Memorial Sloan-Kettering Cancer Center. Ali ele realiza buscas em centenas de milhares de registros médicos de pacientes e artigos científicos a uma velocidade capaz de mudar o rumo de tratamentos e salvar muitas vidas.

Para concluir, o último bloco de informações apresenta algumas reconfigurações necessárias nas estratégias de organizações defendendo que essas precisam incorporar nas suas prioridades, o desenvolvimento de temas como social media, mobile plataforms e data analytics se quiserem tirar proveito dessa nova realidade. Como pode se ver ela pode contribuir de forma decisiva na solução de problemas de pacientes, médicos e do setor e saúde como um todo.

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