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Cálcio, vitamina D e atividade física: Pfizer alerta sobre trio fundamental para a saúde dos ossos

SÃO PAULO, 20 de outubro de 2016 /PRNewswire/ -- Envelhecer com saúde e independência. A limitação física é o segundo maior receio dos brasileiros em relação ao envelhecimento, atrás apenas de problemas de saúde, de acordo com a pesquisa Como os Brasileiros Encaram o Envelhecimento, realizada pelo Instituto QualiBest a pedido da Pfizer. A boa notícia é que, apesar de atingir 10 milhões de brasileiros, a osteoporose, doença caracterizada pela diminuição progressiva da massa óssea e maior propensão a fraturas, pode ser prevenida.

A endocrinologista Marise Lazaretti Castro explica que o trio cálcio, vitamina D e atividade física são essenciais para ossos saudáveis. "O cálcio tem a função de tornar a estrutura óssea mais resistente, mas a vitamina D é fundamental para sua absorção no intestino e o exercício promove a fixação do mineral", ressalta.

É preciso lembrar que o cálcio é fundamental também para diversas outras funções vitais no organismo, como contração muscular, coagulação do sangue, ativação de enzimas e outras reações celulares. "O esqueleto funciona como um reservatório de cálcio no organismo e, quando os níveis não estão normais no sangue, ele é retirado dos ossos", destaca a médica. E a perda natural de cálcio nos ossos começa aos 30 anos, quando devemos nos preocupar ainda mais em reforçar nossos hábitos saudáveis.

A vitamina D, vital para absorção do cálcio, é produzida na pele por meio da exposição solar e precisa estar em níveis normais no sangue para que o cálcio dos alimentos seja absorvido, caso contrário apenas 10% do nutriente são aproveitados, destaca Marise Lazaretti Castro.

Para quem é da capital de São Paulo ou estiver de passagem pela cidade, Caltrate, o suplemento de cálcio mais vendido no mundo, oferece testes gratuitos para identificar a perda óssea entre os dias 24 e 28 de outubro, das 9h às 18h, nos seguintes endereços:

24/10 - Matriz RaiaDrogasil: Av. Corifeu de Azevedo Marques, 3097
25/10 - Drogasil: Rua Tenente José Maria Pinto, 284 – Santo Amaro
26/10 – Drogasil: Rua Alexandre Dumas, 920 - Chácara Santo Antônio
27/10 - Droga Raia: Rua Heitor Penteado, 1776 – Sumarezinho
28/10 - Droga Raia: Rua da Paz, 2160 – Chácara Santo Antônio  

Informações para imprensa - Ketchum: Ana Luiza Petry – (11) 5090-8900 ramal 8828 | analuiza.petry@ketchum.com.br

FONTE Pfizer

Bedrocan International define a marca Bedrocan no Canadá

VEENDAM, Holanda, 21 de outubro de 2016 /PRNewswire/ -- A Bedrocan International, uma conhecida licenciadora ativa mundial para a produção totalmente padronizada de maconha de qualidade farmacêutica, recentemente vendeu seu restante de participação na Canopy Growth Corporation (CGC), do Canadá. Com isso, a licenciadora da marca global Bedrocan acentua sua disposição médica no Canadá. A Bedrocan International distancia-se da claramente expressa estratégia futura da Canopy Growth, visando produção de larga escala de maconha para uso recreativo, a partir da esperada legalização, no Canadá, pelo governo Trudeau. A Bedrocan International permanece totalmente comprometida com o apoio e a modernização da unidade canadense da Bedrocan, atuando unicamente sob o nome Bedrocan Canada, nos mais altos padrões técnicos e farmacêuticos para suprir a crescente demanda e a necessidade de conformidade com as boas práticas de fabricação (GMP, sigla em inglês), atendendo assim às necessidades dos pacientes canadenses e de seus médicos.

