Holanda e Brasil buscam parcerias nas áreas de diagnóstico, envelhecimento e segurança do paciente

Ministra da Saúde Edith Schippers diz que Holanda e Brasil podem atuar juntos em áreas como envelhecimento saudável, tecnologia da informação, imagiologia, pesquisa de células-tronco e oncologia. E anuncia participação especial de empresas holandesas na Hospitalar 2017.

Edith Schippers Ministra da Saude da HolandaEdith Schippers - Ministra da Saúde da Holanda.Holanda e Brasil estão protagonizando uma série de iniciativas de aproximação no setor de saúde, explorando áreas de possível cooperação tecnológica, científica e comercial. A Holanda, que sempre se destacou por iniciativas sociais ousadas, ligadas aos direitos humanos e individuais, empreendeu, há pouco mais de uma década, uma reforma em seu sistema de saúde, voltada para a melhoria da eficiência econômica, sem prescindir de direitos de acesso, qualidade e segurança para a população. Além disso, vem inovando no desenvolvimento de modelos de cuidados à população idosa, utilizando ambientes protegidos com o maior grau de autonomia possível.

As melhores experiências holandesas nas áreas de segurança do paciente e envelhecimento saudável serão apresentadas em São Paulo, durante o CISS – Congresso Internacional de Serviços de Saúde, evento que a Hospitalar realizará junto à 24ª edição de sua Feira e Fórum, em maio próximo.

Antecipando-se a essa participação, a Ministra da Saúde, Bem-Estar e Esporte da Holanda, Edith Schippers, falou com exclusividade ao site hospitalar.com sobre as ações já em andamento entre os dois países e apontou as áreas do envelhecimento saudável, tecnologia da informação e comunicação em saúde, imagiologia, pesquisa de células-tronco e oncologia, como a que têm alto potencial de colaboração.

Quais são as iniciativas na área de saúde já em desenvolvimento entre Holanda e o Brasil?

Edith Schippers – Estamos ainda em uma fase exploratória, tentando estabelecer um programa que abranja os tópicos com o maior valor agregado para ambos os países. Mas já temos fatos concretos, como a parceria público-privada entre a RBD – Rede Brasileira de Diagnóstico e o estado da Bahia. A Philips Healthcare do Brasil é uma das três empresas que compõem a RBD, além da Alliar e da FIDI. O projeto criará 12 centros de diagnóstico e imagem em todo o estado, com um investimento total de R$ 1 bilhão. Este projeto é a primeira parceria público-privada de diagnósticos do Brasil.

Além disso, diversos centros médicos universitários da Holanda e do Brasil já mantêm parcerias de longa data, como a Universidade de São Paulo (USP) e a Universidade de Groningen. Em 2010 foi criado um programa de “doutorado sanduíche” para o departamento de medicina nuclear de ambas as universidades, no qual os estudantes permanecem dois anos em uma universidade e dois anos na outra. A Universidade de Groningen também possui parcerias com a Unifesp e a PUC-RS. Este ano a FAPESP aprovou um programa de colaboração internacional entre a Universidade Erasmus de Roterdã e a Universidade de São Paulo em Ribeirão Preto, sobre níveis de dor da doença de Parkinson, e entre a Erasmus e a Universidade Nove de Julho, sobre imunologia.

O que está sendo feito para acelerar esta aproximação e cooperação?

Edith Schippers – Em junho passado organizamos uma visita de 15 líderes da saúde de São Paulo à Holanda, incluindo representantes dos maiores hospitais do estado, de universidades e de empresas. A viagem visou explorar possibilidades de cooperação entre os dois países não só em pesquisa e inovação, mas também no ramo dos negócios. Além disso, para criar uma sinergia ainda maior no curto prazo, teremos uma importante participação de empresas holandeses na próxima feira Hospitalar, em São Paulo (16 a 19 de maio/2017), trazendo também startups holandeses e especialistas em saúde para proferir conferências.

Em que áreas essa sinergia poderá gerar resultados mais rapidamente?

Edith Schippers – Acreditamos que na questão do envelhecimento saudável poderemos ter uma ótima conexão entre os dois países. A população da Holanda passa por um forte processo de envelhecimento desde a década de 1970, e espera-se que ela atinja seu pico somente em 2042. Temos, portanto, uma significativa experiência na área. O processo de envelhecimento populacional no Brasil começou mais recentemente, mas tem sido uma pauta bastante importante. Temos convicção de que a troca de experiências beneficiarão ambas as partes. No mês de outubro, dois professores holandeses, um da faculdade de medicina da Universidade de Maastricht e outro da faculdade de medicina da Universidade Leiden, foram palestrantes no simpósio “Fronteiras do Envelhecimento”, no Hospital Albert Einstein, em São Paulo. Eles falaram sobre a experiência holandesa no fortalecimento da autonomia dos indivíduos em uma sociedade em processo de envelhecimento e sobre os desafios da longevidade. Em novembro, outro especialista holandês, diretor do Leiden Center of Data Science, estará em São Paulo, para falar sobre “Medicina do Amanha”, mais uma vez em cooperação com o Hospital Einstein. Ao mesmo tempo, a faculdade de medicina da Universidade Leiden, em parceria com o Hospital Albert Einstein, está trabalhando em um programa de envelhecimento saudável sobre nutrição, para descobrir como os idosos podem eles mesmos manter seu metabolismo saudável. Um grupo de idosos holandeses que andarão de bicicleta e um grupo de idosos brasileiros que praticarão Tai Chi Chuan serão monitorados. Este é sem dúvida um aspecto essencial para tornar sustentável o futuro do cuidado com a saúde.

