Hospital do futuro oferece tecnologia, humanização e conforto aos pacientes do Rio de Janeiro

Copa Star -com investimento de R$ 400 milhões, hospital instalado em Copacabana alia alta tecnologia e ampla preocupação com a qualidade do atendimento para oferecer um hospital encantador aos cariocas

3.CopaStar O mês de outubro deste ano marcou a abertura daquele que é chamado de Hospital do Futuro. Empreendimento da Rede D’Or São Luiz, o hospital Copa Star é muito mais do que apenas um centro de atendimento. Instalado na rua Figueiredo Magalhães, em Copacabana, no Rio de Janeiro, o local é resultado de um investimento de mais de R$ 400 milhões, sendo que deste montante cerca de R$ 100 milhões foram dedicados exclusivamente à aquisição de equipamentos médicos de última geração.

“Os pacientes precisavam fazer voos para a capital paulista quando precisavam de atendimento diferenciado e de alta complexidade. Nós trouxemos um novo conceito de hospital ao Rio de Janeiro, oferecendo esse serviço especializado em um ambiente intimista e acolhedor”, comenta Jorge Moll, médico cardiologista e presidente do conselho da Rede D’Or São Luiz ao afirmar que o Copa Star surge como alternativa carioca aos hospitais paulistanos Sírio-Libanês e Albert Einstein.

Em um espaço de 21 mil metros quadrados, o time composto por mais de 550 profissionais foi rigorosamente selecionado com base em critérios técnicos e competências comportamentais. Todos passaram pelo Centro de Ensino e Treinamento (IDOR) para qualificação e capacitação, visando oferecer um atendimento personalizado a todos os pacientes e acompanhantes. Destas 550 pessoas envolvidas diariamente nos atendimentos, 113 são médicos que possuem gabaritada formação nas mais diversas especialidades. Esta preocupação em oferecer o que há de melhor na medicina atual integra o novo conceito de unidade hospitalar proposto pela Rede D’Or São Luis.

A intenção do hospital é que o paciente tenha sempre um atendimento totalmente humanizado. Para isso, acredita que com o atendimento realizado sempre pelo mesmo grupo de profissionais da saúde durante todos os dias há a geração de empatia entre ambas as partes, promovendo um clima mais íntimo e de qualidade a todos os envolvidos. Pensando nisso, o horário de visita também é estendido (das 10h às 22h) para reforçar a vontade do hospital de oferecer comodidade e tranquilidade aos pacientes.

Investimento em tecnologia – Das nove salas de cirurgia existentes no complexo, três são equipadas com aparelhos de última geração. “Uma com foco em neurocirurgia, integrada ao aparelho de ressonância magnética; outra equipada com um robô Da Vinci, que permitirá a realização de cirurgias minimamente invasivas em inúmeras especialidades; e a terceira, conhecida como sala híbrida, que possui um angiógrafo robótico”, explica o doutor Paulo Tinoco, diretor técnico do Copa Star.

As salas híbridas, mencionadas por Tinoco, são salas que possuem tecnologia suficiente para realização de exames enquanto o paciente está em cirurgia. E, comprovando o alto investimento em tecnologia de ponta, somente o aparelho de ressonância magnética e o microscópio neurológico representam um custo de mais de US$2 milhões.

O Centro de Terapia Intensiva é um dos exemplos dos avanços tecnológicos impostos pelo Hospital Copa Star. Com foco em doenças cardiovasculares, pós-operatórios e medicina interna, a unidade conta com acomodações privativas, quartos exclusivos e permite que os acompanhantes permaneçam durante todo o processo. Além disso, para evitar casos de síndrome do confinamento, o espaço utiliza telas que transmitem ao vivo a visão da rua da frente, dos arredores do hospital e da praia de Copacabana. Tudo isso para que o paciente se sinta integrado ao mundo lá fora.

Os postos de enfermagem também receberam investimentos e contam com dispensários eletrônicos de medicação e sistema de tripla checagem que permite que, por meio da utilização de um leitor de códigos de barras, o medicamento seja verificado em conjunto com a pulseira do paciente e o crachá do profissional. Tudo para reforçar a segurança das medicações. Na emergência, que conta com cardiologista e serviço de hemodinâmica 24 horas, os pacientes com suspeita de acidente vascular encefálico recebem atenção diferenciada para diagnóstico e tratamento precoces.

