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Entenda como que a tecnologia pode ajudar na gestão de pessoas

Entenda como que a tecnologia pode ajudar na gestão de pessoas
Businessman with Social Network Concepts

O mundo corporativo passa por transformações radicais e profundas em todos os sentidos. E em meio a tantas mudanças, é preciso acompanhar tendências e buscar ferramentas eficazes para melhorar os seus processos. Nesse sentido, a tecnologia na gestão de pessoas é um ótimo começo para quem almeja uma performance cada vez mais inteligente e eficaz, porque se tonar uma estratégia com potencial para gerar inúmeros benefícios a um empreendimento; trazendo mais confiabilidade e maiores chances de gerar bons resultados.

No entanto, para maximizar esses resultados, antes de implantar qualquer sistema, é fundamental elaborar um planejamento eficaz e que considere a cultura da organização, ou seja, os softwares que mais se adequam às necessidades da sua empresa.

Dessa forma, será possível oferecer diversas vantagens ao desenvolvimento desse setor e de uma forma global.  Separei alguns desses principais benefícios para você analisar:

Integrar informações

Um sistema de gestão automatizado é responsável por conectar as informações de todas as áreas de uma empresa e concentrá-las em um único ambiente ou plataforma, isto é, a tecnologia tem esse importante papel de integrar as informações do negócio.

A partir desse compartilhamento de dados, gestores e equipes têm maior segurança para a tomada de decisões, bem como para a execução de cada tarefa. Isso facilita na realização dos treinamentos corporativos, melhora a comunicação entre departamentos, além de outras vantagens que o amplo acesso ao banco de dados é capaz de assegurar.

Podemos dizer que, ao colocar esse tipo de ferramenta em ação, há um controle mais efetivo dos procedimentos e operações internas, o que aumenta consideravelmente a competitividade da marca.

Simplificar atividades

Com a implementação de tecnologias, os sistemas de gestão e controle passam a ser mais intuitivos, apresentando facilidade no acesso e na navegação, de modo que proporciona agilidade para o cumprimento das atividades.

Hoje, a maioria desses recursos contam com a funcionalidade de armazenamento na nuvem, onde o departamento de RH pode acompanhar todo o histórico de tarefas e informações dos colaboradores ao alcance de poucos cliques.

Uma ferramenta automatizada permite que o RH elimine a necessidade de planilhas e outras tarefas manuais que tomam mais tempo desses profissionais e que também influencia na redução do número de erros cometidos.

Ademais, é possível que o próprio funcionário solicite esclarecimentos ou atualização de dados no sistema, sem deixar de mencionar que as outras áreas da empresa também conseguem acompanhar os dados que precisam em tempo real. Portanto, a gestão do negócio fica mais simples, transparente e com maior credibilidade.

Mensuração de resultados

Valer-se do uso da tecnologia na gestão de pessoas também apresenta, como um dos seus principais benefícios, trabalhar com dados mais precisos para mensurar resultados uma vez que é permitido medir com mais clareza, por exemplo, a qualidade da contratação, a taxa de turnover (rotatividade) dos colaboradores, a necessidade de treinamentos, se é melhor realocar o colaborador em outro setor ou prosseguir com o desligamento, entre outros.

Dessa forma, os processos de RH ficam mais simples e mais objetivos gerando uma menor margem de erros tanto operacionais como estratégicos. Além, de todos os dados ficarem armazenados e com fácil acesso para os gestores tomarem decisões.

Aumento da produtividade

A tecnologia é um recurso que vem provocando verdadeira revolução na forma de atuar de empresas, dos mais variados tamanhos e segmentos. Nesse contexto, entre os fatores que merecem destaque, está a disponibilização de instrumentos para o manuseio de um grande volume de informações, interferindo diretamente na qualidade e produtividade da organização.

Tais mecanismos podem notificar com rapidez a presença de falhas e apontar as soluções mais indicadas ao caso — que evita o retrabalho, paralisações ou o gasto de tempo para efetuar as ações necessárias. Logo, a empresa se torna mais produtiva.

A modernização das atividades também tem o efeito de liberar os profissionais para a execução de tarefas mais relevantes. Dessa maneira, eles se sentem mais úteis, valorizados e com maior satisfação em fazer parte daquele time. E funcionários satisfeitos também são peças-chave para se produzir mais.

Redução de custos

O emprego de tecnologia na gestão de pessoas também tem bastante potencial para auxiliar na redução de custos a médio e longo prazos. Com o apoio de sistemas online, o treinamento e desenvolvimento dos profissionais pode ser complementado por vídeos, cursos online, enfim, alternativas virtuais que diminuem ou eliminam custos com deslocamento, locação de espaço, hospedagem e coffee break.

Outro ponto que também pode implicar na eliminação de gargalos é a segmentação de potenciais funcionários pela internet, divulgação das vagas em sites ou redes sociais; aplicação de testes online; entrevistas por chat e aplicativos de comunicação.

A automatização das atividades do RH ainda proporciona redução de despesas em relação à impressão e distribuição de materiais. Afinal, muitas ações podem ser executadas por e-mail, canais digitais, redes sociais corporativas, e assim por diante.

Maior interação entre gestores e colaboradores

Em um ambiente de trabalho estruturado com as melhores tecnologias, onde as informações são integradas, cada talento tem clara consciência sobre o seu papel para obtenção dos resultados esperados, o emprego das técnicas e ferramentas mais modernas possibilitam que o fluxo produtivo seja cumprido com o máximo de eficiência e otimização.

