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Visibilidade e busca por novas oportunidades de negócios e relacionamento com o mercado mundial

Dirigentes da Hospitalar participarão da Medica, tradicional feira de saúde que ocorrerá em Düsseldorf, na Alemanha, de 14 a 17 de novembro

hospitalarmedicaCom objetivo de intensificar ações de comunicação e marketing por meio do contato pessoal com compradores, distribuidores, fornecedores, expositores e profissionais da saúde de todo o mundo, representantes da Hospitalar marcarão presença em mais uma edição da Medica, evento que ocorrerá na cidade de Düsseldorf, na Alemanha, entre os dias 14 e 17 de novembro.

A Hospitalar, como plataforma de desenvolvimento de negócios, pretende proporcionar às empresas brasileiras maior visibilidade junto aos compradores internacionais. “Iremos para a Medica com o objetivo de reforçar a Hospitalar como facilitadora global para negócios e relacionamentos no mercado de saúde”, adianta Mônica Araújo, diretora do evento. “Esperamos, também, intensificar o que já temos feito nos últimos anos, além de aumentar o número de expositores na feira”, complementou.

Ao todo, serão cinco dirigentes da Hospitalar presentes à Medica. Além de Mônica, a presidente e fundadora da Hospitalar, Dra. Waleska Santos; o coordenador de mercado externo, Pedro Cilento; o Key Account da área de TI, Vinicius Pereira e o gerente de eventos, Fábio Stringhini; marcarão presença.

Indústria

Como tradicionalmente acontece, a Hospitalar participará também do espaço dedicado a indústria brasileira na Medica, proporcionado pela ABIMO (Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos, Odontológicos, Hospitalares e de Laboratórios), em parceria com a Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), por meio do qual um grupo representativo da indústria fornecedora brasileira desenvolve contatos com visitantes alemães.

Computação em nuvem estimula inovação

Além de reduzir custos, a tecnologia promove colaboração na área médica, permitindo a criação de modelos de atendimento

nota3A velocidade de adoção de computação em nuvem – modelo de uso compartilhado de infraestrutura de tecnologia da informação (TI) –, ainda é lenta no segmento da saúde. Mas os pilotos têm demonstrado ganhos que vão além da redução dos custos. De acordo com o Comitê de Coordenação Europeia das Indústrias Radiológica, Eletromédica e de TI para a Saúde (Cocir, na sigla em inglês), as instituições que utilizam a nuvem estão aproveitando os recursos para oferecer serviços orientados por dados, ampliar a colaboração das equipes envolvidas nos cuidados médicos e implementar modelos de atendimento centrados no paciente e em suas famílias. “Entre os ganhos está a inovação na entrega de serviços”, afirma pesquisa realizada pelo Cocir.

Na área médica, o compartilhamento da infraestrutura de TI ainda enfrenta desconfiança, por falta de conhecimento dos recursos tecnológicos, por parte das instituições de saúde, e preocupações com segurança digital.

Para ampliar a confiança e estimular a adesão, a Comissão Europeia lançou programa voltado à pesquisa científica. Trata-se de uma plataforma aberta para armazenamento, compartilhamento e reuso de dados e resultados científicos. O objetivo é manter um canal de colaboração para todas as disciplinas médicas e países membros, facilitando e barateando o acesso às informações.      

Redes 5G vão transformar atendimento à saúde

Conexões móveis de alta velocidade impulsionarão uso de computação em nuvem e de internet das coisas (IoT) nos serviços médicos

nota2A quinta geração (5G) de redes de comunicação móvel não é apenas mais rápida que as anteriores (3G e 4G), é também mais inteligente e potente. “São estruturas ultra velozes e com alta capacidade para o tráfego de dados”, define Darrell West, um dos fundadores do Centro de Tecnologia e Inovação de Brookings (EUA). O especialista publicou artigo científico no qual explica como a 5G vai transformar o atendimento à saúde, com novas possibilidades de atuação em áreas como diagnósticos, análise de dados e tratamento.

Para ele, a 5G viabiliza a internet dos dispositivos médicos – um desdobramento setorial da internet das coisas. Pendurados nesta estrutura, estarão os mais variados dispositivos clínicos, incluindo sensores remotos conectados aos pacientes. A principal diferença está na camada de inteligência acoplada à 5G, que permitirá, por exemplo, a visualização de diagnósticos de imagem em alta resolução e em tempo real em dispositivos móveis. “O médico pode enviar o exame do paciente para outros profissionais e obter, em segundos, opiniões diferentes para fechar o tratamento”, afirma West. Essa agilidade promete entregar serviços mais baratos e de melhor qualidade, além de ‘equipar’ médicos que operam em áreas remotas.  

