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Síndrome de Burnout, empreendedorismo e inovação no mundo corporativo

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A sociedade moderna mudou a forma de ver e encarar o trabalho. Se antes o indivíduo trabalhava apenas para suprir as suas necessidades básicas e as da sua família, hoje ele busca um propósito maior. E isso tem feito toda a diferença. Hannah Arendt, filósofa alemã, já falava em seu livro ‘A Condição Humana’ sobre a "vita activa existente nos tempos atuais", em que o indivíduo se empenha ativamente em realizar algo em prol da sociedade e não apenas subsistir no mundo. Um dos pilares desse conceito seria a forma de ver o trabalho como uma maneira de atingir o seu propósito e de estar envolvido com a produção de algo maior que si mesmo, com reconhecimento pessoal no mundo.

É inevitável dizer que essa nova maneira de pensar traz diferentes consequências e benefícios para o mundo. Mas ao mesmo tempo em que há a busca incessante para um propósito e para um bem comum, o mercado de trabalho também impõe que o indivíduo produza cada vez mais rápido e melhor. A corrida por um novo cargo, para ser mais produtivo ou para inventar um produto novo virou o pesadelo de muitos colaboradores que, devido à exaustão por horas trabalhadas, acabam desenvolvendo a Síndrome de Burnout. Popularizada recentemente, a Síndrome de Burnout se refere a um conjunto de sintomas caracterizados por: sinais de exaustão emocional, estresse, perturbações gastrointestinais, transtornos cardiovasculares e sofrimentos psicossociais, como a depressão, que pode, inclusive, levar o indivíduo a tirar a própria vida.

Embora não haja um número exato sobre mortes por excesso de trabalho, o Japão, por exemplo, tem buscado medidas de prevenção ao suicídio e exaustão no trabalho. Entre elas, o governo passou a sugerir que os trabalhadores tirem a manhã de segunda-feira livre ou até mesmo que as empresas desliguem a eletricidade de seus prédios no horário de fechamento, evitando que os empregados façam horas extras. Logo, mais do que esperar pela proteção das leis trabalhistas, é importante que o próprio empregador entenda que a qualidade de vida do seu funcionário está positivamente correlacionada com a performance da empresa. Afinal, um colaborador saudável performa muito melhor que um doente.

É necessário desenvolver alternativas mais estratégicas para deixar o colaborador satisfeito, com qualidade de vida e feliz com o seu equilíbrio profissional e pessoal. E nem sempre falamos de remuneração e prêmios. Proporcionar saúde e bem-estar aos funcionários no próprio ambiente de trabalho agrega valor tanto para a qualidade de vida do colaborador quanto para o ambiente de trabalho e pode acontecer através de diferentes formatos e iniciativas, como por exemplo: adotar horários flexíveis de acordo com a demanda de cada um deles, oferecer serviços de beleza ou de massagens, espaços de relaxamento, opções de lazer no escritório, grupos de estudos e incentivar a prática de exercícios físicos.

Mas como essas estratégias podem favorecer o outro lado, o empregador? Quando um colaborador está infeliz com o seu emprego, além de desenvolver sintomas de Síndrome de Burnout e ter baixa produtividade, esse acaba procurando outro emprego. Isso é inevitável. O aumento de rotatividade, também conhecida como turnover, dói diretamente no bolso do empregador dado que recursos humanos e financeiros foram investidos em (i) recrutamento, (ii) treinamento e (iii) estratégias de retenção de talentos. Sem contar com o conhecimento e processos que se perdem quando alguém sai da empresa, ou ainda com o impacto que isso gera na cultura e clima do time.

Em si, isso já demonstra o quanto que os empregadores precisam se preocupar mais com a saúde e qualidade de vida do seu colaborador. Não apenas para reter talentos, mas para fazer parte do desenvolvimento pessoal e profissional do colaborador. Sem dúvida, empregadores com visão de longo prazo entendem que precisam manter os seus colaboradores por um longo período. Além disso, uma cultura de segurança psicológica, facilitada por canais de abertura para o colaborador expor as suas demandas e frustrações, geram transparência e confiança entre a relação empregado e empregador.

Sobre o autor

João Henrique Vogel, CFOO e cofundador da Cuidas, startup que leva médicos e enfermeiros às empresas.

Sabará tem novo CEO

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O Hospital recebeu recentemente nova reacreditação da JCI e foi eleito um dos melhores exclusivamente pediátricos pela América Economia

O Sabará Hospital Infantil, referência nacional e de alta complexidade para tratamento de crianças e adolescentes, apresenta aos seus cuidadores, equipes e corpo clínico o novo CEO – Chief Executive Officer da Instituição. Dr. Ary Ribeiro é médico, com especialização em Cardiologia e Fisiologia Clínica e Phd em Ciências Médicas pelo Instituto Karolinska, Estocolmo, Suécia. É também formado como Conselheiro de Administração pelo Instituto Brasileiro de Governança Corporativa.

