faz parte da divisão da Informa PLC

Este site é operado por uma empresa ou empresas de propriedade da Informa PLC e todos os direitos autorais residem com eles. A sede da Informa PLC é 5 Howick Place, Londres SW1P 1WG. Registrado na Inglaterra e no País de Gales. Número 8860726.

Hospitais e organizações de saúde da América Latina usam tecnologias para apoiar a tomada de decisões clínicas

medico2

O câncer é uma questão importante de saúde na América Latina. Segundo a Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer (AIPC), vinculada à Organização Mundial da Saúde (OMS), a cada dois minutos, cinco pessoas são diagnosticadas com câncer na América Latina. A região possui 1,4 milhão de novos casos por ano e a doença continua aumentando.

A Argentina, por exemplo, tem uma taxa de incidência de 217 casos por 100.000 habitantes, sendo o câncer de mama o maior em termos de ocorrência: mais de 19.000 casos por ano, representando 17% de todos os tumores malignos e quase um terço dos cânceres femininos, segundo INC (Instituto Nacional do Câncer). O Brasil ocupa a segunda maior incidência de câncer de mama dentre todos os países, com 62,9 casos por 100 mil habitantes, segundo o Instituto Nacional do Câncer (INC).

O câncer de mama é o segundo tipo que mais afeta as mulheres no Brasil, representando cerca de 25% de todos os cânceres que afetam as mulheres. No México, o câncer de mama é o câncer mais frequente, excluindo o câncer de pele não melanoma, para ambos os sexos, e o primeiro na classificação de novos casos, de acordo com o Global Cancer Observatory.

Estas são algumas das várias instituições na América Latina que estão usando a tecnologia IBM para apoiar a tomada de decisões clínicas:

Fleury (Brasil) - O Fleury oferece à população o Oncofoco, o primeiro exame disponível na América Latina que usa inteligência artificial na elaboração de um laudo detalhado e personalizado para pacientes com câncer. Após sequenciamento do DNA, as informações são analisadas pela plataforma de bioinformática do laboratório. Watson recebe esses resultados e gera um relatório com possíveis medicamentos, terapias e estudos clínicos disponíveis e indicados para o caso. Um laudo final é elaborado por médicos e equipe técnica para ser enviado ao paciente. Esta análise permite um melhor diagnóstico de precisão atrelado à melhor terapia disponível para pacientes com câncer (casos complexos ou que não respondem aos tratamentos tradicionais).

KAENZ (Chile) - Pensando em pacientes com câncer que estão sendo tratados com quimioterapia e também em gestantes, pessoas com obesidade, mobilidade reduzida e problemas neurológicos, três cinesiologistas chilenos criaram uma terapia de exercício aquático de baixo impacto chamada KAENZ. É um kit composto por uma boia que cabe na cintura e permite que a pessoa caia verticalmente na piscina, um par de pesos, fones à prova d’água e lentes de realidade virtual que também podem ser submersas; e um revestimento que também permite que você coloque o smartphone na água. Com essas lentes de realidade mista, que são lentes aumentadas e virtuais, é possível acessar um terapeuta virtual que lhe dirá quais exercícios a fazer, de acordo com sua condição. Graças à tecnologia IBM Watson, o aplicativo que transmite os incentivos dos exercícios obtém o registro médico do paciente, identifica a doença ou condição física e prepara o trabalho e a intensidade específicos. É possível saber quando subir, diminuir a velocidade ou interromper a carga de trabalho.

1Doc3 (Mexico) - A startup criou esse aplicativo de orientação virtual de saúde, 1Doc3, com Watson, em rodando na IBM Cloud, para responder às várias pesquisas sobre saúde que as pessoas fazem todos os dias na internet. O desafio do 1DOC3 é fornecer melhores conselhos gratuitos de médicos verificados a essas consultas anônimas e tornar a coleta de todo esse conhecimento útil ao ecossistema de saúde para fins de prevenção.

DOers (Argentina) - A DOers criou o assistente cognitivo virtual Diana, que trabalha como treinador de saúde para pacientes com diabetes e apoia os médicos no monitoramento e personalização de seus pacientes. O aplicativo móvel está hospedado na nuvem IBM e usa os recursos de inteligência artificial do IBM Watson para interagir usando linguagem natural e ajudar as pessoas com diabetes em seu tratamento.