Quais são as principais ferramentas hoje para garantir maior autonomia aos idosos?

Edith Schippers – Domótica, robótica e eHealth são as palavras do momento. As pessoas já podem utilizar sistemas de monitoramento em casa ou se comunicar com seus médicos por chamada de vídeo. É o caso da prestadora de serviços de saúde domiciliar SenSire, que oferece aos idosos acesso 24 horas aos seus cuidadores, via tablet. Com essa abordagem, as pessoas se sentem mais seguras em casa e têm mais autoconfiança para viver de maneira independente. Além disso, diversas instituições que cuidam de idosos estão experimentando robôs para ajudar a fazer com que as pessoas interajam ou para auxiliar em exercícios físicos e jogos. Há supermercados acessíveis a pessoas com demência, onde os funcionários são treinados para reconhecer e ajudar os portadores da doença. É importante que as ferramentas certas estejam acessíveis para todos, com base na situação e nas necessidades específicas. E mais importante ainda é que a sociedade aprenda a forma de lidar com parentes, amigos e vizinhos com demência, Parkinson e outras doenças graves.

A segurança do paciente é uma grande preocupação no sistema de saúde brasileiro. O que de mais inovador tem sido feito pela Holanda nessa área? E como a alta tecnologia pode contribuir para ampliar os cuidados com o paciente?

Edith Schippers – A chave para a segurança do paciente não está basicamente na alta tecnologia, mas no modo como diferentes profissionais trabalham em conjunto durante o procedimento hospitalar, e no uso de possibilidades tecnológicas de forma correta e responsável. Na Holanda, os hospitais são obrigados a implementar o “Sistema de Gestão de Segurança”, que é utilizado para monitorar e sinalizar riscos, bem como para melhorar e avaliar a política de segurança do paciente. As três principais áreas do Sistema de Gestão de Segurança são: prevenção de infecções e resistência antibacteriana, segurança de medicamentos e uso seguro de tecnologia médica. Os hospitais têm adotado diretrizes para a adoção e o uso adequado de novas tecnologias médicas. Eles também compartilham conhecimento sobre prevenção de infecções com os funcionários, pois as pessoas que trabalham com tecnologia e com pacientes todos os dias são a chave para uma melhor segurança do paciente. Portanto, a alta tecnologia definitivamente pode melhorar a segurança do paciente ao reduzir riscos como erros cirúrgicos, porém é melhorando os processos do dia a dia, e às vezes implementando medidas muito simples, que se contribui bastante para a qualidade do cuidado com a saúde.

Esse compartilhamento de informações incluiu também os pacientes?

Edith Schippers – Trabalhamos duro para compartilhar informações sobre saúde e para ter acesso às informações corretas, no momento certo, no local certo, e de forma segura. Os pacientes devem ter acesso aos seus registros médicos e a todos os dados de saúde a qualquer momento, bem como decidir quem pode ver ou editar parte de seus dados. Todos nós somos proprietários dos nossos próprios dados, gerentes da nossa própria saúde. Acredito que essa abordagem – combinar os dados de saúde e deixar os pacientes administrá-los para garantir que estejam atualizados – é uma grande contribuição para a qualidade do cuidado e da segurança do paciente. Se todas as informações sobre medicamentos, tanto os prescritos quanto os isentos de prescrição, forem conhecidas e compartilhadas com médicos e farmácias, contraindicações e possíveis efeitos colaterais podem ser mais bem sinalizados. As vantagens são ainda maiores se essas informações forem combinadas com padrões alimentares ou informações sobre o metabolismo dos medicamentos, por exemplo. No Centro Médico da Universidade Erasmus, o departamento de farmacogenética pode disponibilizar aos médicos e pacientes os chamados passaportes de DNA: um cartão do tamanho de um cartão de crédito que mostra as informações sobre a expressão genética das principais enzimas do fígado no metabolismo de medicamentos. Assim, a dosagem dos medicamentos, principalmente aqueles que causam efeitos colaterais graves, como os antidepressivos, pode ser otimizada para o metabolismo de cada paciente.

