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Presidente da AHEG e da FBH, Morato faz reivindicações ao ministro da saúde

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Em reunião realizada nesta quinta-feira (22), o ministro Marcelo Queiroga recebeu os representantes das principais entidades do setor saúde a fim de debater pautas urgentes, como a aprovação de linhas de crédito para socorrer os hospitais

O presidente da Associação dos Hospitais do Estado de Goiás (AHEG), Adelvânio Francisco Morato participou, nesta quinta-feira (22), de reunião com o ministro da saúde, Marcelo Queiroga. Ele integrou uma comitiva formada pelas principais entidades do segmento do país, dentre elas a CMB, a ANAHP, a CNSaúde, a Abramed e a Federação Brasileira de Hospitais (FBH), a qual também preside. Na pauta, ações que requerem urgência no tratamento dado pelo Governo Federal, tais como o Projeto de Lei 5.413/2019, de autoria do deputado federal Pedro Westphalen (PP/RS), que cria o Programa de Recuperação e Fortalecimento dos Estabelecimentos Hospitalares de Saúde - Profes.

“Esse projeto é muito importante para o setor, pois possibilita que milhares de estabelecimentos que estão em grave situação de crise financeira possam quitar 90% de suas dívidas tributárias por meio de serviços de saúde prestados à população pelo SUS”, explica Morato. Ele lembra que a situação de pandemia colocou em vulnerabilidade a sustentabilidade de mais da metade dos hospitais privados no Brasil. “Muitos estabelecimentos com até 50 leitos, que representam 57,4% do total, correm o risco de fechar as portas, devido à queda de atendimentos e à hiperinflação no preço de insumos”, diz. “Lembrando que cerca de 56,5% dos hospitais privados atendem a rede pública, ou seja, são prestadores de serviços, que, principalmente no interior do país, acabam se tornando a única opção de assistência hospitalar”, observa.

Nesse sentido, o Profes vai socorrer hospitais que vêm sofrendo com o impacto severo de altas taxas tributárias, além de ampliar a possibilidade de acesso da população aos atendimentos de que precisam. “Além disso, poderá cobrir uma lacuna, que é a da falta de políticas que possibilitem a sobrevida a esses estabelecimentos, sobretudo neste momento difícil, quando muitos deles tiveram que suspender cirurgias e procedimentos eletivos”, enfatiza.

Escassez de medicamentos para tratamento de Covid-19

Durante o encontro com o ministro, os representantes das entidades da saúde puderam abordar, ainda, temas como a escassez de medicamentos para o tratamento da covid-19; a alta abusiva de preços de insumos no mercado; e a formação continuada dos profissionais de saúde.

“Avalio como muito positiva a audiência. O ministro Marcelo Queiroga, além de profundo conhecedor da pasta, mostrou-se também uma pessoa muito generosa e atenciosa às pautas apresentadas pelas entidades representativas do setor. Ele tem conhecimento das dificuldades enfrentadas pela rede hospitalar brasileira e se colocou à disposição para ajudar”, diz Morato.

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