Além de proporcionar um alinhamento entre gestores e colaboradores, o apoio de recursos tecnológicos, tanto na gestão de pessoas quanto gerenciamento empresarial como um todo, é uma excelente fonte para o aprimoramento e a retenção de profissionais altamente qualificados, a tomada de decisões mais eficazes pela diretoria e equipes, controle de resultados, diminuição de retrabalho, enfim, alinhando a empresa com as melhores práticas do mercado.

Como é possível notar, a tecnologia na gestão de pessoas é uma estratégia com potencial para gerar inúmeros benefícios a um empreendimento; trazendo mais confiabilidade e maiores chances de gerar bons resultados. No entanto, para maximizar esses resultados, antes de implantar qualquer sistema é fundamental elaborar um planejamento estratégico que considere a cultura da organização, ou seja, os softwares que mais se adequam às necessidades da sua empresa.

Sobre Georgia Roncon

A empresária é formada em Letras Inglês e possui especialização em Gestão Empresarial e Marketing pela FGV. É cofundadora da AGE GROUP, que atua em Turismo, Investimentos e com Educação em Inovação e Tecnologia com o ECQ Lifelong Learning, que opera tanto no Brasil e nos EUA.

Sobre ECQ

Os cursos, palestras e sistema de Networking do ECQ Lifelong Learning, são voltados para empresários, CEO’s e líderes em geral e tem como intuito preparar esses profissionais para enfrentar a revolução tecnológica que irá impactar todas as empresas, carreiras e atividades existentes.

Referência em disseminar conhecimento através da inovação, para as mais diversas áreas de atuação, o ECQ tem como missão transformar vidas, carreiras e negócios. Os fundadores, Alexandre Rodrigues e Georgia Roncon, realizam constantes eventos em diversos formatos, seja  meet ups ou congressos, com o objetivo de debater sobre os últimos acontecimentos da economia 4.0 com empresários, empreendedores, gestores e estudantes. Para saber mais, acesse o site e também pelas redes sociais @ecqonline_br .

A responsabilidade civil e a inserção da tecnologia na Saúde

Mariana Fortuna

A Inteligência Artificial (AI), é um ramo da Ciência da Computação que, por meio de algoritmos, programa as máquinas a tomarem decisão (pensarem de forma lógica), o que poderá ser utilizado em inúmeras áreas, trazendo diversos benefícios, inclusive na área da saúde.

Como pode ser feito uso da inteligência artificial na área de saúde?

· Triagem automática na fila

· Próteses robóticas

· Prontuários eletrônicos

· Diagnósticos

· Cirurgias robóticas

O grande desafio ao implementar esses novos métodos é saber quem deve ser responsável pelos danos decorrentes do uso da tecnologia decorrente da inteligência artificial? E quais as possíveis soluções para os problemas jurídicos que estão surgindo e se o Direito dispõe de ferramentas adequadas para o seu enfrentamento.

Incialmente, cabe esclarecer que o intuito da Responsabilidade Civil é a reparação dos danos sofridos pela vítima de um ato ilícito. Assim, se o Direito Penal objetiva punir o agente, a Responsabilidade Civil tem olhos voltados para a reparação dos danos e nada mais.

Cumpre informar que os elementos essenciais para caracterização da responsabilidade civil são: ato ilícito, nexo de causalidade, dano e culpa. Essa responsabilidade evolui, se positiva aos casos de responsabilidade objetiva, a qual elimina o requisito da culpa, permanecendo os restantes. Assim, mesmo nos casos da

responsabilidade objetiva, sempre que se fala em responsabilidade civil se tem a análise, ao menos, de 3 elementos: ato, nexo de causalidade e danos.

Na tentativa de evidenciar quais serão as obrigações assumidas pelo médico, estabeleceu-se as teorias das obrigações de meio e as de resultado. Nas obrigações de meio, o agente não se compromete a um resultado específico, mas, sim, em depreender todos os esforços e meios para obter o melhor resultado possível. Já nas obrigações de resultado, o agente se obriga a obter um resultado específico, de modo que não sendo este alcançado estaria presente o inadimplemento.

No geral, tanto a jurisprudência, como a doutrina entendem que a obrigação do médico é de meio e, não, de resultado, o que faz todo o sentido, já que se obrigando com o resultado, lhe seria exigido poderes, praticamente, divinos de impedir, por exemplo, a morte. Ou melhor, qualquer falecimento teria um “culpado”: o médico que prestou o último atendimento e, infelizmente, não conseguiu salvar a vida do paciente.

A única exceção a aplicação da obrigação de meio à ciência médica, seria nos casos do cirurgião plástico. No geral, a justificativa disso não ultrapassa o mero argumento de que em tais casos, como a intervenção não era necessária, o médico se obrigaria ao resultado pretendido pelo paciente.

Diante do exposto, quem seria responsabilizado por um erro ou falha da inteligência artificial? Quem adquiriu a máquina, o fornecedor, quem a estava operando, o médico que estava prestando o atendimento ou quem programou a inteligência artificial?

O questionamento é bem controverso tendo em vista que os robôs que temos hoje, ainda não se reprogramam sozinhos, a máquina apenas reproduz os comandos, ou seja, a mão de obra humana ainda é necessária, entretanto existente os riscos inerentes ao desenvolvimento tecnológico através da máquina que possui funcionamento autônomo.

Com a utilização da inteligência artificial este erro/ falha não seria exatamente a questão de obrigação de meio ou de resultado, a responsabilidade decorrente de tratamento médico, mas, sim, da verificação de um fato do serviço (serviço prestado de forma defeituosa) que pode ser causado por algum equívoco no aprendizado da máquina, pela internet, provedor.

Dessa maneira, em razão da incidência do Código de Defesa do Consumidor, no artigo 07º, parágrafo único todos aqueles que participam da cadeia de consumo são responsáveis pelo ressarcimento do dano. E, não só isso, a responsabilidade, ao menos no que tange as clínicas e hospitais, seria objetiva.

