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Alliar Divulga Fato Relevante Aquisição

BELO HORIZONTE, Brasil, 25 de novembro de 2016 /PRNewswire/ -- Alliar - Centro de Imagem Diagnósticos S.A. (BM&FBOVESPA: AALR3; Bl) (a "companhia"), nos termos do artigo 157, parágrafo 4º da Lei nº 6.404 / 76 e de acordo com a Instrução CVM nº 358/02, informa aos seus acionistas e ao mercado em geral que, nesta data,  assinou contrato para aquisição de 80% da Multilab Laboratório de Análises Clínicas Ltda. ("Multilab"), empresa sediada na cidade de Campo Grande, Mato Grosso do Sul.

Para mais esclarecimentos, a empresa irá realizar nesta próxima segunda-feira uma teleconferência sobre o fato relevante. A seguir os dados de acesso:

Teleconferência em Inglês

Teleconferência em Português


28 de novembro de 2016

12h00 (Horário Local)
 09h00 (Horário de NY)
Tel.: +1 (516) 300-1066
Tel.: +55 (11) 3127-4971
 Código: Alliar
 Webcast: clique aqui


28 de novembro de 2016

13h00 (Horário Local)
 10h00 (Horário de NY)
Tel.: +55 (11) 3127-4971
 Código: Alliar
 Webcast: clique aqui

Para mais informações visite: ri.alliar.com

CONTATOS

RELAÇÕES COM INVESTIDORES
Tel.: +55 (11) 5088-1050
E-mail: ri@alliar.com

FONTE Alliar - Centro de Imagem Diagnosticos S.A.

Hospital Unimed-Rio divulga novos números de sua Pesquisa de Satisfação Geral

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Mais de 170 pessoas, entre pacientes e acompanhantes, preencheram o formulário de opinião, e puderam avaliar os principais serviços de atendimento prestados na unidade.

Serviços, como recepção/locomoção; hotelaria; equipe médica/enfermagem/fisioterapia; e nutrição/alimentação foram, em maioria, aprovados com índices superiores a 90%, com destaque para o setor de exames de imagem e laboratoriais, que tiveram 99% e 96% de aprovação, respectivamente. Recentemente, o HUR passou a contar com laboratório próprio para análises clínicas. Antes, o serviço era terceirizado.

Retribuição - O Hospital Unimed-Rio recebe muitos pacientes diariamente. Muitos deles, como forma de retribuição ao atendimento de qualidade recebido, deixam mensagens de agradecimento. O caso mais recente foi o elogio deixado pela filha de uma paciente que passou um período internada na unidade.

"Estou lhe escrevendo esta nota para dar a você a minha perspectiva como cliente desta organização: estou impressionada. Em todos os aspectos que tive a oportunidade de observar com olhos críticos vi uma entidade que funciona em completa sincronia, como um organismo único. Isto é muito raro", diz um trecho da mensagem.

Coopetition e a entrega de valor no tratamento do câncer

Coopetition e a entrega de valor no tratamento do câncer

O foto do congresso é a interação entre as áreas de cuidados aos pacientes com câncer, já que a atuação multidisciplinar continua sendo a principal ferramenta de tomada de decisões na medicina moderna e em especial na oncologia.

Estima-se que, para 1,7 milhões de casos de câncer diagnosticados na América Latina e Caribe, com mais de um milhão de mortes por ano. Por isso, o papel das instituições na busca de eficiência na área aumenta e se torna mais evidente.

Associado à necessidade de eficiência inerente ao processo de evolução da medicina, o envelhecimento aumenta a incidência de tipos diferentes de câncer e o crescimento de gastos associado à inflação médica tornam a busca por produtividade e eficiência pontos chave para a sustentabilidade do setor e da prestação de serviços.

Outro ponto importante a ser considerado é o preço do medicamento de entrada. Há 15 anos era de, em média, US$4 mil por mês. Cada nova droga entra no mercado, atualmente, custando a média de US$10 mil dólares por mês.

Tivemos, também, explosão de soluções terapêuticas. Atualmente, a preocupação é muito menor com a droga em si e mais com o delivery, com a forma de entregar aquele tratamento, de forma inovadora e com menos efeitos colaterais.

