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O (curto) circuito do paciente

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Poucas coisas são mais importantes para o inovador em saúde do que conhecer como as coisas funcionam no modelo tradicional.

Poucas coisas são mais importantes para o inovador em saúde do que conhecer como as coisas funcionam no modelo tradicional – e isso vale especialmente para aqueles que pretendem impactar o estado de saúde de pessoas através de novas tecnologias.

O infográfico dessa semana apresenta de forma muito simples qual é a experiência de um paciente, em números. Apesar de usar como base o paciente médio norte-americano, percebemos que existem grandes similaridades com nossa a realidade (seriam os pacientes alheios às fronteiras e às barreiras culturais?).

A jornada de nosso paciente-padrão começa com uma longa espera de 45 dias entre o agendamento e a realização da consulta com um clínico geral (82% dos americanos vão ao médico uma vez ao ano, o que representa um volume de 1 bilhão de visitas médicas anualmente).

Após essa longa espera – e soma-se a isso também o tempo de espera de 21 minutos na recepção do consultório – o paciente utiliza perto de 15 segundos para explicar o motivo de sua visita ao médico. Isso mesmo, 15 segundos!

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Um dos sintomas de que a situação vai mal, não para o paciente, mas para a cadeia de distribuição como um todo, talvez seja o fato de que 83% da população americana não segue as orientações médicas a risca, o que representa um grave risco se considerarmos que 32 milhões de americanos devem tomar 3 medicamentos por dia.

Para piorar, como 55% dos pacientes não tem contato algum com o profissional responsável pelo atendimento no intervalo entre as consultas, fica muito difícil para que se realize alguma intervenção. E o quadro não melhora.

Caso os médicos realizassem um follow up em algum momento após o atendimento, 42% dos entrevistados alegam que seguiriam o tratamento anteriormente prescrito.

Com toda essa cascata de eventos funcionando de maneira descordenada nada menos que 93% dos pacientes afirmam que gostariam de utilizar ferramentas online para fazer sua auto- gestão de saúde.

Nessa mesma linha de comportamento 55% dos pacientes já buscam informações online sobre tratamentos médicos, 48% gostariam de armazenar e acessar seu prontuário médico de forma digital e 52% querem acessar aplicativos e websites para avaliar médicos e hospitais.

Ou seja, num circuito simples como esse é possível enxergar uma variedade de oportunidades para a adoção de novas soluções para ajudar a melhorar o sistema de saúde, os médicos e os pacientes.

Já existem soluções no Brasil e nos EUA para algumas das lacunas desse circuito. Você se lembra de alguma? Se, ao contrário, quiser apresentar suas sugestões, para alguma das etapas desse complicado tabuleiro pode fazer seu comentário abaixo. Vamos trocar idéias!

CURTO CIRCUITO

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