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CopaStar: Novo hospital da Rede D'Or São Luiz

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Com uma área construída de 21 mil m², sete andares dedicados à assistência e espaços exclusivos como o Estar de acompanhantes, o hospital CopaStar se propõe a ir além da alta tecnologia dos equipamentos, design moderno e assistência médica qualificada, que já são o padrão da Rede D’Or São Luiz. Localizado em Copacabana, no Rio de Janeiro, com estrutura de hotelaria de alto nível e equipamentos de última geração, o CopaStar tem como missão oferecer serviços exclusivos e personalizados para pacientes e médicos.

Com investimento de R$ 400 milhões, sendo mais de R$ 150 milhões na aquisição de equipamentos médicos, o CopaStar apresenta um inovador conceito em unidade hospitalar com o desenvolvimento de dispositivos exclusivos, como o Smart Hospitality associando tecnologia e conforto à assistência.

- Espaços amplos e tecnologia também são realidade no centro cirúrgico. Das nove salas cirúrgicas, três são dotadas de equipamentos de última geração: uma com foco em neurocirurgia, integrada ao aparelho de ressonância magnética; outra equipada com um robô Da Vinci – permitirá a realização de cirurgias minimamente invasivas em inúmeras especialidades; a terceira, conhecida como sala híbrida, possui um angiógrafo robótico - afirma o diretor técnico, Dr. Paulo Tinoco.

O conceito de assistência personalizada se aplica também aos Centros de Terapia Intensiva, onde os pacientes terão acomodações exclusivas, com quartos privativos e possibilidade de permanecerem com acompanhante. Outro diferencial será o horário de visita estendida, que irá acontecer das 10h às 22h.

Haverá unidades de terapia intensiva para Medicina Interna, Doenças Cardiovasculares e Pós-operatório. Neste complexo, a equipe assistencial qualificada conta com recursos como a integração em tempo real de dados dos monitores cardíacos e ventiladores mecânicos e posição do leito ao prontuário eletrônico do paciente, reforçando o conceito de conectividade – explica o gerente do centro de terapias intensivas, Dr. Fábio Miranda.

Desenvolvido exclusivamente para o CopaStar, o sistema Smart Hospitality foi concebido para aumentar o bem-estar do paciente e seu acompanhante. Através de um tablet é possível controlar luminosidade e temperatura do quarto, fazer chamadas de vídeo para a equipe de saúde, assim como realizar contatos externos com o médico assistente. A ferramenta digital, ainda possibilita que o paciente compreenda melhor o planejamento do seu cuidado, visualizando com seu médico os exames realizados e outras informações sobre seu caso clínico.

A agilidade da assistência estará presente também nos postos de enfermagem. Entre os diferenciais estão os dispensários eletrônicos de medicação e o sistema de tripla checagem. Esta ferramenta permite, através da utilização de um leitor de códigos de barras, que sejam verificados o código do medicamento, da pulseira do paciente e do crachá do profissional, garantindo assim mais segurança.

Para atender ao corpo clínico altamente qualificado, o CopaStar abriga o que há de mais moderno em tecnologia na área da medicina. O serviço de apoio ao diagnóstico e terapia contará com equipamentos como Tomógrafo de Dupla Energia e o SPECT/CT com 16 canais, que reúne as vantagens da cintilografia com as da tomografia em um mesmo aparelho, trazendo maior agilidade e precisão ao exame.

Laboratório com tecnologia avançada – A unidade laboratorial irá contar com o que há de mais moderno no setor de diagnósticos. Os exames serão realizados em plataformas automatizadas, ressaltando o compromisso com a segurança do paciente e o conceito de qualidade da Rede D’Or São Luiz. A exemplo, o setor de Microbiologia irá dispor da tecnologia MALDI TOF, que se baseia na Espectrometria de Massa e vem sendo revolucionária para a microbiologia clínica, pois viabiliza maior precisão e um ganho expressivo no tempo de diagnóstico. Enquanto em outras técnicas a identificação microbiológica ocorre entre 12 e 48 horas, com o MALDI TOF esse processo é concluído em minutos, o que é de extrema importância em quadros de infecções sistêmicas.  Além do MALDI TOF, o setor de microbiologia também irá dispor de um software específico, exclusivo no Brasil, que possibilitará o acesso online dos laudos e perfil microbiológico em tempo real.