Tranquilidade para pacientes e acompanhantes – Com um anexo construído exclusivamente para o fluxo de macas e equipe médica, o clima geral no Copa Star é muito mais tranquilo, já que não há a correria habitual dos hospitais. Além disso, os corredores, que contam com uma fragrância exclusiva com tons amadeirados e cítricos, foram transformados em uma ampla galeria de arte com mais de 231 obras do artista japonês Yutaka Toyota. Tudo isso, em conjunto com uma arquitetura arrojada, promove conforto, harmonia e sofisticação.

Aos pacientes internados e seus acompanhantes, o Copa Star oferece o Smart Hospitality, um sistema que permite, por um tablet, o controle de luminosidade e da temperatura do local, além de oferecer a possibilidade de contato com enfermeiros e médicos responsáveis por meio de chamadas de áudio e vídeo. Ferramentas como essa foram criadas para aumentar o bem-estar e facilitar a estadia durante o período de internação.

Edição 2016 do Congresso Nacional de Hospitais Privados registra crescimento de 32%

2.conahpA Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp) mobilizou as principais lideranças da saúde no Brasil, além de gestores e profissionais do setor, em um profundo debate sobre ética e a conduta empresarial na saúde, na 4ª edição do Congresso Nacional de Hospitais Privados (Conahp), que terminou na sexta-feira (18), em São Paulo.

Durante os três dias de evento, mais de 1.200 inscritos puderam participar de debates e assistir a palestras de grandes especialistas, como Boi Ruiz Garcia, conselheiro de Saúde do Governo da Catalunha; Don Sinko, diretor de um dos hospitais mais éticos do mundo, a Cleveland Clinic (EUA); e Simon Longstaff, diretor executivo no "The Ethics Center", na Austrália.

Enquanto muitos congressos e eventos diminuíram de tamanho este ano, o Conahp foi na contramão do atual cenário. A organização do evento comercializou todos os 50 stands oferecidos, alcançando um crescimento de 32% em comparação com a edição de 2015. Além disso, o número de congressistas inscritos ficou 10% acima do ano passado.

“É significativo que o congresso registre crescimento no número de empresas em um ano de crise. Isso ratifica a força social e econômica que a saúde tem no país. Os hospitais fazem parte de um setor que, atualmente, responde por 9,5% do PIB”, destaca o presidente da Associação Nacional de Hospitais Privados, Francisco Balestrin.

Para Balestrin, a associação também acertou ao propor o tema - Ética: A sustentabilidade da saúde no Brasil – que vai ao encontro de uma demanda cada vez mais presente na sociedade.

Publicações

Durante os três dias de Conahp, as discussões foram divididas em sessões plenárias. No primeiro dia de congresso, a Anahp lançou o manual do programa de compliance, uma publicação orientativa e que apresenta os elementos básicos e fundamentais para o estabelecimento de um programa de Ética e Compliance nas organizações.

A entidade lançou ainda um livro, “O Hospital – Memórias de um Brasil em transformação”, com as trajetórias de importantes hospitais do país e um panorama da saúde nacional. Outras publicações também chegaram: "Organização Assistencial", "Clima Organizacional/Setor Hospitalar Privado" e "Segurança da Informação para Hospitais".

A celebração dos 15 anos teve o lançamento de um rótulo de Merlot, da vinícola Don Giovanni, batizado de "A Carta", em referência ao conjunto de princípios que norteia a atividade dos associados.

O tema para o 5º Conahp, que acontece em novembro de 2017, já foi definido: "O hospital do futuro: e o futuro dos hospitais".

Unesp tem Scanner de Veias que ajuda quem tem medo de agulha

O aparelho ameniza o sofrimento do paciente

1.scannerO Centro de Assistência Odontológica à Pessoa com Deficiência da Unesp, em Araçatuba (CAOE) conta agora com a ajuda de um Scanner e Localizador de Veias em seus atendimentos às pessoas com algum tipo de deficiência. O aparelho, recebido como doação é uma alternativa de amenizar o sofrimento do paciente e ajudar médicos e enfermeiros a encontrarem a veia mais facilmente.

