faz parte da divisão da Informa PLC

Este site é operado por uma empresa ou empresas de propriedade da Informa PLC e todos os direitos autorais residem com eles. A sede da Informa PLC é 5 Howick Place, Londres SW1P 1WG. Registrado na Inglaterra e no País de Gales. Número 8860726.

IBM compra empresa de analytics por US$2,6 bilhões

IBM compra empresa de analytics por US$2,6 bilhões

A IBM anunciou ontem planos de comprar a Truven Health Analytics, por US$2,6 bilhões quarta maior compra focada no Watson Health desde que a unidade foi estabelecida em 2015. Após a compra, a IBM terá investido já mais de US$4 bilhões para adquirir e construir capacidades cognitivas para ajudar profissionais a melhorar desfechos de saúde, controlar custos e avançar com soluções de saúde que entreguem valor.

Através do Watson Health Cloud, segundo release da organização, as instituições de saúde poderão olhar um conjunto de dados, incluindo não-estruturados, e combiná-los para criar insights únicos que ajudam na tomada de decisão.

Com a compra, a IBM passa a ter acesso ao repositório de dados em nuvem da Truven, aos seus 2500 funcionários, 8500 clientes, incluindo agências americanas governamentais, planos de saúde e empresas de biotecnologia.

A Truven já existe há mais de 40 anos e o foco da empresa é entregar informação, ferramentas de analytics, benchmarks, serviços e expertise relacionada à indústria de saúde. Segundo a empresa, eles “colaboram para os consumidores descobrirem oportunidades para a melhoria da qualidade, da eficiência e dos desfechos”.

A experiência com aquisições permite que a IBM consiga integrar todos os dados e fazer com que eles tenham sentido juntos.

Para o Techcrunch, o VP do Watson Health, Anil Jain, comentou que eles estão utilizando os recursos e dados para tornar posível a extração de insights.

A IBM brasileira foi procurada para pronunciamento, mas não está autorizada a conceder entrevistas sobre a compra.

ATUALIZAÇÃO (24/02/2016):

A IBM Brasil concedeu a opinião do Chief Health Officer para a Watson Health: “O plano da IBM de adquirir a Truven Health Analytics é animador porque a empresa possui uma excelente base de dados na nuvem com centenas de diferentes tipos de informações. Esse conjunto de dados agora será incorporado ao Watson Health, incluindo informações clínicas e de engajamento do paciente.  Com o poder dos insights do Watson, vamos traduzir o big data em grandes ideias para agentes chaves do ecossistema da saúde, como médicos, hospitais e empresas de seguro saúde”, disse Kyu Rhee, Chief Health Officer para Watson Health.

5 ferramentas gratuitas para sua instituição fazer marketing digital

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É curioso que justo “em momentos de crise” nos deparemos com empresas realizando suas primeiras contenções de despesas sob a forma de cortes no segmento de marketing. Claro que eliminar supérfluos é indispensável, mas é preciso saber administrar os diferentes cenários sem perder o foco.

Alguns estudos revelam que, contrariamente ao que muitos acham, cortes brutos na publicidade não são a melhor forma de manter a empresa de pé. Pelo contrário, essas ações prejudicam a sua fase de recuperação econômica pois o afastamento, mesmo que temporário do mercado, pode ser decisivo para o tempo de retomada das vendas e lucratividade - tempo esse que a empresa as vezes não dispõe. 

O marketing digital é, então, uma alternativa com diversas variáveis a seu favor, seja em momentos de crise financeira, ou não. Por conta de sua versatilidade, pode alcançar bons resultados, sem altos custos, trabalhando assertivamente em públicos segmentados, interessados e decisivos. Nos tempos atuais é difícil conceber uma empresa que ainda não possui estratégias de marketing online. Se você ainda não tem um perfil digital, deve pensar seriamente em investir nesse segmento.

Conheça melhor o marketing digital.

Um dos grandes diferenciais dessa estratégia é a possibilidade de mensuração dos resultado de forma clara, com as métricas mais precisas. O marketing digital abriu um enorme leque de oportunidades para empreendedores de diversos tamanhos e nichos de todo o mercado. 

Em plena expansão, o meio online ainda é um universo a ser desvendado. Uma série de ferramentas existe para auxiliar os processos de monitoramento, gerenciamento, análise e rastreio, além de contribuírem para tomadas de decisão em momentos estratégicos na criação de seus anúncios.

Você sabia que é possível fazer excelentes campanhas de marketing digital utilizando ferramentas gratuitas?

Nós preparamos uma lista com algumas dessas plataformas para que você possa conhecer um pouco mais sobre esses recursos e ajustar suas estratégias sem significar um alto custo para o seu orçamento. 

1. Google Analytics: É a ferramenta gratuita do Google, de fácil implementação, que permite uma análise mais aprimorada do público que navega no seu site, monitorando suas atividades. Você consegue analisar a idade dos visitantes, gênero e os interesses deles. 

2. Traffic Travis: Você poderá aprender como fazer seu site alcançar o topo das buscas orgânicas no Google. Uma das melhores ferramentas para aprender os conceitos básicos de SEO e aplicá-los com facilidade. Para maiores especificações, o software apresenta-se, também, em uma versão paga com algumas funcionalidades mais complexas. 

3. Mailchimp: É uma excelente ferramenta para o disparo de email marketing. Bastante intuitivo e de fácil utilização, o MailChimp ajuda na construção de uma newsletter profissional por meio de diversos templates e permite o disparo gratuito de até 2.000 emails. Além disso, permite que mensalmente você adicione ao seu mailing 2 mil novos contatos. 

4. Survey Monkey: Para dar os próximos passos com segurança, você precisa ter um feedback do seu público, entender suas necessidades e carências. Essa ferramenta permite fazer pesquisas online por meio de questionários com até 100 perguntas gratuitas. 

5. Canva: Essa é uma ferramenta gratuita feita para a criação de layouts . Além de ser fácil e intuitiva, o Canva oferece uma série de cursos online que ajudam pessoas leigas a entenderem melhor o processo de criação.

Imagem: Aproveite para aliar ferramentas grátis com uma estratégia digital sob medida. Faça um diagnóstico de sua presença na internet sem compromisso.

Por que você tem que estar nas Redes Sociais?

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Os números relacionados ao ambiente digital crescem todos os dias e por isso todas as empresas, grandes ou pequenas, estão de olho no marketing digital.

  • 66% dos internautas usam dispositivos móveis*
  • 71% dos usuários acessam a internet por computadores ou notebooks*
  • 92% dos internautas estão conectados por meio de redes sociais - Facebook (83%), Whatsapp (58%) e Youtube (17%)*
  • 88% das marcas estarão presentes nas redes sociais de todo o mundo no próximo ano**

Os dados acima comprovam algo que você provavelmente já pensou: é preciso estar na internet e nas redes sociais. E não pense que muitos likes na sua FanPage do Facebook  sejam sinônimo de sucesso. A ordem do marketing digital é engajar e fidelizar seu público, sendo que para isso é necessário criar conteúdos  originais, relevantes e interessantes.

Entenda como funciona o marketing digital.

O conteúdo e a facilidade de navegação mobile são tão importantes que os buscadores, como o Google, e as redes sociais, como Facebook, atualizam-se constantemente voltando suas estratégias para oferecer assuntos relevantes e pertinentes a um público segmentado.

As redes sociais ajustam seus algoritmos restringindo o alcance de publicações sem investimento financeiro, especialmente no Facebook e LinkedIn. Mas um conteúdo bem feito, interessante e que converse com o seu perfil de consumidor poderá ser difundido de forma orgânica, ganhando ainda mais relevância para leitores, ferramentas de busca e até algoritmos sociais.

Portanto, é preciso estar onde os consumidores estão com itens básicos para uma boa estratégia digital como: site otimizado para mobile, presença nas redes sociais e geração de conteúdo de forma regular, original e atenta à ética.

*Pesquisa Brasileira de Mídia 2015” (PBM 2015)

**Estudo realizado pela eMarketer

Custo assistencial das operadoras cresceu 53% em cinco anos

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Percentual foi registrado em operadoras de autogestão; Maior utilização em procedimentos ambulatoriais e internações são as principais causas

A variação do custo assistencial das operadoras de autogestão foi de 53,2% no período de 2014 a 2010, de acordo com pesquisa realizada pela UNIDAS – União Nacional das Instituições de Autogestão em Saúde, que analisou as contas de 57 operadoras. Apesar da sinistralidade ter um comportamento estável, os custos dos serviços de saúde têm apresentado evolução crescente, superior aos índices de inflação geral.

Em 2014, o custo médio anual, por beneficiário, foi de R$ 3.690,71. Em 2010, esse valor era de R$ 2.408,79, aumento de 53%. As internações hospitalares cresceram 45% no mesmo período analisado. Passou de R$ 8.402,95 para 12.167,33. “A maior utilização em procedimentos ambulatoriais e o tempo mais elevado de permanência hospitalar dos aposentados e agregados nas internações impacta nos custos assistenciais destes grupos, cuja média etária é mais elevada quando comparada aos ativos”, explica João Paulo dos Reis Neto, diretor técnico da entidade.

O número de idosos, acima de 60 anos, no segmento de autogestão é o dobro da média geral da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e dos outros segmentos de saúde – medicina de grupo, cooperativas e seguradoras. Representam 24%, totalizando mais de 835 mil indivíduos. “O cenário em que vive a autogestão já é o que a Organização Mundial da Saúde (OMS) espera para o Brasil em 2050, quando a população idosa brasileira passará de 7,8% para 23,6%, se comparada a evolução dos anos de 2000 a 2050”, explica Neto.

“A UNIDAS tem participado de grupos de trabalho para discutir as melhores práticas do mercado. É necessário rever alguns aspectos primordiais no sistema de saúde, como novos modelos de remuneração, programas de prevenção e a participação do beneficiário no custeio do plano. Algumas operadoras de autogestão já trabalham com a coparticipação”, conclui.

Merck oferece destaque à saúde e ao bem-estar das mulheres

DARMSTADT, Alemanha, 22 de fevereiro de 2016 /PRNewswire/ --

  • A divisão Consumer Health da Merck assume papel de liderança para enfrentar os desafios relativos à saúde e ao bem-estar das mulheres ao redor do mundo 
  • Especialistas do mundo inteiro se juntam ao debate sobre as melhores maneiras de acabar com a disparidade entre a visão futura e a realidade atual
  • O estudo global da Economist Intelligence Unit, patrocinado pela Consumer Health da Merck, mostra que os grupos de interesse lutam para promover a expansão do bem-estar além da saúde

A Merck, empresa líder em ciência e tecnologia, assumiu hoje um papel de liderança para enfrentar os desafios relativos à saúde e o bem-estar das mulheres de diferentes culturas e em diferentes fases da vida. Na sede global da empresa em Darmstadt, na Alemanha, aconteceu hoje o "Global Consumer Health Debate 2016", um painel internacional com acadêmicos, especialistas em saúde pública, líderes de ONGs e especialistas do setor, que discutiram com executivos seniores da Merck a melhor maneira de eliminar a disparidade entre a visão futura e a realidade atual da saúde e do bem-estar das mulheres nos países do mundo inteiro.

(Logo : http://photos.prnewswire.com/prnh/20160202/328976LOGO )

(Foto : http://photos.prnewswire.com/prnh/20160218/334624 )

Belén Garijo, membro do conselho executivo da Merck e CEO de saúde, disse: "A saúde e o bem-estar das mulheres estão no centro das prioridades estratégicas da Merck relativas à saúde. Como uma importante provedora de produtos e serviços para a saúde, patrocinamos várias iniciativas de responsabilidade corporativa com o objetivo de proteger e melhorar a saúde de nossas funcionárias, e também participamos ativamente de parcerias público-privadas no mundo inteiro que visam atender as necessidades de saúde das mulheres nos países desenvolvidos e em desenvolvimento" .

A base para o debate de hoje foi a pesquisa (white paper) da Economist Intelligence Unit (EIU), patrocinado pela divisão Consumer Health da Merck, sobre "Saúde e Bem-Estar da Mulher: Definições e Práticas em Desenvolvimento". Os resultados desta pesquisa, centrada nas mulheres, com especialistas no assunto e autoridades da área de saúde pública na Índia, México, Brasil, França e Alemanha, foram apresentados pela primeira vez hoje.

Uta Kemmerich-Keil, CEO e presidente da divisão Consumer Health da Merck disse: "No mundo todo, as mulheres estão tomando medidas significativas para progredir em suas vidas; e garantir saúde e bem-estar é o objetivo disso. Elas têm grande chance de viver até os 100 anos, pretendem viver todos os anos ao máximo e com saúde boa e bem-estar. Curiosamente, as mulheres em todo o mundo são muitas vezes as responsáveis pela saúde e pelo bem-estar de suas próprias famílias; e elas ensinam sobre este tema às suas famílias. As mulheres também representam a maioria dos profissionais com cargos na área de saúde, logo elas exercem um efeito maior na melhoria da saúde e do bem-estar em nossas sociedades. No entanto, existem barreiras significativas ao acesso das mulheres a serviços de saúde e bem-estar, o que pode ocasionar profundas consequências para elas; como, por exemplo, na produtividade e qualidade de vida. Isto é o que o nosso debate deseja tratar, esperando que os grupos de interesse em todo o mundo comecem a procurar por abordagens mais integradas e soluções sustentáveis".

Presente no evento e também comentando sobre este problema, Katja Iversen, CEO da Women Deliver, uma organização não governamental de ação global sediada nos EUA, disse: "As últimas duas décadas mostraram que vale a pena investir na saúde e no bem-estar das mulheres. Vimos grandes melhorias em algumas áreas, principalmente em termos de erradicar doenças, mas também na melhora de oportunidades para as mulheres e na garantia de um sentido de realização e satisfação com a vida. No entanto, os desafios permanecem e o progresso tem sido desigual entre as regiões e países, como mostram os dados divulgados hoje".

Angela Spatharou, sócia e especialista em saúde para América Latina da McKinsey & Company do México, reconheceu que a indústria tem um papel decisivo a desempenhar para acabar com a disparidade entre o desejo das mulheres de melhorar seu bem-estar e suas experiências de vida real, o que foi apontado no relatório da EIU como oferecer acesso a melhores serviços, produtos e informações. Alexandra Wyke, CEO da PatientView, acrescentou que também é fundamental que tanto a saúde pública como o setor privado centrem-se mais no que as mulheres realmente desejam em relação à sua saúde e bem-estar.

Sanghita Bhattacharyya, especialista sênior em saúde pública da Public Health Foundation da Índia, disse o seguinte durante o evento de hoje: "Tirando uma elite restrita, há poucos sinais na Índia de que as mulheres estão se tornando mais ativas no controle da sua saúde e bem-estar. A política de saúde pública tem dado pouca atenção ao bem-estar das mulheres depois dos seus anos férteis. Isto em si é uma manifestação de expectativas de gênero, onde até mesmo os tomadores de decisões não veem as mulheres além de seus papéis como mães e cuidadoras".

Oferecendo ao debate uma visão europeia, a Professora e Doutora Hilke Brockmann da Universidade Jacobs de Bremen na Alemanha, explicou: "A questão-chave abordada pelo relatório da EIU é como abordar a natureza subjetiva e objetiva do bem-estar. A solução reside em uma nova maneira de comparar o bem-estar entre as fases da vida e culturas, tendo em conta que o conceito de bem-estar, às vezes, como mostrado pelo relatório da EIU, se baseia mais na percepção do que em fatores precisos".

Concluindo o debate, Uta Kemmerich-Keil disse: "O estudo da EIU fornece uma validação extremamente significativa e com base em evidências para a necessidade de se fazer mais para preencher as disparidades que existem entre a situação em que deveriam se encontrar a saúde e o bem-estar das mulheres e a situação em que elas se encontram atualmente. No entanto, para muitos de nós, o debate e a publicação do relatório não são suficientes. Decisivamente, agora queremos que a conversa continue. Espero que este debate inicial aumente o interesse sobre este tema, e que juntos possamos garantir que a saúde e o bem-estar das mulheres permanecerão no topo da agenda".

Após o debate de hoje, a divisão Consumer Health da Merck comprometeu-se com continuar levantando a discussão ao longo de 2016 sobre os temas bem-estar das mulheres em países emergentes e desenvolvidos; financiamento da saúde do bem-estar das mulheres; acesso a informações sobre saúde e bem-estar; e programas de política sobre a saúde e o bem-estar das mulheres.

Nota aos editores: 

- O debate mundial da Consumer Health denominado de "Tratando dos Diversos Desafios em relação à Saúde e ao Bem-Estar das Mulheres de todo o mundo" acontece em Darmstadt, na Alemanha, no dia 22 de fevereiro de 2016.

- Maiores informações, incluindo o estudo da EIU, estão disponíveis no endereço http://www.merck-consumer-health.com/en/industry/industry.html

- Consumer Health da Merck no Twitter: https://twitter.com/merck_ch

Todos os boletins informativos da Merck são distribuídos por e-mail ao mesmo tempo em que se tornam disponíveis no site da Merck. Acesse http://www.merckgroup.com/subscribe  para registrar-se online, mudar sua seleção ou interromper este serviço.

Sobre a divisão Consumer Health da Merck

Marcas da divisão Consumer Health, como Dolo-Neurobion®, Neurobion®, Bion®, Seven Seas®, Nasivin® e Femibion® são líderes em inovação em importantes mercados, sendo apoiadas pela ciência e tendo a confiança de consumidores em todo o mundo. A divisão Consumer Health tem mais de 2.700 funcionários globalmente ativos em mais de 40 mercados. Desde 2014, o portfólio composto por marcas tem um faturamento anual de aproximadamente US$1 bilhão. A divisão Consumer Health é uma empresa do setor de saúde do Merck Group com sede mundial em Darmstadt, na Alemanha. Para mais informações, acesse http://www.merck-consumer-health.com ou https://twitter.com/merck_ch.

Sobre a Merck 

A Merck é uma importante empresa de saúde das áreas de ciência e tecnologia, ciências da vida e materiais de desempenho. Cerca de 50.000 funcionários trabalham para continuar a desenvolver tecnologias que melhoram e prolongam a vida, desde terapias com biofarmacêuticos para tratar o câncer ou esclerose múltipla, sistemas avançados para pesquisa e produção científica, a cristais líquidos para smartphones e televisores LCD. Em 2014, a Merck obteve um faturamento de €11,3 bilhões em 66 países.

Fundada em 1668, a Merck é a empresa farmacêutica e química mais antiga do mundo. A família fundadora continua a ser acionista majoritária do grupo de empresas de capital aberto. A Merck de Darmstadt, na Alemanha detém os direitos globais do nome e da marca Merck. As únicas exceções são o Canadá e os Estados Unidos, onde a empresa atua como EMD Serono, MilliporeSigma e EMD Performance Materials.

Seu contato: Lars Atorf, +49-6151-856-3114

FONTE Merck KGaA

Na contramão da economia, Hartmann Bace Healthcare investe no Brasil

Na contramão da economia, Hartmann Bace Healthcare investe no Brasil

Ao completar dois anos como integrante do Grupo Alemão HARTMANN, a Bace Healthcare assume um novo posicionamento no mercado de saúde brasileiro e passa a focar na estratégia de expansão nacional, através da ampliação da rede de distribuidores e no lançamento de novos produtos. Em 2015, a companhia, que agora passa a adotar o nome HARTMANN BACE Healthcare, cresceu mais de 30% na área de Prevenção de Infecção, 18% em Incontinência Urinária e 16% no segmento de Tratamento de Feridas.

Com mais de 10.000 itens à disposição no portfólio global da HARTMANN e outras marcas internacionais representadas com exclusividade no país, a operação brasileira passa agora a se posicionar como um provedor de soluções customizadas em três grandes segmentos: Prevenção de Infecção, Prevenção de Feridas e Tratamento de Feridas.

A nova identidade representa mais um passo na construção do Grupo Alemão, que também passou por um processo recente de transformação para sua consolidação como uma empresa de padrão global. A mudança faz com que a companhia seja reconhecida com solidez e credibilidade de uma empresa global que aposta em inovação e progresso para tornar-se líder no mercado e referência no constante avanço na área da saúde para todos.

“A partir de agora, somos uma empresa de 200 anos. A posição de assumir efetivamente que somos HARTMANN, não tira a essência da BACE Healthcare, empresa que construímos ao longo de 40 anos. Isso enaltece a marca HARTMANN, mas, ao mesmo tempo, preserva a relação com o segmento hospitalar e aquilo que desenvolvemos, principalmente nos mercados onde estamos mais presentes, como em São Paulo e grandes redes nacionais”, diz o CEO da HARTMANN no Brasil, Ronald Lorentziadis.

Antes vista como fornecedor de produtos hospitalares e distribuidor de marcas internacionais com forte presença em São Paulo, hoje a HARTMANN BACE quer ser vista como fornecedor de soluções para a saúde, com desenvolvimento de produtos de alta qualidade com forte presença no mundo e reconhecida em nível nacional.

Na contramão do mercado, em 2016 a HARTMANN BACE Healthcare projeta crescimento entre 15% e 20%, impulsionado, principalmente, pelo segmento de Feridas, com soluções diferenciadas e competitivas, a exemplo do Vivano Tech, Terapia por Pressão Negativa, e a Hydroterapia, tecnologia inovadora que combina o uso de apenas 03 curativos capazes de curar 80% das lesões.

“Apesar do pessimismo e delicado momento econômico que vivemos, seguimos crescendo, investindo em pessoas, na ampliação da rede de distribuição e atentos às oportunidades de mercado. Nossa meta é ir além pela saúde, desafiando padrões e superando limites para desenvolver as melhores soluções para prevenção de infecção, prevenção e tratamento de feridas, de acordo com as necessidades de cada cliente”, destaca Ronald Lorentziadis.

Usabilidade de Prontuários Eletrônicos é fator limitante para adoção

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A adoção de Prontuários Eletrônicos sempre encontra resistência do corpo clínico. Basta conversar com um gestor de TI de um hospital que passou por uma implementação recente para escutar histórias traumáticas. Uma boa parte disso é relacionado à, em primeira vista, o médico não enxergar valor na troca do papel pelo computador e, nesse caso, esforços em educação podem resolver sem muita dificuldade. Mas um dos principais “fantasmas” da adoção está aquém da instituição: os softwares de PEP pecam em usabilidade.

O expertise em desenvolvimento de sites e produtos para Web inclui um senso apurado em usabilidade. Cada clique poupado em um site de comércio eletrônico, por exemplo, significa menos vendas e menos dinheiro no bolso. Ao longo de 10 anos intensos que passei nesse mercado, esse senso me vem a tona sempre que vou avaliar um software. Quando cheguei no mercado de saúde, ficou claro pra mim que havia um grande desafio nesse quesito.

Minha percepção foi confirmada quando soube que usabilidade nos PEPs é uma dor frequente para os CIOs de saúde, segundo uma pesquisa da Frost & Sulivan nos EUA. Alguns dos problemas apontados pelos profissionais são a dificuldade em inserir dados e sistemas de busca rudimentares. E o que é pior: o estudo aponta também que os problemas estão ligados ao mau desenvolvimento dos sistemas e não ao treinamento de funcionários. O tópico está tão em pauta que a AMA (Associação Americana de Médicos) publicou um documento reconhecendo a usabilidade no PEP como um fator muito importante para o país.

Não existe nenhuma pesquisa desse tipo no Brasil, mas, empiricamente, dá pra dizer que sofremos dessa mesma dor. São poucas as desenvolvedoras de software que se preocupam de verdade com a experiência do usuário final. É preciso entender que usabilidade não é um plus. Usabilidade no Prontuário Eletrônico significa também dados mais confiáveis sendo inseridos no sistema e maior aproveitamento deles. E, aí sim, o plus da usabilidade é a adoção mais tranquila por quem vai operar o sistema.

Por isso, ao considerar um PEP para sua instituição, comece a conversar sobre usabilidade com a empresa desenvolvedora. Você vai ganhar mais produtividade e menos resistência dos colaboradores. E, é claro, o mercado agradece pelo empurrãozinho rumo à maturidade.

Governo aumenta carga tributária dos medicamentos para 34,2%

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ICMS é reajustado em 12 estados brasileiros, chegando a 20% no Rio de Janeiro

Apesar dos medicamentos no Brasil terem uma das mais altas cargas tributárias do mundo, 12 estados decidiram aumentar ainda mais o percentual de um dos principais impostos do setor, o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), alegando problema de arrecadação por conta da crise econômica. O ICMS incide sobre todos os medicamentos comercializados no Brasil.

A maioria dos reajustes é de 1,2%, sendo que no Rio de Janeiro o imposto passou de 19% para 20%. Em todo o país, a carga tributária média passou de 33,9% para 34,2%. Com isso, o setor teme que sejam necessários abatimentos nos descontos.

Veja os estados e o reajuste de ICMS previsto para 2016:

ESTADOALÍQUOTA 2015ALÍQUOTA 2016Início da Vigência
MedicamentosMedicamentos
Amapá17%18%01/02/2016
Amazonas17%18%06/01/2016
Bahia17%18%10/03/2016
Maranhão17%18%01/01/2016
Paraíba17%18%30/12/2015
Pernambuco17%18%01/01/2016
Rio de Janeiro19%20%28/03/2016
Rio Grande do Norte17%18%28/01/2016
Rio Grande do Sul17%18%01/01/2016
Rondônia17%17,5%21/03/2016
Sergipe17%18%01/01/2016
Tocantins17%18%01/01/2016

Elaboração: Interfarma

O aumento da carga tributária pode forçar uma redução dos descontos oferecidos no varejo, especialmente porque a indústria farmacêutica também está sendo impactada por outros custos, como a desvalorização do Real e o preço da energia. “Se os descontos forem reduzidos e, por consequência, o preço do medicamento subir, há o risco de perder mercado. Por outro lado, o custo da indústria também está aumentando”, afirma Antônio Britto, presidente-executivo da Interfarma (Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa).

O desafio do acesso a medicamentos já era grande no país e, com o novo reajuste, se torna ainda maior. Pelo menos 75% da população conta com os próprios recursos para a compra de remédios, sendo que cerca de metade dela não consegue custear todas as terapias que precisa, pelo tempo necessário.

“Com o envelhecimento da população, as doenças crônicas e complexas, como diabetes e câncer, estão se tornando mais frequentes. E isso aumenta o gasto com saúde”, aponta Britto.

Sobre a Interfarma

Fundada em 1990, a Interfarma possui atualmente 55 empresas associadas. Hoje, esses laboratórios são responsáveis pela venda, no canal farmácia, de 80% dos medicamentos de referência do mercado e também por 33% dos genéricos produzidos por empresas que passaram a ser controladas pelos laboratórios associados. Além disso, as empresas associadas respondem por 46% da produção dos medicamentos isentos de prescrição (MIPs) do mercado brasileiro e por 52% dos medicamentos tarjados (50% do total do mercado de varejo).

Gharda Chemicals fornece formulações para refrear surto do vírus zika

MUMBAI, 18 de fevereiro de 2016 /PRNewswire/ -- A empresa indiana Gharda Chemicals Limited está constantemente fornecendo à OMS formulações aprovadas para controlar o mosquito Aedes aegyptii, que transmite o temível vírus zika, que tem sido declarado uma ameaça global pela OMS e tem se espalhado rapidamente na América do Sul e Caribe. O vírus zika está associado a um aumento na incidência de defeitos no nascimento e, possivelmente, pode infectar até 4 milhões de pessoas na América Latina, de acordo com a OMS. O Aedes aegyptii também espalha dengue, febre amarela e chikungunya.

Logo: http://photos.prnewswire.com/prnh/20160218/791024

Atualmente, não há vacina ou cura para o vírus zika. O controle do surto concentra-se atualmente em reduzir a população do mosquito Aedes que transmite o vírus zika.

A OMS recomenda os seguintes produtos fabricados pela Gharda Chemicals para o controle do mosquito Aedes, tanto na fase adulta quanto de larva.

1. Para mosquitos adultos: 

1.1. Formulações deltametrina EC, SC, WP, ULV, WG

1.2. Formulações alfacipermetrina SC e WP

2. Para as larvas do mosquito em cursos de água:  

2.1. Formulações temefós EC e GR

2.2. Formulação clorpirifós EC

O Dr. K. N. Singh, vice-presidente, declarou: "A Gharda Chemicals consegue fornecer produtos eficazes e de qualidade com base em deltametrina, alfacipermetrina, clorpirifós e temefós para o controle de todos os tipos de mosquitos, a saber, Aedes, Anopheles e Culex em seu estágio de larva e adulto a fim de mitigar uma emergência de saúde global." A empresa possui uma presença notável no setor de saúde pública para tratar da gestão e controle de doenças originadas por vetor com a declaração de missão que afirma 'Conhecimento convertido a produtos e a prosperidade para o bem da sociedade'. Fundada em 1967, hoje é a principal empresa agroquímica da Índia com faturamento de mais de US$ 250 milhões. "A inovação em conjunto com P&D marcou o crescimento da empresa com muitos prêmios adquiridos por inovação de processos e desempenho em exportação", acrescentou o Dr. Singh.

Para recomendação da área de pesticidas da OMS (WHOPES) e especificação dos produtos, consulte os links abaixo:

Deltametrina: http://www.who.int/whopes/quality/Deltamethrin_eval_specs_WHO_February_2015.pdf

Alfacipermetrina: http://www.who.int/whopes/quality/en/Alphacypermethrin_WHO_specs_eval_Jan_2013.pdf

Temefós: http://www.who.int/whopes/quality/Temephos_eval_only_June_2011.pdf

Clorpirifós: http://www.who.int/whopes/quality/Chlorpyrifos_WHO_specs_eval_Mar_2009.pdf

Para mais informações, entre em contato com:
Proton Communications
Chirag Bagaria
+91-9819439449
[email protected]

FONTE Gharda Chemicals

Micreos obtém EUR 12 milhões para novos produtos contendo Staphefekt; alternativa a antibióticos pode ajudar milhões de pessoas

HAIA, Holanda, 18 de fevereiro de 2016 /PRNewswire/ -- A empresa holandesa de biotecnologia Micreos anunciou hoje que obteve € 12 milhões em capital adicional, que será empregado no desenvolvimento global de sua tecnologia de lisina antibacteriana, o Staphefekt, em novos produtos. A Micreos pretende usar os recursos financeiros obtidos, que fluem até 2017, no desenvolvimento global do Staphefekt™ como produto farmacêutico (sob prescrição médica).

(Foto: http://photos.prnewswire.com/prnh/20160217/334148)

A Micreos desenvolve tecnologia antibacteriana dirigida como uma alternativa sustentável a antibióticos, pelo que é reconhecida como líder nesse campo.

O Gladskin é o primeiro produto baseado em lisina (enzima) do mundo registrado para uso humano. Ele visa especificamente a bactéria Staphylococcus aureus (S.aureus), incluindo a Staphylococcus aureus resistente à meticilina (MRSA -- Methicillin Resistant Staphylococcus Aureus) em pele intacta.

O Staphefekt™ foi lançado em 2013 como o composto ativo no Gladskin, um produto para pessoas com doenças inflamatórias de pele, tais como eczema, rosácea e acne. Os cremes e géis Gladskin com Staphefekt™ foram testados em estudos prospectivos pelo Centro Médico Erasmus em Roterdã. Os resultados mostraram que o uso diário do Gladskin para suprimir a S. aureus na pele leva a uma redução significativa dos sintomas inflamatórios, associados ao eczema, acne e rosácea.

Uma correlação clara entre a gravidade do eczema e a colonização pela bactéria S. aureus foi estabelecida em anos recentes, identificando a S. aureus como uma acionadora independente dos sintomas inflamatórios típicos, vistos no eczema, tais como coceira, vermelhidão, escamação e infecção.

Ao contrário de antibióticos, o Staphefekt™ mata apenas as bactérias nocivas, deixando o microbioma benéfico incólume em nossa pele. Isso significa que ele também pode ser usado como uma terapia de manutenção de longo prazo para doenças crônicas da pele. Devido a seu modo único de ação, o Staphefekt™ não deve induzir resistência a drogas, o que levou a empresa a realizar estudos clínicos para varias indicações, como uma alternativa farmacêutica superior aos antibióticos no tratamento do eczema, infecções de feridas diabéticas, úlceras e queimaduras.

"Estamos satisfeitos com a entrada de recursos financeiros adicionais. Isso confirma a contínua confiança dos investidores em nossa tecnologia. Suporte similar pode ser encontrado nos comentários muito favoráveis de pacientes em nosso canal de medicamentos de venda livre (OTC)", diz o CEO da empresa, Mark Offerhaus. "Além disso, há um entendimento de que as necessidades dos pacientes em muitas doenças da pele não são atendidas atualmente. O desenvolvimento clínico é custoso e demorado, porém milhões de pessoas que sofrem de infecções derivadas da S. aureus, como o eczema, irão se beneficiar do avanço que será garantido por esse financiamento".

Para mais informações sobre a tecnologia da Micreos ou sobre relações com investidores visite http://www.micreos.com.

Notas aos editores 

Sobre a Micreos 
A Micreos desenvolve soluções antibacterianas com base em tecnologia bacteriófaga, como substituição a antibióticos no tratamento de saúde, na medicina veterinária, na indústria de processamento de alimentos e na agricultura. A empresa tem instalações de produção em Wageningen e Bilthoven. A Micreos mantém uma cooperação de longo prazo com o Instituto de Tecnologia Suíço ETH, em Zurique.

A Micreos também comercializa produtos para a segurança alimentar, aprovados pela FDA: LISTEX™ (Listéria e SALMONELEX™ (Salmonela), que são vendidos globalmente para empresas de processamento de alimentos, nas áreas de carne, aves, queijo e pescado.

FONTE Micreos