A Bedrocan International firmemente crê que deveria haver uma clara distinção entre o uso médico e recreativo da maconha, e que as necessidades dos pacientes por maconha consistente e segura deveria ser uma prioridade. O fundador e presidente do conselho da Bedrocan International, Tjalling Erkelens, está convencido de que isso pode ser alcançado: "A maconha pode e deveria passar pelo processo de aprovação de drogas. Maconha medicinal totalmente padronizada é a base sobre qual essa aprovação pode ser conseguida".

A Bedrocan Canada Inc. (de inteira propriedade da CGC) é uma licenciada da marca, método de cultivo e técnica de processamento da Bedrocan. A CGC não produz ou vende maconha medicinal. Além da Bedrocan Canada, a CGC também é dona da Tweed Inc e Tweed Farms.  O presidente do conselho da Bedrocan (International), Tjalling Erkelens: "A Bedrocan está cada vez mais reconhecida como a autoridade líder no uso medicinal da maconha em todo o mundo. Para nós, maconha não é um produto de estilo de vida. É um medicamento que deveria ser eficaz, seguro e acessível para qualquer paciente. Nós na Bedrocan International enfatizamos isso em nossa visão e missão".

Atender a pacientes do Canadá somente com maconha medicinal da mais alta qualidade é a intenção constante da Bedrocan International. Com esta posição definida, junto com uma unidade produção renovada, a Bedrocan International espera cumprir ainda mais sua missão e visão no Canadá, com a Bedrocan Canada como sua licenciada exclusiva no país.

FONTE Bedrocan International

Soluções de RIS e PACS mudam rotina de radiologistas do Hospital 9 de Julho

Saúde mental dos empreendedores

Instituições de saúde que mantêm processos manuais e sem padronização perdem vantagens competitivas e oportunidades de mercado. Substituir métodos analógicos por digitais deixou de ser diferencial e se tornou requisito de competitividade. Atento a essa realidade, o Hospital 9 de Julho (H9J), localizado em São Paulo-SP e referência no Brasil em medicina de alta complexidade, há anos utiliza a tecnologia da informação para otimizar as mais diversas áreas. Um exemplo é o Centro de Diagnóstico por Imagem, que opera com um conjunto de soluções para gestão de laudos e imagens médicas.

Implantadas em 2009, as soluções RIS (Radiology Information System) e PACS (Picture Archiving and Communication System) são utilizadas por cerca de 150 radiologistas do H9J. Com o objetivo de padronizar, digitalizar e integrar toda a área de medicina diagnóstica do hospital, as soluções mudaram a rotina dos profissionais acostumados a preparar laudos manualmente e a trabalhar em um ambiente analógico, em que 100% dos exames eram revelados em filmes radiológicos.

Desafios frequentes, como falta de agilidade, dificuldade para obtenção de opiniões clínicas de mais de um especialista, acurácia diagnóstica por meio da comparação de exames, redução de custos com revelação, perda de imagens impressas, entre outros, passaram a fazer parte do passado do Centro de Diagnóstico por Imagem.

Atualmente, além de praticidade e segurança, pode-se destacar como um dos principais benefícios do uso das soluções a produtividade médica. Ter, por exemplo, o histórico de exames do paciente à vista possibilita um diagnóstico bem fundamentado e um melhor acompanhamento do quadro de saúde. Como o PACS conta com mecanismos avançados de visualização e reconstrução de imagens, o médico é capaz de fazer análises comparativas, fusões de imagens e reprodução em outras dimensões.

Conquistada a radiologia digital, a partir da completa substituição dos filmes radiológicos por outros meios de armazenamento de imagem digital (como os CDs), outras vantagens também são destacadas pelos profissionais que utilizam as soluções, entre elas: o laudo ditado, sistema de reconhecimento de voz que transcreve o que é dito; e a tecnologia web, que possibilita a análise de exames à distância. “Além da visualização perfeita de todos os planos da imagem, o acesso a exames à distância pelo PACS reduz o tempo de entrega do laudo e permite, principalmente, um diagnóstico mais refinado com a opinião de outros médicos especialistas para exames mais complexos”, comenta Luciana Baptista, médica radiologista com especialidade cardiovascular que atua no H9J desde 1998.