Pode-se defender que, no caso de consultório médico, a responsabilidade do médico seja subjetiva, decorrente do art. 14, parágrafo único quarto do Código de Defesa do Consumidor, que dispõe que profissional liberal responde subjetivamente.

Em paralelo a isso, há a questão do sigilo médico, que pode configurar desvio ético profissional do médico. Assim, se algum dado constante em prontuário médico ou qualquer outra anotação médica vazar, o médico pode ser responsabilizado no conselho de medicina, o qual apurará se haverá alguma falha do médico. E, para verificar se há falha, será necessário constatar se ele seguiu tudo o que a lei de proteção de dados exige.

Aliás, até no caso de clínicas/hospitais, será indispensável a constatação se todas as exigências foram cumpridas. Digo isso, porque dependendo do vazamento, este pode ocorrer por um ataque hacker, que é um terceiro estranho. Desse modo, se a clínica/hospital tomou todos os cuidados, seguia tudo o que lei de proteção de dados determina, será impositivo considerar o rompimento do nexo de causalidade

Com o advento do projeto de Lei Projeto n° 5051, de 2019 que veio regulamentar a inteligência artificial, determinou que: “A responsabilidade civil por danos decorrentes da utilização de sistemas de Inteligência Artificial será de seu supervisor.” Prevê, ainda, que a supervisão humana que deverá existir em relação a decisão deve ser “compatível com o tipo, a gravidade e as implicações da decisão submetida aos sistemas de Inteligência Artificial”.

Neste passo, resta claro que iremos enfrentar dificuldades para que seja feita a correta atribuição da responsabilidade civil pelo ressarcimento dos danos causados por sistemas que utilizam a Inteligência Artificial. É certo que o marco civil da internet foi um passo importante para os casos de responsabilização de danos causados pela Inteligência Artificial, ainda mais quando conjugado com o Código Civil, o Código de Defesa do Consumidor e, sobretudo, a Constituição Federal. Todavia, não se pode negar que ainda há muito a se evoluir no direito pátrio sobre o tema, seja no que tange as legislações, seja no que tange a doutrina e a jurisprudência.

Sobre a autora

Dra. Mariana Ramirez Fortuna, Advogada do MLA – Miranda Lima Advogados

Hospital Alemão Oswaldo Cruz adquire robô de última geração para armazenamento de medicamentos

Hospital Alemão Oswaldo Cruz adquire robô de última geração para armazenamento de medicamentos

Instituição é o primeiro hospital da América Latina a contar com robô Rowa, da BD

Como parte do projeto de automatização de seu almoxarifado, o Hospital Alemão Oswaldo Cruz passa a operar com robô de última geração no estoque e gerenciamento dos medicamentos armazenados, sendo o primeiro da América Latina a contar com essa tecnologia. O Rowa Technologies, da BD, por meio de Inteligência artificial acelera procedimentos ao otimizar a organização interna de medicamentos, com armazenamento, separação e distribuição, rastreabilidade dos produtos e monitoramento da validade.

A inteligência artificial do robô faz com que o mesmo aprenda práticas diárias de distribuição e opere de acordo com a demanda, atualize automaticamente o estoque, melhorando a velocidade e precisão da distribuição dos medicamentos (processo que leva aproximadamente 30 segundos). A solução ainda produz relatórios que determinam volume de saída de cada produto para fins de reposição, assim como inventário. O equipamento também conta com um refrigerador para a estocagem de produtos que precisam de temperaturas controladas e mantém um ambiente com clima estável para os demais remédios.

“Gerenciar medicamentos é um desafio que exige alta precisão logística. A tecnologia garante ao Hospital e à área de almoxarifado mais espaço de armazenamento, agilidade e ainda um espaço para 15 mil SKUs. Ganhamos espaço de estoque e diminuímos riscos de vencimento e perda de insumos, em um único sistema, com gerenciamento de entrada, armazenamento e saída de produtos”, explica Leonisa Scholz Obrusnik, gerente de Suprimentos do Hospital Alemão Oswaldo Cruz e responsável pelo projeto na Instituição.

Como funciona cada etapa?

Primeiro o Hospital recebe da logística todos os medicamentos que chegam dos fornecedores. Caso seja em grande escala os itens são colocados em uma esteira do Rowa Technologies, que fotografa e insere no sistema as embalagens das medicações.

Depois, a caixa da medicação é armazenada, uma a uma, em questão de segundos. O armazenamento é feito de forma aleatória. Apenas a inteligência artificial sabe exatamente onde foi guardado e só atua perante a leitura da requisição. “Isso garante mais segurança e otimização dos espaços”, comenta Leonisa.

Para retirada da medicação a equipe do almoxarifado recebe pedido da farmácia central e dos demais setores, que atendem de acordo com prontuário eletrônico dos pacientes. Basta acessar a requisição dos medicamentos solicitados pelos setores, que ele localizará e disponibilizará o produto em sete segundos. O robô ainda reorganiza todo o armazenamento no período da noite, quando as solicitações são mais restritas, e faz o controle de estoque, que é acessado pelos fornecedores de medicamentos. “O estoque dentro do robô gira a cada sete dias”, finaliza Leonisa.

