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BP mantém mais uma vez a mais alta acreditação da ONA

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A Unidade Maestro Cardim da BP - A Beneficência Portuguesa de São Paulo, onde está localizado o Hospital BP, o maior hospital da instituição, acaba de manter a acreditação nível 3 (Acreditado com Excelência) da Organização Nacional de Acreditação (ONA).

A ONA é a principal entidade certificadora de qualidade na área da Saúde no Brasil e possui metodologia reconhecida pela International Society for Quality in Health Care (ISQua), associação parceira da Organização Mundial de Saúde (OMS) e que conta com representantes de instituições acadêmicas e organizações de saúde de mais de 100 países.

"A manutenção dessa acreditação é o reconhecimento da cultura de qualidade e da segurança oferecida aos nossos pacientes. Ela atesta o alto padrão assistencial e a credibilidade da nossa instituição no setor da Saúde", ressalta Luiz Eduardo Loureiro Bettarello, superintendente-executivo Médico e de Desenvolvimento Técnico da BP.

Válida por três anos, a acreditação nível 3 é concedida para instituições que atendem critérios de segurança do paciente em todas as áreas de atividade, incluindo aspectos estruturais e assistenciais. Além disso, apresentam excelência em gestão e demonstram uma cultura organizacional de melhoria

Hospital Ana Nery investe na informatização de processos internos

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Em parceria com a Pixeon, o Hospital Ana Nery, responsável pelo atendimento de aproximadamente 6.500 pacientes por mês, incorporou a tecnologia de gestão hospitalar em seus processos. Com o uso do PEP (Prontuário Eletrônico do Paciente), hoje integra informações de todas as etapas do hospital, com dados detalhados de exames, tratamentos e medicamentos.

Segurança e qualidade dos prontuários, integração entre os setores e dinâmica nas discussões sobre casos são alguns dos benefícios que o responsável médico do Hospital Ana Nery, Igor Lobão, cita sobre o uso da tecnologia da Pixeon. “O passo mais recente que nós demos foi exatamente esse: integrarmos o campo de bioimagem do laboratório de hemodinâmica no laboratório eletrônico e foi incrível o impacto na assistência ao paciente”.

Igor ainda complementa que com esta tecnologia é possível fazer discussões de casos, por exemplo, com um especialista que não está ali ao lado do paciente, com acesso ao prontuário físico. “É possível discutir no ambulatório aquele procedimento que foi feito na semana passada, ou na enfermaria de outra especialidade a tomografia que foi feita pela manhã. Então, foi um retorno de agilidade e segurança para a assistência ao paciente”, comenta Lobão.

A parceria do Ana Nery com a Pixeon começou em 2008, com trabalhos de softwares simples. Hoje, para garantir a integração de todos os setores e seus mais de 1.500 profissionais, aliar medicina à tecnologia é uma solução importante. Jackson Rodrigues, responsável por TI no Ana Nery, comenta que o exemplo desta aliança é o caso de tratamentos de hemodiálise: “Precisamos otimizar alguns processos, como solicitação e exames, convocação, solicitação de kits, algumas coisas que otimizam. Você implanta e depois trabalha em melhorias dos processos. É o que fazemos hoje: identificar problemas e aonde podemos atuar fazendo uma melhoria para esses processos”.

Os reflexos da solução da Pixeon para as demandas do hospital também podem ser sentidos nos setores administrativo e educacional. Com a versão digital do prontuário do paciente, é possível categorizar mais facilmente, por exemplo, a quantidade de medicamentos usada no período e calcular projeções para estoque sem que falte dos suprimentos, otimizando os gastos. Além disso, Lobão afirma que a parte didática, no estudo dos residentes, também é beneficiada: “Poder ter imagens desses exames realizados que discutimos nas sessões clínicas sem precisar trazer o CD que pode não abrir, estar corrompido, mas assim podemos imediatamente acessar o exame que foi feito para a sessão clínica”.

“Ser parceiro do Hospital Ana Nery é um grande presente. Para nós, saber que nossas soluções fazem a diferença no dia a dia das instituições e trazem possibilidades para uma análise mais precisa, garantindo mais agilidade e segurança durante os atendimentos, é ter a certeza de que a saúde realmente está movendo o nosso mundo”, comenta Armando Buchina, CEO da Pixeon.

As soluções tecnológicas da Pixeon para o Ana Nery já estão presentes em quase todos os setores do hospital. O desafio agora é levar aos 10% restantes, englobando também os técnicos de enfermagem, por exemplo, o que garante o registro no PEP ainda mais minucioso na evolução do paciente. Esses benefícios são sentidos, principalmente, pelos pacientes. O responsável médico do hospital afirma que com a prescrição mais rápida e o sistema mais dinâmico e informatizado é possível fazer a evolução mais ágil, liberando a equipe de saúde para estar do lado do paciente, e não preenchendo formulário.

