Grupo Sabin é finalista do Prêmio Ser Humano 2019

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Resultado será divulgado em cerimônia no Hotel Fiesta no próximo dia 10

Visando o reconhecimento de pessoas e empresas que fazem diferença nas organizações e no espaço onde atuam, a Associação Brasileira de Recursos Humanos seccional Bahia (ABRHBA) realiza mais uma edição do Prêmio Ser Humano Luiz Tarquínio, onde serão conhecidas as melhores práticas em gestão de pessoas no estado.

Presente na Bahia desde 2009, o Grupo Sabin concorre ao prêmio na categoria Desenvolvimento com o case: “Educação corporativa e desenvolvimento de carreira - Os Impactos em desenvolvimento pessoal e profissional através da universidade corporativa”. Com o propósito de inspirar pessoas a cuidar de pessoas, desde 2009, o Sabin conta com a Universidade Corporativa (UniSabin), que tem como missão, garantir o alinhamento entre as competências organizacionais e funcionais, melhorando a performance dos colaboradores e a competitividade da organização, além de dar sustentação à expansão geográfica da empresa, possibilitando que a cultura do Sabin seja transmitida para todas as unidades do país. Dentro das atividades promovidas estão trilhas de conhecimento que trabalham além das competências comportamentais e técnicas, também trabalha a experiência do cliente.

“Desenvolvemos e retemos os talentos que temos em nossas unidades e isso é feito pensando nos nossos colaboradores não só enquanto profissionais, mas também como pessoas. Inspirá-los a cuidar de outros é nossa missão”, detalha a gestora de Relacionamento da região Nordeste, Agnaluce Silva.

Os ganhadores do Prêmio Ser Humano serão conhecidos na próxima terça-feira (10), durante cerimônia realizada no Hotel Fiesta para convidados.

Como estabelecer padrões de qualidade na saúde

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No último CONAHP, Martin Ingvar, vice-chanceler adjunto e professor do Karolinska Institutet e membro do Conselho da Fundação ICHOM palestrou sobre saúde baseada em valor e o papel dos hospitais como integrador​es do sistema. A ICHOM é um consórcio internacional para medição de resultados em saúde fundado em 2012 por três instituições: Harvard Business School, The Boston Consulting Group, dos EUA e o Karolinska Institutet, da Suécia. Eles desenvolveram um conjunto de padrões que visam medir os desfechos em saúde a partir da coleta de dados internacional de pacientes, acadêmicos e profissionais de saúde.

“São realizadas aferições de diferentes dimensões, como melhoria relacionada ao diagnóstico, melhoria geral da saúde, estimativa de qualidade de vida entre outras. Não queremos que alguém diga que medimos certos parâmetros porque estamos favorecendo alguma tecnologia, por isso acreditamos que o desenvolvimento destes padrões é um problema da academia, dos prestadores e pacientes, deixando de fora a indústria neste momento”, explica Martin. É importante ressaltar que as perguntas realizadas aos pacientes tem o objetivo de demonstrar o quão eficiente está sendo a assistência médica em sua opinião. Com isso ​a ICHOM consegue ter  um entendimento geral da qualidade oferecida em uma determinada área e produzir um material de qualidade e gratuito para qualquer pessoa ou instituição que queira utilizar.

O professor nos conta brevemente sobre os programas iniciais para benchmarking global da ICHOM, de Catarata e de Osteoartrite de joelho e quadril. Diz ter sido muito difícil quando se deram conta do quão enclausurados estavam os dados nos prontuários médicos, por isso reforça a importância de se ter dados estruturados para iniciar todo o processo.  Segundo Martin, a segunda lição valiosa com este projeto foi perceber que o feedback rápido para as instituições, assim que conseguem extrair e analisar os dados, permite melhoria contínua na qualidade da assistência.

Quando questionado sobre a qualidade dos serviços dentro de modelos de Accountable Care Organizations (ACO), Martin menciona o contexto dos países baixos, onde é perguntado diretamente para os prestadores quais tem interesse em receber pagamentos baseado em valor. Estes prestadores devem fornecer dados de qualidade continuamente que os tornam responsáveis pela qualidade do serviço. E critica o modelo que algumas ACOs adotam onde são responsáveis mais pelos desfechos econômicos produzidos podendo interferir no julgamento do profissional.

