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Google Fit vs Apple HealthKit

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Estão me perguntando sobre qual das duas plataformas é melhor para realizar a auto-gestão de saúde: Google Fit ou Apple HealthKit.

Nos últimos meses tenho conversado com algumas pessoas que estão se perguntando sobre qual das duas plataformas é melhor para realizar a auto-gestão de saúde: Google Fit ou Apple HealthKit. Na minha opinião ainda é muito cedo para fazer essa pergunta e, consequentemente, não existe uma resposta pronta para ela. Possivelmente nunca haverá.

Ou haverá infinitas discussões sem vencedores, tais quais as que existiram há poucos anos (e que são cada vez mais raras, ainda bem) sobre as vantagens do IOS sobre o Android e vice-versa.

De qualquer forma é importante notar que, por enquanto, nem sempre está claro para todos os interessados, o que de fato representam essas plataformas.

Ainda no começo do ano de 2012 escrevi aqui no Empreender Saúde um artigo intitulado Digital Health Revolution, onde explicava que dentre as tendências para os próximos anos, poderíamos esperar o surgimento de “unplataforms”: uma mistura de camada de dados, aplicativos e dispositivos.

Com o recente boom de aplicativos sobre saúde e fitness e a crescente utilização de sensores e wearables devices, aquela aposta está aos poucos se concretizando.

Imagine uma pessoa que tenha um aplicativo instalado em seu smartphone para controlar calorias ingeridas,  utilize um pedômetro ou sensor para contar seus deslocamentos a pé e vista um device para monitorar seu sono. Todos esses dados idealmente devem ser colecionados e combinados para que em algum momento possa se obter uma visão única e maior controle sobre a saúde. Independente dos fabricantes dos equipamentos ou aplicativos que se está usando para isso.

Para garantir essa interoperabilidade e facilitar o acesso e uso desses dados, em última instância, é que existem essas plataformas. No mais elas também podem ajudar a compartilhar informações com seus médicos, familiares ou com seus amigos - por exemplo, para realizar uma competição sobre quem caminhou mais ou perdeu mais peso durante um determinado período.

Obviamente que quanto mais dispositivos e aplicativos forem compatíveis com esses sistemas, melhor para os fabricantes de ambas as plataformas. E talvez seja esse o primeiro desafio de ambas as companhias (Google e Apple) nesse mercado.

Com o tempo a tendência é que o poder de ambas sobre desenvolvedores e fabricantes cresça a ponto de influenciar que tipos de dispositivos devem ser desenvolvidos e façam prevalecer suas visões sobre o futuro da saúde, o que é assunto para uma outra futura discussão. Mas sempre existirão soluções independentes como alternativa.

PS: O infográfico que escolhi essa semana me foi enviado como sugestão pelo Vitor Asseituno, com quem divido o crédito do post.

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