faz parte da divisão da Informa PLC

Este site é operado por uma empresa ou empresas de propriedade da Informa PLC e todos os direitos autorais residem com eles. A sede da Informa PLC é 5 Howick Place, Londres SW1P 1WG. Registrado na Inglaterra e no País de Gales. Número 8860726.

Entenda o câncer de fígado, causa da morte de David Bowie

david-bowie

Após a revelação de que o cantor britânico David Bowie, um dos artistas mais influentes do rock e do pop, morreu de câncer de fígado aos 69 anos, o assunto chamou a atenção do mundo todo.

Apesar de não estar entre os tumores mais comuns, o câncer de fígado é de alta complexidade e exige proficiência no tratamento. Dentre os tumores de fígado, o tipo mais frequente é o hepatocarcinoma ou carcinoma hepatocelular, que ocorre em mais de 80% dos casos. O desenvolvimento da doença pode ocorrer por meio da infecção pelo vírus da hepatite C e, em menores proporções, da hepatite B. Além disso, a cirrose hepática, que pode estar relacionada ao consumo abusivo do álcool, e a esteatose hepática (acúmulo gordura no fígado), que pode levar a cirrose, também estão entre os fatores de risco.

O aumento a cada ano de casos oncológicos obriga o preparo constante de hospitais e unidades assistências para o atendimento.  Os números são alarmantes, Segundo estimativas do Inca (Instituto Nacional do Câncer), haverá 596.070 novos casos de diversos tipos de câncer em 2016.

Leia Mais:

Oncologia impulsiona mudança no modelo de financiamento

Luta contra o câncer: Por que mudar este termo?

Sintomas e Prevenção  

A Beneficência Portuguesa, referência também em atendimento oncológico com o Hospital São José e o Centro Oncológico Antônio Ermírio de Moraes, criado em 2013, esclarece sobre os sintomas e prevenção:

Os sintomas: 

Geralmente aparecem em fase avançada da doença e incluem perda de peso, falta de apetite, aumento do volume de líquido na barriga, icterícia (pele e mucosas amareladas), entre outros. “O diagnóstico precoce é extremamente importante. Quanto antes descobrir, maior a chance de fazer o tratamento curativo que é a cirurgia”, explica o dr. Fábio Kater, oncologista do Centro Oncológico Antônio Ermírio de Moraes, da Beneficência Portuguesa de São Paulo.

Para Fábio Kater, a melhor forma de se prevenir é evitar o contato com o vírus de hepatite B por meio da vacinação, evitar exposição ao álcool, ficar atento ao controle metabólico, evitando a obesidade, e ir ao médico para consultar os níveis de colesterol.

Sobe salário médio do farmacêutico, revela Catho

farmaceutico-farmacia

Na semana em que se comemorou a profissão de farmacêutico (dia 20 de janeiro), o site de empregos Catho divulgou que houve um aumento no salário médio dos farmacêuticos brasileiros de 6%, hoje no valor de R$ 2.755,71, quando comparado aos R$ 2.610,30 aferidos em janeiro de 2015.

Média Salarial

Janeiro – 2016

R$ 2.755,71

Janeiro – 2015

R$2.610,30

Leia Mais:

Brasil é o que melhor remunera setor farmacêutico entre emergentes

De janeiro a novembro de 2015 foram criadas 4.320 novas oportunidades para farmacêuticos no país, segundo dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados). O saldo é resultado de um total de 33.788 contratações versus 29.468 demissões no período, de acordo com a entidade.

“Enxergamos a área de Saúde como uma das mais promissoras em 2016. O envelhecimento populacional, juntamente com o maior acesso a planos de saúde, favorecem a consolidação do farmacêutico no mercado de trabalho”, afirmou Murilo Cavellucci, diretor de gente e gestão da Catho, em release ao mercado.