Sobre o Hospital Alemão Oswaldo Cruz

Fundado por um grupo de imigrantes de língua alemã, o Hospital Alemão Oswaldo Cruz é um dos maiores centros hospitalares da América Latina. Com atuação de referência em serviços de alta complexidade e ênfase nas especialidades de oncologia e doenças digestivas, em 2019 a Instituição completou 122 anos. Para que os pacientes tenham acesso aos mais altos padrões de qualidade e de segurança no atendimento, atestados pela certificação da Joint Commission International (JCI) -- principal agência mundial de acreditação em saúde --, o Hospital conta com um corpo clínico renomado, formado por mais de 3.900 médicos cadastrados ativos, e uma das mais qualificadas assistências do país. Sua capacidade total instalada é de 805 leitos, sendo 582 deles na saúde privada e 223 no âmbito público. Desde 2008, atua também na área pública como um dos cinco hospitais de excelência do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS) do Ministério da Saúde.

Sobre a BD

A BD é uma das maiores empresas de tecnologia médica do mundo que está promovendo o avanço da saúde ao investir na descoberta médica, no diagnóstico e na prestação de cuidados com a saúde humana e animal. A empresa apoia os profissionais que estão na linha de frente dos cuidados da saúde por meio do desenvolvimento de tecnologia, serviços e soluções inovadoras que ajudam a avançar na terapia clínica para pacientes e no processo clínico para os prestadores de cuidados de saúde.

A BD e os seus 65 mil funcionários têm paixão e compromisso em ajudar a melhorar os resultados dos pacientes e a segurança e a eficiência do processo de atendimento clínico, além de permitir aos cientistas de laboratório diagnosticar melhor a doença e promover as capacidades dos pesquisadores de desenvolver a próxima geração de diagnósticos e terapêuticos.

A BD tem presença em praticamente todos os países e parceiros com organizações de todo o mundo para abordar alguns dos problemas de saúde globais mais desafiadores. Ao trabalhar em estreita colaboração com os clientes, a BD ajuda a melhorar os resultados, reduzir os custos, aumentar a eficiência, melhorar a segurança e ampliar o acesso aos cuidados de saúde. Em 2017, a BD recebeu a C. R. Bard e seus produtos na família BD.

Para mais informações, acesse o site.

Pixeon finaliza implementação de programa de integridade para manter e comprovar transparência em processos internos

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Programa estruturado de compliance credencia empresa para participar de concorrências públicas  até mesmo nos Estados com legislação mais rígida para licitações e posiciona Pixeon como a escolha mais segura para empresas que buscam investimentos no exterior

Pixeon - uma das maiores empresas de tecnologia na saúde - anuncia que seu programa de compliance está 100% estruturado e seu código de conduta disseminado entre os colaboradores de todas as áreas da empresa. Chamada de “Programa de Integridade”, a plataforma foi implementada pela GRC Solutions, o que garante a neutralidade dos processos, e obedece a padrões internacionais de transparência. Foi também instalado um Canal de Integridade, ferramenta que permite fazer denúncias, de forma anônima, via web, voz, secretária eletrônica ou atendimento presencial. Toda denúncia será recebida pela GRC para investigação e tomada de providências, mas sua autoria será mantida em sigilo, preservando a identidade de quem se manifestou.

Para Armando Buchina, CEO da Pixeon, a transparência como prioridade absoluta está presente na cultura da Pixeon, mas era importante consolidar um programa com capacidade de atestar este procedimento através de uma comprovação reconhecida. “Além de vivenciarmos a transparência como um dos nossos valores praticados na empresa, com processo e auditoria externa instaurados estamos aptos a participar de concorrências públicas e licitações mesmo nos Estados com legislação mais rígida em relação à compliance. Esta iniciativa não apenas reforça nosso compromisso com principios éticos, mas também mitiga possíveis riscos associados a desvios de condutas internas ou na relação com clientes e parceiros. ”, comenta.

De acordo com Marcelo Lapolla, advogado especializado em compliance, no setor da saúde, mais do que em qualquer outro, esta é uma preocupação que faz todo o sentido. “Temos dezenas de casos de apropriação indevida de recursos e corrupção ativa envolvendo empresas que fornecem serviços para a área de saúde. O que observamos na Pixeon, uma exceção louvável no mercado, é o interesse direto da alta direção em manter a transparência em todas as esferas da companhia, isso é muito raro e positivo no sentido de influenciar todo o segmento”, avalia.

Buchina e os demais membros da Comissão de Integridade se reúnem mensalmente para debater melhorias neste sentido. A GRC, empresa contratada, ficou responsável pela operacionalização do Canal de Integridade: que envolve recebimento, registro e gerenciamento das informações referentes aos relatos de infrações ao Código de Conduta e Políticas da Pixeon, enviadas por funcionários e terceiros.

Conforme comenta Lapolla, a corrupção de fato é um grave crime que pode ser investigada, combatida e até evitada por um programa bem estruturado de compliance, mas a maior incidência de denúncias envolve casos de assédio, conflito de interesses, relacionamento com concorrentes, entre outros. “Muitas vezes, principalmente no início, o programa pode receber denúncias cujo endereçamento mais indicado seria ao departamento de RH, que não se enquadram de fato em crime, para serem avaliadas via canal de integridade. Neste caso, as denúncias são encaminhadas para o setor responsável. De qualquer forma, é sempre positivo, porque auxilia no processo de educação e construção da consciência dos colaboradores”, acrescenta.

A exigência cada vez maior em torno da necessidade de um programa corporativo de compliance estruturado é uma das consequências mais diretas da lei anticorrupção (nº 12.846, de 2013), que definiu este quesito como atenuante em caso de descobertas de crimes desta natureza. No Brasil, seis estados da federação (Espírito Santo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Amazonas, Goiás e Rio Grande do Sul) já aprovaram leis estaduais exigindo a comprovação de programa de compliance ou suas ferramentas como condição para que a empresa esteja apta a ser contratada para prestar serviços à administração pública.

