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Nova descoberta de Victor Petrik: experimentos com grafenos podem salvar milhões de vidas humanas

MOSCOU, 18 de janeiro de 2016 /PRNewswire/ -- Pesquisas sobre as propriedades do grafeno, para seu uso como enterosorvente, foram realizadas na Academia Militar de Medicina S.M. Kirov, na Rússia. As pesquisas foram realizadas sob a liderança da transcorporação Kirsan - Petrik Laboratory of the Future.

(Foto: http://photos.prnewswire.com/prnh/20160115/322677)

As pesquisas foram realizadas em animais em condições de doença renal aguda e em rápido desenvolvimento, causada pela remoção cirúrgica dos dois rins dos animais.

Todas as intervenções cirúrgicas foram executadas em ratos, com o uso de anestesia com éter, levando-se em conta os padrões usados, de acordo com a convenção europeia para a proteção dos animais vertebrados, para propósitos experimentais e outros propósitos científicos [Strasbourg, 18.03.1986].

Foi comprovado que, na formação da intoxicação urêmica em desenvolvimento, a administração oral de uma substância de grafeno irá dobrar a taxa de sobrevivência de ratos, em comparação ao grupo de referência de animais nos quais a substância não foi administrada.

Os resultados da pesquisa indicam que os grafenos podem se tornar uma base para a criação de um corretor acessível de intoxicações urêmicas, que aparecem em caso de doença renal, diabetes e outras doenças.

V. Petrik descobriu o efeito do estado estável do grafeno fora da estrutura cristalina do grafite, já em 1996. A descoberta foi registrada pela Associação Internacional de Autores de Descobertas Científicas em 2001, Diploma No.163.

Em 1998, V. Petrik, pela primeira vez no mundo, estabeleceu uma produção industrial de grafenos com o método de destruição fria do grafite. As patentes foram registradas em 43 países, entre os quais os EUA, como US No.7,842,271 B2 datada de 2004.

Inicialmente, os grafenos produzidos por V. Petrik foram observados através do método de espectroscopia eletrônica no Instituto de Criminologia do Serviço Federal de Segurança da Rússia e no Instituto de Espectroscopia da Academia Russa de Ciências, em 1997, e mais tarde, na Universidade da Califórnia de Davis e na Universidade da Califórnia de Irvine. http://www.vpetrik.com/userfiles/docs/statya_engrus.pdf

V. Petrik pesquisou os grafenos pela primeira vez para seu uso em medicina, em 1997. Em 1999, resultados únicos de grafenos na purificação do plasma sanguíneo foram obtidos no Centro de Cardiologia Russo.

Em 2000, pesquisa sobre a ação cicatrizante dos grafenos, em caso de queimaduras e feridas sépticas, foi realizada no Instituto de Medicina Experimental, uma iniciativa unitária do estado federal, e no Instituto de Pesquisa de Medicina de Emergência Dzanelidze.

http://www.vpetrik.com/userfiles/docs/medics/medicine.rar 

http://www.vpetrik.com/userfiles/docs/medics/toxicology.rar

Corporação transnacional Kirsan - Petrik Laboratory of the Future.

Assessoria de Imprensa

Timofey Khrilev
phoenix.press.service@gmail.com
+7-499-346-35-11

FONTE Kirsan - Petrik Laboratory of the Future transnational corporation

Anunciando o analisador de incubadora/aquecedor radiante INCU II para testes e garantia da segurança de incubadoras para bebês e aquecedores radiantes

EVERETT, Washington, 18 de janeiro de 2016 /PRNewswire/ -- Os primeiros dias de vida de um bebê podem ser os mais críticos, e por isso a Fluke Biomedical desenvolveu o analisador de incubadora/aquecedor radiante INCU™ II que proporciona aos técnicos de equipamentos biomédicos a funcionalidade necessária para testar e verificar facilmente o desempenho e segurança de incubadoras para bebês, incubadoras de transporte e aquecedores radiantes.

Foto - http://photos.prnewswire.com/prnh/20160113/322088
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Logo - http://photos.prnewswire.com/prnh/20150304/179432LOGO

"Os bebês de risco não podem transmitir quando não se sentem confortáveis, com muito calor ou muito frio. Sendo assim, é essencial verificar se incubadoras para bebês estão operando de acordo com os padrões da fábrica e da indústria", explica Eric Conley, gerente geral da Fluke Biomedical. "O INCU II é um analisador multifuncional e completo, em conformidade com as normas IEC que avalia precisamente os parâmetros ambientais das incubadoras para bebês e aquecedores radiantes."

Pesando apenas 3 libras, o INCU II compacto pode medir simultaneamente a umidade, o fluxo de ar e seis pontos independentes de temperatura. Suas sondas codificadas por cores facilitam a troca entre os sensores para testes de temperatura na incubadora ou os cinco discos para a verificação do ambiente do aquecedor radiante.

A grande tela LCD do INCU II apresenta resultados de teste em tempo real, juntamente com indicadores de aprovação/reprovação. Quando a incubadora atinge uma temperatura constante, são necessários apenas 15 minutos para se conduzir uma sequência de testes, que podem ser personalizados e armazenados no analisador. Os dados do teste podem então ser enviados e monitorados a partir de um computador, utilizando-se um cabo USB ou o INCU II sem fio*.

"O INCU II oferece a mobilidade e a interface intuitiva desejada pelos técnicos de equipamentos biomédicos com as tecnologias avançadas para testar com precisão as incubadoras e os aquecedores radiantes geralmente à disposição", explica Ashton Solecki, gerente de produção do INCU II. Além disso, o INCU II conta com uma peça de posicionamento que ajuda aos técnicos a posicionar corretamente os sensores e discos de temperatura."

Além de estar em conformidade com as últimas normas globais do setor, inclusive IEC 60601-2-19 (incubadora), IEC 60601-2-20 (incubadora de transporte) e IEC 60601-2-21 (aquecedor radiante), o INCU II é compatível com as normas de som em vigor na China (Classe II).

O INCU II representa a próxima geração de INCUs da Fluke Biomedical e estará à disposição globalmente.

*Funcionalidades sem fio estarão disponíveis globalmente a partir de 26 de janeiro de 2016.

Sobre a Fluke Biomedical
Confiável para medidas que são realmente importantes.
A Fluke Biomedical é a principal provedora global de serviços e equipamentos de teste e medidas para o setor da saúde. Atendemos engenheiros biomédicos, técnicos de garantia de qualidade, físicos médicos, oncologistas e profissionais de segurança de radiação e estamos continuamente expandindo nossa linha de produtos para atender uma faixa maior de profissionais de saúde e segurança. Para mais informações, acesse www.flukebiomedical.com.

Para mais informações sobre os produtos da Fluke Biomedical e Unfors RaySafe, e solicitação de fotografias, contate:
Julie Lary
Coordenadora de marketing
(425) 446-6006
julie.lary@flukebiomedical.com

FONTE Fluke Biomedical

ANS divulga regras para melhorar atendimento por operadoras

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A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) criou novas regras a fim de melhorar o atendimento prestado pelas operadoras de planos de saúde aos beneficiários nas solicitações de procedimentos e serviços de cobertura assistencial. As medidas entram em vigor no dia 15/05 e estabelecem prazos para a prestação de informações ao consumidor, disciplinando e qualificando o atendimento, e obrigam as operadoras a disponibilizar canais de contato presencial e telefônico.

As operadoras  deverão prestar imediatamente aos seus beneficiários, quando demandadas, as informações e orientações sobre o procedimento ou serviço assistencial solicitado, esclarecendo se há cobertura prevista no Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde da ANS ou no contrato. Também estabelece a implantação de unidade para atendimento presencial funcionando em horário comercial durante os dias úteis nas capitais dos estados ou regiões de maior atuação dos planos, exceto para as operadoras de pequeno porte, as exclusivamente odontológicas, as filantrópicas e autogestões.

As empresas de grande porte também terão que oferecer atendimento telefônico ao consumidor durante 24 horas, sete dias por semana, e as de médio e pequeno porte, as exclusivamente odontológicas e filantrópicas deverão ter canal telefônico para atendimento em horário comercial nos dias úteis. Para assegurar o atendimento aos casos de urgência e emergência, todas as operadoras deverão disponibilizar atendimento telefônico 24 horas, todos os dias da semana.

A resolução ainda exige que sempre que houver a apresentação de solicitação de procedimento e/ou serviço de cobertura assistencial pelo beneficiário, independente do canal pelo qual seja realizado ou qual seja sua finalidade, deverá ser fornecido número de protocolo no início do atendimento ou logo que o atendente identifique tratar-se de demanda que envolva cobertura assistencial.

“A operadora é o primeiro canal de atendimento do consumidor e ela precisa dar uma resposta rápida e satisfatória ao beneficiário”, destaca a diretora de Fiscalização da ANS, Simone Freire, em release ao mercado. Ela reforça que com essas regras, visa-se reforçar e disciplinar o atendimento às solicitações de procedimentos e serviços de cobertura assistencial, estimulando os planos de saúde a qualificarem o contato com seus beneficiários, melhorando, de forma geral, o serviço prestado.

Prazos de respostas

Nos casos em que não seja possível fornecer resposta imediata à solicitação de procedimento ou serviço de cobertura assistencial apresentada, as operadoras terão prazo de até cinco dias úteis para responder diretamente aos beneficiários. Caso a resposta apresentada negue a realização de procedimentos ou serviços solicitados, deve ser informado detalhadamente o motivo e o dispositivo legal que o justifique. Nas solicitações de procedimentos de alta complexidade (APAC) ou de atendimento em regime de internação eletiva, o prazo para resposta é de até dez dias úteis. Já para procedimentos de urgência e emergência, a resposta deve ser imediata.

Nos casos de solicitação de procedimentos ou serviços em que os prazos máximos para garantia de atendimento sejam inferiores a cinco dias, a resposta da operadora ao beneficiário deverá se dar dentro do prazo previsto na RN n° 259, de 2011.

O consumidor também poderá pedir o envio dessas informações por escrito em até 24 horas e requerer reanálise da sua solicitação, que será avaliada pela Ouvidoria da empresa – outra novidade importante implementada pela nova norma. Com isso, ele tem a oportunidade de recorrer da negativa dentro da própria operadora. Se a empresa dificultar ou tentar impedir essa reanálise, será configurada infração por não observância às regras sobre atendimento aos beneficiários nas solicitações de cobertura assistencial.

Acesso aos dados

As operadoras deverão arquivar, pelo prazo de 90 dias, e disponibilizar, em meio impresso ou eletrônico, os dados do atendimento ao beneficiário, identificando o registro numérico de atendimento, assegurando a guarda, manutenção da gravação e registro.

O beneficiário poderá requerer que as informações prestadas sejam encaminhadas por correspondência ou meio eletrônico, no prazo máximo de 24 horas. Caso solicitem, também poderão ter acesso aos registros de seus atendimentos, em até 72 horas a contar da realização do pedido.

Multa

Em caso de descumprimento das regras previstas na resolução normativa, a operadora está sujeita a multa de R$ 30 mil. Caso a infração venha a se configurar em negativa de cobertura, a operadora também estará sujeita a multa – neste caso, os valores vão de R$ 80 mil a R$ 100 mil.

A Resolução Normativa passou por consulta pública e recebeu mais de mil contribuições de toda a sociedade.

*Com informações da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) em 15/01/16.

Estudo europeu em pacientes com leucemia aguda mostra que a inclusão de Grafalon® (imunoglobulina anti-humana de linfócitos T) em um regime de condicionamento antes do transplante de células-tronco de irmãos idênticos no HLA resulta em uma incidênc

RAPPERSWIL, Suíça, 16 de janeiro de 2016 /PRNewswire/ -- Os resultados de um estudo europeu, financiado em conjunto pela Neovii e pela Sociedade Europeia de Transplante de Sangue e de Medula Óssea, acabam de ser publicados como um manuscrito completo na edição de janeiro de 2016 do New England Journal of Medicine.

(Foto: http://photos.prnewswire.com/prnh/20160114/322342)

Estes foram os resultados em dois anos:

  • A incidência cumulativa de DECH crônica foi de 32,2% no grupo de estudo com Grafalon®, comparado com 68,7% no grupo sem Grafalon®.
  • A taxa de sobrevida livre de recaída e livre de DECH crônica para o endpoint composto após dois anos foi significativamente maior para o grupo com Grafalon® do que para o grupo sem (36,6% vs. 16,8%).
  • Não houve diferenças significativas entre os grupos em relação a taxas de recaída, complicações infecciosas, DECH aguda ou eventos adversos.

O principal pesquisador do estudo, o Professor Nicolaus Kröger, diretor médico do departamento de transplante de células-tronco do Hospital Universitário de Hamburgo, Alemanha, e presidente do Grupo de Trabalho de Doenças Crônicas da EBMT, comentou: "Os resultados do nosso estudo multicêntrico melhoraram significativamente o resultados dos pacientes com leucemia que receberam um transplante alogênico de células-tronco de seu irmão idêntico no HLA, reduzindo o risco de DECH crônica sem o risco óbvio de recaída, o que melhora a qualidade de vida dos nossos pacientes após o transplante. Isso causará mudanças em nossa prática diária".

Alexandre Sudarskis, diretor geral da Neovii, afirmou: "Esses resultados históricos demonstram a capacidade de Grafalon de evitar a DECH após o transplante de células-tronco em pacientes com irmãos idênticos no HLA e constituem uma contribuição importante para os dados do nosso estudo robusto de fase 3 em doadores compatíveis sem parentesco. O foco da Neovii é realizar avanços na área de transplantes de células-tronco ao realizar estudos de alta qualidade. Devido às propriedades imunológicas exclusivas de Grafalon e aos vários conjuntos de dados robustos que demonstram a melhoria nos resultados clínicos, os médicos podem sentir confiança nos benefícios clínicos proporcionados por Grafalon aos pacientes".

Sobre o estudo

Estudo prospectivo, multicêntrico, aberto e randomizado de fase 3 de Grafalon®, como parte de um regime de condicionamento anterior ao transplante alogênico de células-tronco periféricas de irmãos idênticos no HLA. O estudo foi realizado em 27 centros europeus e envolveu 168 pacientes. Os pacientes receberam ou não Grafalon® de maneira aleatória.

Sobre a DECH

A doença do enxerto contra hospedeiro (DECH) é uma complicação grave e fatal que pode ocorrer após o transplante alogênico de células-tronco. Ela se desenvolve quando o novo sistema imunológico, derivado das células-tronco transportadas (enxerto), ataca os tecidos e órgãos do receptor (hospedeiro). A doença pode ser classificada como aguda ou crônica, dependendo do tempo de ocorrência e/ou da patologia.

Sobre Grafalon® 

Grafalon® (antes comercializado como ATG Fresenius) é uma globulina anti-humana de linfócitos T de coelho, usada como parte de regimes imunossupressores para a prevenção da doença do enxerto contra hospedeiro em casos de transplante de células-tronco, para a prevenção e o tratamento da rejeição em transplantes de órgãos sólidos ou como imunossupressores no tratamento da anemia aplástica (em conformidade com as indicações aprovadas de acordo com o país). Com mais de 200.000 pacientes tratados até o momento em mais de 50 países, Grafalon® é reconhecido no mundo todo pelas equipes de transplantes de células-tronco e de órgãos sólidos, e mudou a forma como as equipes de transplantes realizam os cuidados dos pacientes em todo o mundo.

Sobre a Neovii 

A Neovii é uma empresa biofarmacêutica global independente, dinâmica e de crescimento acelerado, cuja missão, voltada para o paciente, é desenvolver e comercializar novos tratamentos capazes de transformar vidas. Há mais de três décadas, a Neovii se dedica a aprimorar os resultados da medicina de transplantes, distúrbios onco-hematológicos e doenças imunológicas.

A sede global da Neovii Pharmaceuticals AG fica em Rapperswil, Suíça, e a empresa conta com escritórios em Massachusetts, EUA, e com uma fábrica de produtos biológicos em Gräfelfing, Alemanha.

A Neovii está presente no mundo todo, e seus produtos são vendidos em mais de 50 países.

Para mais informações 

Para mais informações, entre em contato pelo e-mail info@neovii.com ou com o escritório da Neovii Pharmaceutical AG pelo telefone +41-55-210-0500.

Para obter mais detalhes sobre a publicação completa, acesse http://www.nejm.org/

FONTE Neovii Pharmaceuticals AG

Wolters Kluwer insere informações de medicina esportiva no UpToDate

A divisão de saúde da Wolters Kluwer, empresa de  fornecimento de informações e em soluções para os locais de atendimento na área da saúde, anunciou a inclusão de cuidados primários da medicina esportiva no UpToDate®, recurso de suporte a decisões clínicas baseado em evidências. Essa é a 23° especialidade médica disponibilizada para as clínicas e instituições de saúde assinantes do recurso em todo o mundo.

A inclusão de cuidados primários de medicina esportiva é resultado de mais de cinco anos de colaboração conduzida por Karl “Bert” Fields, MD, ABFM, CAQSM, e editor chefe da UpToDate em Medicina Esportiva. Fields liderou um time de notáveis especialistas em cuidados primários de medicina esportiva visando expandir e desenvolver a nova especialidade, abrangendo cuidados não cirúrgicos relacionados ao esporte para adolescentes e adultos.

Além disso, os cuidados para fraturas não cirúrgicas em adultos, a atualização contínua nas informações de diagnósticos e as recomendações de tratamentos no UpToDate vão ajudar os clínicos a cuidarem dos pacientes com mais eficiência para que eles possam se recuperar e retornar à ativa.

“Trabalhando junto a um time de respeitados especialistas em medicina esportiva nos últimos cinco anos, expandimos e aprimoramos drasticamente o conteúdo e as recomendações de tratamento na medicina esportiva no UpToDate. A nova especialidade realmente engloba visões de uma grande variedade de disciplinas relacionadas”, enfatiza Fields.

Residentes em cuidados primários, médicos de famílias e pediatras, assim como especialistas que cuidam regularmente de pacientes ativos, incluindo medicina de emergência, física, reabilitação, pulmonar e intensiva, e cardiologia, encontrarão no UpToDate recursos e conteúdos indispensáveis à prática de medicina esportiva.

A nova especialidade do UpToDate incorpora mais de 260 temas, como por exemplo, informações do paciente de fácil entendimento, em inglês e em espanhol, além de mais de 1400 gráficos. Assim como em todo o conteúdo do recurso de apoio à decisão clínica, os tópicos relacionados aos cuidados primários da medicina esportiva incluem revisão por pares, recomendações baseadas em evidências, que refletem os últimos avanços médicos e práticas de mais de 470 publicações médicas, como American Journal of Sports Medicine, British Journal of Sports Medicine, Clinical Journal of Sports Medicine, Medicine and Science in Sports and Exercise, The Journal of Strength and Conditioning Research, entre outros.

“O UpToDate continua focado em desenvolver a abrangência e profundidade de seu conteúdo clínico para garantir que os médicos sejam capazes de oferecer o melhor atendimento aos seus pacientes”, ressalta Denise Basow, MD, Presidente e CEO da Unidade de Efetividade Clínica da Wolters Kluwer. “Para os clínicos de medicina esportiva e outros provedores de saúde, a inclusão de primeiros cuidados de medicina esportiva, assim como outras especialidades futuras, confirmam o nosso comprometimento em prover as mais completas recomendações baseadas em evidências disponíveis para o tratamento de pacientes”.

Saúde pública e a crise

A história da saúde pública, no Brasil, tem se caracterizado por crises crônicas, expondo a sociedade ao drama da desassistência, especialmente na área médico-hospitalar, vítima permanente de um Estado incapaz de se organizar com níveis aceitáveis de eficácia nesse importante setor. Não bastasse o descaso da União, com o financiamento das ações e serviços de saúde, ao longo de décadas - inclusive durante a vigência da CPMF - a descentralização, ou municipalização, com hierarquização, tem sido um fiasco na maioria dos estados e municípios, incapazes de uma gestão competente e responsável.

Presentemente, a situação se acha agravada ainda mais pela conjuntura de crises vivenciadas pelo país: política, econômico-financeira, moral e ética. Chegamos ao último trimestre do ano com os hospitais universitários exauridos e sem condições de honrar os seus compromissos, com greves de servidores, falta de materiais e medicamentos, sucateamento físico e tecnológico — veja-se o caso do Rio de Janeiro. O resultado é um só: desassistência da população em níveis inaceitáveis.

Não é diferente a situação das santas casas e hospitais sem fins lucrativos, responsáveis pela maior parcela da assistência hospitalar do Sistema Único de Saúde (SUS), atuando de forma complementar a uma rede pública estatal insuficiente. Para garantir o acesso da população, têm recorrido a empréstimos bancários a juros insuportáveis perante o subfinanciamento dos serviços que presta a este. O setor sem fins lucrativos é responsável, hoje, por mais de 50% das internações de média e alta complexidade do SUS; por mais de 60% dos transplantes e tratamentos de câncer realizados no país; e por ser a única unidade de saúde na maioria dos municípios com menos de 30 mil habitantes. As entidades têm tentado manter sua missão histórica de cuidar e atender os mais necessitados, tornando-se a maior parceira do SUS.

Contudo, mais uma vez, o desgoverno que se instalou em nosso país feriu de morte as finanças dessas instituições. A dívida global deste setor já ultrapassa R$ 21 bilhões, causada pelo subfinanciamento e descaso dos governantes. O saldo final, em 2015, foi o fechamento de 218 hospitais e 11 mil leitos, além de 39 mil trabalhadores demitidos. O que mais será necessário acontecer para que o Governo cumpra seu papel e custeie a saúde da população?

A exemplo do que ocorreu no final do ano passado, estes hospitais também neste sofreram outra “pedalada”: os recursos para o pagamento da média e alta complexidade (MAC), que lhes é devido no início de cada mês, foram liberados pelo Tesouro Nacional e transferidos aos fundos de Saúde de estados e municípios somente em 21 de dezembro. Com a burocracia que envolve essas transferências, e as festas de final de ano, mais uma vez o dinheiro estará disponível na conta dos prestadores apenas no início de 2016, desestruturando todo o fluxo de caixa dessas instituições.

O governo federal só admite que há subfinanciamento da saúde pública quando tenta convencer a população e o meio empresarial de que é necessário criar um novo imposto para financiá-la — já se fala abertamente na volta da CPMF, afirmando que o imposto “vai salvar vidas”. O que sempre se viu é esse mesmo governo substituindo fonte e não acrescentando nada para a saúde, ou seja, a saúde pública é sempre o “bode expiatório” para justificar a fúria fiscal de um (des)governo incapaz de cortar gastos com o excesso de ministérios, autarquias e órgãos públicos, todos ineficientes, e com um quadro inchado de servidores que nenhuma qualidade acresce aos serviços públicos. Por que também não cortar nos gastos milionários dos parlamentares? Por que são intocáveis? Apenas o povo tem que pagar essa conta via mais impostos?

Os governadores, que igualmente nada fazem para reduzir gastos esdrúxulos e ineficientes, correram em massa e com pompa a Brasília, tendo na fala o bode expiatório da saúde como justificativa para solicitar mais dinheiro da União (leia-se mais impostos). Chega de demagogia e incompetência!

O país espera respostas mais responsáveis e republicanas desses governos, principalmente do federal que, se competente fosse, a atual conjuntura de crises seria superada - com dificuldades é certo -, mas seriam. Mentiras, falácias e incompetências não têm mais espaço no cenário atual.

*Por José Luiz Spigolon, diretor-geral da Confederação das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos (CMB)

Logística Hospitalar: Ano novo, velhos problemas

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Depois de tantos anos vivenciando a logística e em especial a logística hospitalar de muito perto, me entristece ver notícias como as que venho acompanhando sobre a saúde em diversas regiões do Brasil. Matérias como a do último dia 06, veiculada no jornal Bom Dia Brasil, da TV Globo, sobre a “auditoria que apontou a falta de gestão e abandono da saúde pública no DF”. Falta de profissionais, medicamentos, materiais médicos, equipamentos e até mesmo medicamentos vencidos compunham o leque de problemas da região.

A situação não é nova, mas parece piorar a cada dia em diversas regiões. E a solução, ainda que não aplicada, é conhecida. A falta de investimento em gestão é um erro recorrente e é utopia dos administradores públicos acreditarem que conseguirão seguir sem ela por muito mais tempo. Me pergunto se é falta de conhecimento ou comprometimento com o tema para persistirem, ano após ano, nos mesmos erros.

É fato que muitas pastas nas esferas públicas são assumidas por profissionais não especializados nas áreas que assumem, mas isso também é fácil de ser resolvido à medida que contratem e deleguem atividades profissionais para empresas reconhecidamente eficientes por seu trabalho e resultados.

Sim, isso tem custo, mas que é revertido em grande economia em médio prazo, além de mais segurança e melhor operacionalização de todos os processos da cadeia envolvida.

Como bem disse a reportagem, os governos estão precisando de boa gestão do dinheiro público, que consequentemente, irá reverberar para a boa gestão de todas as áreas necessárias.

*Domingos Fonseca, Presidente da UniHealth

Conheça as 5 startups mais atraentes do Biotech Showcase

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O evento Biotech Showcase, que acontece em São Francisco, na Califórnia, recebe a apresentação de 300 companhias de biotecnologia, públicas e privadas. Deste enorme número, separamos algumas das startups mais atraentes que se apresentaram no evento esta semana. Todas as listadas abaixo são companhias privadas e, surpreendentemente, nenhuma está localizada nos principais pólos de inovação: Boston, São Diego ou São Francisco.

Leia Mais: 16 startups de saúde para acompanhar em 2016

Demo Day de Startups de Saúde da Berrini Ventures

Startup promete lançar exame de sangue para detecção de câncer

Aegle Therapeutics Corp.

Startup de medicina regenerativa está desenvolvendo micro vesículas - que éum fragmento do material da mebrana plasmática - para tratar queimaduras, machucados, lesões ortopédicas e doença cardiovascular. Micro vesículas são secretadas por células-tronco de humanos adultos e usada como mediador de  de células-tronco para cicatrização de parácrino.

Formada em 2013, a empresa baseada em Miami arrecadou mais de US$15 milhões em doações do National Institutes of Health and the Department of Defense. Todas as drogas candidatas ainda estão em desenvolvimento pré-clínico, embora as duas em estágio mais elevados dos testes são as de úlcera de pressão e queimaduras. A Aegle pretende apresentar as suas primeiras Investigational New Drugs (IND) para estas duas indicações este ano.

Cognition Therapeutics

Baseada em Pitsburgo, na Pensilvânia, está desenvolvendo uma droga para combater o Alzheimer que é uma pequena molécula que interrompe ostensivamente a progressão da doença - e melhora seus sintomas. A droga destina-se a conter acumulações de beta amilóide no cérebro, por simplesmente assumir o seu lugar na sinapse - prevenindo agressivamente a perda de memória.

A empresa , lançada em 2007, está na 1ª fase de testes para a doença de Alzheimer. E também está trabalhando em um programa pré-clínico para a doença de Parkinson. A empresa levantou US$ 22 milhões em patrimônio líquido e US$ 3 milhões em subvenções.

IGXBio

Localizada no Kansas, a startup de vacinas de DNA, IGXBio Genepro tem a plataforma voltada para segmentação de doenças infecciosas - especialmente o HIV. Sua abordagem de imunoterapia consegue produzir elevados níveis de expressão de gene e modelos - incluindo de primatas, afirmou a startup.

A IGXBio levantou mais de US$25 milhões desde seu lançamento em 2013. Ainda é pré-clínica, mas tem um IND aberto para um ensaio clínico de fase 1, 2º teste para o HIV.

Lung Therapeutics

A startup localizada em Austin, no Texas, está desenvolvendo drogas para tratar três indicações: Derrame pleural, acúmulo de líquido nos pulmões, lesão pulmonar aguda e fibrose pulmonar idiopática. A companhia tem em estágio mais elevado de teste uma droga para derrame pleural, programada para entrar na 1ª fase b de testes clínicos em breve.

NeurOp

Baseada em Atlanta, na Geórgia, está desenvolvendo novas medicinas para doenças da mente e cérebro - especificamente depressão, dor e aneurisma. E também tem programas pré-clínicos em esquizofrenia, doença de Alzheimer e doença de Parkinson.

As drogas produzidas pela NeurOp são feitas para servir como bloqueadores seguros do receptor NMDA - uma abordafem interessante, já que essas drogas historicamente tiveram um perfil de efeitos colaterais.

*Com informações da MedCity News em 13/01/16.

55% não confiam na segurança de apps de saúde

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De acordo com um novo relatório da companhia de segurança de dados Arxan, a maioria dos aplicativos de saúde para dispositivos móveis aprovados pela Food and Drug Administration (FDA) e aplicativos recomendados pela National Health Service (NHS) do Reino Unido são vulneráveis a múltiplos riscos à segurança, segundo top dez de vulnerabilidades de segurança mobile, da Open Web Application Security Project.

Leia Mais: Por que apps de hospitais não são eficientes?

Como apps estão ajudando o sistema de saúde na China?

App é lançado para agilizar liberação de leitos hospitalares

"O impacto para organizações de saúde e usuários de apps de saúde pode ser devastador", afirmou CTO da Arxan, Sam Rehman. "Imagine seu aplicativo de saúde vazando suas informações de saúde pessoais ou seu app ser reprogramado para te instruir à ingerir uma dose letal de uma medicação".

A Arxan encomedou pesquisa de terceiros sobre 815 consumidores que usam aplicativos de saúde e 268 tomadores de decisão em TI que inspecionam apps de saúde nos EUA, Reino Unido, Alemanha e Japão. Eles também encomendaram uma análise de segurança de terceiros dos 71 apps de saúde mais populares das quatro regiões, incluindo 19 com liberação do FDA e 15 aprovadas pela NHS.

A pesquisa mostrou que 55% dos consumidores pesquisados realmente esperam que seus apps de saúde sejam hackeados nos próximos seis meses, assim como também 48% do tomadores de decisão em TI.

Há uma inconsistência desconcertante pois a mesma pesquisa mostra que 78% dos usuários e 87% dos executivos consideram seu aplicativo para mobile como "adequadamente seguro". Metade dos usuários e três quartos dos executivos sentiram que tudo que podia ser feito para proteger seus apps foi feito.

Porém, este não é o caso segundo análise de segurança, que descobriu que 86% dos 71 apps tinham no mínimo duas das dez vulnerabilidades críticas na lista da Open Web Application Security Project. As duas vulnerabilidades mais gritantes eram a falta de proteção binária, que afetou 97% dos aplicativos, e a proteção insuficiente de transport-layer, que afetou 79% dos apps.

Existe um custo em ter aplicativos não seguros, revelou a pesquisa feita com consumidores: 76% dos usuários de apps de saúde trocariam de fornecedor se soubessem que o app que utilizam não é seguro e 80% trocariam de fornecedor se um app alternativo oferecesse um serviço similar com mais segurança.

*Com informações da MobiHealth News em  13/01/16.

Prevenção de pandemias custaria menos de 1 dólar por pessoa

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Investindo menos de $0,72 dólares por pessoa anualmente faria com que o mundo fosse mais resistente doenças pandêmicas infecciosas potencialmente devastadoras, de acordo com um grupo de peritos em saúde global convocado durante a crise do Ebola.

Doenças pandêmicas custam ao mundo mais de 58 bilhões de dólares por ano, estimou relatório, ainda em comparação com outras ameaças de alto perfil, a preparação para pandemias é cronicamente subfinanciada.

"Poucos evetos globais correspondem à epidemias e pandemias em potencial para perturbar a segurança humana e infligir perda de vidas, danos econômicos e sociais", disse Jeremy Farrar, diretor da empresa de caridade em saúde global Wellcome Trust. "Ainda por muitas décadas o mundo investiu muito menos em prevenir, preparar e obter respostas para essas ameaças em comparação com riscos à segurança internacional e financeira".

A análise foi coordenada pela U.S. National Academy of Medicine durante o início da epidemia Ebola, que se espalhou por três países do oeste África  no ano passado, matando mais de onze mil pessoas e causando estragos na esfera econômica e social.

Em entrevista em Londres, Farrar disse um fator crucial para se preparar para futuros surtos seria a criação de um centro forte e independente sob a supervisão da World Health Organization (WHO), que lideraria a preparação para sustos e respectivas respostas à estes.

O novo centro, que ele afirmou que poderia ser montado em um ano se ajudado pela WHO e seus 194 Estados membros, deveria ser uma parte permanente do sistema WHO e também ter "considerável independência operacional e orçamento sustentável".

"O que nós precisamos ver agora são ações", disse Farrar. "A liderança WHO e seus Estados membros devem fazer de 2016 o ano em que eles aprendem lições sobre epidemias e pandemias passadas e implementar essas medidas valiosas para construir sistema global de saúde mais resistente".

*Com informações de Reuters em 13/01/16.