Varejo farmacêutico fatura R$29 bilhões no primeiro trimestre

shutterstock_418745086

Resiliência e solidez mantêm o bom desempenho financeiro das 27 redes associadas à Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma). O grande varejo farmacêutico nacional faturou R$ 29,20 bilhões em vendas totais no acumulado até o terceiro trimestre de 2016 – um crescimento de 12,03% em relação ao mesmo período do ano anterior. Os dados foram compilados pela Fundação Instituto de Administração da Universidade de São Paulo (FIA-USP).

Para Sérgio Mena Barreto, presidente executivo da Abrafarma, o processo de gestão desenvolvido nas redes é o principal responsável pelo bom resultado verificado quase que exclusivamente pelo setor. “Há um investimento constante na ampliação de lojas, diversificação de mix de produtos e investimentos em aberturas de centros de distribuição próprios, para evitar a falta de itens nos estoques”, acrescenta o executivo.

Neste período, os medicamentos genéricos influenciaram o resultado em razão do aumento de preços e da menor renda da população, diante da retração econômica. De acordo com a entidade, a categoria movimentou R$ 3,45 bilhões – um acréscimo de 13,87% em relação aos noves meses anteriores e a maior alta entre todas as categorias. “A tendência de envelhecimento da população é outro fator que incentiva a procura pelos remédios”, lembra Mena Barreto. Ao todo, foram vendidas mais de 219 milhões de unidades.

Ainda de acordo com o executivo, mais de R$ 19,75 bilhões em medicamentos foram comercializados entre janeiro e setembro de 2016, uma alta de 13,17%. Já a venda dos não medicamentos (itens de higiene, cosméticos, perfumaria e conveniência) totalizou R$ 9,44 bilhões no período, avançando 9,71% em relação aos nove primeiros meses do ano passado. “Mesmo com margem de lucro maior e representando 33,10% do faturamento total das redes, esta foi a primeira vez que a categoria avançou em proporção menor que os remédios”, ressalta.

Nos três primeiros trimestres deste ano, cerca de 1,6 bilhão de unidades de foram comercializadas, número 2,29% acima do registrado no período anterior. O montante de lojas em operação passou de 5.746 para 6.289.

tabela-abra

Sobre a Abrafarma

Fundada em 1991, a Abrafarma reúne as 27 maiores redes de farmácias do País, que contam com 6.289 lojas em todos os estados brasileiros e Distrito Federal. As redes associadas representam cerca de 44,5% das vendas de medicamentos no País, tendo realizado mais de 840 milhões de atendimentos em 2015, com vendas totais de R$ 36 bilhões. A associação tem como objetivo o aprimoramento das empresas filiadas, a preservação da imagem institucional, o relacionamento com entidades públicas, governo e fornecedores, além de apoio jurídico e pesquisa de mercado para o aperfeiçoamento das atividades.

Finesse® Solutions anuncia Fórum Executivo CellWorld 2017

SANTA CLARA, Califórnia, 16 de novembro de 2016 /PRNewswire/ -- A Finesse Solutions, Inc., uma fabricante de soluções de medição e controle para aplicações em processos das ciências da vida, tem a satisfação de anunciar as datas e os tópicos do CellWorld 2017, um evento patrocinado pela Finesse, criado para inovadores, visionários e altos executivos da área de bioprocessamento. Esta conferência somente para convidados será realizada de 25 a 26 de abril de 2017, no Hilton do Distrito Financeiro de São Francisco (San Francisco Financial District). Será um fórum para que lideranças do setor das ciências da vida discutam o futuro da fabricação de biosimilares e aprendam tanto sobre tecnologias disruptivas como sobre melhores práticas para processamento contínuo e medicina personalizada.

"Estamos muito entusiasmados com a realização de nosso segundo fórum internacional no Vale do Silício, e para discutir os desafios e avanços em áreas como CAR-T, aplicações de CRISPR/CAS9 e edição de genes para medicina personalizada, processamento contínuo e produção em massa de biosimilares em países do BRIC", disse a Dra. Barbara Paldus, CEO da Finesse Solutions. "Nossa meta é oferecer um espaço único para que altas lideranças de nosso setor explorem inovação e tecnologia em aplicações de bioprocessamento de última geração".

Palestrantes convidados irão cobrir avanços, tanto upstream como downstream, no bioprocessamento descartável (de uso único), com um foco em automação modular e harmonização de dados – e analítica, bem como bioprodução de pequeno volume para imunoterapia. As sessões do CellWorld vão incluir a introdução de novas ferramentas para processamento contínuo ponto a ponto, desde a escala laboratorial até a fabricação, incluindo a plataforma de automação G4 da Finesse e a SmartFactory™,que minimiza o tamanho exigido para plantas de fabricação novas, enquanto eficientemente usa a capacidade disponível.

"Para citar o icônico Steve Jobs: 'As pessoas que são suficientemente malucas para acharem que podem mudar o mundo são aquelas que o fazem", disse a Dra. Paldus. "É nossa esperança que o CellWorld una a comunidade e patrocine discussões que vão não somente acelerar mudanças, mas introduzir novos conceitos em nossa indústria".

Sobre a Finesse Solutions, Inc.

