2020: O ano da consolidação do uso da impressão 3D

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O ano de 2020, segundo projeções realizadas por empresas de consultoria e análises de tendências, tem sido apontado, nos últimos anos, como o período de consolidação de algumas tecnologias fundamentais para as estratégias de negócios das empresas. Entre elas, a impressão 3D, pelos benefícios e oportunidades de gerar negócios, reduzir custos, oferecer alternativas seguras de desenvolvimento de protótipos e de produção de peças customizadas para indústrias que requerem componentes especiais, como a aeroespacial, automobilística e a médica.

As projeções das grandes consultorias globais têm indicado uma taxa contínua de crescimento nas vendas de impressoras 3D para empresas, em proporções de até 20% ao ano, independente do seu porte, com impactos positivos em todos os modelos de negócios. Os resultados de 2019 mostram que a curva de vendas de equipamentos e utilização da impressão 3D seguiu em ascensão, favorecida por fatores como a diversidade de materiais que podem ser impressos, a melhora na velocidade de impressão e o surgimento de equipamentos e soluções capazes de atender às diferentes demandas das empresas, seja em termos de engenharia e design, quanto em serviços.

Nesse contexto, a possibilidade de imprimir peças on demand - alternativa que garante flexibilidade às empresas para atender necessidades pontuais como a fabricação de um protótipo - tem contribuído para dar impulso à manufatura aditiva, e se confirmou, em 2019, como uma opção para muitas companhias.

Tomando como referência, a Stratasys (NASDAQ: SSYS), líder global em manufatura aditiva, através de sua unidade de negócios focada na prestação de serviço de manufatura aditiva de peças sob demanda, a Stratasys Direct Manufacturing, atingiu a marca de mais de 20 milhões de peças produzidas desde que foi iniciada, há cinco anos, com a aplicação de 1,7 milhão de horas de tempo de engenharia em projetos.

Trata-se de um número expressivo e para o qual tem contribuído o conhecimento profundo de cada tecnologia, por parte dos engenheiros de processo e manufatura que trabalham junto com os clientes para encontrar usos inventivos dos métodos de processos, em projetos desafiadores e com componentes de alta exigência. Estes profissionais, frequentemente, inventam novas maneiras de fabricar com impressão 3D, fabricação convencional ou uma combinação de métodos para produzir geometrias impossíveis e que permitem atender a aplicações especializadas.

Os setores que mais têm utilizado a impressão 3D, por meio de equipamentos adquiridos diretamente ou de soluções on demand, são a indústria automobilística - incluindo as escuderias de carros de corrida, os quais necessitam de peças leves e de alta performance -, a indústria aeroespacial e o setor de saúde.

Impressoras 3D têm se mostrado ideais para a construção de modelos conceituais avançados, protótipos funcionais, ferramentas duráveis e peças de produção, além de atender necessidades específicas para o desenvolvimento de componentes que não são fabricados por fornecedores de segmentos diversos.

Entre as principais aplicações da impressão 3D estão a prototipagem rápida e a obtenção de peças customizadas ou mesmo inteiramente personalizadas. Essa tecnologia permite que elas sejam fabricadas rapidamente e em volumes baixos, algo praticamente inviável quando se pensa nos processos tradicionais. Além disso, é possível imprimir em 3D itens de grande liberdade de design e geometria, que não poderiam ser obtidos de outra forma. A impressão 3D se torna uma importante aliada para os casos em que processos tradicionais não podem ser totalmente substituídos

Para as grandes empresas, a impressão 3D não é mais novidade. A fabricante brasileira de calçados Alpargatas, por exemplo, utiliza impressoras 3D para obter protótipos de solas de sandálias. Pequenas e médias empresas brasileiras também já estão aderindo à manufatura aditiva como um caminho necessário para substituir os métodos de produção convencionais, que se tornam mais e mais obsoletos a cada dia que passa.

Um exemplo é a Usintek, de Santo André (SP), especializada no desenvolvimento de projetos para automação industrial e usinagem de ferramentas e protótipos de pequeno e médio portes, que utiliza impressoras 3D para produzir protótipos para clientes dos setores automotivo e de eletroeletrônicos. A Autometal, de Diadema, também em São Paulo, usa a mesma tecnologia para produzir protótipos, dispositivos de controle e calibradores utilizados na manufatura de peças automotivas, e o FIT - Instituto de Tecnologia, organização sem fins econômicos de abrangência nacional, adotou a impressão 3D para desenvolver projetos tecnológicos para empresas de tamanhos variados.