Dr. Stephen Stefani comentou sobre os custos de novas drogas oncológicas. Um valor que chegava a, em média, $100 dólares na década de 80, hoje alcança 10 mil dólares. E, como pode ser visto no gráfico abaixo, o número de entrantes no mercado também tem aumentado expressivamente.

Com altos custos, como garantir o acesso ao cuidado de pacientes com câncer?

De acordo com a ASCO, quatro soluções podem ser destacadas:

  1. Aumentar o número de pacientes em estudos clínicos, transferindo o custo da medicação do paciente para os protocolos clínicos em estudo.
  2. Adotar políticas de preços diferenciados para países com menos recursos, trabalho de organizações como a Universities Allied for Essential Medicines;
  3. Adotar frameworks adaptados para a entrega de valor na oncologia;
  4. Investir na produção e disseminação dos biossimilares, reduzindo, assim, o custo de acesso;

Além dos custos de produção e distribuição do produto, Dr. Stephen citou também a burocracia do estado brasileiro, maior comprador deste tipo de medicamento.

“No Brasil, 34% vai para os tributos. Com o maior comprador sendo o próprio governo, os recursos, basicamente, saem do Ministério da Saúde e entram para o Ministério da Fazendo. No fim, a burocracia torna o sistema lento.”

A palavra de ordem, segundo Stephen, é coopetition, uma união entre competição e colaboração. No fim, se o objetivo do setor é ter o paciente no centro, não há outra saída. É preciso combinar esforços e facilitar o acesso aos tratamentos.

Dra. Waleska Santos recebe homenagem da FBH durante cerimônia de aniversário de 50 anos da entidade

FBH Premio Synapsis 143Na noite da última terça-feira (22) aconteceu, em Brasília, a cerimônia em comemoração aos 50 anos da FBH (Federação Brasileira de Hospitais), entidade representativa do setor hospitalar brasileiro, que se dedica à missão de defender e fortalecer o segmento. A Federação luta por uma política hospitalar adequada, capaz de fazer frente às necessidades da sociedade brasileira. Na ocasião, ocorreu ainda a segunda edição do Prêmio Synapsis FBH de Jornalismo 2016, iniciativa da FBH com o propósito de reconhecer e difundir trabalhos inéditos que apontem de maneira propositiva, soluções, referências e reflexões que possam ser debatidas e apresentadas com foco na melhoria da condição do sistema de saúde no país.

Dra. Waleska Santos e Mônica Araújo, respectivamente a presidente e a diretora da Hospitalar, estiveram presentes prestigiando o evento. Como reconhecimento pelas parcerias realizadas ao longo desses 50 anos, a FBH homenageou algumas personalidades que se dedicaram e contribuíram para o seu fortalecimento e a evolução do setor saúde no país. Dra. Waleska, médica e executiva do setor que sempre trabalhou para impulsionar as parcerias e prover inovação e tecnologia para o setor da saúde, foi uma das personalidades homenageadas durante a cerimônia.

“Ao festejar seus 50 anos de fundação, a Federação Brasileira de Hospitais reuniu, em Brasília, todas as lideranças das instituições de saúde de nosso País incluindo o Ministro da Saúde numa demonstração clara de sua força aglutinadora e propulsora de ações que qualificam a prestação de serviços de saúde de nossos hospitais. E, receber sua homenagem em data tão significativa e emblemática muito me honra”, ressalta a presidente.

 Homenagem da Hospitalar pelos 50 anos da FBH

EAIEm seu histórico, a FBH e suas Federadas transformaram as adversidades em conquistas e seguem norteadas pela meta permanente de qualificar a assistência em saúde, sempre pautadas pela ética e o respeito aos cidadãos. 

Ao final da cerimônia de premiações dos homenageados e dos jornalistas do Prêmio Synapsis, em nome da Hospitalar, Dra. Waleska e Mônica surpreenderam a todos ao entregarem uma placa comemorativa ao Dr. Aramicy Pinto, presidente da FBH, pelo Jubileu de Ouro da entidade.

“É com imensa alegria que felicitamos a Federação Brasileira de Hospitais pelos seus 50 anos. Nesta importante trajetória, que a entidade tem dentro do setor, é uma verdadeira honra para a Hospitalar Feira + Fórum tê-la como parceira. Agradecemos os anos de parceria e a oportunidade de fazer parte dessa história! ”, disse Mônica ao ler a placa durante a homenagem.

Transformação digital afeta diretamente os pacientes

tempo de espera nos consultórios

Mais de 75% dos pacientes de todo o mundo esperam utilizar serviços digitais no futuro - em torno de cinco anos. É o que aponta pesquisa feita pela consultoria americana McKinsey & Company. Nessa jornada rumo à transformação digital, na qual a rede de saúde está toda baseada em soluções de tecnologia e em uma plataforma aberta de comunicação e integração de dados, o papel de todos os envolvidos no sistema de saúde - pacientes, médicos e prestadores de serviço - sofre mudanças.

De um lado, os pacientes podem, de maneira mais rápida, acessar informações de saúde, “diagnosticar” suas próprias condições, obter resultados de exames e, assim, receber um tratamento melhor; de outro, médicos e prestadores de serviços têm em mãos o registro de todos os dados, por meio de soluções como Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP), Checagem Beira Leito e consulta de dados por meio de ferramentas de analytics. “Mas, para que isso funcione, tudo deve estar integrado em um sistema de gestão hospitalar que permita armazenar, pesquisar e coletar dados”, explica Aimar Lopes, docente em gestão hospitalar da Universidade São Camilo.

Veja, a seguir, as principais tendências que fazem parte da transformação digital, impactam a atuação dos profissionais de saúde e remodelam a experiência do paciente - elo mais importante do sistema de saúde:

  1. Assistência médica e resultados baseados em valores

Os pacientes de hoje precisam enxergar valor nos serviços de saúde, a partir de diagnósticos baseados nos indicadores-chaves de desempenho e avaliações de outros pacientes em situações semelhantes às suas. Estatísticas puras não têm sentido; os resultados apresentados pelos médicos precisam ser mais relevantes e completos - aspecto tratado pelo uso de ferramentas de analytics e dados oriundos de todos os prontuários de pacientes.

  1. Pacientes informados e envolvidos

    Os usuários dos serviços de saúde envolvem-se com a assistência de diversas formas: buscam alívio quando doentes e, cada vez mais, querem participar ativamente da prevenção e dos cuidados próprios. Eles valorizam o acesso fácil à informação personalizada e confiável, resultados baseados em evidências para sua situação particular e a continuidade do tratamento e assistência. Engajar esse consumidor multifacetado requer novos canais de interação, formas de atendimento e disponibilização de serviços.

    3. Novas oportunidades em vestíveis, apps e Internet das Coisas (IoT)

A proliferação de clientes que possuem dispositivos médicos conectados à internet abastece a disponibilidade do Big Data, ajudando os provedores de saúde a identificar e responder às necessidades do paciente em tempo real e ajustar o que for preciso. Isso abre novas oportunidades para prevenção, monitoramento e tratamento, aumentando o engajamento - e a satisfação - do paciente.

“A entidade precisa estimular a discussão sobre todos esses pilares, mostrar resultados e fornecer treinamento constante para incentivar o engajamento e conseguir, de forma mais rápida, inserir-se na transformação digital”, completa Lopes.

Luc Thijs, da Agfa, aposta na integração da saúde como tendência

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Em sua visita ao Brasil, conseguimos entender um pouco sobre o foco da empresa no Brasil e no mundo e mais sobre os produtos-foco da organização.

Thijs comentou sobre três áreas que considera tendência e que têm importância significativa para a Agfa:

  1. Radiografia Direta: Aqui, a ideia é processar as imagens sem o uso das placas de filme ou do processo de revelação. Nos EUA, segundo Luc, 45% dos exames ainda são em Raio-X e, na Europa, este número pode chegar a 60-70%. Ou seja, ainda há bastante espaço para crescimento e conversão.  De acordo com um estudo realizado pela Frost&Sullivan chamado Raising the Bar by Lowering the Dose , a  plataforma de radiografia direta da Agfa HealthCare foi reconhecida como o melhor produto disponível no mercado.

  1. Enterprise Imaging: O problema, segundo Luc Thijs, é que a maior parte dos EMRs foram criados sem considerar a informação multimídia. O produto começou na área de radiologia e hoje já aborda diferentes áreas da instituição, chegando, inclusive, a entrar em contato com os pacientes através dos portais de comunicação dos hospitais. Então, a habilidade de armazenar, acessar e trocar imagens em múltiplos serviços promete modernizar todo o cenário de imagem.

  1. Enterprise Content Management: Este é o primeiro passo, segundo Luc, para que os hospitais se tornem paperless. É um sistema para gerenciamento de conteúdo, independentemente da mídia utilizada (papéis, filmes, imagens radiográficas, etc) e facilita a implementação, por exemplo, de um prontuário eletrônico, integrando a comunicação “legada” à entrada no digital.

Ao longo dos 26 anos na AGFA Healthcare, Luc comentou um pouco sobre os aspectos que mudaram drasticamente desde o início. Os três principais, segundo o executivo, seriam a transparência do setor - e a cobrança de todo o sistema para que as organizações continuem sendo, cada vez mais, transparentes; a valorização e centralização do paciente no cuidado e o foco na produtividade.

Além disso, o executivo aposta na Integração como a próxima tendência para o setor. “O cuidado vai extrapolar as instituições”. Para ele, desde o momento do diagnóstico até o tratamento, diferentes players vão interagir com o paciente e, cada vez mais, isso vai requerer diálogo entre os stakeholders e integração de informação.

Ao ser perguntado sobre a situação político-econômica do Brasil, Luc disse: “Eu morei no Brasil por três anos e acredito muito neste país. Eu vi o quão rápido o país conseguiu se reerguer depois da instabilidade cambial da época e, depois disso, vi muitos anos de crescimento do PIB. E acredito que, quando um negócio não está bom, você deve investir internamente e se preparar para os próximos momentos. Ou seja, se você acredita nos fundamentos de uma nação, você não deixa de investir nos momentos de retração. Assim, quando a economia voltar, você está pronto - e continua.”

Nova técnica para desobstrução de artérias é realizada com sucesso no Hospital Mãe de Deus

Em uma parceria entre um doutor brasileiro e um suíço, o procedimento foi realizado na segunda-feira, dia 21 de novembro, para introdução de stent em paciente com fortes dores no peito

3.Desobstrucao 01 pr procedimentoPré-procedimento para revascularização de oclusões coronarianas crônicas.Na última segunda-feira, dia 21 de novembro, o Hospital Mãe de Deus, em Porto Alegre (RS), realizou pela quinta vez um procedimento para revascularização de oclusões coronarianas crônicas utilizando uma nova técnica que, de forma minimamente invasiva, permite a inserção de stent mesmo quando há 100% de entupimento da artéria, visto que graças a este formato é possível fazer um orifício para introdução da prótese.

3.Desobstrucao 02 ps procedimentoPós-procedimento para revascularização de oclusões coronarianas crônicas utilizando uma nova técnica.Realizado pelo doutor Alexandre Quadros, gestor do serviço de Cardiologia do Hospital Mãe de Deus e diretor científico da Sociedade Brasileira de Cardiologia Intervencionista, em parceria com o doutor Daniel Wellenmann, cardiologista do suíço Kantonsspital Sr. Gallen, o procedimento tem tido aplicação crescente no exterior e em alguns centros de excelência brasileiros.

A técnica resulta em melhora efetiva da dor no peito do paciente evitando a tradicional cirurgia de ponte de safena, que oferece mais risco e é um procedimento mais invasivo e que provoca mais desconforto.

Saúde define prazo para municípios informarem sobre a implantação do prontuário eletrônico

Ministério da Saúde vai avaliar cada inserção para definir ações de apoio às cidades com dificuldade para aderir ao novo sistema de informações

1.prontuario eletronicoMunicípios brasileiros que ainda não utilizam prontuário eletrônico em suas unidades básicas de saúde têm até o dia 10 de dezembro para apresentar as suas justificativas ao Ministério da Saúde. As cidades que não confirmarem a utilização do sistema terão parte dos recursos destinados aos serviços de Atenção Básica suspensa.


O Ministério da Saúde está preparado para apoiar os municípios que encontrarem dificuldades na implantação do prontuário eletrônico. Para isso, cada gestor municipal terá de informar as suas dificuldades, por meio de formulário do e-SUS AB – ferramenta de integração das informações da Atenção Básica -, que ficará disponível para as inserções até o prazo final de implementação do PEC. Para obter o documento de justificativa, o gestor municipal deve acessar o portal dab.saude.gov.br e migrar para o link e-SUS Atenção Básica. Lá, ele encontrará o formulário e as orientações para emitir suas justificativas. Ao receber os relatórios, o Ministério da Saúde avaliará cada caso, providenciando a estrutura para a transmissão dos dados.

O Prontuário Eletrônico do Cidadão (PEC) é uma plataforma digital ofertada gratuitamente pelo Ministério da Saúde, que reúne o histórico, os dados e os resultados de exames dos pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS), atendidos na Atenção Básica.  O prontuário também permite a verificação, em tempo real, da disponibilidade de medicamentos ou mesmo o registro das visitas de agentes de saúde, melhorando o atendimento ao cidadão. A transmissão 100% digital dos dados da rede municipal à base nacional possibilita, ainda, que o Ministério da Saúde confira online como está sendo investido cada real do SUS, na saúde do brasileiro. Os municípios também podem utilizar versões próprias ou privadas.

A apresentação da justificativa não isentará o município de implantar o sistema, do mesmo modo que não garantirá a manutenção do repasse do Piso de Atenção Básica Variável. Esse recurso é aplicado no custeio dos atendimentos de pediatria e vinculados a programas, como Saúde da Família; Brasil Sorridente, entre outros. Por ano, são transferidos cerca de R$ 10 bilhões para esses serviços.

Dados de outubro – quando o Ministério condicionou o repasse do PAB Variável à utilização do PEC – apontavam que 76% das unidades básicas de saúde ainda registram o histórico do paciente em papel. Das 41.688 UBS em funcionamento em 5.506 municípios, 10.134 (106,98 milhões de pessoas) já têm o Prontuário Eletrônico, sendo que 2.902 utilizam versões oferecidas gratuitamente pelo Ministério da Saúde, e 7.232 softwares próprios e privados.

A informatização dos sistemas de saúde é uma das prioridades da gestão do Ministério da Saúde. O objetivo é integrar o controle das ações, promover a correta aplicação dos recursos públicos, obter dados para o planejamento do setor e, principalmente, propiciar a ampliação do acesso e da qualidade da assistência prestada à população, tornando o atendimento mais eficiente. A medida ajudará também a reduzir custos, evitando, por exemplo, a duplicidade de exames ou retiradas de medicamentos.

Brasil encerrou com chave de ouro sua participação na MEDICA 2016

Visibilidade e busca por novas oportunidades de negócios levaram dirigentes da HOSPITALAR à tradicional feira de saúde, que ocorreu em Düsseldorf, na Alemanha

medica Com o objetivo de gerar valor aos expositores nacionais e internacionais, representantes da HOSPITALAR estiveram em mais uma edição da MEDICA, evento que aconteceu na Alemanha, nos dias 14 e 17 de novembro. Cinco dirigentes da HOSPITALAR participaram do evento: a diretora Mônica Araújo; a presidente e fundadora Dra. Waleska Santos; o coordenador de mercado externo, Pedro Cilento; o key account da área de TI, Vinicius Pereira; e o gerente de eventos, Fábio Stringhini.

A HOSPITALAR participou também do espaço dedicado à indústria brasileira na MEDICA, proporcionado pela ABIMO (Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos, Odontológicos, Hospitalares e de Laboratórios), em parceria com a Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), por meio do qual um grupo representativo da indústria fornecedora brasileira desenvolveu contatos com visitantes alemães.

Como parte da estratégia, a comitiva promoveu um coquetel seguido pela homenagem a Messe Düsseldorf pelos 19 anos de trabalho em conjunto em prol da promoção dos expositores da HOSPITALAR na MEDICA e pela oportunidade oferecida de estreitar relações com o mercado internacional em todos os anos de participação. “Comemorar quase duas décadas do Acordo de Cooperação Estratégica da HOSPITALAR com a MEDICA, pautado por uma relação ética e de respeito profissional, engrandece nossas feiras e o setor de saúde mundial como um todo”, pontua Dra. Waleska Santos.

NEGÓCIOS

Cinquenta participantes do Brazilian Health Devices, projeto executado pela ABIMO em parceria com a Apex-Brasil, estiveram na MEDICA. Os resultados superaram as expectativas: foram quase 2 mil contatos feitos em quatro dias de evento, que resultaram em US$ 348 mil em negócios imediatos, com projeção para os próximos 12 meses de US$ 12 milhões. Membros do Ministério da Saúde e da Anvisa também estiveram no estande.

A gerente de marketing e exportação da ABIMO, Clara Porto, atribui o bom resultado ao extenso trabalho de relações públicas e imagem, feitos desde o final da edição 2015. “Trabalhamos incessantemente a imagem dos 15 anos do pavilhão brasileiro na MEDICA e isso nos ajudou muito na promoção comercial”, conta. “Essa feira, por ser a mais importante do mundo, é a melhor vitrine que o empresário brasileiro pode ter para que seus produtos alcancem diferentes territórios no mundo”, ressalta Paulo Fraccaro, superintendente da ABIMO.

FESTA DE 15 ANOS

festa 15 anosDesde 2011, quando teve sua primeira edição, o já tradicional Brazilian Happy Hour é uma das ações mais esperadas dentro do pavilhão brasileiro na MEDICA. Neste ano, a já tradicional ação estratégica de negócios e relacionamento serviu de palco para a comemoração dos 15 anos do pavilhão brasileiro na MEDICA. Mais de 500 pessoas, entre representantes de empresas, clientes, distribuidores e mídia internacional, participaram da festa, que teve comidas e bebidas típicas do Brasil e música brasileira ao vivo.

A Apex-Brasil recebeu homenagem da ABIMO pela contribuição e pelo incentivo ao Projeto Brazilian Health Devices. “Há 15 anos, a participação do BHD na MEDICA foi o pontapé inicial em termos de ações concretas de promoção comercial internacional de uma longa parceria construída entre Apex-Brasil e ABIMO”, relembra o gestor do projeto dentro da Agência, Gabriel Isaacsson. Um trabalho conjunto que, segundo ele, até hoje envida esforços de ambas as partes em torno de um objetivo comum: fomentar a competitividade do complexo industrial brasileiro de dispositivos médico-hospitalares e odontológicos através do posicionamento internacional do nosso país no mercado e da realização concreta de negócios, deixando como fruto uma extensa carteira de clientes e parceiros satisfeitos em fazer negócios com o Brasil.

“Hoje nosso país é reconhecido como um parceiro importante globalmente; não apenas como enorme mercado consumidor, mas também como fornecedor de health devices com excelente relação custo-benefício”, diz. “São muito importantes os resultados da continuidade e evolução brasileira neste evento que, sem dúvida, é o grande encontro anual da indústria do setor. ”

Outra figura homenageada foi o ex-diretor da MEDICA, Manfred Kotschedoff, pela iniciativa de ter lançado oficialmente o pavilhão brasileiro no evento e por ter apoiado o BHD desde a primeira participação. Joachim Schäfer, atual presidente, também foi homenageado pelo apoio à participação de empresas brasileiras no evento.

CLUSTER DE TECNOLOGIAS PARA A SAÚDE

cluster da sadeEmpresas e instituições do Cluster de Tecnologias para a Saúde, do Rio Grande do Sul, também participaram da MEDICA e foi um sucesso! Pelo menos 130 contatos e mais de US$ 800 mil em possíveis negócios foram alguns dos principais resultados da participação gaúcha. O evento contou com um estande coletivo do Rio Grande do Sul, composto por três empresas, além de outros oito empreendimentos em missão de prospecção de negócios.

O espaço gaúcho – ocupado por BeeIT Sistemas de Saúde, BhioSupply e Toth Tecnologia – foi subsidiado pela AGDI (Agência Gaúcha de Desenvolvimento e Promoção do Investimento), por meio do Programa de Apoio à Participação de Empresas Gaúchas em Feiras Internacionais. A missão, liderada pelo Cluster de Tecnologias para a Saúde, contou com a parceria da Fiergs (Federação da Indústrias do Estado) e do Sebrae-RS (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas).

A maior parte das tratativas iniciadas na feira foram com Taiwan, Israel, China, Índia e Indonésia. Para o diretor geral da indústria de equipamentos médicos da Bhio Supply, Marcelo Saraiva, participar da MEDICA oportunizou receber potenciais clientes, conhecer novos mercados e expor a marca da empresa junto a mercados considerados alvo. “Além de fazer um comparativo com nossos concorrentes na Europa e visualizar novas tendências, que mudam a cada cinco ou 10 anos”, avalia.

Duas agendas realizadas pelo Governo do estado também se destacaram na programação da feira: uma com a representante do setor de promoção comercial da Embaixada do Brasil em Berlim, Katrin Strhle, e outra com a gerente de marketing da ABIMO, Clara Porto. “Nosso objetivo é desenvolver programas de cooperação com essas instituições, ampliando nossa rede de relacionamentos com o objetivo de promover as empresas instaladas no Rio Grande do Sul e atrair novos empreendimentos para o estado”, explica o coordenador do Programa de Feiras da AGDI, Leonardo Neves. 

Grande piquenique da Pfizer reunirá gerações para um dia de diversão no Parque Villa-Lobos

SÃO PAULO, 24 de novembro de 2016 /PRNewswire/ -- Divertir-se com a família e os amigos, estimulando a convivência entre as diferentes gerações e a troca de experiências. Esse é o objetivo de um grande piquenique que tomará conta do Parque Villa-Lobos no dia 27, domingo, a partir das 10h. Parte da campanha Envelhecer Sem Vergonha – Qualidade de vida não tem idade, promovida pela Pfizer, o evento contará com uma programação musical variada, com apresentações de rock, jazz, MPB, marchinhas de carnaval e até karaokê. Os participantes estão convidados a trazer de casa alimentos leves e nutritivos para desfrutar dessa experiência.

Sob o tema "Diversão não tem idade", o piquenique chega em 2016 em sua segunda edição. Em 2015, o evento reuniu centenas de pessoas no Parque do Ibirapuera. "São momentos em que pessoas de todas as idades podem fortalecer seus laços afetivos, trocar experiências e compreender a importância dos cuidados com a saúde física e mental nas diferentes fases da vida", diz o diretor de Assuntos Corporativos da Pfizer, Ciro Mortella.

Lançada em 2015, a campanha "Envelhecer Sem Vergonha" tem o objetivo de estimular um diálogo franco e bem-humorado sobre o tema, convocando o Brasil todo a repensar seu conceito de envelhecimento e maturidade. É possível conhecer mais detalhes sobre a iniciativa por meio da fanpage www.facebook.com/envelhecersemvergonha, ou acessando o portal www.envelhecersemvergonha.com.br.

A Pesquisa

Aproveitar a maturidade com disposição para fazer exercícios, assistir a shows ao vivo, além de cantar e dançar com muita descontração são justamente alguns dos principais anseios do brasileiro em relação à velhice. É o que demonstra um recorte inédito da pesquisa "Como os Brasileiros Encaram o Envelhecimento", trabalho que também faz parte da campanha. Para compreender os principais desejos da população para a terceira idade, o Instituto Qualibest ouviu 989 adultos, com 18 anos ou mais de idade. Dedicar-se a atividades ligadas à diversão e à qualidade de vida estão entre as prioridades desses entrevistados.

Programação do piquenique:
10h00 às 11h00 – Better call rock
11h00 às 1200 – Sax in the Beats
12h00 às 14h00 – Bloco Chega Mais  
14h00 às 15h00 – Karaokê

Serviço
Evento – Piquenique "Envelhecer sem vergonha – 2ª edição"
Data – 27 de novembro (domingo)
Horário – 10 às 15 horas
Local – Parque Villa-Lobos, Esplanada, acesso pelo Portão Principal
Endereço – Avenida Professor Fonseca Rodrigues, 2001

Mais informações: 3643-2785          

FONTE Pfizer