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Teutônia ganha primeira farmácia Panvel

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Inauguração da nova loja ocorreu nesta quarta-feira (11/12)

Uma das maiores redes de farmácias do País está chegando a Teutônia. Localizada na Rua Três de Outubro 371, Centro, a nova loja foi inaugurada nesta quarta-feira (16/12). Além de grande variedade de produtos e medicamentos em um ambiente moderno e agradável, a estrutura dispõe de estacionamento próprio e irá funcionar de segunda a sábado, das 7h às 22h30, e domingos e feriados, entre 9h e 21h.

Uma das facilidades para os clientes será o Panvel Clinic, programa de atenção farmacêutica que inclui diferentes serviços, como verificação de pressão, glicemia e temperatura corporal, aplicação de injetáveis, colocação de brinco, entre outros.

Com cerca de 350 m², a loja oferece um variado mix de produtos. Os clientes terão acesso a medicamentos e produtos de beleza e higiene. Destaque para a marca própria Panvel, que possui portfólio com mais de 700 produtos, incluindo maquiagem, proteção solar, itens ortopédicos, infantis e para cuidados masculinos. Pioneira na criação de marca própria dentro do ramo farmacêutico, a empresa desenvolve produtos que visam transformar o dia a dia num momento de prazer, cuidado, beleza e bem-estar.

Recentemente, a empresa lançou o Bem Panvel, programa de relacionamento com o consumidor voltado a garantir preços especiais em medicamentos e produtos de higiene e beleza. A iniciativa tem como grande diferencial o benefício imediato para quem compra, sem a necessidade de acumular pontos, bastando apenas ter o CPF cadastrado. A rede conta com mais de 7 milhões de clientes registrados.

O espaço está conectado ao Click & Retire, serviço que possibilita a retirada de produtos comprados pelo site ou App Panvel. Os clientes ainda têm à disposição o Panvel Pay, funcionalidade que permite pagamentos apenas com o celular através do cartão cadastrado no aplicativo. Com estas e outras ferramentas, a rede integra seus diferentes canais nos ambientes físico e digital para aumentar a proximidade com o consumidor e facilitar a experiência de compra, tornando-a mais fluída, ágil e agradável.

Sobre a Panvel

Com quase 50 anos de história e cerca de 450 filiais no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e São Paulo, a Panvel está entre as principais redes de farmácias da Região Sul do Brasil. São 13 mil itens à venda, entre medicamentos e produtos de higiene e beleza, e mais de 700 Produtos Panvel, incluindo maquiagem, proteção solar, ortopédicos, infantis e cuidados masculinos. É uma rede multicanal, com lojas físicas conectadas à uma série de facilidades, como telentrega Alô Panvel, Aplicativo Panvel, Serviço Click & Retire e loja online, com entrega para todo país.

 A rede faz parte do Grupo Dimed, também detentor da distribuidora de medicamentos e produtos de higiene e beleza Dimed e do laboratório Lifar, divisão de desenvolvimento e fabricação de cosméticos, medicamentos e alimentos, responsável pela elaboração de produtos para grandes marcas no Brasil e no exterior, além dos produtos de marca própria Panvel.

A qualidade no atendimento e seu mix completo fidelizam seus clientes. A Panvel investe também em ações de responsabilidade socioambiental, com destaque para o Troco Amigo, que beneficia hospitais da Região Sul; Destino Certo, em que medicamentos vencidos ou em desuso são recolhidos e descartados de forma correta; e o Menos Sacolas na Natureza, que reduz o uso de sacolas plásticas.

O ano de 2020 chegou: quais são as tendências em tecnologia para saúde?

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Há pouco tempo, quando especialistas buscavam fazer projeções futurísticas em diferentes setores, normalmente elencavam o ano de 2020 como parâmetro comparativo. Pois bem, o que parecia distante já chegou e o setor de saúde deve viver uma profunda transformação tecnológica com a consolidação e o surgimento de diferentes soluções. Hoje, é essencial que o médico e demais profissionais compreendam a importância de estar atualizado com as principais demandas e tendências da área, visando sempre a busca por inovação e perfeição. Confira seis pontos que devem movimentar a tecnologia para saúde já em 2020:

1 – LGPD e proteção aos dados

A partir de agosto de 2020, a Lei Geral de Proteção aos Dados Pessoais (LGPD) estará oficialmente em vigor no país e deve afetar profundamente a relação de médicos com as informações de seus pacientes. Isso porque um dos principais pontos da medida é sobre a coleta e armazenamento de dados sensíveis, isto é, que podem gerar algum tipo de discriminação ao indivíduo – justamente informações de doenças e diagnósticos que trafegam em sistemas digitais nos hospitais. É preciso adotar ferramentas com certificação de segurança para proteger esses conteúdos.

2 – Transformação Digital em saúde

A partir de 2020, a transformação digital em saúde deve se intensificar com o boom das healthtechs, as startups que combinam tecnologia com serviços médicos. Da mesma forma que aconteceu no mercado financeiro, o surgimento dessas empresas vai remodelar a forma como os pacientes se relacionam com médicos e hospitais. A digitalização de processos passará a ser uma necessidade para quem deseja oferecer um atendimento humanizado à população.