“Acredito que o conceito cru da saúde baseada em valor deixa mais espaço para o profissional trabalhar individualmente com o paciente ​do que uma ACO, onde de repente há tantas regras que você não poderá transgredi-la sem ser punido ou sem ser visto como uma coisa ruim!”, relata Martin. O professor frisa a necessidade de se ter um equilíbrio entre individualização e padronização.

Por fim, sugere que o Brasil adote parâmetros nacionais de qualidade, que sirvam tanto para o sistema público como para o privado. Desta forma será possível criar interoperabilidade entre os sistemas. “A interoperabilidade não precisa ser para tudo, mas pelo menos para alguns dados que permitirão entender qual a questão da qualidade no país. Neste momento a percepção é que existe uma lacuna enorme entre o público e o privado, mas eu não tenho certeza se ela é assim tão grande!”.

Heloisa Simão, presidente da Zodiac, é reconhecida como “Personalidade Inspiradora – Mulheres Líderes”, pela ABMN

Heloisa Simao e Thomaz Naves (presidente da ABMN)_foto Miguel Sa-MS Fotos

A presidente da Zodiac Produtos Farmacêuticos, Heloisa Simão, foi escolhida como “Personalidade Inspiradora – Mulheres Líderes”, pela Associação Brasileira de Marketing e Negócios (ABMN). O reconhecimento público à gestora, em face ao trabalho de valorização do empoderamento feminino no ambiente corporativo, ocorreu na noite desta terça-feira (3/12), durante o 20º Prêmio Marketing Contemporâneo 2019, no Hotel Copacabana Palace, no Rio de Janeiro.

O prêmio “Personalidades Inspiradoras” visa reconhecer profissionais que, pelas conquistas e lições de liderança em suas áreas de atuação, aportam histórias e experiências que transformaram o mundo empresarial e a sociedade. Trajetórias de garra, dedicação, competência e abertura às mudanças que servem de exemplo para o universo do trabalho. Entre as Personalidades Inspiradoras são homenageadas “Mulheres Líderes”, que em cargos de comando reconhecidamente trazem estilos de gestão diferenciados e positivos nas organizações em que atuam.

“Fico honrada em receber este prêmio que é fonte de motivação para continuar ampliando a participação de mulheres no mundo corporativo. Compartilho esta homenagem com mulheres e homens que ao longo de minha carreira me ensinaram a importância da diversidade” afirma Heloisa Simão.

Com uma carreira consistente, desde 2003 Heloisa Simão tem demonstrado forte compromisso com a ascensão feminina no mercado de trabalho e participando de programas e grupos de desenvolvimento de Liderança Feminina. Ela tem sido inspiração para que mais mulheres, profissionais e estudantes em formação busquem e percebam suas oportunidades no mercado.

Na Zodiac, onde Heloisa Simão é presidente há sete anos, metade das colaboradoras são mulheres. As que estão em posição de desenvolvimento e/ou liderança contam com apoio de coaching e mentoring. Com essa e outras boas práticas, a empresa já foi reconhecida duas vezes como uma das melhores para trabalhar no Brasil, na segmentação Mulher, pela Great Place To Work, autoridade global em transformar organizações a partir da gestão de pessoas e de resultados com excelência e sustentáveis.

Além de Heloisa Simão, a ABMN também homenageou Ana Fontes como Personalidade Inspiradora - Mulheres Líderes. Ana é fundadora e CEO da Rede Mulher Empreendedora (RME), que já conta com mais de 500 mil participantes de todo o país.

Sobre a Zodiac Produtos Farmacêuticos

A Zodiac é uma empresa farmacêutica que oferece produtos acessíveis e de alta qualidade para melhorar a vida das pessoas, sempre comprometida com o meio ambiente e a sociedade. A empresa é integrante de um grupo multinacional latino-americano e atende às seguintes áreas terapêuticas: dor, musculoesquelética, urologia, ginecologia, sistema nervoso central, oncologia, onco-hematologia e cosméticos. A Zodiac iniciou suas operações no Brasil em 1991 e, atualmente, conta com mais de 600 colaboradores. A empresa tem a sede administrativa na região do Morumbi, em São Paulo, e a fábrica em Pindamonhangaba, no interior do Estado. A equipe de vendas está distribuída em todo o território nacional.

