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Médicos investem em aparelho de ultrassom portátil

Anestesiologia, vascular, terapia intensiva, emergência, cardiologia, nefrologia, urologia, fisiatria, neurologia, radiologista e pediatria, são algumas das especialidades que utilizam o equipamento

sonositeA cada ano que passa a tecnologia ganha mais espaço em todos os segmentos. Na área da saúde não é diferente, pelo contrário, é o setor que sempre traz inovações tecnológicas para o mercado. “Desde o início, os equipamentos leves e robustos da FujiFilm SonoSite foram projetados para o atendimento em procedimentos à beira do leito do paciente, em departamentos como o Pronto Socorro, Centro Cirúrgico e Unidade de Terapia Intensa (UTI)", esclarece o diretor geral da FujiFilm SonoSite, líder global em ultrassom à beira do leito, Ramez Eid.

Uma das vantagens do ultrassom portátil é a sua facilidade de uso em procedimentos de emergência, por exemplo, na procura de uma hemorragia interna em um paciente acidentado, isso acelera o diagnóstico e o seu tratamento. Também possui muitas aplicações em anestesia regional e procedimentos de terapia intensiva e vasculares, o qual proporciona mais segurança ao paciente. O equipamento é leve e robusto e suporta as rotinas hospitalares mais intensas, assim como atendimentos externos.

“Nosso ultrassom portátil possui um microchip ASIC (circuito integrado de aplicação específica) que permite a miniaturização, pois um microchip substitui uma grande placa de circuitos, reduzindo peso, tamanho e consumo. Geralmente, as outras empresas usam uma tecnologia que está sujeito a aquecimento, pode parar de funcionar se estiver em uma superfície instável, sob alta temperatura ou se não for transportado corretamente, além disso, consome mais energia e estão mais sujeitos a vírus”, destaca o executivo.

Investir em um aparelho que possibilita imagens em tempo real com alta qualidade pode interferir positivamente na decisão da conduta para o procedimento médico. “O que o produto proporciona é um atendimento mais rápido, com imagens em alta resolução, isso traz mais segurança para os médicos, e consequentemente para os pacientes”, finaliza. 

Além disso, a empresa oferece treinamentos aos profissionais da saúde, para que possam manusear adequadamente o ultrassom FujiFilm SonoSite. Em 2015, foram treinados mais de 3.000 médicos no Brasil, em quase 300 eventos médicos.

Líderes da Saúde estão na Hospitalar

Players da saúde que mais se destacaram neste ano foram homenageados

6.Lderes da sade esto na hospitalarA noite do último dia 6 foi de grande alegria e prestígio para o setor. O Grupo Mídia promoveu em São Paulo a premiação Líderes da Saúde 2016, homenagem aos players que mais se destacaram neste ano. Cerca de 400 executivos marcaram presença no evento. No total, 69 organizações, entre entidades setoriais, empresas, indústrias foram premiadas em 23 categorias com 3 homenageados cada e escolhidos pelo conselho editorial do Grupo Mídia.

 A ABIMO (Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos e Odontológicos) foi eleita na categoria “Associação”. Na ocasião, o gerente de Estratégia Regulatória da ABIMO, Joffre Moraes, recebeu o prêmio representando a entidade.  “Para nós é uma satisfação imensa receber esse prêmio. Parabenizo o Grupo Mídia, parceiro de longa data, pela oportunidade de participarmos desse momento tão importante para o nosso setor”, destacou o gerente.

A ABRAIDI (Associação Brasileira de Importadores e Distribuidores de Implantes) foi homenageada também na categoria “Associação”. A entidade recebeu a condecoração pela iniciativa do Ética Saúde - Acordo Setorial - Importadores, Distribuidores e Fabricantes de Dispositivos Médicos, idealizado juntamente com o Instituto Ethos para autorregular o mercado.  A Associação foi representada pelo presidente Gláucio Pegurin Libório, que vislumbra um 2017 ainda difícil, mas com otimismo e retomada do crescimento sustentável do país. "Assim como as bases sólidas da transparência e da ética foram erguidas pela ABRAIDI e o Instituto Ethos com a criação do Ética Saúde, em 2015, entendemos que o ano que vem será de continuidade e consolidação deste trajeto", afirmou Libório durante a entrega do prêmio.