3 – Centralização de processos 

O prontuário eletrônico já é uma realidade quando o assunto é tecnologia para saúde. Contudo, em 2020, sua importância será ainda maior. A solução deixará de ser um mero repositório de informações de seus pacientes e vai passar a integrar diferentes serviços, como:

  • Dados financeiros integrados com BI;
  • Permitir o próprio paciente atualizar seus dados cadastrais antes mesmos da data do atendimento;
  • Maior interação do paciente com seu conteúdo clínico;
  • E até ferramentas de auxílio a decisão clínica, para oferecer de maneira inteligente maior segurança para pacientes e profissionais de saúde, além de agilizar a consulta.

A questão central é garantir a segurança dos dados atrelada a serviços que agilizem e aumentem a qualidade de atendimento.

4 – Avanço da Inteligência Artificial

Soluções de Inteligência Artificial em saúde já existem, ainda que timidamente, em alguns serviços no Brasil e no exterior. A partir do próximo ano, a tendência é ampliar a presença desta tecnologia em outros serviços, tanto para auxiliar no diagnóstico de doenças a partir do cruzamento de um grande volume de informações, como para auxiliar na gestão com a identificação de padrões no preenchimento de formulários e relatórios, por exemplo.

5 – Marketing digital na saúde

Não, o marketing digital não é uma tendência quando falamos em tecnologia para saúde, mas o fato é que poucos consultórios e hospitais possuem uma equipe especializada para divulgar seus serviços e novidades. A regulamentação da publicidade médica pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) pode ser um fator que inibe a participação de empresas nesta área. Entretanto, a partir do momento em que mais pessoas acessam a Internet para encontrar informações sobre médicos, é fundamental contar com um site profissional e posicionamento digital adequado.

6 – Telemedicina

A Telemedicina foi autorizada e, em seguida, revogada pelo CFM no primeiro trimestre de 2019. Assim, é provável que o Conselho autorize o atendimento por Telemedicina novamente em 2020. O modelo deve sofrer algumas reformulações, mas é fato que médicos e profissionais de saúde em um futuro próximo estarão atendendo pacientes a distância.

Arte Despertar e Tamboro lançam SOU SAÚDE

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O acesso à nova plataforma e ao primeiro curso “Acolhimento” já está disponível

SOU SAÚDE, solução educacional on-line para o desenvolvimento de competências socioemocionais dos profissionais da saúde, é fruto de uma parceria entre a Arte Despertar – organização com 22 anos de experiência no contexto hospitalar e treinamento de profissionais nesta área – e a Tamboro, startup com metodologia própria e inovadora no desenvolvimento e avaliação das habilidades do século 21. A plataforma já está no ar com a oferta do primeiro curso “Acolhimento”.

“Queremos transformar a vivência de trabalho dos profissionais na área da saúde, impactando positivamente na experiência do paciente e na humanização das relações e do ambiente”, define Regina Vidigal Guarita, diretora presidente da Arte Despertar. Segundo ela, o lançamento do SOU SAÚDE inaugura uma nova e transformadora fase no trabalho da organização.

SOU SAÚDE se propõe a contribuir com os profissionais da área, para que eles possam lidar com as situações a que estão expostos diariamente, preservando seu bem-estar e oferecendo melhor cuidado aos pacientes. Disponibiliza uma metodologia inovadora, com atividades colaborativas, e algoritmos avançados de avaliação, que oferecem uma análise precisa de perfil e de potencial nas competências socioemocionais.

A solução on-line propõe um percurso formativo focado no fortalecimento emocional, ou seja, a pessoa precisa se autoconhecer, perceber o outro para conseguir ter relações produtivas, estimulando o olhar para si e para os outros a partir das suas experiências, influenciando assim seu cotidiano e suas relações no ambiente de trabalho. A plataforma é focada em casos reais, fazendo uso da trilha de aprendizagem, que mescla conceitos, com reflexão da prática profissional.

Para Samara Werner, cofundadora e CEO da Tamboro, o produto final oferecido pela SOU SAÚDE não é estático, pois a partir da interação do usuário com a plataforma, é possível utilizar os dados gerados para a tomada de decisão – como alocação de pessoal, desenvolvimento de novos treinamentos e ações de reconhecimento. “Sou Saúde possibilita às instituições do setor desenvolver e gerenciar as competências dos seus funcionários, garantindo um melhor aproveitamento de potencial e resultados em toda a instituição”, conceitua.

Sobre Arte Despertar

A Arte Despertar é uma organização social sem fins lucrativos que usa a arte e a cultura para conectar pacientes e profissionais na área de saúde de um jeito profundo e significativo. Fundada em 1997, tem se dedicado à criação de metodologias, abordagens e formação de profissionais para um atendimento que privilegia a sensibilização, o empoderamento e a consciência.

Sobre Tamboro

A Tamboro é uma startup brasileira de inovação em educação que oferece soluções on-line para gestão de habilidades, possibilitando avaliação e desenvolvimento de competências por meio de metodologia única e algoritmos inteligentes. A empresa aposta em tecnologia para democratizar, e impactar o maior número de pessoas e em ferramentas de gamificação para garantir maior engajamento no processo de aprendizagem.