Tratamento que parece game facilita vida de dentistas e pacientes

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- Shutterstock

Interativo, touch screen e em tempo real, com moldagem de dentes em minutos, lançamento de tecnologia de escaneamento e fabricação de dente 3D no Brasil deve melhorar rotina de saúde bucal

O mercado brasileiro de odontologia é bastante desafiador. Enquanto o país apresenta o maior número de dentistas do mundo, com mais de 300 mil profissionais, o brasileiro possui baixos índices de cuidados com os dentes: de acordo com o IBGE, mais da metade dos brasileiros não vai ao dentista regularmente. Para quem cuida dos dentes, a rotina pode ser desgastante: baixa tecnologia faz com que o paciente precise retornar várias vezes até concluir o tratamento.

Uma nova tecnologia que começou a ser vendida no Brasil em novembro quer mudar esta realidade. Com uma interface parecida com a de um game, o Primescan é um equipamento de escaneamento digital que facilita todas as etapas do tratamento dentário.

A tecnologia permite a digitalização da boca com alta nitidez em segundos, até mesmo as áreas mais profundas – o que agiliza o tratamento.  Os dentistas ganham em tempo de trabalho, qualidade e precisão e o paciente consegue fazer diversas etapas do tratamento em poucos minutos – o que diminui o desconforto que ir ao dentista traz para muita gente.

Além disso, o Primescan tem outros pontos tecnológicos. Fácil de usar, a tela sensível ao toque possibilita a captura de até 1 milhão de pontos de dados 3D por segundo.  Uma moldagem completa da mandíbula, por exemplo, pode ser concluída em apenas dois ou três minutos.

É possível, por exemplo, fazer o planejamento de tratamentos estéticos e até de cirurgias mais complexas em poucos cliques. Para quem precisa de implante, a tecnologia pode produzir o dente do paciente em alguns minutos por meio de uma fresadora de última geração.

O Primescan é fabricado pelo grupo Dentsply Sirona - que após fusão dos dois players (Dentsply e Sirona), em 2016, se tornou o maior fabricante mundial de produtos e tecnologias odontológicas – presente no Brasil desde 2010.

Medicina e mercado: reumatologia

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Custos elevados, muitas pesquisas e tratamento tardio, este é o cenário da medicina reumatológica no Brasil

Os gastos do SUS e dos convênios com o tratamento de patologias reumáticas são exorbitantes, principalmente aquelas que são consideradas imunoinflamatórias.

O que encarece o mercado da medicina reumatológica? Segundo Dr. Jayme Fogagnolo Cobra, diretor da Clínica de Reumatologia Prof. Dr. Castor Jordão Cobra, que completa 75 anos de atendimento aos pacientes e estudos na área, é a busca necessária e incessante por novas tecnologias e remédios. O especialista na enfermidade ressalta que:

“Entre as 5 marcas de medicamentos que representam os maiores faturamentos, na indústria farmacêutica no mundo, 4 são fármacos imunobiológicos para o tratamento das doenças inflamatórias como artrite reumatoide, espondilite anquilosante e artrite psoriática”.

Ou seja, as substâncias utilizadas para a medicação de patologias imunoinflamatórias representam cerca de 25% de todo o custo de fármacos de alta complexidade do SUS. Cada paciente em tratamento com estes remédios pode custar de R$ 15.000,00 a mais de R$ 50.000,00/ano. E, provavelmente, os custos para os convênios são maiores ainda.

Com valores tão altos, fica claro que alguma medida precisa ser tomada, e o Dr. Jayme Fogagnolo Cobra entende este processo a partir do estudo RETRO, do qual ele e sua equipe participaram na Alemanha.

“Publicado em 2018, mostrou que o custo anual do tratamento de um subgrupo de 41 doentes com artrite reumatoide em remissão completa e sustentada por mais de 1 ano, era mais de 370.000 euros. Esses pacientes foram submetidos a reduções progressivas das doses dos remédios (biológicos e/ou sintéticos) e mantiveram-se em remissão. A redução de custo alcançada foi de quase 220.000 euros por ano, ou seja, redução de quase 60% do custo anual de tratamento.”

Tanto estes estudos, como outros em que o doutor teve acesso, demonstraram que quanto mais precoce o diagnóstico, o início do tratamento, e o controle completo da doença, maior é a probabilidade de se reduzir as doses dos fármacos sem reativar a enfermidade nesse processo.

