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Setor de saúde deve liderar retomada do segmento de eventos em 2017

Segundo pesquisa divulgada pela Amcham, 35% dos promotores apostam no setor de saúde e indústria farmacêutica liderando a retomada de crescimento do mercado de eventos

1.PesquisaEvento Uma das estratégias para fomentar o crescimento dos negócios, ampliando as negociações e trazendo avanços significativos para qualquer setor da economia, é o investimento em relacionamento e integração. E as perspectivas para 2017, segundo pesquisa divulgada pela Amcham – Câmara Americana de Comércio, é de uma retomada do crescimento do setor de eventos liderada pelo segmento de saúde e pelas indústrias farmacêuticas.

A pesquisa, realizada no final de setembro com 86 representantes de marcas e empresas, aponta otimismo: 65% dos empresários acreditam na retomada dos investimentos em eventos ainda no primeiro trimestre de 2017. E, na visão dos promotores, quatro setores devem liderar essa retomada, sendo que 35% apontam a área da saúde como a principal investidora em encontros, reuniões e fóruns. Na sequência estão a área de comunicação e marketing (29%), varejo (21%) e tecnologia (14%).

Não à toa, a HOSPITALAR Feira + Fórum se mantém como mais importante encontro do setor de saúde na América Latina ao lançar as principais novidades da área e promover fóruns que reúnem todos os players envolvidos no segmento. “A experiência de mercado e a credibilidade que a Hospitalar conquistou nesses 23 anos de atividade são um patrimônio que vamos ampliar ainda mais”, comenta Monica Araújo, diretora do evento.

Outro ponto destacado na pesquisa promovida pela Amcham é a interatividade como formato que desperta a atenção do setor, visto que 67% dos entrevistados apostam nessa interação entre marcas e públicos-alvo, sempre ampliada pela utilização de aplicativos e tecnologias. Na Hospitalar, cuidadosamente organizada pelo Grupo UBM, a interação ultrapassa os quatro dias de evento, visto que a feira é tida como uma ferramenta de marketing ativa 365 dias por ano graças ao abastecimento constante de seu ambiente virtual e de soluções impressas e digitais que impactam 600 mil contatos no mercado da saúde por meio do portal de notícias, do aplicativo para celulares e da revista.

Durante a feira, em si, os quase 50 congressos e eventos do Fórum Hospitalar somados aos workshops desenvolvidos e às demonstrações técnicas realizadas nos estandes, promovem esta interação direta entre comprador e fornecedor, entre academia e indústria e até mesmo entre paciente e corpo clínico.

Mesmo em tempos de retração econômica, a Hospitalar somou números grandiosos. Graças ao seu formato, capaz de reunir em um mesmo espaço tantos e tão importantes profissionais e empresas da cadeia de saúde do Brasil e do exterior, a edição 2016 trouxe mais de 1.200 marcas expositoras de 38 países atraindo 90 mil visitas profissionais. O resultado da última edição contribui para que a expectativa aumente ainda mais para a edição 2017, que será realizada entre 16 e 19 de maio em novo horário: das 11h às 20h.

Na FIESP, ministro apresenta incentivos para a indústria nacional

Indústrias terão R$ 6,4 bilhões para produção de medicamentos, insumos e tecnologias. Incentivo pode gerar 7.400 empregos qualificados

2.balano MSAs perspectivas para a saúde no ano de 2017 e as ações de gestão realizadas no Ministério da Saúde, foram temas de encontro do ministro, Ricardo Barros, com empresários da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP). A reunião realizada na manhã de sexta-feira (4) contou com a participação de cerca de 250 líderes e diretores do Comitê da Bio Indústria da federação, que conheceram Nova Política de Plataformas Inteligentes de Tecnologia em Saúde, que trará R$ 6 bilhões de investimentos para o Complexo Industrial da Saúde. Barros ainda fez um balanço das ações implantadas na sua gestão à frente do Ministério da Saúde, que já possibilitou economia de mais de R$ 1 bilhão.