Realizando mensalmente cerca de 120 mil exames, o Centro de Diagnóstico por Imagem do Hospital atende pacientes que precisam de Tomografia, Ressonância, PET/CT, Cintilografia, Endoscopia, Ultrassonografia, Ecocardiografia, Neurofisiologia Clínica, Radiologia Convencional e Intervencionista, Prova de Função Pulmonar (PFP), MAPA e Holter. Em 2009, foram realizados cerca de 850 mil exames. Passados cinco anos de uso das soluções RIS e PACS, foi registrado em 2014 um aumento de aproximadamente 36%, chegando a ser computado mais de 1,3 milhão de exames no ano.

Carci e a profissionalização da Fisioterapia

Desde que surgiu, a fisioterapia contribui para melhorar o bem estar e a qualidade de vida. Segundo a WCHPT (Confederação Mundial de Fisioterapia), ela é definida como a área da saúde responsável por promover, desenvolver, manter e reabilitar as capacidades de mobilidade e funcionalidade das pessoas ao longo de toda a sua vida. De suma importância, ela atua no pré-cirúrgico, pós-cirúrgico, em casos terminais, ortopédicos, pediátrico, geriátrica, neurológico e até em clínicas estéticas.

carci 2A história da fisioterapia se mistura com um grande produtor da área: a Carci. A empresa, que completa 50 anos em 2016, tem colaborado ativamente para profissionalizar o setor. A princípio trouxe soluções específicas para a implantação do serviço em hospitais e clínicas e, posteriormente, trabalhou no desenvolvimento de soluções como andadores, jogos de polias e mesa de tração.

Uma das principais apoiadoras do novo centro Paraolímpico Brasileiro, a Carci tem como principal lema a inovação. E não só para o desenvolvimento de seus produtos. A empresa tem planos de expansão em outros mercados estratégicos, buscando inovação tecnológica e parceria com grandes centros de pesquisa.

Segundo Orlando de Carvalho, diretor da Carci, a marca nasceu do idealismo de Ivo de Carvalho, um homem simples, de pouco estudo, com grande capacidade de criar. “Médicos e professores iam à oficina em meados nos anos 60, localizada no bairro da Liberdade (SP), e mostravam seus projetos. O senhor Ivo discutia com eles sobre a fabricação de implantes ortopédicos e, inclusive ferramentais. Quando a Previdência Social (INPS) passou a oferecer auxilio aos pacientes que necessitavam de fisioterapia em razão do alto índice de acidentes de trabalho a Fisioterapia começou a ganhar força, pois naquela época o ofício nem era reconhecida como profissão”, explica.

No inicio eram apenas seis funcionários na fábrica. Em 1978 foi aberta uma nova unidade fabril no bairro de Americanópolis. Hoje, Orlando conta que empresa é como um time que precisa entrar em campo e buscar resultado positivo. “A falta de investimento em capacitação dos colaboradores em setores específicos nos trouxe uma lição importante que não adianta ter um ataque bom, com uma defesa ruim. Hoje aprendemos isso e sempre buscando a melhoria de todo o processo interno”, pontua.

O portfólio da empresa é composto por bengalas, calças de látex, cadeiras de banho e soluções de alta complexidade como o Shockmed Carci, dispositivo para aplicação por ondas de choque indicado para tratamentos difíceis de dores e inflamações crônicas. “Fornecemos soluções para os profissionais e também para o consumidor final”, diz Carvalho.

A Carci exporta seus produtos para mais de 40 países na América Latina, Europa, África, Ásia e Oriente Médio. Também possui parcerias de representação com companhias de atuação mundial como Biodex Medical, Enraf Nonius, NeuroCom, Axelgaard, Mega, Bertec e Qualisys. Como comemoração aos 50 anos a empresa inaugurou um novo endereço no bairro da Saúde, em São Paulo.