Neste contexto, ainda estão os medicamentos genéricos, que não funcionam da mesma forma que o sintético. Quando consideramos os imunobiológicos, a única possibilidade é de um medicamento biossimilar. Isso porque não há como copiar a mesma linhagem de células que produzem o imunobiológico original. O mercado disponibiliza alguns biossimilares e há estudos pelo mundo que demonstram sua eficiência, além de existir a tendência de se tornarem mais econômicos.

As despesas com o tratamento das doenças imunoinflamatórias tem aumentado absurdamente nas últimas décadas. Esses valores, erroneamente chamados de custos “médicos”, não são do médico, mas sim, de fato, secundários à incorporação de novas tecnologias, que são bem-vindas e muitas vezes necessárias, mas que devem ser consideradas muito criteriosamente, levando-se em conta todo o contexto do setor de saúde tanto público como suplementar.

No sentido mercadológico do universo da reumatologia, o Dr. Jayme Fogagnolo Cobra deixa claro que é necessária muita atenção.

“Temos muito o que refletir e agir, para chegar às soluções que de fato possa resolver o crescimento dos custos no tratamento e manejo dos doentes com patologias imunoinflamatórias, custos esses que caminham em direção da insustentabilidade, já que tratamos de doentes com doenças crônicas, mas que podem manter o controle adequado de suas doenças de maneira sustentável para o setor de saúde pública e suplementar no Brasil. ”

Sobre o autor

Jayme Fogagnolo Cobra é formado em medicina, com residência e mestrado pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo (1999). Trabalha no consultório da família desde o período da graduação e, ao longo de sua carreira, trabalhou na gestão e direção de grandes hospitais de São Paulo. Há cerca de 10 anos, Jayme ampliou o serviço de reumatologia prestado pela família para além da clínica particular. Hoje, ao lado de sua esposa Camille Pinto Figueiredo, ele lidera um grupo de mais de 40 médicos que atuam em 8 hospitais de São Paulo, ABC Paulista e Santos, realizando mais 6 mil atendimentos por mês.

Marcelo Queiroga e Diretoria assumem a SBC (gestão 2020/21)

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Dentre os compromissos assumidos pela nova Diretoria, destaca-se a ênfase nos programas de educação médica continuada, com recursos de tecnologias de informação e comunicação, sob a coordenação do diretor Científico, Fernando Bacal, um esforço continuado para oferecer aos cardiologistas brasileiros uma agenda científica com update ágil. A nova gestão terá uma agenda científica forte, levando o conhecimento até a ponta para que os cardiologistas, nos mais diversos cantos do país e independentemente da posição em que estejam no serviço público ou em clínicas, hospitais e laboratórios particulares, possam se qualificar.

A qualidade assistencial, que tem a frente Silvio Barberato, é prioridade, sendo embasada no binômio: segurança do paciente e dignidade do exercício profissional. Novos conceitos como Cardiologia Baseada em Valor e modelos de remuneração serão amplamente discutidos. “A SBC protagonizará a mudança”, informa o presidente Marcelo Queiroga.

Para assegurar a consecução desses objetivos o núcleo de governança corporativa, coordenado por Olga Souza, priorizará a profissionalização da gestão e aprimoramento da administração. Segundo o novo presidente, uma ampla reforma estatutária será convocada para adequar o modelo de governança da SBC ao de sociedades internacionais como a European Society of Cardiology – ESC e o American College of Cardiology – ACC.

Por fim, Marcelo Queiroga defende a repactuação federativa societária com maior integração entre os departamentos especializados e as sociedades estaduais. Nesse sentido, o Conselho Departamental, liderado por Andrea Brandão, será fundamental. “A SBC experimenta uma transição do mais elevado nível, permitindo o planejamento e continuidade do processo de gestão”, explica Marcelo Queiroga.

A nova Diretoria da Sociedade Brasileira de Cardiologia para o biênio 2020/2021 será empossada, na próxima sexta-feira, 13 de dezembro, na sede da Academia Nacional de Medicina, no Rio de Janeiro/RJ.

Para Queiroga, conduzir a SBC é uma oportunidade sem igual, já que a entidade é a terceira maior sociedade de cardiologia do mundo. “Convido os colegas para construirmos juntos a SBC idealizada por Dante Pazzanese, em 1943, que tem como valores: o conhecimento, a ética, a integração e a inovação, e que possamos crescer e ajudar o Brasil”, completa o novo presidente.