A manufatura aditiva amplia sua presença em empresas de diversos portes e setores. Trata-se de uma condição essencial de competitividade, principalmente no contexto da evolução da indústria 4.0 e da construção de uma cultura de negócios voltada à inovação.

Sobre o autor

Anderson Soares, Territory Manager da Stratasys no Brasil

Aché, T2 Software e Antares Vision recebem prêmio da GS1

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A T2 Software, empresa brasileira especializada em soluções para gerenciamento de dados e líder em consultoria em serialização e rastreabilidade, a Antares Vision, líder global em sistema de inspeção visual, e o laboratório Aché receberam o prêmio na categoria Automação 2019 oferecido pela GS1 Brasil (Associação Brasileira de Automação).

A premiação é resultado do trabalho da T2 Software e da Antares Vision no projeto de serialização e rastreabilidade de medicamentos no laboratório Aché. A serialização e rastreabilidade de medicamentos fazem parte do SNCM (Sistema Nacional de Controle de Medicamentos), que teve suas diretrizes das fases de implementação divulgadas pela nova RDC 319/19. Até 2022, laboratórios, distribuidores e pontos de vendas devem estar adequados ao SNCM.

“Nós da T2 Software estamos muito felizes de ter a honra de receber esse prêmio junto com o ACHÉ e com a Antares Vision. Receber esse reconhecimento de mercado em relação ao pioneiro Projeto de Serialização e Rastreabilidade do ACHÉ é realmente a prova de que toda a dedicação e trabalho duro valeram a pena”, acentua Rodrigo Klein, CEO da T2 Software.

Empresa especializada em sistemas e consultoria para serialização e rastreabilidade de produtos, a T2 Software foi fundada em 2010 e está sob o comando de Rodrigo Klein, que traz mais de 15 anos de experiência na área de TI.

A T2 Software também está posicionada como uma das principais fornecedoras da tecnologia que atenderá o segmento farmacêutico na questão da rastreabilidade que passou a ser obrigatória após a lei 11.903 sancionada em 2009. A empresa desenvolveu um sistema especializado chamado Pharmatrack e hoje atua nas discussões das questões tecnológicas entre as principais entidades do setor com a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

A Antares Vision oferece a solução global mais abrangente e escalável em sistemas de inspeção, rastreamento e gerenciamento de dados inteligentes, liderando o processo completo de proteção dos produtos ao longo de seu ciclo de vida e desenvolvendo soluções de hardware e software para os setores industriais mais exigentes como produtos farmacêuticos, dispositivos médicos, cosméticos, alimentos e bebidas. A Antares Vision está presente em mais de 60 países no mundo (com uma força de trabalho que ultrapassa 500 unidades globalmente) e conta com 3 filiais italianas (Brescia, Parma, Latina), 6 filiais estrangeiras (Alemanha, França, EUA, Brasil, Índia, Rússia) e um Centrode Inovação na Irlanda (Galway).

Com 20 anos de experiência em tecnologias de visão, a Antares Vision é fornecedora de 10 das 20 maiores empresas farmacêuticas do mundo: mais de 25.000 sistemas de inspeção asseguram a segurança e a qualidade dos processos de produção, enquanto mais de 2.500 linhas de serialização instaladas em indústrias em todo o mundo garantem o rastreamento em toda a cadeia de suprimentos de mais de 5 bilhões de produtos.

Para apoiar e acelerar a trajetória de crescimento desde sua fundação até hoje, a Antares Vision anunciou recentemente um acordo para uma combinação de negócios com a ALP.I, o Mediobanca SPAC, que levou a multinacional à listagem na Bolsa de Valores da Itália (AIM), dedicao às PMEs dinâmicas e competitivas.

Rede Mater Dei de Saúde ultrapassa marca de 500 cirurgias robóticas realizadas no Sistema Da Vinci Xi

Rede Mater Dei de Saúde ultrapassa marca de 500 cirurgias robóticas realizadas no Sistema Da Vinci Xi
Fotos realizadas para o Hospital Mater Dei da cirurgia Robótica de Prostata do Robô Da Vinci. Fotos Samuel Gê - 99627-4060

Inaugurado em agosto de 2017, o serviço de Cirurgia Robótica da Rede Mater Dei de Saúde ultrapassou a marca de 500 cirurgias realizadas. O serviço conta com a mais alta tecnologia do robô Da Vinci Xi.