Pelo terceiro ano consecutivo, a ABIMED (Associação Brasileira da Indústria de Alta Tecnologia de Produtos para Saúde) foi premiada. O presidente do Conselho de Administração da ABIMED, Fabrício Campolina, recebeu o troféu ao lado dos representantes da ABIMO e da ABRAIDI.  Campolina destacou que o prêmio é um grande incentivo para a ABIMED continuar se dedicando à melhoria do sistema de saúde do nosso país. “Ao longo do ano, desenvolvemos várias iniciativas para acelerar a inovação no Brasil e promover um ambiente de negócios ético e sustentável. Lançamos a Campanha Tecnologias que Transformam Vidas, a 2ª edição do Prêmio ABIMED de Inovação Transformacional, realizamos com a consultoria Tendências um estudo sobre a importância do livre mercado e da transparência para a sustentabilidade de saúde, entre outras ações. Estamos otimistas de que em 2017 avançaremos nesses projetos e implementaremos novos”, ressaltou.

O presidente da FBH (Federação Brasileira de Hospitais), Aramicy Pinto, recebeu a homenagem com satisfação e avaliou que o setor precisa trabalhar com otimismo para atravessar a crise. "Temos que perseverar e acreditar que o setor vai melhorar junto com a economia do país. Para mim esta premiação é motivo de muita honra. Estamos aqui para desempenhar nossa função com muita luta e determinação para que possamos merecer a confiança depositada", ressalta Aramicy Pinto.

A Magnamed foi eleita na categoria “Mercados Internacionais”. “Estamos muito felizes pelo prêmio. É o reconhecimento do nosso trabalho, principalmente em mercados internacionais. Hoje estamos em mais de 40 países e temos como meta fortalecer esta atuação”, frisou Wataru Ueda, CEO da Magnamed. A empresa possui inovação em seu DNA, destacando-se no desenvolvimento de equipamentos médicos hospitalares de alta tecnologia, eficiência e qualidade que ajudam a preservar vidas. Em pouco mais de 10 anos a companhia se tornou uma das principais no mercado de ventilação pulmonar no Brasil e é reconhecida em mais de 40 países.

A construtora paranaense Baggio conquistou o prêmio na categoria “Empreendedorismo”. “Somos uma empresa em constante inovação. O mercado do Paraná já reconhece o nosso trabalho, mas estamos crescendo nossa atuação no Estado de São Paulo. Por isso, este prêmio é muito importante para a Baggio”, disse o gerente comercial da Baggio, Marcus Paiva.

Para a diretora comercial, Blanca Baggio, em 2017, a expectativa é de crescimento de espaços particulares especializados na área de saúde e a Baggio está preparada para este cenário. “Já estamos com obras novas deste segmento em andamento, como é o caso da Clínica Tempo Cirurgia Plástica, em Belo Horizonte, que entregaremos em 2017, cujo espaço quadruplicará a quantidade de atendimentos atuais da equipe médica e dará mais conforto aos pacientes”. 

A multinacional alemã B.Braun, com sede em São Gonçalo, município da região metropolitana do Rio de Janeiro, foi reconhecida na categoria "Indústria de Materiais". É o terceiro ano consecutivo que a companhia venceu o Prêmio Líderes da Saúde. Para Carlos Maurício, diretor executivo de marketing e vendas da B. Braun, o prêmio é um reflexo das diretrizes adotadas pela empresa ao longo do ano. "O lema que acompanha a nossa marca, SHARING EXPERTISE, expressa nossa responsabilidade com o desenvolvimento do sistema de saúde, não só do Brasil, mas de todos os países onde estamos presentes”, afirmou Maurício, que ainda acrescentou: “Investimos muitos recursos em programas de segurança do paciente, de prevenção de infecções, de cirurgia segura e outros mais. Este reconhecimento, vindo dos profissionais de saúde, só aumenta a nossa responsabilidade e nos indica que estamos no caminho certo",

Confira a reportagem completa sobre todos os ganhadores na 45ª edição da revista Healthcare Management: http://healthcaremanagement.grupomidia.com/versao-digital/

Grupo Hospitalar Vida´s amplia Pronto Socorro e dobra a capacidade de atendimento

O projeto visa agilizar o atendimento, centralizar os exames especializados e oferecer mais segurança e comodidade aos pacientes.