Escalada ao Everest e desafios do segmento saúde segundo o Banco Mundial marcaram evento de fim de ano da CBDL

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O economista, empresário e professor, Juarez Gustavo Soares, e o economista sênior do Banco Mundial, Edson Araújo, encerraram o ano de atividades da Câmara Brasileira de Diagnóstico Laboratorial (CBDL), em encontro realizado no último dia 5 de dezembro, no auditório do Grupo Fleury, em São Paulo.

O evento “Brasil 2020 – Quebrando barreiras e estabelecendo novos paradigmas para o crescimento sustentável”, contou com a participação de diversas entidades do segmento saúde como ABIIS, Abimed, Abimo, Abramed, CBDL, Instituto Ética Saúde (IES), CN Saúde, Fehoesp, SBAC, SBPB/ML e Grupo Fleury.

Na abertura do encontro, o presidente do Grupo Fleury, Carlos Iwata Marinelli, mostrou-se otimista com relação ao cenário da saúde no Brasil. Já Fábio Arcuri, presidente da CBDL, que também abriu o evento, agradeceu a participação de todas as entidades.

Juarez Gustavo Soares, economista, empresário e professor da Fundação Dom Cabral, proferiu a primeira palestra com o tema “Estresse, auto sabotagem, burnout e superação: do Everest para as empresas”. Soares trouxe a experiência de sua jornada ao Monte Everest, que teve início na cidade de Kathmandu, no Nepal.

O alpinista enalteceu a ajuda dos sherpas, povo que vive nas montanhas do Himalaia para ajudar os que se aventuram a escalar os montes da região. No entanto, Soares ressaltou que o mais difícil é escalar o Everest mental, cujo cume são as autossabotagens impulsionadas pelo medo. “São oito as armadilhas mentais do inconsciente. Mas, duas são as principais: a mente que protege nosso ego de possíveis danos ou sofrimentos (status quo) e as decisões futuras baseadas em escolhas passadas (sunk cost).

Fundamentado em sua trajetória como alpinista, Soares aconselhou à plateia presente a desarmar as armadilhas mentais com algumas dicas de superação: encarar a verdade; trazer novas perspectivas; cultivar um espaço seguro; compartilhar as dores; orientar-se pelas tarefas do dia e administrar bem a energia.

“É necessário ter pré-requisitos fundamentais para viver: planejamento, determinação, resiliência, persistência e coragem. No entanto, tudo o que está ao seu alcance você deve fazer, sempre levando em conta o imponderável. Por meio da consciência da vulnerabilidade é que surge a força para lutar”, ponderou.

Em seguida, foi a vez do economista sênior do Banco Mundial, Edson Araújo, que apresentou números significativos sobre a saúde no Brasil com a palestra “Desafios para sustentabilidade do sistema de saúde brasileiro – perspectiva do Banco Mundial”.

Araújo demonstrou, por intermédio de gráficos, o crescimento do Sistema Único de Saúde (SUS), no período de 2003 a 2017. Os índices demonstraram que os gastos públicos foram superiores ao crescimento do Produto Interno Bruto (PIB). “Este é um padrão observado na maioria dos países desenvolvidos. O crescimento dos gastos com a saúde é sempre maior”, disse ele. O economista também se referiu à taxa de crescimento dos salários do setor saúde, em detrimento à expansão da produtividade.

No tocante aos desafios, Araújo declarou que, apesar do crescimento do PIB, o gasto público é baixo em relação ao gasto total com a saúde. “O Brasil envelhece mais rápido que o Japão. Cerca de 22% dos gastos com saúde vão para a população com mais de 50 anos”, comentou.

O economista do Banco Mundial também citou a “deseconomia de escala”, conforme o tamanho dos municípios brasileiros. “O Brasil conta com mais de 70% de municípios pequenos, com até 20 mil habitantes que não se sustentam financeiramente. A qualidade da rede hospitalar nestes lugares é precária e com pouca eficiência. As taxas de mortalidade são bem maiores. Enquanto nos hospitais com mais de 600 leitos, a taxa de mortalidade é de 5,81%, nos pequenos hospitais este número chega a 9%”, alertou.

Com relação à gestão, Araújo destacou o papel das Organizações Sociais de Saúde (OSS) como eficiência em desempenho, produtividade e qualidade das suas unidades de saúde.

No que diz respeito aos médicos, o economista defendeu que a oferta de médicos é relativamente baixa e que está concentrada nos centros urbanos, além da má distribuição, problema que aponta como mundial. “Isso ocorre na Inglaterra, na Dinamarca, no Canadá, nos Estados Unidos, entre muitos outros países”.

A escassez de médicos também impacta nos níveis salariais e na produtividade do setor. Para Araújo, o número de consultas médicas no Brasil é baixo, e é possível aumentá-lo cinco vezes mais. Os gastos com internações evitáveis também são considerados elevados e poderiam ser bem mais reduzidos com uma Atenção Primária à Saúde (APS)  mais eficiente.

Por fim, Araújo elencou as propostas de reformas para os anos seguintes, desde que obedecidas as regras básicas estabelecidas em 2018 pelo Banco Mundial, calcadas na diminuição da pobreza e da desigualdade.

“Implantação de redes integradas de atenção à saúde; aprimorar a coordenação com os sistemas de saúde de saúde suplementar; reformas do lado da oferta, da demanda e do pagamento aos prestadores, além de reparos no financiamento para conferir mais qualidade, desempenho e produtividade”, realça ele.