O Scanner ACCUVEIN AV300 humaniza o atendimento e proporciona satisfatória visualização da veia, punção mais rápida, melhor controle da dose injetada e sedação endovenosa, mais segura. Ele foi doado pela Ação Social Cooperada SicoobCredicitrus ‎e Coopercitrus. Além de ser usado na hora de sedar alguns pacientes diante de diversos tratamentos, também pode ser usado em todo tipo de procedimento que é necessário encontrar a veia do paciente, como na retirada de sangue.

De acordo com a supervisora do CAOE, a professora Alessandra Marcondes Aranega, a maioria dos pacientes sofre de momentos de ansiedade antes da punção venosa, principalmente por gerar alguma possibilidade de desconforto. “O equipamento é colocado em um ângulo de 90º sobre a pele, que utiliza raios infravermelhos para achar veias na hora da punção venosa do paciente. O feixe de luz infravermelha emitido pelo aparelho é absorvido pelas hemoglobinas do sangue, proteínas que possuem ferro em sua composição. A partir disso, o dispositivo traduz esses dados, destacando as veias e possibilitando a identificação. Com ele é possível obter parâmetros fundamentais para a punção da veia: calibre e diâmetro; trajeto e bifurcações; fluxo e permeabilidade”, acrescenta.

O aparelho fica localizado no consultório onde são realizados os atendimentos e procedimentos odontológicos sob sedação consciente. Segundo a professora Alessandra, são atendidos aproximadamente quatro pacientes por dia. “São pacientes idosos, crianças, autistas, esquizofrênicos, com retardo mental, obesos, com síndromes diversas, e pacientes com difíceis acessos venosos”.

O Scanner, que custa atualmente R$ 30.922,50 possibilita atendimento com mais agilidade e precisão. Ela ressalta que quanto pior a visualização da veia, maior a chance de um vaso se romper durante a coleta e gerar hematomas. “O aparelho possibilita a visualização de veias com até 7 milímetros de profundidade. Ele pesa apenas 280 gramas e não precisa ser esterilizado, já que não tem contato com o paciente”, diz.

A supervisora explica que para o CAOE, este Scanner e Localizador de Veias tem se tornando imprescindível, porque favorece a eficácia nos procedimentos da equipe de enfermagem no ato de punção sem causar traumas e desconfortos aos pacientes.

A professora agradece à associação que fez a doação, e explica que isto tudo só é possível graças a eles.

Mercado da saúde também aproveita a Black Friday

Inovação da Bionexo apresenta três fornecedores com produtos a preços bastante atrativos ao longo desta semana.

5.BlackFriday Bionexo Aproveitando o sucesso que o sistema Black Friday tem no mercado digital BtoC, a Bionexo inova e traz o conceito para o setor da saúde hospitalar. Até a próxima sexta-feira, dia 25 de novembro, três grandes fabricantes ofertarão produtos de alto valor agregado a preços altamente competitivos. Com isso, a Bionexo traz novidades ao segmento já planejando ampliar o número de participantes e a quantidade de produtos e serviços negociados para a Black Friday de 2017.

“O mercado de saúde passa por uma transformação sem precedentes, onde a busca por mais produtividade com menor custo é condição imperativa para a sobrevivência. Utilizar o meio digital para alcançar este objetivo é um caminho irreversível”, explica Maurício Barbosa, CEO Global da Bionexo que já atua desde 2000 junto à cadeia de suprimentos hospitalar com o DNA digital acompanhando o que o mercado tem de mais inovador.

Esta é a primeira vez que uma ação como esta é criada dentro do segmento de saúde e a expectativa é das melhores. Hoje, a Bionexo já opera como um hub entre instituições de saúde e fornecedores transacionando mais de R$ 6 bilhões ao ano. Em um cenário econômico e político em recuperação, iniciativas como a Black Friday trazem possibilidades de fomentação dos negócios para este último bimestre de 2016.