5.grupo hospitalar vidaCom o objetivo de agilizar o tempo de espera e promover maior comodidade aos pacientes, o Grupo Hospitalar Vida´s investiu na ampliação do seu Pronto Socorro Adulto, que atendia em média 20 mil pessoas por mês e passou para um espaço muito mais amplo e moderno, com tecnologia avançada e capacidade para atender até 40 mil pacientes por mês. 

Para esse projeto, foram feitos investimentos em tecnologia, estrutura predial, equipamentos de ponta, para oferecer o que há de mais moderno e sofisticado na área da saúde, além de uma retaguarda médica multidisciplinar integrada e de primeira linha. 

Atento às necessidades de seus pacientes, o Grupo Hospitalar Vida´s se destaca na região sul de São Paulo pela alta capacidade de oferecer tratamentos de qualidade com um atendimento humanizado. “São 25 anos investindo em tecnologia de ponta e reciclagem da equipe, para oferecer os mais modernos recursos tecnológicos e profissionais aos pacientes que confiam sua saúde aos nossos cuidados”, afirma o fundador e presidente do grupo, Dr. Ali Taha. 

“Com este projeto, nosso Pronto Socorro ampliou sua capacidade para atender o dobro de pacientes com agilidade, segurança e conforto, já que o novo espaço oferece um fluxo bem elaborado do atendimento, permitindo que o paciente realize todas os procedimentos médicos, no mesmo local”, explica o superintendente do Grupo Hospitalar Vida´s, Dr. Everardo Isalberti.  

O novo Pronto Socorro Adulto do Grupo Hospitalar Vidas abrirá suas portas no dia 21 de novembro, na Rua Professora Maria de Lourdes S. Nogueira, 89, no bairro do Campo Grande, zona sul de São Paulo. 

ABIMED divulga balanço de desempenho do setor de produtos para saúde em encontro anual da entidade

Hospitalar esteve presente prestigiando o evento

4.ABIMEDNa noite da última terça-feira (13), a ABIMED (Associação Brasileira da Indústria de Alta Tecnologia de Produtos para Saúde) apresentou o balanço de desempenho do setor durante o tradicional encontro anual da entidade. Na ocasião, a diretora de marketing da Hospitalar, Mônica Araújo, e o presidente da UBM Brazil, Jean-François Quentin, estiveram presentes.

O setor de dispositivos médicos sofreu retração de 13,9% no consumo aparente de janeiro a outubro deste ano, na comparação com igual período do ano anterior, e deve fechar 2016 com um faturamento ao redor de U$ 9 bilhões*. Nos últimos 12 meses, a queda foi de 14,8%.

A área de produtos para saúde, que até 2014 crescia ao redor de dois dígitos, apresentou neste ano queda em todos os parâmetros avaliados. A produção encolheu 13,9% enquanto as vendas recuaram 1,1%. Em função da oscilação do dólar, as importações caíram 12,7% e também as exportações foram 22,4% menores.

Segundo Carlos Goulart, presidente executivo da ABIMED, o desempenho do setor foi afetado por um conjunto de fatores decorrentes da crise econômica e da instabilidade política.

“A recessão reduziu a alocação de recursos públicos e privados para a área da saúde. Com a arrecadação em queda, o setor público dirigiu seus recursos para custeio e não para novos investimentos. O setor privado agiu com cautela em função da instabilidade política e econômica. Além disso, foi fortemente impactado pela diminuição no número de beneficiários de planos de saúde, causada pelo desemprego, que transferiu a demanda de saúde para o SUS e para serviços de atendimento médico a custos mais baixos ”, afirmou.

A ABIMED entende que esses novos modelos de assistência que despontaram no país contribuíram para amortizar um pouco a queda do setor, mas não foram relevantes o suficiente para melhorar o desempenho. Além disso, pesaram nos resultados a instabilidade do câmbio, que afetou tanto as importações quanto as exportações. 

De acordo com Goulart, as empresas trabalham com a perspectiva de que haverá uma pequena recuperação em 2017, considerando-se que a demanda de saúde tende a aumentar em função do envelhecimento da população e que, mesmo hoje, ela não é plenamente atendida pelo sistema de saúde.

“Levando-se em conta que a economia não reagiu no prazo e na proporção esperados, os fatores que provocaram queda no setor de produtos para saúde este ano devem se manter em 2017. No entanto, acreditamos que os resultados serão um pouco melhores”, explicou.

