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Unicesumar inaugura cinco residências médicas

Numa parceria efetivada com o Hospital Municipal de Maringá, nesta terça-feira, a Unicesumar irá oferecer a partir deste ano cinco residências médica nas especialidades de Cirurgia Geral, Clínica Médica, Pediatria, Ginecologia e Obstetrícia e Medicina de Família e Comunidade. As residências funcionarão dentro do HM com supervisão da Comissão de Residência Médica (Coreme) montada pela instituição.

Para abrir os cursos, foi necessário à Unicesumar obter aprovação do Conselho Nacional de Residência Médica e credenciamento do Ministério da Educação. As portarias autorizando o funcionamento já foram publicadas no Diário Oficial da União e a partir de então a instituição está apta a oferecer a formação. Serão duas vagas para cada especialidade e as residências começam no dia 1º de março.

Durante a assinatura do convênio com o prefeito Roberto Pupin, o reitor Wilson de Matos Silva, disse que as residências médicas são uma conquista tanto para a instituição quanto HM, “que irá receber novos profissionais para colaborar no trabalho de atendimento à população”.

Para o prefeito Roberto Pupin, trata-se de um apoio que o município recebe para a saúde. “Nós agradecemos à Unicesumar por esta parceria.” Já a secretária municipal de Saúde, Carmem Inocente, disse que o hospital fará de tudo para contribuir com a formação dos novos médicos e pretende intensificar principalmente as cirurgias. “Será uma excelente contribuição aos usuários do SUS”, destacou.

Além de referência em dengue e HIV para toda a região, o HM realiza cerca de 400 cirurgias de pequeno e médio porte por mês. Com os residentes e os médicos preceptores que atuam junto a eles, poderá ter um incremento no número de cirurgias e atender a demandas reprimidas em algumas áreas, segundo a diretora da unidade, Marly Maçaneiro.

Visando viabilizar a atuação dos médicos residentes, a Unicesumar realizou obras de contrapartida ao hospital. Espaços para consultórios, ambulatórios, biblioteca médica e transferência do laboratório de análises clínicas para uma nova área estão entre as obras já concluídas.

Processo seletivo

A Unicesumar realizará o primeiro processo seletivo para a entrada dos residentes, no dia 24 de fevereiro. Podem participar profissionais graduados em medicina de curso reconhecido pelo MEC e médicos com diploma estrangeiro revalidado no Brasil. Todas as vagas são contempladas com bolsa/remuneração oferecida pela própria instituição.

O período de inscrições para o processo seletivo será de 8 a 22 de fevereiro pelo site da instituição. O edital estará disponível em breve na página eletrônica da instituição e na secretaria do Coreme, no Hospital Municipal.

Demo Day de Startups de Saúde terá transmissão ao vivo

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No dia 10 de fevereiro pela manhã acontecerá no Inrad (HCFMUSP) o primeiro Demo Day de Startups de Saúde, dentro do eHealthSummit 2016. Além da participação presencial no evento, será disponibilizada transmissão online gratuita para aqueles que não puderem comparecer, porém, desejam acompanhar a primeira formatura brasileira de Startups de Saúde.

Oito startups participarão do evento e, dentre elas, quatro startups - Avelã, Vitta, Flowing e Catálogo Hospitalar. Todas foram aceleradas pela Berrini Ventures, a primeira aceleradora de saúde brasileira, que teve o apoio de importantes empresas do setor saúde nacional e internacional, como Unitcare, Laboratório Sabin, Qualicorp e Hospital Samaritano.

Além disso, irão se apresentar duas startups de saúde - ConnectHealth e Oxiot - originadas durante a Hackathon Hack4Health, apoiada pela GE Healthcare. Por último, irão se apresentar duas startups vencedoras do Desafio Pfizer, Epistemic e i-Care.

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Estas startups passaram por diversas sessões de treinamento, a fim de prepararem seus pitchs e estarem prontas para o pitch final no dia 10 de fevereiro, quando serão escolhidas duas vencedoras, que receberão uma premiação e reconhecimento especial da banca organizadora do evento.