O recurso previsto vai incentivar a produção nacional de medicamentos, insumos e tecnologias que gerará emprego, renda e benefícios aos mais de 200 milhões de brasileiros. Para a área de biológicos, serão construídas três novas fábricas (Fiocruz, Butantan e Tecpar), com foco na produção de medicamentos de pessoas com câncer; soros contra raiva e picadas de animais venenosos, e vacinas para gripe, hepatite A e HPV, por exemplo. Atualmente, mais da metade (51%) do que o Ministério da Saúde gasta na compra de medicamentos é destinado a produtos biológicos.

“São investimentos considerados estratégicos para o Brasil. Nós temos R$ 15 bilhões na compra de medicamentos, sendo que metade são medicamentos biológicos de alto custo. Então há necessidade de transferir tecnologia e produzir esses medicamentos de forma mais econômica aqui no país, ” declarou o ministro da Saúde, Ricardo Barros.

A nova política ainda reorganizou as Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDP) dos laboratórios públicos, tornando-os mais competitivos e sustentáveis. Os sintéticos, também receberão incentivos da nova política – cerca de R$ 333,5 milhões – que deverão ser utilizados para a produção de Insumos Farmacêuticos Ativos ou fármacos obtidos por síntese química. A ação vai beneficiar diretamente as pessoas que vivem com HIV/AIDS, tuberculose, problemas psicológicos, Alzheimer.

Atualmente, o Ministério da Saúde possui 86 parcerias vigentes com 18 laboratórios públicos e 43 privados que pesquisam 88 medicamentos, quatro vacinas e 13 produtos para a saúde.  As PDP’s vão transferir tecnologias para a produção de medicamentos, insumos e tecnologias estratégicas para a saúde, no prazo máximo de até dez anos.

GESTÃO – Com a revisão de contratos e medidas de gestão, o Ministério da Saúde economizou recursos na ordem de R$ 1 bilhão que estão sendo realocados para serviços como financiamento de UPAS e a ampliação de acesso aos medicamentos.

Ao renegociar a compra dos medicamentos Daclatasvir, Sofosbuvir, Simeprevir, que trata a hepatite C e o inovador Dolutegravir, para pessoas que vivem com HIV/Aids, o ministro informou redução de 7% no valor unitário nas compras em reais, e 17% na unidade na aquisição em dólares.

Outra negociação que gerou economia foi a revisão do contrato do Plano de Expansão da Radioterapia, que reduziu em R$ 25 milhões o valor acordado inicialmente. O primeiro contrato previa a compra de 80 aceleradores lineares. Além da redução do valor, o Ministério da Saúde conseguiu viabilizar um aditivo para compra de mais 20 equipamentos, essenciais para o tratamento do câncer.

Além disso, seguindo a determinação do Palácio do Planalto em enxugar a máquina pública, o ministro ressaltou que foram extintos mais de 330 cargos comissionados e 500 bolsas, que não tinham uma função definida no ministério. A revisão de contratos de informática, feita em sua gestão, também permitiu à pasta chegar numa economia de mais de R$ 80 milhões por ano.

Ricardo Barros destacou, ainda, o descontigenciamento de R$ 6,3 bilhões que garantiu o pagamento de compromissos assumidos para o financiamento do SUS, e a ampliação do orçamento para a saúde que deve chegar a quase R$ 120 bilhões no ano de 2017.

Qual o impacto de Donald Trump na saúde americana?

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Hoje os Estados Unidos votaram por Donald Trump. Ainda não sabemos o que será do seu mandato, mas resolvi trazer um pouco das propostas feitas por ele durante a campanha para entendermos o que pode mudar.

Em sua campanha, o então candidato propôs substituir o Affordable Care Act (ACA) pelo que chamou "Healthcare Reform to Make America Great Again" ou "Reforma da Saúde para Tornar a América Boa Novamente" (Tradução Livre).