Ética, transparência e tecnologia

O Encontro Anual da ABIMED contou ainda com as participações de Leandro Rodrigues Pereira, Gerente Geral de Tecnologia de Produtos para Saúde da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e de Cláudio Lottenberg, presidente do Conselho de Administração do Instituto Coalizão Saúde.

Rodrigues fez um balanço das principais ações desenvolvidas pela Anvisa em 2016 e destacou os planos da Agência para 2017, entre eles o de reduzir os prazos de inspeção de fábricas.

Já Lottenberg apresentou um panorama da evolução da tecnologia médica nos últimos 20 anos e as tendências futuras.  

“A tecnologia desempenhou papel fundamental em vários momentos, mas é muito importante que seja usada de maneira adequada e sem desperdícios. Na área da Saúde focamos, em geral, a falta de recursos quando, muitas vezes, ele é usado de maneira imprópria”, disse.

Felipe Kietzmann, presidente da Comissão de Ética da ABIMED, apontou os avanços da entidade na promoção de um ambiente ético de negócios no país. Destacou o aumento do número de membros da comissão, a realização de 1 mil treinamentos e o fato de a Comissão ter se tornado independente da direção da entidade para garantir maior autonomia de ação.

Em relação às prioridades da ABIMED para 2017, Fabrício Campolina, presidente do Conselho de Administração da entidade, disse que o foco de atuação será baseado no conceito “Transparência que gera valor”. Lembrou que o Brasil ainda possui uma demanda não atendida na área da saúde e que transparência e utilização racional de recursos e da tecnologia são fundamentais para garantir eficiência e sustentabilidade ao sistema de saúde.

Para marcar suas duas décadas de atuação em favor da aceleração da inovação no Brasil, a entidade lançou o livro ABIMED 20 Anos – Tecnologia a favor da produtividade e sustentabilidade da saúde.

Saúde aposta em atendimento via Google Glass

Device receberá investimento de US$ 23 milhões arrecadados pela Augmedix para construção de plataforma remota

2.googleglass Assim que foi apresentado pela Google em 2013, o Google Glass chamou a atenção de diferentes segmentos. Com a alta tecnologia agregada ao dispositivo, profissionais de vários setores demonstraram interesse em encontrar, na ferramenta, usabilidade para otimizar seus processos. Foi assim com a indústria como um todo, com o segmento de geração de energia e com a área da saúde.

Sediada em São Francisco (EUA), a Augmedix, empresa que busca personalizar a relação médico-paciente, também aposta nas diversas benfeitorias do device. Recentemente, realizou uma rodada de negócios arrecadando US$ 23 milhões para investir na construção de uma plataforma remota que otimiza o Google Glass no atendimento médico, aporte este feito por investidores como o fundo de Venture Capital da McKesson, segunda maior rede hospitalar dos Estados Unidos.

“Em poucos anos todos os médicos estarão usando o Google Glass para realizar consultas e conversar com o Registro Eletrônico do Paciente em tempo real, oralmente e sem qualquer necessidade de digitação”, comenta Guilherme Hummel, do eHealth Mentor Institute, empresa de mentorização corporativa e responsável pelo conteúdo do Fórum Digital Healthcare da Hospitalar.

Pensando em território nacional, a UnitedHealthcare Brasil acaba de inaugurar seu Innovation Center, um local em formato de showroom que apresentará projetos para modernização do sistema de saúde e que tem, no Google Glass, um de seus grandes destaques. O centro, que recebeu investimento de R$ 1 milhão, aposta nas mais modernas tecnologias e demonstra como o Google Glass pode ser amplamente utilizado para atendimento a pacientes nas emergências.

A expectativa é que o Google Glass realmente venha para modificar os serviços de cuidados com a saúde. Assim como outros wearables devices já utilizados, esta ferramenta pode ser aplicada para reduzir a necessidade de digitação, conectar médicos a pacientes pela telemedicina, contribuir em treinamentos para residentes e melhorar a experiência do atendimento. Graças a criação de tecnologias agregadas ao dispositivo, a usabilidade do Google Glass na saúde tende a se desenvolver gradativamente até que passe a ser uma ferramenta habitual em diferentes hospitais e clínicas.