A Carci está na vanguarda em seu setor de atuação, trazendo informações e produtos de ponta para o mercado brasileiro. Há concorrentes muitos bons na mesma área, mas vemos isso como saudável para o mercado por que quem se beneficia é o usuário do produto.

Crise política e econômica do país é a principal preocupação do setor de saúde, aponta pesquisa da KPMG

pesquisaKPMGA atual crise política e financeira brasileira foi apontada como a maior preocupação por 47% por gestores de saúde entrevistados na pesquisa “Healthcare 2016”, realizada pela KPMG. Outros 28% demonstraram preocupação com a incapacidade em fazer planos de médio prazo em razão das incertezas do país. O estudo foi realizado com 130 executivos do setor de saúde, ao longo do primeiro semestre de 2016.

De acordo com o levantamento, outras preocupações do segmento são: eventuais alterações regulatórias do governo (11%), perda de rentabilidade dos negócios (6%), falta de mão de obra qualificada (5%) e escassez de mão de obra (3%).

Questionados sobre se a atual crise econômica tem afetado negativamente seus negócios, 40% disseram que sim, aumentando os custos e retraindo a demanda e receita; 35% afirmaram que aumentaram os custos; 11% relataram que houve retração da demanda e de receita e 5% consideraram que houve impactos positivos com o aumento de receita e de rentabilidade.

Outro ponto levantado na pesquisa foi se a atual crise econômica perderá forças e se a retomada do Brasil deverá ocorrer. A retomada do crescimento econômico do país é considerada incerta para 24% dos entrevistados, 21% entendem que não haverá crescimento no médio prazo, ou seja, 45% possuem uma percepção mais conservadora em relação à saída da crise. Por outro lado, 47% entendem que o crescimento virá a partir de 2017. Apenas 8% avaliam que a retomada do crescimento ocorrerá ainda este ano.

Segundo os entrevistados, a crise econômica brasileira teve maior impacto, com 33% dos votos, no aumento do prazo médio de recebimento. Porém, outros importantes indicadores negativos foram percebidos no estudo como aumento no volume de glosas (17%), dificuldades nos processos de recursos de glosas (17%), aumento do volume de exames não autorizados (17%) e aumento de inadimplência de pacientes particulares (16%).

Pesquisa

A pesquisa Healthcare 2016 teve como objetivo gerar informações relevantes para o setor e abordou temas como desafios, tendências, oportunidades, utilização de novas tecnologias, barreiras de crescimento, ingressos de capital estrangeiro, entre outros aspectos. Foram ouvidos 130 executivos no período de 6 meses.

Entre os entrevistados, 90% eram gestores de hospitais e clínicas especializadas, 5% atuam na área de diagnóstico, 3% eram operadoras e 2% trabalham com home care. Do total, 54% eram da área privada sem fins lucrativos, 29% da privada com fins lucrativos e 17% rede pública federal, estadual ou municipal. Já 82% estão localizados na Região Sudeste, 16% no Sul e 2% no Nordeste. 

Ministério da Saúde amplia metas de cuidado infantil

Plano é ampliar em quatro vezes por ano o número de unidades credenciadas à Iniciativa Hospital Amigo da Criança e participação desses estabelecimentos

cuidadoinfantilO Ministério da Saúde anunciou a expansão das metas de cuidado infantil no Brasil. Uma delas é ampliar de quatro para 16 o número de credenciamento de unidades por ano como Hospital Amigo da Criança, iniciativa que completa 25 anos. E, para os próximos cinco anos, a estimativa é que esses hospitais façam um a cada três partos realizados no país, um aumento de 32%.

Os Hospitais Amigos da Criança são aqueles reconhecidos pelo Ministério da Saúde por adotarem práticas que propiciem um atendimento humanizado às mães e aos bebês, como a abolição da violência obstétrica e o incentivo ao parto normal. Essas unidades também se destacam pelo estímulo ao aleitamento materno e à vida saudável.