Sobre o futuro do SUS, o economista ressaltou a importância de preparar o sistema para enfrentar os desafios existentes como o envelhecimento da população e o aumento da carga das doenças crônicas. “A consolidação do SUS depende da capacidade de adotar medidas inovadoras para sua modernização, como foram inovadoras as ideias que inspiraram a implantação da cobertura universal de saúde no país há três décadas”, finalizou.

No encerramento do encontro, os principais líderes das entidades participantes do evento fizeram perguntas e interagiram com os palestrantes.

“Este ano tivemos a ideia de trazer um evento eclético, versátil, e que pudesse inspirar os líderes do segmento saúde a superar desafios e alçar voos mais altos. Além disso, tivemos a possibilidade de observar a situação real do cenário da saúde no Brasil sob a ótica Banco Mundial. Foi muito satisfatória a participação das associações que estiveram presentes no encontro. Nossa perspectiva para 2020 é mais otimista”, declarou Carlos Eduardo Gouvêa, presidente executivo da CBDL.

Zeiss Vision Center celebra 5 anos em Chapecó

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Tecnologia e alta performance aliadas a um atendimento altamente personalizado são alguns dos diferenciais da loja que atua na cidade desde 2014

ZEISS Vision Center Chapecó, primeira licenciada da alemã no país, comemora 5 anos de existência. Comandada pelo empresário Fabiano Corrêa Gasparetto, a loja conta com portfólio de produtos exclusivos da ZEISS, referência mundial em tecnologia para a saúde da visão. Com layout moderno e conceito inovador, a loja localizada no centro da cidade, oferece uma experiência única de interação e imersão com a marca e seus produtos.

“Estamos muito felizes com essa conquista. Acreditamos em tecnologia, inovação e qualidade, e há meia década nos dedicamos exclusivamente a levar precisão e qualidade de vida - por meio do que há de mais moderno para a saúde da visão - à população chapecoense. Agradecemos a parceria com a ZEISS e a confiança depositada em nós pelos moradores da região e esperamos continuar a transformar visões por muitos anos”, comemora Fabiano Gasparetto, proprietário da ZEISS Vision Center de Chapecó.

Com uma equipe de profissionais altamente qualificada, o atendimento personalizado da ZEISS Vision Center Chapecó é realizado a partir da análise de perfil de visão de forma criteriosa e individual. O processo inovador, caracterizado pela utilização de ferramentas ultramodernas, conta com realidade ampliada e tecnologias de ponta, que conferem soluções sob medida para cada consumidor.

A ZEISS já licenciou mais de 30 unidades em todo o Brasil e segue em expansão. Para 2020, a alemã estima chegar a 100 lojas no país. “O movimento é parte da estratégia da empresa para ampliar não apenas a sua atuação no Brasil, mas também desenvolver o setor óptico brasileiro”, explica Cynthia Pereira, gerente do Projeto ZEISS VISION CENTER no Brasil.

Sobre a ZEISS

A ZEISS é uma grande empresa internacional líder em tecnologia do setor de óptica e optoeletrônica. No último ano fiscal, a receita anual gerada pelo grupo ZEISS totalizou mais de 5,8 bilhões de euros em seus quatro segmentos: qualidade e pesquisa industrial, tecnologia médica, mercados de consumo e tecnologia de fabricação de semicondutores.

Para seus clientes, a ZEIS desenvolve, produz e distribui soluções altamente inovadoras em metrologia industrial e garantia de qualidade, soluções em microscopia para pesquisa em ciências da saúde e materiais e soluções em tecnologia médica para diagnóstico e tratamento em oftalmologia e microcirurgia. O nome ZEISS também é sinônimo de liderança mundial em litografia óptica, usada pelo setor de chips na fabricação de componentes semicondutores. Existe uma demanda mundial para produtos da marca ZEISS que definem tendências, como lentes de óculos, câmeras e binóculos.

Com uma marca forte e um portfólio alinhado com futuras áreas de crescimento como digitalização, assistência médica e produção inteligente, a ZEISS está moldando o futuro muito além dos setores de óptica e optoeletrônica. Os investimentos significativos e sustentáveis da empresa em pesquisa e desenvolvimento estabelecem os alicerces para o sucesso e a constante expansão da tecnologia e liderança de mercado da ZEISS.

Com cerca de 30 mil funcionários, a ZEISS está presente em quase 50 países, com aproximadamente 60 empresas próprias de vendas e assistência técnica e 30 centros de pesquisa e desenvolvimento em diversas regiões do mundo. Fundada em 1846 na cidade de Jena, na Alemanha, a empresa atualmente tem sede em Oberkochen. A Fundação Carl Zeiss, uma das maiores fundações alemãs comprometidas com a promoção da ciência, é a única proprietária da sociedade holding Carl Zeiss AG.

Grupo Opty abre nova posição e contrata diretor regional para o Rio de Janeiro

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Com a chegada do Grupo Opty ao mercado oftalmológico carioca, Raul Fernandes Marinheiro Neto, 37 anos, foi contratado pelo Grupo Opty como diretor regional para o Rio de Janeiro, nova posição na empresa que é o maior grupo de atendimento oftalmológico da América Latina.