Por se tratar da primeira vez na história do Brasil em que tal evento acontece, queremos que o maior número possível de empresas e pessoas seja impactado por ele. Por isso, a transmissão ao vivo será completamente gratuita e a participação presencial tem valores extremamente acessíveis, indo de R$60 para estudantes a R$120 para o público em geral.

Para participar do evento ao vivo ou online é muito simples, basta utilizar o link para confirmar sua presença.

Além de acelerar startups, a Berrrini Ventures têm como objetivo acelerar a saúde e para fazê-lo é fundamental criar uma grande rede virtual com os melhores e maiores empreendedores de saúde do País. Se você quer fazer parte desta rede virtual, basta utilizar o link , dizendo que quer fazer parte de nossa rede virtual de empreendedores e inovadores em saúde.

PEP: o caminho para controle eficaz de custos e processos

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Já é certo que a utilização da TIC (Tecnologia da Informação e Comunicação) tem na área de saúde o maior potencial de crescimento, afinal ela não só pode contribuir para melhorar as condições de saúde dos cidadãos, como também aprimora a tomada de decisão dos gestores e, com a troca de experiências dos profissionais envolvidos, reforça a qualidade do atendimento médico.

Sua evolução propõe também um novo paradigma para as empresas do segmento. Nas organizações de saúde (públicas ou privadas) o desenvolvimento dos sistemas de informação possibilitará, em futuro próximo, a interligação de redes e o acesso a todo o histórico do paciente por profissionais no Brasil ou em qualquer lugar do mundo.  Esse é somente um dos desafios que o PEP (Prontuário Eletrônico do Paciente) enfrentará. A sua implementação demandará muito mais esforço, mas em contrapartida, permitirá ao gestor ter muito mais controle sobre custos e processos da instituição.

Em primeiro lugar, o PEP coloca em xeque a dinâmica que atualmente rege processos de trabalho, rotinas médico-assistenciais, conceitos éticos e armazenamentos dos dados. A princípio é preciso informatizar todos os setores prioritários, planejar e treinar todos os envolvidos na assistência médico-hospitalar. Ao contemplar todos os atendimentos e internações, inclusive os de emergência, um PEP oferece mais que acompanhamento de cada evento. Ele provê uma visão detalhada do histórico e da evolução clínica dos pacientes.

Ter acesso às informações atualizadas, estruturadas e em tempo real é muito valioso para a gestão eficiente de uma instituição de saúde. Ao passo em que oferece disponibilidade em tempo real, um PEP também trabalha para reduzir desperdícios de materiais, remédios e glosas nos procedimentos e para controlar a capacidade de ocupação dos leitos. Ao otimizar esses (e muitos outros) processos de contas hospitalares, um PEP garante a qualidade dos serviços prestados ao paciente. Além disso, os novos métodos de armazenamento e de transmissão de dados proporcionam aos profissionais de saúde, técnicos e gestores de instituições trabalhar no controle eficaz de custos e processos hospitalares.

Idade biológica x idade cronológica: novidade para a medicina

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É comum relacionarmos as condições de saúde do corpo com a idade que consta na certidão de nascimento. Mas as experiências humanas mostram que essa relação é um tanto quanto relativa. Quantos jovens e saudáveis “senhores” conhecemos? E quantos “velhos” e adoentados “jovens” conhecemos?

Mas, afinal, como medir a idade? Como encontrar um número certeiro, que não seja o da certidão de nascimento, que mostre a qualidade com que seu corpo está funcionando, que prevê o seu tempo de envelhecimento e os possíveis riscos de saúde? Esta, segundo o portal Singularityhub, é a idade biológica. E os cientistas já começam a distinguir a idade cronológica da idade biológica.

Um estudo da instituição de ciências norte-americana PNAS (Proceedings of the National Academy of Sciences of the United States) analisou o funcionamento dos múltiplos sistemas do corpo humano de cerca de 1000 jovens adultos, e obteve resultados discrepantes. Alguns dos participantes envelheciam três vezes mais rápido do que outros com a mesma idade.

Munidos de dados funcionais do fígado, rim, coração, pulmão, sistema imunológico, taxas metabólicas, níveis de colesterol, condicionamento aeróbico, memória, raciocínio, criatividade e informações genéticas, a equipe de cientistas construiu um algoritmo que calcula a idade biológica de uma pessoa e prevê seu ritmo de deterioração.

Além dessa análise ajudar os profissionais de saúde a serem mais precisos em sua conduta assistencial, o paciente acaba tendo maior noção de suas condições e alternativas para a melhoria delas.

Entretanto, o teste de idade biológica ainda precisa de melhorias e preços menos elevados até chegar comercialmente no mercado, segundo o pesquisador Dan Belsky, da Duke University Center for Aging.

O sonho é medir a idade biológica  retirando apenas uma pequena amostra de pele ou sangue, mas, por enquanto, os cientistas ainda discutem e discordam sobre o que constitui um bom marcador para o teste.

Gift of Life bate novo recorde para doação de órgãos nos EUA em 2015

FILADÉLFIA, 25 de janeiro de 2016 /PRNewswire/ -- O Gift of Life Donor Program – organização de procura de órgãos (OPO) sem fins lucrativos indicada pelo governo federal que atende a parte leste da Pensilvânia, o sul de Nova Jersey e Delaware (com sede em Filadélfia, PA) – é a principal OPO dos EUA pelo oitavo ano consecutivo, com sua coordenação de sucesso de doações que salvam vidas, provenientes de 483 doadores locais, que resultaram em 1.291 transplantes de órgãos. O Gift of Life ultrapassou seu recorde nacional anterior de 447 doadores de órgãos, alcançado em 2013 e 2014. Outros 352 transplantes foram coordenados em outras áreas do país, o que fez com que o número de órgãos coordenados chegasse a 1.643. Esse é o maior número de órgãos já coordenados por uma OPO nos EUA.

A Gift of Life também recuperou tecidos de 2.546 indivíduos, cujas doações podem beneficiar até 100.000 pessoas – inclusive doações de ossos para reparar fraturas e evitar amputações, doações de pele para curar pacientes com queimaduras e doações de válvulas cardíacas para reparar defeitos no coração. Isso inclui 2.265 doações de córnea, que proporcionarão o dom da visão aos receptores.

"Ser líder nacional na coordenação dos doadores de órgãos que mais salvam vidas é uma grande conquista. Somos muito gratos pela generosidade dos doadores e de suas famílias, que optam pela doação, além da experiência e dedicação dos profissionais da saúde da região e de nossas parcerias sólidas com centros de transplante e com hospitais de cuidados intensivos", afirmou Howard M. Nathan, presidente e diretor geral do Gift of Life.

Por meio do Gift of Life Institute, líder mundial em educação sobre doação, o alcance mundial do Gift of Life foi significativo em 2015. O instituto ofereceu treinamento a mais de 1.100 profissionais de doação, tanto nos EUA como em outros países, sobre comunicação com a família, autorização e desenvolvimento do hospital, por meio de aulas lideradas por instrutores, treinamentos virtuais e eLearning. Desde 2004, o instituto já treinou mais de 8.000 profissionais de 37 países.

O Gift of Life Institute se tornou o recurso preeminente para a educação sobre a doação de órgãos e tecidos. Como resultado, vários países estabeleceram OPOs com base no modelo do Gift of Life. "Acredito que é nossa responsabilidade ajudar os países a estabelecerem e aprimorarem seu processo de doação. Quero compartilhar o modelo do Gift of Life e ensinar os componentes que nos levaram ao sucesso. Ao ajudar a criar um sistema eficaz e a ensinar às pessoas nossas melhores práticas, proporcionamos as ferramentas para salvar mais vidas", afirmou o Sr. Nathan. A abordagem do Gift of Life é personalizada de acordo com a sensibilidade de cada cultura, para garantir que a doação seja comunicada às famílias com compaixão e respeito, ajudando a organização a educar efetivamente as pessoas e as organizações da Austrália, Brasil, Canadá, China, Índia, Japão, Coreia, México e Arábia Saudita – só no último ano e meio.

Desde 1974, o Gift of Life já coordenou mais de 40.000 transplantes de órgãos e aproximadamente 60.000 transplantes de tecidos. O Gift of Life atende quase 11 milhões de pessoas e, em 2015, a organização coordenou mais de 44 doadores de órgãos por milhão de pessoas, uma das taxas mais altas do mundo. Para mais informações, acesse donors1.org.

FONTE Gift of Life Donor Program

O que o incêndio da boate Kiss tem a ensinar para a Saúde?

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O incêndio trágico da boate Kiss, que aconteceu em janeiro de 2013 na cidade de Santa Maria (RS), é exemplo de colaboração entre profissionais e instituições de saúde do País. No dia seguinte à tragédia, a Secretaria Estadual de Saúde do Paraná (SESA) usou tecnologia de vídeo colaboração para auxiliar os médicos locais a prestarem socorro às vítimas.

Dois pontos físicos de conexão foram disponibilizados, sendo um com a cidade de Santa Maria e o outro por meio da plataforma da secretaria. Cerca de 15 médicos, especialistas em aparelho respiratório e cirurgia plástica, de todo o Brasil e alguns do exterior, estavam em conferência, em tempo real, com os médicos de Santa Maria. Dessa forma, os médicos puderam trocar conhecimento e orientações no mesmo momento até de cirurgias.

O órgão estadual possui quatro salas de vídeo colaboração no escritório central em Curitiba com plataformas que conectam hospitais e hemocentros para ações de atenção e vigilância em Saúde. A solução, de tecnologia Polycom, tem ajudado a agilizar as comunicações na intervenção imediata em caso de epidemias, no ensino a distância (EAD), treinamentos e reuniões técnicas.

A SESA empresta sua infraestrutura inclusive para as Secretarias da Educação, no alinhamento das diretrizes educacionais nas cidades, da Justiça e de Estado do Trabalho e Desenvolvimento Social – área da Família.

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Como conciliar telemedicina e atendimento presencial?

Mais agilidade na decisão - Vídeo colaboração em Saúde 

A adoção das videoconferências surgiu pela necessidade de agilizar as tomadas de decisões, “pois o estado do Paraná  tem aproximadamente 200 mil km² e 399 municípios e os diretores da SESA das 22 regionais deslocavam-se com frequência para Curitiba para as reuniões, incluindo as emergenciais, gerando elevadas despesas”, explicou Manoel Paiva, diretor de TI da SESA, responsável por tecnologia da informação e comunicação do Paraná.

O custo médio de uma reunião presencial, considerando viagem, motorista, carro e o diretor da regional, girava em torno de 10 mil reais. A secretaria realiza cerca de 20 reuniões mensais de todos os seus setores projetando uma despesa média mensal de 200 mil reais. “A partir de 2012, reduzimos em 70% a quantidade de viagens para o interior do estado, além de saltarmos para 50 reuniões mensais via plataforma de vídeo colaboração, com número de participantes entre 40 e 50 pessoas, agilizando decisões e ações”, relatou Paiva, em comunicado ao mercado. Igual porcentual de 70% foi alcançado em termos de ganho de produtividade.

Para 2016, a SESA avalia duas novas aplicações da plataforma. A área de TI estuda um projeto em que os municípios recebam um equipamento de videoconferência da secretaria via as regionais. Cada uma das 22 regionais de saúde englobam de oito a 30 municípios, proporcionando a expansão da vídeo colaboração nas reuniões e ações da secretaria da saúde. A outra aplicação refere-se ao uso de smartphones por superintendentes e diretores da SESA nas videoconferências.

 Os resultados:

  • Modelo de aplicação do poder da colaboração humana
  • Aumento de 70% de produtividade
  • Economia de 200 mil reais mensais
  • Atende a 7 mil usuários de 22 regionais
  • Redução de 70% das viagens 

Consulte os números da Saúde Suplementar

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A cada trimestre a ANS atualiza os dados do setor de Saúde Suplementar. As informações relativas à base de dados de setembro de 2015 estão disponíveis para consulta.