Parceira da Hospitalar, a Bionexo trabalha a inovação de forma constante. Na edição 2016 do evento, juntamente com a WhizHealth, desenvolveu o projeto Five Years From Now, que busca fomentar o empreendedorismo digital no setor da saúde por meio da inserção de estandes para divulgação dos produtos de startups e workshops relacionados ao tema. Graças ao sucesso do projeto em 2016, as empresas já estão preparando novidades bastante atrativas para a próxima edição.

CEO da Beneficência Portuguesa de São Paulo destaca a importância da ética e do compliance no setor de saúde

Trabalho desenvolvido na instituição é um dos cases do livro da Anahp sobre melhores práticas

4.BP conahpViviane Miranda e Denise Santos, respectivamente vice-presidente e presidente do Comitê Estratégico de Compliance da Anahp, apresentam o Manual de Compliance. (Foto: Gustavo Rampine)A importância da cultura de compliance para a redução dos custos e otimização dos investimentos nas instituições hospitalares brasileiras foi destaque na palestra de Denise Santos, CEO da Beneficência Portuguesa de São Paulo, durante a abertura do pré-congresso da Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp), na última quarta-feira (16), em São Paulo.

Denise Santos, que também é presidente do Comitê Estratégico de Compliance da Anahp, ressalta que os gestores hospitalares devem adotar uma postura ética, assim como os colaboradores e demais stakeholders de toda a cadeia do setor também são fundamentais no processo. “Para que possamos dar um passo importante na evolução do compliance nas organizações é preciso entender onde estamos. A partir disto, podemos traçar um plano evolutivo destes conceitos e ajudar os hospitais da Anahp a buscar a excelência neste quesito", ressalta Denise.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que, apenas nos países desenvolvidos, os governos gastem de US$ 12 bilhões a US$ 23 bilhões por ano com desperdício de recursos. Na Europa, a situação não é diferente.  Dados da Rede Europeia para a Fraude e Corrupção na Saúde demonstram que dos US$ 5,3 trilhões das despesas globais em saúde, aproximadamente US$ 300 bilhões são perdidos para os erros e para a corrupção.

Os danos causados por condutas antiéticas afetam toda a cadeia produtiva do setor de saúde, desde fornecedores, prestadores de serviços, operadoras de planos, seguradoras e, principalmente, o paciente final, que se torna o maior prejudicado. Assim, é primordial que a cultura do compliance seja adotada nas instituições hospitalares brasileiras para fortalecer um ambiente sustentável no setor em meio à crescente demanda e recursos limitados para investimentos.

O excesso de confiança e uma conduta corporativa acomodada que negligencia riscos podem não só afetar a reputação de um hospital, mas até levá-lo à falência. “A fonte de valor das empresas mudou significativamente nos últimos 30 anos e, com isso, os riscos aumentaram. Hoje, os ativos intangíveis como capital humano, modelo de negócio e ética praticada, impactam diretamente na imagem e no sucesso de organização”, salienta Denise Santos.

Melhores práticas

Um dos bens intangíveis de uma instituição hospitalar são os processos adotados pela instituição que resultam em melhorias e impactam diretamente no atendimento ao paciente. Por isso, durante o congresso foi lançado o livro Organização Assistencial – Melhores Práticas Entre as Instituições Anahp, que reúne os 40 cases mais relevantes de implementação desses processos.

Intitulado Melhora no Processo de Controle de Antimicrobianos, o trabalho desenvolvido na Beneficência Portuguesa de São Paulo é um dos cases apresentados no livro. “O uso racional de antimicrobianos garante a segurança dos pacientes e contribui para a redução dos custos hospitalares. Por isso, o trabalho desenvolvido é tão importante e pode servir de modelo para outras instituições”, ressalta Maria Lúcia Biancalana, infectologista do Hospital São José, unidade hospitalar da Beneficência Portuguesa de São Paulo, e uma das autoras do trabalho.

ANVISA lança Programa Nacional de Prevenção e Controle de Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde

3.AnvisaCom o propósito de estabelecer mecanismos de controle sobre a Resistência Microbiana (RM) em serviços de saúde, reduzir Infecções do Sítio Cirúrgico (ISC) e Infecções Primárias da Corrente Sanguínea (IPCS), a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) lançou o Programa Nacional de Prevenção e Controle de Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (PNPCIRAS) 2016-2020. A primeira versão, que abrangeu o triênio 2013-2015, foi elaborada pela Comissão Nacional de Prevenção e Controle de Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (CNCIRAS), e objetivou ainda aumentar o índice de conformidade do PNPCIRAS, segundo os critérios da OMS.