Formado em Administração pela Estácio de Sá e em Biologia pela USU-RJ, possui MBA em gerenciamento de projetos pela Fundação Getúlio Vargas - FGV, além de pós-graduação em Auditoria em Sistemas de Saúde pela Estácio de Sá e pós-graduação em Gestão Ambiental pela UFRJ. O profissional também é mestre em Biologia Marinha pela USU-RJ e possui certificação Green Belt Six Sigma. Entre as empresas nas quais trabalhou em sua carreira, destaque para a Rede D’Or São Luiz.

Há 15 anos no mercado de trabalho de saúde, Raul Fernandes Marinheiro Neto tem realizado trabalhos de consultoria de gestão, planejamento estratégico, implementação de serviços de atendimento/relacionamento com clientes, melhorias de processos de negócios como pronto-socorro, farmácia, cadeia de recebíveis, projetos de integração de operações, além de gerir operação de hospital geral de alta complexidade.

No Grupo Opty, será responsável pela operação dos hospitais e clinicas oftalmológicas da regional do Rio de Janeiro. “Tenho como principais atribuições conduzir a regional para alcançar os resultados financeiros e prover qualidade dos serviços prestados, por meio de equipamentos de ponta, equipes de alta performance e médicos qualificados. Temos em nosso portfólio muitos projetos de expansão, sinergias e relacionamento com parceiros estratégicos que ajudarão a alavancar o negócio na regional”, afirma.

Para o executivo, seu maior desafio é conseguir fazer empresas diferentes trabalharem de forma eficiente, visando o máximo de sinergia possível, alinhados sempre aos interesses dos associados e da Opty. “Esse desafio engloba implementação de projetos corporativos de integração, assim como projetos de melhoria da operação, além de gerir o dia a dia das empresas buscando alcançar metas de crescimento e eficiência. O objetivo principal é transformar o mercado oftalmológico do Rio, consolidando o Grupo como referência pela qualidade dos serviços prestados e, consequentemente, estabelecê-lo como o maior provedor de saúde oftalmológica no estado”, completa.

Sobre o Opty

O Grupo Opty nasceu em abril de 2016, a partir da união de médicos oftalmologistas apoiados pelo Pátria Investimentos, que deu origem a um negócio pioneiro no setor oftalmológico do Brasil. O grupo aplica um novo modelo de gestão associativa que permite ampliar o poder de negociação, o ganho em escala e o acesso às tecnologias de alto custo, preservando a prática da oftalmologia humanizada e oferecendo tratamentos e serviços de última geração em diferentes regiões do País. No formato, o médico mantém sua participação nas decisões estratégicas, mantendo o foco no exercício da medicina.

Atualmente, o Grupo Opty é o maior grupo de oftalmologia da América Latina, agregando 20 empresas oftalmológicas, 1700 colaboradores e mais de 560 médicos oftalmologistas. O Instituto de Olhos Freitas (BA), o DayHORC (BA), o Instituto de Olhos Villas (BA), a Oftalmoclin (BA), o Hospital Oftalmológico de Brasília (DF), o Hospital de Olhos INOB (DF), o Hospital de Olhos do Gama (DF), o Centro Oftalmológico Dr. Vis (DF), o Hospital de Olhos Santa Luzia (AL), o Hospital de Olhos Sadalla Amin Ghanem (SC), o Centro Oftalmológico Jaraguá do Sul (SC), a Clínica Visão (SC), o HCLOE (SP), a Visclin Oftalmologia (SP), o Eye Center (RJ), Clínica de Olhos Downtown (RJ) e COSC (RJ), Lúmmen Oftalmologia (RJ), Hospital de Olhos do Meier (RJ) e Hospital Oftalmológico da Barra (RJ) fazem parte dos associados, resultando em 40 unidades de atendimento.

Grupo Pardini vence Prêmio Ser Humano 2019

Grupo Pardini vence Prêmio Ser Humano 2019

Companhia leva prêmio ouro na categoria Gestão de Pessoas – Administração

A Associação Brasileira de Recursos Humanos acaba de conferir ao Grupo Pardini, o 1º lugar na 18ª edição do Prêmio Ser Humano, em solenidade oficial na noite de ontem, 9 de dezembro. Neste ano, a companhia concorreu à premiação nacional com o Programa Trilha de Carreira: Impacto e Percepção de Mobilidade, projeto que destaca a parceria do RH na construção da Carreira no Grupo Hermes Pardini. Este trabalho é pioneiro no mercado de saúde e referenda o modelo de gestão, comunicação, transparência e atendimento personalizado ao colaborador da empresa. “Este prêmio é fruto do nosso comprometimento e dedicação com o desenvolvimento e a valorização dos colaboradores. Estamos orgulhosos pelo reconhecimento do nosso trabalho e do programa criativo e inovador que criamos”, disse a Gerente Executiva de Desenvolvimento Humano e Organizacional do Grupo Pardini, Rubia Spindola.

Foram mais de vinte iniciativas inscritas nas categorias Administração, Desenvolvimento e Sustentabilidade e um número recorde de trabalhos inscritos (foram quase 50 projetos) na edição 2019 do Prêmio. Uma comissão avaliadora formada por profissionais de renome no mercado julgou os trabalhos a partir de critérios de avaliação estabelecidos pela ABRH-Brasil e a apuração dos resultados foi auditada pela Moore Stephens. No ano passado, o mesmo projeto venceu o prêmio mineiro, conferido pela Associação Brasileira de Recursos Humanos - Seção Minas Gerais (ABRH-MG). Para o prêmio nacional, só poderiam concorrer os vencedores em cada estado.