Associação Brasileira de Importadores e Distribuidores de Implantes tem novo diretor Executivo

Bruno Bezerra terá como principais objetivos a manutenção das relações institucionais e aprimorar a estruturação administrativa e associativa da entidade

1.Bruno Bezerra diretor Executivo Abraidi A ABRAIDI (Associação Brasileira de Importadores e Distribuidores de Implantes) anunciou o nome do novo diretor executivo. Bruno Boldrin Bezerra é formado em Relações Internacionais e pós-graduado em Gestão Pública, Política e Governo e vai ocupar o cargo de Claudia Scarpim, que se dedica agora integralmente ao Instituto Ética Saúde.

“A evolução que a ABRAIDI teve nos últimos dois anos, a liderança, o pioneirismo e a competência do corpo diretivo e do Conselho na estruturação e criação do Instituto Ética Saúde elevou a Associação para outro patamar institucional e impõe um grande desafio: o de manter o que já foi conquistado e trabalhar para alçar voos ainda maiores”, afirma Bezerra.

Bruno Boldrin Bezerra iniciou a carreira na Amcham Brasil (Câmara Americana de Comércio), na área de relações governamentais, onde ficou por cinco anos, atuando nas áreas de regulatório, inovação, propriedade intelectual, trabalhista e, agenda bilateral Brasil-EUA. Em 2015, assumiu a coordenação da área de relações governamentais do escritório Correia da Silva Advogados, que presta serviço para a ABRAIDI.

O novo diretor executivo tem como principais objetivos a manutenção das relações institucionais e melhorar a estruturação administrativa e associativa. “O trabalho institucional que vem sendo feito nestes últimos dois anos pela ABRAIDI junto a todos os outros players do setor da saúde e também dos órgãos de governo (Poderes Legislativo e Executivo) é importantíssimo. Queremos ampliar isso, com o objetivo de atender, dentro das possibilidades, aos principais pleitos dos associados. Para isso, vamos agir de forma colaborativa com o Poder Público na discussão de políticas públicas que nos afetem, positiva ou negativamente. Em paralelo, queremos uma maior estruturação administrativa e associativa, com uma revisão de processos e políticas internas, além de uma avaliação dos produtos e serviços oferecidos pela ABRAIDI a seus associados”, afirma. 

Para ele, o sucesso da entidade está diretamente ligado a maior integração dos associados nas agendas, produtos e serviços da ABRAIDI. “A participação dos associados é fundamental para que a entidade cresça ainda mais em importância e reputação. As empresas sócias só participam e se engajam voluntariamente no trabalho realizado pela associação à medida que elas percebem a evolução e um consequente benefício para elas, ou seja, que determinada ação gera valor. E isso fideliza e aproxima o associado. É um ciclo”, finaliza Bezerra.

O PEP é só o início: 4 tendências hospitalares para 2017

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Com o fim do ano se aproximando, fazer um balanço de 2016 e um planejamento para 2017 estão entre as principais necessidades dos hospitais, de forma a possibilitar a verificação de pontos críticos e a programação de aperfeiçoamentos. O Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP) foi um dos grandes destaques de 2016, tendo aberto espaço para boa parte das inovações futuras, mas o setor deve receber receber ainda mais tecnologias, que prometem promover mudança e inovação tanto em termos gerenciais, quanto clínicos.

Em 2017, deve-se expandir o foco em bem-estar do paciente e em organização administrativa. Quatro tendências de mercado, segundo Paulo Magnus, presidente da MV, devem impulsionar um cenário de Saúde cada vez mais conectado:

  • Big Data e Analytics: A integração de dados, hoje, ainda é muito restrita nos hospitais. Esse é, portanto, uma das próximas investidas, depois da completa assimilação PEP. “Hoje os dados gerados pela área clínica estão, quase todos, totalmente desestruturados. O PEP ainda é uma pauta que deve ser trabalhada no Brasil, antes de adoção mais ampla de tecnologias que permitam a evolução para o estado da arte de Big Data/Analytics”, expõe;

  • Empoderamento do paciente: o paciente percebe o grau de aprimoramento do seu atendimento, podendo priorizar aqueles hospitais que atendem rápido, de maneira personalizada e com maior conectividade e segurança graças à saúde digital. Isso fará com que esse paciente, mais conectado e exigente, estimule, ainda mais, o aprimoramento tecnológico;

  • Cloud computing: com o avanço tecnológico dentro dos hospitais, o temor em relação à  garantia da integridade e segurança dos dados em cloud computing passou. O conceito já foi testado e aprovado, o que fortalece sua adesão. “A ausência de investimento inicial e o custo reduzido de manutenção de tecnologias baseadas em nuvem, associadas ao custo cada vez menor dos links de internet, estimulam a digitalização de hospitais, promovendo uma maturidade de TI mais adequada às necessidades atuais”, explica Magnus.