SOBRE A PIXEON

Uma das maiores empresas brasileiras de tecnologia para saúde, a Pixeon tem o objetivo de se tornar líder nacional neste mercado. Para isso, a companhia prevê o investimento de R$ 83 milhões em todo seu portfólio de produtos visando inovações, melhorias de processos e funcionalidades, tudo pensando em aprimorar a jornada do paciente com suas soluções, desde a marcação de um exame a entrega do laudo. Possui atualmente dois mil clientes em todo o Brasil, tendo dobrado seu tamanho entre 2013 e 2015. A empresa possui escritórios em Florianópolis (SC), São Caetano do Sul (SP) e Salvador (BA), com unidades de negócio distribuídas pelo país.

Atenção Primária à Saúde reduz judicialização, é o que aponta estudo

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Demandas judiciais são maiores entre pacientes não acompanhados por programas de Atenção Primária à Saúde, que contribuem para que o beneficiário tenha mais conhecimento sobre sua saúde e assuma protagonismo do seu plano

A judicialização da saúde, quando um paciente recorre ao sistema judiciário para obter um medicamento ou um tratamento, registrou um aumento de 130% entre 2008 e 2017, segundo o Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Além disso, nos últimos sete anos, os gastos do Ministério da Saúde com demandas judiciais cresceram 13 vezes, atingindo R$ 1,6 bilhão em 2016. Além de fundamental para a gestão da saúde, a Atenção Primária à Saúde (APS) pode ser eficaz também para reduzir esses números. É o que revela uma pesquisa realizada pela CASSI (Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil) -- filiada à UNIDAS (União Nacional das Instituições de Autogestão em Saúde).

O estudo, que avaliou uma amostra com 2.465 demandas judiciais no Rio de Janeiro, identificou que 89% das demandas estão atreladas a beneficiários que não estão inscritos na Estratégia de Saúde da Família (ESF), o programa de APS da Cassi, contra 11% que são cadastradas. Em relação ao custo, os números são bem parecidos. De R$ 114 milhões gastos com demandas judiciais, R$ 102,9 milhões estão atrelados às ações judiciais de beneficiários que não fazem parte da ESF, representando 90% do total de gastos com essas demandas.

Os resultados demonstram que os atributos essenciais do trabalho de Atenção Primária à Saúde contribuem para criar um vínculo entre o beneficiário, o profissional que o atende e o plano de saúde, já que a APS trabalha com o acompanhamento do paciente de maneira periódica, com ações preventivas e atenção aos indivíduos e sua comunidade, fazendo com que ele tenha mais conhecimento sobre sua própria saúde e o seu plano.

“As autogestões são pioneiras em programas de Atenção Primária à Saúde, desde a década de 90, reforçando sua importância desde então. Com uma mudança do modelo atual de assistência, todos ganham, incluindo as operadoras, que reduzem custos desnecessários, e, principalmente, o beneficiário, que tem um acompanhamento de qualidade, uma vida mais saudável e se torna protagonista do seu próprio plano”, ressalta o presidente da UNIDAS, Anderson Mendes.

Sobre a UNIDAS

A UNIDAS (União Nacional das Instituições de Autogestão em Saúde) é uma entidade associativa sem fins lucrativos, representante das operadoras de autogestão do Brasil -- segmento da saúde suplementar em que a própria instituição é a responsável pela administração do plano de assistência à saúde oferecido aos seus empregados, servidores ou associados e respectivos dependentes. Atualmente, a UNIDAS congrega mais de 110 operadoras de autogestão responsáveis por prestar assistência para 4,7 milhões de vidas, que correspondem a 11% do total do setor de saúde suplementar. Com o objetivo de aumentar a eficiência das operadoras de saúde do setor e ser um agente facilitador, a UNIDAS criou a UniShare -- primeira plataforma de compartilhamento de serviços de saúde entre autogestões. A iniciativa, totalmente colaborativa e inédita, visa transformar o setor, viabilizando um espaço de troca de experiências e aprimoramento entre operadoras e prestadores.

Veeam habilita Laboratório Gross a superar desafios de segurança

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A Veeam® Software, líder em soluções de backup que habilitam a Gestão de Dados na Nuvem™, é a empresa por trás da Segurança da Informação do Laboratório Gross, uma das empresas mais tradicionais do País no setor farmacêutico com 93 anos de atuação. Passando por grandes transformações digitais nos últimos anos e pertencendo a um dos setores mais visados por cibercriminosos, o Laboratório Gross aposta no Veeam Backup & Replication 9.5 para garantir que as operações não fiquem indisponíveis em caso de algum incidente de segurança.

“Por ser uma organização de origem familiar e com muito tempo de atuação, o ambiente de Tecnologia foi moldado aos poucos. Com a onda de ataques de ransomware nos últimos anos, foi fácil convencer o Board a estruturar melhor nossa área”, disse Rafael Vargas, responsável pela Infraestrutura de TI no Laboratório Gross.

O setor de Saúde vem passando por grandes transformações digitais nos últimos anos à medida que as organizações dependem cada vez mais da tecnologia, seja para prover melhores resultados laboratoriais, ou desenvolver as melhores medicações. Devido a essa importância, os cibercriminosos se aproveitam de que algumas empresas ainda estão em processo de adaptação tecnológica para procurar brechas de segurança e lucrar com isso, principalmente por meio do sequestro de dados.

Pelo fato de a TI ser tão estratégica para o negócio, Rafael Vargas afirma que a inatividade pode custar à organização uma perda de milhares de reais por dia. Qualquer falha de TI, seja devido a um incidente decorrido de ataque cibernético ou por falha humana, pode tirar a TI do ar, derrubando aplicações e sistemas relevantes para o negócio, e resultar em perdas financeiras e danos à reputação.

Depois de analisar várias soluções no mercado, o executivo considerou a tecnologia apresentada pelo time da DL Master, parceiro da Veeam, essencial para o negócio. “Fiquei encantado e mostrei aos meus diretores. Eles pediram para implementar na hora”. Vargas explica que poucas ferramentas apresentam resultados eficazes numa tecnologia realmente simples de usar.

Graças à solução adotada da Veeam, o Laboratório Gross se viu livre de enfrentar todos os prejuízos gerados por um ataque de ransomware. Recentemente, o executivo explicou que um colaborador acessou uma máquina pouco utilizada, cujo antivírus estava desatualizado. Pouco depois, os demais usuários perceberam que alguns arquivos estavam com uma extensão anormal. “Em seguida, chegou a mensagem de resgate. Desliguei tudo, isolei o ambiente e acessei o backup da Veeam. Em menos de uma hora estávamos operando normalmente, com todas as informações recuperadas na íntegra”.

Segundo Vargas, essa é a principal característica da tecnologia: a facilidade de usar. “A Veeam é uma solução que simplesmente funciona e resolve um problema de maneira muito rápida”, complementa Amadeu Raposo, consultor em negócios de TI na DL Master. “Em casos mais simples, os próprios colaboradores acionam a ferramenta e resgatam os dados atualizados”. A usabilidade do Veeam Backup & Replication 9.5 é tão intuitiva que não requer manutenção e suporte constante. Com pouco tempo de uso já é possível extrair o melhor que ela oferece.

Para mais informações, acesse o site.

Como a impressão 3D tem sido utilizada na reabilitação

Felipe Neves - co-fundador e CEO da Fix it

Os materiais mais comumente utilizados para imobilização em reabilitação são o gesso e o Neoprene. A Fix it, startup potiguar, aposta na mudança deste cenário. Com soluções ortopédicas feitas de plástico termomoldável e biodegradável, a marca se mudou para São Paulo em 2017, após serem acelerados pela ACE.

O filamento utilizado na impressão 3D é o PLA, ácido polilático, que é derivado do bagaço de cana-de-açúcar, de beterraba ou de milho. Isto é, provém de fonte renovável e é biodegradável. “Pra você ter noção, se colocar em uma composteira, o material vira adubo em até 45 dias. Ele deixa de existir em 45 dias!”, explica Felipe Neves, fisioterapeuta e CEO da Fix it.

O gesso é um poluidor do meio ambiente tanto em sua extração como em sua manufatura. E não provém de fonte renovável. De acordo com Felipe, os preços da Fix it são muito competitivos se considerar toda a cadeia do gesso: sua aplicação, limpeza da sujidade que forma e descarte em lixo hospitalar, pago por peso. “Nosso lema é ser democrático, trazer acessibilidade a qualquer classe”, diz o CEO.

Outra vantagem da solução, quando comparada às talas de tecido, é a diminuição do tempo de imobilização. “Por ser uma tala que não desencadeia vontade de ser retirada, seja no banho, seja lavando uma louça, o que for, você acaba ficando mais tempo imobilizado e conservando melhor sua articulação”, esclarece Felipe. O tempo de redução pode chegar a 17%.

Ainda pretendem aprimorar o material utilizado. Querem utilizar nanotecnologia para incluir substâncias antibacterianas e até analgésicas na matéria prima. Além de substituir hoje o velcro utilizado para fixar a placa por material também biodegradável.

A marca vem trabalhando para tentar reduzir ainda mais seus preços. Hoje sua matéria prima vem do exterior, mas já estão em contato com players brasileiros. Pretendem com isso serem fornecedores para o SUS.

Os profissionais são capacitados para aplicação dos imobilizadores no paciente, chamados de Fixters pela startup. No momento, a procura pela solução se dá quando o paciente já está imobilizado. “A impressão 3D, tecnologicamente falando, não permite um rápido atendimento”, explica Felipe. A peça pode demorar até 2h para ser impressa. Mas Felipe acredita que esta situação mudará em breve. “É uma questão de tempo, a impressão 3D está caminhando a passos largos”.

O modelo de negócio anteriormente era produzir as placas e enviar aos clientes. Porém, para ganhar escala e velocidade, a Fix it decidiu por vender serviços no modelo de franquias, onde o franqueado tem como pré-requisito ser profissional da área da saúde e comprar uma impressora 3D. No atendimento ele pegará os dados e medidas do paciente, enviará à Fix it e ela retornará um arquivo online personalizado para impressão 3D no local.

Até o fim de 2020 o plano é a expansão para 70 franquias e 310 daqui 5 anos. Além dos imobilizadores, há também outras frentes sendo desenvolvidas de tecnologias assistivas e planejamentos cirúrgicos. A marca pretende ser referência na área de tecnologia e inovação na área da saúde. Não se limitando somente à imobilização articular. “A tendência é que até 2022, 53% dos serviços de saúde, segundo estudos da Unimed, vão utilizar impressão 3D de alguma forma, seja imprimindo uma imobilização, seja imprimindo uma cânula de traqueostomia”, finaliza Felipe.

Faculdade Impacta, DUXcoworkers e My First IPO firmam parceria e criam um novo hub de inovação, o Impacta Open Startup

Acervo-Impacto---Projeto

O projeto que utiliza pitch reverso tem como objetivo fomentar o ecossistema de inovação e de novos negócios no Brasil em apenas cinco dias

Os modelos tradicionais de incubadoras e aceleradoras vem sendo substituídos, paulatinamente, por modelos menos mecânicos e mais focados em validar ideias, construir times e colocar de pé modelos de negócios com diferenciais significativos. E é com este foco mais simplista, mas que traz mais agilidade e resultados práticos e mensuráveis para novos empreendimentos e startups no país, que nasce o Impacta Open Startup, um hub de inovação que vinha operando dentro de um módulo experimental desde o primeiro semestre do ano e que agora é lançado oficialmente.