Sobre o Projeto

O setor de Desenvolvimento Humano e Organizacional, em conjunto com líderes e colaboradores, mapeou os principais celeiros de talentos, analisou as diferentes diretorias e criou um simulador com uma metodologia clara, que mostra as regras objetivas sobre as possibilidades coerentes com o seu autodesenvolvimento e se preparar proativamente quando as oportunidades surgirem. Considera-se que os resultados foram atingidos para os objetivos esperados: Apresentar de forma clara e simples as possibilidades de carreira, reduzindo custos com contratação e influenciar no clima, com impacto em redução de turnover. Iniciado em 2015 e implementado em 09/2016, o programa considerou pensamentos de que a administração de carreiras se torna um instrumento para moderar as expectativas sobre a ascensão numa empresa.  Hoje, o DHO acompanha e propõe melhorias a cada ciclo anual e o que garante a sustentabilidade do projeto é o acompanhamento, envolvendo a análise técnica da área de remuneração, a comunicação contínua, com reativação anual e atendimento às pessoas, via business partners, além do desenho de programas de desenvolvimento pela educação corporativa, coerente com as possibilidades mapeadas no Programa de Trilhas de Carreira. Tudo isso se torna um ciclo para verificação de indicadores, definição de cronograma de ações e revisões para evolução do modelo, somando a escuta às necessidades das pessoas, convergindo com as necessidades da empresa. Ao longo do projeto, desde a criação do “sentido”, por meio de uma comunicação simples e transparente, destaca-se o impacto na retenção e nos indicadores de gestão de pessoas, agregando ao clima e aos resultados do Grupo.

Sobre o Grupo

O Grupo Pardini está entre as maiores empresas de Medicina Diagnóstica do Brasil, com um portfólio de mais de 8 mil testes e um faturamento de R$ 1,3 bilhão em 2018. A companhia conta com quatro canais de venda: Laboratório de Referência (Lab-to-Lab); Medicina Personalizada; Toxicologia; e Unidades de Atendimento ao Paciente (Patient Service Center - PSC), que processaram mais de 92,8 milhões de exames em 2018. No Lab-to-Lab, ocupa a liderança nacional na prestação de serviços de Apoio Laboratorial, com o atendimento a mais de 6 mil clientes em todo o país. No PSC são 120 unidades próprias nos Estados de Minas Gerais, Goiás, Rio de Janeiro e São Paulo. O Grupo é pioneiro no Brasil na montagem de uma plataforma de produção laboratorial automatizada de grande porte. 

Sobre o prêmio

Instituído pela ABRH-Brasil em 1993, o Prêmio Ser Humano Oswaldo Checchia (PSH) se consolidou como instrumento de valorização das melhores iniciativas dedicadas ao desenvolvimento das pessoas dentro e fora das organizações, assim como de estímulos ao pensamento criativo e identificação de novos talentos. O nome da premiação faz uma homenagem a Oswaldo Checchia, um dos fundadores da ABRH-Brasil e grande articulador para o reconhecimento da área de Recursos Humanos como estratégica nas organizações (veja no final da página).

MODALIDADES

• DESENVOLVIMENTO – Engloba cultura organizacional, formação de líderes, talentos, treinamento, educação corporativa, avaliação de desempenho, carreira e melhoria da saúde.

• ADMINISTRAÇÃO – É voltada a estrutura organizacional, custos de pessoas, produtividade, folha de pagamento, gestão de remuneração e benefícios.

• SUSTENTABILIDADE – Contempla ações de reciclagem, economia de energia e de emissões, adoção de escola, integração de imigrantes e outras iniciativas, sempre sob a liderança de RH e a mobilização de colaboradores e voluntários.

• ACADÊMICA – Premia estudos e pesquisas sobre gestão de pessoas de autoria de estudantes de graduação e pós-graduação.

• JOVEM – Com o objetivo de estimular o interesse pelo tema desde a juventude, é voltada a trabalhos ou cases de autoria de jovens com até 30 anos incompletos sobre temas de uma das quatro modalidades anteriores.

A importância do facilities no dia a dia dos hospitais

Maria Helena

Por trás de um excelente serviço prestado pelas instituições de saúde, sejam hospitais, clínicas médicas ou consultórios, existe uma infinidade de outros serviços que acabam não ganhando muita visibilidade, mas que são fundamentais para a recuperação dos pacientes. São serviços que vão além das equipes de profissionais de saúde e dos equipamentos de ponta que são facilmente identificados neste tipo de estabelecimento. São serviços de alimentação, hotelaria, segurança e limpeza que envolvem um pequeno exército de pessoas que todos os dias trabalham para proporcionar bem-estar, conforto e segurança às pessoas que estão passando por momentos delicados de saúde ou se recuperando de cirurgias.

O segmento de saúde é um dos que mais tem crescido nos últimos anos para o setor de higiene e limpeza, justamente porque as instituições estão, cada vez mais, dando a importância à prevenção. A higienização correta dos ambientes é um dos itens mais importantes no controle de infecção hospitalar e a validação desse serviço tornou-se relevante como forma de melhoria contínua e garantia de eficácia.