  • Inteligência clínica e administrativa: administrar melhor as contas, visando evitar glosas, por exemplo; economizar em backoffice e se amparar em ferramentas de análise e organização de dados, como o Enterprise Resource Planning (ERP), são tendência para melhorar o atendimento e a segurança do paciente, além de enxugar os gastos, sem perder a qualidade da assistência.

Transformação digital na Saúde impacta trabalho de médicos e enfermeiros

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Em torno de dez anos, 75% dos pacientes vão utilizar os serviços digitais de saúde, segundo dados da CIOnet, comunidade europeia de executivos de TI. Mas, nesse caminho rumo à transformação digital na Saúde, muitas mudanças precisam acontecer para que esses serviços tenham a qualidade e a segurança esperadas. Uma das principais é na maneira de trabalhar - e pensar - de todos os envolvidos na assistência, como explica Aimar Lopes, docente em Gestão Hospitalar da Universidade São Camilo.

Um ambiente digital demanda, além da adesão de tecnologias, uma nova mentalidade. É preciso investir em ações de conscientização sobre a importância de um ambiente informatizado e de como isso vai impactar processos e rotina de trabalho. “As pessoas têm de acreditar que a alteração é boa - tanto para os pacientes, quanto para o próprio trabalho”, diz Lopes. Ele recomenda que a instituição aposte, desde já, em conversas sobre o que vai mudar, abordando resultados na prática dos sistemas e casos bem sucedidos em outras instituições, que mostrem o impacto na segurança de diagnósticos e na qualidade dos serviços.

Com a transformação digital na Saúde, os profissionais têm a oportunidade de crescer na carreira, com aprendizados e novas habilidades, e de contribuir ativamente com as soluções do futuro, criando um ciclo de tratamento proativo. Veja, a seguir, as principais mudanças na maneira de trabalhar:

  • Médicos mais completos

Na rede de saúde digital, a responsabilidade de um médico vai além de gerar diagnósticos pontuais, inclui aconselhamento e coordenação durante todo o tratamento. O acesso a pesquisas e informações combinadas com sistemas de suporte avançado permite decisões clínicas mais assertivas, o que ajuda na evolução desses profissionais para uma nova função: a de facilitador de confiança.

  • Enfermeiros como cuidador

Tecnologias de suporte como sensores, reconhecimento de fala e documentação automatizada permitem que os enfermeiros, hoje responsáveis por ações operacionais e rotineiras, tenham mais tempo para cuidar dos pacientes. Dessa forma, eles podem focar nas atividades de alto valor, como a interação, oferecendo aconselhamento e planejamento de recuperação.

  • Equipes colaborativas

Os hospitais devem promover ambientes de trabalho que estimulem a comunicação aberta entre os profissionais de todas as especialidades. O compartilhamento de conhecimento, baseado em resultados comprovados, permite a criação de uma nova geração de especialistas em saúde, que questiona hierarquias e assume uma responsabilidade compartilhada. Com equipes multifuncionais é possível gerar KPIs (Key Performance Indicator, ou Indicador-chave de Performance) claros e centradas no paciente.

O hospital deve investir em treinamentos constantes para toda a equipe - tanto da parte técnica, quanto da comportamental - para que a transformação digital na Saúde seja efetiva. “Essa ação deve ser frequente e não apenas no início do processo de digitalização”, afirma Lopes. Isso porque, no ambiente digital, a troca de conhecimento é de suma importância e deve sempre prevalecer. “É essencial incentivar que as equipes conversem e troquem informação. A entidade precisa estimular a discussão, mostrar resultados e fornecer treinamento constante para incentivar o engajamento”, completa o especialista.

AXISMED CONQUISTA PRÊMIO LÍDERES DA SAÚDE 2016

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A AxisMed, empresa do Grupo Telefônica pioneira em gestão de saúde populacional, foi reconhecida com o Prêmio Líderes da Saúde 2016, na categoria Consultoria. O evento ocorreu na última semana e foi organizado pelo Grupo Mídia, responsável pela publicação das revistas Healthcare Management, HealthARQ e Health-IT.