Marcelo Queiroga tem longa atuação associativa. Ele é formado pela Universidade Federal da Paraíba, há 31 anos, fez Residência Médica no Hospital Adventista Silvestre, no Rio de Janeiro e treinamento em Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista na Beneficência Portuguesa de São Paulo. Atualmente é responsável pelo Departamento de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista do Hospital Alberto Urquiza Wanderley, em João Pessoa/PB. Sempre teve uma atuação bastante intensa na Associação Médica Brasileira - AMB, na própria SBC, na Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista - SBHCI, ocupando diversos cargos com destaque para o de presidente da Regional da Paraíba da SBC (1998/1999) e o de presidente da SBHCI (2012/2013).

Diretoria SBC (biênio 2020/2021)

Presidência: Marcelo Queiroga

Vice-Presidência: Celso Amodeo

Diretoria de Departamentos Especializados: Andrea de Araújo Brandão

Diretoria de Relações com Sociedade Estaduais e Regionais: João David de Souza

Diretoria de Promoção à Saúde Cardiovascular: José Francisco Kerr Saraiva

Diretoria Extraordinária de Acompanhamento da Gestão e Controle Interno:

Glaucia Moraes de Oliveira

Núcleo Científico

Diretoria Científica: Fernando Bacal

Diretoria de Pesquisa: David Brasil

Diretoria Extraordinária de Ciência, Tecnologias e Inovações: Ludhmila Abrahão Hajjar

Coordenação de Educação Médica Continuada: Brivaldo Marckman Filho

Núcleo de Governança Corporativa

Diretoria Administrativa: Olga Souza

Diretoria Financeira: Ricardo Mourilhe Rocha

Diretoria de Tecnologia da Informação: Leandro Ioshpe Zimerman

Diretoria de Comunicações: Harry Corrêa

Núcleo de Qualidade Assistencial

Diretoria de Qualidade Assistencial: Silvio Henrique Barberato

Diretoria de Relações Governamentais: Nasser Sarkis Simão

Diretoria de Compliance e Transparência: Marcelo Cascudo

Mindify representará o Brasil em competição no Japão

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A Mindify, empresa especializada em automação e gestão de protocolos clínicos por Inteligência Artificial, que iniciou suas atividades como "Requisito" no Centro de Empreendedorismo e Incubação da UFG, representará o Brasil no Japão, na final do Open Innovation Contest, promovido pela NTT DATA e Everis, multinacionais de tecnologia e consultoria. A competição reunirá startups de 15 cidades, representando 13 países.

O anúncio foi feito durante o CASE, maior evento de startups do país, realizado em São Paulo. Além da Mindify, selecionada pelo júri como vencedora da edição de São Paulo, a Looqbox também irá ao Japão por apresentar aderência aos negócios da NTT DATA. A decisão é inédita, pois a edição de São Paulo será a única a levar 2 startups para a grande final em Tokyo.

Durante o evento, o head de inovação da NTT DATA, Kotaro Zamma, informou que o objetivo não é simplesmente oferecer um troféu, mas fazer negócios junto com as startups. Por isso, o processo seletivo levou em consideração a capacidade das participantes de realizar negócios globais, em parceria com a NTT DATA ou com a Everis, sua subsidiária.

A Mindify irá ao Japão para falar com milhares de executivos asiáticos em um grande evento. “É difícil uma startup despertar o interesse de grandes corporações, como a NTT e Everis, mas agora teremos a oportunidade de apresentar nossa solução e fazer negócios com o mercado global”, destacou CEO da Mindify, André de Paula Ramos.

Mindify

A Mindify é um software complementar aos prontuários eletrônicos, que automatiza protocolos médicos, reduzindo a burocracia clínica, estimulando diagnósticos precoces. O resultado prático é a inédita geração de dados clínicos do mundo real de boa qualidade, o que é especialmente útil para a gestão pública, reduzindo a inflação médica utilizada como fator de reajuste para planos de saúde.

Qualquer protocolo clínico pode ser automatizado com a Mindify. Alguns desses protocolos já automatizados foram feitos, em parceria com médicos da Universidade Federal de Goiás. É o caso dos protocolos de Oftalmologia, elaborados em parceria com o Dr. Marcos Ávila, presidente do CEROF – Centro de Referência em Oftalmologia da UFG. Agora, a Mindify trabalha para viabilizar o uso desses protocolos no CEROF e em hospitais privados de referência em Goiânia e Brasília.

