Resultados do estudo Fase III- COLUMBUS em pacientes com melanoma com mutação BRAF são apresentados no Congresso Anual da Sociedade para Pesquisa sobre Melanoma

CASTRES, França, 10 de novembro de 2016 /PRNewswire/ -- Hoje, no Congresso Anual da Sociedade para pesquisa do melanoma, a Pierre Fabre anunciou os primeiros resultados do importante estudo Fase III- COLUMBUS que avaliou a combinação de binimetinibe mais encorafenibe (bini/enco) em pacientes com melanoma com mutação BRAF.  O estudo alcançou seu objetivo primário, pois a combinação de bini/enco melhorou consideravelmente a sobrevida livre de progressão (SLP), comparado com vemurafenib, inibidor de BRAF, em monoterapia. No geral, a combinação de bini/enco foi bem tolerada, e os eventos adversos (EAs) relatados foram consistentes com os resultados de estudos clínicos publicados anteriormente com a combinação bini/enco em pacientes com melanoma com mutação BRAF.

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"Os resultados do estudo COLUMBUS apresentados hoje, que incluem: sobrevida livre de progressão, taxa de resposta, intensidade da dose e segurança da combinação, mostraram resultados sólidos e consistentes  em vários desfechos, reforçando  a combinação de binimetinibe com  encorafenibe como uma opção potencial e atrativa de tratamento para pacientes com melanoma com mutação BRAF", afirmou Keith T. Flaherty, M.D., diretor do Termeer Center for Targeted Therapy, Massachusetts General Hospital, e professor de medicina da Harvard Medical School.

Na análise do objetivo primário, a mediana da SLP para pacientes tratados com a combinação de bini/enco foi de 14,9 meses, comparado com 7,3 meses para pacientes tratados com vemurafenibe em monoterapia; HR= 0,54, (IC 95%  0,41-0,71, p



SLP mediana Comitê independente– 


SLP mediana Investigadores – análise local 

Bini/Enco vs. Vemurafenibe

 

 


Bini/Enco

Vemurafenibe


Bini/Enco

Vemurafenibe


14,9 meses

7,3 meses


14,8 meses

7,3 meses


HR (95% CI):0,54 (0,41-0,71); 
P


HR (95% CI): 0,49 (0,37-0,64); 
P

A combinação de bini/enco também demonstrou aumento na taxa de resposta (TR= resposta completa mais resposta parcial), bem como mediana de duração de resposta favorável, mediana da intensidade da dose maior, resposta consistente em pacientes com tratamento prévio com imunoterapia e melhor qualidade de vida.


TR Comitê independente

TR Investigadores

Bini/Enco

63% (95% CI:  56-70%)

75% (95% CI:  68-81%)

Vemurafenibe 

40% (95% CI:  33-48%)

49% (95% CI:  42-57%)

  • A mediana da duração da exposição foi de aproximadamente 51 semanas para pacientes que receberam bini/enco, versus 31 semanas e 27 semanas para monoterapia com encorafenibe e vemurafenibe, respectivamente.
  • A intensidade da dose para pacientes tratados com bini/enco foi de 100% (encorafenibe) e 99,6% (binimetinibe).
  • 5% dos pacientes com bini/enco tinham recebido tratamento prévio com inibidores de checkpoint, entre eles tratamento com ipilimumab, anti-PD-1 e/ou anti-PD-L1, e os resultados observados nestes pacientes foram consistentes com o dos pacientes que não receberam imunoterapia prévia. A análise de qualidade de vida (QoL) (questionário de qualidade de vida Core 30 da EORTC e escala de pontuação para a análise funcional de tratamento do câncer para melanoma) foi consistente nas duas escalas e mostrou uma vantagem em termos de manutenção da qualidade de vida de pacientes que recebem bini/enco, comparados com pacientes tratados com encorafenibe ou vemurafenibe apenas.

No geral, a combinação de bini/enco foi bem tolerada e os eventos adversos (EAs) relatados foram consistentes com os resultados dos estudos clínicos anteriores sobre a combinação de bini/enco em pacientes com melanoma com mutação BRAF.

  • Os EAs grau 3/4, que ocorreram em mais de 5% dos pacientes que receberam bini/enco incluíram: elevação sérica de gama GT, elevação sérica de creatina quinase (CK) e hipertensão. A incidência de EAs de interesse especial (toxicidades normalmente associadas a tratamentos com inibidores de MEK e BRAF disponíveis comercialmente) para pacientes que recebem bini/enco incluem (% de pacientes): erupção cutânea (23%), febre (18%), descolamento epitelial de retina (13%) e fotossensibilidade (5%).

Frédéric Duchesne, diretor geral da divisão farmacêutica da Pierre Fabre, afirmou: "Estamos muito felizes com os resultados promissores e ansiosos com o fato de que, caso seja aprovada, a combinação de encorafenibe mais binimetinibe poderá oferecer uma nova opção de tratamento para pacientes que sofrem com essa doença devastadora".

Sobre o estudo Fase III - COLUMBUS  

O estudo COLUMBUS, (NCT01909453), é um estudo de Fase 3, internacional, randomizado, aberto de duas etapas, que avalia a eficácia e segurança da combinação de binimetinibe mais encorafenibe comparado com monoterapia com vemurafenibe e encorafenibe em 921 pacientes com melanoma localmente avançado, inoperável ou metastático com mutação BRAF V600. O tratamento prévio com imunoterapia foi permitido. Mais de 200 centros de pesquisa na América do Norte, Europa, América do Sul, África, Ásia e Austrália participaram do estudo. Os pacientes foram distribuídos de maneira aleatória em duas etapas:

  • Na Etapa 1, 577 pacientes foram randomizados em 1:1:1 para receber bini/enco 45 mg de binimetinibe mais 450 mg de encorafenibe, 300 mg de encorafenibe monoterapia ou 960 mg de vemurafenibe em monoterpaia. O objetivo primário do estudo COLUMBUS foi comparar a SLP da combinação de bini/enco versus vemurafenibe . A SLP foi determinada com base na análise do tumor (critério RECIST versão 1.1) por uma análise central independente cega. Os objetivos secundários incluíram a comparação da SLP com monoterapia com encorafenibe em relação à terapia com bini/enco e uma comparação da sobrevida global (SG) com bini/enco e com vemurafenibe em monoterapia.
  • Na Etapa 2, 344 pacientes foram randomizados em 3:1 para receber 45 mg de binimetinibe mais 300 mg de encorafenibe ou 300 mg de encorafenibe  em monoterapia. A Etapa 2 foi desenvolvida para fornecer dados adicionais da contribuição de binimetinibe  na combinação de bini/enco. Embora a análise estatística da Etapa 2 só seja planejada caso ambas as comparações da SLP entre bini/enco versus vemurafenibe e bini/enco versus encorafenibe alcancem significância estatística na Etapa1, os dados da Etapa 2 estão previstos para meados de 2017 e serão fornecidos às autoridades de saúde mundiais como parte de propostas regulamentares planejadas em 2017.

Binimetinibe e encorafenibe são medicamentos experimentais e, no momento, não estão aprovados em nenhum país.

Sobre Binimetinibe e Encorafenibe

MEK e BRAF são importantes proteínoquinases na via de sinalização MAPK (RAS-RAF-MEK-ERK). Uma pesquisa mostrou que essa via regula várias atividades celulares importantes, como proliferação, diferenciação, sobrevida e angiogênese. Ficou comprovado que a ativação inadequada de proteínas nessa via ocorre em vários tipos de cânceres, como melanoma, câncer colorretal e na tireoide. Binimetinibe é um inibidor de MEK e encorafenibe é um inibidor de BRAF; ambos têm como alvo as principais enzimas dessa via.

Binimetinibe e encorafenibe estão sendo estudados em estudos clínicos em pacientes com câncer em estágio avançado, inclusive o recém-iniciado estudo Fase III BEACON em cancer colorretal, que avaliará a eficácia e segurança da combinação de encorafenibe e cetuximabe com ou sem binimetinibe em pacientes com cancer colorretal com mutação BRAF V600E.  Em setembro de 2016, o FDA aceitou a submissão de novo medicamento (NDA) da Array BioPharma para binimetinibe para melanoma com mutação NRAS com data de ação estabelecida de acordo com o Prescription Drug User Fee Act (PDUFA) de 30 de junho de 2017. Além disso, a solicitação de autorização para comercialização (MAA) de binimetinibe enviada pela Pierre Fabre foi validada e passa por um processo de análise pelo Comitê de Produtos Medicinais para Uso Humano (CHMP). Esse arquivo também foi enviado para a SwissMedic no dia 31 de outubro de 2016.

A Array BioPharma detém o direito exclusivo sobre binimetinibe e encorafenibe nos EUA, Japão, Canadá, Coreia e Israel. A Pierre Fabre terá o direito exclusivo de comercialização de ambos os produtos em todos os outros países, inclusive em países da Europa, Ásia e América Latina.

Para obter mais informações sobre a Array, acesse http://www.arraybiopharma.com/.

Para obter mais informações sobre a Pierre Fabre, acesse http://www.pierre-fabre.com 

FONTE Array BioPharma and Pierre Fabre

Pesquisa mostra que o principal princípio ativo de proteção contra o Zika Vírus é desconhecido por 83% dos brasileiros

SÃO PAULO, 10 de novembro de 2016 /PRNewswire/ -- Dengue, Zika Vírus e Chikungunya. O que as três doenças têm em comum já é de conhecimento de boa parte da população: são transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti, e em gestantes o Zika Vírus está relacionado à microcefalia no bebê. Porém, quando o assunto é prevenção, a dengue, possivelmente pelo fato de ser mais antiga, estudada, divulgada e combatida, está mais presente na memória da população, uma vez que pode levar a óbito.  Entretanto, o Zika Vírus, um dos problemas de saúde pública mais preocupantes da atualidade, ainda não faz parte do conhecimento do brasileiro.

A constatação é da pesquisa "Sempre Bem Protegido", realizada pela Sociedade Brasileira de Dengue e Arboviroses (SBD/A), com o apoio da marca SBP Repelente. O estudo, feito com 1.000 pessoas nas cinco regiões do Brasil, entre homens e mulheres a partir dos 19 anos, mostrou que 83% dos brasileiros não sabem que a Icaridina é o principal mecanismo protetor ativo dos repelentes recomendados pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

A pesquisa traz ainda o grau de conhecimento sobre as medidas para prevenir a picada do Aedes aegypti, sintomas e tratamento de Dengue, do Zika Vírus e da Chikungunya. Quanto à Dengue, 81,7% mostraram-se bem informados e mais de 90% sabem, por exemplo, que evitar o acúmulo de água e colocar areia nos vasos de plantas são algumas formas de prevenir o aparecimento do mosquito. Sobre Zika Vírus, quase metade (49,1%) desconhece a tríade formada por prevenção, sintoma e tratamento. Na mesma avaliação, apenas 3% disseram que o Zika Vírus pode não ter sintoma aparente, quando na realidade, de acordo com especialistas da Sociedade Brasileira de Dengue e Arboviroses (SBD/A), a doença é assintomática em boa parte dos casos.

A pesquisa "Sempre Bem Protegido" também avaliou a percepção dos brasileiros sobre o uso correto do repelente. Diferente do recomendado pelas autoridades em saúde, que preconizam um padrão semelhante ao protetor solar, ou seja, aplicação diária para proteção, o que se viu na pesquisa foi uma associação ligada ao lazer e à recreação, principalmente em viagens. Entre os entrevistados, 78,8% lembraram do repelente, como prevenção da picada do mosquito Aedes aegypti em locais que envolva campo e  69,6% em situações de praia, mas não no dia-a-dia, na cidade, aonde a incidencia é alta.

"A pesquisa demonstra que o conhecimento da população, quanto às formas de prevenção das arboviroses, atem-se a aspectos mais superficiais, não relacionando essas formas de prevenção a aspectos mais abrangentes referentes a carências no saneamento básico", explica o infectologista Artur Timerman, presidente da Sociedade Brasileira de Dengue e Arboviroses (SBD/A).

Para o especialista, com as condições atuais de proliferação do Aedes aegypti em nossas grandes cidades, sobram poucas opções de prevenção. "O desconhecimento da utilidade dos repelentes caracteriza-se como um grave problema, que deve ser focado com muita ênfase", completa.

Contato: (11) 3529-3638

FONTE SBP

SBP entra no mercado de cosméticos repelentes para reforçar o combate ao Aedes aegypti

SÃO PAULO, 10 de novembro de 2016 /PRNewswire/ -- A marca que sempre protegeu a família em casa agora também vai acompanhar o consumidor em todos os lugares. É com este conceito que SBP, líder no mercado de controle contra insetos, entra no mercado de repelentes cosméticos com o lançamento de SBP Repelente Advanced com Icaridina, uma solução avançada e eficaz contra as picadas do mosquito Aedes aegypt e as doenças que ele transmite como zika, dengue e chikungunya.

"A tradição e a qualidade da marca SBP já são conhecidas do nosso consumidor. O objetivo agora é ampliar a oferta com o novo repelente à base de icaridina, principio ativo de última geração, a preços mais acessíveis à população. Estamos investindo em campanhas e ações educativas em todo o território nacional para disseminar a informação e conscientizar o consumidor sobre as medidas de prevenção no combate ao Aedes aegypti", explica Thiago Icassati, diretor de Marketing da RB Brasil, fabricante de SBP.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde, os repelentes à base do princípio ativo Icaridina são eficazes e garantem proteção de longa duração contra o Aedes aegypti. Por não conter componente tóxico, a icaridina, na concentração apresentada, não causa irritação na pele e pode ser usada em crianças a partir dos seis meses de idade.

O SBP Repelente Advanced com Icaridina foi aprovado pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e pode ser usado em gestantes e crianças a partir dos seis meses de idade. "Acreditamos no potencial inovador do produto, especialmente para as crianças a partir dos seis meses e das gestantes, públicos que hoje são considerados de maior risco", comenta Thiago.

O lançamento do SBP Repelente com Icaridina terá uma ampla campanha publicitária em todo o território nacional. O pacote de mídia conta com inserções em TV aberta e fechada em horário nobre, mídia online e uma nova estratégia de comunicação no ponto de venda.

A linha SBP Repelente Advanced Icaridina é composta por três versões (1 Gel, 1 Spray e 1 Spray Kids). Preço Sugerido: R$ 26,99

Para mais informações, acesse o site  www.sbpprotege.com.br

Contato: (11) 3529-3638

FONTE SBP

Merck recebe o prêmio R&D 100 Award por sua grande invenção

- As bibliotecas lentivirais de CRISPR organizadas pelo Sanger vencem na categoria Análise/Teste

DARMSTADT, Alemanha, 11 de novembro de 2016 /PRNewswire/ -- A Merck, empresa líder de ciência e tecnologia, recebeu o prestigiado prêmio R&D 100 Award por suas bibliotecas lentivirais de CRISPR organizadas pelo Sanger – a primeira biblioteca de CRISPR do tipo. A revista R&D anunciou o prêmio em seu 54o jantar anual do R&D 100 Awards, realizado no dia 3 de novembro, em Washington D.C.

Foto - http://photos.prnewswire.com/prnh/20161110/437980

"Os avanços da edição de genes com ferramentas como CRISPR ajudam nossos clientes a descobrirem e produzirem novos tratamentos para as doenças mais difíceis", afirmou Udit Batra, membro do Conselho Diretivo e diretor de ciências da vida da Merck. "Continuaremos colaborando com a comunidade científica global para entregar a promessa de inovação com mais rapidez e trabalhar para acelerar o acesso à saúde para pessoas de todos os lugares."

O reconhecimento desses produtos de nível mundial mostra o compromisso da Merck com o empoderamento de cientistas e pesquisadores com as soluções necessárias para desenvolver novas ferramentas capazes de melhorar a saúde humana. O prêmio, conhecido como o "Oscar da invenção", homenageia os 100 avanços científicos e tecnológicos mais inovadores do ano.

As bibliotecas lentivirais de CRISPR organizadas pelo Sanger da Merck venceram na categoria Análise/Teste. Essas bibliotecas são as primeiras bibliotecas lentivirais de CRISPR humanas e com camundongos para neutralizar e examinar a função do gene. A biblioteca permite descobrir os genes envolvidos em resistência a medicamentos, em doenças humanas e em uma grande variedade de processos biológicos. Os pesquisadores podem usar toda a biblioteca para examinar o genoma inteiro ou selecionar genes e vias específicos a serem examinados usando os clones associados.

Este é o quinto ano consecutivo em que a Merck recebe um prêmio R&D 100 Award. Em 2015, os sistemas de purificação de água AFS e a tecnologia de reprogramação Simplicon RNA foram indicados nas categorias processo/protótipo e análise/teste, respectivamente. O prêmio R&D 100 Awards engloba pesquisas patrocinadas pelo setor, pelo meio acadêmico e pelo governo.

Todos os comunicados de imprensa da Merck são distribuídos por e-mail logo que são disponibilizados no site da Merck. Acesse www.merckgroup.com/subscribe para se registrar on-line, alterar sua seleção ou interromper este serviço.

Sobre a Merck
A Merck é uma empresa líder de ciência e tecnologia na área de cuidados com a saúde, ciências da vida e materiais de alto desempenho. Cerca de 50.000 funcionários trabalham para desenvolver tecnologias que melhoram e aprimoram a vida – de tratamentos biofarmacêuticos para tratar o câncer ou a esclerose múltipla, sistemas de ponta para a pesquisa e produção científica, até cristais líquidos para smartphones e TVs LCD. Em 2015, a Merck gerou vendas de € 12,85 bilhões em 66 países.

Fundada em 1668, a Merck é a empresa farmacêutica e química mais antiga do mundo. A família fundadora continua sendo detentora da maioria do capital do grupo empresarial de capital aberto. A empresa detém os direitos globais do nome e marca Merck. As únicas exceções são os Estados Unidos e Canadá, onde a empresa opera com os nomes de EMD Serono, MilliporeSigma e EMD Performance Materials.

FONTE Merck

MEDICA 2016: oportunidade de negócios e estreitamento de relações com o mercado mundial

medicakkkkkkkCom o propósito de gerar valor aos expositores nacionais e internacionais, representantes da Hospitalar marcarão presença em mais uma edição da MEDICA, evento que ocorrerá em Düsseldorf, na Alemanha, entre os dias 14 e 17 de novembro. Como parte da estratégia, a comitiva promoverá, no primeiro dia da feira, um coquetel seguido por homenagem à Messe Düsseldorf pelos 19 anos de trabalho em conjunto em prol da promoção dos expositores da Hospitalar na MEDICA e pela oportunidade oferecida de estreitar relações com o mercado internacional em todos os anos de participação.

A ação ocorrerá dentro do pavilhão brasileiro promovido pela ABIMO (Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos, Odontológicos, Hospitalares e de Laboratórios).

Ao todo, serão cinco dirigentes da Hospitalar que estarão presentes na MEDICA:  a diretora Mônica Araújo; a presidente e fundadora Dra. Waleska Santos; o coordenador de mercado externo, Pedro Cilento; o Key Account da área de TI, Vinicius Pereira e o gerente de eventos, Fábio Stringhini.

HOSPITALAR E L+M FAZEM O LANÇAMENTO DA ÁREA EXCLUSIVA DE FACILITIES NA FEIRA

Iniciativa pretende oferecer soluções de planejamento e organização do ambiente, reduzir e otimizar custos, prevenir acidentes e oferecer melhor atendimento ao paciente

 

facilitiesaaaaaaaaaaJean François Quentin, Monica Araújo, Dra. Waleska Santos e Lauro Miquelin.

Na noite do último dia 8, aconteceu em São Paulo, a cerimônia de lançamento da Hospitalar Facilities, uma parceria entre a Hospitalar e a L+M para oferecer serviços de planejamento e organização do ambiente, reduzir e otimizar custos, prevenir acidentes e melhorar o atendimento ao paciente.  De acordo com Lauro Miquelin, CEO da L+M, a nova área será um Hospital Contemporâneo interativo. “Convidamos os hospitais e fornecedores para reproduzirem os processos em ambientes montados, filmados e documentados para que possamos fomentar uma discussão sobre facilities, setor que representa em torno de 40% do custo da operação dos hospitais”, frisou Miquelin, que ainda complementou: “O interessante é mostrar as competências dos hospitais que usam processos operacionais e as competências das empresas que fazem parte da cadeia de valor com demonstrações. A L+M e a Hospitalar aproximarão quem quer comprar de quem quer vender através de espaços de demonstrações e simulação realística, usados tanto pelas empresas de facilities e da cadeia de valor da construção (vendedores), quanto pelos hospitais (compradores) ”.

Os visitantes da feira já verão essa nova área na próxima edição da Hospitalar, que acontecerá de 16 a 19 de maio, no Expo Center Norte, em São Paulo.  O local será subdivido pelo espaço Facilities Innovation, que apresentará experiências e simulações realísticas para empresas de facilities e da cadeia da saúde. E ainda, pelo espaço Facilities Education, que compreende o Hospital Contemporâneo e que contará com exposições e realizações de workshops, conectando empresas de facilities e o setor de saúde.  “O serviço de gestão de hospitais é uma demanda que já vínhamos recebendo dos hospitais e diante disso, quebramos as barreiras do Hospital Contemporâneo para que vários serviços voltados para a melhoria no atendimento ao paciente e para a redução de custos ficassem em um mesmo local”, pontuou Mônica Araújo, diretora da feira.

A Hospitalar é o único evento nas Américas a apresentar soluções completas para toda a cadeia da saúde desde o projeto de construção até o funcionamento e manutenção de hospitais, clínicas e laboratórios. 

Segmento rentável

lucianoaaaaaaaaaLuciano Brunherotto, presidente da ABRAFAC.Para Luciano Brunherotto, presidente da ABRAFAC (Associação Brasileira de Facilities) a iniciativa da Hospitalar de destacar o segmento de facilities é muito interessante. “Atualmente a atividade de facilities é altamente estratégica para as empresas e representa a segunda maior despesa das companhias, o que não deve ser diferente nos hospitais. Ela é responsável pela gestão dos espaços contemplando toda a parte de infraestrutura e arquitetura”, explicou Brunherotto, que ainda acrescentou: “É um mercado em evolução, porém ainda percebemos que está imaturo no Brasil em comparação com outros países como Estados Unidos e Austrália onde a gestão de facilities é mais profissional. No Brasil é uma área que ainda está muito distribuída pela posição dos profissionais desse setor, o que divide a estrutura organizacional das empresas. Mas percebemos que esse cenário está mudando”. De acordo com a ABRAFAC, o setor movimenta aproximadamente R$ 240 milhões por ano com a soma de todas as atividades que o integram.

Expectativas


fernandorodriguesFernando Rodrigues, general manager da Honeywell no Brasil.“Nós estamos apostando bastante nessa nova área e temos soluções para suprir demandas desse setor, por isso estamos aqui para entender melhor as reais necessidades e poder contribuir de alguma forma. Não é um mercado tão maduro como no exterior, mas vemos com uma evolução positiva”, destacou Fernando Rodrigues, general manager da Honeywell no Brasil.

carlamachadoConsultora de recursos humanos da MD Net, canal de distribuição da Sisqual no Brasil.“Temos boas perspectivas de negócios, pois a Hospitalar contribui muito em termos de relacionamento e branding. É um evento de ponta que todo mundo espera e ninguém pode ficar de fora! ”, ressaltou Carla Machado, consultora de recursos humanos da MD Net, canal de distribuição da Sisqual no Brasil.

karenokasakiKaren Okasaki, CEO da Enterprises Arquitetura.“É a única feira que participamos há 4 anos. A Hospitalar dá a oportunidade para conhecer bastante gente. É muito importante começar o ano na Hospitalar e temos grandes expectativas para a próxima edição”, disse Karen Okasaki, CEO da Enterprises Arquitetura.

HIMMS: 7 estágios para atingir o Hospital Digital completo

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Investir na automatização dos processos, sejam administrativos, operacionais, assistenciais ou mesmo no backoffice, é tendência nas diversas instituições, inclusive na área da Saúde. O ganho de eficiência operacional, melhoria da qualidade assistencial e da segurança do paciente são algumas das vantagens advindas da digitalização promovida pelas soluções de gestão hospitalar (Enterprise Resource Planning - ERP), Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP) e Sistema de Comunicação e Arquivamento de Imagens (Picture Archiving and Communication System - PACS). E a evolução desse conceito é o Hospital Digital.

Apesar de não haver um consenso a respeito do que define, efetivamente, um Hospital Digital, a Sociedade de Sistemas de Gestão e Informação em Saúde (Healthcare Information and Management System Society - HIMMS) estabelece critérios e níveis, que vão de zero a sete e classificam o hospital no processo de informatização. Entenda esses estágios a seguir:

Estágio zero: Os três sistemas clínico-departamentais (LIS – laboratório, RIS – radiologia e PHIS – farmácia) não instalados ou não integrados e sem nenhuma disponibilização online de informações. É o hospital analógico.

Estágio 1: Sistemas para Laboratório, Radiologia e Farmácia instalados e integrados; ou resultados de exames disponibilizados online a partir de prestadores de serviços externos.

Estágio 2: Repositório de dados clínicos (CDR) instalado e centralizado. Pode ter um Vocabulário Médico Controlado (CMV), um sistema de apoio à decisão clínica para checagem básica de interações e capacidade de intercâmbio de informação clínica-assistencial.

Estágio 3: Documentação de enfermagem no PEP, inclusive com a checagem de enfermagem registrada no sistema. Sistema de apoio à decisão clínica (CDSS) para verificação de erros durante a prescrição e solicitação de exames. PACS disponível fora da Radiologia. Nessa etapa, o Hospital Digital é considerado de nível intermediário.

Estágio 4: Sistema de prescrição e solicitação de exames e procedimentos (CPOE) instalado em pelo menos uma área assistencial. Sistema de apoio à decisão clínica baseado em protocolos clínicos. 

Estágio 5: PACS com as principais modalidades diagnósticos, com possibilidade de eliminação do filme (filmless).

Estágio 6: Circuito fechado da administração de medicamentos, inclusive com checagem à beira leito. Interação da documentação médica com sistemas de apoio à decisão clínica (modelos estruturados e alertas de variância e conformidade).

Estágio 7: PEP completo em pleno uso por todos os setores do hospital. Integração para compartilhar informações clínicas. Data Warehousing alimentando relatórios com resultados clínico-assistenciais, qualidade e Business Intelligence (BI). Dados clínicos disponíveis entre todos os setores: emergência, internação, UTI, ambulatório e centro cirúrgico. Enfim, Hospital Digital completo.

Fonte: Folks -  www.folkstic.com

Os benefícios da solução de gestão hospitalar em uma operação verticalizada

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Contar com uma solução de gestão hospitalar (ERP, ou Enterprise Resource Planning) em uma operação verticalizada na Saúde, na qual operadoras possuem rede própria de atendimento,  permite benefícios que vão além da redução de custos: há melhoria nos processos, otimização de recursos, ganho de produtividade e centralização das informações - o que beneficia as instituições e, principalmente, a assistência ao paciente. Mas para ver os resultados é preciso uma mudança de mentalidade, como explica Rogério Medeiros, professor do MBA de Gestão em Saúde do Centro Universitário São Camilo.

A questão é que, hoje em dia, o foco está ainda apenas na relação de compra e venda. Se a operadora sabe que determinado paciente tem diabetes, por exemplo, não se interessa mais em vender seu plano a ele, quando deveria ser ao contrário: ao ter uma informação como essa, usá-la para disponibilizar um convênio com um plano que já tenha cuidados para diabéticos”, explica Medeiros.

Ter todas as bases dentro de um mesmo sistema na operação verticalizada auxilia na criação de uma gestão colaborativa e de parceria, na qual a assistência ao paciente é otimizada e consegue obter melhores resultados. “A integração permite um olhar completo sobre o paciente, o que além de reduzir custos com exames, ajuda na criação de programas de prevenção". O especialista pontuou os principais resultados que podem ser obtidos de uma solução de gestão hospitalar em operações verticalizadas.

Para os hospitais:

  • Aumento da eficiência nas consultas e acerto no tratamento;
  • Melhora da produtividades dos profissionais, sejam médicos ou enfermeiros;
  • Menos erros de medicação ou uma possível interação medicamentosa

Para as seguradoras:

  • Histórico completo do paciente, com internações problemas de saúde e tratamentos;
  • Possibilidade de oferecer um plano de saúde mais adequado ao perfil da pessoa;
  • Possibilidade da criação de um programa de prevenção

Para ambos:

  • Diminuição do tempo de uma internação,

  • Menos repetição de exames;
  • Mais chance de o paciente dar continuidade de tratamento.

5 tendências que vão mudar a assistência médica

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Com o processo de transformação digital na Saúde, a assistência médica fica mais responsiva, segura e focada nas necessidades e cuidados do paciente. Essa mudança - de operações centradas no usuário e não na entidade - gera também alterações na gestão: ela demanda, agora, uma nova arquitetura de informação, que deve ser configurada para suportar todos os dados que serão gerados - do atendimento clínico, dos exames e demais indicadores.

De acordo com Martin Kopp, global general manager for healthcare da SAP SE, isso requer adaptações rápidas e contínuas dos provedores de assistência médica, seguradoras e organizações. “O que está emergindo é um ecossistema de Saúde com hierarquias além do modelo tradicional, no qual todos os envolvidos participam e se beneficiam”, diz Kopp. Ele explica que, assim, os líderes terão de reavaliar os serviços, a experiência dos clientes e a rede corporativa para criar, nos negócios:

  • Modelos que suportem uma cadeia de valor focada no paciente;
  • Processos que promovam o engajamento do paciente;
  • Estruturas de força de trabalho que permitam mudanças nos times médicos.

Veja, a seguir, as cinco tendências que alimentam essa transformação digital na Saúde:

1.Hiperconectividade

Pacientes e organizações estão conectados - mudando todas as regras estabelecidas nos canais de assistência. A conectividade impulsiona a colaboração entre clientes, provedores e demais negócios e recursos na rede de saúde digital

2.Supercomputação

Redes e computação in-memory, ou computação em memória, permitem criar um número infinito de oportunidades de negócio para a indústria da Saúde. Por exemplo: os custos de sequenciamento genético têm caído mais rapidamente do que a Lei de Moore, que dizia que o poder de processamento dos computadores dobraria a cada 18 meses.

3.Nuvem

O avanço da tecnologia e a inovação dos negócios movem-se à velocidade da luz. Infraestrutura de TI pode ser locada, eliminado as barreiras de alto volume de investimento inicial, e as transações entre players estão migrando do ambiente físico para novas plataformas de colaboração na nuvem, conectando milhões de usuários. Isso permite que todos os envolvidos  estejam interligados e informados.

4.Mundo mais dinâmico

Dispositivos inteligentes, sensores, tecnologias vestíveis (wearable technologies), robótica, impressão 3D e inteligência artificial são a nova realidade. Essas tecnologias podem transformar o big data na saúde em dados inteligentes, resultando em insights relevantes para decisões clínicas, como por meio da obtenção de um perfil ultra personalizados do genoma em casos de tratamento do câncer. Outra possibilidade é, com o uso de sensores, permitir que alguns pacientes sejam monitorados em casa, em vez de permanecerem no hospital.

5.Cibersegurança

A rede de saúde digital é um alvo primário para os ataques e sabotagens virtuais. Como a confiança continua sendo a moeda mais importante dos negócios, as organizações precisam tornar a cibersegurança prioridade com a transformação digital na Saúde.

Hospitais filantrópicos do Sudeste ganham reforço de R$ 3,9 milhões

A verba será paga, em parcela única, para os municípios contemplados com o valor arrecadado por meio dos concursos da Timemania, realizado pela CEF

2.repasse susO Ministério da Saúde liberou R$ 3,9 milhões para qualificar, reforçar e ampliar os atendimentos hospitalares oferecidos pelas santas casas e entidades filantrópicas por meio do Sistema Único de Saúde (SUS) na região Sudeste do Brasil. A verba será repassada diretamente, em parcela única, para as instituições contempladas em municípios do Rio de Janeiro, Espírito Santo, São Paulo e Minas Gerais. A portaria nº 2.241, que autoriza os repasses, está disponível no Diário Oficial da União (D.O.U).

“Esses recursos foram arrecadados a partir dos concursos da Timemania realizados pela Caixa Econômica Federal (CEF), que destina 3% da arrecadação total dos jogos, no ano vigente, para o SUS. É mais uma injeção de verba para investir nas entidades beneficentes, que representam um papel relevante e fundamental para o bom funcionamento da rede pública de saúde”, destacou o ministro da Saúde, Ricardo Barros.

Desde quando os repasses começaram, em 2012, incluindo com a verba deste ano, já foram enviados R$ 28,5 milhões para os hospitais por meio dos concursos da Timemania. Cabe à Confederação das Santas Casas de Misericórdia do Brasil (CMB) informar, anualmente, ao Fundo Nacional de Saúde (FNS), quais as instituições deverão receber, prioritariamente, os recursos.

O fortalecimento das entidades beneficentes está entre as prioridades da gestão do ministro da Saúde, Ricardo Barros. Desde que assumiu o comando da pasta, em maio deste ano, foi feita uma força tarefa para analisar todos os processos de concessão do Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social (CEBAS), na área de saúde, que ainda aguardam posicionamento do Governo Federal.

O certificado concede isenção das contribuições sociais e permite que as instituições possam, entre outras coisas, celebrar convênios com o poder público com menos burocracia. De maio a agosto, foram finalizados 470 pedidos, três vezes mais que o mesmo período do ano passado. Até dezembro deste ano, outros 1.900 processos que ainda aguardam avaliação devem ser avaliados, zerando todas as pendências.

Outro apoio que dado a essas unidades é o novo acordo com a Caixa Econômica Federal, que amplia o prazo de pagamento das Operações de Crédito das entidades filantrópicas para até 120 meses e com até 6 meses de carência. Antes, o limite era de 60 meses. Dessa forma, as organizações conseguem antecipar os recursos a receber do Ministério da Saúde referentes aos serviços ambulatoriais e internações hospitalares prestados ao SUS. Além disso, o crédito fica limitado à margem financeira disponível para cada instituição, não podendo ultrapassar 35% do faturamento total da entidade nos últimos 12 meses junto ao SUS. Antes, essa porcentagem estava limitada em 30%.