O CEO da AxisMed e diretor global de e-health da Telefónica, Cesar Rodriguez Dominguez, recebeu a honraria. “Este prêmio mostra que conseguimos posicionar nossas soluções de forma correta. Acreditamos no processo consultivo em construir a melhor solução junto ao cliente”, ressalta. Para o COO da empresa, Mario Gonzales Tejero, trata-se do reconhecimento de um longo trabalho, bem realizado, de inteligência em saúde.

O Prêmio Líderes da Saúde está em sua quarta edição e reconhece os grandes players que transformaram o setor nos últimos 12 meses em 23 categorias. “Em pleno ano de recessão econômica, com o país mergulhado em crise política, estas empresas conseguiram se sobressair e se destacar no mercado de saúde”, destaca Edmilson Jr. Caparelli, CEO e Publisher do Grupo Mídia.

Após ser adquirida pelo Grupo Telefónica, no início de 2016, a AxisMed transformou seu modelo de negócio. A companhia evoluiu para uma proposta baseada na geração de retorno do investimento em programas de saúde suplementar junto a empresas de diferentes segmentos, operadoras de saúde e corporações do setor farmacêutico. Hoje, a AxisMed tem a inteligência clínica e os algoritmos de Business Intelligence prontos para trabalhar com modelos preditivos na evolução do custo e no comportamento clínico da população com alta utilização de recursos de saúde.

Valéria Baraccat Gyy lança blog e relembra entrevista profética com João Dória Jr. há 32 anos

SÃO PAULO, 15 de dezembro de 2016 /PRNewswire/ -- Valéria Baraccat Gyy acaba de lançar o blog "Mulheres no Circuito" (http://mulheresnocircuito.com.br/), voltado para a mulher madura, com dicas da própria jornalista. Em seus escritos na internet, Valéria narra seu processo de superação em busca de qualidade de vida e respeito após ter enfrentado o câncer de mama duas vezes e se submetido a 15 cirurgias.

Em meio a posts de moda, beleza, bem-estar e saúde, a jornalista recorda, na seção "Visitando o Passado" (http://mulheresnocircuito.com.br/2016/12/15/visitando-o-passado-a-primeira-entrevista-da-minha-vida-foi-com-joao-doria-jr-ha-32-anos/), momentos importantes de seus cerca de 35 anos de profissão, como nesta quinta-feira (15), ao republicar sua primeira entrevista assinada. Em novembro de 1984, a revista "Status" levava o perfil do então presidente da Paulistur, João Dória Jr. (recém-eleito prefeito de São Paulo), feita por Valéria.

Na época, Valéria "profetizou": "Já existe gente que o aponte como futuro prefeito". Nesse passado distante, Dória, com 26 anos, já era famoso pelo visual impecável, dizia querer "humanizar" São Paulo e brigava pelo Carnaval de Rua.

Qualidade de vida
 
Um dos pilares do trabalho de Valéria Baraccat Gyy, a qualidade de vida da mulher brasileira madura é tema principal de seu mais novo trabalho. "Alimentação saudável, exercícios freqüentes e respeito com o próprio corpo elevam a autoestima feminina e garantem a qualidade de vida necessária para enfrentar com sabedoria e saúde essa maravilhosa fase da vida", defende ela.
 
Sobre Valéria Baraccat Gyy
 
Depois de receber o diagnóstico de câncer de mama em 2004, a jornalista Valéria Baraccat Gyy pôde observar de perto a ansiedade e a falta de informação que as mulheres sentiam nos vários centros de tratamento por onde passava. E resolveu virar o jogo.
 
Em contato com os maiores hospitais do mundo, passou a estudar a doença a fundo. Profissional de Comunicação, enxergou a informação como meio de alertar pessoas e distribuir cidadania. Psicóloga e jornalista com extensão em Marketing, Valéria criou Instituto Arte de Viver Bem, em 2009, instituição voltada para o atendimento humanizado de mulheres em tratamento contra o câncer de mama.
 
Blog Mulheres no Circuito
http://mulheresnocircuito.com.br/
 
Contato:
11- 3259 5254

(Foto: http://www2.prnewswire.com.br/imgs/pub/2016-12-15/original/3398.jpg)

FONTE Instituto Arte de Viver Bem