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Como conciliar telemedicina e atendimento presencial?

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Uma das grandes barreiras para o crescimento da telemedicina é a certeza praticamente generalizada de que o atendimento online não tem como oferecer a mesma qualidade que o atendimento presencial. Afinal, por melhor que seja a tecnologia, como é possível que ela substitua a conversa olho no olho, o toque e tantos outros atributos de uma boa consulta que apenas podem ser obtidos quando médico e paciente estão juntos no consultório?

Leia Mais: Regulamentação da telemedicina: Barreira ou oportunidade?

Os desafios da implantação da Telemedicina

Apesar de dedicar minha carreira a tecnologias em saúde, confesso que eu compartilho do mesmo sentimento. A tecnologia já nos aproximou muito, mas não está no ponto ainda de substituir a interação pontual presencial. A maior barreira provavelmente continua sendo o exame físico, algo que possivelmente será substituído no longo prazo por wearables e uma infinidade de novos sensores que deverão surgir ao longo das próximas décadas. Mas até lá, a consulta no consultório ainda deverá permanecer como o “padrão-ouro” de atendimento.

O ponto que eu quero levantar neste post é justamente o aspecto “pontual” das interações médico-paciente; i.e., as consultas. Da forma como a medicina é executada hoje, a segurança clínica é baseada apenas em uma consulta bem feita, com anamnese e exame físico realizados da forma tradicional (verdade que nas consultas a “toque de caixa” de hoje em dia, muito dessa qualidade já se perdeu, mas isso já é outro assunto...). De um jeito ou de outro, o entendimento comum corrente é de que, através de uma consulta bem feita (e exames complementares), é possível obter a maior parte das informações necessárias para oferecer e prescrever a conduta mais acertada possível para cada paciente.

Atendimento continuado

No entanto, um aspecto que é completamente negligenciado hoje é o atendimento continuado dos pacientes. Embora a grande maioria das consultas termine com a orientação de retorno em X dias ou meses, a grande verdade é que nenhum médico verifica se seus pacientes retornaram ou não ao consultório. Como garantir segurança clínica, portanto, se não sabemos o desfecho dos tratamentos prescritos nas interações pontuais? O paradigma hoje é que o médico oferece a melhor recomendação possível com base na melhor informação possível em um ponto específico na linha do tempo do paciente. O médico se isenta de responsabilidade, caso as condições mudem no futuro ou surja uma nova informação e o paciente não retorne proativamente ao consultório.

É nesse sentido que, eu acredito, a telemedicina pode ser clinicamente mais segura do que o consultório. Como a telemedicina ocorre a distância, a primeira interação é provavelmente sempre menos segura do que uma interação pontual de consultório. A diferença é que, justamente por ocorrer a distância e ser suportada por tecnologias automatizadas de seguimento, a telemedicina oferece segurança clínica por meio de uma série continuada de interações, que permite ao médico acompanhar o desfecho das diferentes ações recomendadas em cada encontro a distância. A telemedicina deve ser continuada e deve permitir o acompanhamento do paciente em encontros de alta frequência, de forma ágil e efetiva ao longo de toda a sua linha do tempo, e não apenas em encontros esporádicos de consultório. A melhor forma de garantir segurança clínica do paciente é acompanhá-lo continuamente no longo prazo!

O Mundo Perfeito

Em um mundo perfeito, então, qual seria a melhor abordagem? Naturalmente, a melhor abordagem é combinar os atendimentos presenciais no consultório com um acompanhamento remoto de maior frequência. Por isso, minha sugestão é reservar um horário da sua agenda apenas para fazer follow-up a distância do seus pacientes. Isso não apenas aumenta a segurança do paciente e do tratamento, como aumenta a fidelização do paciente ao seu consultório.

Cora Residencial Senior inaugura segunda unidade em São Paulo

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A rede de Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPI), o Cora Residencial Senior, administrada pela Brasil Senior Living – BSL – inaugurou em dezembro mais uma unidade. O novo espaço da Cora, localizado no bairro do Ipiranga (SP), segue o mesmo conceito do recém-inaugurado residencial Cora Villa Lobos, mas traz como diferencial o dobro da capacidade de leitos em uma área construída de 7.000 m² e mais 2.000 m² de área arborizada para estimular o movimento e o convívio social dos idosos.

O novo conceito de bem-estar do idoso oferecido pela instituição é uma ruptura com a imagem das antigas casas de repouso, por ser totalmente construída, estruturada e planejada nos mínimos detalhes para atender às necessidades dos idosos. A Cora oferece um ambiente que promove longevidade, vitalidade e bem-estar por meio de uma experiência única de cuidado, carinho e acolhimento para os residentes. Tudo isso a um custo acessível às famílias, com um dos menores preços na categoria de mercado em que atua.

A Cora Ipiranga tem duas torres com 96 quartos (individuais ou duplos) para uma ocupação total de 202 moradores. Assim como a primeira unidade, a Cora Ipiranga dispõe de infraestrutura completa para estimular a vitalidade e o desenvolvimento físico-cognitivo dos idosos, que inclui cinema, oficinas, salão de jogos, espaço gourmet, aulas de dança, horticultura, ginástica, terapia ocupacional, além de retaguarda médica e enfermagem 24 horas para todos os residentes.

Com todo o suporte médico oferecido pela Cora, é possível oferecer a segurança que as famílias procuram. As particularidades de cada idoso são respeitadas por meio de excelentes médicos, enfermeiros, nutricionistas, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, entre outros profissionais de saúde que possuem experiência em cuidar do bem-estar dos residentes.

“Todos os detalhes foram desenvolvidos com atenção e cuidado para garantir mais segurança, saúde e conforto aos nossos residentes”, ressalta Ricardo Soares em anúncio ao mercado, presidente da Brasil Senior Living, citando os corredores amplos para facilitar a mobilidade e as acomodações espaçosas e acolhedoras, além do mobiliário e a estrutura dos banheiros serem planejados para atender às necessidades específicas dos idosos.

Ao planejar a Cora, a Brasil Senior Living também levou em consideração a facilidade para os moradores receberem seus familiares e estreitar os laços com os filhos e netos, por isso, as visitas acontecem em horários livres e em qualquer dia. A BSL entende a proximidade da família com um dos fatores que contribui para melhorar a qualidade de vida dos idosos e, ao oferecer cuidados profissionais e muitos estímulos, ajuda a melhorar a qualidade da relação entre os próprios idosos e seus familiares. “É uma equação simples. A família traz o amor para o idoso e a Cora traz os cuidados, com atenção, carinho e respeito”, reforça Soares.

O plano de expansão da Cora contempla a inauguração de 30 unidades em até quatro anos. Para 2016, estão previstas novas quatro unidades, sendo a primeira delas já fora de São Paulo, na cidade de Belo Horizonte. “A população brasileira está envelhecendo e as famílias estão ficando cada vez menores e mais atarefadas. Somos um País com um número cada vez maior de idosos que necessitam de cuidados, carinho e atenção especial. Chegamos para atender a milhares de famílias que hoje não contam com um serviço seguro e de qualidade e que promova o cuidado integral da saúde do idoso com preços competitivos”, comenta o presidente da Brasil Senior Living, ao explicar a motivação da BSL em abrir uma instituição que oferece conforto, segurança e serviços de alta qualidade para os idosos.

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que o número de idosos no País será de 34 milhões até 2025 e que a expectativa de vida será estendida dos atuais 75 anos para 81 anos nas próximas duas décadas.

Como os fundos de private equity agregam valor à Saúde?

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A partir da permissão da entrada de capital estrangeiro na Saúde, desde o início do ano passado, tanto as instituições brasileiras do setor quanto os potenciais investidores ainda estão compreendendo as oportunidades e desafios que decorrem dessa nova legislação. Em evento sobre “Fusões e Aquisições"*, o escritório de advocacia TozziniFreire e a consultoria PwC elencaram os potenciais valores que os fundos de private equity podem agregar aos hospitais.

Leia Mais: Como investir em instituições de saúde que não visam lucro?

Quem são os fundos de investimento mais ativos em saúde digital?

Como conseguir investimento para uma Startup de Saúde crescer?

O aquecimento das fusões e aquisições na Saúde

Antes de saber as potencialidades de uma negociação com um fundo, é preciso ter clareza sobre o que são esses fundos. Na definição apresentada pelor organizadores do evento, os fundos são:

  • organizados por gestores profissionais, mediante a captação de recursos de investidores qualificados, que têm como propósito a aquisição de participações em empresas (via de regra de capital fechado) de setores variados, com bom potencial de crescimento e perspectivas de trazer retorno aos investidores do fundo após o decurso de um determinado lapso temporal. No Brasil é muito comum esses fundos serem estruturados como fundos de investimento em participações – FIPs, que são regulados pela Instrução CVM nº 391/03.
  • Os gestores e os investidores desses fundos unem esforços para de agregar valor às empresas, participando da gestão delas. Alguns exemplos de gestores são: Pátria Investimentos, DLM Invista, Gávea Investimentos, GP Investmentos, Axxon Group, Performa Investimentos, The Carlyle Group, Advent International, Blackstone e KKR
  • Exemplos de investidores dos fundos levantados por gestores profissionais: entidades de fomento, fundos de pensão, family offices etc. Aqui no Brasil, dentre as entidades mais ativas nesse setor estão BNDES, Funcef e a Financiadora de Estudos e Projetos - FINEP.

Como são estruturados? 

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Apesar da falta de maturidade em gestão do mercado de Saúde brasileiro, investidores relevantes têm apostado no País. O Carlyle Group, por exemplo, investiu US$ 593 milhões na compra de uma fatia da Rede D´Or São Luiz em abril do ano passado e, mais tarde, adquiriu a operadora de planos de saúde Tempo Participações. Em maio, o GIC Pte, fundo soberado de Cingapura, pagou US$ 508 milhões por parte da capital da Rede D´Or.

O ramo dos laboratórios é outro nicho bastante assediado pelos investidores, até por ter as margens de lucro mais altas da Saúde e por ter a maior atividade de fusões e aquisições. Cerca de 13% do capital do Fleury foi comprado no ano passado pelo fundo Advent Internacional. Para se ter uma ideia, a Advent detém participação em quase 30 empresas de serviços de saúde, farmacêuticos e equipamentos médicos, em várias partes do mundo. Já o Dasa, por exemplo, tem o Pedro Bueno, filho do Edson Bueno, como seu maior acionista (mais de 70%); cerca de 30% do Hermes Pardini (MG) pertence ao fundo Gávea, que sondou comprar o Fleury; e o Alliar pertence ao fundo Pátria.

São muitos os exemplos de fundos em empresas de Saúde e o que eles prometem agregar são:

Melhorias na gestão e controles internos

Adoção de boas práticas de governança corporativa

Estratégias com foco em longo prazo

Networking

Suporte estratégico

Acesso a crédito

Crescimento por consolidação

*Evento “Fusões e Aquisições no Setor de Saúde”, organizado por TozziniFreire e PwC, com apoio institucional da Feira Hospitalar, foi realizado no dia 01 de Dezembro de 2015.

Médicos mostram desinteresse por cargos na saúde pública

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Reportagem do jornal O Globo mostra o quanto conseguir atuar em um cargo público já não é algo tão almejado por parte dos médicos, retrato diferente em outros mercados de trabalho. Segundo informou o veículo, dentre todas as capitais brasileiras analisadas, São Paulo apresenta o maior índice de desistência de cargos na saúde pública por parte de médicos: de 1.275 médicos convocados, 809, ou 63,5%, recusaram os postos aos quais tinham direito. O número chega a ser alarmante e essa mesma situação se repete em outras capitais importantes como: Belo Horizonte, com índice praticamente idêntico, com 63,3%, Porto Alegre e Rio de Janeiro, com 58,8% e 55,3%, respectivamente.

O principal fator que tem desestimulado os médicos é a remuneração. Outro motivo para o desinteresse é a falta de plano de carreira, condições de trabalho precárias, insegurança e demora na convocação após a aprovação em concursos que, neste caso, acontece devido a entraves burocráticos.

Uma pesquisa do Cremesp divulgada em novembro passado mostrou que a rede privada tem hoje 20 mil médicos a mais do que a pública. São 399.692 médicos no País. Desses, 27% (107 mil) atuam exclusivamente em entidades particulares; 22% (87 mil), nas unidades públicas; e 51% (203 mil), em ambas as esferas. O Brasil tem cerca de dois médicos para cada mil habitantes. Mais da metade deles (55%) concentra-se nas capitais, onde vivem apenas 23% da população.

Os números mostram a urgência por estratégias de atração de profissionais para a saúde pública.

*Informações corrigidas às 16h24, do dia 19 de janeiro de 2016

Plataforma online oferece atendimento médico domiciliar

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Chega ao mercado brasileiro a plataforma digital Dr.Vem!, que disponibiliza atendimento médico até a residência do cliente. O serviço foi criado para auxiliar em casos de procedimentos de baixa complexidade e que não exijam a estrutura de um pronto-socorro, descartando assim deslocamento para hospitais, proporcionando  praticidade. A plataforma é responsiva, ou seja, qualquer usuário poderá solicitar a visita de um especialista na sua residência.

Assim que realizado o pedido de uma consulta médica, o solicitante receberá o contato do médico por telefone, para que este entenda a situação do paciente e informe o tempo de chegada do especialista na residência, que fará o atendimento e dará o diagnóstico, prescrevendo assim o tratamento médico necessário ao paciente.

O CEO do Dr.Vem!, Daniel Lindenberg, afirma que o objetivo é garantir o acesso a médicos que atendem nas melhores instituições de saúde do Brasil, porém, sem o estresse de ir até o pronto-socorro, de encarar um trânsito caótico, de esperar as vezes horas até ser atendido e de correr o risco de pegar uma doença ainda mais grave.

Inicialmente disponível apenas para consultas relacionadas à pediatria dentro da cidade de São Paulo, o serviço prevê oferecer em breve para sua rede de clientes outras especialidades médicas, com expectativa de expansão para outras cidades brasileiras. A consulta custa R$ 394,00 e deve ser paga com cartão de crédito, sendo que esse valor de atendimento é reembolsável junto a grande parte das empresas dos planos de saúde, com emissão de recibo que também pode ser utilizado para desconto no Imposto de Renda.

Serviço:

Segunda-feira a sexta-feira, das 13 horas às 23 horas, e aos sábados, domingos e feriados, das 7 horas às 18 horas.

Hospitais privados devem contratar menos em 2016, diz Anahp

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Os hospitais da Anahp - Associação Nacional de Hospitais Privados – desaceleraram o ritmo de contratações de empregados em 2015 e encerraram o ano com taxa de apenas 4,1% contra 11,6% em 2014, totalizando 54 mil colaboradores. Para 2016, a Anahp prevê queda nas contratações ou ao menos que não sejam abertas novas vagas.

Leia Mais: Maiores hospitais particulares do país registram queda na receita

Além de puxar o freio de mão na geração de empregos, o setor apresentou, de janeiro a dezembro, uma queda expressiva de 1,8% na receita líquida nominal dos hospitais ano passado. Fato que aconteceu pela primeira vez após 11 anos, desde quando a Anahp passou a acompanhar os indicadores de seus hospitais membros.

No mesmo período, as despesas se elevaram em 8,3%, o que reduziu drasticamente as margens operacionais, especialmente quando observado a variação da receita líquida e da despesa por paciente-dia. De acordo com os dados preliminares da Anahp, a receita líquida por paciente-dia aumentou 3,5%, ao passo que a despesa por paciente-dia subiu 9,4%, no mesmo período. Para 2016 é previsto um aumento considerável das despesas, com a alta nos preços de insumos importados, calculados em dólar.

Estes e outros dados são do Sistema Integrado de Indicadores Hospitalares (SINHA) utilizados pelo Grupo de Estudos da Anahp, que realiza um levantamento de informações econômico-financeiras, que representam os movimentos que o mercado da área de saúde privada tem vivenciado no ano anterior.

5 dicas para organizar a gestão de clínica em 2016

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Viajar, estudar e levar uma vida mais saudável são apenas algumas das promessas que as pessoas costumam fazer no início do ano. Criar uma lista de resoluções com desejos e compromissos já faz parte do imaginário popular, mas pode ser muito útil para médicos em 2016. Quando o assunto é gestão de clínicas e consultórios, a grande maioria dos profissionais de saúde fica apenas na vontade de melhorar a administração de seus locais de trabalho. Porém, com ajuda da tecnologia, é possível avançar nesta questão. Confira uma lista com dicas para otimizar a gestão em 2016:

1. Use a tecnologia à seu favor: Com o mundo cada vez mais conectado, é imprescindível que o médico também esteja. O prontuário eletrônico já é uma realidade e se transformou na principal ferramenta de gestão para clínicas e consultórios. Afinal, uma mesma solução digital permite, entre outras situações, visualizar o histórico de um paciente, controlar pagamentos e recebimentos e até realizar o agendamento online de consultas.

2. Cuide de seus e-mails: Ninguém gosta de receber e responder muitos e-mails, mas este recurso permite ao profissional de saúde estreitar o relacionamento com seus pacientes e fornecedores, evitando desgaste. O bom gerenciamento do e-mail permite confirmar a consulta com um dia de antecedência e confirmar pedidos e pagamentos.

3. Tenha ferramentas de controle financeiro: Cuidar das finanças é um item básico para qualquer empresa. Porém, médicos não são formados em Administração e acabam escorregando justamente nesta questão: Muitos profissionais nem sabem quanto têm direito a receber de convênios, por exemplo. Aqui, o ideal é recorrer novamente à tecnologia para não se perder nos custos e recebimentos.

4. Otimize o espaço físico: Aproveite o novo ano para dar adeus aos arquivos e papéis acumulados dos últimos anos. O crescimento do cloud computing permite que os médicos virtualizem seus documentos e joguem tudo para a nuvem. Dessa forma, o acesso estará sempre a um clique de qualquer computador com acesso à Internet e o consultório ganha um espaço maior para melhorar o atendimento ao paciente.

5. Integre os profissionais: Por fim, a boa gestão de uma clínica ou consultório passa pela união de todos os profissionais que trabalham no local, como médicos, enfermeiros e secretárias. Com uma comunicação rápida entre todos e a definição clara do papel de cada um, há uma maior sinergia e eficiência no cotidiano.

Como investir em instituições de saúde que não visam lucro?

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Com a abertura de capital estrangeiro na oferta de serviços de saúde há cerca de um ano, a pergunta "Como investir em instituições que não visam lucro?" se faz presente, já que os hospitais e serviços filantrópicos também podem ser alvo desse perfil de investidor. Alguns dos caminhos apresentados em evento* pelo escritório de advocacia TozziniFreire e a consultoria PwC são:

Via desmutualização?

Criação de novas entidades?

Compra de ativos?

Outras formas?

Leia Mais: Especial Capital Estrangeiro na Saúde

Capital Estrangeiro em Hospitais como alternativa para as instituições

A especialista em Direito Empresarial pela FGV, Elysangela Rabelo, aprofundou o conceito "desmutualização", que consiste na conversão de títulos patrimoniais em ações ou quotas. A operação nasceu na década de 90, quando as Bolsas de Valores estavam precisando se reestruturar para enfrentar os avanços do mercado de capitais internacionais.

• Bolsa de Estocolmo, 1998

•Australian Stock Exchange, 1998

•Toronto Stock Exchange, 2000

•Pacific Exchange (PCX), 2001.

•Chicago Mercantile Exchange, 2001

•BM&F Bovespa, 2007

Sem fins lucrativos

ativos são controlados pelos seus membros

processo decisório democrático – cada título representa um voto

membros da organização são beneficiários diretos de bens e/ou serviços

ausência de finalidade lucrativa

existência de restrições à circulação dos títulos de propriedade.

Com fins lucrativos

distinção entre a pessoa do acionista e do beneficiário dos bens/serviços da entidade – sócio não se confunde com o cliente

um voto por ação

regras de governança

finalidade lucrativa

liberdade para transferência das quotas ou ações, dentro de certas regras.

Na prática, a desmutualização ocorre por meio de Transformação de tipo jurídico; Cisão; Fusão; Incorporação ou Conferência de bens. De acordo com a Elysangela, a “desmutualização” não é necessariamente a etapa para viabilizar o investimento via M&A (fusões e aquisições) e, segundo a JUCESP (junta Comercial do Estado de São Paulo), a transformação de associação civil em sociedade empresária só é possível nos casos em que a associação a ser transformada seja uma associação educacional.

3 fatores que promovem engajamento do profissional de saúde

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Com o objetivo de diminuir a rápida renovação de profissionais de saúde e também aumentar o engajamento do paciente, hospitais e outras instituições de saúde devem se empenhar em adotar três estratégias chaves, de acordo com relatório branco publicado pela Press Ganey.

Estratégias de engajamento direcionados podem construir uma organização poderosa que é bem sucedida nos níveis de experiência do paciente, retenção de funcionários e inclusive gerando impactos financeiros positivos, apontou o relatório.

Leia Mais: Perfil e engajamento do paciente digital [Infográfico]

Gamification em saúde pode aumentar engajamento de pacientes

"Estratégias de engajamento de sucesso, tanto dos profissionais de saúde quanto dos pacientes, requerem uma abordagem de medição científica, insights sobre dados de profundidade e ações definitivas sob medida para cada camada de engajamento", disse à imprensa a autora Barbara Reilly, Ph.D., vice-presidente sênior de engajamento do funcionário, enfermeiro e médico na Press Ganey. "Para construir uma empresa de alta performance, líderes da saúde precisam de um entendimento focado sobre onde promover mudança a fim de criar e manter uma engajada cultura centrada no paciente que reduza o estresse para cuidadores e o sofrimento para os pacientes".

Fatores críticos que conduzem ao engajamento incluem:

● O relacionamento entre engajamento do funcionário e métricas chaves de performance da experiência do paciente;

● Condutas e melhores práticas que distinguem organizações de alta performance comprometidas com manutenção de melhorias;

● Estratégias acionáveis ​​impulsionadas por níveis de engajamento para ajudar a construir e manter equipes de alto desempenho.

A remuneração aparece como um fator crítico na retenção de funcionários, segundo pesquisa de 2015 mencionada pelo veículo Fierce Healthcare De três a cada quatro trabalhadores de saúde nos EUA deixariam suas posições atuais por empregos com melhor remuneração.

Barbara ressaltou que o caminho para melhorar as relações de força de trabalho é aderir aos mesmos tipos de dados orientados, métodos colaborativos que estão sendo usados atualmente para melhorar a experiência do paciente.

*Com informações de Fierce Healthcare em 15/01/16.

Neusoft libera NewSight PET/CT para mercados globais

SHENYANG, China, 18 de janeiro de 2016 /PRNewswire/ -- A Neusoft Medical Systems Co., Ltd. ("Neusoft Medical Systems") lançou oficialmente o NeuSight PET/CT para mercados globais. Este NeuSight PET/CT certificado pela CE e aprovado pelo FDA dos EUA combina tecnologia de ponta e inovações a fim de criar imagens super-refinadas e requintadas de baixa dose que podem proporcionar mais informações para diagnóstico. O NeuSight PET/CT demonstra a determinação da Empresa de explorar mercados internacionais de TEP/TC (Tomografia por Emissão de Pósitrons/Tomografia Computadorizada, PET/CT em inglês), de ponta por meio de inovações.

Foto - http://photos.prnewswire.com/prnh/20160118/322964

No passado, a Neusoft Medical Systems colaborou com a 'Positron', uma pioneira PET do setor cardíaco nos EUA. Agora, a Positron está sob total controle da Neusoft, com mais de 20 instalações PET somente nos EUA. Ao combinar o know-how tecnológico da Neusoft & Positron, a NewSight PET/CT se desenvolveu com sucesso. A P&D para o scanner NewSight começou em 2012 com 4 protótipos PET/CT passando verificação de fábrica em 2014. Em 2015, a NeuSight PET/CT passou na certificação CE e foi aprovada pelo FDA dos EUA.

A NeuSight PET/CT está equipada com eletrônicos de ponta que oferecem imagens de diagnósito de alta qualidade com as mais elevadas velocidades de aquisição e pós-processamente, proporcionando por meio delas, aos radiologistas e especialistas em medicina nuclear, uma elevada taxa de transferência elevada e um retorno positivo sobre o investimento mantendo, ao mesmo tempo, uma dedicação em manter a seguraça do paciente como prioridade essencial.

"Como provedora líder de equipamentos médicos, a Neusoft Medical Systems coloca a tecnologia de software no centro de suas atividades. Temos contribuído continuamente com a inovação em engenharia de produtos e software para a indústria médica da China há mais de 20 anos. O lançamento do NeuSight PET/CT representa um novo avanço para a Neusoft em equipamento médico de ponta. Para o futuro, faremos grandes esforços em inovação e excelência operacional a fim de oferecer produtos e serviços médicos de alta qualidade para todo o mundo", declara o Sr. Patrick Wu, CEO da Neusoft Medical Systems.

Sobre a Neusoft Medical Systems

Neusoft Medical Systems Co., Ltd. (Neusoft Medical Systems), líder na fabricação de equipamentos e serviços médicos da China. Fundada em 1998 e com o desenvolvimento de software como sua competência central, a Neusoft Medical Systems se tornou líder de mercado em equipamentos e serviços médicos, expandindo sua liderança com o estabelecimento de subsidiárias internacionais nos Estados Unidos da América, Emirados Árabes Unidos, Peru, Rússia, Brasil e Vietnã. Fornece um amplo portfólio de equipamentos médicos, incluindo TC, Ressonância Magnética, Raio-X, Ultrassom, TEP (Tomografia por Emissão de Pósitrons), Acelerador Linear e IVD (produtos para diagnósticos in vitro). Para mais informações, visite: medical.neusoft.com/en

Para mais informações, entre em contato com:

Terry Du
Branding & Marketing Management Center
Neusoft Corporation
Phone: +86-24-8366-2306
Email: duch@neusoft.com

FONTE Neusoft Corporation