Alguns hospitais, inclusive, já estão exigindo a validação por meio de ferramentas que ajudam a identificar a presença de sujidades e outros fatores contaminantes mesmo após a realização da limpeza por ação mecânica, mas os métodos que existem no mercado precisam ser usados com restrições. Para definir o melhor processo de limpeza de um estabelecimento é necessário que as áreas de controle hospitalar e de higienização cheguem juntas a um consenso. Só dessa forma é possível garantir eficiência que este tipo de serviço precisa ter.

O sistema Namoa, por exemplo, utilizado pela Verzani & Sandrini é um exemplo de ferramenta inovadora que já foi adotada por mais de 115 clientes em todo o país. Seja pelo aplicativo ou pelo portal na web, ela faz a gestão online dos processos, reduzindo o tempo de execução do check list em até 65%. Ainda permite o rastreamento de equipamentos e das áreas de controle e manutenção, além de criar uma base de dados. Mais de 100 mil check lists já foram executados graças à tecnologia, que elimina o preenchimento de relatórios seja no papel ou em Excel.

Como uma das principais empresas do país na área de segurança e facilities, a VS conta hoje com 42 mil colaboradores e atua em todo o Brasil. No segmento hospitalar já são mais de 96 clientes. A empresa acaba de conquistar uma das principais redes de hospitais da capital paulista gerando 600 novos postos de trabalho.

No entanto, mais importante do que gerar empregos e novos negócios o nosso compromisso tem como objetivos garantir um serviço executado com boas práticas, colaborando para reduzir os índices de infecção hospitalar e gerando conforto e segurança aos clientes/pacientes que diuturnamente buscam assistência em uma instituição de saúde.

Sobre a autora

Maria Helena Peraccini, designer de Soluções Técnicas da Verzani & Sandrini, enfermeira pós-graduada em Administração de Empresas e coordenadora científica do Congresso Brasileiro e Nacional de Hotelaria Hospitalar.

InRad aposta em novo modelo de agendamento para melhorar a experiência do paciente

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O serviço de Gerenciamento de Exames em Diagnóstico por Imagem (GEDI) do Instituto de Radiologia (InRad) do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP) traz mais uma inovação. A partir de agora, a ferramenta faz a gestão interna de toda a demanda de exames via plataforma de solicitação, gestão e agendamento de exames digital, o InterRad.

Segundo Kleber Garcia, gerente de Operações do InRad, a partir de agora, o GEDI, tem como fazer a gestão interna de toda a demanda desses exames pela nova plataforma InterRad, fazendo uma correlação com data de retorno de consulta do paciente e com a prioridade de execução do exame na data disponível de agenda. Na sequência, a equipe do GEDI do InRad, faz a alocação desse exame na agenda, sempre priorizado o prazo estipulado pelo médico solicitante.

Desde outubro do ano passado, o InRad disponibilizou a modalidade de agendamento para os exames de Ressonância Magnética. O paciente pode acompanhar toda marcação online sem precisar ir ao Instituto. O projeto começou a ser implementado em julho de 2017, com uma parceria entre InRad, Instituto Central e o Núcleo de Tecnologia do Hospital das Clínicas (HC).

A Instituição faz um balanço positivo do primeiro ano de mudança na operação. “Recebemos elogios de quem demanda esses exames, da equipe interna que faz o agendamento e, principalmente, dos pacientes que saem da consulta e aguardam o agendamento remotamente. É uma mudança grande de conceito. No antigo modelo muitos pacientes passavam noites numa fila aguardando uma cota para realizar o agendamento do seu exame e, agora, a instituição é responsável pelo agendamento, o nosso cliente aguarda nossa mensagem a sua vez”, comemora o gerente. Kleber ainda destaca que o médico deixa de usar solicitação em formulário de papel e faz o pedido via sistema. “No GEDI, uma equipe especializada tem a visão da demanda, e consegue dessa forma estruturar as agendas de acordo com oferta”.

Uma vez que o Instituto assume o agendamento, o paciente não precisa se deslocar até o InRad, pois recebe um SMS, com a data e horário do exame a ser realizado e também pode acompanhar a solicitação no Portal do Paciente, site com acesso pelo número de registro do hospital, e verifica qual é o status do agendamento e qual é o preparo indicado para a realização do procedimento. “Esse fluxo contempla uma melhor experiência do paciente, pois ele sai da consulta, vai para casa e não tem mais a obrigatoriedade de ficar tentando uma vaga dentro da nossa agenda. Ele só precisa aguardar o nosso contato em casa, confortavelmente”, explica o gerente.

O modelo do InterRad foi incorporado em outros Institutos do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, tais como Instituto de Ortopedia, Instituto de Psiquiatria, Instituto de Medicina Física e Reabilitação e Centro de Atenção ao Colaborador. Além de outras modalidades presentes: Tomografia Computadorizada, Ultrassonografia, Ecocardiograma, Raios-X e Densitometria Óssea.

Além dos agendamentos online, desde maio deste ano, os pacientes do HC têm acesso aos seus exames de imagem também via Portal do Paciente. Pela plataforma, é possível acessar as imagens e imprimir o laudo.