Empresas de saúde entre as "mais amadas" por funcionários

shutterstock_251956669

O ranking foi elaborado pela Love Mondays onde cinquenta empresas apareceram entre as "mais amadas" por seus colaboradores em 2015. Entre as cinco primeiras da lista, três são do setor de saúde, onde a farmacêutica global Takeda Brasil aparece no topo, com uma nota 4,4, referente à avaliação dos funcionários em uma escala de 1 a 5. Em segundo e quinto lugar aparecem, respectivamente, o Laboratório Sabin com nota 4,4 e a Bayer, 4,2.

Leia Mais: Orgulho em trabalhar nas melhores empresas [infográfico]

Como são as melhores empresas para trabalhar na saúde? [infográfico]

Melhores Empresas para Trabalhar na Saúde e seu líder [Infográfico]

A satisfação geral dos funcionários foi medida em uma escala de de 1 a 5, sendo que 1 representa que os funcionários estão ‘muito insatisfeitos’ e 5 que eles estão ‘muito satisfeitos’ por  trabalhar na empresa.

Dezenove ramos diferentes da economia entraram na lista, dentre elas empresas dos segmentos farmacêutico, TI e telecomunicações, construção e bens de consumo, que representam mais da metade das companhias do ranking.

Do ramo de saúde ainda figuram na lista: Eurofarma (21º), GlaxoSmithKline GSK (22º), Roche (25º) Eli Lilly (34º), Hospital Albert Einstein (39º) e a Novartis (44º).

Segundo a Love Mondays, o ranking foi feito a partir das opiniões de 160 mil profissionais de mais de 60 mil empresas de todo o país ao longo de 2015. Para este ranking, eles consideraram empresas com mais de 50 avaliações postadas pelos colaboradores. A posição da empresa neste ranking foi determinada pela nota da satisfação geral dos colaboradores com a empresa.

*Com informações da Love Mondays.

Serviço terceirizado é cada vez mais procurado pelas farmacêuticas

shutterstock_202352902oiiii

Ao identificar oportunidades para investimento no Brasil, mesmo em meio à crise, a empresa de origem francesa, Unither Pharmaceuticals - atuante em terceirização farmacêutica na área dos líquidos e em tecnologias de dose única - comprou a Mariol Industrial, localizada em Barretos (SP), cuja atividade se concentra no desenvolvimento e terceirização para a indústria farmacêutica, e que conta atualmente com 156 colaboradores.

Leia Mais:

5 farmacêuticas que mais produzem valor aos stakeholders

Ranking de empresas farmacêuticas: as que mais geram valor

Brasil é o que melhor remunera setor farmacêutico entre emergentes

Na visão do diretor-executivo Frédéric Larre, responsável pelo desenvolvimento de novos negócios da companhia na América do Sul, a terceirização aparece como uma solução para produzir com menor custo, ao invés de arcar com gastos da instalação de uma nova fábrica no País.

“Em 2016, o Brasil deverá tornar-se o sexto maior mercado farmacêutico do mundo e a Unither Pharmaceuticals quer reforçar com esta aquisição a crença no potencial do mercado brasileiro”, afirmou Larre em release ao mercado. Segundo o executivo, com a aquisição, a empresa deseja manter os empregos, ampliar a linha de produtos, investir em novas tecnologias, como BFS e sachês stick-pack, além de ampliar o mercado a toda a América Latina. A previsão é de investir R$ 10 milhões em linhas de produção e equipamentos na nova unidade.

“Soluções personalizadas em serviços e terceirização são cada vez mais procuradas pela indústria farmacêutica brasileira e internacional que quer atuar no Brasil e a crise reforçou isso. Em vez de construir novas plantas, os laboratórios estão procurando alternativas para fabricar medicamentos. A terceirização é um caminho, aliando custo, qualidade e eficiência”, conclui o executivo.

A farmacêutica francesa trabalha desde a terceirização estratégica, em que a empresa atua como um parceiro para terceirizar todas as fases de produção, da fabricação à embalagem, passando pelo desenvolvimento e fabricação de novas embalagens e apresentações para medicamentos existentes, até o desenvolvimento de novos produtos.