Atualmente, 326 hospitais brasileiros têm o selo Amigo da Criança, cerca de 10% do total de maternidades registradas no país. A meta do Ministério da Saúde é ampliar a cada ano o número de estabelecimentos credenciados. Desse modo, já no próximo ano haveria um aumento de 16 unidades, chegando a 342.

A ampliação dos Hospitais Amigos da Criança é importante para a qualificação do atendimento às mães e aos bebês, pois eles são responsáveis por um a cada quatro nascimentos que ocorrem no Brasil, ou seja, média de 725 por ano. A meta do Ministério da Saúde é que, nos próximos cinco anos, esses hospitais façam um a cada três partos realizado no país, um aumento de 32%.

De acordo com o secretário de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, Francisco de Assis Figueiredo, essa estratégia será alcançada com o fortalecimento desses estabelecimentos, como a capacitação das equipes para o pré-natal, o parto humanizado, o manejo do aleitamento materno e do cuidado à mulher. “Os Hospitais Amigos da Criança são referências em qualidade e humanização do atendimento durante todas as etapas da gestação e do pós-parto. Nosso objetivo é fortalecer essas unidades para que ofereçam um cuidado cada vez mais integral às crianças e as mães”.

A avaliação do secretário é baseada nos indicadores de qualidade desses hospitais. Conforme a Nascer no Brasil - Inquérito Nacional sobre Parto e Nascimento, realizada em 2014 pela Fiocruz, bebês saudáveis que nascem nesses estabelecimentos têm menos risco de sofrer intervenções desnecessárias logo após o parto, como aspiração das vias aéreas, uso de oxigênio inalatório e uso de incubadora.  O contato pele a pele com a mãe logo após o nascimento, a amamentação na primeira hora de vida, ainda na sala de parto, e o alojamento conjunto também ocorre com mais frequência em Hospitais Amigos da Criança do que em maternidades que não possuem esse título. 

Já a Pesquisa de Prevalência em Aleitamento Materno nas Capitais Brasileiras, de 2008, apontou que os nascidos em uma unidade amiga da criança têm 9% a mais de chance de serem amamentados na primeira hora de vida. Além disso, as crianças que nasceram nesses locais receberam leite materno exclusivamente por 60,2 dias, enquanto as que nasceram em maternidades descredenciadas por de 48,1 dias.

RECONHECIMENTO INTERNACIONAL 

Para comissariados internacionais, o Brasil é atualmente uma das principais referências internacionais na assistência de crianças e mulheres e, por isso, a apresentação das ações realizadas no país serão fundamentais para a expansão do cuidado em outros países. Nos próximos dias 24 a 26 deste mês, especialistas e representantes de diversos países estarão reunidos em Genebra, na Suíça, para discutir estratégias de fortalecimento e expansão da Iniciativa Hospital Amigo da Criança.


De acordo com o representante da Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) no Brasil, Gary Stahl, “ao longo dessas três décadas, a política brasileira de aleitamento materno avançou progressivamente na garantia dos direitos de crianças e das mulheres, qualificando o cuidado integral, nos preparativos do parto, no parto e no pós-parto e nascimento”. 

Já para a coordenadora da Unidade Técnica de Família, Gênero e Curso de Vida da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), braço continental da Organização Mundial de Saúde, Haydee Padilla, “o Brasil se consolidou, nos últimos anos, como um exemplo no aleitamento materno, com sua política e a estratégia de assistência às mães e bebês, assim como no fortalecimento dos recursos humanos e por meio da Iniciativa Hospital Amigo da Criança”.

Não subestime o perigo da osteoporose, alerta a IOF

NYON, Suíça, 20 de outubro de 2016 /PRNewswire/ -- Hoje, no Dia Mundial da Osteoporose, a Fundação Internacional contra a Osteoporose (IOF) incentiva todos os adultos a estarem alerta ao risco da osteoporose, uma doença 'silenciosa' que provoca a fragilidade dos ossos e fraturas.