Hotelaria e serviço de luxo – O projeto arquitetônico agrega beleza e conforto ao espaço físico com ambientes harmônicos e sofisticados. Duas esculturas do artista plástico Yutaka Toyota estão dispostas no CopaStar: “Espaço Infinito 2016”, na área externa; e “Espaço Eternidade 2016”, no Hall principal do hospital. Segundo Toyota, as obras simbolizam infinitas possibilidades de superação, pela integração da tecnologia com a força humana. O hall interno do hospital está decorado com um painel do Coletivo Muda.

- Um dos focos estratégicos do CopaStar é oferecer uma experiência diferenciada no período de internação hospitalar. Para tanto, a equipe de hotelaria está preparada a atuar com discrição e eficiência, é composta por profissionais capacitados e serviço de concièrge, viabilizando atendimento personalizado ao paciente e seus familiares – comenta a gerente de hotelaria, Patrícia Prata.

O serviço de restaurante contará com cardápio inovador, elaborado dentro de alto padrão culinário, harmonizado com os requisitos de uma gastronomia saudável e de qualidade.

Qualificação e humanização – O rigoroso processo de seleção de profissionais que integram a equipe do CopaStar foi baseado em critérios técnicos e competências comportamentais. Todos os profissionais foram submetidos à qualificação e capacitação pelo Centro de Ensino e Treinamento IDOR. Os cursos oferecidos contavam com simulação realística com sessões de debriefing para análise e orientação da melhor conduta a ser tomada.

- O atendimento ao paciente será personalizado desde o momento da entrada no hospital. Cada paciente será acompanhado, diariamente, pelo mesmo grupo de profissionais. Isso é possível porque a equipe de enfermagem irá atuar em um padrão de escala diferenciado, que visa à continuidade do cuidado - esclarece a gerente de enfermagem, Fabrícia Loro.

O CopaStar contará com serviço de UTI móvel com equipamentos de alta tecnologia e serviço de telemedicina. Essa ferramenta de conectividade torna o atendimento mais eficiente, uma vez que todas as informações serão disponibilizadas online para a equipe no hospital. A ambulância prestará atendimento mediante solicitação do médico assistente.

A emergência do CopaStar tem estruturação resolutiva e apta a avaliar o paciente para o médico assistente, com participação deste na tomada de decisão e acompanhamento do quadro. O setor conta com cardiologista e serviço de Hemodinâmica 24h por dia.

- Pacientes com suspeita de acidente vascular encefálico também contarão com atenção diferenciada para diagnóstico e tratamento precoces – descreve a coordenadora do serviço, Dra. Paula Spirito.

As práticas assistenciais estão alinhadas ao propósito fundamental de promover maior segurança e conforto aos pacientes, pautadas nas diretrizes das principais sociedades médicas, nacionais e internacionais, bem como em consonância com as normas e legislação vigentes no Brasil.

- Nesse sentido o CopaStar surge reafirmando o compromisso da Rede D’Or São Luiz em buscar transformação tecnológica, institucional e profissional proporcionando o aprimoramento e a padronização de processos, tendo a excelência na prestação de serviços de saúde como seu principal foco. A busca por acreditações e certificações que atestem essa qualidade é uma das ações do planejamento estratégico do CopaStar - expõe a supervisora de treinamento e qualidade, Fernanda Camargo.

HealthPlus procura startups de tecnologia em saúde para investir!

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HealthPlus, o primeiro venture builder de tecnologia para a saúde do Brasil, criada pela GrowPlus Ventures, está com inscrições abertas para projetos inovadores na área da saúde e que buscam investimento. As escolhas serão feitas através de quatro workshops que ocorrerão no mês de novembro nas cidades de Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife e São Paulo. Durante os workshops também será abordado o tema Startups Disruptivas e Seu Impacto na Inovação.

O valor máximo de investimento em cada startup selecionada será de R$ 300 mil, com participação proporcional ao resultado da prevaluation - pré-avaliação. Além disso, a HealthPlus irá investir smart money (dinheiro inteligente) realizando investimentos indiretos em forma de benefícios e recursos para os empreendedores. As startups interessadas em participar já devem ter um modelo de negócio testado no mercado, além de não poder faturar mais de R$ 4 milhões por ano. Caso a startup ainda não esteja faturando, precisa apresentar indicadores quantitativos de tração e/ou monetização, para provar sua capacidade de crescimento exponencial.

Para participar as inscrições devem ser feitas através do site http://growplus.com.br/eventohealthplus até o dia 03 de novembro.

