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O brasileiro sabe, de fato, quando deve ir ao pronto-socorro?

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Male Doctor Working In Emergency Room; Shutterstock ID 168769013; PO: Rodrigo Guedes de Souza; Job: Healthcare Booklet / Smart Hospitals; Client: Axis Communications; Ordered By: Emelie Bornhager

Normalmente, os cuidados com a saúde são vistos sob duas óticas, a prevenção e a urgência da situação. Nesse sentido, o Ministério da Saúde estabelece que os profissionais dos prontos-socorros de todo o país são responsáveis por oferecer assistência à sociedade que necessite de atendimento imediato ou está em uma emergência. Por conta disso, o funcionamento desses locais, também conhecidos como PS, acontece 24 horas por dia. Mas são poucas as pessoas que recorrem aos hospitais apenas em emergências – segundo o Ministério, 50% a 70% dos brasileiros procuram pelo pronto atendimento em qualquer momento, mesmo quando o caso não é tão grave.

Uma pesquisa do Instituto Data Popular (2014) revela que 6 em cada 10 brasileiros só vão ao médico quando já estão doentes. Ao interpretar esta situação, percebe-se que a urgência predomina a prevenção, portanto, prevenir é a melhor forma de diminuir os riscos de doenças graves.

Para Ricardo Salem, diretor médico da Care Plus, operadora de saúde premium pertencente ao Grupo Bupa, a saúde vai muito além do hospital e dos atendimentos nos PS e, pode estar diretamente conectada à medicina preventiva. Segundo ele, a falta de acompanhamento contínuo dos pacientes por um mesmo médico, que saiba todo o histórico de saúde, faz com que inúmeros brasileiros recorram aos prontos-socorros, mesmo sem estarem em uma situação, de fato, emergencial.

Levantamentos da Care Plus indicam que 70% das pessoas que passam diretamente em pronto atendimentos não retornam para pegar os exames realizados e, a cada 10 casos com os ‘médicos generalistas’, feitos por meio do programa Atenção Primária da empresa, apenas 1 é encaminhado para o pronto-socorro. A discrepância entre os dados se dá pela capacidade do médico generalista de tratar a mesma pessoa durante toda a vida.

A Dra. Martha Sallum ainda dá dicas para economizar o tempo e a energia gastos em diversos momentos nas idas ao PS, que não são emergenciais. Confira:

·         Ter um médico de confiança na rede de atendimento;

·         Preferir consultas agendadas, para evitar idas ao pronto-socorro nas situações que não são emergenciais;

·         Manter o acompanhamento periódico sugerido pelo médico de confiança para evitar descompensações das doenças;

·         Sintomas que duram meses ou semanas e que não tenham tido piora podem ser avaliados em consultas agendadas.

Saiba mais sobre a Atenção Primária

A Atenção Primária é um programa da Care Plus que valoriza e humaniza a relação entre médico e paciente. O beneficiário pode ser acompanhado de perto, sempre que necessitar, por uma equipe multidisciplinar formada por psicólogo, nutricionista, enfermeiro e médico, dedicada ao atendimento personalizado, independentemente de sintoma ou especialidade e da idade de quem é atendido.

Ainda de acordo com Salem, a Care Plus conta com muitos parceiros que viabilizam novas formas contínuas de atendimento e são alternativas para a busca aos prontos-socorros.

“Por meio do programa Atenção Primária, disponibilizamos cuidado contínuo. O paciente pode ser acompanhado de modo presencial ou receber orientações por uma equipe especializada de enfermeiras via telefone. Se for um paciente que não apresenta nenhuma doença crônica, ele não precisa ir com frequência ao médico de Atenção Primária, mas será acompanhado periodicamente por um mesmo profissional. Isso também faz com que o paciente estabeleça um vínculo com a equipe que o está tratando, fator fundamental para que qualquer queixa seja direcionada rapidamente à equipe, que fica à disposição 24 horas”, explica Ricardo Salem.