O serviço de cirurgia robótica tem como alvo principal os tratamentos minimamente invasivos, atendendo a cinco tipo de especialidades, sendo elas cirurgia geral, torácica, de ginecologia, urologia e coloproctologia.

O presidente da Rede Mater Dei de Saúde, Henrique Salvador, celebra a marca alcançada. “Ultrapassar a marca de 500 cirurgias robóticas realizadas no Da Vinci Xi, reafirma nosso compromisso de levar aos nossos clientes o que há de mais moderno e inovador, e mostra que estamos no caminho certo”.

Diferenciais do Robô Da Vinci Xi

A Rede Mater Dei de Saúde é a única instituição de Minas Gerais, e a segunda do país, que possui o Robô Da Vinci Xi, o mais moderno sistema robótico atualmente. Os movimentos do robô são controlados, de maneira remota, durante todo o procedimento por médicos cirurgiões treinados e capacitados para utilizar o equipamento. O cirurgião maneja os quatro braços mecânicos do Da Vinci Xi, que podem conter câmeras, pinças e outros instrumentos cirúrgicos.

A partir da mesa operatória, o cirurgião consegue, se julgar necessário, mudar o posicionamento do paciente durante a cirurgia sem que haja interrupção do procedimento cirúrgico, já que os braços do robô acompanham a alteração de posição da mesa.

Além do uso da tecnologia oferecer mais segurança ao paciente, já que consegue alcançar locais nos quais as mãos humanas não conseguem chegar. Outro grande benefício do Da Vinci Xi é disponibilizar maior conforto para o médico durante a cirurgia. O robô permite que o cirurgião tenha visão privilegiada, a partir de imagens 3D, enquanto mantém o médico sentado confortavelmente durante todo ato cirúrgico.

Combinação que gera resultados 

Com foco no cliente, visando a excelência e um atendimento humanizado, a Rede Mater Dei de Saúde oferece aos pacientes avanços tecnológicos aliados a um corpo clínico altamente capacitado. Para operar no robô Da Vinci Xi, é necessária uma certificação que é obtida por meio de capacitações que duram mais de três meses, passando por simuladores do robô e provas práticas e teóricas, feitas pela empresa fabricante do sistema, a Intuitive. Ainda assim, após treinamento e certificação, os primeiros procedimentos são realizados sob a supervisão de um cirurgião já experiente com a robótica.

Pelo quinto ano, Hospital São Vicente de Paulo está entre as marcas preferidas dos cariocas

Fachada HSVP 4 - Foto de Andre Telles

O Hospital São Vicente de Paulo (HSVP), no Rio de Janeiro, está entre os 10 hospitais e clínicas mais queridos dos cariocas, pelo quinto ano consecutivo. A pesquisa “Marcas dos Cariocas” é realizada pelo jornal O Globo, em parceria com a Troiano Branding e é realizada anualmente para saber quais os produtos e serviços preferidos por quem mora na capital fluminense.

“Esse reconhecimento vindo do público que é a nossa razão de ser nos inspira a buscar melhorar cada vez mais, com foco na qualidade e segurança. Ter o HSVP como uma das marcas mais queridas dos cariocas nos enche de alegria”, afirma Irmã Ercília Bendini, vice-presidente e diretora de relacionamento com o paciente do HSVP.

O levantamento, que chegou à décima edição, foi realizado em duas etapas. A primeira consistiu na realização de 2.049 entrevistas nas quais as marcas foram citadas espontaneamente. Na segunda fase, foi elaborado o ranking das categorias, por meio de um questionário online aplicado em 2.100 pessoas. Para compor um retrato fiel da população do Rio, a seleção dos entrevistados respeitou a distribuição de sexo e idade na Região Metropolitana do Rio, com base nos dados do IBGE.

O resultado final apresenta a opinião dos cariocas a respeito de 40 categorias de negócios, além das marcas que são “A cara do Rio”.

Doctoralia recebe a primeira certificação GPTW

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Selo de qualidade posiciona a startup de saúde entre as melhores empresas para se trabalhar e abre caminho para participar do ranking do instituto. Índice conquistado ultrapassou a média das 150 maiores do Brasil, atingindo 89 pontos

Doctoralia, líder mundial em gerenciamento e agendamento de consultas médicas, acaba de receber a certificação do Instituto Great Place to Work de 2019. Esta é a primeira vez que a operação brasileira da startup - iniciada em 2012 remotamente e 2017 fisicamente - adere ao estudo. Diferentemente do ranking, o Programa de Certificação proporciona às empresas de qualquer porte a realização de uma pesquisa que diagnostica o seu clima organizacional e analisa o nível de satisfação dos funcionários em relação ao ambiente de trabalho, concedendo um selo de qualidade por 12 meses.