IoT na Saúde: o futuro já chegou

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A Internet das Coisas (IoT) vem ganhando força no nosso dia a dia e em diversos setores da economia. O setor de saúde, por exemplo, tem inúmeras possibilidades de aplicabilidade, sobretudo no que se refere à prevenção de doenças crônicas e à redução de infecções hospitalares – um dos principais agravantes da qualidade de vida dos pacientes e dos altos custos das instituições.

Sendo assim, podemos afirmar que a IoT é um importante ativo para toda a cadeia de valor do setor, beneficiando pacientes, hospitais, operadoras, institutos de pesquisa e desenvolvimento, profissionais e laboratórios farmacêuticos. A tecnologia permite a comunicação entre equipamentos e melhora o atendimento médico, o diagnóstico preventivo de doenças e as cirurgias, ajudando a salvar vidas.

De acordo com projeções do Plano Nacional de IoT, uma iniciativa do BNDES, estima-se que até 2025 o mercado global de saúde tenha um ganho potencial gerado pela Internet das Coisas de US$ 1,7 trilhão. No Brasil, estima-se que o valor poderá chegar a US$ 39 bilhões. O projeto prioriza quatro segmentos - Manufatura, Agronegócio, Cidades Inteligentes e Saúde -, sendo este último o que deverá ocupar o primeiro lugar em velocidade de adoção e implementação.

Aliás, durante o Fórum Econômico Mundial para a América Latina, realizado em março de 2018, o Governo anunciou medidas para estimular os pilares relacionados à essa tecnologia no Brasil, dentre eles, a disponibilidade imediata de linhas de crédito de mais de R$ 10 bilhões do BNDES, Finep e Banco da Amazônia. A iniciativa proporcionará mais inteligência na prestação de serviços públicos e privados, capacitação de pessoas, inovação, empreendedorismo, além de ajudar a posicionar o Brasil como um desenvolvedor de tecnologia no mercado global.

Uma das aplicações da internet das coisas, por exemplo, permite monitorar os pacientes de maneira remota por meio de dispositivos vestíveis (wearables) e aplicativos de celular. Com o objetivo de identificar alterações com agilidade e diminuir a incidência de doenças graves, os dados coletados podem, em tempo real, alimentar o prontuário eletrônico em hospitais ou clínicas médicas auxiliando na tomada de decisão.

A tecnologia também ajuda doentes crônicos a terem uma melhor qualidade de vida ao possibilitar o tratamento em casa, evitar o esquecimento das doses dos remédios e reduzir a internação recorrente por conta da doença. Para se ter uma ideia, em 2014, existiam no Brasil cerca de 60 milhões de doentes crônicos, segundo a Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), o que comprova a importância de se investir em tecnologias como essa.

Mais do que isso, a IoT contribui para a preservação da saúde dos pacientes internados ao reduzir o número de infecções hospitalares por meio do incentivo à higienização das mãos dos profissionais da instituição. Tudo isso por meio da instalação de processos simples e dispensários de álcool em gel conectados por radiofrequência que monitoram a recorrência com que cada profissional efetua a higienização.

Outra aplicação da tecnologia visa a cirurgias mais seguras por meio da identificação de cada um dos instrumentos utilizados no centro cirúrgico. Além disso, a rastreabilidade ajuda na gestão de OPME (Órteses, Próteses e Materiais Especiais, dispositivos e materiais de alto valor agregado), que impactam no alto custo dos hospitais. Com a IoT, é possível identificar a localização exata de cada instrumento, evitando, por exemplo, que um deles seja esquecido dentro do paciente.

Há ainda as tecnologias de Big Data e a Inteligência Artificial, que analisam os dados coletados a partir de dispositivos conectados e os correlacionam com informações da literatura médica, gerando insights para toda a cadeia de valor. Desta forma, é possível, por exemplo, identificar regiões brasileiras onde há maior incidência de determinada patologia.

Essas tecnologias já estão sendo implementadas em várias instituições do setor, principalmente nas áreas voltadas para o cuidado com o paciente. Juntas, elas irão revolucionar a medicina e a vida das pessoas, com retorno do investimento comprovado em hospitais e laboratórios, além de ajudar a reduzir o índice de infecções hospitalares. Em pouco tempo, será possível acessar todo o histórico dos pacientes a qualquer hora e de qualquer lugar, com base em informações vindas de dispositivos conectados. Ou seja, o prontuário de uma vida toda estará concentrado, permitindo uma análise muito mais inteligente, assertiva e individualizada. Isso reduzirá as idas aos consultórios e elevará a qualidade de vida a patamares até então desconhecidos.

Sobre o Autor:

Fernando Paiva, VP of Customer Success & Digital Sales Transformation da Carenet

DOM Strategy Partners divulga ranking de provedores que mais inovam no relacionamento com o cliente

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A consultoria de gestão em marketing DOM Strategy Partners divulga sua lista anual de empresas da área saúde que mais inovam no relacionamento com o cliente. O levantamento deste ano traz o hospital Albert Einstein como a companhia que mais propiciou novos incrementos na interação com o cliente, segundo a avaliação de consumidores, acionistas e funcionários.

De acordo com o ranking, entre as iniciativas do Einstein está a criação de uma diretoria de inovação, formada por 40 profissionais de especialidades diferentes, tais como cientistas, designers, engenheiros, dentre outros técnicos. “Houve movimentos fortes de inovação ligados à Transformação Digital, principalmente objetivados a levarem benefícios da digitalização para o dia a dia do paciente”, diz Daniel Domeneghetti, coordenador da pesquisa e CEO da DOM Strategy Partners.

Em segundo lugar veio a rede de clínicas Dr.Consulta por facilitar o atendimento ao cliente através de um sistema inovador de baixo custo, focado em pacientes sem plano de saúde. Os outros destaques da lista são Sírio Libanês, Fleury, Rede D’or São Luiz e laboratórios DASA.

Todas estas companhias foram avaliadas por meio de uma pesquisa e informações primárias, tais como releases, relatórios, informações para investidores, e secundárias, leia-se notas, reportagens, matérias, estudos e pesquisas públicas nos últimos 12 meses.

Abaixo, o ranking das 06 empresas mais inovadoras com os clientes atuantes na área da saúde

             Empresa

      Nota

Hospital Albert Einstein

9,09

Dr. Consulta

9,01

Hospital Sírio Libanês

8,29

Fleury

8,23

Rede D'Or São Luiz

7,04

DASA

6,58

 

 

 

Pavilhão brasileiro será montado pela 16ª vez na Arab Health

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A indústria brasileira tem espaço garantido na Arab Health, considerada a segunda maior feira do setor médico-hospitalar no mundo. Na edição de 2019, que será realizada entre 28 e 31 de janeiro em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, o pavilhão nacional estará repleto de novidades. A ida das marcas nacionais à Arab Health é mais uma ação do Brazilian Health Devices, projeto setorial executado pela ABIMO em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) para fomentar a internacionalização das fabricantes de equipamentos e artigos de saúde.

Até o momento 25 empresas já estão confirmadas no pavilhão. “A Arab Health é a principal feira do setor no Oriente Médio e no norte da África. São mais de 4.200 expositores e 103 mil visitantes vindos de 150 países. Apesar de ser realizada em Dubai, a feira tem abrangência global o que é extremamente positivo para a indústria brasileira interessada em investir no comércio exterior”, relata Larissa Gomes, coordenadora de promoção comercial da ABIMO.

A ida da indústria nacional à Dubai representa uma oportunidade de fortalecer as relações com grandes compradores do mundo a fim de melhorar a balança comercial que, após período de melhoria em 2017, voltou a se desequilibrar em 2018. Considerando as verticais médico-hospitalar, implantes, materiais de consumo, radiologia e equipamentos médicos, a balança comercial entre janeiro e setembro de 2017 era de R$ 2,8 bilhões negativos. No mesmo período de 2018, chegou a R$ 3,4 bilhões negativos.

Oportunidades para experientes e estreantes – O pavilhão brasileiro da Arab Health receberá tanto empresas que já expõem há mais de uma década quanto marcas que participarão pela primeira vez. Interessada em ampliar seu conhecimento do mercado, a UniHealth Logística seguirá para Dubai em busca de novos negócios, relacionamento e novidades tecnológicas. “Queremos conhecer o potencial do mercado para exportação dos nossos serviços, além de observar possíveis tecnologias para nossas operações”, declara Mayuli Fonseca, diretora de novos negócios da marca.

A Ortosintese também estreará no evento em 2019. Buscando a expansão da marca no Oriente Médio e na África, vislumbra o desenvolvimento de novos negócios por meio do reestabelecimento de networking com países árabes. A marca busca contatos comerciais com nações como Arábia Saudita, Argélia, Egito, Jordânia, Líbano, Líbia, Marrocos, Omã, Palestina e Tunísia. O mesmo espera o time da Loktal, que segue pela quarta vez para o evento. “Buscamos gerar acordos comerciais de distribuição na região e em países próximos”, cita Clovis Garcia, analista de comércio exterior, mencionando contato com países como Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Índia, Egito e Malásia.

Enquanto isso, a Russer explora o caráter global da feira. “Visamos prospecção de fornecedores e clientes, além da apresentação de nossos produtos e abertura para novas parcerias e negócios”, declara Evelyn Sabino Wiegert, analista de importação da marca que vê, na Arab Health, uma boa oportunidade de aproximação com EUA, Alemanha, Itália, China, Suíça e países da América Latina.

As empresas mais experientes, que já conhecem a plataforma de negócios oferecida pela Arab Health, seguem com boas expectativas. “Esperamos muitas visitas, assim como nas edições anteriores. Buscamos, encontrar novos distribuidores que nos representem em mercados onde a nossa marca ainda não está presente”, diz o assistente de comércio exterior da Casex, Gabriel Ferreira Alves, reforçando que o evento também é um ótimo espaço para encontrar parceiros.

Para a Magnamed, que participa do evento desde 2005, a fidelização é uma das estratégias para 2019. “Esperamos fidelizar as empresas parceiras que conquistamos ao longo dos anos, além de abrir novos mercados ainda não conquistados”, comenta Reginaldo Damião, gerente de exportação. Já para a Neoortho, a possibilidade de aumentar a visibilidade da marca é o que mais interessa. “Buscamos trabalhar a nossa marca e fomentar negócios junto a todos os países árabes”, diz Paulo Gamaro, gerente de comércio exterior.

Lançamentos – Serão várias as empresas lançando produtos dentro do pavilhão brasileiro da Arab Health 2019. A Russer apresentará eletrodos bipolares, geradores de plasma e processadores de imagem para uretoscópios flexíveis digitais. Paralelamente, a Samtronic lançará um novo modelo da bomba de infusão volumétrica linear ICATU, linha que já compõe seu portfólio.

Ainda dentro do setor médico-hospitalar, a Magnamed levará para Dubai a linha Oxymag que ganhou uma nova funcionalidade de comunicação que possibilita conexão com qualquer sistema na área de saúde; e a Casex lançará uma bolsa de colostomia convexa que promove mais conforto aos pacientes e uma pasta para ostomia que previne vazamentos em estomas de formatos irregulares. Já na área ortopédica, a Ortosintese apresentará um sistema femoral e de acetábulo trabeculado.

O pavilhão brasileiro também estará completo com os portfólios já estabelecidos das marcas participantes que levarão desde equipamentos médicos, autoclaves e itens para a área ortopédica e de trauma até mesmo serviços e soluções logísticas.

Reconhecimento ao Brazilian Health Devices – A grandiosidade da Arab Health reforça ainda mais as oportunidades concedidas graças ao projeto setorial Brazilian Health Devices. Para a Phoenix Luferco, que já esteve presente em seis edições da feira, o projeto é indispensável. “Sem o BHD nós nunca teríamos conseguido investir para participar de todas as feiras e nossos negócios estariam limitados a alguns países da América do Sul”, diz Keila Vitola Druzian, gerente de exportação.

Participando há 15 anos do evento, a Samtronic reconhece o suporte do Brazilian Health Devices no dia a dia do evento, como comenta Silva. “Participar de um evento como esse sem o suporte do projeto seria muito mais complicado”. A marca segue para Dubai a fim de reunir-se com distribuidores e agentes atuais, além de conhecer novos contatos para países ainda não explorados.

Alta expectativa da odontologia brasileira na AEEDC 2019

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A indústria odontológica brasileira está se preparando para mais uma participação na AEEDC (International Dental Conference & Arab Dental Exhibition), maior feira odontológica do Oriente Médio e norte da África, que será realizada entre 5 e 7 de fevereiro de 2019 em Dubai, Emirados Árabes Unidos. Como mais uma ação do Brazilian Health Devices, projeto setorial executado pela ABIMO em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), a montagem do pavilhão nacional no evento será concretizada pela 13ª vez.

“A AEEDC é a segunda maior feira do setor no mundo. São mais de 1.900 expositores e 50 mil visitantes vindos de 130 países. E, apesar de acontecer em Dubai, a feira já tem abrangência global, o que privilegia a exposição da nossa indústria de odontologia que já é bastante conceituada no mundo todo”, comenta Larissa Gomes, coordenadora de promoção comercial da ABIMO.

Há 13 anos presente no evento, a indústria de odontologia brasileira tem um bom desenvolvimento no comércio exterior, mesmo enfrentando um período de queda nas exportações no último ano. Entre janeiro e setembro de 2017, a vertical exportou US$ 66 milhões. Já no mesmo período de 2018, a soma das exportações atingiu a marca de US$ 60 milhões, o que representa um declínio de 9,22%.

“Esses dados enfatizam a necessidade de participação da nossa indústria em feiras e missões comerciais, além do fortalecimento do trabalho de estruturação das empresas para obtenção de certificações e ganhos de competitividade”, comenta Rafael Cavalcante, coordenador de acesso a mercados da ABIMO, apontando que esse cenário se consolida pela crescente concorrência externa e pela ampla complexidade de operações em um mercado global no qual as exigências regulatórias são cada vez mais amplas.

Expectativa alta – Quinze empresas brasileiras do setor de odontologia comporão o pavilhão nacional na AEEDC 2019. Para essa edição do evento, a expectativa é bastante alta, como comenta Eduardo Nogueira Lopes, CEO da Aditek: “A expectativa é muito boa. Todo ano o congresso vem crescendo e se mostrando como o principal do mundo árabe, o que nos traz muitos bons contatos na Ásia”. A Aditek participará pela segunda vez do evento por acreditar que estar presente em um dos encontros mais importantes do setor é o que os levará a encontrar clientes e firmar novas parcerias. Na ocasião, lançará uma linha de tubos sinterizados que utiliza, em seu processo de fabricação, algumas das mais inovadoras tecnologias do mundo.

Também programando um lançamento para a edição 2019 do evento, a Angelus segue para Dubai a fim de reforçar a marca e promover seu portfólio. “Esperamos um pouco mais deste evento por conta do lançamento da nossa linha de biocerâmicos no Oriente Médio”, esclarece Fabiana Miki Moriyama, analista de marketing, que acredita que a ocasião é ideal para apresentação de novidades devido à alta concentração de distribuidores e dentistas no evento.

Reconhecendo a importância da feira no calendário da odontologia internacional, a DSP Biomedical estará presente pelo quarto ano consecutivo. “A nossa expectativa é aumentar ainda mais a nossa rede de contatos e difundir a nossa filosofia de trabalho para mais regiões”, diz Eduardo Cavalli, gerente de marketing, que complementa enfatizando que “os produtos odontológicos fabricados no Brasil têm ótima receptividade no Oriente Médio, ampliando a visibilidade da marca e o respeito do consumidor”. Segundo o gerente, eventos deste porte sempre oferecem bons resultados a longo prazo. A DSP Biomedical está preparada para lançar, na AEEDC, uma nova linha de produtos para técnicas regenerativas.

Também integrando o pavilhão brasileiro, TitaniumFix e Microdont seguirão estratégias parecidas nesta edição. “Com a economia crescendo no Oriente Médio, buscamos novos negócios e manutenção dos antigos relacionamentos”, explica Sidival Dias Junior, gerente de exportação da TitaniumFix, que apostará suas fichas em contatos com Arábia Saudita, Egito, Índia, Irã e Yemen. Focada em negociações com Bahrain, Emirados Árabes Unidos, Iraque, Jordânia, Kuwait e Paquistão, Martin Zucker, diretor internacional da Microdont, comenta: “Visamos fortalecer nossas relações e encontrar novos clientes”. A marca lançará uma linha de restauração durante o evento.

A busca por novos distribuidores que auxiliarão na maior disseminação das marcas pelo mundo da odontologia também é uma das estratégias da indústria brasileira que participa do evento. “Para ampliar nosso mercado, esperamos encontrar novos distribuidores na região”, diz Leonardo Bueno dos Reis, trader da Olsen. Para Daniel Henrique dos Santos Maia, consultor comercial de exportação que representa a Orthometric, o foco está em contatar cerca de 20 países durante os três dias de evento. “Queremos consolidar a marca, buscar novos distribuidores e ampliar o relacionamento com os que já contatamos em 2018”, declara.

Para a Maquira, que segue para sua quarta participação, a plataforma de relacionamento promovida pela AEEDC é um dos principais pontos fortes. “Queremos encontrar com distribuidores parceiros de longa data e comemorar as parcerias firmadas na última edição. Além disso, esperamos conseguir novos contatos em países onde a marca ainda não tem tanto reconhecimento e mostrar, aos visitantes, nossos principais lançamentos”, pontua Paula Silverio, assistente de comércio exterior da Maquira.

Systhex e Regener Biomaterias também estarão presentes em busca de novas parcerias e expansão da carteira de clientes. Outras marcas como Dérig, Biodinâmica, Bionnovation, MMO e Real Odontológica completam a marcas que estarão em Dubai em fevereiro de 2019 representando a indústria odontológica brasileira.

Brazilian Hands On – Dedicada ao cliente final, a Brazilian Hands On Area foi sucesso na edição 2018 da AEEDC e estará novamente montada na edição 2019. Elaborando demonstrações práticas, o espaço oferece de forma mais visual procedimentos técnicos e dinâmicos elaborados pela indústria brasileira.

A ação também é promovida pelo Brazilian Health Devices e auxilia na potencialização da internacionalização da indústria odontológica nacional. Visto como um excelente meio de divulgação dos produtos, o espaço atrai muitos visitantes complementando a tradicional exposição feita dentro dos estandes.

Novos negócios e relacionamento fundamentam estratégia brasileira na Medlab

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Pelo terceiro ano consecutivo o Brazilian Health Devices, projeto setorial executado pela ABIMO em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), montará um pavilhão brasileiro durante a Medlab. A feira, que será realizada entre 4 e 7 de fevereiro em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, é reconhecida como o principal evento do setor de laboratório do Oriente Médio e do norte da África. Para a indústria brasileira, representa uma excelente oportunidade de fomentar novos negócios e fortalecer o relacionamento com os clientes já consolidados.

“Até 2016 a Medlab era realizada dentro da Arab Health mas, desde 2017, devido ao aumento da demanda do setor de laboratório nos Emirados Árabes, a feira passou a acontecer de forma independente. Esta será a nossa terceira participação e a expectativa é muito boa. Acreditamos que o evento já está mais consolidado e mais conhecido nos mercados próximos à Dubai”, comenta Karina Yamamoto, coordenadora de promoção comercial da ABIMO.

Com caráter global, o evento reúne cerca de 590 expositores de mais de 46 países e chega a receber cerca de 20 mil profissionais de laboratórios médicos, de 90 nacionalidades diferentes, em busca de novidades. Apresentando as mais recentes e inovadoras soluções, desde dispositivos e equipamentos até mesmo testes de diagnóstico, instrumentos, reagentes e descartáveis, a feira se apresenta como uma plataforma de impulsionamento para a indústria do setor.

“Iremos para Dubai a fim de consolidar negócios que iniciamos nos anos anteriores e manter relacionamento com nossos clientes da região”, comenta Danilo Andrade, do departamento de comércio exterior da Bioclin, uma das marcas que estará no pavilhão nacional. Apresentando prioritariamente sua linha de reagentes de laboratório, a empresa busca contato com países como Afeganistão, Bangladesh, Egito, Irã, Jordânia, Omã e Paquistão.

Seguindo a mesma estratégia, porém com foco em todos os países da comunidade árabe além de outros asiáticos e africanos, a Lupetec estará pela quinta vez no evento em busca de negociações comerciais e networking. Participamos para gerar novos negócios e amadurecer o contato com distribuidores”, explica Caio Cesar Martins, gerente de comércio exterior, que informa que a marca lançará globalmente seu processador automático de tecidos, equipamento atualmente comercializado apenas no Brasil e que é utilizado em laboratório de anatomia patológica para processamento rápido de cortes histológicos.

A presença da indústria brasileira produtora de equipamentos e artigos para laboratórios na Medlab 2019 é uma das estratégias do setor para equalizar a balança comercial, visto que as importações apresentam movimento de forte recuperação após período de queda, e as exportações interromperam a trajetória de recuperação em 2018 após experimentar crescimento na ordem de 10% em 2017. Hoje, a análise da vertical de laboratórios, aponta uma balança comercial deficitária em US$ 693 milhões no período entre janeiro e setembro de 2018.

Além da Bioclin e da Lupetec, o pavilhão brasileiro da Medlab 2019 receberá a Labtest e a BioBrasil. O evento também promoverá conteúdo especializado por meio de 12 conferências lideradas por um comitê científico que garante o debate dos mais recentes temas do segmento.

Saúde Digital ganha forma no mercado brasileiro

Caminhamos cada vez mais para a convergência. Por meio de tecnologias como Internet das Coisas, Big Data e Computação na Nuvem, a informação se torna fluida e presente, ao invés de estar centralizada em um único repositório. Esses são os pressupostos da chamada Quarta Revolução Industrial, que traz implicações para todas as esferas produtivas.

Partindo dessa premissa, surgiu o termo Saúde 4.0, que pretende empregar toda essa rede de conhecimento e proporcionar ao paciente melhores cuidados e mais autonomia sobre o processo. Parte desta “revolução”, leva em conta que a relação entre o fornecedor de serviços de saúde e aquele atendido será mais transparente.

Nesse ponto, a Saúde 4.0 se aproxima de outra tendência que ganha cada vez mais força: a Humanização da Saúde que significa propor um ambiente melhor tanto para o paciente quanto para todos os envolvidos no atendimento. Estes pontos são abordados no ebook “A Grande Contribuição da Tecnologia  para a Saúde”, que a Hospitalar disponibiliza gratuitamente. Você pode fazer o download gratuito neste link.

Cultura da prevenção

É interessante de se notar que a Saúde 4.0 não remete apenas à soluções para quando o paciente está internado. O chamado monitoramento remoto, que avalia sinais vitais de doentes crônicos por exemplo, pode ser feito sem que o paciente precise ir até uma unidade de saúde, a não ser em casos de alguma alteração que necessite de atendimento médico.

Um exemplo de solução baseada neste princípio é o Wippe Saúde, que disponibiliza sua plataforma tanto para o usuário final, quanto para estabelecimentos. A plataforma monitora sinais vitais e outros índices e está integrada a uma central de alerta. Entre os ganhos no uso de plataformas como essa estão a vantagem econômica de poder antever os gastos a partir da análise de clientes cadastrados, no casos das operadoras e das instituições de saúde, além de diminuir filas e tempo de espera nas unidades. E, para o paciente, a oportunidade de ter um tratamento customizado de acordo com as suas reais necessidades.

Dentro do próprio setor da indústria também já existem iniciativas atuando na frente da prevenção. O Serviço Social da Indústria (Sesi) investiu no último ano em um projeto para o desenvolvimento de novas tecnologias que aumentem a segurança do trabalhador e permita que ele tenha acesso a informações sobre cuidados e manutenção de hábitos saudáveis.

Com orçamento de R$ 35 milhões, foram criados oito centros de inovação que atuam em linhas de pesquisa como Prevenção de Incapacidade, Economia para Saúde e Segurança, Ergonomia, Sistemas de Gestão de Segurança e Saúde no Trabalho, Longevidade e Produtividade, Higiene Ocupacional, Fatores Psicossociais e Tecnologias para a Saúde. Entre as apostas do projeto, está uma plataforma digital para fornecer informações à distância com o propósito de reduzir os custos com consultas médicas e manter o trabalhador mais ativo em sua jornada.

Centralização da informação

Os benefícios da implementação de uma cultura de Saúde 4.0 não se refletem apenas para os pacientes. As instituições têm muito a ganhar com um ambiente conectado de informações. A adoção de tecnologias como o Prontuário Eletrônico do Paciente causam não só impactos na esfera dos recursos - afinal, haverá menos papel circulando nas unidades de saúde - como também para uma prática médica melhor.

A partir das informações armazenadas, o auxílio de uma equipe interdisciplinar e acesso remoto ao documento, o profissional estará munido para tomar decisões mais assertivas caso a caso, entregando um serviço personalizado para o paciente.

Outra tendência que parte da Saúde 4.0 é a centralização de serviços. Um dos exemplos recentes é o da Richet, no Rio de Janeiro, que inaugurou uma unidade que agrega serviços de diagnósticos de imagem e de laboratório. Dessa forma, o cliente pode em um mesmo lugar realizar os exames, sem precisar recorrer a outras unidades. O médico tem a mesma vantagem, já que pode ter uma visão mais globalizada do estado do paciente e é avisado quando o resultado dos exames está pronto e pode ser acessado pela internet.

Benefícios da telemedicina são destaques no encerramento do Japan-Brasil Medical Collaboration Project

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A cerimônia que marcou o encerramento do Japan-Brasil Medical Collaboration Project, conduzido pelo Synapse PACS (Sistema de Arquivo de Imagens), da Fujifilm, em parceria com radiologistas de três hospitais, o Hospital Universitário da USP (HU-USP) e Hospital Santa Cruz, ambos de São Paulo (SP), com o Hospital Amazônia, em Belém (PA), teve como destaque os benefícios da telemedicina em relação ao tempo de resposta do diagnóstico X tratamento do paciente.

Nos oito meses de realização do projeto, mais de 120 exames foram compartilhados entre os hospitais envolvidos para discussão ao vivo dos casos, o que gerou um aprendizado maior aos profissionais, além da detecção de diagnósticos com ainda mais precisão.

Entre os principais benefícios da solução, os três hospitais que utilizaram o Synapse PACS deram destaque à eficiência e agilidade no atendimento, a possibilidade de troca de experiência com profissionais de outras unidades hospitalares para discussão de casos específicos e a economia que o sistema gera aos hospitais, já que o sistema é totalmente digitalizado.

A Fujifilm tem investido constantemente no desenvolvimento de soluções para a área da saúde. Em visita especial ao Brasil para participar da cerimônia que encerrou Japan-Brasil Medical Collaboration Projet, Naoya Yamakawa, diretor executivo de Desenvolvimento e Sistemas Médicos, falou sobre o que motivou a Fujifilm participar desse projeto.

“Achamos que essa cultura de prevenção funcionaria bem para o Brasil, assim como no Japão. Os médicos dos hospitais que participaram do projeto nos visitaram e informaram que o que faltava para melhorar a qualidade do atendimento hospitalar no Brasil eram ferramentas de TI mais eficazes, o que nos deu a oportunidade de promover essa parceria. Com os esforços de todos os envolvidos, conseguimos chegar no 18º encontro e, hoje, podemos notar a mudança no fluxo de trabalho, o que foi muito gratificante. Com isso, acredito que atualmente os hospitais participantes contam com a infraestrutura necessária para a detecção de diferentes patologias”, destaca o executivo.

Já para Kentaro Shiota, diretor de Sistemas Médicos da Fujifilm Brasil, esse modelo de trabalho deve ter continuidade. “Para o futuro queremos continuar com essa parceria para podermos ter a telemedicina com a infraestrutura do Synapse PACS”, finaliza o executivo.

Serviço de Hemodinâmica do Santa Genoveva conquista certificação Diamante

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O Serviço de Hemodinâmica do Hospital Santa Genoveva é o único do Triângulo Mineiro, único de hospital privado de Minas Gerais e o nono do Brasil a receber o Selo Diamante, concedido pelo IQG - Health Services Accreditations, em parceria com a Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista (SBHCI). A entrega da placa acontecerá na terça-feira (15), às 11h, no auditório do Hospital Santa Genoveva.

Essa, é uma certificação de grande relevância na linha cardiológica. As instituições certificadas pelo IQG cumprem normas rigorosas nos cuidados de saúde. Ao receber a certificação, o hospital passa a ser acompanhado e reavaliado anualmente.

O Selo Diamante é considerado o nível máximo de qualidade e atesta o compromisso com a qualidade e segurança na gestão da assistência ao paciente, a qualificação profissional e a melhoria dos processos. Para obter a certificação, o Hospital Santa Genoveva passou por vários processos de avaliação, treinamentos, adaptações, estruturação da equipe e aquisição de novas tecnologias.

Segundo a Gerente de Qualidade do Hospital Santa Genoveva, Maria Carvalho, o Selo Diamante é de extrema importância, uma vez que conseguiram atingir uma série de padrões de qualidade exigidos. “A conquista do Selo vem somente coroar todo o trabalho, tendo o paciente como o centro do cuidado. Passamos a atender o paciente e suas necessidades, desde o momento do agendamento do procedimento até o pós-alta, visando a garantia de manutenção da saúde. Isso incentiva todos os profissionais, incluindo o corpo clínico, a manterem a boa prática e o alto padrão.

Nós nos preocupamos principalmente com a saúde dos pacientes e ter uma garantia de qualidade para as boas práticas da assistência é de extrema importância para nós, uma vez que prezamos sempre pela segurança dos serviços prestados. Vamos sempre cumprir, da melhor forma, os padrões exigidos e buscar melhorar os serviços prestados”, garante Maria Carvalho.

De acordo com o Cardiologista Intervencionista e responsável técnico pelo serviço de Hemodinâmica do Hospital Santa Genoveva, Dr. Antônio Sena, a melhor forma de mostrar quanto a instituição hospitalar é eficiente através dos critérios objetivos e da sua história. “Trabalhamos com a melhor tecnologia oferecida na cardiologia intervencionista e preservamos o aspecto afetivo da relação médico-paciente, com o objetivo de sempre cuidar do próximo”, afirma.

Dr. Sena completa, ainda, que não foi surpresa conquistar essa certificação, uma vez que contamos com o engajamento da diretoria do Hospital em todo o processo. “Precisamos ressaltar o envolvimento de todos os colaboradores da instituição. Dessa forma, o processo ocorre de maneira natural e as etapas importantes são checadas por mais de uma pessoa, minimizando possíveis falhas. Assim, o maior beneficiado de todo esse complexo processo, são os pacientes e seus familiares. Mais uma vez o Hospital Santa Genoveva escreve uma importante página na saúde de Uberlândia e da região”, finaliza o médico.

Níveis das certificações, segundo o IQG:

Selo Ouro: Focado nos processos de estruturação da qualidade e segurança.

Selo Platina: Enfatiza elementos de qualidade e segurança centrados no paciente e demonstra tomadas de decisões relacionadas aos resultados esperados.

Selo Diamante: Focado na excelência do processo, monitorando os resultados, utilizando as melhores evidências científicas e demonstrando a estrutura de forma sistêmica.