O que aprendi com a IDEO: A criadora do Design Thinking

IDEO

De 8 a 15 de Outubro tive o prazer de estar no Vale do Silício, realizando nossa segunda missão de saúde, o Healthcare Trek, e uma das visitas que mais me impressionou foi conhecer a IDEO, a empresa originada pelo professor de Stanford, Tom Kelley, e que foi precursora do Design Thinking, técnica de gerar novas idéias e soluções, que ganhou renome mundial e atualmente é utilizada por inúmeras organizações mundo afora.

Repensar a forma como olhamos para nossos problemas e pensamos em suas soluções não é tarefa trivial. A empresa, que na realidade é uma consultoria, tem escritórios em Cambridge (Massachussets), Chicago, Munique, Palo Alto, San Francisco, Xangai e Tóquio, mas infelizmente ainda não tem escritórios na América do Sul. A empresa que iniciou fazendo design de produtos, usa esta metodologia para desenar serviços, ambientes e experiências digitais.

A empresa possui colaboradores com as mais diversas formações, desde médicos, designers, engenheiros elétricos, economistas e engenheiros de software. A empresa que em sua origem desenhava apenas produtos físicos está cada vez mais envolvida com produtos virtuis e um aplicativo para crianças recém-lançado envolvendo o Elmo, da Vila Sésamo, já teve mais de 6 milhões de dowloads e funciona como se fosse uma ligação do Elmo para a criança via Face Time, em que a criança se vê na ligação.

A área mais interessante da empresa é a área que fazem produtos para crianças. Nesta área, eles criam novos produtos e oferecem para parceiross de grande porte comercializar como a Mattel, fabricante da Barbie. Foi desta sessão que saiu o aplicativo do Elmo. De acordo com os funcionários, esta é a área que seus filhos mais gostam, pois são os pilotos destes produtos.

Fiquei surpreso ao descobrir que saúde representa cerca de 25% dos clientes da IDEO em Palo Alto e que nos demais escritórios, este percentual tende a ser superior a 20%, o que é um percentual absolutamente impressionante para um setor que ainda está aprendendo o valor de um excelente design, seja para uma pinça cirúrgicaou para desenhar uma conversa sobre cuidados paliativos entre profissionais de saúde e familiares.

Na Berrini Ventures, olhamos para um grande número de soluções de saúde e é impressionante, como a maioria delas, não apenas não possuem um design atraente, como a grande maioria não possue uma experiência de uso, que facilite o engajamento e fidelize o paciente nesta solução, no longo prazo.

Pessoalmente, apesar de ser um grande entusiasta da saúde digital, não tem nenhum aplicativo de saúde que utilizo regularmente, situação que certamente irá se modificar nos próximos anos, mas que certamente representa uma grande oportunidade.

Fusão entre Vitta e Katu Sistemas estima transacionar R$1,4 bilhões em 2017

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Vitta (vitta.me), desenvolvedora de tecnologias de gestão e pagamentos para clínicas e hospitais, eleita uma das empresas promessas do Brasil pela Endeavor e Banco JP Morgan, investida pela Arpex Capital e Finvest, acaba de se fundir à Katu Sistemas, proprietária do ClinicWeb, primeiro prontuário eletrônico na nuvem do Brasil. Com a fusão, a empresa torna-se uma das maiores nacionais de tecnologia em saúde, líder no mercado de prontuários eletrônicos em nuvem no país, com mais 9 milhões de pacientes. No ano de 2017, a solução deve gerar uma economia de R$2,3 bilhões no setor de saúde e estima transacionar R$1,4 bilhões com seu sistema de pagamentos.

Por meio da fusão, traz inovações para o mercado em 22 estados. Os produtos da nova empresa, que levará o nome Vitta, são utilizados pelo Einstein, Hospital do Coração (HCor), LottenEyes, clínicas do Dr. David Uip e mais de 13 mil médicos em clínicas particulares e hospitais, movimentando 400 mil exames por mês. A solução dispensa o uso de papel para prescrição de remédios, reduz o risco de erros manuais e mortalidade de pacientes, é a única capaz de conectar os prontuários eletrônicos ao primeiro sistema de prescrição digital do país, integrado com aproximadamente 24 mil farmácias e laboratórios.

Aprovado pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), as receitas prescritas são enviadas diretamente para o sistema das drogarias, entre elas as redes Onofre, Drogasil e Raia. Para realizar a prescrição de um medicamento basta que o médico utilize a ferramenta, inserindo o CPF do paciente na receita digital que, posteriormente, deve retirá-lo nas drogarias, o que elimina a necessidade da receita física.

Com os exames, as solicitações feitas pelo médico são automaticamente direcionadas ao laboratório escolhido, como Fleury, Sabin e Einstein, com todos os dados do paciente e a pré-autorização do convênio. Assim que o resultado fica pronto, o médico é notificado e pode visualizá-lo no celular, tablet ou computador, pois a tecnologia conecta diretamente médico e laboratório, eliminando o processo de retirada de exames pelo paciente.

Nos Estados Unidos essa tecnologia é utilizada e gera resultados expressivos. A estimativa é que o uso de sistema de prescrição médica digital resulte em uma economia de até US$ 240 bilhões nos próximos dez anos. A prescrição de medicamentos representa 10% do total de despesas em saúde, ou 1,8% do PIB norte-americano.

Segundo João Gabriel Alkmim, sócio da Vitta, esse foi um passo importante para a empresa e o setor de saúde como um todo. “Desde o início, nossa missão é clara, entregar eficiência ao setor da saúde para melhorar a vida de milhões de pessoas. Demos mais um passo importante nessa jornada: começamos a conectar a cadeia de saúde suplementar, automatizando processos que eram manuais, para gerar uma economia sem precedentes no setor e melhorar a vida de milhões de pacientes. Nós trabalhamos incansavelmente para melhorar a saúde do nosso país”, afirma.

Para Paulo Salomão, da Katu Sistemas, o uso de instrumentos em papel, como prontuários físicos, receituários e solicitações de exames, é um grande fator de perda para todo o sistema. “É inaceitável que um setor como o de saúde ainda tenha os seus processos tão dependentes do papel. Além de erros, há perdas financeiras enormes em cada etapa, que vão desde exames desnecessários, falta de acompanhamento de pacientes crônicos em estágios iniciais, glosas junto aos convênios, entre outras complicações. Quebramos esse paradigma”, comenta.

Hospital Digital: 3 modelos de certificação digital

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Uma das etapas para atingir o status de  Hospital Digital é a implantação do certificado digital. Uma vez eliminado de vez o papel das operações, é preciso eletronizar a validação da assinatura de documentos, de forma a garantir autenticação, sigilo e integridade do conteúdo.

“Existem alguns modelos de assinatura digital. Ela pode ser realizada via cartão, token ou por meio do Hardware Security Module (HSM)”, explica Alexandre Erik Costa, gerente de contas da MV. Para o especialista, a escolha do formato utilizado para a  assinatura digital é crucial para o bom desempenho do Hospital Digital. “Cada modelo tem benefícios distintos, adequados a aplicações diferentes. Esses benefícios devem ser analisados antes da aquisição. É preciso considerar, também, a estrutura do corpo clínico, já que todos os médicos precisarão possuir sua própria autenticação”, afirma.

Costa explica algumas vantagens e desvantagens de cada modelo de certificação:

  1. Cartão

Apesar de ser uma das formas mais comuns de certificação digital, nem sempre cumpre com a função como o esperado. Isso porque o médico pode esquecer ou perder o cartão, impossibilitando sua ratificação e identificação, inviabilizando, assim, a assinatura digital e comprometendo a validade do documento. Documentos armazenados sem a assinatura do médico podem se tornar um risco à credibilidade do hospital.

  1. Token

Também conhecido como “chave eletrônica”, é um dispositivo gerador de senhas, geralmente sem conexão física com o computador. Alguns modelos podem ser acessados por meio de aplicativo de celular. Apesar de também precisar ser transportado pelo médico, é considerado mais seguro que o cartão por gerar senhas temporárias e únicas.

  1. Hardware Security Module (HSM):

É um dispositivo físico de computação que guarda e gera chaves digitais para autenticação. É o mais seguro porque realiza criptografia das informações. Tradicionalmente, tem formato de placa plug-in ou de dispositivo externo que se liga diretamente a um computador ou servidor de rede. Esse dispositivo não precisa ser transportado pelo médico, evitando o esquecimento ou a perda.

Solução de gestão hospitalar: 4 controles além do financeiro

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A implementação de uma solução de gestão hospitalar ganha espaço no Brasil, com foco inicial em uma melhor gestão financeira. Porém, é possível ir além e abarcar outros departamentos das entidades. “Os hospitais maiores já usam as informações geradas para aperfeiçoar o trabalho de outras áreas, como de Compras e Estoque”, diz Marcelo Lúcio da Silva, diretor executivo da Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (SBIS), ressaltando que nem toda tecnologia é capaz disso - há sistemas mais fechados, que não exploram tão bem as informações e, por isso, não permitem esse apoio.

As soluções podem - e devem - auxiliar na tomada de decisão e na rotina de todos os setores de um hospital, por isso é tão importante escolhê-la bem, observando seu funcionamento e se possuem certificações. “Um bom sistema é aquele que foca na gestão da saúde - clínica e assistencial, mas é capaz de aproveitar toda informação gerada para uso secundário”, explica Marcelo.  A seguir, ele mostra alguns exemplos:

  • Suprimentos/ compras e estoques

Gestão de estoque é um ponto crítico no hospital, pois quando mal feita pode haver falta de medicamentos ou, até,  excesso de produtos, gerando perdas ou problemas de armazenamento. Com o sistema, é possível saber exatamente qual a demanda de remédios, materiais hospitalares e suprimentos. O sistema emite alertas quando necessário realizar compras e em qual quantidade, evitando tanto estoque em excesso como ausência de itens.

  • Nutrição

Sem essa facilidade, a área de nutrição tem retrabalho e perde tempo, pois precisa acompanhar caso a caso e fazer todo o levantamento da ficha dos pacientes para identificar o tipo de dieta prescrita pelo médico, e, só depois, elaborar o cardápio. O trabalho é todo manual e mais demorado. Com a integração com uma solução de  gestão hospitalar, a área já tem todos os dados disponíveis para montar os cardápios de forma precisa e organizada. Oferecer uma refeição errada, como com sal para um paciente hipertenso, pode causar problemas sérios.

  • Controle de infecção Hospitalar (CCIH)

Por meio do acompanhamento dos prontuários, a área consegue acompanhar todas as incidências de infecções, quais os pacientes com doenças de maior risco e que precisam de mais atenção, além de auxiliar a identificar registros que possam ser potenciais causadores de foco de infecção, como por exemplo, se estiver registrado o uso de um antibiótico mais forte.

  • Ouvidoria/ atendimento

A área consegue ter acesso a algumas partes do prontuário do paciente, como a data da consulta ou cirurgia, qual foi médico responsável, se houve algum problema e o tempo no hospital. Dessa forma, caso haja alguma reclamação ou o paciente precise de informações, o atendimento fica mais fácil e otimizado.

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Novo estudo revela desnutrição altamente prevalente em pacientes em estado crítico em hospitais latino-americanos

SANTA CATARINA, Brasil, 24 de outubro de 2016 /PRNewswire/ -- O Screening Day Latin America, um estudo multinacional que avaliou práticas clínicas de nutrição em 120 hospitais latino-americanos, revelou que 75 por cento  dos pacientes em estado crítico estão desnutridos ou correm o risco de ficarem desnutridos; um déficit de proteínas estava presente em 49 por cento dos adultos em estado críticoe 40 por cento dos adultos em estado crítico apresentavam um déficit calórico.

As descobertas iniciais do estudo foram apresentadas hoje no 15o. Congresso da Federación Latino Americana de Terapia Nutricional, Nutricion Clínica y Metabolismo (FELANPE), em  Santa Catarina, Brasil.

"Todos os pacientes em estado crítico envolvidos nesse estudo estavam recebendo apoio nutricional clínico. Entretanto, a prevalência de déficits calóricos neste grupo de pacientes foi considerada muito alta", disse o Prof. Dr. John Stover, Vice-Presidente de Assuntos Médicos, Clínicos e Regulatórios Globais da Fresenius Kabi. "A ingestão de calorias não atingiu o fornecimento especificado de energia em mais de um terço dos pacientes nessa população de alto risco. Esperamos que estes resultados aumentem a conscientização e o conhecimento sobre a gestão nutricional atual e ofereçam soluções para melhorias".

Os dados foram coletados, com a colaboração de profissionais de serviços de saúde locais, de mais de 1.000 pacientes em estado crítico em 120 hospitais da Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, México, Panamá e Peru.

"Os resultados mostraram uma crescente probabilidade dos pacientes alcançarem seu objetivo calórico quando recebem nutrição tanto enteral quanto  parenteral comparados com aqueles que recebem apenas nutrição enteral", disse a Dra. Karin Papapietro Vallejo, chefe da equipe multidisciplinar de terapia nutricional do Hospital Clínico de la Universidad de Chile. "Acreditamos que a  via da administração da nutrição clínica está associada de maneira significativa com a obtenção do objetivo calórico. Os resultados desse estudo sugerem que a administração de nutrição  parenteral complementar poderia ser uma oportunidade para adultos em estado crítico, os quais não recebem apoio nutricional adequado a partir de nutrição somente enteral".

Os resultados completos do estudo estão  previstos para publicação em 2017. O estudo Screening Day Latin America faz parte da iniciativa 'Unidos pela nutrição clínica', lançada em 2015 com o apoio da Fresenius Kabi, uma companhia global de serviços de saúde, especializada em nutrição clínica.

Sobre a 'Unidos pela Nutrição Clínica':

Lançada em  Maio de 2015 pela Fresenius Kabi, a iniciativa 'Unidos pela Nutrição Clínica', procura fornecer apoio aos profissionais de serviços de saúde em toda a América Latina. A iniciativa oferece ferramentas de apoio à terapia práticas e orientadas  para os dados, on-line e off-line, para fornecer as melhores práticas para a nutrição clínica de pacientes em estado crítico.

Para saber mais, visite o endereço http://www.unitedforclinicalnutrition.com.

Sobre a Fresenius Kabi:

Fresenius Kabi é uma companhia global de serviços de saúde, especializada em medicamentos que salvam vidas e tecnologias para infusão, transfusão e nutrição clínica. Nossos produtos e serviços são usados para ajudar a cuidar de pacientes em estado critico e com doenças crônicas. Com a nossa filosofia corporativa de 'cuidar da vida', estamos comprometidos em colocar medicamentos e tecnologias essenciais nas mãos de pessoas que ajudam os pacientes e a encontrar as melhores respostas para os desafios que enfrentam.

Mais informações: e http://www.fresenius-kabi.com

Contato de relações com a mídia 
Mona Hörner
+49-0-69-40-12-54-372
mona.hoerner@edelmanergo.com

FONTE Fresenius Kabi Deutschland GmbH

ZikaPLAN: 25 instituições de pesquisa unidas para lutar contra o vírus Zika e construir uma capacidade de resposta a longo prazo ao surto da doença na América Latina.

RECIFE, Brasil, 25 de outubro de 2016 /PRNewswire/ -- 25 líderes de pesquisas e instituições de saúde pública da América Latina, América do Norte, África, Ásia e Europa se encontram no Recife para o lançamento do ZikaPLAN - Rede de Enfrentamento ao Zika da América Latina (Preparedness Latin American Network). Esta iniciativa global foi criada a partir da chamada do fundo de investimento em pesquisas Horizon 2020 da Direção Geral de Pesquisa e Inovação da Comissão Europeia. O ZikaPLAN responde aos desafios postos pelo surto de Zika para as pesquisas e a saúde pública. A iniciativa tem uma abordagem abrangente para combater a ameaça do vírus Zika, a partir de:

  • preenchimento das lacunas do conhecimento e das necessidades no atual surto de Zika para melhor entender a doença, prevenir sua disseminação e educar as populações afetadas,
  • construção de uma capacidade de resposta sustentável na América Latina a outras doenças infecciosas emergentes.

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O impacto do surto de Zika pegou de surpresa os cientistas e autoridades em saúde pública e atingiu fortemente as populações mais vulneráveis. A gravidade do surto e mutação do vírus têm gerado inúmeras questões de pesquisa. Para tomar medidas efetivas, as autoridades em saúde precisam conhecer a magnitude da doença e seu impacto na saúde pública, quais intervenções irão funcionar melhor para prevenir e interromper sua disseminação e como melhor orientar e tratar os infectados. Esse surto de Zika, sem precedentes, tem também evidenciado a necessidade de construir ou reforçar capacidades locais. Em algumas regiões atingidas pelo vírus não existe a necessária infraestrutura de pesquisa para entender a ameaça e subsidiar a rápida tomada de decisões.

Para preencher essas lacunas, as instituições de pesquisa no consórcio ZikaPLAN irão investigar a associação do vírus Zika com a síndrome congênita e complicações neurológicas, e a patogênese dos casos graves, através de uma série de estudos clínicos. Essas instituições irão explorar a transmissão vetorial e não vetorial e fatores de risco para dispersão geográfica, medir a carga da doença e investigar como o vírus tem evoluído, comparando antigas e atuais cepas. Além disso, o ZikaPLAN irá explorar um conjunto de medidas preventivas pessoais, inovação em diagnóstico, modelagem de controle do vetor e estratégias de vacina para subsidiar decisões políticas. As ciências sociais também irão desempenhar um importante papel no ZikaPLAN para determinar as melhores estratégias de comunicação para manter informada as comunidades afetadas.

ZikaPLAN irá trabalhar em conjunto com outros dois consórcios também financiados pela União Européia, ZIKAction e ZikAlliance, para estabelecer uma rede na América Latina e no Caribe. Essa rede dará suporte para o fortalecimento da capacidade local na América Latina para preparar e rapidamente lançar uma resposta de pesquisa em larga escala para as ameaças das doenças infecciosas emergentes. ZikaPLAN irá contribuir para desenvolver um plano de pesquisa inter-epidêmica, redes de pesquisas, recomendações de políticas, treinamento, e estratégias de disseminação desenhadas para fortalecer permanentemente as capacidades locais, para além dos quatro anos de vigência do projeto. Os três consórcios irão criar órgãos comuns para o gerenciamento global dos programas científicos, comunicação e questões éticas, regulatórias e legais.

ZikaPLAN está recebendo €11.5 milhões (de euros) concedidos pelo programa de pesquisa e inovação Horizon 2020 da União Europeia, sob a convenção de subvenção de número 734584.

Logo - http://photos.prnewswire.com/prnh/20161024/431954LOGO 

Sobre o Consórcio ZikaPLAN

ZikaPLAN é coordenado por uma direção executiva composta pela Professora Annelies Wilder-Smith, diretora, representante da Universidade de Umeå; Professor Eduardo Massad, diretor substituto, representante da Universidade de São Paulo e mais 15 lideranças de grupos de trabalho de instituições parceiras. Conselhos consultivos independentes éticos, científicos e industriais dão apoio a essa direção executiva.

O consórcio constrói expertise e promove parcerias em diferentes áreas de pesquisas relacionadas ao Zika e outras doenças infecciosas emergentes. Os seus membros são oriundos de cinco continentes, sendo 13 da Europa, oito da América Latina, dois dos Estados Unidos da América, um da África e um da Ásia.

Membros do consórcio ZikaPLAN:

  • Antwerp Institute of Tropical Medicine, Bélgica
  • Associação Técnica–Científica de Estudo Colaborativo Latino Americano de Malformações Congênitas, Brasil
  • Erasmus Universitair Medisch Centrum Rotterdam, Holanda
  • Fondation Mérieux, França
  • Fundação de Apoio à Universidade de São Paulo, Brasil
  • Fundação Oswaldo Fiocruz, Brasil
  • Fundación Universidad del Norte, Colômbia
  • Institut Pasteur de Dakar, Senegal
  • Institut Pasteur, França
  • Instituto Butantan, Brasil
  • Instituto Medicina Tropical Pedro Kouri, Cuba
  • International Vaccine Institute, República da Coreia
  • Katholieke Universiteit Leuven, Bélgica
  • La Jolla Institute for Allergy and Immunology, EUA
  • London School of Hygiene and Tropical Medicine, Reino Unido
  • Queen Mary University of London, Reino Unido
  • Schweizerisches Tropen- und Public Health-Institut, Suíça
  • The Chancellor, Masters and Scholars of the University of Oxford, Reino Unido
  • The University of Liverpool, Reino Unido
  • The University of North Carolina at Chapel Hill, EUA
  • Ulster University, Reino Unido
  • Umeå University, Suécia
  • Universidad del Valle, Colômbia
  • Universidade de Pernambuco, Brasil
  • University of Glasgow, Reino Unido

O site do ZikaPLAN está disponível no portal The Global Health Network.

FONTE ZikaPLAN

InterSystems contrata Teresa Sacchetta como business development director

Com mais de 20 anos de experiência no mercado de saúde e TI, executiva tem como meta ampliar ainda mais os negócios da empresa no Brasil e na América Latina

teresaTeresa Sacchetta ocupará o cargo de business development director da InterSystemsA InterSystems acaba de anunciar a contratação de Teresa Sacchetta para o cargo de business development director. A companhia, que é referência global em soluções de saúde conectada, com clientes públicos e privados líderes em seu setor, está presente no Brasil há 15 anos e planeja acelerar ainda mais o ritmo de crescimento, independentemente das condições econômicas.

A executiva vai integrar a equipe com a experiência adquirida ao longo de 20 anos nos mercados de saúde e de TI, aliando conhecimento de tecnologia, operações médicas, visão de negócios e de futuro. “Teresa ajudará a InterSystems a atrair novos clientes locais transmitindo nossos diferenciais. Somos uma empresa sólida e rentável que fornece há cerca de 40 anos soluções inovadoras para atender às necessidades específicas da indústria de cuidados de saúde em mais de 25 países, através de mais de 1.500 colaboradores altamente treinados”, afirma Carlos Eduardo Nogueira, Group Director & Managing Director para América Latina da InterSystems.

“A Tecnologia da Informação permitirá a grande transformação que o setor precisa em três áreas principais: aumento dos custos e acesso restrito e qualidade dos serviços, combinados com a dispersão geográfica e as dificuldades político/econômicas e educacionais. Esses elementos exigem soluções de TI que auxiliem o processo de tomada de decisão com base em informações confiáveis e precisas", disse Teresa.

Antes de assumir o cargo na InterSystems, atuou como diretora executiva de TI do Grupo Fleury e desenvolveu a área de healthcare services na Dell Inc. para América Latina. Também exerceu o cargo de Diretora de Negócios dos Serviços de Apoio Diagnóstico e Terapêutico do Instituto de Câncer do Estado de SP (ICESP) e participou de diversos projetos no Ministério da Saúde, Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e PCA Engenharia de Software.

Com graduação pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, instituição em que também fez residência e recebeu o título de PhD em informática médica, Teresa tem MBA em TI e Internet pela FIA/FEA (USP) e Institut d’Administration des Enterprises da Université Pierre Mendès (França), e MBA Executivo Internacional (OneMBA) pela Fundação Getúlio Vargas.

Saúde de São Paulo recebe R$ 98 milhões para ampliar atendimento à população

Recurso do Ministério da Saúde será direcionado a 25 UPAs e 40 santas casas

reassA saúde de São Paulo conta com mais recursos para o atendimento da sua população. Mais R$ 98 milhões por ano serão destinados pelo Ministério da Saúde para Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), santas casas e entidades filantrópicas que estão em funcionamento no estado. A garantia dos repasses para esses serviços só foi possível com as medidas de gestão adotadas nos 100 primeiros dias de governo e que geraram economia de R$ 1 bilhão.

Nesta segunda-feira (24), em São Paulo (SP), o ministro da Saúde, Ricardo Barros, assinou as portarias de habilitação dos serviços. A destinação dos recursos possibilitará a habilitação de 40 entidades filantrópicas, incluindo hospitais e santas casas, no valor anual de R$ 48,2 milhões; e de 25 UPAs, cujo custeio com recursos federais será de R$ 49,8 milhões por ano. Também serão enviados R$ 39 milhões em emendas às entidades assistenciais de saúde.

“A liberação é um cumprimento da obrigação de cofinanciamento do SUS que o Governo Federal deve ter com todos os prestadores de serviços do país. Ao todo, são mais de R$ 550 milhões que estamos repassando santas casas, entidades filantrópicas e UPAs do país, que estavam praticando seus serviços sem receber a contrapartida da União. Neste mês de outubro, os municípios e os serviços já receberão a primeira parcela destes recursos, que são permanentes”, explicou o ministro Ricardo Barros.

Em todo o país, 216 entidades filantrópicas serão beneficiadas com a garantia de repasse de R$ 371,9 milhões por ano. Essas unidades são responsáveis por 43% das internações que ocorrem no país.

Também estão sendo contempladas 99 UPAs, com impacto financeiro anual de R$ 182 milhões ao orçamento do Ministério da Saúde. Serão liberados ainda R$ 141,1 milhões para o pagamento de emendas a 255 instituições prestadoras de atendimentos pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

De acordo com o ministro da Saúde, os recursos vão atender serviços de saúde realizados pelo SUS e que não contavam com a contrapartida do governo federal. Os repasses foram anunciados há um mês pelo ministro e o presidente Michel Temer, como estratégia para reduzir o déficit de R$ 3,5 bilhões com 2.698 serviços, acumulado pelo Ministério da Saúde nos últimos anos.

MEDIDAS DE GESTÃO

A racionalização da aplicação dos recursos do SUS, nos três níveis de gestão, para a oferta de mais e melhores serviços de saúde, é a principal meta da gestão do ministro Ricardo Barros. Desde maio, as medidas de gestão adotadas já permitiram a aquisição de mais 7,4 milhões de medicamentos e vacinas, com investimento de R$ 222 milhões. Também possibilitaram o aporte de R$ 227 milhões para o fortalecimento da indústria nacional e geração de empregos, com a produção brasileira da vacina meningocócica.

Para ampliar a oferta de assistência, o Ministério reduziu em 20% os custos dos contratos com empresas de tecnologia, mantendo o mesmo escopo dos projetos; em 33% os valores de serviços gerais, como aluguéis e contas de telefones; e em até 39% nos preços de medicamentos, bem como a negociação de reajustes. Também foram extintos 417 cargos, sendo 335 de livre nomeação.