Segundo o Instituto, o Programa de Certificação é uma ferramenta de identificação de pontos fortes e de entendimento dos pontos a serem aprimorados, além de um instrumento de melhoria contínua. “A Doctoralia foi eleita por seus guerreiros com uma pontuação bem maior do que esperávamos. Nossa felicidade foi ainda maior quando vimos que as nossas maiores notas estavam relacionadas a pontos muito relevantes para nós”, conta Rodolfo Fiorderize, gerente de People Experience. Para qualquer empresa ser certificada, é preciso atingir uma amostra mínima de respondentes e uma nota igual ou superior a 70. “A média das 150 maiores do Brasil é 88. Conseguimos 89. Foi uma ótima surpresa que reflete, de fato, as nossas políticas e culturas”.

No total, foram 213 pesquisas respondidas. Entre os pontos de maior destaque estão Imparcialidade (98,25 na média ponderada), Camaradagem (95), Respeito (95,7 na média ponderada) e Orgulho (95 na média ponderada). “Fico muito satisfeito em ver que o nosso discurso e as nossas políticas em relação a orientação sexual, raça, gênero, idade; enfim, à pluralidade necessária para uma companhia de sucesso, repercutiram nos resultados desse primeiro estudo”, afirma Fiorderize. “O trabalho que realizamos em gestão de pessoas acaba por auxiliar na mudança de percepção sobre temas tão significativos quanto os apontados - e bem pontuados - no estudo.”

A Doctoralia está em rápido crescimento no Brasil. Em 2 anos e meio, o número de funcionários saltou de 6 para 360, o que é um grande desafio para o alinhamento e a consolidação da cultura e de um ambiente organizacional positivo em uma companhia. “Queremos e estamos trabalhando para construir a melhor empresa para se trabalhar no mundo e o certificado do GPTW indica um grande avanço nessa direção”, afirma Cadu Lopes, CEO da companhia no Brasil. “Esse estudo mostra que os nossos funcionários têm orgulho do que eles fazem e reconhecem o impacto que causam na sociedade. E isso é muito importante”.

O próximo passo, afirma o executivo, é alcançar os 100 pontos. “Queremos nos tornar referência no setor, expandindo o impacto positivo da pluralidade que conseguimos para fora da nossa empresa”, explica Lopes.

Parte do Grupo DocPlanner, a Doctoralia conecta profissionais de saúde e pacientes, proporcionando uma experiência de cuidados mais próxima e humanizada. Aos pacientes a companhia oferece um espaço para perguntas, avaliações e busca segmentada por especialistas de acordo com suas necessidades. Aos profissionais, clínicas e centros de saúde, a plataforma impulsiona a presença online facilitando o contato, além de auxiliar no gerenciamento de pacientes e na eficiência das consultas.

Para 47% dos brasileiros as empresas de assistência médica estão mais focadas em suas próprias necessidades

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Anvisa - shutterstock

Relatório “Connected Healthcare Consumer”, realizado pela Salesforce, traz resultados sobre a relação dos consumidores com empresas do setor de saúde e cuidados com a vida

A Salesforce, líder global em CRM, lançou hoje a primeira edição do relatório Connected Healthcare Consumer. O estudo entrevistou quase 6.000 consumidores em nove países, incluindo 500 do Brasil, para saber sobre suas experiências com fornecedores, seguradoras de saúde, empresas farmacêuticas e de dispositivos médicos.

Os dados revelam uma lacuna entre o aumento das expectativas do consumidor e a experiência oferecida hoje pelos setores de saúde. De fato, 47% dos consumidores brasileiros afirmam que as empresas de saúde e ciências da vida estão mais focadas em suas próprias necessidades do que nas dos pacientes. Além disso, somente 35% dos brasileiros afirmam que os prestadores de serviços adotam uma abordagem proativa com a saúde dos pacientes.

“Os consumidores estão mudando em todos os setores e áreas. À medida que a tecnologia avança, mudam as expectativas, demandas e interesses dos clientes. O estudo realizado pela Salesforce aponta que o setor de saúde não vem atendendo desejos dos consumidores como deveriam”, comenta Fabio Costa, gerente geral da Salesforce para Brasil. “É preciso que as organizações coloquem os pacientes no centro dos negócios, mudem processos internos, invistam em tecnologias para melhor conhecimento e comunicação com este público”.