A 5G também é mais potente em sua conectividade, o que permitirá o avanço da computação em nuvem (principalmente para o armazenamento de dados médicos) e dos sistemas de análise de informações, que serão capazes de buscar dados em diferentes dispositivos e repositórios conectados à ‘internet das coisas médicas’. As redes 5G ainda estão em fase de desenvolvimento e testes.

Estratégia digital demanda investimentos em segurança

Avanços nos sistemas de informação e na conectividade devem andar juntos com a proteção virtual

nota1A digitalização de informações e a ampla conectividade entre aparelhos, sistemas, soluções de monitoramento e sensores ampliam a produtividade na área da saúde. Mas o prêmio exige a elaboração cuidadosa de um plano de proteção virtual, que deve avaliar questões como acesso e compartilhamento de dados, além de garantir a privacidade do paciente. “O setor de saúde está sendo desafiado pelas questões de segurança digital, como qualquer outro que utilize infraestrutura de tecnologia da informação e comunicação (TIC)”, revela estudo realizado pela European Union Agency for Network and Information Security (Enisa).

O ponto crítico está no impacto que um ataque pode trazer ao paciente. Os especialistas alertam sobre possíveis invasões em sistemas ligados aos centros cirúrgicos, roubo de informações em banco de dados e até a interferência em equipamentos conectados aos pacientes, como o marca-passo. “A digitalização exige investimentos e o estabelecimento de políticas claras para segurança cibernética”, diz o estudo. De acordo com a Enisa, as instituições de saúde europeias – assim como os governos – estão atentos à questão e trabalham para identificar e corrigir vulnerabilidades.

Dados da consultoria Gartner mostram que os gastos mundiais com segurança da informação alcançarão US$ 81,6 bilhões em 2016, orçamento que deve crescer nos próximos anos com a maior digitalização dos setores econômicos. O segmento da saúde está entre os com maior potencial para estas soluções.

Projeto Benchmarking Comercial

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Apesar de ter sido um ano muito difícil por conta da situação econômica, para mim o ano de 2016 vai terminar com o saldo positivo de termos conseguido viabilizar 2 projetos no GVsaúde que são muito gratificantes.

O primeiro é o projeto das oficinas que discutem assuntos bem específicos. Conseguimos viabilizar 3 das 6 que programamos. Como é um projeto que iniciou em maio, e, portanto, ninguém conhecia, concluímos que foi um grande sucesso, trazendo para discussões práticas profissionais que trabalham em hospitais, operadoras de planos de saúde, empresas de auditoria e, até surpreendentemente, de corretoras. Se considerarmos que o GVsaúde é um Centro de Estudos e não uma escola, portanto não tem a estrutura profissional de marketing e captação de participantes, o resultado tem valor ainda maior, significando que apesar de ter muita gente que simplesmente “cumpra tabela” onde trabalha, também tem muita gente querendo se desenvolver, se integrar com profissionais de outras empresas, mesmo que sejam de empresas que “estão do outro lado da mesa”. Afinal de contas hospitais, operadoras de planos de saúde, SUS e outras entidades que se relacionam comercialmente na saúde pública e privada têm interesses diferentes, e brigam por eles, mas sabem dependem uns dos outros para sobreviver neste mercado “tão predatório”.

O segundo é o Benchmarking Comercial.

Estamos organizando um estudo comparativo de práticas comerciais de hospitais que atuam na saúde suplementar com uma metodologia segura, que garante o sigilo das informações fornecidas. É uma metodologia que garante que as informações são fidedignas, e que o hospital só tenha “feedback” sobre informações que passou – se passar pouca informação, “pouco feedback” – se passar muita informação, “muito feedback”.

Pessoalmente o projeto é a realização de uma “espécie de sonho”, e só é possível porque tem a retaguarda de uma instituição séria !!

Vai trazer resultados de curto e longo prazos.

No curto prazo cada hospital participante terá visibilidade do que se pratica comercialmente no mercado. Quem não atua em gestão comercial não tem ideia da dificuldade que é saber com segurança o que o mercado anda praticando. Se você não tem feedback trabalha “no escuro” podendo ter 2 prejuízos:

  • Pode não saber que está muito abaixo do mercado, trabalhando com baixa rentabilidade porque pensa que sua prática comercial é abusiva;
  • Pode não saber que está muito acima do mercado, afastando fontes pagadoras (clientes).