Idealizado pela Faculdade Impacta, líder no segmento de ensino de tecnologias digitais; a DUXcoworkers, que utiliza as boas práticas de UX e cultura de coworking para desenvolver projetos inovadores; e a My First IPO, plataforma de Equity Crowfunding, a iniciativa tem como objetivo fomentar o ecossistema de inovação e de novos negócios no Brasil, suprindo a necessidade de médias empresas e startups evoluírem o desempenho de resultados através de venture builder e crowdfunding. “O maior desafio de empreendedores não está somente na tecnologia, no modelo de negócios, na escolha do time ou na velocidade do crescimento. O grande desafio do empreendedor é entender os fundamentos e aprender como construir uma empresa inovadora para o longo prazo”, explica Adolfo Menezes Melito, presidente da My First IPO.

A iniciativa ocorre dentro da Faculdade Impacta, que já operou mais de 1,2 mil projetos de startups e, além das empresas parceiras, também contará com o  apoio dos alunos. A ideia é utilizar o pitch reverso, em que a My First IPO entra com o acesso ao capital de risco, oferecendo caminhos para o financiamento, e a DUXcoworkers no desenvolvimento de soluções com a aplicação de técnicas de Design e User Experience. “As empresas e startups têm dificuldade em tomar decisões quando o foco é a experiência do usuário. Falta assertividade nos projetos frente aos objetivos de seu criador e os anseios do público a ser atingido. Se os consumidores têm o poder de decisão, é preciso encantá-los e fidelizá-los. E é aí que o design de experiência entra e trilha um caminho para que estas empresas prosperem”, explica Melina Alves, CEO da DUXcoworkers.

Após a análise da empresa ou da startup, todo o time da Impacta Open Startup tem cinco dias úteis para apresentar um relatório com sugestões, além de prover assistência durante 30 dias para estruturar um plano máster de inovação para a empresa. “Esse novo ecossistema é essencial para dar agilidade e velocidade no desenvolvimento dos projetos”, explica Célio Antunes, presidente do Grupo Educacional Impacta Tecnologia. “Essa conversa começou há um tempo com essa essência, que é a colaboração de três empresas pioneiras e de caráter eminentemente inovador, e é desta forma que esse hub é concretizado”, finaliza o executivo.

SOBRE A DUXCOWORKERS

A DUXcoworkers é a primeira empresa no país e pioneira no mundo a fazer das boas práticas de UX e do coworking sua cultura de trabalho e desenvolve soluções a partir da inteligência coletiva centrada no usuário. Voltada à execução de projetos inovadores para startups, empreendedores e grandes marcas, atua no mercado desde 2010 e atualmente conta com mais de 120 coworkers especializados, distribuídos pelas principais capitais brasileiras e no mundo.

América Latina e Caribe lideram avanços em ações de bem-estar corporativo, segundo estudo da Aon

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O Estudo de Tendências Globais dos Custos de Saúde 2020, publicado pela Aon, identificou a América Latina e o Caribe (ALC) como a região mais avançada em ações de bem-estar no ambiente corporativo. A pesquisa foi realizada em 105 escritórios da Aon, com cada representante do país, que intermedia, administra ou aconselha de alguma maneira os planos médicos financiados por empregadores. Devido a grandes aumentos nos custos médicos nos últimos 10 anos, os empregadores, as operadoras de saúde e as empresas de consultoria, como a Aon, têm se conscientizado em adotar planos de promoção de saúde e prevenção de doenças no ambiente de trabalho.

O empregador passou a estar mais envolvido nos temas de saúde e a tomar medidas tanto com os colaboradores que já possuem necessidade de acompanhamento médico, quanto com os que ainda não demandam cuidados específicos.

O estudo mostra, também, que as doenças classificadas como não transmissíveis continuam a ter os maiores impactos nos custos de assistência médica em todo o mundo, incluindo a América Latina. As doenças cardiovasculares, câncer, diabetes, pressão alta e problemas musculoesqueléticos são as cinco condições que aumentarão ainda mais as solicitações de assistência médica. Além disso, a pesquisa apresenta o crescimento de fatores de risco atrelados a hábitos pessoais prejudiciais, como pressão alta, falta de atividade física, colesterol alto, dieta inadequada e gerenciamento inadequado do estresse. As classificações de risco e doença diferem significativamente em todo o mundo. Na América Latina, a situação se repete.

Muitos fatores de risco levam a condições crônicas com tratamentos longos, pressionando os custos com mais aumentos. No entanto, eles podem ser controlados com medidas concretas implementadas por empregadores e com a colaboração dos funcionários. "Como passamos uma parte considerável do nosso tempo no emprego, o local de trabalho é o lugar lógico para criar uma cultura mais saudável e mudar comportamentos. Nosso objetivo é orientar os empregadores à medida que eles se tornam mais importantes para ajudar indivíduos e suas famílias a desempenhar um papel mais ativo no gerenciamento de sua saúde, o que inclui participar de atividades saudáveis e de bem-estar para reduzir riscos de saúde e gerenciar melhor as condições crônicas", comenta Paulo Jorge Cardoso, médico e VP de Health & Retirement Solutions da Aon Brasil.