A proposta do Trump envolve a revogação do Affordable Care Act, conhecido como Obamacare, implantado pelo Presidente Barack Obama e tem quatro cenários possíveis, de acordo com o Commonwealth Fund:

  1. Revogação completa do ACA: Neste cenário, todos os benefícios do ACA seriam revogados, incluindo a expansão do Medicaid e os créditos tributários pela cobertura do seguro de saúde. Todas as reformas para o mercado de aquisição individual de seguro de saúde seriam eliminados, incluindo a proibição de uma operadora negar um segurado devido a condições preexistentes. Isso também inclui  as medidas designadas para compensar os custos da expansão do Medicaid e subsídios para o mercado de seguradoras.
  2.  Revogação completa do ACA, além da permissão a indivíduos para deduzir os pagamentos de seguros de saúde premium de seus impostos: As leis atuais excluem os empregadores que gastam em seguro de saúde de alguns impostos. No entanto, antes do ACA, essas vantagens não se estendiam para as políticas do mercado individual, obtidas fora do ambiente de trabalho. O ACA começou a preencher este gaps, provendo os  Créditos Fiscais Premium de Avanço (APTCs) para o mercado de seguros individual.
  3. Revogação, além de bloqueio de concessões para o Medicaid e o Children's Health Insurance Program para os estados: Estes dois programas são financiados em conjunto pelos estados e pelo governo federal. A esfera federal contribui de 50 a 75% dos custos totais dos inscritos no Medicaid. Frente ao bloqueio das concessões, o governo federal, em vez de financiar em termos percentuais, daria uma quantia fixa para os estados financiarem seus programas. O Commonwealth Fund acredita que, neste plano, os valores fixos estariam defasados, pois estariam sendo usados os dados pré-ACA para os cálculos.
  4. Revogação, além de modificação da venda de seguros em diferentes estados: Historicamente, as seguradoras sempre foram reguladas pelos estados. No entanto, as empresas que quisessem garantir presença em múltiplos estados deveriam garantir a regulação ali vigente. Antes do ACA, as regulações dos estados variavam de forma expressiva, particularmente em relação a garantias e negação de coberturas. O ACA estabeleceu um rol mínimo de cobertura e, com a revogação do programa, a política de venda volta a respeitas somente as leis determinadas em cada um dos estados.

O Commonwealth Fund criou um gráfico para mostrar o impacto dessas políticas no sistema americano. No estudo realizado, o número de não-segurados passariam de, atualmente, 16 milhões, para 25 milhões (Gráfico). Além disso, esta perda não é proporcional em termos de faixas de renda. As classes com menos condições financeiras, proporcionalmente seriam as mais afetadas.

Além disso, os segurados com planos individuais enfrentariam um aumento nos gastos out-of-pocket e, devido às reformas não substituírem os mecanismos de financiamento do ACA, o déficit federal aumentaria de US$0,5 bilhões para US$41 bilhões.

Com certeza, a revogação do sistema teria um grande impacto no sistema americano. Precisaremos aguardar os próximos comunicados de Donald Trump e da sua equipe para entendermos as mudanças que virão - caso venham.

FBAH já começou os preparativos para o 40º Congresso na Hospitalar

A ideia é apresentar alternativas e novos caminhos em busca de soluções viáveis e eficientes para o sistema de saúde

4.fbah Os preparativos para o 40º Congresso Brasileiro de Administração Hospitalar e Gestão em Saúde, promovido pela FBAH (Federação Brasileira de Administradores Hospitalares), estão a todo vapor. O evento, que acontecerá de 16 a 19 de maio de 2017, em cooperação com a Hospitalar Feira + Fórum, terá como tema central: Repensar a Saúde: Modelo, Financiamento, Gestão e Assistência e irá propor discussões entre palestrantes e congressistas sobre o sistema de saúde no país diante da situação econômico-financeira atual.

A ideia é apresentar alternativas e novos caminhos em busca de soluções viáveis e eficientes. Além disso, as inovações na área serão discutidas em seis congressos nos quais a Federação tratará de assuntos importantes, como: Engenharia, Arquitetura & Logística; Gestão de Pessoas & Liderança; Gestão em Saúde; Gestão Financeira & Custos; Hotelaria Hospitalar; Qualidade & Segurança do Paciente.

O projeto conta com o apoio de grandes instituições na sua preparação, principalmente no conteúdo científico. Nesse contexto, a parceria já está compromissada com quatro promotores, além de duas outras entidades renomadas no mercado de saúde, em negociação: Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo, Hospital Sírio-Libanês, Pró-Saúde Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar.

De acordo com Paulo Camara, vice-presidente da FBAH: “A Federação realiza congressos e fóruns em parceria com a Hospitalar desde o início e, a cada ano, superamos nossas expectativas de público e de qualidade no conteúdo científico apresentado”, ressalta Camara, que ainda acrescenta:  “Em 2017 não será diferente, estamos envidando todos os esforços para surpreendermos o público. Temos uma nova equipe de organização dos eventos e um novo formato dos congressos! Fiquem atentos à divulgação”.

Em 2016, a FBAH propiciou ao seu público de mais de 1200 pessoas, 90 horas de palestras sob o tema central “Gestão em Saúde: Eficiência, Inovação e Sustentabilidade”, para tanto, 170 profissionais renomados no mercado de saúde, ministraram e mediaram os painéis.

Relação financeira entre planos de saúde e hospitais deve ser repensada

Em termos financeiros, o relacionamento entre os planos de saúde e as redes de hospitais vem sendo tema de análise e debate desde 2010 quando a ANS – Agência Nacional de Saúde Suplementar criou dois grupos de trabalho: o primeiro sobre Remuneração de Hospitais e o segundo sobre Honorários Médicos.

3.Remunerao Com os grupos formados por representantes de entidades hospitalares, médicas e operadoras de saúde, o assunto vem sendo trabalhado a fim de que sejam aplicadas melhores práticas de pagamento beneficiando todos os envolvidos, do paciente ao médico responsável pelo procedimento.

Cadri Massuda, presidente da Abramge-PR/SC – Associação Brasileira de Planos de Saúde, regional Paraná e Santa Catarina, comenta este conflito de interesses que permeia o segmento: “ao emitir uma autorização de internamento é como se a operadora de saúde entregasse um cheque em branco ao hospital. Ao hospital interessa que a conta seja mais alta e à operadora que seja menor”, declara.

A fim de equilibrar essa relação trazendo, sempre, o melhor serviço a um custo adequado, é fundamental garantir que a parceria entre planos de saúde, hospitais e segurados continue saudável. “Para isso precisamos repensar a forma de remuneração dos serviços médicos hospitalares. Atualmente, o pagamento é realizado por serviços prestados diante do evento ocorrido. Assim, são utilizadas tabelas que são pré-acordadas entre as operadoras, hospitais, laboratórios e médicos. Nessa forma de pagamento, privilegia-se a complexidade da doença e a operadora não consegue mensurar o quanto vai gastar com o paciente internado”, explica Massuda.

Segundo ele, o caminho é estabelecer uma nova forma de cobrança dos procedimentos. Para isso, a Abramge vem trabalhando em um levantamento de custo médio dos procedimentos mais comuns com a ideia de criar uma tabela de valores para que os hospitais e clínicas saibam, de antemão, o valor que será pago, estabelecendo pacotes por procedimentos. Quanto aos honorários médicos, a proposta é renovar o formato efetuando o pagamento não mais por serviços prestados, mas sim por resultado.

Ao modificar o atual cenário, transformando a forma de remuneração dos serviços médicos hospitalares, é possível visualizar melhorias gerais no sistema, inclusive para os beneficiários dos planos de saúde. “Entre os possíveis benefícios estão o menor valor da mensalidade do plano, acesso mais facilitado aos serviços de acordo com a sua necessidade e um menor número de intervenções (exames e tratamentos) evitáveis”, finaliza Massuda.

Promover o debate e integrar todos os players a fim de encontrar as melhores alternativas é sempre vantajoso para o sistema como um todo. Além da feira, a Hospitalar também oferece conteúdo inovador e relevante em sua agenda anual. O CISS – Congresso Internacional de Serviços de Saúde, promove a conversa entre empresas, instituições e especialistas enquanto o Fórum Digital Healthcare envolve a exposição de cases, o debate temático e a contextualização das Tecnologias de Informação e Comunicação em Saúde (eHealth).

Temas como a remuneração dos serviços, novas propostas para a sustentabilidade do sistema, interdependência entre público e privado também integram o rol de assuntos amplamente abordados durante o evento.

Ministério lança projeto de apoio ao judiciário para as ações em saúde

Magistrados terão acesso a pareceres técnicos da área da saúde para apoiar suas decisões. As informações serão produzidas em parceria com o Hospital Sírio-Libanês

MSO ministro da Saúde, Ricardo Barros, lançou na segunda-feira (7), uma ferramenta com subsídios técnicos para apoiar o judiciário nas decisões relacionadas à saúde em todo o país. O objetivo é fornecer subsídios com base em evidências científicas para a solução das demandas analisadas pelos magistrados. Entre os dias 7 e 8 de novembro, juízes brasileiros participam da primeira oficina para consultoria aos Tribunais de Justiça e Tribunais Regionais Federais.

“É um grande avanço no processo de judicialização no país. Todos os procedimentos e medicamentos que estão incorporados ao sistema no SUS estarão disponíveis e servirão para uma consulta voluntária do magistrado dentro de sua autonomia. O atendimento desses direitos tem sido feito, mas queremos que sejam feitos sem que representem a desestruturação de um orçamento que estava planejado para atender a população como um todo”, destacou o ministro Ricardo Barros.

A medida é resultado de uma parceria com o Hospital Sírio-Libanês que irá criar documentos de apoio aos Núcleos de Avaliação Tecnológica do Ministério da Saúde e do Judiciário. O termo também prevê apoio ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), para a criação de uma base de dados e ferramentas de consulta que permitirão maior eficiência na gestão dessas informações.

Pelo Termo de Cooperação Técnica firmado entre o Ministério da Saúde e o CNJ em agosto deste ano, os tribunais ou Núcleos de Apoio Técnico do Poder Judiciário (NAT-JUS) vão ter a disposição o suporte técnico-científico dos Núcleos de Avaliação de Tecnologia em Saúde (NATS) para a produção de notas técnicas que possam aperfeiçoar o julgamento das demandas judiciais.

Além disso, os NATS e NAT-JUS poderão ter acesso às bases de dados para análise de evidências científicas, inclusive a Biblioteca Cochrane (Centro Cochrane do Brasil), instituição sem fins lucrativos, e outros acervos científicos se for o caso. Também ficou pactuado que cabe ao CNJ abrigar e disponibilizar, no seu site, um banco de dados com as notas técnicas e pareceres técnico-científicos consolidados emitidos pelos NAT-JUS, TJ-MG, NATS, Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologia no SUS (Conitec), podendo ser consultado por magistrados e demais operadores do Direito.

O Ministério da Saúde tem subsidiado o Judiciário com informações que visam contribuir para a compreensão da formatação constitucional e legal do SUS, bem como para os tratamentos oferecidos.  O diálogo é mantido com todos os atores envolvidos na judicialização da Saúde - promotores, procuradores, advogados, juízes, desembargadores e ministros.

RECURSOS GASTOS – Em seis anos, foram destinados pela União R$ 3,2 bilhões para atender a determinações judiciais para a compra de medicamentos, equipamentos, dietas, suplementos alimentares, gastos com cirurgias, internações e depósitos judiciais, um incremento de 797% entre 2010 e 2015. Em 2016, até setembro, a cifra já chega a R$ 1,05 bilhão. Até o final deste ano, a expectativa é que o gasto chegue a R$ 1,6 bilhão. Incluindo também estados e municípios, a perspectiva é de que o gasto com determinações judiciais neste ano chegue a R$ 7 bilhões.

ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA – O Ministério da Saúde aumentou em 53% a oferta gratuita de medicamentos entre 2010 e 2015 por meio da Relação Nacional de Medicamentos (Rename), de 500 para 844 itens.  Em 2015, a pasta investiu R$ 15,8 bilhões na compra de medicamentos, o que representa um aumento de 129% se comparado a 2010, quando foram gastos R$ 6,9 bilhões. A pasta distribui gratuitamente 14 medicamentos, sendo 11 para hipertensão e diabetes e três para asma.

A incorporação de novas tecnologias no SUS tem sido feita a partir da análise da eficácia, efetividade e custo-benefício das mesmas, e é acompanhada de regras precisas quanto à indicação e forma de uso. Isso permite orientar adequadamente a conduta dos profissionais de Saúde, além de garantir a segurança dos pacientes. A análise é feita pela Conitec, criada em 2012 com o objetivo de assessorar o Ministério da Saúde na decisão de incorporação de novas tecnologias no SUS.

Como será a parceria entre Hospital 9 de Julho e Microsoft?

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O Hospital 9 de Julho e o Laboratório de Tecnologias Avançadas da Microsoft Brasil (ATL) acabam de firmar uma parceria para o desenvolvimento de uma tecnologia inédita no mundo, que será capaz de monitorar possíveis situações de risco e aumentar a segurança dos pacientes.

“O objetivo do esforço é ‘ensinar’ ao computador a reconhecer, de forma autônoma, situações de risco para o paciente”, segundo  Luiz Pires, diretor do Laboratório de Tecnologias Avançadas (ATL, na sigla em inglês) da Microsoft no Rio de Janeiro.

Para a empresa, a solução vai trazer mais segurança ao paciente que poderá ser monitorado 24 horas por dia, garantindo a segurança da informação, já que não há gravação ou identificação do paciente. O sistema apenas monitora os movimentos do paciente e alerta a equipe médica sobre eventos que requerem sua atenção imediata.

Segundo Alfonso Migliore Neto, diretor–geral do Hospital 9 de Julho, a previsão é que a primeira aplicação da tecnologia seja para auxiliar na prevenção de quedas em pacientes internados. “Por mais que um hospital tenha ações preventivas, como sinalizações especiais e acompanhamento específico da equipe de enfermagem, essa ainda é uma das preocupações”, disse ele.

A cooperação pretende desenvolver novas tecnologias de compreensão de vídeo, colocando o Brasil como país central no desenvolvimento deste tipo de tecnologia de ponta. “O apoio e conhecimento do H9J é fundamental para o treinamento dos algoritmos de aprendizado de máquina para que o sistema possa aprender a reconhecer estas situações de risco”, finaliza Pires.

Anvisa aprova medicamento da Pfizer para doença genética irreversível

SÃO PAULO, 8 de novembro de 2016 /PRNewswire/ -- A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou hoje o medicamento Vyndaqel (tafamidis), da Pfizer, primeiro e único tratamento específico para adultos com polineuropatia amilloidótica familiar (PAF), ou paramiloidose. Doença neurodegenerativa, genética, progressiva e irreversível, a enfermidade costuma ser diagnosticada entre os 30 e os 40 anos de idade e os pacientes sobrevivem, em média, apenas 10 anos após o surgimento dos primeiros sintomas, se não houver tratamento adequado.  

A PAF é causada por uma mutação no gene de uma proteína do plasma sanguíneo chamada transtirretina (TTR), sintetizada principalmente pelo fígado. Por isso, antes da aprovação de Vyndaqel, uma das poucas opções era o transplante hepático, um procedimento que requer uma série de cuidados por toda a vida.

No paciente com PAF, a mutação leva à produção de proteínas TTR instáveis, que se depositam em vários tecidos do corpo, interferindo em seu funcionamento. A perda de sensibilidade nos membros inferiores costuma ser o sintoma inicial, podendo ocorrer depois alterações gastrointestinais, renais e cardíacas, além de perturbações visuais e, nos homens, quadros de disfunção erétil.

Considerado uma droga-órfã para os pacientes com PAF e aprovado desde 2011 na União Europeia, Vyndaqel age impedindo que as proteínas TTR se desestabilizem, retardando significativamente a progressão da doença em pacientes medicados em sua fase inicial, conforme os dados de um recente trabalho científico baseado em três estudos com o medicamento.

Na análise, que envolveu 71 indivíduos com PAF que apresentavam a mutação genética V30M, a mais comum no Brasil, os pacientes foram tratados por até 5,5 anos. Nesse estágio, sem tratamento, os pacientes costumam já necessitar de auxílio para caminhar. Com a medicação, a progressão média da doença no grupo estudado foi mínima, representando 5,3 pontos na escala Neuropathy Impairment Score of the Lower Limb, que é um sistema de avaliação clínica usado para dimensionar o comprometimento dos membros inferiores. Nessa escala a pontuação varia de 0 (estado normal) a 88 (comprometimento total).

De origem predominantemente portuguesa, a PAF foi incluída em 2015 na lista de doenças raras prioritárias de discussão do governo brasileiro, uma vez que o País abriga colônia consistente dessa nacionalidade. Embora não existam estatísticas nacionais oficiais sobre a PAF, estima-se que existam milhares de brasileiros com a doença, o que pode fazer do País uma das nações com o maior número de pacientes no mundo.

Mais informações: (11) 3643-2907

FONTE Pfizer

A Microban, líder mundial em solução antimicrobiana e controle de odor relança mundialmente sua marca institucional

COTIA, Brasil, 8 de novembro de 2016 /PRNewswire/ -- Fundada em 1984 por 3 engenheiros biomédicos, o design da marca Microban foi projetado há mais de 20 anos, e cresceu além de suas raízes tradicionais de uma empresa de antimicrobianos. Hoje a Microban Products Company é uma parceira de inovação tecnológica para indústrias ao redor do mundo nos mais diversos segmentos (Alimentar, Hospitalar, Infantil, Moveleiro, Têxtil).

A fim de revitalizar a marca tornando-a mais humana, na sua missão "Live Cleaner. Live Better. Live Longer", a empresa viu uma oportunidade de redesenhar sua logomarca que, carrega consigo o pilar "Protection That Lives On", que em português quer dizer Proteção que Permanece Ativa, conferindo ao consumidor final uma sensação de tranquilidade em relação aos produtos que contém a Tecnologia Microban, já que a proteção antibacteriana faz com que o produto se torne mais limpo e higiênico por mais tempo. Proteção permanente, performance prolongada e limpeza elevada, são outros dos pilares que a marca carrega consigo.

Os parceiros e os consumidores da marca poderão ver uma Microban completamente nova, desde as tecnologias e soluções de nova geração, até um novo logotipo e posicionamento.

"Após consolidada no Mercado, a Microban pôde ao longo dos anos entender as necessidades do consumidor em relação a higiene e bem estar no lar, acreditando que uma verdadeira limpeza vai além do que se pode ver, dando mais controle sobre o seu mundo. É a partir dessa crença, que a Microban promete reinventar e redefinir o termo "estar limpo", oferecendo ao consumidor final uma proteção que permanece ativa. Tendo uma personalidade visionária, que enxerga além, pioneira, influente, e trabalhando sempre para um bem maior", comenta Renato Souza - Diretor da Microban do Brasil.

"O mercado vive de inovação, seja pelo lançamento de novos produtos ou por novos entrantes no mercado com tecnologias cada vez mais avançadas. Relançar é uma oportunidade para revitalizar um determinado produto e aumentar o seu ciclo de vida, através de um novo posicionamento, visando aumentar seu relacionamento com o consumidor final", afirma Thairyne Nunes – Marketing da Microban do Brasil.

Saiba mais em www.microban.com
Contato: (11) 4612-4420

(Foto: http://www2.prnewswire.com.br/imgs/pub/2016-11-07/original/3352.jpg)

FONTE Microban do Brasil

Campanha whizHealth Bionexo e Hospitalar

abababaa"Carentes de soluções tecnológicas que facilitem a gestão e organização do dia a dia, grandes hospitais e entidades da área da saúde ainda têm dificuldades em conciliar suas estruturas cheias de especificidades ao dinamismo de empreendedores que inovam no setor.
O whizHealth é uma iniciativa que busca resolver esse dilema. Ao oferecer know-how no segmento e uma extensa rede de contatos, visa impulsionar empresas com ideias inovadoras.

Em sua segunda edição, o programa de aceleração de startups whizHealth é organizado pela Bionexo, empresa com quase duas décadas de experiência em soluções digitais voltadas à área de suprimentos hospitalares, utilizadas por mais de 18 mil instituições em cinco países."