Projeto evita mais de 4 mil casos de infecções em UTIs de hospitais públicos

Projeto evita mais de 4 mil casos de infecções em UTIs de hospitais públicos

Realizada por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (PROADI-SUS), a iniciativa busca redução de infecções em UTIs e contribuiu para uma economia de R$ 160 milhões no SUS

A redução dos índices dos três principais tipos de Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS) em UTIs de 116 hospitais públicos e filantrópicos em todo o Brasil evitou o surgimento de cerca de 4.100 episódios de infecções, e 1.400 vidas salvas entre os meses de janeiro de 2018 a outubro de 2019. Os números resultaram em uma economia de R$ 160 Milhões ao Sistema Único de Saúde (SUS). Esses são alguns dos resultados do projeto "Saúde em Nossas Mãos - Melhorando a Segurança do Paciente em Larga Escala no Brasil", executado pelos hospitais participantes do PROADI-SUS em parceria com o Ministério da Saúde.

O ambiente das Unidades de Tratamento Intensivo (UTIs) é considerado de risco por conta da natureza dos dispositivos invasivos utilizados para manutenção da vida, o que pode aumentar a chance do desenvolvimento de infecções. A iniciativa tem como objetivo principal garantir a segurança do paciente e a qualidade no cuidado por meio de uma mudança de cultura nas instituições de saúde em todo o Brasil, estimulando os hospitais a encontrar soluções com seus próprios recursos.

Até outubro de 2019, o projeto alcançou uma expressiva redução nos três principais tipos de Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS): Infecção Primária da Corrente Sanguínea Associada a Cateter Venoso Central (IPCSL), com diminuição de 46%; Pneumonia Associada à Ventilação Mecânica (PAV), com queda de 51%, e Infecção do Trato Urinário Associada a Cateter Vesical (ITU-AC), com redução de 62%.

O projeto é colaborativo e executado pelos cinco hospitais integrantes do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (PROADI-SUS), Hospital Alemão Oswaldo Cruz, HCor, Hospital Israelita Albert Einstein, Hospital Moinhos de Vento e Hospital Sírio-Libanês. A iniciativa conta ainda com participação da equipe técnica da Coordenação do Programa Nacional de Segurança do Paciente do Ministério da Saúde e com o apoio técnico do Institute for Healthcare Improvement (IHI), organização não-governamental e sem fins lucrativos com larga experiência em projetos colaborativos em diversos países da Europa e África.

Troca contínua em busca da segurança do paciente

Periodicamente, acontecem edições das Sessões de Aprendizagem Presenciais (SAP), uma oportunidade para os 116 hospitais públicos e filantrópicos beneficiados têm para trocar experiências e conhecer melhores práticas na construção coletiva de um plano de ação para o alcance das metas do projeto. Os profissionais podem compartilhar dificuldades, soluções e trabalhar de maneira colaborativa para encontrar saídas visando potencializar os indicadores, como explica a gerente de enfermagem do PROCAPE - Pronto Socorro Cardiológico de Pernambuco, Juliana Chaves. "A troca de experiências é muito produtiva para encontrar soluções simples, mas muito efetivas. Também vemos resultados dos hospitais do Brasil todo, proporcionando uma visão geral do que está acontecendo" explica a profissional, que participou da 6ª edição promovida pelo projeto, realizada entre os dias 26 e 27 de novembro, em São Paulo (SP).

O envolvimento na SAP, que vai além dos profissionais da saúde, também é uma das formas de garantir que os objetivos sejam alcançados, destaca a gerente de enfermagem da Liga Contra o Câncer de Natal (RN), Telma Araújo. "Nós conseguimos trazer toda a equipe para a iniciativa. Estamos percebendo um fluxo totalmente integrado, em que todos dão sugestões, contribuindo para mudar a relação dos pacientes com os que estão ao seu redor na UTI" destaca. "Com essa integração, o paciente passou a alertar os que o visitam que é necessário lavar as mãos antes de tocá-lo. Ele começou a se empoderar, sem medo, contribuindo para a própria prevenção de infecções" ressalta Telma.

Garantir a sustentabilidade do projeto é prioridade

O fortalecimento do projeto e a ampliação da metodologia para mais hospitais do SUS é uma prioridade para os próximos anos. Até o final de 2020, a meta é alcançar a redução de 50% dos três principais tipos de IRAS e disseminar a iniciativa a partir de 2021 para mais hospitais em todo o Brasil.

O Diretor Sênior do Institute for Healthcare Improvement (IHI) para a América Latina, Paulo Borem, destaca os benefícios do projeto para os hospitais do SUS. "Usar o método do Modelo de Melhoria não implica necessariamente em investir em infraestrutura ou novas tecnologias, mas sim em promover uma mudança na forma de trabalhar e dos processos. Considero que o maior ganho aqui é um novo jeito de fazer. E tem um efeito colateral do bem, que é quando os profissionais transformam sua maneira de trabalhar e recuperam o propósito da profissão" ressalta Paulo.

A líder do projeto no Hospital de Clínicas de Minas Gerais, Tatiane Miranda, também destaca a importância de priorizar a continuidade da iniciativa. "Levo o desafio de que essas ideias de mudança sejam implementadas e consolidadas para além desse projeto. Nossa meta é que essas ações sejam incluídas na prática diária do profissional de saúde" defende. "O Saúde em Nossas Mãos mudou a forma como tratamos as infecções. Não vemos mais como um evento adverso natural, mas sim uma complicação evitável e que se tomarmos as medidas certas possui ganhos imensuráveis", destaca a profissional.

O projeto "Saúde em Nossas Mãos - Melhorando a Segurança do Paciente em Larga Escala no Brasil" está sendo executado no triênio 2018-2020 pelos cinco hospitais integrantes do PROADI-SUS, com recursos dos próprios hospitais, em contrapartida à imunidade fiscal, que afasta o recolhimento das contribuições sociais.

Sobre o PROADI-SUS

O PROADI-SUS (Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde) foi criado em 2009 com o propósito de apoiar e aprimorar o SUS (Sistema Único de Saúde) por meio de projetos de capacitação de recursos humanos, pesquisa, avaliação e incorporação de tecnologias, gestão e assistência especializada demandados pelo Ministério da Saúde. Hoje, o programa reúne cinco hospitais sem fins lucrativos que são referência em qualidade médico-assistencial e gestão: Hospital Alemão Oswaldo Cruz, HCor, Hospital Israelita Albert Einstein, Hospital Moinhos de Vento e Hospital Sírio-Libanês. O PROADI-SUS é mantido com recursos de imunidade fiscal dos hospitais participantes. Os projetos levam à população a expertise dos hospitais em iniciativas que atendem necessidades do SUS. Entre os principais benefícios do PROADI-SUS, destacam-se: redução de filas de espera; qualificação de profissionais; pesquisas do interesse da saúde pública para necessidades atuais da população brasileira; gestão do cuidado apoiada por inteligência artificial e melhoria da gestão de hospitais públicos e filantrópicos em todo o Brasil.

Três gerações dedicadas à reumatologia

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Paixão, Tradição e Inovação: a editora KPMO lança livro que conta os 75 anos de história da família Cobra e o legado pioneiro nos estudos de patologias que atingem milhões de brasileiros

Os dados são alarmantes! As doenças reumáticas representam a segunda maior causa de faltas no emprego, de solicitações de auxílio doença e aposentadoria por invalidez (IBGE e Ministério da Previdência Social). De acordo com dados da Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR), podem haver mais de 20 milhões de pessoas acometidas pelas doenças reumáticas no Brasil. O reumatismo é uma terminologia que, na verdade, abrange mais de 100 tipos de doenças que podem estar ligadas às articulações, músculos, ligamentos ou ao sistema imunológico.

Para entender a história da medicina reumatológica no país, não tem como deixar de destacar a Clínica de Reumatologia Prof. Dr. Castor Jordão Cobra, que completa 75 anos. E para comemorar este feito, em novembro, chega às melhores livrarias do país a obra Família Cobra: A Medicina e a Reumatologia – 75 anos de Paixão, Tradição e Inovação. Organizada pela biógrafa e editora Keila Prado Costa e publicada pela editora KPMO, a narrativa apresenta um panorama sobre a reumatologia no Brasil a partir da história de três gerações de médicos que se tornaram referências em pesquisas e estudos na área.

O livro é resultado de um extenso trabalho de pesquisas e entrevistas sobre a família e sobre a reumatologia. São mais de 30 depoimentos de profissionais da área, além de outras contribuições. O prefácio é assinado por Georg Schett, um dos maiores especialistas do mundo na área, chefe do departamento de reumatologia e imunologia da Friedrich-Alexander-University Erlangen-Nuremberg (FAU), Alemanha.

O fundador da clínica, o doutor Castor Jordão Cobra, foi um dos pioneiros nos estudos das patologias reumáticas e do tratamento dessas enfermidades. Considerado como grande incentivador da criação da Sociedade Brasileira de Reumatologia em 1949 e eleito o primeiro presidente da Sociedade Paulista de Reumatologia, em 1953, dirigiu por décadas o Serviço de Reumatologia do IOT/FMUSP, no Hospital das Clínicas.

Atualmente, a Clínica de Reumatologia Prof. Dr. Castor Jordão Cobra é dirigida pelo seu neto Dr. Jayme Fogagnolo Cobra, e por sua esposa, Dra. Camille Pinto Figueiredo – reumatologista premiada que lidera o núcleo científico da clínica.

Neste ano de 2019, a clínica tem orgulho dos mais de 60 mil pacientes atendidos em toda sua trajetória e, cada vez mais, se consolida como um dos maiores centros especializados em reumatologia do Brasil.

Endosso sobre o livro:

A Família Cobra tem sido muito bem-sucedida não só por suas principais virtudes: inovação, conhecimento e paixão. Mais do que isso, este livro mostra que eles realmente guiaram a transição da reumatologia no Brasil nos últimos 75 anos. Estou certo de que essa história de sucesso continuará e quero expressar meu reconhecimento a tudo o que foi alcançado pela família e pela reumatologia brasileira”. - Prof. Dr. Georg Schett (pesquisador alemão, chefe do departamento de reumatologia e imunologia da FAU)

Jayme Fogagnolo Cobra - formado em medicina, com residência e mestrado pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo (1999). Trabalha no consultório da família desde o período da graduação e, ao longo de sua carreira, trabalhou na gestão e direção de grandes hospitais de São Paulo. Há cerca de 10 anos, Jayme ampliou o serviço de reumatologia prestado pela família para além da clínica particular. Hoje, ao lado de sua esposa Camille Pinto Figueiredo, ele lidera um grupo de mais de 40 médicos que atuam em 8 hospitais de São Paulo, ABC Paulista e Santos, realizando mais 6 mil atendimentos por mês.

Camille Pinto Figueiredo - formada pela Universidade do Estado do Pará (1998), Camille Pinto Figueiredo, esposa de Jayme Fogagnolo Cobra, é hoje o principal braço acadêmico da Família Cobra na Reumatologia. Com residência e doutorado realizados no Hospital das Clínicas (FMUSP) e pós-doutorado pela Friedrich-Alexander-University Erlangen-Nuremberg (Alemanha), Camille é médica e pesquisadora, dedicando-se, sobretudo, aos estudos sobre metabolismo ósseo e HR-pQCT. Atualmente, além de atuar como reumatologista na clínica e nos demais serviços da Família Cobra, desenvolve uma nova pesquisa no Hospital das Clínicas. Em virtude de suas pesquisas, Camille foi congratulada com dois prêmios atribuídos pela Sociedade Brasileira de Densitometria Óssea, juntamente com outros pesquisadores: “Prêmio Antônio Carlos Araújo de Souza em Densitometria Clínica” (2008) e “III Prêmio de Incentivo à Pesquisa em Osteoporose e Osteometabolismo” (2011). Outros prêmios foram conferidos aos diversos trabalhos realizados pela equipe do Hospital das Clínicas da qual Camille faz parte, como The IOF Sergio Ragi-Eis Young Investigator Awards-1, da International Osteoporosis Foundation (2012); 1º Lugar Prêmio Jovem Investigador, da Sociedade Brasileira de Reumatologia (2013); 1º Lugar Prêmio Antônio Carlos de Araújo Souza, BRADOO (2015).

Amparo Saúde, em parceria com Grupo Sabin, abre sua primeira unidade de APS In Company no Brasil

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Os colaboradores do Sabin vão ganhar unidade de atendimento personalizado e assistência primária à saúde

Como parte da filosofia de cuidar da saúde do colaborador, o Grupo Sabin, em parceria com a Amparo, startup voltada para medicina da família no Brasil, acaba de inaugurar uma unidade de Assistência Primária à Saúde (APS) in-company, exclusiva para os seus mais de 2.700 colaboradores e seus dependentes em sua Sede, em Brasília. Após a fase de consolidação, o projeto será implantado em outras cidades onde o Sabin atua.

Com o novo benefício, os colaboradores contarão com uma equipe multidisciplinar composta por médico clínico, especializado em Medicina da Família e Comunidade, enfermeiros, psicólogo e nutricionista.

Os profissionais de saúde realizarão consultas para desenvolver um plano de cuidado coordenado e personalizado nos diferentes ciclos de vida dos colaboradores. O serviço disponibilizará também pequenos procedimentos, curativos e medicações orais e injetáveis, oferecendo mais comodidade, agilidade e atendimento humanizado.

Para a CEO do Sabin, Lídia Abdalla, o investimento em atenção primária à saúde reforça as políticas do grupo nos cuidados com seus colaboradores e dependentes dentro de seu programa de qualidade de vida e também apoia a empresa na gestão da saúde de seu grande time. "Com a medicina da família, vamos conseguir gerar maior índice de resolutividade, indicadores clínicos positivos, redução de custos e satisfação do paciente, baseadas no acompanhamento médico personalizado", afirma.

A clínica in company marca definitivamente a entrada da Amparo Saúde no mercado de Saúde Corporativa como solução e primeiro player independente de APS com gestão de saúde para colaboradores in company. De acordo com Emílio Puschmann, sócio-fundador e presidente da Amparo Saúde, as parcerias vêm para consolidar o modelo da Amparo como parceiro B2B. "No início, nosso foco era o consumidor final, mas percebemos um grande interesse das operadoras e empresas em se associar ao modelo de medicina da família, que vem tendo uma grande demanda no Brasil", afirma o executivo.

Ainda de acordo com Püschmann, o atendimento primário à saúde traz benefícios por atuar na prevenção e tratamento de doenças de forma precoce, evitando desperdícios de tempo e procedimentos não necessários frente ao acompanhamento contínuo. "O médico de família tem condições de atender a mais de 85% das condições dos pacientes que buscam assistência à saúde, ao assumir uma posição de coordenador dos cuidados da saúde, contribuindo com a maior adesão ao plano de acompanhamento e tratamento", explica.

Além de contar com atendimentos presencial e prontuário eletrônico, a Amparo Saúde disponibiliza uma plataforma digital que incentiva a adesão ao tratamento bem como os ciclos preventivos constantes com a saúde. "Com os serviços médicos de APS, ampliamos a nossa contribuição à jornada do paciente e à cadeia de saúde", finaliza Püschmann.

Sobre o Sabin

O Sabin foi fundado em Brasília pelas bioquímicas Janete Vaz e Sandra Soares Costa e possui 35 anos de dedicação à medicina diagnóstica. O Grupo possui mais de 5200 colaboradores e 200 médicos na rede que oferece serviços de análises clínicas, diagnóstico por imagem, vacinação e check-up executivo em mais de 280 unidades de atendimento no Distrito Federal e nos estados de Amazonas, Bahia, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraná, Roraima, São Paulo, Tocantins e Santa Catarina.

O Grupo Sabin coleciona reconhecimentos e prêmios importantes nas áreas de gestão, técnico-científica, sustentabilidade, qualidade e inovação. Possui o Programa de Acreditação para Laboratórios Clínicos da Sociedade Brasileira de Patologia Clínica (PALC/SBPC) e o Programa de Acreditação em Diagnóstico por Imagem (PADI), além das certificações das normas ISO 9001, que estabelece um modelo de gestão de qualidade para organizações, e ISO 14001, que atesta a responsabilidade da empresa com o meio ambiente, bem como a conformidade à norma ISO 31000.

Sobre a Amparo Saúde

Amparo Saúde é uma empresa de tecnologia e saúde fundada em 2017 por Emilio Püschmann. É a primeira rede privada e independente de centros de atenção primária à saúde (APS) no Brasil. Atualmente, a startup possui 6 unidades na Região Metropolitana de São Paulo e Brasília onde oferece consultas, terapias, procedimentos de baixa complexidade, exames, vacinas, curativos, medicação e atendimentos à distância a seus pacientes. Três novas unidades serão entregues ainda em 2019: Campinas, São José dos Campos e Salvador. Ainda no primeiro trimestre de 2020 a expansão contará com 5 novas unidades na região do ABC Paulista, São Paulo, Brasília e Rio de Janeiro.

A Amparo Saúde se diferencia por trazer de volta o conceito de medicina de família com atendimento personalizado e acolhedor. Os pacientes são sempre atendidos pela mesma equipe (médico dedicado, enfermeiro e técnico de enfermagem) utilizando um sistema de gestão de saúde populacional proprietário que instrumentaliza dados levantados por meio de integrações de tecnologia ao longo da cadeia de saúde em benefício do paciente. A proposta de valor da Amparo Saúde é baseada em modelos inovadores de remuneração em regime de fee-for-value, nas características-chave da APS, e na busca simultânea do Triple Aim.

Gestão eficiente da saúde e segurança do trabalho gera economia

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Seconci-SP traz orientações para a implementação de sistemas eficazes de prevenção de acidentes no ambiente laboral

Dados mais recentes do Observatório Digital de Saúde e Segurança do Trabalho (OSST), órgão ligado ao Ministério Público do Trabalho, mostram que no ano passado voltou a crescer número de acidentes de trabalho sem óbitos notificados no município de São Paulo, ficando em 54.528. Os números indicam uma reversão da tendência de queda que vinha sendo observada desde 2009, quando foram registrados 67.481 incidentes.

Diante dos dados, especialistas do Seconci-SP (Serviço Social da Construção) aproveitam a celebração do Dia do Técnico e Engenheiro de Segurança do Trabalho, comemorado no último dia 27 de novembro, para chamar a atenção das companhias para a importância da adoção das técnicas de prevenção em todos os estágios das obras.

O engenheiro de Segurança do Trabalho do Seconci-SP, Ricardo Marcon, comenta a lei que regulamentou as profissões de Técnico e Engenheiro de Segurança há 31 anos, com muitas conquistas a serem celebradas. "Neste período, a atuação destes especialistas foi fundamental para mitigar os acidentes, principalmente nos canteiros de obras, e ampliar os programas de promoção da segurança dos trabalhadores", explica.

Pesquisa divulgada recentemente pelo Instituto de Ensino e Pesquisa Armênio Crestana (Iepac), do Seconci-SP, corroboram a afirmação do engenheiro quanto à ampliação dos cuidados com a saúde dos trabalhadores construção civil. Segundo o estudo, que analisou mais de 65,3 mil consultas médicas não ocupacionais realizadas na Unidade Central do Seconci-SP, houve uma queda no número de atestados médicos de afastamento, ficando em 9,8% em 2018, contra 12,8%, do levantamento anterior.

Wahyne Rodrigues de Lima, também engenheiro de Segurança do Trabalho no Seconci-SP, ressalta que hoje os empresários e os trabalhadores estão mais conscientes quanto à importância da prevenção. "As empresas já perceberam que aplicar recursos para evitar acidentes no ambiente laboral é um investimento e não um gasto, pois o impacto financeiro resultante de um incidente é muito maior do que a quantia destinada à prevenção", compara. "Já os funcionários entendem que as iniciativas visam exclusivamente preservar as suas vidas e evitar acidentes".

O engenheiro Marcon complementa que, além do fator financeiro, existe ainda a questão do impacto emocional que poderá atingir os demais funcionários de uma determinada empresa em um ambiente que presencia um acidente de trabalho. Segundo o especialista, isso sem dúvida impactará na produtividade. Além disso, existe a questão social com a perda de um trabalhador em plena idade produtiva, e o impacto afetivo em seus familiares.

Gestão de riscos

Os especialistas ressaltam que para uma prevenção eficiente, principalmente na área de construção civil, é fundamental que a gestão dos riscos seja realizada desde a fase de projeto, pois assim é possível implementar sistemas eficazes que evitam o gasto com ajustes posteriores na obra, e prevenir prováveis punições dos agentes fiscalizadores.

"Nem todas as empresas conseguem dispor da equipe necessária para realizar esta prevenção e, neste ponto, o Seconci-SP também consegue apoiá-las. Isso porque a entidade possui um setor de Saúde e Segurança do Trabalho estruturado, com médicos, engenheiros e técnicos, prontos para apoiar as companhias, em todo o Estado de São Paulo, na elaboração de laudos, planos de gerenciamento de riscos, atendimentos às Normas Regulamentadoras etc.", pontua Lima.

Já Marcon destaca a existência atualmente de 35 Normas Regulamentadoras (NRs) vigentes que definem procedimentos que devem, obrigatoriamente, ser aplicados para proteção da saúde e segurança dos profissionais. Em muitos casos, a correta verificação do cumprimento da NR exige a utilização de aparelhos específicos, que possuem valor elevado, seja para medir a emissão de ruídos ou vibrações, por exemplo.

O Seconci-SP investe constantemente na modernização de seus equipamentos e está pronto para apoiar as companhias, seja na verificação do cumprimento das NRs ou na elaboração de programas que atestem o cumprimento das normas.

Summit IES promove debate de ações para combater a corrupção

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“Prêmio e Punição na Mudança Comportamental: Atuação na Prevenção e Combate à Corrupção” foi o último painel do Ética Saúde Summit 2019. Com moderação da coordenadora do FGVsaúde, Ana Maria Malik, a mesa redonda contou com a participação de importantes órgãos do governo: Agência Nacional da Saúde (ANS); Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa); Controladoria Geral da União (CGU); Ministério da Saúde; Procuradoria Geral da República (PGR) e Tribunal de Contas da União (TCU).

O painel iniciou com a apresentação do diretor de Normas e Habilitação dos Produtos da ANS, Rogério Scarabel, que falou sobre as ações internas da Agência em busca de um ambiente mais ético. “Hoje a ANS está em um nível muito bom de transparência, com todos seus dados disponíveis no portal, exceto os protegidos pela lei. No setor regulado, criamos a norma 433, que visa levar a governança corporativa com todos os conceitos de integridade, obedecendo a normas internacionais, para que o setor regulado tenha mais transparência e a sociedade mais clareza.”, destacou Scarabel.

O diretor da Anvisa, Renato Porto, também citou a transparência, colocando-a como fundamental para que o ambiente ético seja alcançado. “Transparência, integridade de informações e acesso a dados corretos para todos da cadeia são fundamentais para sermos éticos. Não conseguiremos fazer boas escolhas se não for dessa forma”, afirmou. Ele defendeu que o trabalho de uma agência regulatória não é só diminuir o custo, mas também oferecer informação precisa e de qualidade. “É muito importante que a gente gere uma cadeia onde possamos tirar oportunidades deletérias dela. Precisamos fazer isso de uma maneira técnica, usando base de dados e inteligência”, concluiu.

Ainda sobre o tema, a diretora de Integridade do Ministério da Saúde, Carolina Palhares, completou. “Quando falamos de transparência, é sobre o processo decisório. Um gestor que deixa claro o porquê ele tomou determinadas decisões, aumenta a confiança da sociedade de que aquela instituição está trabalhando pelo interesse público. E assim entramos na lógica da decisão baseada em evidência, precisamos fazer politica pública baseada em evidências”, opinou. Ela ainda explicou o processo comportamental que os indivíduos passam diante da possibilidade de cometer um ato ilícito. “Toda vez que um ser humano vai passar por um processo decisório, ele avalia três questões: qual é o tamanho do ganho, qual é a probabilidade de ser pego por fazer algo errado e qual é a magnitude da punição. Além disso, existem três pontos que induzem o indivíduo a cometer uma fraude: oportunidade, racionalização e a pressão que ele sofre pra fazer aquilo. Quanto mais as estruturas estiverem fortalecidas e a cultura de ética for estabelecida, mais claro ficará que se algo errado for feito, a pessoa será punida”.

Já o coordenador Geral de Integridade Privada/Diretoria de Promoção da Integridade da CGU, Thiago Braga Smarzaro, aproveitou o debate para lembrar que a corrupção é um problema do governo, mas também é do empresariado, da sociedade no geral. “Um ato de uma ou duas organizações, prejudica o setor como um todo.”, alertou. O representante da CGU reforçou que, se por um lado o setor privado está se conscientizando para prevenir a ocorrência de atos lesivos, por outro, o setor público está se preparando para detectá-los e puni-los da forma devida. Smarzaro ainda afirmou que os programas de integridade devem servir para prevenir, mas também para punir quando for identificada alguma irregularidade. “A integridade é um caminho sem volta, mas deve ser aplicada e não ser apenas um discurso empresarial”.

O subprocurador Geral da República da PGR e integrante do Conselho de Ética do Instituto Ética Saúde, Antônio Fonseca, discordou de que não é adequado premiar comportamentos corretos. “Prêmio e punição são justificados na literatura jurídica, na economia e na psicologia, por isso, acredito estar certo do ponto de vista teórico e prático. Quem aplica uma política de consequência, uma sanção positiva ou negativa, precisa ter um propósito. Quando falamos de ética de resultado, estamos falando de uma ação concreta, estamos buscando uma mudança comportamental.”.

A mesa redonda foi finalizada com apresentação do secretário do TCU no Estado de São Paulo, Hamilton Caputo Delfino Silva, que compartilhou algumas ações, projetos e objetivos do Tribunal. “A finalidade do controle é aperfeiçoar a administração pública. O TCU tem um poder normativo de induzir a boas práticas, a regra do jogo na questão da aplicação de recursos públicos é provar que o dinheiro foi bem aplicado. Enquanto funcionários públicos, não devemos atuar objetivando recompensa. A recompensa é fazer um bom trabalho e servir à sociedade”, concluiu.

Londrina ganha sexta loja Panvel

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 Localizada no bairro Gleba Fazenda Palhano, nova filial já está em funcionamento

Londrina, segundo município mais populoso do Paraná, acaba de ganhar mais uma loja da Panvel Farmácias. Já em funcionamento, a sexta filial da rede está instalada na Rua Ayrton Senna da Silva 760, oferecendo grande variedade de produtos e medicamentos em um ambiente moderno e agradável. A loja estará aberta de segunda a domingo e feriados das 7h30 às 23h.

Uma das facilidades para os clientes é o funcionamento da Panvel Clinic, sala para atendimento de serviços farmacêuticos como aplicação de vacinas, contribuindo nas ações de prevenção e na eficácia dos serviços médicos. Com cerca de 300 m² e estacionamento próprio, a nova loja coloca à disposição um variado mix para proporcionar experiências cada vez melhores. Além da marca própria Panvel com mais de 700 itens, a rede também oferece produtos de diversas marcas consagradas nacionais e internacionais como La Roche-PosayVichyRoc e Vult.  

A nova loja integra o plano de expansão do Grupo Dimed, que pretende fechar o ano com 50 inaugurações realizadas em três dos Estados onde atua – SC, RS, PR. Ao todo, são 437 filiais, das quais 64 no Paraná. Com elevados investimentos em tecnologia, a empresa tem como foco facilitar a rotina de compra do cliente e ampliar as opções de contato com a marca. Para tanto, dentro do conceito Omnichannel, a Panvel desenvolveu a plataforma OmniPharma, que centraliza as funcionalidades dos seus diferentes canais de venda.

Com a iniciativa, o cliente tem uma experiência única de compra, tanto no ambiente físico quanto no digital. Com o aplicativo Panvel é possível consultar ofertas, realizar compras e definir a entrega do produto. A plataforma integra outros canais como o site, atendimento AlôPanvel ou o BenPanvel, assistente virtual para esclarecer questões relacionadas aos produtos, serviços, lojas e compras através da página no Facebook. Outras facilidades disponíveis são o Click & Retire Panvel que permite ao consumidor realizar sua compra pelo site ou aplicativo e decidir onde e quando deseja resgatar o pedido, sem frete, nem fila. 

A empresa tem mais de 7 milhões de clientes registrados e lançou, recentemente, o Bem Panvel, programa de relacionamento com o consumidor a fim de garantir preços especiais e descontos personalizados em medicamentos e produtos de higiene e beleza. O principal diferencial é o benefício imediato para quem compra, sem a necessidade de acumular pontos, bastando apenas ter o CPF cadastrado.

Sobre a Panvel

Com quase 50 anos de história e cerca de 450 filiais no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e São Paulo, a Panvel está entre as principais redes de farmácias da Região Sul do Brasil. São 13 mil itens à venda, entre medicamentos e produtos de higiene e beleza, e mais de 700 Produtos Panvel, incluindo maquiagem, proteção solar, ortopédicos, infantis e cuidados masculinos. É uma rede multicanal, com lojas físicas conectadas à uma série de facilidades, como telentrega Alô Panvel, Aplicativo Panvel, Serviço Click & Retire e loja online, com entrega para todo país. 

A rede faz parte do Grupo Dimed, também detentor da distribuidora de medicamentos e produtos de higiene e beleza Dimed e do laboratório Lifar, divisão de desenvolvimento e fabricação de cosméticos, medicamentos e alimentos, responsável pela elaboração de produtos para grandes marcas no Brasil e no exterior, além dos produtos de marca própria Panvel.

A qualidade no atendimento e seu mix completo fidelizam seus clientes. A Panvel investe também em ações de responsabilidade socioambiental, com destaque para o Troco Amigo, que beneficia hospitais da Região Sul; Destino Certo, em que medicamentos vencidos ou em desuso são recolhidos e descartados de forma correta; e o Menos Sacolas na Natureza, que reduz o uso de sacolas plásticas.

Inovação na saúde é acelerada com o suporte de startups

Inovação na saúde é acelerada com o suporte de startups

Investir em inovação na saúde é imprescindível para garantir melhores resultados e cuidados na área, ao mesmo tempo, em que são reduzidos os custos e os gastos.

Gerente de inovação aberta da Dasa e médico radiologista, o Dr. Thiago Júlio acredita que é uma questão de tempo para que a inovação da saúde de fato ocorra. Segundo ele, houve um salto significativo sobre o tema nos últimos anos e, atualmente, os executivos de saúde sabem o que é uma startup e querem fazer negócios com elas.

Sua percepção vem da vivência no espaço dedicado a esse tipo de empresa na área da saúde no Cubo, o centro de empreendedorismo do banco Itaú, localizado em São Paulo, da qual a Dasa é apoiadora.

Esse olhar do médico para a inovação é comprovado por um levantamento recente do Startupbase - base de dados oficial do ecossistema brasileiro de startups. Atualmente, existem 353 health techs mapeadas no Brasil: 46,4% estão em fase de tração e 30% em fase de operação.

Por que startups são relacionadas a inovação? Como podem contribuir com corporações?

Startups partem do princípio que há necessidades de mercado não atendidas que podem virar negócio a partir de uma proposta de valor centrada nas dores do ecossistema e apoiada por novas tecnologias. Em todo o processo existe uma abertura para o novo.

Aliado a isso, há um mindset favorável ao desenvolvimento de soluções: assumir o risco, abertura para testes e falhas, criatividade e aprendizado contínuo. Essas características nem sempre são vistas dentro de grandes empresas, diante da busca por retorno certo e rápido sobre os investimentos e a falta de disposição para se reinventar periodicamente.

Ao tornarem-se parcerias de empresas, as startups podem colaborar com o aumento das conversas sobre a cultura de inovação dentro do ambiente corporativo, o que tende a ampliar o olhar para possibilidades de ampliar ou melhorar o negócio existente. Além disso, apresentam comportamentos que podem ser replicados, como o relacionamento com clientes e a busca por soluções “escondidas” no dia a dia corporativo.

Redução de custos, análise de dados, relacionamento e gestão de processos são temas bastante aprofundados entre startups.

Trabalho junto ao ecossistema de inovação da saúde

Em entrevista a Leonardo Gross, Latam Digital Services Leader GE Healthcare, o médico radiologista conta que boa parte do seu expediente é dedicado aos empreendedores iniciantes, dando consultoria para as startups de health tech que desenvolvem novas tecnologias, com a finalidade de conquistar a inovação na saúde.

A cultura da inovação tem se desenvolvido muito nos últimos anos, conforme destaca o Dr. Thiago Júlio. Ele conta que percebe isso no seu trabalho, uma vez que os gestores das companhias de saúde estão valorizando mais os novos recursos e tecnologias.

Isso tudo tem um efeito cascata, uma vez que, quando o nº 1 da empresa acredita na cultura da inovação, todos os demais colaboradores passam também a pensar nela como a solução de muitos problemas hoje enfrentados.

Finalizando, o gerente de inovação deixa uma dica: manter o foco sempre no paciente. Antes de realizar qualquer investimento em tecnologia, é preciso pensar se a inovação na saúde que se deseja implementar vai trazer aspectos positivos para as pessoas que usufruirão dele.

O objetivo final da transformação na saúde é melhorar a qualidade de vida do paciente. É a partir disso que se cria uma base necessária para inovar, com referências na cultura. Não se deve fazer a inovação pela inovação, mas sim com um propósito.

Assista ao vídeo da entrevista do Dr. Thiago Júlio sobre inovação na saúde.

Você pode assistir a outros vídeos dessa entrevista:

Tendências digitais em saúde

O papel do intraempreendedorismo na saúde

Dasa leva 70 trabalhos para a RSNA 2019

dasa rsna 2019

Líder brasileira amplia sua participação no maior evento de radiologia do mundo com médicos na liderança de comitês e atividades científicas

Uma comitiva com 50 médicos especialistas da Dasa, líder em medicina diagnóstica no Brasil e maior empresa do setor na América Latina, estão esta semana em Chicago (EUA), para atualizar conhecimentos na 105ª edição da Radiological Society of North America – RSNA 2019 (Sociedade Americana de Radiologia). “Desde 2009, nossa produção científica representa cerca de 50% de toda a produção nacional submetida ao congresso da RSNA”, explica Emerson Gasparetto, vice-presidente da área médica que vai acompanhar o grupo. Neste ano, os trabalhos foram realizados nos centros de pesquisa da Dasa no Rio de Janeiro, em São Paulo, em Brasília e em Buenos Aires.

A RSNA é reconhecida mundialmente por antecipar as novidades e soluções inovadoras no segmento de diagnóstico por imagem e radiologia. Durante o evento, os médicos da Dasa vão apresentar quatro aulas e 70 pôsteres, além de moderar comitês científicos de relevância, como o de inteligência artificial.

Boa parte desta produção se converte em artigos científicos nos mais respeitados periódicos da literatura médica. “Esses resultados são fruto dos investimentos da companhia na interação ensino e pesquisa para garantir a atualização do nosso corpo clínico com as soluções mais inovadoras e assertivas em diagnóstico por imagem, realizadas sob rígidos processos e certificações internacionais, oferecendo ainda mais segurança para os nossos pacientes e seus médicos”, reforça Leonardo Vedolin, diretor médico da Dasa.

Vedolin reforça que o corpo clínico de excelência da companhia desenvolve muitas pesquisas em parceria com as instituições acadêmicas mais renomadas do país, incluindo USP, UNIFESP, UFRJ, UERJ, UFF, UFSC, UFB e UnB. “Em seus processos de formação de mestrado ou doutorado, por exemplo, os médicos desenvolvem sinergia entre as instituições, contribuindo para a geração de conhecimento e inovação”, finaliza.

Jovem talento e anfitrião

O head de AI da DasAInova, o laboratório de inovação da Dasa, Felipe Kitamura, que já venceu medalha de ouro na RSNA 2018 foi, desta vez, convidado para ser o Leadership Reception da RSNA 2019. Kitamura vai, ainda, ministrar hands on sobre machine learning, além de compor e moderar diferentes comitês científicos no Congresso.

A 105ª Assembleia Científica e Reunião Anual da Associação reúne mais de 50.000 profissionais de todo o mundo para aprender e obter uma visão exclusiva das últimas novidades em tecnologia e medicina diagnóstica. O objetivo do encontro é trazer à tona a radiologia avançada através de inovações e criando um impacto positivo em sua aplicação entre os pacientes.

Sobre a Dasa

A Dasa é líder em medicina diagnóstica no Brasil, maior empresa do setor na América Latina – atua no Brasil e na Argentina – e 5ª maior no mundo, com foco em análises clínicas, diagnóstico por imagem e medicina genômica. A companhia conta com um time de mais de 20 mil colaboradores e mais de 2 mil médicos, renomados no Brasil e no exterior, que atuam em uma rede robusta e capilarizada de cuidados com a saúde em todo o país. Por meio de suas mais de 40 marcas de laboratórios que têm mais de 800 unidades – como Delboni Auriemo e Salomão Zoppi (SP), Sérgio Franco e CDPI, (RJ), Laboratório Exame (DF), entre outros –, a Dasa realiza mais de 250 milhões de exames por ano.

Considerado um dos mais importantes players de Saúde, a Dasa atua dentro do propósito de impactar positivamente a saúde das pessoas e tem como compromisso ser um agente transformador do setor por meio de uma medicina mais inteligente, preditiva e personalizada. Em novembro de 2019 a empresa anunciou plano de união com a Ímpar, segunda maior rede independente de hospitais do Brasil, para criar soluções integradas visando a sustentabilidade do mercado de saúde. A Ímpar reúne hospitais como 9 de Julho (SP), Santa Paula (SP), São Lucas (RJ), CHN (RJ) e Hospital Águas Claras (DF).

Qualicorp participa de audiência pública no Senado sobre a proposta de mudança na legislação dos planos de saúde

Qualicorp participa de audiência pública no Senado sobre a proposta de mudança na legislação dos planos de saúde
Comissão de Transparência, Governança, Fiscalização e Controle e Defesa do Consumidor (CTFC) realiza 2º Encontro entre a Defesa do Consumidor e o Parlamento a fim de debater o novo marco legal dos planos de saúde, o superendividamento do consumidor, as novas tecnologias e a economia do compartilhamento. rrMesa: rpresidente do Conselho Diretor do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), Marilena Lazzarini; rsenador Cid Gomes (PDT-CE); rdiretora executiva de Clientes da Qualicorp, Juliana Pereira.rrFoto: Waldemir Barreto/Agência Senado

Diretora executiva da área Clientes da administradora de benefícios participou de reunião da  Comissão de Transparência, Governança, Fiscalização e Controle e Defesa do Consumidor

A Qualicorp – administradora de planos de saúde coletivos – foi convidada pela Comissão de Transparência, Governança, Fiscalização e Controle e Defesa do Consumidor (CTFC) para participar do debate sobre a proposta de mudança na legislação dos planos de saúde. A Companhia foi representada pela diretora executiva de Clientes, Juliana Pereira, que apresentou dados do setor de saúde no Brasil, incluindo uma pesquisa do Instituto Datafolha encomendada pela Qualicorp sobre planos de saúde.

A executiva destacou que, ao mesmo tempo em que os planos de saúde possibilitam o acesso de cerca de 47,1 milhões de pessoas à saúde suplementar e são o segundo maior desejo da população, atrás apenas da casa própria (de acordo com a pesquisa do Instituto Datafolha), também carecem de melhorias.

Segundo a diretora, os principais pilares para mudanças no setor de saúde devem se basear no foco à gestão assistencial, investimento no cuidado integrado, engajamento do consumidor, envolvimento de todos os atores do segmento e preservação da sustentabilidade dos planos de saúde. “Qualquer mudança que venha a ser feita na lei tem que ser debatida com todos os envolvidos, população, governo, órgãos de defesa do consumidor e as empresas do setor. Um diálogo transparente e engajamento são essenciais para que se tenha um novo modelo.”

“Antes de falar de tecnologia de ponta e procedimentos complexos, é preciso voltar a atenção para questões de processos e não estruturais”, enfatizou Juliana Pereira. Os problemas de atendimento foram apontados na pesquisa Datafolha como uma das principais dificuldades enfrentadas pelos clientes de planos de saúde. Já entre os itens mais desejados pela população em um plano de saúde, a transparência aparece em primeiro lugar.

O levantamento foi realizado na cidade de São Paulo, no início novembro. Foram entrevistados 811 moradores da capital paulista, com 16 anos ou mais, que têm plano de saúde ou que tiveram nos últimos quatro anos (2015). A pesquisa abordou os principais temas relacionados ao setor, como qualidade, aspectos desejáveis, canais de atendimento, legislação, problemas enfrentados pelos clientes, telemedicina e médico de família. Em relação à pesquisa de 2018, a nota média aplicada aos planos de saúde pelos entrevistados subiu de 7,9 para 8. Já a parcela dos que recomendariam o plano de saúde a um amigo ou familiar alcançou 83%.

A legislação atual dos planos de saúde também foi tema de destaque na pesquisa. Para 68% dos entrevistados, a lei em vigor traz mais benefícios às empresas de planos de saúde do que aos consumidores e apenas metade se sente protegido pela atual legislação. A não autorização da cirurgia foi o principal motivo para os usuários recorrerem à Justiça; 90% deles nunca foram ao Judiciário contra os planos de saúde. O maior problema apontado por 27% das pessoas foi agendar consultas, exames e cirurgias. Desses, 23% não recorreram a nenhum canal de atendimento; 16% recorreram a órgãos de defesa do consumidor. E, entre os que tiveram problema, 44% declararam que ele não foi resolvido.

O senador Cid Gomes observou que houve um aumento no número de reclamações registradas na Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) entre os anos de 2018 e 2019. Cid mediou a discussão sobre a necessidade de revisão do marco legal dos planos de saúde, que completa 21 anos de vigência. “Houve avanços nos últimos anos, mas sob a ótica do usuário há uma percepção muito clara de que é preciso haver ajustes na legislação e uma melhor regulamentação”.

Para o senador Rodrigo Cunha, Presidente da Comissão de Transparência, Governança, Fiscalização e Controle e Defesa do Consumidor, "o debate aprofundado é o melhor caminho para chegarmos num marco regulatório para os planos de saúde que seja adequado. Esse assunto diz respeito à vida de milhões de brasileiros. Por isso considero como um passo importante a audiência pública que fizemos."

SulAmérica amplia Médico em Casa na Baixada Santista e interior paulista

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Disponível agora em 50 cidades, serviço pioneiro do app SulAmérica Saúde permite solicitar atendimento médico em domicílio a crianças e idosos

Com o objetivo de cuidar das pessoas e garantir segurança e qualidade aos segurados, a SulAmérica está ampliando as cidades atendidas pelo Médico em Casa, que permite agendar, por aplicativo, um atendimento médico em domicílio para beneficiários de até 12 anos e a partir de 65 anos. Passam a contar com mais essa comodidade os clientes da SulAmérica residentes ou em trânsito nos municípios de Santos, São Vicente, Guarujá, Cubatão, Praia Grande, Americana, Araraquara, Bauru, Piracicaba, Ribeirão Preto, Guaratinguetá, Pindamonhangaba e Caçapava. Com a expansão, a iniciativa passa a estar disponível em 50 cidades brasileiras.

O Médico em Casa oferece até dois atendimentos ao ano por segurado, de forma rápida e segura, sem fila de espera ou deslocamento ao pronto-socorro. O serviço é voltado para atendimentos não emergenciais, como febre, vômito e gripe, e está disponível no período entre 7h e 23h. Pelo próprio aplicativo SulAmérica Saúde, o usuário agenda o melhor horário e acompanha o status da chegada do médico.

“Os clientes da SulAmérica contam com mais um serviço inovador para cuidar da saúde da família. O Médico em Casa proporciona o cuidado e a conveniência de agendar um atendimento médico para crianças e idosos no conforto do próprio lar, promovendo uma melhor experiência de saúde e evitando idas desnecessárias ao pronto-socorro”, afirma Tereza Veloso, diretora Técnica Médica e de Relacionamento com Prestadores de Saúde e Odonto.

Com o fim do ano e as férias de janeiro se aproximando, muitas famílias viajam para aproveitar o verão, e o planejamento prévio da viagem é importante para que o passeio transcorra da melhor forma possível. Contar com um serviço como o Médico em Casa proporciona ainda mais tranquilidade aos beneficiários, mesmo que não sejam moradores na cidade atendida pelo serviço.

Desde o lançamento do Médico em Casa, em 2017, o índice de satisfação entre segurados é de aproximadamente 90%. Em 95% dos casos, a ida ao pronto-socorro mostrou-se desnecessária, comprovando a relevância da iniciativa.

Médico na Tela

O aplicativo SulAmérica Saúde traz também o serviço Médico na Tela, que permite aos segurados responsáveis por crianças de até 12 anos solicitar uma videochamada com médico pediatra para receber orientações e tirar dúvidas. Com a teletriagem pediátrica, é possível proporcionar ainda mais tranquilidade e comodidade às famílias com crianças, já que pais e responsáveis podem acionar rapidamente um pediatra para esclarecimentos sobre saúde, quando necessário. O app, que já registra 2 milhões de downloads, está disponível na Google Play Store (Android) e na App Store (iOS).