Com sede na Califórnia, a Finesse Solutions, Inc. possui um histórico comprovado de fornecimento de soluções escaláveis, prontas para uso, para bioprocessamento upstream descartável. A plataforma de produtos da Finesse inclui novos sensores descartáveis, hardware de automação modular e software inteligente que pode mundialmente harmonizar dados e transferir tecnologia. A Finesse também oferece um completo conjunto de serviços, incluindo preparação e validação, para a implantação rápida e confiável de equipamento descartável. Para mais informações, visite www.finesse.com.

Logo - http://photos.prnewswire.com/prnh/20161028/433995LOGO

FONTE Finesse Solutions, Inc.

Corinthia Hotel London lança a primeira residência em neurociências do mundo em um hotel

LONDRES, 15 de novembro de 2016 /PRNewswire/ -- O Corinthia Hotel London organiza uma residência médica na área de neurociências com a duração de um ano, a primeira já realizada em um hotel, para o estudo do cérebro humano.

Foto: http://photos.prnewswire.com/prnh/20161104/436339 

Foto: http://photos.prnewswire.com/prnh/20161104/436340 

Foto: http://photos.prnewswire.com/prnh/20161104/436341

De novembro de 2016 a dezembro de 2017, o sofisticado hotel cinco estrelas localizado em Whitehall Place no centro de Londres vai trabalhar em parceria com a Dra. Tara Swart, uma reconhecida neurocientista. Dra. Swart pesquisará a resistência mental de membros selecionados do pessoal do hotel e de leais hóspedes de negócios. No final da residência, uma análise de como estes indivíduos lidam com o estresse gerará o Estudo do Poder do Cérebro.

Todos os participantes receberão conselhos baseados em estímulos do cérebro para saber como maximizar seu potencial no trabalho e em casa abrangendo aspectos como o sono, hidratação, dieta, exercícios e mindfulness (plena consciência).

A Dra. Tara fará também quatro palestras durante o ano, explicando como a ciência do cérebro pode ser aplicada a tópicos como política, tecnologia e negócios. Uma das palestras abordará as razões porque psicopatas, narcisistas e sociopatas frequentemente ocupam cargos em diretorias executivas de empresas.

A neurociência está na vanguarda das pesquisas que estudam como o cérebro impacta o comportamento e a função cognitiva além de estar fundamentalmente modificando nossa compreensão de como o cérebro funciona e porque as pessoas agem de determinada maneira. O trabalho inovador da Dra. Tara ajuda líderes de algumas das empresas mais bem sucedidas do mundo a obterem uma vantagem competitiva ao entenderem e aprimorarem a condição física do cérebro, atingindo assim resistência mental e um desempenho cerebral máximo.

Os hóspedes e visitantes do Corinthia Hotel London durante a residência de 13 meses podem aperfeiçoar o desempenho do poder do cérebro através das atividades especialmente desenvolvidas do Pacote para o Poder do Cérebro. O pacote proporciona alimento para o cérebro com um cardápio de nutrientes essenciais que ajudam a criar, proteger e reparar as células cerebrais; a hidratação do cérebro com uma seleção de bebidas que auxiliam o funcionamento mental, e a satisfação dos cinco sentidos através de uma Massagem Consciente de duas horas com Yoga Nidra no spa ESPA Life do hotel. Estas atividades são desenvolvidas para ajudar na redução do estresse e aprimorar o foco através de técnicas de respiração e visualização. Auxiliam também o sistema cerebral, que recebeu o nome de 'glymphatic' – o sistema de limpeza do cérebro, a executar seu trabalho essencial à noite ao criar as condições essenciais no quarto para que o hóspede tenha um sono tranquilo.

Dra. Tara Swart é uma neurocientista, formadora de líderes, autora premiada, palestrante sênior na MIT Boston e médica. É a única entre as mais importantes formadoras de líderes com um doutorado em neurociências e uma carreira médica como psiquiatra.

Para mais informações acesse corinthia.com/london ou acesse Twitter @corinthialondon ou Instagram @corinthialondon

FONTE Corinthia Hotel London

Novo Nordisk expande programa para alcançar 20.000 crianças com diabetes em países em desenvolvimento

SÃO PAULO, 14 de novembro de 2016 /PRNewswire/ -- A Novo Nordisk acaba de anunciar uma extensão de quatro anos em seu programa Changing Diabetes® in Children (Mudando o Diabetes em Crianças, em português), que fornece acesso ao tratamento do diabetes e insulina gratuita para crianças com diabetes tipo 1 em países em desenvolvimento. A expansão inclui cinco novos países no programa - Camboja, Costa do Marfim, Mianmar, Senegal e Sudão -, com o objetivo de beneficiar, até 2020, mais de 20.000 crianças quando terão decorridos 11 anos do programa.

Para visualizar o Comunicado à Imprensa Multimídia, favor clicar em:
https://www.multivu.com/players/uk/7962351-novo-nordisk-programme-children-diabetes

Dez anos atrás, a expectativa de vida de uma criança da África Subsaariana com diabetes tipo 1 era de menos de um ano¹. Em resposta, a Novo Nordisk estabeleceu o programa Changing Diabetes® in Children para apoiar melhorias no diagnóstico e acesso a tratamentos de qualidade sustentáveis. Desde o início do programa, em 2009, 13.700 crianças em nove países da África e do Sudeste Asiático receberam insulina humana e acesso ao tratamento do diabetes de forma gratuita.

"O programa Changing Diabetes® in Children foi icônico", afirma o Professor Azad Khan, presidente da Associação de Diabéticos de Bangladesh. "A sobrevivência dessas crianças depende do fornecimento de insulina e de educação sobre como lidar com o diabetes, e o programa fornece tudo isso. Com ele, foi possível mudar a vida de crianças com diabetes tipo 1 em Bangladesh."

Um grande número de crianças inscritas no programa conseguiu controlar o diabetes e passou a viver de forma saudável. Até o momento, nos países participantes do programa, 108 clínicas foram estabelecidas e mais de 7.000 profissionais de saúde foram treinados para o tratamento adequado do diabetes.

Além de fornecer acesso à insulina, o programa Changing Diabetes® in Children tem por objetivo apoiar o desenvolvimento de sistemas sustentáveis de cuidados com a saúde. Lars Rebien Sørensen, presidente e CEO da Novo Nordisk, afirma: "Somente o fornecimento gratuito de medicamentos não resolve os complexos desafios dos cuidados com a saúde. Desde o início desse programa, temos trabalhado de perto com parceiros locais para fornecermos soluções sustentáveis juntamente com a insulina, a fim de melhorar a vida das crianças com diabetes tipo 1 tanto agora quanto no futuro".

Sobre o programa Changing Diabetes® in Children 

Em cada um dos nove países já estabelecidos (Camarões, República Democrática do Congo, Etiópia, Guiné, Quênia, Tanzânia, Uganda, Bangladesh e Índia), o programa é implementado como uma parceria público-privada com um grupo de parceiros locais. Os ministérios nacionais de saúde destes países têm um papel chave para assegurar que o Changing Diabetes® in Children faça parte do sistema de saúde já existente. Além da Novo Nordisk, Roche, International Society for Pediatric and Adolescent Diabetes (ISPAD) e a World Diabetes Foundation (WDF) são parceiros globais do programa.

Referências 

1. Beran, Yudkin, Diabetes care in sub-Saharan Africa, 2006. Available at: www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0140673606697043

Sobre a Novo Nordisk

A Novo Nordisk é uma empresa global de saúde com mais de 90 anos de inovação e liderança no tratamento do diabetes. Sua trajetória deu à companhia a experiência e a capacidade necessárias para ajudar pessoas com outras condições crônicas sérias, como hemofilia, distúrbios do crescimento e obesidade. Sediada na Dinamarca, a Novo Nordisk emprega aproximadamente 42.300 pessoas em 75 países e comercializa seus produtos em mais de 180 mercados. Para mais informações, visite www.novonordisk.com.br, Facebook, Twitter, LinkedIn, YouTube.

Informações para a imprensa

Caroline Ferreira | caroline.ferreira@edelmansignifca.com | 11 3060-3367

Fernanda Nascimento | fernanda.nascimento@edelmansignifica.com | 11 3060-3152

Natália Souza | natalia.souza@edelmansignifica.com | 11 3060-3160

Logo: http://photos.prnewswire.com/prnh/20120911/559804 

FONTE Novo Nordisk

A Ascensia Diabetes Care lança iniciativa global na mídia social em apoio ao Dia Mundial do Diabetes 2016

BASEL, Suíça, 13 de novembro de 2016 /PRNewswire/ -- No dia de hoje, a Ascensia Diabetes Care demonstra seu apoio ao Dia Mundial do Diabetes através do lançamento de uma iniciativa global na mídia social de conscientização para destacar o papel positivo da tecnologia móvel no controle do diabetes. A iniciativa foi criada para alcançar uma audiência global através dos canais da mídia social e mobilizar membros do público para apoiarem o Dia Mundial do Diabetes utilizando seus celulares para aumentar a conscientização em relação ao diabetes. Através desses esforços, a Ascensia Diabetes Care tem como objetivo demonstrar a importância da tecnologia móvel e da conectividade para ajudar as pessoas que convivem com o diabetes a melhor entenderem e controlarem sua condição.

Como parte da iniciativa, a Ascensia tirou fotos de seus funcionários, de pessoas diabéticas, profissionais de saúde e membros do público em vários locais de todo o mundo, utilizando celulares iluminados para soletrarem a palavra "DIABETES". A iniciativa encoraja os membros do público a curtirem, compartilharem ou reagirem a esses cartões digitais de todo o mundo, através de seus canais da mídia social para demonstrarem seu apoio individual ao Dia Mundial do Diabetes.

O uso de celulares no controle do diabetes está aumentando, com mais e mais pessoas diabéticas utilizando seus celulares para ajudá-las a controlar e acompanhar sua condição. Uma pesquisa feita com 909 pessoas diabéticas, em diversos países da Europa, revelou que 71% das pessoas diabéticas têm um smartphone, 42% delas estão utilizando seus smartphones para informações sobre a saúde e sobre medicamentos prescritos e 52% daquelas que estão utilizando um aplicativo de saúde ou bem-estar disseram que, como resultado, mudaram seu comportamento[1]. Os avanços na tecnologia móvel estão facilitando coletar, compartilhar e obter opiniões a partir de informações obtidas e analisadas, capacitando os pacientes para ajudá-los a controlar sua condição usando aplicativos que se integram perfeitamente às suas vidas.

"Estamos muito entusiasmados por participarmos de nosso primeiro Dia Mundial do Diabetes como companhia individual", explicou Michael Kloss, CEO da Ascensia Diabetes Care. "Estamos orgulhosos por apoiarmos o aumento da conscientização sobre essa condição. Sendo uma companhia 100% concentrada no diabetes, estamos empolgados por ajudarmos a melhorar as vidas das pessoas diabéticas".

O tema do Dia Mundial do Diabetes 2016 é "De Olho no Diabetes", promovendo a importância do exame para encorajar diagnóstico e tratamento precoce do diabetes tipo 2, e ajudar a reduzir o risco de sérias complicações. O uso dos celulares com aplicativos de monitoramento do diabetes pode ajudar a apoiar os testes e o controle a longo prazo do diabetes.

Michael acrescentou, "O diabetes é uma doença difícil de controlar e existem muitos desafios para os pacientes e profissionais de saúde de todo o mundo. Acreditamos que as ferramentas digitais e os celulares têm o potencial de ajudar os indivíduos a acompanharem de forma contínua sua condição, fornecendo informações exatas e acionáveis, as quais podem facilitar o controle do diabetes".

Para acompanhar essa atividade e dar seu apoio para o Dia Mundial do Diabetes, curtindo ou compartilhando nossos cartões digitais, visite as páginas da Ascensia Diabetes Care no Twitter, Facebook e Instagram

Notas aos editores

Sobre a Ascensia Diabetes Care 

A Ascensia Diabetes Care é uma companhia global especialista nos cuidados com o diabetes, dedicada a ajudar as pessoas com convivem com o diabetes. Nossa missão é capacitar as pessoas diabéticas através de soluções inovadoras que simplificam e melhoram suas vidas. Utilizamos nossa inovação e experiência como especialistas em diabetes para desenvolver soluções e ferramentas de alta qualidade para fazer diferença diária e positiva para as pessoas diabéticas.

Como casa do mundialmente famoso portfólio CONTOUR™ de sistemas de monitoramento da glicose no sangue, nossos produtos combinam tecnologia avançada com funcionalidade simples para os usuários, ajudando as pessoas diabéticas a controlar sua condição. Estamos comprometidos com a continuidade de pesquisa, inovação e desenvolvimento de novos produtos e soluções. Como parceira de confiança na comunidade do diabetes, colaboramos de perto com profissionais de cuidados com a saúde e outras parceiras para assegurar que nossos produtos atendam aos mais elevados padrões de exatidão, precisão e confiança e que possamos conduzir nosso negócio com conformidade e integridade.

A Ascensia Diabetes Care foi fundada em 2016 através da venda da Bayer Diabetes Care para a Panasonic Healthcare Holdings Co., Ltd. Os produtos da Ascensia Diabetes Care são vendidos em mais de 125 países. Após a conclusão da transação em todos os países, a Ascensia Diabetes Care terá cerca de 1.700 funcionários e operações em 38 países.

Para mais informações, visite o Web Site da Ascensia Diabetes Care: http://www.ascensia.com/.

CONTOUR™ é uma marca registrada da Ascensia Diabetes Care Holdings AG.

Para mais informações, entre em contato com:
Joseph Delahunty
FTI Consulting
joseph.delahunty@fticonsulting.com
Tel: +44(0)20-3727-1000

Referências

[1] Multichannel Consumer Health Marketing 2015. Cybercitizen Health® Europe 2014, Bayer EU9

FONTE Ascensia Diabetes Care

PEP permite atendimento mais seguro e maior eficácia no tratamento

Desafios financeiros

Hospitais de todo o mundo automatizam seus processos - administrativos, operacionais e assistenciais - em busca de ganho de eficiência, melhoria da qualidade no atendimento e, principalmente, da segurança do paciente. Dessa forma, todos os procedimentos ficam amparados pela tecnologia -  da checagem de medicamentos, que emite alertas no caso de duplicidade, dose errada ou interação com outras drogas; ao Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP), para a prescrição médica padronizada, com todos os dados sobre o usuário registrados. “Tudo isso integrado em uma sistema de gestão hospitalar, que permite armazenar, pesquisar e coletar dados”, explica Aimar Lopes, docente em gestão hospitalar da Universidade São Camilo. Ele cita, a seguir, como as tecnologias funcionam e auxiliam na segurança do paciente e na precisão do diagnóstico:

  1. Prontuário Eletrônico de Paciente (PEP)Substitui as prescrições e pedidos de exame em papel, e permite que todos os dados e informações dos pacientes fiquem armazenados em um só lugar, protegidos por senha e por criptografia, e apenas pessoas autorizadas podem ter acesso. No PEP constam informações como identificação do paciente, anamnese, plano terapêutico, resultados e laudos de exames, prescrições médicas, evolução médica, sumário de internações e transferências. Isso evita prescrição errada de medicamentos ou exame, e diagnóstico mais preciso. Trata-se de um histórico completo do paciente, atualizado em tempo real.

  1. Checagem à beira do leito

    Tecnologia móvel que pode rodar todo o hospital, basta contar com Wi-Fi. O objetivo é garantir segurança sobre as informações e prescrições do paciente, garantindo a medicação correta. Qualquer droga solicitada pelo médico é identificada pelo painel de checagem e, dessa, forma, a enfermeira tem certeza sobre os procedimentos. Isso evita duplicidade ou troca de medicação e possíveis interações medicamentosas.

  1. Pulseira de identificação, com código de barra

A identificação deve conter nome do paciente, data de nascimento e, as mais modernas, já registram o nome da mãe. Isso auxilia no tratamento caso algum parente já tenha passado pelo hospital e tido, por exemplo, uma alergia ou problema com determinado medicamento. Nessa pulseira, nunca deve constar apenas o número do quarto, pois é muito comum a troca de leitos.

  1. Big Data

    Com a tecnologia é possível, além de ter acesso a todos os dados gerados pelo hospital, usufruir de informações que outras instituições estão colhendo na área de saúde. Isso auxilia no tratamento e na prevenção de doenças. Por exemplo, ao fazer uma prescrição a um paciente, o Big Data permite analisar prontuários eletrônicos de outros hospitais para saber se houve casos com prescrições semelhantes que geraram problemas. Ou seja, ele analisa o histórico de vários pacientes e pode, até, emitir alertas. Isso tudo em tempo real.

“A tecnologia é eficaz não apenas para fazer o registro de dados, mas também, para ajudar no controle e acompanhamento do paciente, além de auxiliar na decisão médica e evitar erros”, diz Lopes.

Governança clínica: aprimore 3 dimensões essenciais

man-1079245_960_720

Lidar com os desafios de gerenciamento do corpo clínico é fator crucial para o bom funcionamento do hospital. A governança clínica é uma evolução necessária da gestão hospitalar e tem como objetivo melhorar a qualidade assistencial por meio de  automação, monitoramento, comunicação, treinamentos e análise de dados. Uma seleção de especialistas feita pela Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp) aponta três áreas que devem ser melhor desenvolvidas - e como:

  1. Auditoria clínica

Tem como função primordial a melhoria contínua da assistência, por meio do exame cuidadoso e sistemático das atividades desenvolvidas pelo hospital, indicando, assim, a melhor forma de execução de tarefas. Essa técnica de governança clínica exige uma equipe dedicada e amparo tecnológico para o tratamento dos dados coletados, bem como indicadores adequados, com suporte em evidências. Após medir o desempenho, é interessante visualizar a melhoria contínua e comunicar os resultados a todos os envolvidos.

  1. Gerenciamento de risco

O gerenciamento de risco parte de uma metodologia capaz de identificar, analisar e corrigir inadequações, a fim de minimizar ou eliminar riscos no alcance dos objetivos da organização. O conceito parece simples, mas, na prática, demanda disciplina, engajamento e responsabilidade dos profissionais - muitas entidade, inclusive, inserem o conceito no plano estratégico para garantir sua adoção. É preciso reconhecer, dentro do sistema, fatores humanos que possam interferir nos resultados da governança clínica e refiná-los e agir com transparência. Por fim, faz-se necessário haver responsabilização das pessoas, particularmente, da liderança.

  1. Comunicação assistencial

Baseia-se, principalmente no aprimoramento da comunicação entre os profissionais de assistência, buscando incrementar o trabalho em equipe. O objetivo da comunicação assistencial é minimizar o peso da hierarquia e fazer com que todos, alinhados a um mesmo objetivo, confiem mutuamente entre si, melhorando a comunicação e, como consequência, a qualidade da assistência.

Pesquisa mostra que um dos principais princípios ativos de proteção contra o Zika Vírus é desconhecido por 83% dos brasileiros

SÃO PAULO, 11 de novembro de 2016 /PRNewswire/ -- Dengue, Zika Vírus e Chikungunya. O que as três doenças têm em comum já é de conhecimento de boa parte da população: são transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti, e em gestantes o Zika Vírus está relacionado à microcefalia no bebê. Porém, quando o assunto é prevenção, a dengue, possivelmente pelo fato de ser mais antiga, estudada, divulgada e combatida, está mais presente na memória da população, uma vez que pode levar a óbito. Entretanto, o Zika Vírus, um dos problemas de saúde pública mais preocupantes da atualidade, ainda não faz parte do conhecimento do brasileiro.