Números InterRad:

- 45.631 pacientes impactados pelo novo modelo;

- 85.336 exames solicitados;

- 418 tipos de exames solicitados;

- 1947 médicos utilizando o novo sistema de solicitação;

- aumento de produtividade de 16% no exame de Ressonância Magnética, essa sendo a primeira modalidade a iniciar, sendo possível medir o antes e o depois;

- mais de 15.000 pacientes do SUS e Saúde Suplementar já acessaram o Portal do Paciente para verificar laudo e imagens.

Coordenação motora é recuperada com uso de realidade virtual

Fisioterapia_HSC

Iniciativa, que concorreu ao Prêmio Péter Murányi 2019, contribui para a reintegração de pacientes que tiveram derrame ou doenças que causam deficiência na mobilidade

Softwares desenvolvidos no interior de São Paulo oferecem a possibilidade de imaginação motora e estímulo dos membros inferiores e superiores, incluindo acessibilidade em relação ao uso de Realidade Virtual para pessoas que sofreram derrames ou possuem doenças que degradaram a mobilidade.

A iniciativa possibilitou o aumento da acessibilidade de pessoas com deficiências motoras em espaços urbanos; aumento no acesso à recursos computacionais para terapias de reabilitação para a população carente; treinamento prévio ao contato com a prótese de mão para pessoas com o membro ou o antebraço amputado; e a melhora na qualidade de vida e reintegração social para pessoas com deficiências motoras severas.

Entre julho de 2011 e dezembro de 2013, sob a coordenação do professor Luís Carlos Trevelin, do Departamento de Computação da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), desenvolveram-se três softwares voltados à interação humano-computador de maneira fisicamente ativa e outro que permite ao especialista em cinesiologia mensurar os movimentos corporais durante as sessões da terapia motora e neurofuncional, registrar os dados e auxiliar na análise do progresso do paciente. Os programas, registrados no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), são os seguintes: GesturePuzzle; GestureChess (jogo de xadrez); GestureMaps; e RehabGesture.

Os softwares foram testados em pacientes com diferentes enfermidades, como pessoas com lesões medulares, fibromialgia e doença pulmonar obstrutiva crônica. O trabalho realizou-se em parceria com os departamentos de Fisioterapia e de Terapia Ocupacional da UFSCar.

De setembro de 2015 a abril de 2017, ocorreram os primeiros testes, com 13 voluntários saudáveis, da dinâmica cerebral, a partir da avaliação da conectividade cerebral por ressonância magnética funcional, incluindo o pré-processamento e processamento de imagens. Tais testes orientaram as limitações e melhorias necessárias, motivando o desenvolvimento de dois novos softwares, também registrados no INPI: e-House e e-Street.

A partir de janeiro de 2017 até fevereiro de 2018, iniciaram-se testes com os softwares de realidade virtual em pacientes com derrame (AVC -- Acidente Vascular Cerebral), no Hospital de Clínicas da Universidade de Campinas (Unicamp). Eles foram submetidos à terapia convencional associada à realidade virtual, o que motivou o início do estudo em interfaces cérebro-máquina. Também a partir dos testes clínicos, houve a motivação para o desenvolvimento de um novo software para utilização da terapia em espelho, no qual se utilizou um eletromiógrafo portátil, para se reconhecerem os movimentos dos membros superiores e, assim, controlar um avatar virtual.

O trabalho teve, então, a participação do professor Alexandre Fonseca Brandão, doutor em Biotecnologia pelo Centro de Ciência Exatas e de Tecnologia da UFSCar e pesquisador no Instituto de Física da Unicamp e no Instituto Brasileiro de Neurociência e de Neurotecnologia (BRAINN). Ele desenvolveu dois aplicativos de realidade virtual para smartphones: o e-Street, que permite ao usuário explorar virtualmente um ambiente urbano e situações como atravessar ruas; e o e-House, que possibilita caminhar pela área externa de uma casa para treinar prevenção de quedas durante a simulação de subida e descida de escadas.

A iniciativa concorreu ao Prêmio Péter Murányi 2019, edição Ciência & Tecnologia, e foi destacada pela equipe de especialistas que avaliou todos os concorrentes. Para Vera Murányi Kiss, presidente da Fundação Péter Murányi, é importante ajudar na divulgação de trabalhos que tenham impacto positivo e contribuam para a melhora da qualidade de vida da população.

“Recebemos notícias negativas todos os dias, então precisamos fazer um esforço para compartilhar tudo que é feito de forma inovadora para o bem do próximo. Com muito orgulho, nós recebemos, anualmente, trabalhos de grande magnitude e que demonstram o potencial da área de Pesquisa & Desenvolvimento brasileira nos dando esperança de um futuro melhor”, declara Vera.

Sobre o Prêmio Péter Murányi

Direcionado a iniciativas que melhorem a qualidade de vida da sociedade brasileira, o Prêmio Péter Murányi acontece anualmente, alternando os temas "Educação", "Saúde", "Ciência & Tecnologia" e "Alimentação", com entrega de R$ 250 mil, sendo R$ 200 mil ao trabalho vencedor, R$ 30 mil e R$ 20 mil para o segundo e terceiro colocados.

A premiação conta com o apoio da ABC (Academia Brasileira de Ciências), Aciesp (Academia de Ciências do Estado de São Paulo), Anpei (Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras), Aconbras (Associação dos Cônsules no Brasil), CIEE (Centro de Integração Empresa-Escola), CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico), Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) e SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência).