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InterSystems IRIS Data Platform™ é certificada pelo AWS Marketplace

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Plataforma de dados unificada está disponível para acesso e uso simplificados

A InterSystems, líder mundial em plataformas de tecnologia da informação para aplicações de saúde, negócios e governo, anuncia a disponibilidade da InterSystems IRIS Data Platform ™ no Amazon Web Services Marketplace. A disponibilidade do AWS Marketplace permite que desenvolvedores e clientes acessem e usem instantaneamente o InterSystems IRIS "com apenas um clique". A plataforma InterSystems IRIS Data está disponível em uma edição gratuita do desenvolvedor, além das opções de edição Express paga e opções “Traga sua própria licença” (“Bring Your Own License”).

O AWS Marketplace oferece aos clientes da InterSystems a oportunidade de comprar, migrar e começar a usar imediatamente o InterSystems IRIS enquanto o AWS Marketplace gerencia todos os faturamentos e pagamentos e fornece suporte contínuo ao produto. Ao acelerar o acesso ao InterSystems IRIS por meio do AWS Marketplace, as empresas podem implantar rapidamente a plataforma de dados unificada em um ambiente de nuvem altamente disponível e eficiente, além de criar e instalar rapidamente aplicações inovadoras.

"A certificação AWS Marketplace marca a nossa terceira maior certificação do mercado nos últimos seis meses", afirma Carlos Nogueira, gerente geral de plataformas de dados da InterSystems. “As empresas de hoje devem ter flexibilidade para escolher como implantar suas aplicações para ficar à frente das demandas do mercado. A InterSystems está comprometida com uma abordagem em nuvem que proporciona a nossos parceiros e clientes a capacidade de desenvolver, rapidamente, aplicações orientadas a dados que salvam e melhoram vidas, aprimoram as experiências do cliente e impulsionam a eficiência operacional em todos os níveis de uma empresa.”

A jornada do compliance na saúde

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Um dos conceitos do termo jornada refere-se a um caminho a ser percorrido dentro de um espaço de tempo. Por esta razão, este substantivo encaixa-se perfeitamente quando falamos em compliance na saúde. Ou seja, não estamos falando de algo que acontecerá instantaneamente, ainda que seja uma mudança desejada pela maioria e tão pouco deve-se supor que todas as instituições percorrerão este caminho no mesmo tempo. Estas considerações preliminares, aparentemente óbvias, são essenciais para a compreensão real do trabalho a ser feito para que um programa de compliance seja bem-sucedido neste setor.

Na busca pela integridade dos seus negócios e, especialmente, pela transparência das suas práticas, cada vez mais as instituições de saúde realizam investimentos em programas voltados para a área sem atingir o sucesso esperado. Isso ocorre, na maioria dos casos, pela ineficiência dos programas de compliance. Se optarmos simplesmente por copiar um modelo e nos conformarmos em montar um programa que se preocupe basicamente em seguir o passo a passo das cartilhas, não atingiremos os objetivos desejados, como acontece em grandes empresas de outros segmentos.

A efetividade do combate à má conduta sistematizada organizacional está diretamente ligada ao envolvimento de todos os funcionários no processo, desde a alta liderança até o nível operacional da empresa.

Apesar de o conceito antigo considerar estar em compliance apenas como atendimento regulatório, na atualidade o termo tem sido compreendido também no posicionamento ético das organizações. Esta diferença sutil traz a possibilidade de vivenciar o compliance de maneira prática no dia a dia das instituições e permite que ele permeie todos os níveis hierárquicos, atingindo inclusive a base da instituição.

Se para outros setores que tratam este tema há muito mais tempo tornar um programa de compliance eficiente é complexo, na área de saúde a situação é ainda mais sensível e complexa: o profissional da saúde vivencia no seu dia a dia alguns dilemas éticos, como a pressão por resultados x assistência ao paciente (custo pela incorporação de novas tecnologias), o livre exercício da medicina, levando em conta as regras dos planos de saúde aos quais deve se submeter, que impactam diretamente a vida humana. Em função disso, incorporar boas práticas de compliance nas instituições de saúde proporciona grandes benefícios ao setor.

