Liderança e hierarquia em hospitais [Infográfico]

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O infográfico abaixo evidencia as melhorias alcançadas por hospitais que exercem uma boa gestão. Um dado interessante mostra que para cada um ponto de melhora em avaliação de gestão de hospitais, há um decréscimo de 6% a 7% na taxa de mortalidade hospitalar por infarto agudo do miocárdio (IAM) no período de 30 dias após a internação.

Leia Mais: Credibilidade dos líderes das Melhores Empresas para Trabalhar na Saúde [Infográfico]

Melhores Empresas para Trabalhar na Saúde e seu líder [Infográfico]

Farmacêuticas destacam-se em Imparcialidade do Líder [Infográfico]

O primeiro bloco do infográfico mostra também que hospitais com boa gestão são mais propensos a adotar boas práticas clínicas; hospitais de maior porte costumam atrair mais talentos e performar melhor, assim como quando os gerentes têm autonomia pata tomar decisões; entre outros.

Formação Profissional

As disciplinas de maior grau acadêmico mais frequentes entre os líderes da saúde são enfermagem (22%), negócios (20%), administração de saúde (16%), Comunicações (13%) e Marketing (13%).

CEOs e Executivos

As mulheres compreendem 73% da gestão dos serviços médicos e de saúde, no entanto apenas 18% de CEOs de hospitais são mulheres, indicando ainda uma enorme disparidade de gêneros quanto à liderança no setor. Outro dado interessante é que 66% dos CEOs contratados em 2014  tinham uma estimativa de pouca ou nenhuma experiência na área da saúde.

Confira os dados sobre líderes e a hierarquia em hospitais:

Leadership_and_Hierarchy Fonte: Norwich University

Como pensa a força de trabalho do futuro?

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Criar uma força de trabalho fiel é um desafio e tanto para o universo empresarial. Cada vez mais as empresas estão tentando entender como engajar o colaborador. O infográfico abaixo, produzido pela Polycom, pode ajudar nesse caminho, pois traz alguns valores dessa geração que se consolida no mercado atual.

Autonomia e flexibilidade aparecem como valores essenciais, acima da remuneração financeira.

força-de-trabalho-futuro Fonte: Polycom

Geografia da Saúde: Como utilizar?

No início da minha graduação, em um dos primeiros trabalhos de campo, no ponto de parada de Santa Gertrudes, interior de São Paulo, a Profa. Dra. Sandra Pitton, expôs o seguinte cenário: O município apresentava altas incidências de doenças respiratórias e, como tal fenômeno, se relaciona com as atividades econômicas do mesmo, vista que estava no Polo Cerâmico. Foi a descoberta da Geografia da Saúde, pelo menos para mim.

Integrando dados de visitas in loco e de bases governamentais, variáveis físicas, sociais, ambientais e políticas, utilizando metodologias de análise e tendo os mapas não apenas como uma imagem de apoio, mas como meio para o entendimento integrado, pode-se não só descrever ou entender um fenômeno, mas possibilitar que pessoas, empresas e os gestores públicos tomem decisões que alterem a vida – e sua qualidade – como a poluição por particulados da indústria ceramista.

Este olhar geográfico, o qual a professora sempre dizia que iríamos desenvolver ao longo do curso, não é algo intangível, mas que pode se explicar, por exemplo, com o subtítulo de um dos livros que conta uma história real que “mudou o destino de nossas metrópoles”. O livro ao qual me refiro é “O Mapa Fantasma” (Steven Johnson, 2006) que narra o surto de cólera em Londres em 1854; um surto que levou à morte mais de 600 pessoas em poucas semanas, mas que com visão à frente de seu tempo, um médico, John Snow, além de a interromper, trouxe luz à problemas – e ações de intervenção no território – que levaram à novas formas de se pensar a organização dos espaços e serviços públicos, como a distribuição de água e coleta de esgoto.

Naquele momento, em que os métodos de saúde eram precários, Snow (sem suporte da teoria microbiana, desenvolvida alguns anos mais tarde) não conseguia sustentar evidências que as mortes em Londres, por seguidos surtos de cólera, eram causadas por poluentes no ar. Munindo-se de observações de campo, técnicas estatísticas e análises espaciais, ele pôde correlacionar o maior número de mortes em uma região específica do distrito de Soho pelo uso de água contaminada, servida pela bomba d’água da Broad Street (antiga Broadwick).

Mesmo com manifestações populares contra a interrupção no fornecimento de água e indo de encontro ao status quo científico e religioso, as observações, análises, relatórios e ação colocada em prática foram corroborados com a diminuição, em poucas semanas, das mortes e fim do surto, comprovando a relação entre esta, a localização do fornecimento de água e os consumidores. Observação, campo, dados, análise, integração e painéis de decisão: assim foi o case de 162 anos atrás. Por que nossos gestores – e até especialistas – ainda estão distantes destas aplicações?

Por meio diversas fontes e naturezas de dados, como os sistemas dos órgãos municipais, que alimentam bases governamentais, como o DataSUS no caso da saúde, entendimento local com agentes em campo, informações atualizadas permanentemente pela população, mídias sociais, pode-se revelar padrões e nuances dos fenômenos sócio espaciais que são invisíveis mesmo aos olhos mais treinados, mas que por meio de integração de pessoas e sistemas, mapas, apps, ferramentas de suporte à tomada de decisão, em ambiente colaborativo e acessíveis aos níveis técnicos, gerenciais, de planejamento, executivo e político, estão disponíveis hoje para melhoria em múltiplas dimensões, incluindo ajustes fiscais e financeiros, com uso racional dos recursos.

John Snow, considerado o pai da epidemiologia moderna, do Geoprocessamento, dos infográficos e do avanço da Geografia Médica e o desenvolvimento da Geografia da Saúde, esta com maior preocupação com serviços sanitários, níveis de saúde e variáveis ambientais, e inserção política e social relacionada à Saúde Pública, nos chama novamente atenção: mais que um governo pensar um sistema ou projeto específico para a dengue e seu combate no curto prazo (ou qualquer outra doença), por que não implantar uma visão integradora, em que as diversas secretarias criam e acessam dados, possuem dispositivos de planejamento e gestão com protagonismo da sociedade, e em que o Prefeito e seus secretários, por exemplo, podem acompanhar painéis de análise e decisão, trazendo seus sistemas especialistas, ERPs, imagens e mapas não como o produto final, mas como um meio para o entendimento do território e a tomada de decisão e sua consequente intervenção? A decisão para o fim do surto de falta de informações, transparência e decisões é nossa.

*O Geógrafo Abimael Cereda Junior, Gestor de Educação da Imagem, é especialista em Geoprocessamento e Mestre e Doutor em Engenharia Urbana, tem como área de pesquisa e atuação o uso de Inteligência Geográfica na Educação, bem como o desenvolvimento e aplicação de métodos e técnicas para análise espacial de dados geográficos.

Sobre a Imagem

Entender onde e como cada fenômeno interage com os demais é fundamental para permitir que as pessoas, empresas e governos consigam dar respostas rápidas e tomar decisões corretas. A chave para esta compreensão do mundo é a Inteligência Geográfica. Esta é a filosofia da Imagem, empresa brasileira de Soluções de Inteligência Geográfica fundada em 1986 e distribuidora oficial da Esri no Brasil.

Congresso de Radiologia premia 2 trabalhos científicos do Delboni

Durante o Encontro Anual da Sociedade de Radiologia da América do Norte, o RSNA. dois trabalhos científicos do Delboni Medicina Diagnóstica foram premiados. Considerado o maior evento de radiologia do mundo por reunir respeitados especialistas da área e agregar conteúdo científico, o RSNA foi realizado em Chicago, em dezembro do ano passado.

Os trabalhos do Delboni que foram reconhecidos pertencem à especialidade de Musculoesquelético. O primeiro deles, cujo título foi “Tendões, enteses e ambiente peritendíneo na ressonância magnética de alta resolução: quais resultados podem prever os sintomas? Quais são assintomáticos? Quais são armadilhas ou variantes normais?”, foi elaborado por uma equipe composta pelos especialistas: Carlos Longo, Eric Bimbato, Hamilton Guidorizzi, André Aihara, Fabiano Cardoso, Bruna Aburjeli, Paula Musa Aguiar, Marcelo Espírito Santo, Juliana S. Goncalves e Ana Laura G. Palma. O trabalho abordou a revisão por imagens de alta resolução.

Já o segundo trabalho premiado, sob o título “Miosite ossificante, o grande sabotador: Principais descobertas para evitar erros de diagnóstico”, teve como objetivo caracterizar os achados de imagem da doença durante suas diferentes fases, apontando as principais conclusões para ajudar a fazer o diagnóstico, ilustrando os principais diagnósticos diferenciais, de acordo com seus estágios. Os médicos que assinaram o trabalho foram Ana Laura Palma, Eric Bimbato, Bruna Aburjeli, Paula Musa Aguiar, Marcelo Espírito Santo, Juliana Goncalves, Fabiano Cardoso, Andre Aihara, Hamilton Guidorizzi e Carlos Longo.

Segundo o diretor médico executivo, Emerson Gasparetto, o investimento em ciência, conhecimento e tecnologia é uma premissa da marca. “Estamos muito orgulhosos por contar com um corpo clínico tão respeitado, capaz de gerar conteúdo científico relevante à comunidade médica mundial. Esses prêmios são chancelas importantes que provam a verdadeira transformação pela qual vem passando a marca nos últimos anos”, afirma Gasparetto.

Capital estrangeiro na Saúde [Infográfico]

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Aprovada em janeiro de 2015 (alterada lei 8.080/90 art. 23), a emenda que permite investimentos estrangeiros na Saúde brasileira cria a expectativa de melhora no setor para os pacientes, assim como para a governança empresarial e e adoção de novas tecnologias.

Leia Mais: Especial Capital Estrangeiro na Saúde

Levando em conta que 10,2% do PIB brasileiro é representado pelo setor de saúde e que este está crescendo, pode-se esperar grandes oportunidades advindas de investimentos estrangeiros.

Veja o cenário da saúde brasileira antes da aprovação da emenda:

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Em meio a este cenário, hospitais não têm conseguido suprir a demanda dos usuários devido a fatores como: aumento da população idosa, taxas crescentes de ocupação de hospitais, períodos mais longos de internação de estadia e aumento da incidência de doenças crônicas. O Brasil possui um total de 450 mil leitos hospitalares, dos quais 64% são privados e 36% são públicos.

Ambos os setores, privado e público, têm interesse em ampliar a colaboração através de PPPs (Parcerias Público-Privadas). Com a nova mudança regulatória, prospecta-se oportunidades de investimento inéditas no setor de saúde na abordagem das consolidações, no fornecimento de tecnologias e serviços médicos avançados. Os planos de saúde já estão presenciando as mudanças da emenda através da aquisição de empresas como a Amil pela americana United Health e da Intermédica pela Bain Capital.

A partir desses questionamentos sobre o futuro da saúde, uma pesquisa eletrônica elaborada pela KPMG, realizada em janeiro de 2015, coletou a resposta de executivos da saúde, investidores em saúde e autoridades governamentais  mostrando a visão dos entrevistados em relação ao impactos da liberação de investimento de capital estrangeiro na saúde:

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As respostas da pesquisa traçam as expectativas e possíveis desencadeamentos a partir do capital estrangeiro na saúde, mas qual terá sido o seu impacto no setor daqui a dez anos? Para responder essa pergunta, a mestranda Diana Jardim elaborou um questionário colaborativo para profissionais que atuam no mercado hospitalar a fim de guiar sua tese de mestrado.

São 21 perguntas que levam em torno de 15 minutos para serem respondidas. O público alvo são todos profissionais que atuam no mercado hospitalar brasileiro. Se você deixar o seu contato no final da pesquisa, receberá a íntegra da análise a partir de abril.

RESPONDA AQUI

*O questionário que segue faz parte da dissertação do Mestrado Profissional em Gestão e Negócios, realizado pela Unisinos (Universidade do Vale do Rio dos Sinos, Porto Alegre – RS) em parceria com a Universidade de Poitiers (França).

Contato:

Diana Indiara Ferreira Jardim é a mestranda responsável por esta pesquisa.

E-mail indiara@yahoo.com / http://lattes.cnpq.br/9313523636799086

*Com informações de pesquisa da KPMG em 2015.

Museu Dr. Guislain e Janssen Research & Development, LLC lançam chamado internacional para indicações ao prêmio Dr. Guislain "Rompendo as correntes do estigma" de 2016

GANTE, Bélgica, 3 de février de 2016 /PRNewswire/ -- O Museu Dr. Guislain em Gante, Bélgica, e a Janssen Research & Development, LLC ("Janssen"), anunciaram hoje a abertura do chamado para o período de indicações para o quinto prêmio anual Dr. Guislain "Rompendo as correntes do estigma". O prêmio homenageia um indivíduo, projeto ou organização que tenha feito uma contribuição excepcional para reduzir o estigma associado a doenças mentais. As indicações de pessoas e organizações do mundo todo podem ser enviadas pelo site www.drguislainaward.org e serão aceitas até 31 de março de 2016. O prêmio de US$ 50.000 será concedido ao indivíduo ou grupo que receber o prêmio, que deve ser usado no trabalho para reduzir o estigma social das doenças mentais.

"Devido à generalização do estigma sobre a saúde mental na sociedade global, é essencial homenagear aqueles que lutam para erradicar as percepções negativas de pessoas com doenças mentais", afirmou o Irmão René Stockman, diretor geral do Museu Dr. Guislain. "Garantir a inclusão e a igualdade foram os pilares do trabalho do Dr. Guislain. Temos orgulho de dar continuidade ao seu legado, reconhecendo aqueles que defendem as pessoas com doenças mentais, pois elas representam um grupo que, normalmente, não é capaz de se defender sozinho".

O indivíduo, projeto ou organização vencedor será escolhido por um comitê independente composto por defensores internacionais e autoridades renomadas da área de saúde mental, e será homenageado em uma cerimônia que ocorrerá no dia 10 de outubro de 2016, o Dia Mundial da Saúde Mental, na cidade de Nova York.

No ano passado, Janos Marton, Ph.D., diretor do The Living Museum no Queens, Nova York, foi o vencedor do prêmio Dr. Guislain de 2015, por seus esforços extraordinários e por sua habilidade de desenvolver a criatividade em indivíduos com doenças mentais, e por estabelecer uma comunidade artística inovadora e próspera dentro de um ambiente de cuidados com a saúde mental.

"A Janssen possui um longo histórico e o profundo compromisso de ajudar pessoas com doenças mentais e neurológicas", afirmou Husseini K. Manji, MD, diretor da área terapêutica global de neurociência da Janssen Research & Development, LLC. "Nossa principal meta é transformar a vida de todos os pacientes com doença mental, e isso impulsiona nosso esforço para reconhecer pessoas do mundo todo que fazem a diferença para derrubar o estigma."

A Janssen tem o compromisso contínuo de promover a pesquisa neurocientífica, um legado que vem desde o trabalho do Dr. Paul Janssen (1926-2003). O "Dr. Paul" é conhecido como um dos médicos e pesquisadores farmacêuticos mais habilidosos e apaixonados do século XX. Para homenagear seu legado, a Janssen apoia a comunidade de saúde mental e várias organizações e projetos de defesa. Em 2011, a Janssen Pharmaceutical Companies da Johnson & Johnson lançou Mentes saudáveis, uma iniciativa abrangente cujo objetivo é estimular a colaboração entre parceiros de biotecnologia, farmacêuticos e do setor público para acelerar a descoberta de novas soluções terapêuticas para doenças e distúrbios cerebrais.

Sobre o prêmio Dr. Guislain "Rompendo as correntes do estigma"
Indivíduos, organizações e projetos do mundo todo que contribuíram de maneira excepcional para lidar com ou promover a conscientização sobre os cuidados com a saúde mental estão qualificados* para receber o prêmio Dr. Guislain "Rompendo as correntes do estigma". O prêmio é concedido a um indivíduo ou indivíduos, organização ou projeto que:

  • tenha feito uma contribuição excepcional à saúde mental no sentido mais amplo em um nível cultural e/ou social;
  • tenha proporcionado uma verdadeira contribuição para diminuir o estigma em torno dos problemas de saúde mental;
  • tenha promovido a atenção aos cuidados com a saúde mental;
  • e tenha feito tudo isso com paixão, criatividade e inovação.

O prêmio Dr. Guislain "Rompendo as correntes do estigma" homenageia o Dr. Joseph Guislain (1797-1860), um ativista em defesa de pacientes com doenças mentais e o primeiro psiquiatra belga a oferecer um tratamento com base científica para esses indivíduos. Como um defensor apaixonado das pessoas com doenças mentais, o Dr. Guislain trabalhou incansavelmente para lutar pelos direitos dos pacientes e para ajudar a melhorar sua posição social. O Museu Dr. Guislain e a Janssen patrocinam o prêmio em conjunto, com financiamento concedido pela Janssen. Ambas as organizações têm uma herança rica e um envolvimento de longa data no campo da pesquisa, tratamento e educação sobre doenças mentais.

Sobre o Museu Dr. Guislain
O Museu Dr. Guislain foi fundado em 1986 em Gante, Bélgica, e conta com exposições permanentes sobre a história da psiquiatria e arte independente, além de uma série de exposições temáticas temporárias. O museu dispõe de várias fotografias psiquiátricas, dois séculos de arquivos abrangentes e uma ampla biblioteca que narra a história da psiquiatria. De maneira abrangente, o museu procura educar o público e acabar com o mal entendido e os preconceitos associados ao tratamento de doenças mentais. O Museu Dr. Guislain recebe 72.000 visitantes por ano.

*Funcionários e executivos da Johnson & Johnson, da Janssen Research & Development, LLC, e de suas respectivas afiliadas e subsidiárias, do Museu Dr. Guislain, de quaisquer agências promocionais e membros da familia imediata ou agregados não estão qualificados para participar do prêmio Dr. Guislain como nomeadores, candidatos ao prêmio ou juízes. Membros da família imediata são definidos como um parente, irmão ou qualquer pessoa que resida na mesma casa do funcionário.

Contato:
Patrick Allegaert
Museu Dr. Guislain
+32 9 216 35 95
allegaert.patrick@gmail.com

Yoon Hee Lamot
Museu Dr. Guislain
+32 9 216 35 36
y.lamot@museumdrguislain.be

FONTE Dr. Guislain Museum

Exame automatizado da NEUMANN Diagnostics para detectar o câncer cervical atinge precisão excepcional

BUDAPESTE, Hungria, 3 de fevereiro de 2016 /PRNewswire/ -- A NEUMANN Diagnostics Ltd., que desenvolve ensaios moleculares, apresentou hoje o CONFIDENCETM, seu portfólio de testes moleculares que estabelece um novo padrão na detecção do câncer cervical. 

(Logo: http://photos.prnewswire.com/prnh/20160128/326990LOGO)

(Foto: http://photos.prnewswire.com/prnh/20160128/326991)

O exame apresentou precisão superior, fornecendo um nível altíssimo de sensibilidade sem comprometer a especificidade. Em mulheres HIV positivo de 25 anos de idade ou mais, a sensibilidade para displasia cervical grave ou pior estado inicial foi de 91,94% (IC95%: 82,17-97,33), ao passo que a especificidade no mesmo grupo foi de 74,35% (IC95%: 71,78-76,81).

O portfólio do exame CONFIDENCETM (composto de um exame de Papiloma Vírus (HPV) e um biomarcador epigenético) foi avaliado em um ensaio clínico multicêntrico que englobou mais de 7.000 amostras cervicais coletadas de mais de 6.000 mulheres. Esse ensaio clínico faz com que o biomarcador CONFIDENCETM seja o biomarcador epigenético de maior validação para o diagnóstico do câncer cervical.   

"Estamos extremamente satisfeitos com os resultados do estudo. Esse é o primeiro método de detecção de alta precisão no mundo, com uma avaliação totalmente automatizada", disse Miklós Nyíri, diretor geral da NEUMANN. 

A NEUMANN pretende inicialmente introduzir o exame para complementar os exames atuais de detecção. Seu exame de biomarcador pode contribuir para aumentar significativamente a sensibilidade do exame Papanicolau sem afetar a especificidade.  

"Nossa maior necessidade atualmente é aumentar a sensibilidade do atual sistema de detecção e encontrar mulheres que precisem de tratamento o mais cedo possível", disse Nyíri. "Recomendamos usar os exames CONFIDENCETM em todas as amostras que ainda não tiveram um diagnóstico de displasia grave – pois pode haver uma doença subjacente ainda não  detectada." 

No ensaio clínico, os exames CONFIDENCETM descobriram casos graves até doze meses antes que o exame Papanicolau.

Nos casos em que não se detectar nenhum sinal de malignidade por meio dos métodos convencionais, o exame da NEUMANN, que possui algoritmo de uso exclusivo, poderá estabelecer o risco individual de cada mulher para o pré-câncer ou câncer cervical. 

Um dos primeiros clientes a comprar a tecnologia de diagnóstico de HPV da NEUMANN foi o Synlab GenoID Molecular Laboratory, que é parte do Synlab Group, maior rede de laboratórios do mundo. 

O objetivo da NEUMANN é provar que seu método pode ser uma solução completa para a detecção do câncer cervical em qualquer ambiente, inclusive em países em desenvolvimento onde não exista citopatologia. 

Sobre a NEUMANN  

A NEUMANN desenvolve sistemas automatizados para exames de diagnóstico para detecção do câncer e doenças sexualmente transmissíveis. A  X-Ventures Beta Venture Capital Fund detém a propriedade majoritária da empresa, cofinanciada por investidores privados húngaros e o EIB (Banco Europeu de Investimento) no programa de recursos europeus conjuntos destinados às empresas de micro a média dimensão (Jeremie).  

http://www.neumanndx.com

Sra. Anna Faludi
e-mail: anna.faludi@x-ventures.hu
tel: +36-70-454-3254

FONTE NEUMANN

PharmaCielo solicita licenças para cultivar e processar extratos de cannabis em nível medicinal na Colômbia

TORONTO, 3 de fevereiro de 2016 /PRNewswire/ -- A PharmaCielo Ltd. anunciou hoje que sua subsidiária integral com sede em Rio Negro, Colômbia, a PharmaCielo Colombia Holdings S.A.S., enviou sua solicitação formal ao Ministério da Saúde e a Conselho Nacional de Drogras para se tornar uma cultivadora e processadora licenciada de extratos de óleo de cannabis em nível medicinal, com planos para solicitar uma licença adicional para exportação no futuro próximo.

O anúncio vem após o Presidente Juan Manuel Santos ter assinado o Decreto regulatório 2467, em 22 de dezembro de 2015, estabelecendo uma estrutura de licenciamento para o cultivo, processamento, pesquisa e desenvolvimento, e exportação de derivados da cannabis para fins médicos e científicos.

"Nossa meta é nos tornarmos a principal fornecedora mundial extratos de óleo de cannabis em nível medicinal de alta qualidade e não há melhor lugar para isso que a Colômbia", declarou Jon Ruiz, diretor e CEO da PharmaCielo Ltd. "A localização equatorial do país, sua grande quantidade de microclimas ideais deixa pouco espaço para duvidar que a Colômbia desempenhará um papel imponente nesta indústria internacional de rápido desenvolvimento."

A Colômbia é, sem dúvida, o país mais economicamente vantajoso do mundo quando se trata da produção de grandes volumes de cannabis de alta qualidade e baixo custo, baseado em grande parte em sua expertise na indústria de flores, força de trabalho hábil e instruída, condições ambientais e apoio governamental.

"As ações do Governo da Colômbia demonstram não somente seu compromisso determinado ao desenvolvimento da economia colombiana, mas também à segurança e bem-estar do povo da Colômbia", declarou o Sr. Ruiz. "Gostaríamos muito de fazer parte desse novo setor econômico e cremos que, com nosso plano de negócios, seremos um parceiro responsável para o governo."

O Ministério da Saúde e o Conselho Nacional de Drogas analisará as solicitações para as licenças de cultivo e processamento. A PharmaCielo Ltd. aguarda com expectativa as próximas etapas, e prevê ter mais anúncios nos próximos meses.

Sobre a PharmaCielo:

A PharmaCielo Ltd. é uma emprega privada com sede no Canadá, com poco em processamento e fornecimento de extratos de óleo de cannabis em nível medicinal totalmente natural e produtos relacionados a grandes canais de distribuidores de produtos padronizados de cannabis para fins medicinais, produtores de bens acabados, organizações de pesquisa e companhias farmacêuticas.

O conselho diretor e a equipe executiva da PharmaCielo Ltd é compreendido por um grupo de executivos de negócios internacionais e especialistas com expertise em segurança, qualidade e crescimento de planta, a fim de garantir sucesso de longo prazo. A equipe reconheceu o papel significativo que a localização ideal da Colômbia desempenharia no desenvolvimento de um negócio sustentável na indústria medicinal da cannabis, e projetou um sólido plano de negócios focado no fornecimento para o mercado médico internacional.

A PharmaCielo Colombia Holdings S.A.S é uma subsidiária integral da PharmaCielo Ltd., com sede em Rio Negro, Colômbia.

www.pharmacielo.com; Relações com a imprensa: David Gordon, Tel: +647 259 3258, david.gordon@cohnwolfe.ca; Consultas de investidores: info@pharmacielo.com

FONTE PharmaCielo

MV fornece acesso a dados do Cartão Nacional de Saúde

Para facilitar o cadastro de pacientes em hospitais, unidades de pronto atendimento, clínicas e laboratórios e, com isso, proporcionar diminuição de filas de espera e agilizar atendimentos, a MV garante acesso ao Cartão Nacional de Saúde (CNS).

O recurso disponível no SOUL MV, a partir deste mês, facilita a clientes, públicos e privados, acesso rápido à base de dados nacional do Ministério da Saúde. Ao dar entrada numa instituição, o paciente pode informar o CPF ou o número do CNS para que dados pessoais (data de nascimento, nome dos pais, tipo sanguíneo, sexo, endereço, contatos, entre outros) sejam diretamente transferidos para a base cadastral do sistema MV. Sendo paciente SUS, convênio ou particular, a consulta também pode ser efetuada informando apenas o nome.

De acordo com Ubirajara Maia, diretor corporativo de Sistemas da MV, isso representa um ganho substancial no processo de identificação do paciente no primeiro atendimento. E, além de eliminar os cadastros manuais, ainda garante maior confiabilidade aos dados e diminui a possibilidade de rejeição das contas de atendimento SUS devido à existência de dados incorretos do paciente.

Sobre a MV

Tendo como principal atividade o desenvolvimento de softwares, complementado por serviços de consultoria, a empresa fornece soluções que atendem a hospitais, operadoras de planos de saúde, centros de medicina diagnóstica e toda a rede de saúde pública, incluindo a gestão de unidades, atenção primária, complexo regulador, assistência farmacêutica e transporte sanitário.

Startups constroem a era da saúde digital

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A febre de startups de saúde, bastante alta nos EUA e em alguns países europeus, chega aos poucos também no Brasil. Essas empresas nascem e trazem novas soluções para o setor – como aplicativos e outras ferramentas com o intuito de ajudar na gestão das instituições, nos processos, na comunicação entre os profissionais, na relação médico-paciente e por aí vai.

Grande parte desses novos entrantes é composto por jovens empreendedores, que já pensam e se comportam a partir da era digital. Eles têm enfrentado dificuldades, afinal, são os verdadeiros agentes dessa transição. Entretanto já começam a despertar o apoio de instituições tradicionais – como o Hospital das Clínicas de São Paulo – que não querem ficar de fora desse futuro.

Este foi o contexto do eHealthSummit 2016 juntamente com o Demo Day de startups de saúde, organizado pela aceleradora Berrini Ventures, em parceria com a consultoria Syte e apoio do Inrad – HCFMUSP, na manhã desta última segunda-feira (01/02).

Antes da apresentação de oito startups e a escolha de duas vencedoras, houve um overview das oportunidades e um painel com representantes de diferentes elos do setor.

De acordo com o consultor da Syte, Justus Wolff, os investimentos em diversos nichos de saúde têm crescido. Em 2015 os investimentos de risco em saúde digital atingiram US$ 4,5 bilhões e cerca de 265 eHealth startups levantaram mais de US$ 2 milhões nos EUA.

As Top 6 categorias para investimento:

-Engajamento do consumidor – US$ 629 mil

-Wearables e biosensores – US$ 499 mil

-Saúde personalizada – US$ 400 mil

-Ferramentas para as fontes pagadoras – US$ 263 mil

-Troca de informações – US$ 236 mil

-Cuidado coordenado – US$ 208 mil

Apesar das tendências positivas, muitos obstáculos foram ressaltados durante o painel de discussão composto por: Marco Menezes, do HC; Jorge Rocha, da Qualicorp; Felipe Rizzo, da GE; Ivan Carlos Pacchioni, da T-Systems; e  Jefferson Fernandes, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz.

Os desafios

-Necessidade de gestor e desenvolvedores e/ou profissionais da TI

-Interoperabilidade entre os sistemas e soluções que aprimoram a gestão, inclusive para a comunicação Provedor x Paciente

-Regulamentação de todo esse universo digital crescente

-Infraestrutura de telecomunicação para acesso à internet no Brasil

-Treinamentos de conscientização para vencer as resistências de médicos e pacientes

-Mais humanização

Caso você não tenha ido, você pode acompanhar na íntegra pelo vídeo abaixo:

https://netshow.me/berrini-ventures/6532-berrini-ventures-demo-day