A pesquisa constatou que os consumidores geralmente são responsáveis por coordenar seus próprios cuidados de saúde e compartilhar informações entre os diferentes prestadores de serviço de saúde. Esse cenário fragmentado dificulta a obtenção de uma visão holística das informações da saúde em toda a cadeia de atendimento, resultando em 64% dos consumidores brasileiros afirmando que não têm certeza de como acessar um registro completo de sua saúde. Essa realidade está em conflito direto com as expectativas do consumidor moderno por experiências conectadas e contínuas.

A pesquisa também descobriu as seguintes tendências no Brasil

• O envolvimento do consumidor da área de saúde está se tornando digital: Os consumidores -- principalmente as gerações mais jovens - desejam experiências personalizadas e sob demanda. Eles apreciam canais digitais que tornam os cuidados mais acessíveis, como mensagens instantâneas, bate-papo por vídeo e comunidades de pacientes. De fato, o relatório aponta que 96% dos brasileiros acreditam que é importante oferecer portais personalizados na internet (em comparação com 82% no mundo); 83% dizem que é importante oferecer bate-papo ao vivo/mensagens instantâneas (55% no mundo); e 82% dizem que é importante oferecer comunidades online de pacientes (52% no mundo).

• A confiança se torna prioritária à medida que a tecnologia de saúde amadurece: Nos setores de saúde e ciências da vida, nos quais dados pessoais mais íntimos estão envolvidos em tantas transações, a confiança é fundamental para promover resultados positivos para pacientes e negócios. O estudo constatou que os consumidores brasileiros confiam no seguinte:

- 80% confiam nos prestadores de serviços (em comparação com 81% no mundo);

- 78% confiam nas empresas de dispositivos médicos (72% no mundo);

- 69% confiam nas empresas farmacêuticas (49% no mundo);

- 62% confiam nas seguradoras de saúde (59% no mundo).

À medida que a tecnologia evolui, os consumidores brasileiros também estão preocupados com o futuro da privacidade na área de saúde. Assumindo que fossem utilizadas de maneira segura e transparente, 73% dos brasileiros compartilhariam seus comentários para que as empresas de dispositivos médicos desenvolvam ou ofereçam melhor suporte a novos dispositivos (em comparação com 50% no mundo). Além disso, 71% compartilhariam seus comentários para que as empresas farmacêuticas desenvolvam ou forneçam suporte a novos medicamentos (47% no mundo).

Um paciente é mais do que apenas seus sintomas

Muitos aspectos do bem-estar que um paciente procura resolver - como acessibilidade, horários de trabalho, vida familiar, instalações distantes e mobilidade pessoal - se estendem para além dos sintomas específicos e apresentam desafios para uma parcela substancial da população. Quanto mais o setor de saúde compreender a respeito dos pacientes, melhor equipado estará para tratar proativamente a pessoa inteira para otimizar os resultados, e não apenas seus sintomas.

No Brasil, 62% dos consumidores dizem que as circunstâncias da vida os levaram a perder uma consulta com um prestador de serviços (em comparação com 42% no mundo); 76% dizem que encontrar serviços de saúde nas proximidades é um desafio (44% no mundo); 76% dizem que tirar folga do trabalho para receber cuidados é um desafio (45% no mundo); e 86% dizem que é pelo menos um pouco desafiador pagar pelo tratamento (64% globalmente).

Sobre a Salesforce

A Salesforce, líder mundial em CRM, aproxima as empresas de seus clientes na era digital. Fundada em 1999, a Salesforce permite que empresas de todos os tamanhos e de todas as indústrias tenham vantagens a partir de suas tecnologias poderosas - nuvem, mobile, social, Internet das Coisas, inteligência artificial, voz e blockchain - para criar uma visão de 360 ° dos clientes. Para mais informações sobre a Salesforce, acesse o site.

Proxismed anuncia parceria com Spectator

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- Shutterstock

A Proxismed, empresa especializada no relacionamento de médicos, pacientes, cuidadores familiares entre outros stakeholders da saúde, com grandes laboratórios farmacêuticos e outros setores, anuncia uma parceria com a Spectator Healthcare Technology , plataforma que fornece uma ampla gama de aplicativos de missão crítica e serviços de valor agregado nos mercados de segurança, saúde e comunicação.