Incubação

As atividades da empresa começaram no Centro de Empreendedorismo e Inovação (CEI) da UFG. Inicialmente chamada de Requisito, e com foco em soluções para o Esporte, a Mindify surgiu em 2017. Depois de uma “pivotagem”(mudança de rumos), hoje o foco é a automação de protocolos médicos.

Segundo André Ramos, foi no CEI que a Mindify aprendeu como desenvolver e comercializar tecnologias de alta densidade, conhecidas como deep tech. ”Neste tipo de negócio o diferencial estratégico é centrado na tecnologia, o que torna as empresas mais competitivos no mercado global”, finalizou.

A gerente do CEI, Emilia Rosângela Pires, comemorou a premiação da Mindify. ”Nosso objetivo é contribuir para a inovação e a consolidação de negócios, como a Mindify, e promover o desenvolvimento econômico de Goiás”, concluiu.

Mulheres em liderança protagonizam o 19º Simpósio Catarinense de Bioética

Mulheres em liderança protagonizam o 19º Simpósio Catarinense de Bioética

“Seguir um caminho ético, antes que tudo, é sentir e amar”, declarou Carlos José Serapião, coordenador do Instituto Dona Helena de Ensino e Pesquisa (IDHEP), na última sexta-feira, dia 29/11, durante o 19º Simpósio Catarinense de Bioética, promovido pelo Hospital Dona Helena, em Joinville (SC). Consolidado em trazer assuntos importantes para profissionais da área da saúde e público em geral, o tema principal da edição abordou as reflexões e questões envolvendo os desafios bioéticos encontrados pelas mulheres na sociedade e mercado de trabalho. Inteligência artificial e inteligência natural também foram pontos analisados no simpósio. O evento reuniu mais de 100 pessoas no Hotel Bourbon.

A conferência de abertura teve como destaque a professora e procuradora paulistana Lívia Zago, que explanou sobre o tema “A Ética e a Mulher”, resgatando a luta pelos direitos das mulheres ao longo da história e as fases dos movimentos feministas, contextualizando sobre o período atual: o da militância online e auto inclusiva, com o surgimento das redes sociais e suas hashtags. Antes com o papel do cuidado, Lívia destacou que hoje a mulher precisa ser  é cuidada, devido ao seu esgotamento físico e mental, acentuado pelos preconceitos ainda presentes. Em seguida, a programação trouxe o painel “A sociedade e as lideranças femininas”. Nele, a professora e bioeticista Mirelle Finkler aproximou a ética no exercício cotidiano e refletiu sobre a definição de feminismo: para ela, é “o contrário da solidão”. “É o momento de conscientização, de empoderamento, de libertação. É uma jornada de amor. Amor próprio, por vezes tão doloroso para tantas mulheres; amor pela ideia de que podemos ser livres para viver a potência de nossas possibilidades; e amor pela humanidade em toda a sua diversidade e diferença”, caracteriza. A professora destacou em sua fala que a desigualdade na sociedade brasileira patriarcal tem classe, gênero e raça. E existem feminismos excludentes, como o chamado feminismo neoliberal ou corporativo. “O feminismo que nos interessa é o compromissado com o direito à vida, com o bem viver, com a liberdade caracterizada com a responsabilidade com o outro e com a natureza.”

Outra convidada do painel foi a até então reitora da Univille, Sandra Furlan, que resgatou sua trajetória profissional no campo acadêmico e da pesquisa em Joinville, evidenciando que hoje a Fundação Educacional da Região de Joinville (Furj), mantenedora da Univille e do Inovaparq, conta com 59% do quadro de pessoal composto por mulheres, que ocupam 56% dos cargos de liderança. “A instituição tem uma longa trajetória vinculada à liderança feminina, que remonta ao ano de 1990, quando a professora Mariléia Gastaldi Machado Lopes assumiu a direção geral da fundação”, relembrou. A delegada regional da Polícia Civil, Tânia Harada, também contribuiu ao tema, refletindo, em contraste, sobre o pouco número de mulheres em cargos de chefia no campo. “Na região de Joinville, somos em 215 policiais, destes, 59 são mulheres. Quando vamos ao cargo de delegado de polícia, esse número é ainda menor: de 27 delegados na região, apenas três são mulheres”, enumera. Por isso, ela busca empoderar mulheres ao seu redor diariamente. “Temos a obrigação de chegar o mais longe possível. E não só por uma satisfação de cunho pessoal, mas por todas”, sublinhou.