Em resumo, os números são:

  • 50,3 milhões de beneficiários em planos de assistência médica
  • 21,9 milhões em planos exclusivamente odontológicos distribuídos em um total de 1.173 operadoras
  • 33.767 planos de assistência médica com beneficiários, sendo 18.262 coletivos e 15.505 individuais

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17 negócios que dão esperança à Saúde Suplementar

Operadoras investem mais em TI do que hospitais

Situação econômico-financeira

No terceiro trimestre de 2015, o setor contabilizou R$ 106 bilhões em receitas de contraprestações, entre operadoras de planos médico-hospitalares e odontológicos.

Atendimento

Em 2015, até setembro, a ANS recebeu 269,3 mil demandas dos consumidores, sendo 196.931 solicitações de informação e 72.416 registros de reclamação em relação às operadoras. Mais de 73% das reclamações recepcionadas referiram-se a aspectos de cobertura dos procedimentos contratados.

Já o índice de resolutividade das demandas de natureza assistencial no período analisado atingiu 85,6%, mantendo a tendência de crescimento constatada nos últimos anos e ficando acima de 80%. O índice de resolutividade mede o percentual de reclamações resolvidas por meio da mediação de conflitos, sem a necessidade de instauração de processo administrativo sancionador.

OUTROS DESTAQUES

Sinistralidade:

Observa-se que a taxa de sinistralidade das operadoras exclusivamente odontológicas é aproximadamente a metade do observado entre as médico-hospitalares. Entre as operadoras médicohospitalares, são as autogestões que apresentam a maior taxa de sinistralidade, o que se deve em grande medida às características de sua população, pois são populações fechadas, com maiores entraves à renovação da carteira de beneficiários. No ano de 2015, as operadoras nas modalidades de filantropia e medicina de grupo apresentaram pequenas reduções na taxa de sinistralidade, enquanto as demais modalidades mostraram uma tendência de alta da taxa (gráficos 13 e 14).

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Demandas por consumidores:

O gráfico 17 apresenta o número de demandas recepcionadas pela ANS no período compreendido entre janeiro e setembro de 2010 e janeiro e setembro de 2015, por tipo de atendimento - se informação ou reclamação. No ano de 2015, o número de reclamações cresceu 9,2% em relação ao mesmo período do ano anterior. Parte significativa deste aumento está relacionada à decretação, pela ANS, no início de setembro, da alienação compulsória da carteira de beneficiários da operadora Unimed Paulistana. Neste sentido, observa-se que os beneficiários dessa operadora foram responsáveis por quase 30% do total de reclamações recebido pela ANS naquele mês.

O mesmo fenômeno se deu entre as solicitações de informação, observando-se um aumento de 12,6% neste ano, de janeiro a setembro, em relação ao mesmo período de 2014. Os beneficiários da Unimed Paulistana foram responsáveis por 39% destas solicitações em setembro de 2015.

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Para os detalhes do Caderno de Saúde Suplementar, CLIQUE AQUI

*Com informações da ANS

Laboratórios ampliam em 20 vezes testes para o zika vírus

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O Ministério da Saúde (MS) distribuirá 500 mil testes para realizar o diagnóstico de PCR (biologia molecular) para o zika vírus . Com isso, os laboratórios públicos ampliarão em 20 vezes a capacidade dos exames, passando de mil para 20 mil diagnósticos mensais. As primeiras 250 mil unidades serão entregues, em fevereiro, inicialmente para 27 laboratórios, sendo quatro de referência e 23 Laboratórios Centrais de Saúde Pública (Lacen). A previsão é que os outros 250 mil testes estejam disponíveis a partir do segundo semestre. No total, o Ministério da Saúde investiu R$ 6 milhões para a aquisição dos produtos.

“A ampliação da capacidade de testagem do zika vírus permitirá maior representatividade e segurança para que sejam estudadas as tendências do vírus. Quanto mais amostras forem analisadas semanalmente, mais informações teremos para avaliar o modelo de vigilância do zika e assim realizar adaptações, caso necessário”, ressaltou Cláudio Maierovitch, diretor do Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde, em comunicado ao mercado.

Além deste quantitativo, também serão adquiridos outros 500 mil testes nacionais de biologia molecular, produzidos pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) para diagnóstico de dengue, zika e chikungunya.

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O cenário do zika vírus no Brasil

Boletim

O novo informe epidemiológico, divulgado nesta quarta-feira (20) pelo MS, indica 3.893 casos suspeitos de microcefalia. As notificações foram registradas até 16 de janeiro e ocorreram em 764 municípios de 21 unidades da federação. O boletim aponta o detalhamento dos casos confirmados e descartados. Do total notificado, 224 tiveram confirmação de microcefalia, 6 confirmaram a relação com o  Zika vírus e outros 282 foram descartados. Continuam em investigação 3.381 casos suspeitos de microcefalia. Confira aqui a apresentação completa do MS.

No total, foram notificados 49 óbitos por malformação congênita. Destes cinco foram confirmados para a relação com o zika vírus , todos na região Nordeste, sendo um no Ceará e quatro no Rio Grande do Norte. Além destes casos, a divulgação traz também o resultado da investigação laboratorial de um bebê com microcefalia em Minas Gerais, que teve a relação com o zika diagnosticada. Esta é a sexta confirmação da relação da doença com o vírus. Esses resultados somam-se às demais evidências científicas obtidas em 2015 e reforçam a hipótese de relação entre a infecção pelo zika vírus  e a ocorrência de microcefalia e outras malformações congênitas.

De acordo o informe, o estado de Pernambuco continua com o maior número de casos suspeitos (1.306), o que representa 33% do total registrado em todo o país. Em seguida, estão os estados da Paraíba (665), Bahia (496), Ceará (216), Rio Grande do Norte (188), Sergipe (164), Alagoas (158), Mato Grosso (134) e Rio de Janeiro (122).

Atualmente, a circulação do zika é confirmada por meio de teste PCR, com a tecnologia de biologia molecular. A partir da confirmação em uma determinada localidade, os outros diagnósticos são feitos clinicamente, por avaliação médica dos sintomas. Até o momento, estão com circulação autóctone do zika vírus  20 unidades da federação. São elas: Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Roraima, Amazonas, Pará, Rondônia, Mato Grosso, Tocantins, Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Bahia, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo e Paraná.

*Com informações do Ministério da Saúde

Resultados de tratamento com microesferas de resina de ítrio-90 (Y-90) SIR-Spheres® são similares em pacientes de qualquer idade, mostra nova publicação

SYDNEY, 25 de janeiro de 2016 /PRNewswire/ -- Uma nova análise dos dados do estudo MORE com 606 pacientes com câncer colorretal metastático (CCRm), tratados com microesferas de resina de ítrio-90 (Y-90) SIR-Spheres em 11 centros médicos dos EUA, publicado no final do ano passado no jornal Clinical Colorectal Cancer, confirma que a idade do paciente não é uma barreira para o tratamento apropriado com microesferas de resina de ítrio-90 (Y-90) SIR-Spheres®, anunciou hoje a Sirtex.

Logo - http://photos.prnewswire.com/prnh/20150119/724485 

"A análise dos dados do estudo MORE confirmaram que a idade apenas não deve impedir que pacientes sejam considerados para o tratamento -- ou receber tratamento -- com microesferas de resina de ítrio-90 (Y-90) SIR-Spheres®", disse o autor principal do estudo, Andrew S. Kennedy, MD, diretor de Pesquisa de Oncologia de Radiação do Instituto de Pesquisa Sarah Cannon. "Como os pacientes mais velhos com câncer colorretal metastático (CCRm)tendem a receber terapia sistêmica menos intensa, o controle local do tumor no fígado com radioterapia interna seletiva ou radioembolização pode propiciar benefícios adicionais a essa população. Estamos ansiosos para continuar nossa pesquisa nesse campo, para determinar os tratamentos mais eficazes para essa população de pacientes e melhorar os resultados".

A nova análise do MORE dividiu a população de 606 pacientes em dois grupos, sendo 446 pacientes com menos de 70 anos à época do tratamento e 160 pacientes com 70 anos ou mais, quando tratados. Os pesquisadores também analisaram separadamente os dados de 90 pacientes muito idosos, com 75 anos ou mais. As idades médias dos grupos mais jovem, de idosos e de muito idosos eram de 55,9 +/- 9,4 anos, 77,2 +/- 4,8 anos e 80,2 +/- 3.8 anos, respectivamente. Os pesquisadores descobriram que, independentemente de suas idades, os pacientes tenderam a ter características basais similares.

Entretanto, os pacientes idosos apresentaram maior probabilidade (P P =0,009). Pacientes idosos também tenderam a ter recebido menos linhas de tratamento por quimioterapia (P = 0,036) ou nenhuma quimioterapia anteriormente (P P = 0,011). Além disso, os pacientes mais velhos devem, menos provavelmente, ter recebido mais do que um procedimento de radioembolização.

A sobrevivência geral foi estatisticamente a mesma (P = 0,335) entre os pacientes mais velhos (9,3 meses) e mais jovem (9,7 meses). Também não houve diferenças relacionadas à idade para qualquer grau de eventos adversos (P = 0,433), incluindo os eventos mais sérios ou grau 3+ (P = 0,482) dentro de 90 dias de tratamento. Notavelmente, efeitos colaterais gastrintestinais foram relatados menos frequentemente por pacientes idosos do que pelos mais jovem.

Perfis similares também foram observados em comparações entre pacientes com 75 anos de idade ou mais e pacientes com menos de 75 anos. A sobrevivência geral média foi de 9,3 meses, em comparação com 9,6 meses (P = 0,987), respectivamente, e não ocorreram diferenças significativas em eventos adversos de grau 3+ (P = 0,398) ou qualquer evento adverso (P = 0,158) dentro de 90 dias do tratamento.

Sobre as microesferas de resina de ítrio-90 (Y-90) SIR-Spheres®

As microesferas de resina de ítrio-90 (Y-90) SIR-Spheres® constituem um dispositivo médico usado em um procedimento de radiologia intervencionista, conhecido como radioterapia interna seletiva (RTIS) ou radioembolização, que direciona altas doses de radiação diretamente nos tumores do fígado. O tratamento consiste de dezenas de milhões de partículas radioativas revestidas por resina de ítrio-90 (Y-90), cada uma menor em diâmetro do que um fio de cabelo humano. Os radiologistas intervencionistas injetam essas partículas de resina -- ou microesferas -- na artéria hepática, usando um cateter inserido na artéria femoral, através de uma incisão na virilha. As microesferas de resina de ítrio-90 (Y-90) SIR-Spheres® se alojam nos vasos capilares que circundam os tumores do fígado, onde elas aplicam uma alta dose de radiação beta de curto alcance (média de 2,5 mm; máximo de 11 mm) nos tumores do fígado, poupando assim o tecido saudável do fígado. O baixo peso específico das microesferas de resina de Y-90 possibilita que o fluxo do sangue distribua uniformemente a radioatividade dentro e em volta dos tumores do fígado.

As microesferas SIR-Spheres são aprovadas para uso na Austrália, nos Estados Unidos (aprovação pelo PMA da FDA), na União Europeia (Marcação CE), Argentina (ANMAT), Suíça, Turquia e diversos outros países na Ásia, tais como Índia, Cingapura e Hong Kong. Além disso, as microesferas SIR-Spheres são fornecidas em países como Nova Zelândia, Malásia, Tailândia, Taiwan e Israel.

As microesferas de resina de ítrio-90  (Y-90) SIR-Spheres são indicadas nos Estados Unidos para o tratamento de tumores metastáticos irreversíveis do fígado, do câncer colorretal primário, em combinação com quimioterapia intra-arterial hepática, usando floxuridina. As microesferas de resina de ítrio-90  (Y-90) SIR-Spheres® foram aprovadas para o tratamento de tumores do fígado inoperáveis na Austrália, na União Europeia, Argentina, Brasil e diversos países na Ásia, tais como Índia e Cingapura.

Sobre a Sirtex 

A Sirtex Medical Limited (ASX:SRX) é uma empresa global da área da saúde, sediada na Austrália, que se dedica a aperfeiçoar os resultados do tratamento de saúde em pessoas com câncer. Atualmente, nosso principal produto é uma radioterapia dirigida para câncer do fígado, chamada microesferas de resina de ítrio-90  (Y-90) SIR-Spheres. ® Aproximadamente 55.000 doses foram aplicadas no tratamento de pacientes com câncer de fígado, em mais de 900 centros médicos, em mais de 30 países. Para mais informações, por favor, visite http://www.sirtex.com.

SIR-Spheres® é uma marca comercial registrada da Sirtex SIR-Spheres Pty Ltd.

Sobre o Instituto de Pesquisa Sarah Cannon

O Instituto de Pesquisa Sarah Cannon é o braço de pesquisa do instituto do câncer global da HCA, Sarah Cannon. Focado em terapias avançadas de pacientes, é uma das principais organizações de pesquisa clínica do mundo, conduzindo estudos clínicos baseados em comunidades, através de afiliações com uma rede de mais de 1.000 médicos nos Estados Unidos e no Reino Unido. O instituto Sarah Cannon liderou aproximadamente 200 estudos clínicos com humanos, pela primeira vez, desde sua criação em 1993, e tem sido líder em estudos clínicos em quase 80% das terapias aprovadas para câncer nos últimos 10 anos. Além disso, o instituto Sarah Cannon oferece serviços de administração, regulamentação e outros serviços de suporte à pesquisa para desenvolvimento de drogas e patrocinadores do setor, bem como unidades estratégicas de investigação, através de sua organização de pesquisa contratada. Para mais informações, visite sarahcannon.com.

Referência: Kennedy AS, Ball DS, Cohen SJ et al.  Safety and efficacy of radioembolization in elderly (≥ 70 years) and younger patients with unresectable liver-dominant colorectal cancer (Segurança e eficácia da radioembolização em pacientes idosos (≥ 70 anos) e mais jovens com câncer colorretal irreversível predominante no fígado).  Clinical Colorectal Cancer,  2 de novembro de 2015; ePub doi: 10.1016/j.clcc.2015.09.001. 

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FONTE Sirtex Medical Limited

Agfa HealthCare compra TIP Group

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A Agfa HealthCare anuncia a aquisição da austríaca TIP Group, com sede em Graz.  A união ampliará o portfólio da Agfa em Business Intelligence (BI) e soluções de ERP para hospitais. "Acreditamos que com esta aquisição poderemos oferecer ao mercado uma solução mais completa para a integração de dados e análises, permitindo um gerenciamento muito mais eficiente para os hospitais”, explicou Winfried Post, CEO e diretor geral da Agfa HealthCare, em release ao mercado.

Sobre a Agfa HealthCare

Agfa HealthCare, membro do Grupo Agfa-Gevaert, é líder global dentre os fornecedores de diagnóstico por imagem e soluções de TI para a área da saúde. A organização tem mais de um século de experiência no setor da saúde e tem sido pioneira no mercado de TI desde o início dos anos 90. Atualmente, a Agfa HealthCare projeta, desenvolve e entrega sistemas de ponta para capturar, administrar e processar imagens de diagnóstico e informações clínico-administrativas para instituições de saúde, fornecendo serviços de consultoria, soluções de gestão hospitalar e clínica (HIS/CIS) e solução de gestão de conteúdo corporativo (ECM) para o setor. Para mais informações sobre a Agfa HealthCare, por favor acesse www.agfahealthcare.com, blog.agfahealthcare.com ou por e-mail: healthcare.br@agfa.com

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