A constatação é da pesquisa "Sempre Bem Protegido", realizada pela Sociedade Brasileira de Dengue e Arboviroses (SBD/A), com o apoio da marca SBP Repelente. O estudo, feito com 1.000 pessoas nas cinco regiões do Brasil, entre homens e mulheres a partir dos 19 anos, mostrou que 83% dos brasileiros não sabem que a icaridina é um dos principais princípios ativos dos repelentes recomendados pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

A pesquisa traz ainda o grau de conhecimento sobre as medidas para prevenir a picada do Aedes aegypti, sintomas e tratamento de Dengue, Zika Vírus e Chikungunya. Quanto à Dengue, 81,7% mostraram-se bem informados e mais de 90% sabem, por exemplo, que evitar o acúmulo de água e colocar areia nos vasos de plantas são algumas formas de prevenir o aparecimento do mosquito. Sobre Zika Vírus, quase metade (49,1%) desconhece a tríade formada por prevenção, sintoma e tratamento. Na mesma avaliação, apenas 3% disseram que o Zika Vírus pode não ter sintoma aparente, quando, na realidade, de acordo com especialistas da Sociedade Brasileira de Dengue e Arboviroses (SBD/A), a doença é assintomática em boa parte dos casos.

A pesquisa "Sempre Bem Protegido" também avaliou a percepção dos brasileiros sobre o uso correto do repelente. Diferente do recomendado pelas autoridades em saúde, que preconizam um padrão semelhante ao protetor solar, ou seja, aplicação diária para proteção, o que se viu na pesquisa foi uma associação ligada ao lazer e à recreação, principalmente em viagens. Entre os entrevistados, 78,8% lembraram do repelente, como prevenção da picada do mosquito Aedes aegypti em locais que envolvem campo e 69,6% em situações de praia, mas não no dia-a-dia, na cidade, aonde a incidência é alta.

"A pesquisa demonstra que o conhecimento da população, quanto às formas de prevenção das arboviroses, atem-se a aspectos mais superficiais, não relacionando essas formas de prevenção a aspectos mais abrangentes referentes a carências no saneamento básico", explica o infectologista Artur Timerman, presidente da Sociedade Brasileira de Dengue e Arboviroses (SBD/A).
Para o especialista, com as condições atuais de proliferação do Aedes aegypti em nossas grandes cidades, sobram poucas opções de prevenção. "O desconhecimento da utilidade dos repelentes caracteriza-se como um grave problema, que deve ser focado com muita ênfase", completa.

Contato: (11) 3529-3638

FONTE SBP

Alliar Anuncia Resultados do 3T16

SÃO PAULO, 10 de novembro de 2016 /PRNewswire/ -- A Alliar - Centro de Imagem Diagnósticos S.A. (BM&FBOVESPA: AALR3; Bl), a terceira maior empresa de diagnósticos do país, com 104 unidades, anunciou os seus resultados do terceiro trimestre de 2016 (3T16).

Destaques do trimestre

  • Receita Líquida de R$ 253,7 milhões, crescimento de 37,1% (17,1% pro forma)
  • EBITDA Ajustado de R$ 59,4 milhões, aumento de 45,7% (27,3% pro forma), e EBITDA LTM Ajustado de R$ 200,6 milhões (ação negociada a EV/EBITDA LTM de 11,1x)
  • Margem EBITDA Ajustada pro forma 23,4% (melhoria de 188 bps pro forma)
  • Lucro líquido Recorrente de R$ 14,1 milhões (vs. prejuízo líquido de R$ 30,9 milhões no 3T15)
  • ROIC LTM sem ágio de 20,1%
  • Instalação de 2 novos equipamentos de ressonância magnética (RMs) (totalizando 114) e 9 novas salas de coleta de análises clínicas (AC) (totalizando 183)
  • 7 novas unidades em fase de obras (3 mega e 4 postos de coleta), com destaque para mega unidades Ana Rosa em São Paulo (SP), operação iniciada em 15 de outubro, Morumbi em São Paulo (SP), e Bernardo Monteiro em Belo Horizonte (MG)
  • 4 empresas-alvo em processo de due diligence
  • 13 novos sócios médicos da Alliar, reforçando o modelo de partnership médico
  • Conclusão da integração da Delfin Imagem, cuja aquisição ocorreu em março/2016

Para mais informações visite: ri.alliar.com  

CONTATOS

RELAÇÕES COM INVESTIDORES
Carlos Araujo | Diretor de Relações com Investidores
Joaquim Silva | Gerente de Relações com Investidores
Tel.: +5511 5088-1050
E-mail: ri@alliar.com

FONTE Alliar