(Foto: http://photos.prnewswire.com/prnh/20161014/428799-INFO )

As pessoas que sofrem de osteoporose podem fraturar os ossos como resultado de uma simples pancada ou queda da própria altura. Globalmente, as fraturas devido à osteoporose ocorrem em aproximadamente uma em três mulheres e um em cinco homens, com idade superior a 50 anos – com uma fratura ocorrendo a cada 3 segundos.

"Nunca é demais falar sobre o perigo das fraturas osteoporóticas para a qualidade de vida e independência de pessoas idosas", alertou John A. Kanis, presidente da IOF. No período de um ano da ocorrência de uma fratura de quadril, 33% dos pacientes continuam dependentes ou exigem cuidados em casas de repouso, e até 24% chegam a falecer. Em mulheres acima de 45 anos, as fraturas osteoporóticas resultam em mais dias de internação hospitalar do que no caso de outras doenças, incluindo diabetes, ataques cardíacos e câncer de mama.

Fique atento aos seus fatores de risco pessoais!  

Um estilo de vida direcionado a ossos saudáveis é a base para a boa saúde dos ossos. Isso inclui uma dieta rica em cálcio, proteína e vitaminas, consume adequado de vitamina D, exercícios regulares de peso e fortalecimento muscular e o não consumo de cigarros et a moderação no consumo de bebidas alcoólicas.

Infelizmente, muitos fatores de risco da osteoporose estão fora do controle da própria pessoa. Entre esses fatores estão o histórico genético relacionado com a osteoporose/fraturas e certas enfermidades ou medicamentos que prejudicam a saúde dos ossos. Por exemplo, pessoas com artrite reumatoide, diabetes, doença pulmonar obstrutiva crônica, doença celíaca ou doença inflamatória intestinal apresentam um risco maior, assim como pessoas que utilizam glicocorticoides, terapia de privação androgênica ou inibidores da aromatase.

teste de um minuto do risco de desenvolver osteoporose da IOF é uma ferramenta de conscientização que alerta sobre os possíveis fatores de risco. Seu médico pode também oferecer uma avaliação FRAX® para determinar seu risco de sofrer uma fratura osteoporótica em 10 anos.

"Se você apresenta fatores de risco, eu altamente recomendo que solicite um exame para verificar a saúde de seus ossos e fazer as alterações necessárias em seu estilo de vida. Em caso de fatores de alto risco, considere as opções apropriadas de tratamento para a máxima proteção contra fraturas potencialmente devastadoras e fatais", acrescentou o professor Kanis.

Contato para a mídia: Catherine Laverty, IOF. +41 79 8745208, claverty@iofbonehealth.org

Teste da IOF para determinar riscos:  https://iofbonehealth.org/iof-one-minute-osteoporosis-risk-test

Infográfico completohttp://worldosteoporosisday.org/2016-infographic

Dia Internacional de Osteoporose (WOD), observado anualmente no dia 20 de outubro, marca a campanha de um ano http://www.worldosteoporosisday.org/ #LoveYourBones

Patrocinadores oficiais do WOD: Amgen, Fonterra, Lilly, MSD, Sunsweet

A IOF (Fundação Internacional contra a Osteoporose) é a maior organização sem fins lucrativos do mundo dedicada à prevenção, ao diagnóstico e ao tratamento da osteoporose e de doenças musculoesqueléticas. http://www.iofbonehealth.org/

FONTE The International Osteoporosis Foundation (IOF)

Com apoio de craques do futebol e da Pfizer, associação médica lança campanha de esclarecimento sobre doença genética

SÃO PAULO, 19 de outubro de 2016 /PRNewswire/ -- Capaz de mobilizar torcidas e de inflamar paixões, o futebol tem canalizado esse prestígio para fazer a diferença na área da saúde. Se no passado ações envolvendo jogadores foram capazes de aumentar as doações de órgãos e de abastecer bancos de sangue no País, agora os esforços estão concentrados em chamar a atenção para uma doença genética pouco conhecida que afeta milhares de brasileiros: a polineuropatia amiloidótica familiar (PAF). 

Com apoio de craques brasileiros e da Pfizer, a Academia Brasileira de Neurologia acaba de lançar a campanha #PAUSANAPAF, que tem o objetivo de mudar o cenário de desinformação que envolve a doença e incentivar o diagnóstico precoce. Progressiva e irreversível, a PAF costuma se manifestar entre os 30 e os 40 anos, pausando completamente a vida do paciente. Após os primeiros sintomas, sem tratamento, essas pessoas sobrevivem por cerca de 10 anos.

Como os primeiros sintomas da doença se manifestam nos pés, nada mais emblemático do que contar com a participação de ídolos do futebol na campanha, entre eles o pentacampeão Cafu, que abraçou a iniciativa voluntariamente e se tornou embaixador da causa. "É muito gratificante quando conseguimos aproveitar a visibilidade do futebol para engajar as pessoas em uma causa que pode modificar completamente a vida desses pacientes", afirma.

Uma das estratégias da campanha #PAUSANAPAF é a criação de uma mobilização nas redes sociais, contando com o apoio dos jogadores e de outros influenciadores importantes na web. A ideia é desafiar o maior número possível de internautas a gravar um vídeo em que a pessoa apareça parada, por alguns segundos, em cenários com movimento ao fundo. Depois, basta postar essa "selfie pausada" nas redes sociais, como forma de estimular a busca por mais informações sobre a doença no círculo de amigos.

Ídolos do Palmeiras, como Alecsandro, Fernando Prass e Gabriel Jesus, e do Santos, entre eles Ricardo Oliveira, Renato e Elano, já aderiram ao desafio da selfie pausada. Fora do mundo do futebol, celebridades como a cantora Wanessa Camargo e a apresentadora Adriane Galisteu também divulgaram o desafio em suas redes sociais, mobilizando milhares de fãs.

A campanha #PAUSANAPAF também prevê ações presenciais em alguns estádios do País durante o Campeonato Brasileiro, com mensagens nos painéis de LED e nos telões, além de mobilizações envolvendo os jogadores.

Mais informações: 3643-2907

FONTE Pfizer

Wolters Kluwer nomeia diretor de alianças estratégicas LATAM

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O executivo Fabio Lia assume a nova posição com a missão de estabelecer parcerias entre a unidade de Efetividade Clínica e os principais fornecedores de prontuários eletrônicos do paciente, contribuindo assim para aumentar a eficácia e a qualidade do atendimento na saúde

A Wolters Kluwer, líder mundial em fornecimento de informações para profissionais e estudantes da área da saúde, acaba de nomear Fabio Lia como diretor de alianças estratégicas na América Latina para a sua unidade de Efetividade Clínica. O executivo foi contratado com o objetivo de desenvolver novas parcerias, estreitar o relacionamento com os principais fornecedores de prontuários eletrônicos de pacientes (PEP) na região e promover a integração destas soluções com os recursos de apoio à decisão clínica da companhia.

Lia começou sua carreira na área diplomática como assistente para as relações comerciais bilaterais entre o Brasil e os Países Baixos, porém, desde 2007, atua na área da saúde. Passou por empresas como GE Healthcare e Edwards Lifesciences. Mais recentemente, integrou a equipe da Cerner Corporation, sendo inclusive responsável pelo acordo de implementação do primeiro projeto da empresa no Brasil.

Além de agregar valor aos sistemas de registros do paciente e os recursos de apoio à decisão clínica, a estratégia que será conduzida pelo executivo contribuirá de maneira crucial para que as instituições de saúde alavanquem aplicação do PEP diretamente no atendimento ao paciente, promovendo desta forma, melhorias na eficácia clínica e na qualidade do atendimento prestado.