Estar na “linha da média” do mercado é essencial para viabilizar financeiramente hospitais, e o benchmarking é a única forma de estar posicionado adequadamente em relação a isso.

Mas tem o longo prazo, que por sinal é o que mais interessa ao GVsaúde, que é um Centro de Estudos: repetindo periodicamente o benchmarking vamos poder apurar a “inflação real” do segmento, porque teremos condições de avaliar a evolução dos preços realmente praticados.

Não temos este indicador hoje. Temos variação de preços de insumos, mas não de preços de venda. Os insumos podem estar sofrendo com a inflação de forma totalmente diferente do que ocorre com os produtos hospitalares – os produtos de venda dos hospitais que não são seus insumos.

Existem alguns projetos que tentam produzir o resultado deste tipo de benchmarking, mas na prática não espelham a realidade:

  • Alguns hospitais trocam informações de tabelas de preços. Mas só quem atua na gestão comercial sabe que as referências das tabelas de preços não refletem exatamente o que ocorre nas contas. É comum nos depararmos com 2 hospitais que têm praticamente a mesma tabela de preços, mas um consegue operacionalizar todos os itens dela e outro não. Só analisando contas conseguimos aferir isso e concluir que as práticas deles são completamente diferentes;
  • Alguns hospitais de determinados grupos trocam informações no seu grupo, mas não têm visibilidade do que ocorre no mercado (fora do seu grupo) !

Este “sonho” de realizar o benchmarking em um Centro de Estudos é motivador porque, vingando, se tornará referência para o mercado.

Estamos agora na contagem regressiva do tempo da adesão dos hospitais ao projeto. Vamos apresentar detalhadamente o projeto no início do mês que vem para um grande número de hospitais e convidar os hospitais presentes para aderir ao estudo.

E estamos ansiosos para saber se vamos conseguir organizar um grande grupo, porque quanto maior o número de hospitais, melhor para eles mesmos, e para o mercado da saúde suplementar no Brasil!!!

Já confirmou sua participação?

Transforma Saúde 2016: oportunidades e desafios

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Todos sabemos que a saúde é um setor em grande transformação, porém cheio de oportunidades e desafios. É necessário muita reflexão e disrupção para propor novos modelos e novas soluções, mas temos a certeza que temos a obrigação de criar um ambiente reflexivo e apto a fomentar idéias disruptivas.

Para isso, a Berrini Ventures não quer apenas acelerar novas idéias, mas provocar idéias disruptivas e desenvolver pensadores inovadores em saúde. Não bastam novas idéias, precisamos de melhores idéias e destas, os melhores projetos.

Este será um programa de aceleração diferente, focado em identificar e fortalecer empreendedores de saúde de impacto, a fim de que estes se tornem agentes de transformação em suas respectivas comunidades.

Um processo com excelentes speakers, grandes mentores e um network inigualável. Se você é um empreendedor e tem uma startup de saúde inicial ou avançada, não deixe de acompanhar este programa através do canal de You tube da Berrini Ventures, com início no final de Outubro de 2016 e término em Janeiro de 2016. Esta primeira turma será composta pelas startups vencedoras do Desafio Pfizer e startups selecionadas para a aceleração da Berrini Ventures.

A saúde na era digital: 5 pilares para criar uma estratégia de negócios

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Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), pessoas com mais de 60 anos, que hoje representam 12% da população brasileira, passarão a 30% em 2050, saltando de 24,4 milhões a 70 milhões de pessoas. “Com essa crescente longevidade da população, os sistemas de assistência à saúde terão de se adaptar e crescer no mesmo ritmo da tecnologia”, diz Martin Kopp, global general manager for healthcare da SAP SE. Ele explica que uma nova era de saúde digital oferece às pessoas maior acesso, via internet, às informações e recursos de saúde.

Porém, conduzir organizações de saúde no investimento em recursos digitais requer um framework projetado para mudanças, que suporte novas estratégias de negócios e garanta agilidade enquanto entrega serviços de valor agregado ao paciente. Veja, a seguir, os cinco pilares que auxiliam no desenvolvimento e execução de uma estratégia digital de negócios.