A programação do simpósio também contou com um período para reflexões sobre inteligência artificial e inteligência natural – e sua importância para a área da saúde. As conferências e debates tiveram as presenças de Reinaldo Nogueira, coordenador dos times de análise de dados, segurança e prevenção de dados do banco BTG Pactual, Alexandre Del Rey, sócio fundador da 12AI – International Association of Artificial Intelligence, e Danilo Conti, Secretário de Planejamento Urbano e Desenvolvimento Sustentável de Joinville e bacharel em Desenvolvimento de Sistemas para Internet. No dia, o Coral Maria Carola Keller também fez uma apresentação especial aos presentes.

Hospital de Amor e IRCAD: De chácara alugada ao maior centro de treinamentos do mundo

Hospital de Amor e IRCAD: De chácara alugada ao maior centro de treinamentos do mundo

Médicos do Hospital de Amor atrelam solidez e padronização da técnica laparoscópica à vinda do IRCAD para o Brasil

Ao celebrar 20 anos da realização de videocirurgias no Hospital de Amor, em Barretos, na última semana, a equipe médica que atua no setor do digestivo, atrelou a segurança, padronização e alto nível técnico empregado nas cirurgias laparoscópicas à instalação de uma unidade do Centro de Treinamento em Cirurgias Minimamente Invasivas (IRCAD) em Barretos, em 2011. A celebração reuniu a mesma equipe médica que iniciou a técnica no hospital em 1999, celebrou o marco realizando uma laparoscopia no Hospital de Amor e contou com a presença de pioneiros da técnica no Brasil, além do fundador do IRCAD, professor e médico Jacques Marescaux que ministrou palestra sobre o futuro da cirurgia.

De acordo com o médico coloproctologista, Dr. Marcos Denadai, que integrou a equipe que realizou a primeira cirurgia no Hospital de Amor, no início a estrutura era modesta, porém local de grandes cirurgias.  Ele lembra que antes a base da literatura médica era rasa e muito questionada, mas que a partir 2000 a laparoscopia começou a ser vista com bons olhos, especialmente em virtude da publicação feita pelo professor Regadas, que relatou sua experiência com 401 casos com resultados satisfatórios, baixa taxa de conversão e 0,4% de óbitos e, em seguida, a publicação do professor Fábio Campos, que reuniu vários especialistas da época, detalhando experiências com resultados favoráveis. “Depois de comprovado cientificamente, nos sentimos ainda mais seguros de que estávamos no caminho certo e por isso decidimos reunir esses especialistas para nos ensinar, nascia então o primeiro curso teórico/prático realizado em uma chácara alugada ”, lembra.  Segundo Denadai, na ocasião foi contratada uma equipe de anestesistas veterinários para a realização de cursos em modelos vivos. O segundo curso evoluiu e foi realizado na sede do Hospital, com uma estrutura maior e, nos anos seguintes, com o empenho de impulsionar a curva de aprendizado da nova técnica, a equipe estava cada vez mais perto do maior centro de treinamento do mundo (IRCAD) que já tinha planos de se instalar na Argentina.

O presidente do Hospital de Amor, Henrique Prata, lembra da sensibilidade dos médicos para o convencer a implantar o método via SUS e buscar a instalação do IRCAD no Brasil, “ a grande mola mestre foi o Dr. Armando Melani, coordenador da primeira cirurgia minimamente Invasiva no Hospital, foi ele que, com muita sensibilidade, me convenceu da importância de todo o trabalho desta equipe e  foi  então que eu entendi que história do hospital é idêntica a história da laparoscopia em Barretos. A laparoscopia nasceu do impulso de fazer o que seria melhor pra atender todas as pessoas por igualdade, foi  o mesmo caminho que corremos pra chegarmos na medicina que temos hoje, onde o foco é exclusivamente o paciente”, disse Prata, uma vez que são poucos hospitais no Brasil que oferecem este tratamento totalmente gratuito ao paciente.