Várias ações foram realizadas a nível nacional e amplamente divulgadas para o alcance dos objetivos descritos no PNPCIRAS 2013-2015. Uma delas foi a estruturação da sub-rede analítica de resistência microbiana em serviços de saúde, composta por um grupo de LACENs (Laboratório Central de Saúde Pública), cujo objetivo é subsidiar ações de vigilância e monitoramento da resistência microbiana em serviços de saúde, por meio da identificação e tipagem molecular de microrganismos multirresistentes em situações de surtos.

Outra ação de destaque foi a execução da primeira etapa do Projeto Estados em Foco, cujos objetivos consistiam na realização de diagnóstico situacional, promoção do alinhamento de ações entre os programas estaduais e o PNPCIRAS e identificação das necessidades estratégicas para futuras ações. Essa primeira etapa foi realizada nas regiões Norte e Nordeste.

A segunda etapa desse projeto teve início em 2016 e está em andamento nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Para a construção da nova versão do PNPCIRAS, que abrangerá o quinquênio 2016 – 2020, foram consideradas as avaliações preliminares da versão anterior (PNPCIRAS 2013-2015) e discutidos vários temas pertinentes ao programa, como a situação mundial e nacional das Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS) que são um grave problema de saúde pública, pois são os eventos adversos associados à assistência à saúde mais frequentes, com alta morbidade e mortalidade, que repercutem diretamente na segurança do paciente e por sua vez na qualidade dos serviços de saúde.

Fonte: ANVISA

Hospital Geral do Grajaú passa a integrar rede internacional de telemedicina

Programa permitirá a capacitação de profissionais de saúde que atendem uma das regiões mais populosas de São Paulo

2.telemedicinaO Hospital Geral do Grajaú (HGG), administrado pelo Instituto de Responsabilidade Social Sírio-Libanês, passa a integrar, a partir deste mês de novembro, a Rede Universitária de Telemedicina (Rute). O sistema de teleconferência, que congrega 124 instituições de saúde do Brasil e do exterior, tem como objetivo estimular discussões para o aprimoramento profissional entre os seus participantes.

A adesão ao projeto por parte do HGG terá impactos científicos, tecnológicos, econômicos e sociais, beneficiando a formação de 900 profissionais de saúde da instituição, bem como 830 graduandos e residentes, nas áreas médica, multiprofissional, de enfermagem, fisioterapia e psicologia.

"O Grajaú é uma região que abriga um milhão de habitantes, carentes em termos assistenciais. A participação do nosso hospital neste tipo de projeto aprimora a qualidade do ensino e do conhecimento dos profissionais. Por consequência, tem impacto positivo junto à população, que passa a contar com um nível de atendimento cada vez mais qualificado", explica a Dra. Jocelene Batista Pereira, diretora geral do HGG.

O sistema Rute permite a adoção de medidas simples e de baixo custo, como a implantação de análise de imagens médicas, com diagnósticos remotos, que podem contribuir para diminuir a carência de especialistas. Além disso, proporciona treinamento e capacitação de profissionais sem a necessidade de deslocamento para os centros de referência.

Para integrar a Rute, o HGG passou pelas oito etapas de aprovação, que incluem apresentação de propostas, diagnóstico, licitação dos equipamentos e serviços, assinatura de contrato, implantação de infraestrutura, teste de equipamentos e serviços, ativação dos hospitais na Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) e homologado e operacional na RNP.

Grupo Minha Vida assume representação comercial da PEBMED no Brasil

urologista

São Paulo, 22 de novembro de 2016 – A PEBMED, empresa focada no desenvolvimento de soluções digitais para médicos das diferentes especialidades, acaba de anunciar que terá a sua representação comercial administrada pelo Grupo Minha Vida, maior grupo de comunicação com foco em saúde e bem-estar do país.

A missão da PEBMED é facilitar o acesso à informação para desenvolver uma medicina colaborativa, humanizada e com qualidade. Para isso, desenvolve ferramentas digitais que auxiliam os médicos na tomada de decisão clínica, possibilitando o acesso a informações confiáveis de forma prática e rápida via smartphone. Todo o conteúdo é produzido dentro da empresa, por médicos, com base no que há de mais atualizado na literatura científica.

Com um portfólio de 19 aplicativos que unem conteúdo médico à agilidade das ferramentas interativas, os produtos já somam mais de 700 mil downloads e 150 mil usuários, entre médicos, estudantes de medicina e outros profissionais da saúde. O principal produto da empresa é o aplicativo Whitebook Clinical Decision, que traz funcionalidades completas e seguras para auxiliar no diagnóstico e prescrição. A ferramenta conta com mais de 3 mil tópicos alcançando as principais especialidades e um guia com mais de 600 prescrições, bulas e protocolos médicos. Com mais de 115 mil usuários únicos, dados da empresa apontam que um em cada cinco médicos e estudantes de medicina no Brasil utilizam o Whitebook em mais de 800 cidades.

Para Daniel Wjuniski, CEO e sócio fundador do Grupo Minha Vida, a parceria comercial consolida o grupo como uma empresa que oferece soluções digitais completas na área da saúde: “Já nos comunicamos com o público que busca uma vida mais equilibrada e uma alimentação mais saudável por meio de nossos aplicativos próprios, como o Dieta e Saúde e o Tecnonutri; e também com as mães, pelo Baby Center e o DS Kids. Agora passamos a nos fazer presentes no dia a dia dos médicos. Trata-se de um passo estratégico para nós, pois nos posiciona como um relevante e potente canal de mídia. Os anunciantes, que antes já atingiam seus consumidores via plataformas próprias do Grupo, agora podem impactar o público médico por meio de patrocínio de conteúdo qualificado”, explica o executivo.

Segundo Bruno Lagoeiro, CEO e cofundador da PEBMED, explica o que motivou a parceria: “A expertise em lidar com parceiros do mercado de saúde, bem como o peso do grupo no segmento foram os principais fatores para que a PEBMED associasse sua marca ao Minha Vida e permitisse a sua representação comercial. Acreditamos que, ao unir um dos maiores influenciadores em conteúdo de saúde do mercado nacional com foco no público leigo à nossa experiência e relevância na produção de conteúdo que influencia na tomada de decisão médica, podemos oferecer uma carteira mais completa de soluções para o mercado de saúde”.

Dentre outras ferramentas oferecidas pela PEBMED voltadas para o público médico estão o iCTI, guia voltado para profissionais que trabalham em centros de tratamento intensivo, o iEmergências, para profissionais focados no pronto atendimento de emergência e o MedAnatomia, que traz informações sobre a anatomia humana. Confira o portfólio completo aqui.

Startup Fófuuu é vencedora do Prêmio Empreenda Saúde 2016

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O projeto vencedor da 2.ª edição do Prêmio Empreenda Saúde foi anunciado na noite de quinta-feira, 17. A cerimônia foi realizada no Instituto Sírio-Libanês de Ensino e Pesquisa, em São Paulo.

A escolhida foi a startup Fófuuu, liderada por Bruno Tachinardi, de São Paulo. O projeto une a medicina e a tecnologia de software para desenvolver exercícios divertidos de fonoaudiologia, utilizando uma interface de videogame. O objetivo é reinventar a experiência dos tratamentos por meio de brincadeiras e, assim, impactar positivamente a vida e o desenvolvimento de milhões de crianças com problemas de fala, como as portadoras de lábio leporino, e de aprendizado.

A Fófuuu recebeu R$ 50 mil, em barras de ouro, além de passar a contar com o acompanhamento profissional especializado da everis, para colocar o plano de negócios em prática no mercado brasileiro. Este é o objetivo do Prêmio Empreenda Saúde, que visa incentivar o empreendedorismo e a inovação, desenvolver talentos e reconhecer negócios com grande potencial no setor de saúde.

Vencer o Prêmio Empreenda Saúde, segundo Tachinardi, não poderia ter acontecido em um momento melhor, pois precisavam de recursos para dar continuidade ao projeto. Além disso, só a participação abriu muitas portas, de hospitais e entidades da área médica, o que não teria sido nada fácil sem ajuda do Prêmio. "Mas o que mais queríamos era a assessoria especializada da everis, que acreditamos ser de suma importância para nosso projeto entrar definitivamente no mercado."

O presidente mundial da everis, Fernando Francés, presente à cerimônia, destacou que o incentivo às boas práticas, estimula o espírito inventivo e de superação entre futuros empreendedores, nas mais variadas áreas, seja na saúde, seja na tecnologia ou desenvolvimento. "Desse modo, estamos estimulando o surgimento de novos talentos que trarão grandes contribuições não só ao País, como também ao mundo."

Já o Dr. Luiz Fernando Lima Reis, diretor de Ensino e Pesquisa do Hospital Sírio-Libanês e membro da Comissão Julgadora da premiação, comentou ser fundamental usar o conhecimento da pesquisa para acelerar o processo de inovação. "Todos os cinco finalistas do Prêmio Empreenda Saúde 2016 estão de parabéns, pois conseguiram transformar seus conhecimentos extremamente avançados em benefícios reais para a sociedade."

Importância do projeto vencedor

Segundo estimativas da ASHA (sigla em inglês para Associação Americana de Fala, Linguagem e Audição), há 35 milhões de crianças no mundo, entre 3 a 6 anos, com transtornos de fala que precisam de tratamento. No Brasil, são aproximadamente 700 mil crianças.

Normalmente, as atividades de fonoaudiologia precisam ser realizadas todos os dias, para que tenham resultados satisfatórios. Na maioria das vezes, esses exercícios são realizados longe do consultório, com a ajuda de um familiar ou cuidador. Portanto, dependem do acompanhamento e esforços de terceiros, longe do acompanhamento profissional. Como grande parte dos exercícios é repetitiva e gera desconforto às crianças, há dificuldade na adesão ao tratamento.

O projeto Fófuuu visa, por meio dos jogos desenvolvidos, fazer com que crianças com dificuldades de fala realizem as atividades com prazer, aumentando o engajamento e, ao mesmo tempo, facilitando a vida dos pais e o acompanhamento dos fonoaudiólogos. A solução transforma a lista de exercícios em divertidas missões que guiam pais e filhos de forma lúdica e divertida. Com a ajuda do microfone do tablet ou smartphone, é possível fazer atividades de sopro, sons e reconhecimento de voz.

O sistema permite que os fonoaudiólogos criem rotinas de atividades para o treinamento em casa, com base no diagnóstico de seus pacientes. Da mesma forma, permite que o profissional acompanhe a execução e a evolução dos exercícios à distância.

No total, 208 projetos inscritos

A 2ª edição do Prêmio Empreenda Saúde recebeu a inscrição de 208 projetos com foco na melhoria do setor de saúde em três áreas: Assistência Integral à Saúde; Eficiência em Produtos e Processos Assistenciais; e Mecanismos de Integração Educacional e Saúde.

Todos os trabalhos foram avaliados por um corpo de jurados com representantes das áreas de ensino, pesquisa, inovação e empresários dos mais diversos âmbitos da saúde no Brasil. A análise dos projetos levou em conta os critérios de aplicabilidade (relevância do problema), inovação, e nível de contribuição para melhoria do sistema de saúde (tamanho da população beneficiada).

Além do Fófuuu, outros quatro projetos foram escolhidos como finalistas:

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Autor: Thiago de Almeida Rocha - Joinville-SC

O projeto é baseado em um aplicativo para smartphones que permite às pessoas com perda auditiva ouvirem com maior definição. Como um aparelho auditivo é composto basicamente de quatro itens - processador, microfone, bateria e saída de som -, a solução utiliza estes mesmo recursos de um celular para torná-lo um aparelho auditivo.

Sistema conectado e portátil para retinografia de alta resolução

Autor: Flávio Pascoal Vieira - São Carlos-SP

Trata-se de equipamento portátil para exame de retina com significativas inovações tecnológicas, consonante com a telemedicina, para o qual foi desenvolvido um sistema óptico específico, de acordo com o seu tamanho e custo reduzidos. Para selecionar as melhores imagens da retina e criar vistas panorâmicas com alta resolução, foram criados novos algoritmos computacionais. Além disso, foi levado em consideração o uso de um smartphone integrado ao equipamento.

Beone Tech - Tratamento para Pé Diabético e feridas de difícil cicatrização

Autor: Caio Guimarães - Recife-PE

Nasceu de uma pesquisa acadêmica para solucionar alguns dos maiores desafios da medicina, o Pé Diabético. Pesquisando a aplicabilidade da fotobiomodulação, foi desenvolvida uma tecnologia embarcada empregando comprimentos de onda eletromagnéticos que conseguem dar comandos genéticos ao tecido, aumentando a velocidade e capacidade de cicatrização e diminuindo o processo inflamatório. O outro comprimento de onda é empregado para eliminar microrganismos que causariam infecções.

Nuclearis - Sistema de informações em medicina nuclear

Autor: Marcos Machado - Salvador-BA

É uma ferramenta que rastreia a desintegração dos radiofármacos (até mesmo dentro do paciente), oferece facilidade no agendamento/movimentação de exames com uma gestão integrada da radiofarmácia e da aquisição das imagens, além da monitoração de todas as etapas dos processos e, também facilidade na elaboração dos laudos a partir de inteligência de dados. A integração de todas essas funcionalidades promove previsibilidade de problemas que podem ocorrer durante a rotina de exames, padroniza a qualidade dos exames, melhora a gestão dos recursos e aumenta a produtividade.

4 ferramentas para atingir a gestão hospitalar integrada

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Cada dia mais pressionados pelo crescente custo e exigência de melhores práticas de atendimento, hospitais de pequeno e médio portes ainda sofrem com adversidades como atraso no atendimento por conta de processos manuais e burocráticos, custos elevados por falta de controle  de materiais e medicamentos, desperdício, etc.

Quatro movimentos tecnológicos, que formam a chamada gestão hospitalar integrada, vêm com o objetivo de amenizar esses problemas: prontuário eletrônico do paciente (PEP), Business Process Management (BPM), Gestão Eletrônica de Documentos (GED), Enterprise Content Management (ECM). Entenda como cada uma delas ajuda na gestão:e

  1. Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP): apesar de ser uma das primeiras implantações tecnológicas, o PEP demanda uma boa organização do ponto de vista dos processos gerenciais. Para a geração de protocolos médicos, por exemplo, é preciso que todas as informações do hospital estejam bem articuladas entre si.

  1. Business Process Management (BPM): conhecido em português como “gestão de processos de negócios”, funciona, dentro do conceito e gestão hospitalar integrada, como uma ferramenta de autoconhecimento para o hospital, já que mapeia todos os processos, facilitando encontrar erros nas cadeias produtivas ou aprimorando etapas específicas que acabam passando despercebidas.

  1. Gestão Eletrônica de Documentos (GED): é um conjunto de tecnologias que permite a uma empresa gerenciar seus documentos de forma digital. Facilita o armazenamento e a organização desses de dados, de forma acessível e segura.

  1. Enterprise Content Management (ECM): esse sistema está um passo além do GED, já que possui a capacidade de gestão de fluxo de trabalho (workflow). Sendo assim, as informações ou tarefas podem ser passadas de um participante para o outro de forma clara, facilitando a execução de uma ação, de acordo com um conjunto de regras de procedimentos. Ele é capaz de categorizar as informações por diferentes filtros, como especialidade e ID do paciente, além de promover a integração total com o PEP.

Americo Rodota, diretor da Unidade de Negócios da HealthCare Information Solutions,  afirma que para corrigir algumas deficiências clínicas e administrativo-financeiras, sistemas de gestão hospitalar integrada podem, sim, ser adotados, mesmo em hospitais de pequeno e médio porte. “O sistema integrado vem, justamente, com maior profissionalização do atendimento. Gerir com o suporte técnico facilita a integração de processos”, afirma.

Saiba mais sobre gestão hospitalar integrada. Baixe gratuitamente o whitepaper: "Como integrar a gestão de TI no hospital de pequeno e médio porte"