  1. Núcleo Digital: refazer a plataforma de processos centrais de negócios e trazer juntas as transações e análises em tempo real para serem mais inteligentes, rápidas e simples;

  1. Paciente: melhorar as interações para permitir a medicina personalizada, serviços de valor agregado e terapias baseadas em resultados;

  1. Recursos Humanos: capacitar e envolver todos os funcionários e equipes contingentes;

  1. Fornecedor: colaborar para aumentar a eficiência e prover serviços de excelência ao paciente;

  1. Dados Clínicos e a Internet das Coisas (IoT): Aproveitar novos dados e a Internet das Coisas para conduzir compreensão em tempo real e novos modelos de negócios.

Por meio dessa estrutura, toda a cadeia de valor será digitalizada, incluindo o core, que serve como a plataforma para inovação e otimização de processos de negócios. Mas é importante ressaltar que a solução não se encontra apenas em um dos cinco pilares, mas, sim, na forma como eles se interconectam para alcançar os melhores resultados de negócios na era da saúde digital.

Circuito Casa da Mulher Humaniza Mutirão de Reconstrução Mamária

SÃO PAULO, 21 de outubro de 2016 /PRNewswire/ -- O Circuito Casa da Mulher estará no ICESP no primeiro dia do II Mutirão Nacional de Reconstrução Mamária. O instituto referência no combate à doença será o hospital com o maior número de cirurgias.

A cada 40 minutos uma mulher perde os seios por causa do câncer de mama no Brasil. Quarenta mil ficam na fila da espera da reconstrução todos os anos.

 A Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica mobilizou 98 hospitais em 19 estados e conclamou mais de 800 profissionais voluntários para garantir o direito à reconstrução para o maior número de mulheres possível em 5 dias.

E chamou o já conhecido ônibus cor-de-rosa do C – IAVB para participar da campanha levando exemplo de humanização, prevenção e orientação às mulheres já em tratamento,

Todo customizado, o ônibus conta com um camarim profissional onde haverá dicas de amarração de lenços e turbantes, curso de automaquiagem, cuidados com as mãos e distribuição de cartilhas.

Só neste ano, a estimativa do Ministério da Saúde é de que 57.960 mulheres recebam o diagnóstico da doença em todo o País. No estado de São Paulo serão 15.770 pessoas. E 5.550 só na capital.

O Instituto Arte de Viver Bem – IAVB foi criado há 7 anos pela jornalista Valéria Baraccat Gyy e, desde então, já fez milhares de atendimentos a mulheres em tratamento, 2.000 deles só no ano passado.

Já distribuiu 2.5 milhões de cartilhas com informações de prevenção, tratamento e direitos legais.

Criou a Casa da Mulher, com espaços multidisciplinares para receber a paciente com carinho e prestar toda a orientação para seu restabelecimento físico, emocional e psicossocial.

Realizou as únicas campanhas publicitárias sobre o assunto no Brasil em 12 anos.

Nesse Outubro Rosa, vamos nos unir a levar informação e prestação de serviço a quem nos dá a vida. Vamos cuidar das nossas mulheres.

Serviço:

Dia 24 de outubro
Das 8 às 16h00
Praça da Esperança, em frente ao Prédio da Administração do Hospital das Clínicas da FMUSP.
Rua Dr. Ovídio Pires de Campos, 225.

Luciana Bonafé   32595254 - 999921216
www.artedeviverbem.org.br

(Foto: http://www2.prnewswire.com.br/imgs/pub/2016-10-21/original/3330.jpg)

FONTE Instituto Arte de Viver Bem

"Falta de sono aumenta riscos cardiovasculares", diz Fernando Morgadinho em Seminário LIDE Saúde

SÃO PAULO, 20 de outubro de 2016 /PRNewswire/ -- " O sono é fundamental para a vida, em especial para guardar memória e hoje não é muito valorizado.  A média ideal são 7 ou 8 horas de sono por dia. Caso contrário, há aumento de mortalidade, riscos cardiovasculares e diminuição do efeito de vacinas. A média do brasileiro é muito baixa. O profissional que dorme mal trabalha mal, e há uma queda de produtividade", defende Fernando Morgadinho, neurologista e especialista do sono e professor de Neurologia da UNIFESP. O médico foi o expositor do Seminário LIDE Saúde, promovido pelo LIDE – Grupo de Líderes Empresariais, ocorreu na noite desta quarta-feira (19), no Auditório da Gocil, em São Paulo. O debate foi mediado por Gustavo Ene, CEO do LIDE.

Crédito da foto: Fredy Uehara

De acordo com o neurologista, a qualidade do sono está relacionada com a raiz do funcionamento orgânico e tem relação direta com o aprendizado e à capacidade intelectual. "A maioria dos adultos acumula de 5 a 7,5 horas de débito de sono ao longo de uma semana regular de trabalho. A restrição de sono é aditiva, que pode afetar o julgamento e o desempenho mental. A piora no desempenho se acumula com restrição crônica de sono", afirmou o médico.

Segundo o neurologista, a falta de sono pode gerar uma série de alterações no organismo, porque o sistema imunológico precisa de descanso para responder às ameaças com eficiência.  "Dormir pouco pode causar aumento de peso e estresse e ainda elevar o risco de doenças cardiovasculares, diabetes, obesidade e hipertensão e outras doenças", afirmou.

O médico comparou a privação do sono com os efeitos do álcool, pois ambos afetam o desempenho mental e físico da pessoa. "19 horas sem dormir, para um homem de 90 kg, corresponde a 6 copos de cerveja ou 3 copos de vinho; já 24 horas sem dormir gera efeitos equivalentes a 12 copos de cerveja ou 6 copos de vinho", disse.

Esta edição do Seminário LIDE Saúde contou com o patrocínio das empresas AMIL, EMS, TAKEDA e UNITCARE. Apoio GOCIL e RV ÌMOLA. Como fornecedores oficiais, ANTILHAS, CDN COMUNICAÇÃO, ECCAPLAN e L´ENVIE. As revistas AMÉRICA ECONOMIA e LIDE; as rádios BANDEIRANTES e BAND NEWS, PR NEWSWIRE e THE WINNERS foram mídia partners.

Contato:
Cristiane Felix
cristiane.felix@cdn.com.br  
(11) 3643-2753

(Foto: http://www2.prnewswire.com.br/imgs/pub/2016-10-20/original/3327.jpg)

FONTE Seminário LIDE Saúde

A atuação da Câmara dos Deputados no novo momento do Brasil será tema de Almoço-Debate LIDE com Rodrigo Maia

SÃO PAULO, 20 de outubro de 2016 /PRNewswire/ -- O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, é o convidado do LIDE – Grupo de Líderes Empresariais para falar sobre "A retomada do crescimento da economia brasileira", no próximo Almoço-Debate. Sob o comando de Luiz Fernando Furlan, chairman of the Board do LIDE, e Roberto Giannetti da Fonseca, vice-chairman, o evento será realizado em 24 de outubro, das 12h às 14h30, no Hotel Grand Hyatt, em São Paulo.

Segundo o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, para ter dinheiro para saúde e educação é necessário ter o País equilibrado. Para Maia, se nada for feito, os problemas fiscais que podem ser observados em algumas unidades da federação, a exemplo do Rio de Janeiro, podem chegar ao governo federal. "É só olhar o meu estado, o Rio de Janeiro, para a gente ver se sobrou alguma coisa para pagar aposentado, salário ou para gastar com saúde e educação. Eu lhes garanto que não", afirmou.

"Com a aprovação da PEC que cria um limite para os gastos, o Brasil voltará a crescer e os brasileiros terão uma melhor condição de vida", afirmou Maia. "Para mim, esse é o grande mérito da proposta. Vamos equilibrar as contas públicas e garantir a 90% dos brasileiros, que não são servidores públicos, que eles vão ter condições de viver melhor", observou. Para Maia, a proposta vai colocar o governo federal em posição "confortável" para fazer o ajuste das contas, sem ter de recorrer ao aumento da carga tributária, com a recriação da CPMF, por exemplo. "Na década de 90, o governo federal gastava 10% do PIB, agora está gastando mais de 20%. O grande mérito é que pela primeira vez um governo não quer cobrar da sociedade a conta da falta de gestão nos últimos anos", disse.

O Almoço-Debate LIDE conta com o patrocínio da FEIRA APAS SHOW 2017, CBRE, COSAN, EVEN, GOCIL, JSL, KIA, KPMG, MAPFRE, MOVIDA, MULTIPLAN, NELSON WILLIANS & ADVOGADOS ASSOCIADOS, RUMO, SAPORE e SETIN INCORPORADORA. Como fornecedores oficiais, estão a AMIL, ANTILHAS, CDN COMUNICAÇÃO, CORPORATE IMAGE, DELONGHI, ECCAPLAN e VINCI. As revistas AMÉRICA ECONOMIA BRASIL, LIDE, THE PRESIDENT e WINNERS, as rádios ANTENA 1 e JOVEM PAN, jornal DCI, GRUPO KALLAS, PR NEWSWIRE, e TV LIDE são mídia partners do evento.

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