Como resultado dessa excelente parceria, a Proxismed lança, no Brasil, o aplicativo de Serviços de Atenção Primária e Teleorientação para o mercado B2B2C e B2C e, também, o programa Proxislife, desenvolvido para os funcionários terem suporte nutricional que estimula um estilo de vida saudável e casual. Quem será o responsável pelo acompanhamento nutricional, será um nutricionista e a tecnologia utilizada será da Spectator Healthcare, na forma de BiDiApp, para planejar e facilitar as interação entre o profissional da saúde e o indivíduo.

Com o novo aplicativo, médicos, pacientes, cuidadores familiares entre outros stakeholders da saúde poderão dobrar as comunicações feitas diariamente. Além disso, ele vai permitir que profissionais da saúde consigam realizar consultas remotas e serviços de monitoramento de pacientes.

Os benefícios clínicos e de saúde das populações estão abrindo oportunidades para a prestação de serviços de telecare. "Em 2025, teremos mais pessoas com mais de 60 anos do que com menos de 20 e as doenças degenerativas serão os principais vilões. Como fazer diagnósticos, onde ter unidades hospitalares, como tratar um país em envelhecimento?", Pergunta o Ministro da Saúde em Luiz Henrique Mandetta, durante discurso no Conahp (Congresso Nacional de Hospitais Privados).

Espera-se que o mercado global de telecomunicações atinja R﹩ 546 bilhões até 2025, alimentado pela digitalização no setor privado e nas áreas rurais para melhorar o acesso aos serviços de saúde e a integração contínua de tecnologias inteligentes no setor de saúde privada.

A Proxismed e o Spectator estão prontos para transformar o mercado de assistência médica, permitindo e melhorando a disponibilidade de serviços remotos assistencial.

Sobre a Proxismed

A Proxismed nasceu em 2015 com o objetivo de ser referência em customer experience em saúde por meio de produtos que compõem um Medical Call Center Omnichannel. A empresa, através da combinação do melhor da atenção humana com as mais modernas tecnologias, atua nos Programas de Suporte ao Paciente, de Pré-diagnóstico, de Acesso, de Início de Tratamento e de Engajamento, assim como SAC (Serviço de Atendimento ao Cliente), SIC (Serviços de Informação Científica) e eRep (relacionamento omnichannel com médicos e profissionais da saúde), entre outros, para a melhor gestão da saúde.

O Brasil precisa definir melhor papel de médicos generalistas e especialistas focais

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O Brasil, desejando maior eficiência na saúde, menor desperdício de recursos e controle de custos, precisa urgentemente definir melhor o papel dos diferentes tipos de médicos.

Realizamos atividade recente como tempestade de ideias entre participantes estratégicos, na busca por soluções para fortalecimento da medicina hospitalista no Brasil. Um dos convidados foi o presidente da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna - tentativa de avaliar criticamente o cenário brasileiro com contribuições da experiência internacional.

Entretanto, percebo a discussão como muito maior do que a de uma pretensa especialidade médica ou área de atuação. Em pauta está possível transformação de nosso sistema de saúde para outro bastante mais custo-efetivo, com questões que envolvem todas as especialidades clínicas.

Todos no debate que sucedeu palestra do convidado especial português concordaram que a formação e as prerrogativas profissionais de clínicos/internistas/hospitalistas no Brasil deve ser repensada, e, então (pois não há como dissociar), a dos especialistas clínicos focais (ou subespecialistas), buscando melhor definição de papéis e funções. Sistemas de saúde com melhor desempenho costumam possuir algum tipo de organização e hierarquização nos moldes conversados, seja ela através de mecanismos regulatórios diretos, como na experiência portuguesa, seja através de modelagem indireta em direção ao mesmo cenário, como no caso dos EUA, onde, é necessário fazer Medicina Interna antes de Cardiologia – e cardiologistas podem manter dupla certificação -, mas, na prática dos dias atuais, a maioria define escopo de atuação.

Assista abaixo nosso debate na íntegra:

Descobri que na Irlanda há o mesmo movimento: Leia aqui (em inglês).

Imediatamente depois da atividade, em conversa com lideranças da Clínica Médica brasileira, mais de uma sugeriu que a ideia correspondia a um viés meu em favor do movimento hospitalista. Engano!

Apenas defendo que nossa Clínica Médica ou Medicina Interna busque um foco primordial, e organize-se em torno deste projeto, devendo entregar resultados não apenas aos pacientes - algo que já não consegue fazer direito.