Convencido do propósito de tratamento oferecido pelo Hospital, o fundador do IRCAD – Jacques Marescaux designou a primeira unidade do centro de treinamento para Barretos, em 2011. Presente no evento de celebração dos 20 anos de laparoscopia do Hospital, Marescaux falou aos presentes sobre a evolução da técnica em Barretos e no mundo, abordando sobre novas tecnologias e o futuro da cirurgia robótica. Desde sua inauguração, o IRCAD Barretos soma 269 cursos realizados e mais  de 11 mil cirurgiões treinados.

Compliance na saúde: uma tendência voltada para o aperfeiçoamento na gestão

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Ética nos negócios, transparência, respeito ao cliente e aos colaboradores e eficiência nos custos. Estes são alguns dos pilares que norteiam a prática do compliance. Para o  Grupo Sabin, um dos maiores players de medicina diagnóstica do país e referência em sustentabilidade e inovação, o compliance é peça fundamental para o desenvolvimento sustentável e íntegro de qualquer empresa que deseja se consolidar no mercado. “Quando todos, desde fornecedores até o Conselho de uma organização, seguem as diretrizes estabelecidas, acabam construindo um ambiente de negócios cada vez mais ético, fortalecendo o setor de medicina diagnóstica e garantindo serviços de qualidade ao paciente, que está no centro do cuidado”, afirma a presidente executiva do Sabin, Lídia Abdalla.

Os resultados da execução do programa de compliance corroboram as práticas do Sabin de ser uma empresa ética, socialmente responsável e economicamente saudável que presta serviços de excelência aos clientes e seja protagonista na promoção da sustentabilidade da cadeia de saúde junto a parceiros, fornecedores e operadoras de saúde.

Esse esforço tem sido reconhecido. O Sabin está presente no primeiro Guia Exame de Compliance. O grupo de medicina diagnóstica figura entre as empresas que apresentaram as melhores práticas e políticas de compliance no Brasil. O levantamento foi realizado pela revista Exame, em parceria com Instituto FSB Pesquisa e a Fundação Dom Cabral. O ranking teve 543 empresas inscritas, 298 selecionadas para etapa final e 65  pré-selecionadas para a etapa de auditoria. Ao todo 39 empresas foram reconhecidas no ranking por suas boas práticas setoriais.

Comitê de Ética e Compliance

Há cinco anos o Sabin implantou seu modelo de Governança Corporativa. Entre os pilares da Governança Corporativa está o compliance. Dentro do Sabin o ambiente ético e transparente é estimulado em prol da sustentabilidade. A empresa possui o Comitê de Ética e Compliance composto por colaboradores de diferentes setores e cargos. Esse comitê foi responsável pela atualização do Código de Conduta Ética Sabin, entregue a colaboradores e fornecedores do Grupo Sabin no ano passado. O documento atesta o compromisso do Sabin de engajar todos até a alta liderança da empresa na busca por atualizar as práticas científicas e tecnológicas para garantir a exatidão dos resultados e laudos entregues; garantir a segurança do paciente; promover políticas de investimento socioambiental e o investimento na educação continuada dos colaboradores, compartilhando conhecimento e alinhando às estratégias das empresas. O novo código também aborda questões como postura e comportamento entre os colaboradores, fornecedores, concorrentes e clientes.

O Sabin possui também a declaração de cumprimento da norma ISO 31000 de gestão de riscos. A organização está comprometida com a nova Agenda Universal proposta pela ONU por meio dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável além de ser signatários do Pacto Global, atestando o compromisso responsável com colaboradores, investidores, consumidores, organizações e associações empresariais, além da comunidade.

Um dos mecanismos para nortear as posturas e unificar as práticas dos colaboradores das cinco regiões do país onde o Grupo atua é o acesso à Universidade Corporativa do Sabin, a Unisabin. Por meio de uma plataforma online são ofertados treinamentos e cursos ao longo de todo o ano. Com esta iniciativa, é possível mobilizar e alinhar os profissionais em um contexto de relações íntegras. "Todas essas frentes estimulam um ambiente de relações pautadas pela integridade, reafirmando nossos valores e nossa filosofia de atuação empresarial”, frisa.

Sobre o Sabin

Fundado em 1984 pelas sócias Sandra Soares Costa e Janete Vaz, o Grupo Sabin conta hoje com mais de 296 unidades de atendimento, distribuídas em 53 cidades das cinco regiões do país, que oferecem serviços de análises clínicas, diagnóstico por imagem,  vacinas, check up executivo. Recentemente, o Grupo investiu também na área de atenção primária à saúde com a parceria com a Amparo Saúde.