Hospital de câncer infanto-juvenil é o primeiro a alcançar certificação de excelência

hospital-oncologico-infantil-para

O Hospital Oncológico Infantil é primeiro da rede pública de saúde no Pará com atendimento à oncologia pediátrica a alcançar o nível máximo da certificação de qualidade concedida pela Organização Nacional de Acreditação (ONA)

A rede de hospitais públicos do Pará deu mais um passo em direção ao reconhecimento da qualidade dos serviços prestados à população. A partir de agora, o Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo, em Belém, é mais um a receber o selo Acreditado com Excelência ONA 3, o nível mais alto de qualidade concedido pela Organização Nacional de Acreditação (ONA), às instituições de saúde do país que apresentem uma gestão integrada e uma assistência segura e de qualidade aos usuários.

Gerenciado pela Pró-Saúde Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar, o Hospital, considerado referência para o diagnóstico e tratamento especializado de crianças e adolescentes com câncer no Pará, se torna o primeiro do Sistema Único de Saúde (SUS), no segmento de oncologia pediátrica, a conquistar a certificação ONA 3.

No Pará, além do Oncológico Infantil, outras três unidades públicas de saúde possuem a certificação de excelência: o Hospital Regional do Baixo Amazonas (HRBA), em Santarém; o Hospital Regional Público da Transamazônica (HRPT), em Altamira; e o Hospital Público Estadual Galileu (HPEG). Todas as unidades alcançaram o padrão de excelência assistencial por meio da gestão realizada pela Pró-Saúde, sendo que o Oncológico Infantil e o Galileu conquistaram a certificação ONA 3 neste ano.

Nesta sexta-feira (18), em meio às comemorações pela passagem do Dia das Crianças e do aniversário de quatro anos do Hospital Oncológico Infantil (12), a diretoria da Unidade anunciou oficialmente para colaboradores, usuários e autoridades locais dos poderes Executivo e convidados, a homologação do resultado da auditoria realizada entre os dias 17 e 19 de setembro.

A secretária Adjunta de Gestão de Políticas de Saúde, Ivete Gadelha Vaz, acompanhou as comemorações pelo aniversário do Hospital, ressaltou a exemplo do Oncológico Infantil como necessidade de expansão das certificações de qualidade. “Para o Governo do Estado e para a Secretaria de Estado de Saúde é uma grande satisfação esse reconhecimento recebido pelo Hospital Oncológico Infantil. E que essa qualificação possa se estender por todos os hospitais gerenciados pela Pró-Saúde no estado do Pará que, sem dúvidas, será um ganho para todos.”

“Quando o Hospital começou a funcionar, optamos em trabalhar de uma forma diferente, valorizando a história dos pacientes, dos colaboradores e a cultura de cada um deles para entregar uma assistência de qualidade e de referência para o Brasil”, destacou Alba Muniz, diretora Hospitalar do Oncológico Infantil.

Para o diretor Operacional da Pró-Saúde no Pará, Rogério Kuntz, a conquista da ONA 3 reforça a importância do Hospital Oncológico Infantil para o Estado.

“Hoje podemos dizer que esse hospital é o maior e melhor do Brasil em oncologia. São conquistas, prêmios e certificações que servem como modelo de gestão assistencial humanizada a ser seguidos por outras unidades e que são corroboradas com o reconhecimento da população e principalmente dos usuários quando chegamos a taxas de satisfação superiores a 95%’, complementou o diretor.

Sobre a Pró-Saúde

A Pró-Saúde é uma entidade filantrópica que realiza a gestão de serviços de saúde e administração hospitalar há mais de 50 anos. Seu trabalho de inteligência visa a promoção da qualidade, humanização e sustentabilidade. Com 16 mil colaboradores e mais de 1 milhão de pacientes atendidos por mês, é uma das maiores do mercado em que atua no Brasil. Atualmente realiza a gestão de unidades de saúde presentes em 23 cidades de 11 Estados brasileiros — a maioria no âmbito do SUS (Sistema Único de Saúde). Atua amparada por seus princípios organizacionais, governança corporativa, política de integridade e valores cristãos.

A criação da Pró-Saúde fez parte de um movimento que estava à frente de seu tempo: a profissionalização da ação beneficente na saúde, um passo necessário para a melhoria da qualidade do atendimento aos pacientes que não podiam pagar pelo serviço. O padre Niversindo Antônio Cherubin, defensor da gestão profissional da saúde e também pioneiro na criação de cursos de Administração Hospitalar no País, foi o primeiro presidente da instituição.

Programa de Trade Marketing da InterPlayers supera 6 mil farmácias

relator-quer-equilibrio-em-mp-que-flexibiliza-presenca-de-farmaceuticos.jpg
- Shutterstock

O programa capacita farmácias para maior rentabilidade e melhor atendimento aos consumidores

Nos últimos anos, as farmácias sofreram uma gigantesca mudança em suas atividades. Os consumidores passaram a ser mais exigentes. A variedade de produtos na loja cresceu de forma exponencial e múltiplos programas de fidelização e acesso ao tratamento passaram a ser disponibilizados. Tudo isto, aliado a alta rotatividade das equipes que atingiu 6,17 em 2018 conforme dados do IBGE, vem impactando a rentabilidade deste varejo.

No setor de saúde, a evolução tecnológica tem impacto direto na assistência ao paciente e no desenvolvimento de novas terapias e medicamentos.  Em um segmento que pressupõe a interligação de processos e stakeholders diversos, as farmácias precisam ter uma gestão eficiente e, ao mesmo tempo, aproveitar o potencial da indústria 4.o para aprimorar seus serviços.   Este conceito engloba as principais inovações de automação, controle e TI, e foi com base neles que a InterPlayers, o HUB de negócios de saúde e bem-estar, estruturou o Programa Mais Clientes, direcionado as farmácias. A iniciativa, que já integra mais de 6 mil estabelecimentos, utiliza soluções de capacitação e treinamento e atua em três frentes: operacional, comercial e gestão.

“O Portal da Drogaria, nosso canal para os programas de fidelização e acesso ao tratamento conta com mais de 300 mil usuários entre farmacêuticos e balconistas com 21 páginas vistas por segundo” informa Arnaldo Sá, presidente da Interplayers.

O Programa Mais Clientes, uma ação de trade marketing empreendida pela Interplayers, tem por objetivo otimizar o atendimento aos consumidores e fortalecer a parceria entre as farmácias e as indústrias farmacêuticas, por meio da conscientização dos proprietários e capacitação dos times das farmácias para maior efetividade nos programas de acesso ao tratamento oferecidos pela indústria farmacêutica. Para isso, os participantes contam com infográficos demonstrando a performance comparativa de cada loja contra o mercado, um portal com conceitos e dicas, vídeos e e-books de treinamento, canal de suporte diferenciado, auxílio na busca por novos programas da indústria, suporte técnico para interface com os programas e informações exclusivas para melhor gerenciamento das vendas

“O programa Mais Clientes tem como objetivo preparar as farmácias para competir num mercado em constante evolução e cada vez mais profissionalizado” comenta Arnaldo. “Por meio da tecnologia, aproximamos as farmácias da indústria farmacêutica, para que ambas possam aproveitar as vantagens oferecidas e atender a população com mais qualidade, gerando um círculo virtuoso de crescimento”, conclui.

E não para por aí. A Interplayers está preparando a segunda fase desta inovadora ação, agora focada no Pharmalink Online, o portal da empresa que atende compradores de mais de 70.000 farmácias em todo território nacional. O ano de 2020 promete ser de muita evolução do segmento varejista farmacêutico.

Sobre a InterPlayers

O HUB de negócios da saúde e bem-estar, é, desde 2002, um importante núcleo de soluções para o setor pela criação de modelos de negócios aderentes as demandas as indústrias, distribuição, varejo e pacientes/consumidores. Conta com seis marcas em seu portfólio: Pharmalink, Ponto Extra, ECS, Entire, SevenPDV e Vitale.

Como ser consistente na transformação digital?

Como ser consistente na transformação digital?

A Active Solutions empresa especializada em tecnologia e infraestrutura para medias e grandes corporações foi reconhecida por organismo internacional na adoção de modelos de maturidades para a transformação digital em saúde, seu background em governança na condução de SGSI ( Sistema de Gestão de Segurança da Informação) e SGPD ( Sistema de Gestão de Proteção de Dados) potencializará as estratégias das instituições em melhorar a segurança da informação hoje mandatório com a surgimento de novas regulamentações, sua parceria com grandes players tal como a HPE - Hewlett Packard Enterprise e sua subsidiária Aruba Networks alinhado aos guias providos pela Himms Analytics promoverá soluções alinhados com projetos de transformação digital conectado a plano que conduzira aos maiores estágios em maturidade de tecnologia aplicado a saúde.

A transformação digital já é uma realidade incontestável no mundo. Pessoas fazem transações bancárias por aplicativos, trabalham a distância conectadas à internet e trocam dados por acessos digitais. No meio disso tudo, o setor da saúde também tem sido altamente impactado em todos os pontos da cadeia de valor.

Do prontuário à adoção de ferramentas habilitadas digitalmente para diagnósticos e tratamentos de doenças, a transformação é grande comparada ao passado. Porém, ainda há um oceano azul a ser explorado.

Segundo Mark E. Gilbert, diretor da Gartner, apenas 52% das organizações de saúde têm um programa digital ao redor do mundo. Em contrapartida, é percebido que apesar de buscarem avançar, existe uma lacuna entre as metas de negócios digitais e sua capacidade de execução.

Diante desse cenário, trouxemos neste artigo os pontos sensíveis que precisam ser considerados pelos gestores de organizações de saúde em direção à transformação digital. Acompanhe!

Rota em direção à transformação digital

1 – Entenda o cenário da organização

Para avançar em níveis de maturidade digital é preciso fazer um bom planejamento e o primeiro passo para isso é analisar o atual funcionamento da organização em que você está. Avalie as lacunas de digitalização, determine aonde a empresa quer chegar, especifique prazos, estabeleça prioridades e indicadores de desempenho durante a transformação digital.

Nessa hora, contar com referências externas é relevante. Para apoiar no processo de digitalização, a HIMSS (Healthcare Information and Management Systems Society) conta com modelos de maturidades, entre eles destacamos o INFRAM(Infraestructure Adoptions Model e EMRAM (Electronic Medical Record Adoption Model). Utilizado mundialmente, ele determina a maturidade digital em organizações de saúde com base em uma pontuação de 0 a 7. Quanto maior o número, mais avançada está a organização.

2 – Envolva a liderança

Toda a liderança precisa estar envolvida e comprar a ideia da transformação digital, não apenas os gestores ligados diretamente ao projeto. Isso porque o dia a dia de toda a empresa será afetado, em maior ou menor grau, por novos sistemas e processos.

Sem esse apoio pode haver dificuldade de implementação dos conceitos e os resultados positivos irão demorar mais para serem vistos – o que tende a colocar em xeque todo o esforço do projeto. Durante a execução, reúna a liderança para discutir o progresso da transformação e garantir o engajamento também das equipes que estão sob o guarda-chuva dos líderes envolvidos.

3 – Cuide da cultura da organização

Existe um consenso entre os agentes de transformação digital, independentemente da indústria: a mudança de cultura é o maior obstáculo enfrentado durante toda a jornada. É imperativo investir tempo e esforço no engajamento da equipe, no desenvolvimento de seu conhecimento e entendimento digital, sem contar no treinamento para o uso da tecnologia.

A expectativa em torno da liderança é de um estímulo a enfrentar as mudanças em relação aos antigos processos e também dar aos seus funcionários a oportunidade de compartilhar ideias que apoiem esse momento de transformação do negócio.

4 – Escolha a tecnologia

Não faltam tecnologias para serem aplicadas para melhorar o sistema de saúde: do Big Data à inteligência artificial, passando pelo blockchain e realidade aumenta. Contudo, é preciso ter atenção para não se perder em meio a tantas possibilidades quando o primeiro passo é conseguir que os dados da organização sejam facilmente consultados, estar preparado para o quantidade de novos dispositivos que estão sendo conectados à rede IoMT ( Internet of Medical Things) é crescente e impacta diretamente na experiência do usuário e melhoria na gestão hospitalar, sensores que localizam rastreiam dispositivos médicos e localiza pessoas melhorarão a dinâmica e eficiência hospitalar, reduzindo custos e perdas diversas. Ou seja, é preciso pensar grande em relação à meta da transformação digital, porém agir pequeno em relação aos degraus que precisam ser alcançados e amadurecidos.

5 – Fique atento à segurança de dados

Garantir a confidencialidade e a integridade dos dados médicos é um dever fundamental, e quando esses dados estão em diversos locais na instituição sabemos o quão desafiador, medidas técnicas e organizacionais precisam ser revisadas constantemente, dispositivos hospitalares estão conectados a rede e em sua maioria sem o conceito de segurança by design exigindo soluções como NAC e UEBA onde o mercado tem adotada dentro de uma proposta de medical device security elevando o contexto de segurança para soluções hospitalares.

A LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) já foi aprovada e entrará em vigor no Brasil em agosto de 2020. A nova legislação dá mais poder aos cidadãos, em relação aos seus dados. Na prática, isso quer dizer que as empresas, de qualquer área, só poderão trabalhar com dados das pessoas se tiverem autorização expressa para isso. Logo, será preciso rever políticas, como os formulários preenchidos quando alguém faz atendimento em uma clínica médica, por exemplo.

Para cumprir a LGPD, os estabelecimentos médicos também deverão se adaptar em relação à segurança. O uso de sistemas dotados com criptografia, para evitar que dados pessoais vazem é algo que necessita ser implementado.

Braço forte para ajudar empresas de saúde na jornada de transformação digital, a Active Solutions com seu time de especialistas prepara cada passo dessa fase, levando ao melhor estágio de governança de dados que processos, pessoas e tecnologias juntas possam permitir.

Atenta aos desafios, a Active Solutions é consolidada na área da tecnologia e investe constantemente em inovação. Com experiência em ambientes de redes, mobilidade, segurança da informação e datacenter, seus modelos de governança e suas novas ofertas em LGPD foram criadas a fim de entregar soluções personalizadas e inteligentes às demandas do mercado.

Além da alta performance e tecnologias de ultima geração, a Active Solutions também valoriza o trabalho dos colaboradores da saúde, enfatizando a humanização deste setor e mais bem-estar para os pacientes. Por isso, as soluções oferecidas são desenvolvidas com o propósito de salvar vidas – otimizando os processos de gestão a fim de diminuir o porcentual de falhas e auxiliar a rotina administrativa com dados globais para resultados assertivos, segurança da informação e mais produtividade.

O que você espera do futuro tecnológico na saúde? Deixe sua opinião nos comentários!

[EBOOK] Transformação digital na saúde - Aruba | Active Solutions

Principais dúvidas esclarecidas aqui

 

Esse e-book foi desenvolvido para esclarecer possíveis dúvidas e expandir o seu conhecimento para as vertentes da tecnologia na área da saúde. Especialmente, trazer informações relevantes acerca da conexão entre o digital e a saúde.

 

Preencha o formulário e esclareça as suas principais dúvidas sobre a transformação digital na saúde.

Oferecimento

 

Em caso de dúvidas, consulte nossa Politica de Privacidade e nossa Politica de Cookies.

Registre-se para fazer download desse recurso

Registrar-se como membro da Saúde Business lhe dá acesso a conteúdo premium incluindo webinars, whitepapers e muito mais.

Empresas são prejudicadas com banimento de contas pelo Whatsapp

whatsapp
Flickr | WhatsApp / iOS

Decisão impacta negócios das farmácias de manipulação, que têm permissão da Anvisa para atendimento e venda remota de produtos e medicamentos

Em meio à Era Digital, milhões de pessoas se mantêm conectadas por meio de celulares e realizam a maior parte dos contatos dessa maneira. Por isso, muitas empresas passaram a atender seus clientes por meio de aplicativos de comunicação.

Entretanto, diversos empresários do setor de farmácias de manipulação vêm sendo surpreendidos com o bloqueio e banimento de seus números no WhatsApp, principal aplicativo de mensagens usado no Brasil – de acordo com o relatório mais recente da empresa de análise de mercado App Annie, estima-se que o programa tenha cerca de 200 milhões de usuários mensais no país.

De acordo com o diretor executivo da Associação Nacional dos Farmacêuticos Magistrais (Anfarmag), Marco Fiaschetti, essas ações estão impactando negativamente todo um setor. “As farmácias realizam um trabalho fundamental para a saúde da população, dentro das normas da Anvisa e das demais autoridades, que reconhecem a importância do atendimento remoto no acesso dos pacientes a esse serviço. Com os bloqueios, inúmeros pacientes estão tendo dificuldades para pedir orçamentos e verificar a disponibilidade nas farmácias”, afirma.

Diante da arbitrariedade desses bloqueios indistintos, a Anfarmag entrou na justiça representando as farmácias de manipulação associadas. A associação recebeu os primeiros relatos de farmácias que tiveram seus números bloqueados em 3 de outubro e, alguns dias depois, já eram centenas de casos. Muitos empresários alegam que estão sendo bloqueados sem nenhuma notificação prévia. “Isso está gerando prejuízos incalculáveis, tanto às empresas, quanto aos clientes, que, de uma hora para outra, perderam a conexão conosco”, relata o farmacêutico e proprietário da Farmácia Biológica, em Cuiabá, Célio Fernandes.

O empresário conta ter sido banido do WhatsApp Business na última semana. “Desde então, tenho buscado entender o que houve, mas não obtive nenhuma resposta oficial”, completa. A categoria “Negócios” do software foi justamente desenvolvida com recursos para empresas automatizarem, classificarem e responderem rapidamente as mensagens de clientes.

Além dos impactos financeiros, as farmácias de manipulação alegam falta de transparência da companhia americana ao executar a recente decisão. “O WhatsApp pertence ao megagrupo Facebook, que detém os mais populares programas de comunicação mundiais. Por agirem de forma tão irresponsável, devemos levantar uma reflexão: até que ponto esse monopólio impacta negativamente os cidadãos. Apenas no nosso caso, são milhares de consumidores que não estão conseguindo ter o mesmo acesso de antes às farmácias de manipulação, que preparam medicamentos e produtos farmacêuticos personalizados para a saúde e, muitas vezes, de urgência”, conclui Marco Fiaschetti.

Debate entre especialistas em RH, em São Paulo, discute como as gerações devem se preparar para o mercado de trabalho do futuro

it-forum-2

Saber ouvir e expor o ponto de vista com empatia, não é uma competência que está presente nas grades curriculares. Mas é uma “competência do futuro”. E pode ser desenvolvida, sobretudo na convivência no trabalho, diz Du Migliano, CEO da 99jobs, startup que redesenhou a forma como as organizações e as pessoas se conectam, baseando-se em crenças e valores.

A conexão com o outro contribui para a realização do desejo que os jovens têm de se sentir útil e trabalhar com propósito e, assim, superar os desafios que essa geração está enfrentando agora, momento de grande transformação das relações de trabalho, pela revolução tecnológica. “Se a gente entender que as empresas não operam apenas para gerar lucro, mas sim, são uma plataforma de desenvolvimento, e que todo o conhecimento que está sendo gerado ali é para desenvolver pessoas, teremos resultado com propósito. E isso gera lucro. Quando criamos espaços de aprendizado, e damos desafios legais para as pessoas resolverem juntas, ela se sentem úteis e ouvidas”, explica Migliano, que possui 4 milhões de usuários em sua plataforma de recrutamento.

Learning Agility

Uma skill que o mercado de trabalho não vai deixar de exigir é a Learning Agility, ou agilidade de aprendizagem. Uma pesquisa da Korn Ferry, consultoria de gestão fundada na Califórnia, em 1969, e presente em 52 países, aponta que apenas 15% da força de trabalho no mundo desenvolveu a agilidade de aprendizagem. Para o especialista em recrutar líderes da consultoria, Antônio Mendonça, aprender coisas novas com agilidade e de forma constante passa a ser uma das habilidades mais importantes para que os profissionais consigam lidar com qualquer desafio complexo que venha a surgir.

“E, por outro lado, as empresas têm que entender que será comum ver os jovens trabalhando em duas empresas ao mesmo tempo, em paralelo, como em um modelo de Market Place. E, assim como eles vão escolher trabalhar em companhias com proposito sólido, eles vão escolher quando irão embora também. Estudos mostram que as novas gerações irão trabalhar em 20 empresas. Elas terão uma carreira em espiral. Serão capazes de antecipar, drivar, acelerar, construir parcerias e confiança no ambiente de trabalho”, diz.

Meta Learning

Mas além das transformações tecnológicas, o que está acontecendo para o mercado exigir um novo tipo de profissional?

De acordo com Anderson Pereira, CEO da Universia Brasil, este século precisa mais de cérebros do que de braços. “O Brasil do século XX não conseguiu capacitar os cidadãos para aprender a pensar e, mesmo assim, prosperamos, porque o mercado de trabalho precisava mais de braços do que de cérebros. Agora, vivemos o oposto. O mercado de trabalho vai exigir muito mais uma habilidade cognitiva do que manual. Portanto, nosso desafio como sociedade será capacitar a maior quantidade de cérebros possíveis para os desafios do século XXI. Neste século, serão necessárias competências como aplicar o conhecimento e criatividade em conjunto, realizar trabalho em equipe, ter resiliência, saber tomar riscos, além de “meta learning”, ou seja, aprender a aprender, que é de fato como você se relaciona com o mundo e com os outros”.

Isso exige pensar que o conceito de “ex-aluno” não existe mais. Vamos ser alunos a vida toda e a todo momento. E o mix do que estamos aprendendo e estudando vai transformar as relações de trabalho.

E como distribuir esse conhecimento em escala? Segundo Anderson, a educação terá que ser encarada como um desafio global. “Será necessário que todos os agentes da sociedade, e não só as universidades, estejam unidos para capacitar essas pessoas para o trabalho e para viver em um mercado extremamente complexo”.

Antônio Mendonça completa que estamos presenciando que as universidades não têm mais o monopólio do conhecimento. Hoje ele está disponível em vários lugares e para todos. E as empresas também estão entendendo isso. Haja vista a tendência do aumento do número de contratações sendo feitas sem a exigência tradicional da formação universitária. “As empresas estão muito mais abertas a identificar pontos fortes nos profissionais que vão além da faculdade que cursou. Empresas vanguardistas colocaram os conceitos de UX e customer centricity dentro do RH. E estão contratando para valer no mercado”.

Previsões para o futuro

Esse ritmo acelerado de mudança, na visão do especialista em gestão da mudança e desenvolvimento organizacional, Marcelo Nóbrega, tende a exigir que as pessoas estejam preparadas para correr riscos. “Por não sabermos exatamente como a tecnologia vai nos impactar, nos sentimos ansiosos, achando que as coisas vão piorar. Mas não vão. É natural que as gerações passem por isso em momentos de grandes mudanças. Daqui a pouco vamos entender como conciliar o talento humano com a eficiência das máquinas e tirar o que tem de melhor dos dois lados, e vamos voltar ao patamar de produtividade”, diz.

Fazer previsões sobre o que mais vai ser importante no futuro é um exercício complexo. “Mas posso dizer a essa geração que: corra riscos, saia da zona de conforto, trabalhe em empresas diferentes, viaje para conhecer outras realidades e se adaptar a elas”, orienta Nóbrega, que investe em 4 empresas brasileiras atualmente.

Telemedicina e Gestão

startups-de-saude-gestao-de-clinicas

Com o uso inteligente e eficaz dos recursos tecnológicos a Telemedicina possibilita diagnosticar, prevenir e promover a saúde das pessoas, além de proporcionar uma visão

Atualmente a tecnologia está de braços dados com inúmeras atividades profissionais. É inegável que seu avanço contribui para qualidade do trabalho, economiza tempo, possibilita um controle mais eficaz dos custos e proporciona condições de gestão de praticamente todos os serviços em tempo real.

O dia a dia de um gestor no sistema de saúde é marcado pela preocupação em prover o melhor e mais rápido atendimento aos pacientes. Conforto, qualidade e segurança são essenciais quando o assunto é gente. As pessoas precisam estar no centro da atenção e cuidado.

Neste sentido, a Telemedicina é uma das grandes aliadas para entrega de excelência, pois garante maior agilidade e qualidade no atendimento, possibilitando que os gestores de saúde organizem melhor o trabalho nos hospitais.

Quer um exemplo? Com a prática da telemedicina os médicos podem dedicar tempo às consultas e cuidados com o paciente enquanto recebem os laudos de exames realizados pelos médicos especialistas à distância. É possível ainda ter uma segunda opinião médica para suporte à decisão quanto à conduta terapêutica.

Além de telediagnóstico, teleconsulta e teleinterconsulta, a Telemedicina, como instrumento de inovação e avanço tecnológico, possibilita uma análise precisa de dados e conteúdo. A partir dos dados estruturados, pode-se gerar relatórios, pirâmides populacionais, tabelas de diagnósticos, horários de pico nas realizações de exames, tempo de resposta do laudo médico, quantidade de exames laudados em determinado período, entre outros.

Quando todas essas informações são correlacionadas o gestor de saúde pode tomar decisões mais assertivas que impactam em racionalização de custo e qualidade. Os dados colhidos também podem embasar pesquisas, uma vez que a equipe médica utiliza a análise de dados para publicar artigos e trabalhos em congressos de grande impacto na comunidade científica.

É um caminho sem volta: população, médicos, rede pública, hospitais, clínicas, empresas e, principalmente, paciente: todos se beneficiam do uso da telemedicina.

Não é simplesmente adotar novas tecnologia, mas sim conseguir promover mudanças significativas em estruturas socioeconômicas, culturais e comportamentais para disseminar as melhores práticas de assistência em saúde. estratégica da saúde populacional de qualquer região.

Sobre a autora

Elaine Alcântara é diretora da ITMS do Brasil e possui mais de 20 anos de experiência na área de gestão da saúde por meio da Telemedicina.