“Estou extremamente otimista e enxergo excelentes oportunidades para trabalharmos próximos aos principais players da região. Estamos dispostos a criar uma bela história em conjunto com os diferentes sistemas aqui disponíveis. Além disso, processos de acreditação e certificação como no HIMSS (organização global sem fins lucrativos focada em melhorar a saúde por meio da tecnologia da informação), Joint Comission Internacional (JCI), da Organização Nacional de Acreditação (ONA) e da Canadian Accreditation estão sendo cada vez mais priorizados em instituições de excelência e estou seguro de que, com uma parceria estratégica, podemos auxiliar os hospitais a alcançarem seus objetivos nesse sentido e ainda entregarem um melhor atendimento ao paciente”, explica o novo diretor.

A unidade de Efetividade Clínica da divisão de saúde da Wolters Kluwer engloba os recursos de apoio à decisão clínica baseados em evidência, UpToDate e UpToDate Anywhere, utilizados por mais de 1.1 milhão de médicos em 180 países e que reúnem 9.700 recomendações e 24 especialidades médicas; e também as soluções da Clinical Drug Information (Lexicomp, Med-Span e Facts & Comparisons), que auxiliam tomadas de decisões seguras a respeito de medicamentos, apoiando aproximadamente 2,7 bilhões de prescrições anualmente, suportando 13 milhões de profissionais na saúde e atendendo mais de 36 mil pacientes por dia.

Como a tecnologia pode auxiliar no gerenciamento das autorizações?

Desafios financeiros

As operadoras de saúde estão sentindo os efeitos da crise econômica no Brasil. Este cenário recessivo que engloba fatores como a perda do poder econômico da população e o desemprego, causa uma significativa diminuição na quantidade de beneficiários das operadoras de saúde. Por outro lado, agravando a situação, os custos assistenciais têm aumentado em índices superiores ao da inflação, com isso há a preocupação dos gestores com uma melhor gestão dos insumos hospitalares, exigindo modelos que impactem de maneira efetiva no custo, no acesso e na gestão da demanda aos serviços hospitalares1.

As Órteses, Próteses e Materiais Especiais (OPMEs) possuem grande importância econômica nas contas hospitalares, pois além de serem responsáveis por elevados custos de aquisição, podem apresentar perdas se não houver a devida gestão do fornecimento e eventual retorno dos materiais não utilizados2. O custo de OPME pode chegar a 10% do sinistro total das operadoras e, segundo estudo feito pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), realizado em uma operadora no estado de São Paulo, mostra que as OPMEs representam 38,6% do custo assistencial3.

Com esta relevância financeira faz imperativo a implantação de sistemas que permitam o controle total do processo de liberação de internações eletivas que utilizem OPME.

Para a sustentabilidade do sistema de saúde brasileiro, o investimento em tecnologia apresenta benefícios que extrapolam os ganhos individuais dos hospitais e operadoras, sendo elemento essencial de uma estratégia nacional para a saúde, fornecendo condições para um novo patamar de Governança Corporativa e maior integração entre os sistemas de saúde público e privado4.

Para garantir a efetivação das solicitações tempestivamente em relação as necessidades dos beneficiários e as regras estabelecidas pela ANS, assim como permitir o controle da utilização e prover as informações para os gestores e para os órgãos reguladores da saúde, faz-se necessário um sistema informatizado de gestão de processos (workflow).

A melhoria dos processos para a autorização de internações e uso de OPME pressupõe a disponibilização das informações necessárias para o analista dar início do processo; a eliminação ou redução de atividades complexas e a otimização dos procedimentos possibilitando a melhor gestão de processos, eliminando tarefas que antes eram executadas por diferentes pessoas ou grupos e assegurar que as sequências do fluxo de trabalho padrão sejam aplicadas automaticamente, garantindo total controle desde a compra, fornecimento, utilização e eventual retorno.

Referências:

  1. Gomes, Cherchiglia, Machado, dos Santos, de Assis Acurcio & Andrade, 2014.
  2. Nardino, Dalcul, & Gil, 2011.
  3. Silva, Amanda Reis Almeida, 2014, Série IESS – 0049-2014 - A importância de Materiais e Medicamentos nos gastos médicos: dados de uma operadora no período de 2007 a 2012.
  4. ANAHP, 2015.