América Latina espera redução na inflação médica em 2020

Globalmente, a tendência é que o aumento médio anual dos planos médicos financiados pelo empregador esteja em linha com o de 2019, com um crescimento de 0,2% em 2020, principalmente devido ao aumento de doenças crônicas, à expansão dos benefícios e ao ligeiro aumento previsto da inflação geral. O custo dos benefícios médicos oferecidos pelos empregadores deverá crescer até 8% em 2020, excedendo a inflação geral em 4,9 pontos percentuais.

"O aumento dos custos médicos e a prevalência de condições crônicas continuam sendo um foco de atenção em todo o mundo", afirma Paulo Jorge Cardoso. "Oferecer aos nossos clientes soluções líderes de mercado que permitem a escolha do consumidor, promovam a transparência e facilitem o bem-estar dos colaboradores a fim de gerar melhores resultados financeiros continuará sendo uma prioridade para nós na Aon em 2020", completa.

Em relação aos custos médicos, a América Latina espera uma leve redução na inflação médica em 2020, permanecendo na casa de dois dígitos. Porém, se levarmos em consideração que, na região, há uma expectativa de aumento da inflação geral, em termos líquidos, o estudo da Aon indica que a taxa líquida de inflação médica deve cair cerca de um ponto percentual, ficando em 7,5% comparada a 8,5% em 2019.

"A América Latina ainda tem uma expectativa da maior inflação médica comparada à inflação geral (taxa líquida de 7,5%, contra 4,9% na expectativa global). A diferença está diminuindo, mas ainda em ritmo lento. No Brasil e na Colômbia, por exemplo, as seguradoras aumentaram os esforços de controle de custos, contribuindo significativamente para a queda observada na América Latina. Com o progresso desses esforços, essa queda deve continuar para os próximos anos", explica Paulo Jorge Cardoso.

A partir da pesquisa da Aon, é possível notar que as taxas de tendências médicas previstas continuam a variar consideravelmente, dependendo da região. Espera-se que os custos para serviços médicos tenham o maior aumento nas regiões da América Latina e Oriente Médio/África, com taxas médias estimadas em 13,1 e 12,2%, respectivamente. Por outro lado, na Europa, projeta-se um aumento de 5,7% na taxa média de tendência médica.

Para mitigar os custos, o relatório da Aon revelou que mais empregadores estão optando por programas de bem-estar, por exemplo, estratégias preventivas como exames de check-up, triagem, alimentação saudável e programas de promoção de atividade física, com o objetivo de reduzir as condições crônicas. Os empregadores também continuam a usar estratégias tradicionais, como o redesenho do benefício médico, com o uso crescente de medidas para controlar o uso excessivo do plano de saúde, otimização das redes assistenciais e a adição dos planos de benefícios flexíveis.

Para visualizar o relatório na íntegra, clique aqui .

Metodologia

As respostas à pesquisa refletem as expectativas que os profissionais da Aon têm em relação às tendências médicas com base em suas interações com clientes e seguradoras representadas no portfólio de negócios de planos médicos da empresa em cada um dos países participantes.

Sobre a Aon

Aon plc (NYSE: AON) é uma empresa líder global de serviços profissionais que fornece uma ampla gama de soluções de risco, aposentadoria e saúde. Nossos 50.000 colaboradores em 120 países extraem resultados para os clientes usando dados e análises proprietárias para oferecer perspectivas que reduzem a volatilidade e melhoram o desempenho.

Dandelin democratiza acesso à saúde em vácuos deixados pelo SUS

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Startup usa economia compartilhada para facilitar acesso de pacientes a consultas e exames

Entre os direitos fundamentais garantidos pela Constituição de 1988 está o acesso universal à saúde no Brasil. No entanto, nos 30 anos da carta magna, o SUS (Sistema Único de Saúde) não consegue dar conta de atender todos os brasileiros e os planos de saúde são inacessíveis para boa parte da população. Para resolver parte do gargalo da saúde, empreendedores de impacto social criaram o Dandelin .

A empresa acredita que o acesso à saúde de qualidade é um direito básico para todos, não um luxo para poucos. Sem burocracias, o aplicativo agenda consultas médicas com rapidez e sempre que o paciente cadastrado na plataforma precisar. Quase 3 milhões de pessoas deixaram os planos de saúde por conta dos altos reajustes. Além disso, cerca de 70% da população do país não possui convênio. O que o Dandelin faz, portanto, é democratizar o acesso.

O app tem a missão de oferecer acesso simples, justo e humano aos serviços médicos. Com o aplicativo, os usuários não pagam o preço da consulta, mas uma mensalidade variável, dividida igualitariamente entre todos os membros da comunidade. O valor nunca irá ultrapassar os  R$ 100. Sem custos adicionais, sem reajustes acima da inflação e sem surpresas inconvenientes na fatura. Quanto mais pessoas utilizando, menor o preço.

"Cortamos as burocracias, deixando nossos membros livres para marcarem suas consultas médicas com rapidez, sem vínculos com empresas ou custos fixos", explica o CEO do Dandelin, Felipe Burattini, que busca disponibilizar uma alternativa ao seguro saúde, reduzindo a despesa dos membros, que terão acesso a consultas ilimitadas. O idealizador usou princípios de economia compartilhada para criar o Dandelin.

SOBRE O DANDELIN

Desenvolvido com base em princípios de economia compartilhada, o Dandelin é um aplicativo que conecta pacientes a médicos. A plataforma facilita o agendamento de consultas, que são realizadas nos consultórios dos profissionais cadastrados. Assim, o paciente poderá procurar médicos por localização, especialidade, disponibilidade de agenda, sintomas ou pelo próprio nome do profissional.

A plataforma socializa os custos reais de consultas entre todos os membros de sua comunidade. O valor mensal médio para ter acesso ilimitado a consultas médicas é variável e depende do número de consultas que os membros da comunidade realizarem durante cada mês.