Diretor Geral do Einstein é o novo vice-presidente da Anahp

henrique-neves-diretor-geral-manager-hospital-albert-einstein

Henrique Neves assume a posição registrando a importância do aprimoramento da experiência do paciente e da eficiência do sistema do setor hospitalar

A Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp) elegeu para ocupar a sua vice-presidência Henrique Neves, Diretor Geral do Hospital Israelita Albert Einstein. O executivo, que já atuava no Conselho de Administração da entidade na atual gestão, é Diretor Geral do Einstein há 13 anos, com passagens anteriores pela Shell e Brasil Telecom. Ele substitui a Ary Ribeiro, atual CEO do Hospital Sabará, e que deixou o Conselho da Anahp este mês.

“A Anahp tem um planejamento estratégico estabelecido, com prioridades claras de atuação, que refletem o seu compromisso histórico com a qualidade. Foi sob essa bandeira que ela foi criada há quase 20 anos.”, declarou o executivo.

Henrique Neves afirmou que o seu papel é de contribuir para o avanço da agenda da Anahp, que prioriza ampliar o acesso, tornar o sistema de saúde mais eficiente e melhorar a experiência do paciente.

“O sistema de saúde privado do Brasil, que é parte importante do PIB brasileiro e tem ampliado a sua força de trabalho nos últimos anos, se beneficiaria com a melhoria do ambiente econômico e regulatório de suas atividades. Por outro lado, é importante não esquecer as profundas desigualdades existentes no Brasil e de que forma uma melhor integração entre o publico e o privado pode contribuir para reduzi-las”, conclui.

Hospital Santa Izabel conquista mais alta certificação HIMSS

Hospital Santa Izabel

Mais um cliente MV torna-se Hospital Digital

Ao conquistar selo internacional que garante status de Hospital Digital, a instituição hospitalar mais antiga do Estado da Bahia entra para o grupo de instituições que possuem a mais alta certificação concedida pela Healthcare Information and Management Systems Society (HIMSS). Fundado em 1549, o Hospital Santa Izabel, que integra a Santa Casa da Bahia, tem agora a chancela que não só atesta seu elevado nível tecnológico e capacidade de digitalização de dados, como também sua qualidade assistencial e segurança no atendimento aos pacientes.

Referência em 39 especialidades, como Cardiologia, Oncologia, Otorrinolaringologia, Ortopedia, Pediatria e Neurologia, o Hospital Santa Izabel, investiu em infraestrutura e inovações tecnológicas para eliminar o uso de papel, integrar todos os setores, usufruir 100% das funcionalidades do prontuário eletrônico do paciente, facilitar a comunicação entre os profissionais de Saúde e melhorar a experiência do paciente. Utilizando desde 2016 o SOUL MV, a instituição integrou à plataforma de gestão hospitalar da MV equipamentos para checagem eletrônica de medicamentos à beira-leito, ferramentas de apoio à decisão clínica, soluções de gerenciamento eletrônico de documentos, aparelhos de monitoramento de sinais vitais, dentre outras tecnologias.

Segundo Carlos Nestor Passos, gerente de TI da Santa Casa da Bahia, não é fácil realizar um projeto como esse em um hospital de alta complexidade com mais de 500 leitos, mas a conquista do estágio máximo da HIMSS com o apoio da MV já era uma meta estratégica da instituição. “O conceito de Hospital Digital transcende o uso de tecnologias e envolve a satisfação dos nossos clientes e profissionais. Entendendo a TI como fundamental ao processo assistencial, todo o investimento que fizemos foi também pensado na melhoria da experiência dos envolvidos no cuidado à saúde e na segurança dos processos hospitalares.”

Para o provedor da Santa Casa da Bahia, Roberto Sá Menezes, “cuidar das pessoas é nossa missão e disponibilizar aos baianos uma assistência cada vez melhor faz parte do nosso compromisso, o que inclui investimentos em tecnologia para oferecer um atendimento de excelência, seguro, moderno e acolhedor”.

Sobre a MV

Norteada pela missão de tornar a Saúde mais humanizada e eficiente por meio da TI, a MV oferece há mais de 30 anos soluções para hospitais, clínicas, operadoras de planos de Saúde, centros de medicina diagnóstica e redes de Saúde pública e privada. Líder nacional em desenvolvimento de softwares de gestão para a Saúde, a empresa construiu um legado no sistema brasileiro. São mais de 1500 instituições utilizando as soluções MV para oferecer eficiência, agilidade, precisão e segurança na prestação de serviços na Saúde.  E esse número cresce a cada ano, sobretudo, com a expansão da atuação na América Latina e os reconhecimentos internacionais da qualidade das soluções MV. Para saber mais, acesse o site. Acompanhe-nos também no FacebookTwitter e LinkedIn.