Querem que este foco seja Atenção Primária, concorrendo com a Medicina de Família? Sem problemas! Mas encontrarão mais concorrência e obstáculos. Bem ou mal, à título de exemplo, a maioria das residências médicas de Clínica Médica do país já possue um foco predominantemente hospitalar.

Outro argumento empregado foi: "Não precisamos mudar nada! É público e notório que generalistas solucionam de 80-90% das queixas e problemas de saúde, sem precisar encaminhar para subespecialistas, escancarando uma possibilidade de assistência muita mais custo-efetiva sem, reforço, a necessidade de mudanças de qualquer natureza".

Isso provavelmente é uma falácia em nosso meio, gente! Sejamos mais humildes! A validade externa de dados que amparam a afirmação, a validade no Brasil, é muito provavelmente inexistente para a Clínica Médica do jeito como funcionamos. Está realmente o especialista em Clínica Médica apto a, nos moldes da formação brasileira atual, gerenciar pacientes crônicos complexos ambulatoriais? A gerenciar, ou pelo menos ser agente ativo e útil, projetos com impacto em motivação e comportamento para lidar com a complicada questão da aderência? A colaborar em melhoria da qualidade e segurança do paciente ambulatorial?

Não estão os [mais caros de todos] especialistas focais brasileiros perdendo tempo – e, portanto, nosso dinheiro – em condições que outros poderiam atuar?

A mesma liderança da citação mais acima concluiu: “é o sistema que precisa nos aceitar, estamos prontos para ajudar”. Escancarando que, além de tantas outras barreiras, somos nós médicos que resistimos a mudanças, no caso específico em nome de algo muito evidente: querer fazer o que a vida médica ensinou. Não sei? Encaminho ou faço de conta que não é comigo! E segue o barco como está: usando velas furadas, enquanto concorre na H1 Unlimited, aquele campeonato de corrida de barcos comparável à Fórmula 1 do automobilismo.

Precisamos nos diferenciar, sem perder a propriedade generalista, criando verdadeiro trabalho em rede com outras especialidades generalistas, e com os especialistas focais.

Telemedicina é discutida em evento médico

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Associação Paulista de Medicina realiza pelo segundo ano consecutivo, o maior evento da América Latina sobre telemedicina e saúde digital. Com foco na medicina do futuro, a segunda edição do evento está confirmada para junho de 2020. As inscrições já estão abertas e médicos e associados de entidades parceiras contam com descontos diferenciados.

Em junho desse ano, quebrando todos os paradigmas da medicina e olhando para o futuro, a Associação Paulista de Medicina, em parceria com o Transamerica Expo Center, reuniu 13 países e mais de 120 palestras durante quatro dias, promovendo o intercâmbio do conhecimento em telemedicina e saúde digital na primeira edição do Global Summit Telemedicine & Digital Health.

“Entendemos que uma medicina online ética e de ponta só pode ser realizada se tivermos uma tecnologia e regras de ponta, capazes de garantir a segurança entre médico e paciente”, ressalta o diretor de tecnologia da APM e presidente da Comissão Organizadora do Global Summit Telemedicine & Digital Health, Dr. Antônio Carlos Endrigo.

O evento de 2020 já conta com o apoio de uma das mais atuantes associações de telemedicina, a American Telemedicine Association (ATA) e do Ministério da Saúde de Portugal e seu Centro Nacional de TeleSaúde (CNTS). Presente em mais de 100 países, a International Society for Telemedicine and eHealth (ISfTeH), também apoia formalmente o Global Summit. Seu papel é o de promover a disseminação internacional do conhecimento e experiências em telemedicina e e-health, fornecendo acesso para reconhecer especialistas na área em todo o mundo.

“Para a edição de 2020, além das instituições internacionais que endossam o Global Summit, contaremos com palestrantes de diversos países e o apoio de cerca de 15 associações setoriais, médicas e de tecnologia. A proposta é que o Global Summit congregue todo o ecossistema da saúde digital e telemedicina, reunindo todos os atores e os melhores especialistas compartilhando seu conhecimento e experiências de ações e iniciativas que estão sendo realizadas aqui e em outros países. Isto é muito importante para continuarmos contribuindo em alavancar estas áreas”, explica Dr. Jefferson Fernandes, presidente do Conselho Curador do evento.