Dr. Ary atua como gestor em Saúde desde o início do ano 2000 e durante 10 anos foi diretor médico na Clínica São Vicente e no Hospital Pró-Cardíaco, ambos na cidade do Rio de Janeiro. Em 2010, foi convidado pela Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein para gerir a Unidade Perdizes Higienópolis, em São Paulo, onde permaneceu até abril de 2013. Na sequência, assumiu a Superintendência de Serviços Ambulatoriais e Comercial do Hospital do Coração - HCor. E ainda, atuou como Conselheiro de Administração da Anahp, sendo sua última contribuição como Vice-Presidente do Conselho.

Ele chega para dar continuidade na missão do Hospital de excelência em saúde por meio da assistência, e assim construir uma infância saudável para uma sociedade melhor. O Sabará recebeu recentemente nova reacreditação da Joint Commission International, (JCI) – o mais importante órgão acreditador de qualidade de instituições de saúde no mundo, reforçando seu compromisso com a qualidade e com a prestação de cuidados de saúde segura e eficaz. E foi eleito um dos melhores Hospitais exclusivamente pediátricos segundo a revista chilena América Economia em 2019.

Para o Dr. José Luiz Egydio Setúbal, presidente da Fundação que leva o seu nome e na função interinamente até o momento, “Dr. Ary, com toda sua experiência adquirida em outras instituições, vai nos apoiar muito no projeto de expansão tanto do Hospital Sabará quanto do Instituto Pensi”.

Aprender a conversar é uma das habilidades mais importantes para o profissional do futuro

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Soft Skills serão mais importantes que habilidades técnicas para a empregabilidade

O mercado de trabalho passa por uma intensa transformação impulsionada pela evolução tecnológica, por mudanças sociais como a intensificação da inserção das mulheres e pela busca por maior diversidade dentro das companhias. Neste contexto, as Softs Skills ganham ainda mais importância na hora de contratar um profissional. O tema foi debatido em um dos painéis do IT Fórum X, que acontece entre os dias 16 e 17 de outubro, em São Paulo.

Diferente das Hard Skills - habilidades mais técnicas, ligadas diretamente à profissão, como o uso de um determinado software, por exemplo, - as Softs Skill estão relacionadas ao comportamento. Comunicação, resiliência, lidar com pressão, trabalho em equipe, empatia, e confiabilidade são alguns dos exemplos das características cada vez mais procuradas nos processos seletivos. As habilidades técnicas são ensinadas em cursos de formação profissional e costumam ser o foco da atenção da maioria das pessoas. Por outro lado, as Softs Skills estão no topo das exigências na hora da contratação. Por isso, devem estar no radar de quem pretende ter uma carreira de sucesso no futuro.

A boa notícia é que essas habilidades comportamentais também podem ser desenvolvidas com autoavaliação, inserções propositais em ambientes que exijam uma mudança de postura e busca por diálogo com pessoas com visões de mundo bem diferentes.

Com este novo cenário, aprender a conversar é uma das competências mais relevantes para o profissional do futuro. “Precisamos nos conectar com o outro para entender os desafios que nos são apresentados. Todos os espaços estão se tornando sistemas complexos e, para reduzirmos essa complexidade, a gente precisa se conectar mais com o indivíduo como um todo. A ferramenta mais simples para fazer isso é puxar conversa”, avalia Eduardo Migliano, CEO da 99jobs.

Ele diz que “a todo e qualquer momento, se você está em alguma situação que poderia ter sido diferente ou melhor, puxar as pessoas envolvidas para conversar é a melhor solução de todas. Antes de comentar com o colega, fazer uma fofoca, julgamento ou se precipitar, avaliando a pessoa de forma errada, sente para conversar. Isso resolve 99% dos problemas, no entanto, na maioria das vezes, as pessoas não escolhem essa opção como forma de resolver algo".

De acordo com o também fundador da empresa de recrutamento especializada em conectar organizações e colaboradores com matching de crenças e valores, “todo espaço é de aprendizado. Se a gente entender que a empresa não é apenas para gerar lucro, nós iremos dar um salto na humanidade como um todo. A gente tem que entender que a empresa é uma plataforma de desenvolvimento e que tudo que está sendo gerado ali é para desenvolver pessoas. E isso gera resultado, ou seja, consequentemente, lucro. E essa estratégia está ligada ao fato de que as pessoas se conectam por meio da busca por estar o tempo todo se sentindo úteis e ouvidas. Se as empresas se repensarem para a criação desse espaço de aprendizado, terão um caminho mais longínquo”, frisa Migliano.

Durante o debate no IT Fórum X sobre Soft Skills, outras competências destacadas como habilidades do profissional do futuro foram: o autoconhecimento, para conseguir analisar aonde estão as próprias necessidades de evolução; capacidade de aprender constantemente e a adaptabilidade, para se inserir nas mudanças constantes das companhias e da sociedade como um todo. Além de Eduardo Migliano, também participaram do painel Viviane Lusvargui (Cidade Matarazzo), Marcelo Nóbrega (investidor anjo), Antônio Mendonça (Kern Ferry) e Anderson Pereira (Universia Brasil).

Pesquisa do Cetic.br aponta que 69% das UBS possuem um sistema eletrônico para registro das informações dos pacientes

Pesquisa do Cetic.br aponta que 69% das UBS possuem um sistema eletrônico para registro das informações dos pacientes

TIC Saúde 2018 mostra ainda que a disponibilização de serviços de telessaúde foi maior nos estabelecimentos públicos em relação aos privados

Em 2018, 69% das Unidades Básicas de Saúde (UBS) possuíam um sistema eletrônico para registro das informações dos pacientes. Além disso, 65% mantiveram os prontuários dos pacientes em formato totalmente ou parcialmente eletrônico, enquanto 35% o fizeram apenas em papel. Os dados são da sexta edição da pesquisa TIC Saúde, lançada nesta quinta-feira (17/10) pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), por meio do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br) do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br). A divulgação dos indicadores e da publicação aconteceu em São Paulo durante o painel “A importância de medições e indicadores para o aprimoramento das políticas públicas do setor de saúde” promovido dentro do workshop "Computação Científica, Visualização de Dados & Analytics na Medicina na Era do Big Data".

“As UBS são a porta de entrada para o sistema de saúde. No entanto, a adoção das novas tecnologias e sistemas de informação pelas UBS ainda encontra barreiras relacionadas a infraestrutura, como a falta de computador e de acesso à Internet”, destaca Alexandre Barbosa, gerente do Cetic.br. Em 2018, 10% das UBS não tinham computadores e 20% não tinham acesso à Internet. Em um universo de 40.500 UBS, essa proporção corresponde a cerca de 3,9 mil e 4,2 mil, respectivamente.

Contemplando todos os estabelecimentos de saúde públicos (incluindo as UBS) com acesso à Internet, 66% deles possuíam algum tipo de sistema eletrônico para registro de informações dos pacientes em 2018 – número que chegou a 80% nos estabelecimentos privados. Em relação à forma de armazenamento dos prontuários, 10% dos locais públicos mantiveram apenas em formato eletrônico; 38% exclusivamente em papel; e 51% em ambas as formas. Nos estabelecimentos privados, os números foram 25%, 17% e 56%, respectivamente.

As funcionalidades mais presentes nos estabelecimentos de saúde foram as de natureza administrativa, quando comparadas com as informações de suporte à decisão e de troca de informações. Agendamento de consultas, exames ou cirurgias estavam disponíveis em 53% dos estabelecimentos públicos e 56% nos privados; gerar pedidos de materiais e suprimentos em 50% dos estabelecimentos públicos com acesso à Internet, e 39% nos privados. Funcionalidades de suporte à decisão como diretrizes clínicas, alertas e lembretes sobre alergia a medicamentos ou contraindicação estavam presentes em cerca de um quarto do total dos estabelecimentos de saúde com acesso à Internet.

Infraestrutura e Gestão TIC

Os dados da pesquisa TIC Saúde 2018 também revelam o uso de computadores (91%) e acesso à Internet (83%) nos estabelecimentos públicos de saúde, e nos privados, se manteve estável (99% em ambos os casos) em relação ao ano anterior. Além da disparidade em relação a esfera administrativa, o acesso à Internet nos estabelecimentos de saúde também foi distinto conforme a região: aquelas com percentual mais baixo são Norte (80%) e Nordeste (82%).

Em relação à segurança e proteção dos dados, a pesquisa aponta que 19% dos estabelecimentos públicos e 27% dos privados possuíam algum documento que define uma política de segurança. Ferramentas de segurança da informação como criptografia de e-mails (27% público e 56% privado) e da base de dados (24% público e 35% privado) ainda permanecem como as com menores percentuais de uso pelos estabelecimentos de saúde.

Serviços on-line oferecidos aos pacientes e telessaúde

Os serviços on-line mais disponibilizados pelo total de estabelecimentos para acesso dos pacientes foram agendamento de consultas (26%), agendamento de exames (27%) e visualização de resultados (26%). O destaque ficou para os estabelecimentos sem internação que apresentaram uma tendência de alta na disponibilização de agendamentos on-line, passando de 18%, em 2016, para 29%, em 2018.

Seguindo a tendência apresentada nos anos anteriores, a disponibilização de serviços de telessaúde foi maior nos estabelecimentos públicos em relação aos privados, principalmente no que diz respeito à educação a distância em saúde (37% nos públicos contra 12% nos privados) e atividades de pesquisa a distância (29% nos públicos contra 8% nos privados).

A 6ª edição da pesquisa apresenta novos indicadores de serviços de telessaúde, como teleconsultoria (29% nos públicos e 11% nos privados), segunda opinião formativa (17% nos públicos e 5% nos privados) e telediagnóstico (22% nos públicos e 4% nos privados). “Um melhor aproveitamento do potencial da telessaúde é essencial para a busca de uma real universalização dos serviços prestados”, acrescenta Barbosa.

Adoção das TIC entre médicos e enfermeiros

A pesquisa aponta que apenas 25% dos enfermeiros e 19% dos médicos declararam ter realizado algum curso relacionado à área de informática em saúde nos 12 meses que antecederam a pesquisa. Em geral, profissionais de estabelecimentos privados realizam mais cursos nessa área, quando comparados com os dos estabelecimentos públicos. Segundo a percepção de médicos e enfermeiros, entre os impactos mais mencionados em relação ao uso de sistemas eletrônicos estão: a melhoria na eficiência dos processos de trabalho das equipes (92% para ambos) e a percepção de que os sistemas eletrônicos proporcionam uma maior eficiência no atendimento (89% para enfermeiros e 84% para médicos). Além disso, apenas 29% dos enfermeiros e 34% dos médicos concordaram que os recursos financeiros para investimento em sistemas eletrônicos eram suficientes para as necessidades do estabelecimento.

Sobre a pesquisa

A pesquisa TIC Saúde tem o objetivo de investigar a penetração das TIC nos estabelecimentos de saúde e sua apropriação por profissionais de saúde (médicos e enfermeiros). Em sua sexta edição, a pesquisa entrevistou 2.387 gestores de estabelecimentos de saúde localizados em todo o território nacional. Além disso, foram entrevistados 1.697 médicos e 2.716 enfermeiros vinculados a estes estabelecimentos. A coleta de dados ocorreu entre julho e novembro de 2018, para os gestores, e para amostra dos profissionais de saúde, a coleta de dados foi realizada entre setembro de 2018 e fevereiro de 2019.

Para acessar a pesquisa na íntegra, assim como rever a série histórica, visite o site. Leia a publicação anual, e compare a evolução dos indicadores a partir da visualização de dados.

Sobre o Cetic.br

O Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação, do NIC.br, é responsável pela produção de indicadores e estatísticas sobre a disponibilidade e o uso da Internet no Brasil, divulgando análises e informações periódicas sobre o desenvolvimento da rede no País. O Cetic.br é um Centro Regional de Estudos, sob os auspícios da UNESCO.

Sobre o Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR – NIC.br

O Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR — NIC.br é uma entidade civil, de direito privado e sem fins de lucro, que além de implementar as decisões e projetos do Comitê Gestor da Internet no Brasil, tem entre suas atribuições: coordenar o registro de nomes de domínio — Registro.br, estudar, responder e tratar incidentes de segurança no Brasil — CERT.br, estudar e pesquisar tecnologias de redes e operações — Ceptro.br, produzir indicadores sobre as tecnologias da informação e da comunicação — Cetic.br, implementar e operar os Pontos de Troca de Tráfego — IX.br, viabilizar a participação da comunidade brasileira no desenvolvimento global da Web e subsidiar a formulação de políticas públicas — Ceweb.br, e abrigar o escritório do W3C no Brasil.

Sobre o Comitê Gestor da Internet no Brasil – CGI.br

O Comitê Gestor da Internet no Brasil, responsável por estabelecer diretrizes estratégicas relacionadas ao uso e desenvolvimento da Internet no Brasil, coordena e integra todas as iniciativas de serviços Internet no País, promovendo a qualidade técnica, a inovação e a disseminação dos serviços ofertados. Com base nos princípios do multissetorialismo e transparência, o CGI.br representa um modelo de governança da Internet democrático, elogiado internacionalmente, em que todos os setores da sociedade são partícipes de forma equânime de suas decisões. Uma de suas formulações são os 10 Princípios para a Governança e Uso da Internet.

Com três anos de vida, Oral Unic atinge 49 unidades e receita de R$ 91 milhões em 2018

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Rede de clínicas odontológicas nasceu com conceito premium para se diferenciar no mercado e hoje oferece aos seus franqueados o maior tíquete médio e o maior faturamento mensal médio por unidade

Com o maior tíquete médio por paciente do setor de franquias odontológicas -- R$ 6 mil -- e o maior faturamento médio mensal por unidade -- R$ 400 mil -, a Oral Unic vem se destacando no segmento. Fundada em 2016 pelo dentista Nadim Farid Nicolau Neto, a rede de franquias tem hoje 49 unidades abertas em dez estados do Brasil, e até o fim do ano serão 60 clínicas em funcionamento. No total, já são 91 unidades vendidas, e a cada mês quatro novas unidades são inauguradas em média.

O faturamento da Oral Unic também cresce a passos largos. Em 2018, a rede chegou a uma receita de R$ 91 milhões, e a expectativa é encerrar 2019 com R$ 215 milhões de faturamento. O bom resultado alcançado pela Oral Unic é consequência de uma oportunidade de negócio detectada por Nadim no setor de serviços odontológicos, que movimenta R$ 14 bilhões por ano no país.

Enquanto surgiam, no Brasil, diversas clínicas odontológicas com atendimento popular, ele teve a ideia de lançar uma rede de franquias que se diferenciasse de tudo o que já existia. Assim, a Oral Unic nasceu com um conceito premium, para atender clientes das classes C e B com a mais moderna tecnologia do mercado e serviços de qualidade. “Ficamos oito meses estudando o segmento para descobrir como poderíamos ser diferentes do que já existia no mercado odontológico”, explica Nadim.

Montar uma unidade da Oral Unic requer investimento de R$ 950 mil e um espaço de cerca de 400 metros quadrados. Cerca de R$ 200 mil vão somente para a compra de equipamentos odontológicos, incluindo um de raio-x panorâmico, que normalmente só é encontrado em laboratórios. “É um equipamento de R$ 90 mil e todas as nossas clínicas têm.” Além disso, as unidades têm salas pré e pós-operatório e um centro cirúrgico completo, com desfibrilador e monitor cardíaco. “Optamos por trabalhar com os melhores produtos do mercado.”

Com esse posicionamento, a Oral Unic oferece todos os serviços odontológicos aos seus pacientes, desde uma limpeza até as modernas lentes de contato dental. O carro-chefe, hoje, são os implantes, que respondem por 70% do faturamento das unidades. Os serviços podem ser parcelados pelo cliente em até 20 parcelas, dependendo do valor do tratamento.

Em função de seu crescimento acelerado, a Oral Unic foi selecionada, em 2019, para participar do programa ScaleUp da Endeavor, uma organização global de apoio ao empreendedorismo. Foram 12 empresas selecionadas entre 150 inscritas. Agora, a Oral Unic vai receber mentoria para escalar o negócio mais rapidamente.

SER DENTISTA É CONDIÇÃO PARA VIRAR FRANQUEADO

No modelo desenhado pela Oral Unic, um dos sócios da operação precisa ser dentista. Ao entrar para a rede, o novo franqueado passa por um treinamento de imersão de três dias em Itajaí, onde fica a sede da franqueadora. Cada unidade emprega de 13 a 20 pessoas entre colaboradores diretos e indiretos.

Um dos diferenciais da rede para o franqueado é que a taxa de royalties é cobrada sobre o faturamento “base caixa”. Isso significa que se a unidade vendeu um serviço parcelado, os royalties só serão cobrados em cima da receita que efetivamente entrar no caixa da operação no mês.

SOBRE A ORAL UNIC

Rede de franquias de clínicas odontológicas premium fundada em 2016 pelo dentista Nadim Farid Nicolau Neto. Em 2019, tem 49 unidades abertas e até o final do ano serão 60. O faturamento da rede chegou a R$ 91 milhões em 2018.

Santas Casas pleiteiam aprovação de proposta para angariarem R$ 125 mi/ano

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Propositura pede que 25% das emendas parlamentares sejam para as entidades

Diante da magnitude do papel das Santas Casas e hospitais filantrópicos na Saúde – mais de 50% do atendimento público depende dessas entidades – as instituições estão trabalhando firmemente para que a ALESP (Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo) aprove proposta que possibilitaria o encaminhamento de R$ 125 milhões por ano ao setor. A importância do pleito foi reforçada pela Fehosp (Federação das Santas Casas e Hospitais Beneficentes do Estado de São Paulo) à deputados estaduais, em reunião na ALESP, na última quarta-feira (16). A propositura solicita que 25% das emendas parlamentares impositivas destinadas à Saúde sejam encaminhadas às Santas Casas e Hospitais Beneficentes. Hoje, 50% dos recursos que podem ser propostos e encaminhados pelos deputados são voltados à área da Saúde.

Faltando pouco para a aprovação do orçamento estadual para 2020, em dezembro, as entidades intensificarão o pedido junto aos parlamentares. “Já estamos trabalhando junto à Comissão de Saúde e de Orçamento e agora vamos trabalhar na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) para que a gente consiga aprovar essa propositura. Temos um caminho a percorrer na Assembleia, mas vemos uma boa vontade muito grande dos deputados estaduais”, falou o Diretor-Presidente da Fehosp, Edson Rogatti.

Na reunião na ALESP, estiveram presentes o presidente da Casa, Cauê Macris (PSDB); o presidente da Comissão de Finanças, Orçamento e Planejamento, Wellington Moura (Republicanos); a líder do PSDB na Assembleia e membro da Comissão de Finanças, Orçamento e Planejamento, Carla Morando; e os integrantes da Comissão de Saúde, deputados Coronel Nishikawa (PSL) e Itamar Borges (MDB).  Participaram ainda o provedor da Santa Casa de São Bernardo do Campo, Antonio de Padua Chagas e, representando o Hospital Carlos Fernando Malzoni, de Matão, o Diretor Presidente João Carlos Marchesan e a superintendente Denise Minelli.

Santas Casas SUStentáveis

Na ocasião, a Fehosp também ressaltou a necessidade de ampliação do programa Santas Casas SUStentáveis, com a destinação de 0,6% de recursos do orçamento estadual para a ação.

Instituído em 2014, a iniciativa, que atualmente atende 68 instituições das 430 existentes no Estado, classifica os hospitais em três tipos: hospitais estruturantes, de referência em atendimentos complexos, como cirurgias cardiovasculares e torácica, hemodiálise e neurocirurgias, que recebem repasse 70% superior ao pago pelo SUS; hospitais estratégicos, de médio porte, que recebem mais 40%; e hospitais de apoio, de pequeno porte, com repasse de 10%.

“Queremos ter uma emenda no orçamento, carimbada, para aumentar esse programa, que só tem no Estado de São Paulo e é um exemplo para o Brasil. Inclusive, vamos apresentar esse modelo ao ministro da Saúde, para que seja avaliada sua viabilização para todo o país”, salientou Rogatti.

“Metade das Santas Casas estariam fechadas se não fosse esse programa”, lembrou o deputado Itamar Borges.

Hospital YES tem sua pré-inauguração no Dia dos Médicos

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Hospital está equipado e preparado para realizar todos exames de diagnósticos e cirurgias de alta complexidade

Dia 18 de outubro é comemorado o dia dos médicos e também foi a data escolhida pela equipe diretiva do Hospital YES, para a primeira abertura de suas instalações às autoridades locais, médicos e parceiros. Com investimento de 300 milhões de reais, o Hospital tem 20 mil m2 de área construída, contando com sete andares, 240 leitos, pronto-atendimento adulto e infantil, unidades de terapia intensiva adulto e pediátrica, centro cirúrgico, centro de diagnósticos, laboratório de análises clínicas, centro hemodinâmico, unidade coronariana, serviço de medicina hiperbárica e, em uma segunda etapa, maternidade e centro obstétrico.

Com o objetivo de associar alta tecnologia com atendimento humanizado, o Hospital YES vai contar com uma equipe médica e de enfermagem altamente qualificadas, além de adotar uma eficiente estrutura de facilities com foco no bem-estar do paciente, com serviços e setores integrados. “Isso proporciona um fluxo inteligente de pacientes e mais dinamismo entre os setores, agilizando principalmente o atendimento aos pacientes em estado crítico”, diz Dr. Yeh Lun Chun, diretor clínico e técnico, com mais de 30 anos de experiência na área de saúde.

O setor de tecnologia da informação (TI), que recebeu investimento de 3 milhões, também foi pensado para otimizar comunicação e recursos, como gerenciamento de leitos, transporte de pacientes, rastreamento de equipamentos e dados, acesso a prontuários, tempo de espera em pronto atendimento, entre outros benefícios. “O Hospital irá utilizar o que há de mais recente em tecnologia hospitalar. Oferecer recursos tecnológicos aos profissionais e pacientes é uma maneira de garantir satisfação e fidelização”, diz Erik Shiniti, diretor da EDS Consult, especializada em tecnologia da saúde.

O Hospital YES fica a 2 km do Centro de Itapevi e do município de Jandira, que fazem parte da microrregião de Osasco, na região metropolitana de São Paulo. Situada a 35 km da capital paulista, a região de Itapevi é limitada pelos municípios de Jandira, Barueri, Cotia, Santana do Parnaíba, Vargem Grande Paulista e São Roque.  “Escolhemos esta área porque além de ser um importante parque industrial, com destaque para a área farmacêutica, é um ponto estratégico perto de municípios importantes com grande concentração de pessoas na área urbana. Há uma necessidade de atendimento médico de excelência não somente para emergências, mas também para exames de diagnóstico, consultas e cirurgias complexas.

Outra vantagem para o município, é o aumento de mais postos de trabalho”, diz a diretora administrativa do Hospital YES, Ko Chia Lin, que há 20 anos trabalha na área de gestão hospitalar. A abertura oficial do Hospital, com início dos serviços e atendimento ao público será na primeira quinzena de dezembro, deste ano de 2019.

Sobre o Hospital YES

O Hospital YES surgiu na intenção de se tornar referência em tecnologia aliada ao atendimento humanizado na região metropolitana de São Paulo, visando a melhoria da saúde e qualidade de vida.

Philips e Elsevier lançam parceria

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Philips e Elsevier lançam parceria para proporcionar maior segurança ao paciente e melhorar a efetividade clínica

A integração do Philips Tasy com protocolos clínicos Order Sets da Elsevier reforça a prática da medicina baseada em evidências e foca em reduzir a variabilidade no atendimento

A padronização da prestação de cuidados, a redução de testes e tratamentos desnecessários e o controle dos custos associados aos procedimentos médicos são alguns dos objetivos de hospitais em todo o Brasil. De acordo com o Anuário da Segurança Assistencial Hospitalar, a cada hora 6 pessoas morrem no Brasil por conta de eventos adversos graves e, destes óbitos, 4 poderiam ser evitados com a execução dos procedimentos corretos. Uma forma de diminuir tais eventos adversos é inserir dentro dos prontuários eletrônicos plataformas de apoio à decisão clínica baseadas em evidências que promovem um tratamento com maior qualidade e mais seguro para o paciente e para os profissionais de saúde ao mesmo tempo em que apoiam a gestão no controle e redução de custos.

Pensando neste cenário do sistema de saúde, a Philips e a Elsevier estabeleceram uma parceria com o objetivo de melhorar os resultados de desempenho da equipe clínica, minimizar o tempo e os recursos necessários para criar, gerenciar e atualizar os conjuntos de prescrições e promover uma melhor experiência do paciente. Isso será possível através da integração do prontuário eletrônico Philips Tasy com as soluções Order Sets - que será lançado no Connect Day 2019,e o Care Planning – que será lançado em Janeiro – ambos da Elsevier.

O Order Sets é uma solução intuitiva baseada em nuvem que permite que os médicos criem, revisem e gerenciem conjuntos de pedidos em um ambiente colaborativo. Por sua vez, o Care Planning abrange toda a equipe interdisciplinares (enfermeiros, nutricionistas, fisioterapeutas etc) fornecendo conteúdo que apoie nas ações de cada profissional. Ambos são baseados em evidências e acessados interativamente na prescrição e/ou no prontuário eletrônico.

A parceria Philips e Elsevier objetiva ajudar as organizações a melhorarem a segurança e a qualidade da assistência médica. A integração do Order Sets com o Tasy será apresentada durante o Philips Connect Day, que acontece nos dias 22 e 23 de outubro, em São Paulo. No evento, a Elsevier e a Philips demonstrarão a integração e explicarão o projeto de implementação que é de rápida execução e de alto valor agregado para clínicas e hospitais.

“O suporte à decisão clínica tem um alto impacto nas crescentes discussões e necessidades em torno de cuidados baseados em valor, e o Order Sets realmente suporta a decisão no tratamento e conduz à conformidade e a promoção de melhores cuidados. Projetamos o Order Sets para trazer protocolos clínicos em formato de prescrição na busca de padronizar a prestação de cuidados para reduzir complicações evitáveis, erros e estadas prolongadas do paciente, melhorando a experiência do paciente, evitando testes, tratamentos e procedimentos desnecessários.”, explica Claudia Toledo, Diretora de Clinical Solutions da Elsevier.

Na busca de levar constantemente a inovação a seus clientes, a Digisystem é a primeira empresa brasileira a se tornar parceira da Elsevier na oferta desta solução. Durante o Connect Day, a Digisystem levará um time de especialistas até o estande para demonstrar os benefícios da utilização da ferramenta Order Sets integrada ao sistema Tasy. “Queremos ofertar para nossos clientes novas tecnologias e conteúdos clínicos que garantam maior eficiência e segurança no cuidado ao paciente” explica Mendel Sanger, Diretor Executivo da área da Saúde da Digisystem.

Além do estande com a demonstração, o Connect Day traz o executivo internacional Robert Nieves, Vice-Presidente mundial de Informática em Saúde da Elsevier, que fará uma palestra com o tema “Trazendo evidências ao ponto de atendimento”. Serão apresentados conteúdos atualizados, confiáveis e baseados em evidência que podem colaborar com a qualidade do atendimento ao paciente e à sustentabilidade das instituições de saúde.

“O cuidado baseado em valor é o equilíbrio entre o melhor resultado possível para o paciente e o tratamento mais eficaz em termos de custo. Falar sobre cuidados baseados em valores é mostrar o retorno do investimento”, explica Robert Nieves. A palestra do executivo no Philips Connect Day acontece no dia 22 às 18h10, no Fecomércio, em São Paulo, e a inscrição para participar já pode ser feita através do site.

Inteligência artificial como aliada da Medicina Diagnóstica

Inteligência artificial como aliada da Medicina Diagnóstica

Grupo Pardini tem projetos que trazem conceitos da Industria 4.0 e Internet das Coisas. As inteligências artificial e analítica vão ao encontro da genômica.

É um caminho sem volta. A Inteligência Artificial chegou há alguns anos para automatizar atividades operacionais, melhorar a experiência dos consumidores, oferecer assistência em tempo real, padronizar e facilitar a mineração de dados. Seu uso na área da saúde é relativamente novo, mas os resultados já demonstram o quanto pode agregar no setor, quiçá na Medicina Diagnóstica, auxiliando efetivamente na tomada de decisão do corpo clínico.

O mercado já se convenceu disso e os investimentos e soluções começam a crescer em ritmo exponencial. No Grupo Pardini, uma das maiores empresas de Medicina Diagnóstica do Brasil, os projetos de IA neste ano foram direcionados para a área de Diagnóstico de Imagem, Interoperabilidade, atendimento ao cliente e backoffice. Aumento de produtividade, foco no cliente e redução de custos foram otimizações obtidas. Já houve algumas evidências, que permitem auxiliar o médico em diagnóstico em Imagem. Mas ainda está em fase de experimentação para ser aplicada na rotina diagnóstica.

O maior investimento em tecnologia foi dedicado ao Projeto Enterprise. A IA está presente na automação, nos softwares e equipamentos técnicos das esteiras produtivas da nova planta laboratorial, fruto do projeto, que já está rodando em fase de teste. Prestes a iniciar a entrega para o mercado, o Enterprise representa a maior automação laboratorial do mundo, que vai praticamente dobrar a capacidade produtiva do Hermes Pardini. Maior qualidade, menor custo e diminuição no tempo do resultado do exame também são vantagens da sistematização. A iniciativa inovadora se traduz em benefícios para toda cadeia de valor na saúde: resultados mais rápidos, mais precisão e total rastreabilidade.

O paciente e sua jornada são a razão de ser da transformação e dos avanços. A transformação digital é o meio para a transformar o negócio e o cliente continua sendo o centro e a razão para que toda esta transformação ocorra. Esse cenário traz ainda uma mudança na cultura organizacional, na medida em que se busca uma aproximação simples, intuitiva e fluida de se relacionar com o cliente. A companhia recebeu uma menção honrosa do Facebook como a primeira empresa de saúde no mundo a disponibilizar resultados de exames e laudos, de forma segura, pelo WhatsApp. Isso demonstra na prática, o real interesse de dar maior fluidez ao relacionamento com os clientes.

Foi necessário investir fortemente no mapeamento da jornada dos clientes. A partir daí, tecnologias e boas práticas emergentes como IA, Machine Learning, Analytics, Interoperabilidade e Agile foram incorporadas ao dia a dia de trabalho, como meio para melhoria da experiência com o Grupo.

Grandiosamente, 90% de cerca de 8.000 exames oferecidos no portfólio da empresa já possuem automação de ponta a ponta. Agora, o próximo passo é aprimorar e fazer melhor uso de toda essa massa de terabytes gerados diariamente (são mais de 10 milhões de exames por mês). O Data Center suporta armazenar 2.000 tb, além da capacidade disponível em cloud privada.

A correlação de dados, análise preditiva e a personalização dos exames são os próximos caminhos da medicina diagnóstica. É para esse lado que o Grupo vai seguir. Além disso, neste momento a companhia trabalha em três novas unidades transformacionais de negócio que já nascem preparadas para a economia digital: Medicina Personalizada, Toxicologia e Anatomia Patológica. A orientação a dados e métodos ágeis completarão a transformação do negócio. Um menor custo para o sequenciamento genético, cruzamento de dados e maior velocidade de processamento deste mapeamento são exemplos de como a tecnologia pode contribuir.

Até onde a inteligência artificial pode chegar na atuação da medicina diagnóstica? Ela pode ajudar na literatura disponível nos quatro cantos do mundo, pode fazer a correlações de dados diversos (big data), sugerir ou indicar exames e tratamentos, dar suporte à decisão clínica. A visão de futuro é trabalhar a individualidade da saúde de cada paciente, com um alto grau de personalização que gere evidências de quem tratar, quando tratar e como tratar.

A segurança, claro, é um outro grande investimento. O Grupo tem uma área de cyber security dedicada exclusivamente a segurança de dados, de acordo com Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais.

Com mesma tecnologia, médicos administram consultório e atualizam conhecimento

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Medicina Direta, fornecedora de prontuário eletrônico, fez parceria com InforMED para disponibilizar conteúdo clínico em sua plataforma

É indiscutível que a tecnologia remodelou o setor de saúde. Hoje, os médicos possuem diversas ferramentas que os auxiliam no dia a dia, tanto no tratamento dos pacientes quanto na gestão de seu consultório. A questão é saber quais fontes são importantes e como ter acesso a estes recursos em uma mesma plataforma.

Uma pesquisa realizada pela agência McCann Health com médicos brasileiros reforça essa ideia: 99% dos profissionais de saúde acreditam que a tecnologia facilitou o trabalho clínico. O principal benefício é a possibilidade de se manter atualizado às tendências na área: 85% deles utilizam a Internet para realizar cursos online.

Ter acesso a estas tecnologias otimiza e melhora o atendimento ao paciente. O estudo TIC Saúde 2018, realizada pelo Cetic.br (Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação), mostra que quatro em cada dez médicos brasileiros reduziram a carga de trabalho com o uso de computador e acesso à Internet durante as consultas.

“O prontuário eletrônico tem que ser mais do que um repositório de dados. Assim, podemos auxiliar ainda mais os profissionais de saúde”, explica Tiago Delgado, sócio-fundador da Medicina Direta.

A empresa, especializada em gestão e serviços digitais para clínicas e consultórios, fez parceria com InforMED, plataforma da editora Manole totalmente em português que disponibiliza informações sobre interações medicamentosas, artigos, publicações e até aulas em vídeo aos usuários.

Dessa forma, os usuários podem acessar os conteúdos diretamente do prontuário eletrônico. O objetivo é auxiliar médicos e demais profissionais a realizarem atendimentos com mais rapidez e qualidade, oferecendo uma fonte de informação confiável, segura e acessível no próprio sistema da empresa.

“No futuro, estamos trabalhando para que seja possível cruzar as informações clínicas do paciente com o conteúdo do InforMED para otimizar ainda mais o atendimento”, conclui Delgado.