Além da transparência médica, vivenciamos um momento em que a sociedade tem questionado mais de perto a ética na área da saúde tendo em vista, por exemplo, o escândalo envolvendo grandes instituições relacionado à máfia das próteses. A atividade médica assistencial, que desde os primórdios era tida como nobre e de posicionamento ético inquestionável, tem passado por questionamentos por parte da opinião pública, que encontra nas mídias sociais um meio mais acessível para externar suas opiniões.

O caminho parece sem volta. As instituições de saúde precisam estar preparadas para o empoderamento do paciente, estruturando uma cultura de compliance que tenha o mesmo peso que uma acreditação ou certificação de qualidade.

Devemos e queremos fazer com que a ética organizacional seja construída tendo como alicerce a ética individual, cabendo à organização criar um ambiente propício para que cada colaborador desenvolva o sentimento de pertencimento e exercite nas suas atividades diárias os valores éticos indispensáveis para tornar um programa de compliance efetivo.

Exames moleculares identificam infecção por HIV

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Mesmo sem cura, doença pode ser controlada com medicamentos

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 37 milhões de pessoas são portadores do vírus da imunodeficiência humana (HIV) no mundo, sendo 70% delas alocadas na África. Do total, 1,8 milhão contraíram o vírus em 2017. Responsável por infectar células de defesa e levar o sistema imunológico ao colapso, o HIV faz com que o organismo fique vulnerável a outros agentes infecciosos, chamados de “oportunistas”. A OMS ainda estima que mais de 9,4 milhões de pessoas do mundo não sabem que possuem o vírus.

No Brasil, segundo o Ministério da Saúde, 866 mil pessoas possuíam a infecção pelo HIV em 2017. “É um número preocupante, mesmo tendo em vista a quantidade de informações existentes sobre o assunto, deveriam haver mais esforços visando a prevenção da infecção viral. Não existe cura para as infecções pelo HIV e sem tratamento os pacientes evoluem para um estado de imunodeficiência, podendo chegar até mesmo a morte”, alerta o médico virologista do DB Molecular, Dr. Mario Janini.

Exames laboratoriais empregando técnicas de biologia molecular podem ser realizados para identificar o HIV e monitorar a evolução da doença e a resposta ao tratamento. “Possuímos testes capazes de detectar e quantificar o HIV a partir de amostras clínicas. Além disso, podemos realizar a genotipagem viral, que é um exame realizado para a detecção de mutações no genoma do HIV, que conferem resistência aos medicamentos utilizados no tratamento", comenta o especialista em biologia molecular, Nelson Gaburo, gerente geral do DB Molecular.

Entre os exames oferecidos para o diagnóstico e monitoramento das infecções pelo HIV estão o HIVPC, teste qualitativo utilizado para detectar a presença do HIV, o HIVQT, que é um exame quantitativo que avalia o número de cópias do genoma viral presente no plasma do indivíduo infectado, e o HIVGE, que identifica mutações de resistência contra medicamentos indicados no tratamento. “Por meio de abordagens moleculares, é possível identificar o HIV, quantificar sua carga e definir qual será o tratamento adequado”, completa Gaburo.

O setor de Dispositivos Médicos cresceu 14,5% em três trimestres, segundo Boletim ABIIS

Medical Equipment
Includes a medical mask, syringe, stethoscope, gloves, scissors, and gauze. The selective focus is on the syringe needle.

A Aliança Brasileira da Indústria Inovadora em Saúde – ABIIS anuncia trimestralmente dados setoriais e no Boletim Econômico do terceiro trimestre do ano, que contempla o período de janeiro a setembro de 2018, o consumo do setor de Dispositivos Médicos (DM) cresceu 14,5%, impulsionado principalmente pelas importações que tiveram uma elevação de 23,4% e pela produção doméstica com 6,5%, em comparação com o mesmo período do ano passado. Em 12 meses, o crescimento global é ainda mais expressivo com elevação de 16,1% para o setor.

“É importante ressaltar que empresas multinacionais com produção local se enquadram no crescimento médio de 6,5%, que é o percentual de alta nacional”, destaca o diretor-executivo da ABIIS, José Márcio Cerqueira Gomes.

As importações de DM totalizaram o valor de US$ 4,1 bilhões, com um crescimento de 23,4% em relação ao mesmo período de 2017. Já as exportações somaram US$ 473 milhões, representando um recuo de 9,1%, no período de janeiro a setembro deste ano.

“A alta nas importações reflete o elevado número de fusões e aquisições de hospitais, clínicas e laboratórios, em todas as regiões do Brasil. Houve um aumento na capilaridade e investimento em estrutura, com compra de equipamentos de diagnóstico e reagentes laboratoriais em muitos estados fora do eixo Rio-São Paulo. Também contribuíram para o crescimento médio de 14,5% o aumento de algumas doenças epidemiológicas no Brasil, como Febre Amarela e Hepatite C”, analisa Gomes.

O setor foi responsável pela abertura de 5.553 novas vagas no mercado de trabalho, entre janeiro e setembro deste ano, totalizando um contingente de 138.435 profissionais nas suas atividades industriais e comerciais, número que não inclui os empregados em serviços de complementação diagnóstica e terapêutica. Entre os segmentos, destacam-se a criação de 2.671 postos de trabalho na “indústria de materiais para uso médico e odontológico” e de mais 1.442 vagas no “comércio atacadista de instrumentos e materiais para uso médico, ortopédico e odontológico”.

Para o diretor-executivo da ABIIS, José Márcio Cerqueira, os empresários veem um ciclo virtuoso surgindo, com contratações expressivas, mas as distorções na saúde do Brasil são ainda enormes com uma complexidade burocrática, pouco vista em outros países. “Precisamos de reformas, como em tantas outras áreas, porém esta lida com vidas humanas. Para modernizarmos o setor, a ABIIS defende cinco importantes pontos: uma regulação mais inteligente, o aprimoramento institucional dos reguladores, a incorporação racional de tecnologias, o aprimoramento do ambiente de negócios, e ética acima de tudo”, completa Cerqueira.

O índice que acompanha o desempenho do setor começou a ser produzido em dezembro de 2012 e, fazendo um paralelo com os dados médios levantados naquele período, constata-se que a atividade do setor se encontra no mesmo patamar verificado em 2013. "Temos um enorme potencial, mas precisamos ir além, construir bases sólidas para a saúde e nos prepararmos para o envelhecimento da população. O Brasil terá uma população de idosos muito maior nas próximas décadas e temos que estar prontos para atender a demanda que será crescente”, finaliza.

A consolidação da telemedicina no Brasil é incontestável

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A primeira vez em que vi um eletrocardiograma feito a distância, em 1992, em Israel, eu soube que aquilo podia mudar o mundo. Sem internet, as ondas sonoras passavam por uma linha analógica e eram desenhadas do outro lado. Um médico cardiologista fazia o laudo e mandava para o paciente. Naquele momento, eu decidi trazer a técnica para o Brasil. Aqui, porém, a realidade foi outra e não consegui implantar o mesmo modelo, por diversas questões que esbarravam na legislação, e que não permitiam a prática da telemedicina no país em uma relação direta entre médico e paciente.

Mesmo assim, em 1993, flexibilizamos o formato e conseguimos abrir as portas da telemedicina no Brasil, começando por diagnósticos cardiológicos. Porém, eles tinham que ser feitos entre médicos plantonistas e clínicas, hospitais e empresas, nunca direto com o paciente.

Isso faz 25 anos, e, de lá para cá, a internet e a constante revolução da tecnologia foram permitindo mais e melhores exames, laudos e atendimentos infinitamente mais complexos. Mesmo assim, no Brasil, há limitantes a procedimentos médicos a distância. Os argumentos que sustentam esse bloqueio vão desde fraude médica à segurança da informação - questões passíveis de riscos no mundo físico também.

A telemedicina reduz custos com saúde tanto nos setores público quanto no privado. Aumenta a competitividade entre as variadas empresas que usam o formato, aumentando consequentemente, a qualidade do atendimento. A tecnologia continuará se aprimorando, o que melhorará os procedimentos tornando-os ainda mais acurados. A telemedicina salva mais vidas.

É certo que estamos chegando a um momento de abertura total, que precisa de regulamentação flexível e clara, e só está sendo possível graças à união das empresas do setor, que estamos promovendo há cerca de um ano. Não temos mais escolha. O Brasil é um país de dimensões continentais, sem acesso à saúde em várias regiões. Talvez seja difícil para quem vive no sudeste e sul do país compreender o tamanho dessa restrição, pois 70% dos médicos especialistas estão concentrados nessas regiões. Em São Paulo, são quatro médicos para cada mil habitantes, enquanto no Nordeste são apenas dois médicos para cada mil. No Norte é menos de um médico.

Impedir a telemedicina no Brasil é negar atendimento especializado de qualidade a uma enorme parcela da população, é um revés para a saúde do país e nos remove dos mais importantes avanços de tecnologia médica deste século. Ela não só é incontestável, como mandatória.

Maioria das organizações de saúde já sofreu ataque cibernético

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Uma recente pesquisa da IDG/Iron Mountain, nos EUA, entrevistou tomadores de decisão de TI da área de saúde. O levantamento mostrou que a maioria (86%) dos entrevistados experimentou um ou mais eventos de segurança cibernética, como ataques de malware, invasões externas e perda acidental de dados.

Os entrevistados apontaram ainda que os três principais riscos de segurança cibernética que as organizações de saúde mais se preocupam são o roubo de identidade (48%), ataques externos (46%) e perda acidental de dados (46%). “Cada vez mais, as organizações de saúde vêm sendo alvos de ataques cibernéticos. Por isso, é urgente que elas se preparem para esses inimigos”, alerta Andrea Capecci, diretora Regional de Tecnologia e Business Relationship Executive da Iron Mountain América Latina.

A pesquisa mostra ainda que para 79% dos entrevistados uma solução baseada em nuvem seria muito valiosa. “O armazenamento em nuvem vem se tornando a melhor opção para as companhias pelos altos níveis de segurança que oferece, garante o armazenamento de longo prazo e evita altos investimentos com equipamentos e pessoal especializado, protegendo dos ataques cibernéticos”, explica a diretora.

O mercado brasileiro já conta com o serviço pioneiro oferecido pela Iron Mountain de Backup em Nuvem. O sistema é capaz de enfrentar qualquer eventualidade e garante a recuperação das informações perdidas a qualquer hora e qualquer dia, inclusive em situações extremas, como parada inesperada de sistemas, ataques de vírus/ransomware, entre outras possibilidades de desastres.

A Iron Mountain está preparada para atender seus clientes nas mais variadas necessidades. A empresa conta com DataCenters próprios localizados no Brasil: em São Paulo e no Paraná e a tecnologia BaaS (Backup as a Service). A solução é capaz de proteger máquinas físicas e virtuais, operadas por Windows ou Linux, com sistema de transmissão e recuperação cinco vezes mais rápidos que os encontrados atualmente, permitindo recuperar qualquer sistema em nuvem. “Nosso serviço possibilita a gestão centralizada, proporcionando o monitoramento e controle remoto por meio de uma interface Web e equipe técnica especializada, com instalação remota para proteção e gerenciamento baseado em políticas de segurança, retenção e planos de contingência”, afirma Andrea.

Sobre a Iron Mountain

A Iron Mountain é a líder global em serviços de armazenamento e gerenciamento de informações. Com a confiança de mais de 220.000 organizações em todo o mundo, a Iron Mountain possui uma rede imobiliária acima de 7,4 milhões de metros quadrados superior a 1.350 instalações em mais de 50 países, dedicados a proteger e preservar o que mais importa para seus clientes.

No Brasil desde 2001, a Iron Mountain possui unidades em oito estados brasileiros, totalizando mais de 200.000 m2 de galpões para armazenamento de documentos, além de mais de 5 milhões de mídias magnéticas e microformas armazenadas em salas-cofre. A empresa conta com 3.000 funcionários e uma carteira de mais de 5.000 clientes em todo o país.

3 fatores diferenciam hospitais que entregam valor para o novo paciente

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O movimento em direção ao pagamento baseado em valor intensificou-se. Considera-se que os pagamentos passem a ser vinculados a resultados, não volumes, com incentivos financeiros para resultados positivos e penalidades para readmissões, por exemplo.

O consumidor também está mais exigente com os cuidados de saúde no ponto de atendimento. Agora, mais do que nunca, procuram avaliações médicas online para decidir sobre prestadores de serviços com base na qualidade e no custo.

Para os hospitais, é imperativo que todas as ações da equipe de atendimento entreguem valor para o paciente.

Os 3 fatores principais que diferenciam aqueles que realmente entregam valor para o paciente são:

1. As decisões são tomadas com base em evidências. Os médicos prescrevem somente o que é necessário, nem mais nem menos. Para tanto, usam protocolos integrados ao prontuário eletrônico que confirmam, no momento do atendimento, quais são as melhores opções de tratamento para o diagnóstico do paciente e baseado nas mais recentes e confiáveis evidências.

2. As equipes de atendimento usam as informações disponíveis para evitar complicações. As equipes são treinadas e possuem textos, vídeos e imagens on time para serem usadas e darem respostas rápidas em qualquer momento de dúvida ou necessidade imediata.

3. O cuidado é coordenado durante e gerenciado após alta, evitando readmissões e sanções financeiras associadas. As equipes de trabalho interdisciplinares possuem um plano de cuidados único e integrado também inserido dentro do prontuário eletrônico, que melhoram a prática por intermédio do pensamento crítico e promove o cuidado centrado no paciente.

Atualize seu consultório e aumente o potencial de retorno em 2019

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A virada do ano é uma época propícia para pessoas e empresas estipularem novas metas, sonhos e objetivos a serem cumpridos neste novo ciclo do calendário. As listas de desejos já fazem parte do imaginário popular, mas elas são eficazes por possibilitar a criação de um planejamento para cumpri-las. Na área da saúde não é diferente. O início de um novo ano é o momento ideal para rever alguns conceitos e testar novos procedimentos nas clínicas e consultórios.

Para isso, a recomendação é buscar uma atualização do local, investindo em novas tecnologias e, principalmente, em novos conceitos que coloquem o serviço realizado pelo médico alinhado às expectativas de seus próprios pacientes. Hoje, o perfil das pessoas que procuram médicos mudou – e é hora desses profissionais também se adaptarem aos novos tempos. Confira quatro dicas para aumentar o potencial do consultório em 2019:

1 – Atualize o software de sua clínica

Hoje, é inadmissível visualizar um consultório sem um prontuário eletrônico para auxiliar os profissionais no dia a dia. Essa ferramenta traz mais controle e segurança aos processos médicos, ao mesmo tempo em que melhora a qualidade do atendimento ao paciente. Contudo, como toda tecnologia, há uma evolução constante na solução, com novos recursos disponíveis. Aproveite o início de 2019 para atualizar o software de sua clínica. Hoje, há empresas que desenvolvem prontuários que permitem a digitalização completa dos documentos e realizam até mesmo a gestão financeira do local.

2 – Tenha um website para seu consultório

Mais da metade das famílias brasileiras possuem acesso à Internet, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Dessa forma, torna-se essencial que o consultório esteja presente na web e fique disponível a seu público-alvo. Contudo, não basta apenas criar um site e deixá-lo parado. Conceitos como SEO e navegação responsiva devem ser aplicados na página e seu conteúdo precisa seguir à risca as recomendações do CFM (Conselho Federal de Medicina) e da Codame (Comissão de Divulgação de Assuntos Médicos).

3 – Substitua todo o papel

Documentos em papel sempre são um risco: a pessoa pode rasga-los, danificá-los ou simplesmente perde-los. Hoje, grande parte das pessoas preferem lidar com informações digitais em seus smartphones. Mostre que sua clínica está alinhada com os recursos tecnológicos e promova a digitalização integral de todos os processos em 2019. Para eliminar o papel, o local precisa utilizar prontuários eletrônicos que atendam aos requisitos da Certificação SBIS-CFM, com Nível de Garantia de Segurança 2 (NGS-2), de acordo com a resolução 1821/07 do CFM.

4 – Utilize certificado digital em seus processos

Prontuários eletrônicos com certificação NGS-2 permitem a integração do sistema com o certificado digital, um recurso essencial para a área médica. Ele é crucial para a eliminação do papel, seu uso traz mais segurança aos profissionais de saúde, pois garante a autenticidade dos dados inseridos no sistema, oferece uma maior mobilidade, pois documentos podem ser “assinados” por dispositivos móveis e facilita a gestão do consultório como um todo, automatizando processos e arquivando digitalmente todos os dados necessários com total segurança.