Entre os destaques internacionais para 2020, estão confirmadas as participações do Dr. Andreas Keck da Alemanha - CEO do Strategy Institute for eHealth, Dr. Dirk Peek - médico holandês, o belga Dr. Frank Lievens - secretário executivo da International Society for Telemedicine & eHealth, Dr. Guilherme Safioti da Associação de Medicina Respiratória da Suécia, Dra. Micaela S. Monteiro - diretora do Centro Nacional de TeleSaúde do Minstério da Saúde de Portugal e o médico americano Dr. Steve Ommen - Professor de Medicina da Faculdade de Medicina da Mayo Clinic.

O evento conta ainda, com o patrocínio de grandes empresas brasileiras do setor de saúde e tecnologia, como Albert Einstein Telemedicina, SulAmérica, Doc24 e BR HomMed.

Mais informações sobre o evento, acesse o site.

Solução da Valid leva o cartão CRM Digital para o smartphone

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Aplicativo usa biometria e certificados digitais na identificação dos médicos

O Conselho Federal de Medicina (CFM), em parceria com a multinacional brasileira de soluções seguras para identificação e rastreabilidade de dados Valid, apresenta o aplicativo mobile Credencial Médica, voltado para a digitalização e validação da Cédula de Identidade Médica, a CRM Digital.

O app, já disponível na Apple Store e Google Play, utiliza a tecnologia da Valid Certificadora, unidade de negócios da Valid, para carregar a CRM Digital, em cartão rígido, com Código QR de integração e criptografado, em dispositivos móveis, garantindo a identificação biométrica de médicos e conselheiros, com proteção, segurança e mobilidade.

Graças ao uso dos certificados de assinatura digital, o aplicativo Credencial Médica permite o carregamento, a validação e a revogação de credenciais armazenadas nos dispositivos móveis, seguindo as normas e padrões da ICP-Brasil – Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira.

“A Credencial Médica, normatizada pela Resolução CFM Nº 2.233/2019, estabelece uma nova forma de identificação no mundo real e virtual. O E-CRM, certificado de atributo de médico da Credencial Médica, terá o mesmo valor jurídico da versão impressa e poderá ser acessado a partir de um aplicativo com múltiplas funções. Além do armazenamento do E-CRM, poderá reunir outros atributos, tais como especialidades, autoridade conselhal, médico fiscal e outras especificidades de nossa competência. ”, explica o Coordenador de Tecnologia da Informação do CFM, Gleidson Porto Batista.

Conveniência do cartão ao App – O app carrega o documento em qualquer aparelho móvel seja Android ou iOS e pode ser deletado ou revogado a qualquer tempo por seu usuário ou pelos sistemas do Conselho. Entre seus benefícios estão a comodidade, a fácil integração, a proteção e a segurança na identificação e validação da Cédula de Identidade Médica.

Além disso, o certificado digital da Valid presente no Credencial Médica garante o carregamento de todas as informações e a validade da CRM Digital em cartão. Com isso, o Conselho Federal de Medicina pode homologar a versão da CRM Digital carregada no app, assinando digitalmente todos os certificados de atributos. O Credencial Médica está integrado aos sistemas do Conselho de Medicina via API, garantindo dados atualizados e confiabilidade.

Para Márcio Nunes, Diretor de Tecnologia e Inovação da Valid, “este projeto é, sem dúvida, a consolidação de resultados positivos e mais um marco da Valid Certificadora, que inova ao entregar uma solução completa de Certificado de Atributo na qualificação digital de profissionais para uma entidade de classe tão relevante para o nosso país”.

Identificação e segurança do físico ao digital – Por se tratar de um aplicativo que trabalha com ampla esteira de soluções Valid – desde o cartão rígido, que possui um avançado sistema antifraude, até a identificação biométrica do usuário final – a Valid entrega ao CFM a convergência de várias tecnologias em uma nova experiência de uso na identificação do profissional.

De acordo com Marcello dos Santos Ribeiro, Diretor de Operações e Comercial da Valid, a evolução tecnológica do CRM Digital permite além do serviço de identificação, uma ótima experiência digital. “Este aplicativo utiliza serviços digitais pensados especialmente para o Conselho, provendo maior mobilidade e facilidade de uso, com segurança e confiabilidade. É uma honra poder contar com a parceria do CFM e prover esta inovadora solução”. A transformação digital é inerente aos clientes da Valid, que sempre ouve e entende as necessidades para desenvolver as melhores e mais seguras soluções.

“O aplicativo que possibilitará ao médico trazer consigo, em seu smartphone, uma versão digital de sua cédula de identidade de médico. A ideia é que o app seja um portal de acesso a vários outros serviços prestados pelos CRMs, proporcionando assim, uma grande comodidade ao médico”, afirma Gleidson.