UnitedHealth negocia compra do Hospital Santa Helena

shutterstock_191505380

O grupo UnitedHealth está em negociação para adquirir o Hospital Santa Helena, de acordo com pessoas a par do assunto, uma transação que poderá ser anunciada no próximo mês por uma quantia de $700 milhões de reais, segundo o portal Bloomberg Business.

Leia Mais: As 12 principais fusões e aquisições da Saúde em 2015

10 tendências da Saúde para 2016

O aquecimento das fusões e aquisições na Saúde

O Santa Helena Saúde, que atualmente está trabalhando com o banco Itaú, oferece planos de saúde e gerencia o Hospital Santa Helena, assim como hospitais maternidade e outros centros especializados na região do ABC, em São Paulo. Nenhuma decisão final sobre o acordo foi feita até o momento, podendo ainda ser cancelada, afirmaram fontes.

Mesmo com a economia brasileira em recessão, o setor de saúde privada tem sido um dos setores mais ativos na realização de acordos, principalmente depois da lei que permitiu a entrada de capital estrangeiro na saúde.

Segundo o site Bloomberg Business, os representantes do Itaú, Santa Helena e também do UnitedHealth se recusaram a comentar sobre o acordo.

Ano passado, a UnitedHealth adquiriu o Hospital Samaritano por $1,3 bilhões. A empresa vem expandindo suas operações pelo Brasil através da Amil Participações SA, que foi comprada por U$4,9 bilhões pela empresa em 2012. Ainda segundo fontes envolvidas no assunto, a UnitedHealth pretende integrar o Santa Helena através da Amil.

Presidente da UnitedHealth, David Wichmann, durante sua fala no dia do investidor da UnitedHealth, em Dezembro, afirmou que a empresa está cada vez mais focada em promover serviços de saúde no Brasil, ao invés de simplesmente vender seguros.

*Com informações da Bloomberg Business em 13/01/16. 

Provendo maior controle na assistência à saúde da população

shutterstock_326305964

Reconhecida formalmente pela Constituição Federal de 1988 como um dos objetivos e atribuições fundamentais do Sistema Único de Saúde (SUS), a assistência à saúde é calcada principalmente em ações de promoção, proteção e recuperação da saúde, integrando as medidas assistenciais às preventivas.

O processo de gestão da assistência à saúde tem implicações com a macro e a micropolítica de um hospital público. Por macropolítica entende-se a política governamental do Sistema Único de Saúde (SUS) alinhada a direcionamentos federal, estadual e municipal. Já a micropolítica diz respeito à institucional, ou seja, referente à esfera dos serviços, ao acesso e às relações de trabalho. Em um ambiente hospitalar, as duas se inter-relacionam na gestão da assistência à saúde e têm como premissa aproximar o “modo de gerir” com o “modo de cuidar”.

É aí que está o desafio de um gestor de uma instituição pública. Além de tomar decisões e realizar ações com vistas à melhoria de processos internos e externos, gerir uma instituição pública de saúde requer ainda importantes processos como planejamento, organização, direção e controle. Nesse sentido, gerenciar significa tomar decisão, antecipar tendência e priorizar o comando. No caso da assistência à saúde é deve-se levar em conta que é preciso reduzir não só a letalidade ou a incidência de complicações no processo saúde-doença, como também contribuir para minimizar a experiência de sofrimento dos pacientes. É a assistência que valoriza a qualidade do cuidado, do profissional e do diálogo entre equipes.

Para isso, a tecnologia de gestão tem papel fundamental no controle da assistência em uma instituição pública de saúde. É possível, através de ferramentas específicas, promover a humanização deste processo com ações para melhorar a resolutividade na assistência, como redução do tempo de espera para marcação de consultas, exames e o tempo de resposta. Além de aprimorar a cobertura do serviço e atenção à população, o gerenciamento e a integração de processos de toda a rede de atenção à saúde facilitam a gestão dos principais indicadores da saúde, eliminando desperdícios, impactos negativos e garantindo uma boa administração pública.

AME Barradas é 2ª no país a receber acreditação ONA

shutterstock_261126794

Nível máximo de reconhecimento da ONA (Organização Nacional de Acreditação), que reconhece a qualidade dos serviços na área de saúde do Brasil, concedeu ao Ambulatório Médico de Especialidades Luiz Roberto Barradas Barata (AME Barradas), que fica na Nova Heliópolis, em São Paulo, a acreditação com excelência. A unidade é gerenciada pelo Seconci-SP (Serviço Social da Construção), entidade de responsabilidade social da construção civil.

Atualmente, apenas dezessete ambulatórios médicos do país possuem a certificação ONA, sendo o AME Barradas o segundo AME a receber tal certificação.

Leia Mais: Acreditação hospitalar garante segurança e qualidade ao paciente

Programa de Qualificação de Operadoras terá alterações em 2016

Acreditação hospitalar x engajamento do corpo clínico

Os AMEs realizam consultas, exames e pequenas cirurgias no mesmo local, o que agiliza o atendimento de pacientes. Para conseguir a certificação, o diferencial da AME Barradas é seu nível tecnológico, amplo centro cirúrgico e hospital dia equipados.

A unidade anuncia que possui exames como a Ressonância Magnética e o PET-CT, equipamento utilizado em imagens médicas, responsável por diagnósticos de alta precisão na área de oncologia. Já o centro cirúrgico, conta com seis salas operatórias, 12 leitos de recuperação pós-anestésica, além do hospital dia com 24 leitos, que funciona das 6h às 22h e permite que o paciente seja operado e receba alta no mesmo dia, segundo comunicado da AME Barradas que também afirma que a quantidade de salas operatórias da unidade resulta em um número grande de procedimentos cirúrgicos por mês, desafogando a demanda reprimida por procedimentos de pequeno porte eletivos, em especial, aquelas sem a necessidade de internação hospitalar.

A acreditação comprova o nível de excelência da AME, que adota indicadores para a avaliação de resultados no atendimento, gestão, organização, atenção ao paciente, diagnóstico, abastecimento, apoio logístico, infraestrutura e qualificação profissional.

110 instituições brasileiras participam dos estudos clínicos de fase 3 para novo medicamento da Pfizer contra o colesterol

SÃO PAULO, 21 de janeiro de 2016 /PRNewswire/ -- O Brasil acaba de ingressar na lista de países participantes de dois estudos clínicos internacionais de fase 3 envolvendo um medicamento inovador desenvolvido pela Pfizer para o controle dos níveis do colesterol "ruim", o LDL-C, um importante e reconhecido fator de risco para as doenças cardiovasculares. Essas enfermidades representam a principal causa de morte por doença em todo o mundo, de acordo com a Organização Mundial da Saúde.

Embora o tratamento com estatinas já esteja amplamente consolidado para o controle do colesterol ruim, parte dos pacientes necessita de outras alternativas. Indicado para os casos em que os níveis de LDL-C permanecem altos mesmo após a administração de estatinas, bococizumab (PF-04950615) poderá suprir uma necessidade médica não atendida. Trata-se de um anticorpo monoclonal injetável que apresenta um novo mecanismo de ação, capaz de bloquear a função da proteína PCSK9, diretamente relacionada ao mecanismo de regulação do colesterol.

Já iniciaram os dois estudos de fase 3 com bococizumab 16 instituições, entre elas a Santa Casa de Belo Horizonte e os centros de pesquisas clínicas paulistas CPClin e Cepic. Os cardiologistas Raul Santos Filho e José Carlos Nicolau, do Instituto do Coração da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (Incor), estão entre os coordenadores desses estudos, que envolvem 110 centros de pesquisa e aproximadamente 1.600 pacientes brasileiros, o equivalente a cerca de 9% do total de participantes em todo o mundo. São os maiores estudos clínicos já realizados pela Pfizer no Brasil. Atualmente, a companhia desenvolve em território nacional 43 estudos, que envolvem cerca de 22 moléculas.  

Em âmbito internacional, a Pfizer investe aproximadamente US$ 7 bilhões por ano em pesquisa e desenvolvimento de medicamentos inovadores direcionados para segmentos prioritários, tais como oncologia, doenças autoimunes, problemas cardiometabólicos, doenças neurológicas, dor e vacinas.

Essa preocupação é traduzida pelo amplo pipeline e portfólio da companhia, composto atualmente por 84 programas em fase de estudos clínicos ou em processo de registro (são 30 em fase 1; 20 em fase 2; 26 em fase 3; e 8 em fase de registro com as agências regulatórias). As moléculas em estudo se distribuem por diferentes áreas, entre elas diabete, colesterol, artrite reumatoide, lúpus, doença de Alzheimer, esquizofrenia, dor, malária, osteoporose, câncer e vacinas.

Imprensa: (11) 3643-2785

FONTE Pfizer

Hospitais combatem com Big Data mortalidade em UTI

UTI

Cada vez mais as unidades de terapias intensivas (UTIs) têm trabalhado para reduzir mortes que poderiam ser evitadas e o Big Data tem se mostrado uma solução eficaz nesse sentido. Os casos que apresentam maiores riscos são evidenciados pelos dados analisados (Big Data).

Muitas das mortes em UTIs têm raízes em complicações evitáveis, como infecções hospitalares, coágulos sanguíneos e delirium devido a sedação excessiva. Os programas de prevenção de infecção são ações mais frequentes nos hospitais para evitar essas complicações, mas, segundo The Wall Street Journal, agora, alguns hospitais americanos estão testando abordagem que incorpora anos de dados e registros médicos, muitos dos quais nunca foram analisados em conjunto antes.

Os esforços estão voltados para os riscos menos previsíveis, já que os mais previsíveis conseguem ser mensurados pelo simples checklist. O portal Fiercehealthcare cita o exemplo do projeto “Risky States”, desenvolvido em conjunto entre o Beth Israel Deaconess Medical Center, o MIT - Massachusetts Institute of Technology e a empresa de TI Aptima. O trabalho consiste em usar o big data para medir de forma mais acurada os riscos de morte e complicações.

Leia Mais:

3 áreas promissoras para o big data em saúde

Por que “big data” é “big” em Saúde?

BIG DATA para UTI no Brasil 

Aplicações e investimentos com o mesmo objetivo também já são exemplos no Brasil. Recentemente a consultoria Everis e a multinacional NTT DATA anunciaram solução de big data para unidades de terapia intensiva. O primeiro piloto está sendo feito em parceria com o Serviço de Saúde da Andaluzia e com o Hospital Universitário Virgen del Rocio, na Espanha.

O objetivo é gerar eficiência e ter precisão na tomada de decisão clínica e no estabelecimento de prioridades assistenciais a partir da análise de grandes quantidades de dados em tempo real com a tecnologia Big Data Analytics e sua interação baseada em protocolos clínicos.

Para Alexandre Grandi, líder de Saúde da Everis, o Brasil possui um cenário promissor devido ao envelhecimento da população, que exige em geral internações de longo prazo, e o significativo aumento de internações de pacientes com várias comorbidades.

Segundo Francisco Murillo, diretor da unidade de terapia intensiva do Hospital Universitário Virgen del Rocío, "se você aplicar algoritmos suficientemente evoluídos para gerar e propor os planos de tratamento mais adequados para os pacientes, com base nos registros médicos eletrônicos e demais informações monitoradas 24 horas por dia, isso permitirá melhorar os protocolos de cuidados de saúde, aumentar a qualidade dos cuidados, a eficiência dos profissionais de UTI e reduzir efeitos adversos em pacientes”.

A brasileira Intensicare, em parceria com a Cerner, possuem um projeto de UTIs virtuais, que consiste na instalação de câmeras de alta resolução com sistemas de videoconferência nos leitos, interligando o prontuário eletrônico do paciente aos equipamentos que estão à beira do leito. “Esse big data será processado e transformado em dados e alertas de predição par os médicos especialistas que estarão na central”, explicou o presidente da Intensicare, Rodrigo Teixeira Aquino, em entrevista para o estudo Referências da Saúde.

“O sistema irá nos dizer, por exemplo, que determinado paciente está com 80% de chances de morrer de complicação cardiovascular nas próximas 24 horas”, disse. A previsão do executivo é que o programa reduza em até 25% a mortalidade e de 25% a 30% no tempo de permanência na UTI.

É fácil de perceber que essas integrações de dados, com base nos protocolos médicos, estão trazendo mudanças significativas para a eficiência e precisão do processo de tomada de decisão médica. Além disso, informações valiosas para protocolos novos ou aperfeiçoados podem ser recuperadas a partir dos dados acumulados graças ao big data.

NHS Tayside escolhe InterSystems TrakCare para transformar o atendimento à saúde

O NHS Tayside assinou recentemente um contrato com a InterSystems que poderá melhorar significamente a qualidade dos atendimentos à saúde em seus hospitais. O InterSystems TrakCare®, sistema unificado de informação de saúde , suportará a tomada de decisão clínica e conduzirá a novas melhorias em relação a segurança, eficiência e atendimento de pacientes. O NHS Tayside é a 11ª instituição a assinar o contrato de Sistema Escocês de Gestão de Pacientes com a InterSystems. Com a adição do NHS Tayside, a população da Escócia atendida pela InterSystems atingirá 91%.

O NHS Tayside abrange 22 unidades hospitalares voltadas a atendimento de casos graves e de saúde comunitária nas regiões de Angus, Dundee e Perth & Kinross, incluindo a University of Dundee’s Medical School, anexada ao Ninewells Hospital em Dundee, abrangendo uma população superior a 400 mil pessoas.

O TrakCare auxiliará a transformar a maneira como as equipes do hospital trabalham e possibilitará uma melhora significativa no atendimento ao paciente. A digitalização dos prontuários médicos suportará decisões clínicas, auxiliará na melhora da comunicação entre as equipes de atendimento e os pacientes e possibilitará a melhora no processo de prescrição de medicamentos. O InterSystems TrakCare® suportará os objetivos e benefícios buscados no âmbito da Estratégia de eHealth para a Escócia (eHealth Strategy for Scotland, em inglês).

O TrakCare fornecerá funcionalidades para apoiar médicos no atendimento e monitoramento de pacientes, no compartilhamento de informações com colegas e informando decisões sobre tratamentos, medicamentos e cuidados. Consultores, médicos, enfermeiros, terapeutas, aliados de profissionais de saúde, bem como outros funcionários de assistência médica terão acesso imediato e seguro às informações dos pacientes, para que possam tomar decisões mais rápidas e mais precisas envolvendo o paciente. Esta fase inicial irá cobrir a implementação do TrakCare na administração do paciente, maternidade e departamento de emergência, substituindo o atual sistema de gestão do paciente.

Sobre o Tayside

O Tayside Health Board é responsável por fornecer serviços de atendimento à saúde para os habitantes das regiões de Angus, Dundee e Perth & Kinross, no Reino Unido. Os limites geográficos abrangem três áreas do conselho local, servindo a mais de 400 mil pessoas.

Sobre a InterSystems

A InterSystems fornece os mecanismos da informação que alimentam algumas das mais importantes aplicações do mundo. Em Saúde, Serviços Financeiros, Governo e outros setores onde vidas e meios de subsistência estão em jogo, a InterSystems tem sido um fornecedor estratégico de tecnologia desde 1978. A InterSystems é uma empresa privada com sede em Cambridge, Massachusetts (EUA), com escritórios pelo mundo inteiro, e seus produtos são usados diariamente por milhares de pessoas em mais de 100 países.