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Johnson & Johnson busca ideias para reduzir HIV na África Subsaariana

NEW BRUNSWICK, Nova Jersey, 17 de fevereiro de 2016 /PRNewswire/ -- A Johnson & Johnson (NYSE: JNJ) lançou um apelo hoje solicitando ideias inovadoras para o Desafio em Busca de Inovação DREAMS, apoiado pelo Plano de Emergência do Presidente dos EUA para o Combate à AIDS (PEPFAR), pela Janssen Pharmaceutica, NV, uma das empresas farmacêuticas Janssen da Johnson & Johnson e pela ViiV Healthcare. Estão sendo aceitas propostas de avanços inovadores para a redução de infecções pelo HIV em meninas adolescentes e jovens nos 10 países da África Subsaariana. O prazo de apresentação para que a proposta seja considerada para premiação é 28 de março de 2016.

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O total de $85 milhões será concedido às soluções inovadoras e sustentáveis para seis áreas de foco do Desafio que proporcionarão às jovens a oportunidade de viver a vida Determinada, Resiliente, Em poder, sem AIDS, Monitorada e Segura que merecem. As soluções vencedoras devem demonstrar prontidão para rápida implementação em um ou mais dos 10 países da iniciativa DREAMS e a habilidade de causar impacto em dois anos e o potencial de mudanças a longo prazo.

"Acreditamos que as descobertas inovadoras necessárias para reduzir as infecções pelo vírus HIV em meninas adolescentes e jovens adultas podem vir de qualquer parte do mundo", disse Dr. Paul Stoffels, médico, diretor científico e presidente global, área farmacêutica da Johnson & Johnson. "Ao patrocinar o Desafio em Busca de Inovação DREAMS temos a esperança de desencadear novas ideias que nos ajudem a atingir, até o final de 2017, uma redução de 40 por cento nos casos de infecção por HIV entre meninas adolescentes e jovens vivendo nos 10 países subsaarianos."

A AIDS é a principal causa de mortalidade entre mulheres em idade reprodutiva em países de renda baixa e média. Meninas adolescentes e jovens representam 380.000 novos casos de infecção por ano ou acima de 7.000 novos casos por semana globalmente.

"Embora tenhamos feito um progresso considerável na resposta global ao HIV/AIDS, meninas adolescentes e jovens não foram, em grande parte, consideradas", disse a embaixatriz Deborah L. Birx, coordenadora do programa global de combate à AIDS dos EUA e representante especial dos Estados Unidos para a Diplomacia da Saúde Global. "Com meninas e jovens representando 71 por cento de todos os novos casos de infecção pelo HIV entre adolescentes na África Subsaariana, nós precisamos urgentemente de soluções inovadoras que lhes permitam proteger sua saúde e sair em busca de seus sonhos."

"São necessárias novas ideias e abordagens de alto impacto para endereçar as inúmeras complexidades por trás desta urgente crise de saúde", disse Jaak Peeters, diretor da organização de Saúde Pública Global da Johnson & Johnson. "Ao abordar os fatores e complexidades que impactam estas jovens em um nível fundamental, esperamos melhorar de forma mensurável os efeitos na saúde e criar mudanças duradouras. Esses são componentes importantes da abordagem da Johnson & Johnson para a melhoria da saúde pública global."

Como um parceiro importante, a Johnson & Johnson, através de suas empresas farmacêuticas Janssen, uniu-se à Parceria DREAMS em dezembro passado. A ambiciosa parceria no valor de $385 milhões fornece um pacote básico de abordagens baseadas em evidências que vão além do setor da saúde, endereçando os fatores estruturais que direta ou indiretamente elevam o risco da transmissão do HIV em meninas, incluindo pobreza, desigualdade de gêneros, violência sexual e falta de informação. O PEPFAR, a Fundação Bill & Melinda Gates, Girl Effect, Gilead Sciences e ViiV Healthcare também fazem parte da Parceria DREAMS.

Realizando um impacto sustentável na saúde pública global

O combate ao HIV é um componente importante do duradouro legado da Johnson & Johnson de compromisso e parceria em prol da melhoria da saúde pública global para indivíduos, famílias e comunidades em todo o mundo. Através de sua organização de saúde pública global, a empresa visa oferecer soluções integradas e baseadas em evidências para abordar necessidades abrangentes da saúde e proporcionar um impacto significativo e duradouro em três áreas de foco fundamentais: HIV, saúde da mãe e do filho e tuberculose (TB) extensivamente resistente (XDR) e multirresistente (MDR) a drogas.

Informações sobre propostas para a iniciativa Desafio em Busca de Inovação DREAMS

A Parceria DREAMS espera anunciar os vencedores na metade de julho, com a implementação no começo do outono (hemisfério norte) de 2016. Os prêmios variarão de $100.000 a $40 milhões. As soluções devem ser implementadas no Quênia, Lesoto, Malawi, Moçambique, África do Sul, Suazilândia, Tanzânia, Uganda, Zâmbia e Zimbabwe.

Os candidatos devem submeter uma expressão de interesse (EOI) no website do Desafio: www.dreamschallenge.org até 28 de março de 2016, às 23h59min, horário de verão no leste dos EUA. Os pedidos serão revistos e os finalistas serão convidados a submeter uma proposta.

Para mais informações sobre o Desafio ou para se inscrever, acesse o website do Desafio em Busca de Inovação DREAMS, www.dreamschallenge.org. Os candidatos interessados podem baixar o anúncio de oportunidade do Desafio para obter mais detalhes sobre os requisitos, termos e condições.

Sobre a Johnson & Johnson

Cuidar do mundo, uma pessoa de cada vez inspira e une o pessoal da Johnson & Johnson. Nós optamos pela pesquisa e pela ciência – trazendo produtos, serviços e ideias inovadoras para promover a saúde e o bem-estar das pessoas. Aproximadamente 128.000 funcionários em mais de 265 empresas operacionais Johnson & Johnson trabalham com parceiros da área de saúde para fazer a diferença na vida de mais de um bilhão de pessoas todos os dias, em todo o mundo.

FONTE Johnson & Johnson

Vídeo comovente da ONG Bandeiras Brancas: carta inocente de menina de 8 anos emociona a internet

SÃO PAULO, 17 de fevereiro de 2016 /PRNewswire/ -- O álcool ainda está extremamente ligado a festas e diversão, principalmente por conta dos milhões de reais gastos em publicidade. Mas a parte negativa da bebida infelizmente não é mostrada e o sofrimento de muitas pessoas por causa do álcool não chega ao conhecimento de todos.

Para mostrar o perigo e os resultados catastróficos da bebida na vida de uma família, a ONG Bandeiras Brancas preparou um vídeo, baseado em diversas histórias reais.

Laura, uma menina de 8 anos de idade, ao se deparar com mudanças de comportamento de seu pai, resolveu escrever uma carta a um possível amigo dele, quem ela acreditava ser o responsável pelas alterações.

Na carta, narrada em primeira pessoa, a garota revela traumas e frustrações conforme o caráter do pai foi mudando. Segundo a menina, não apenas ela, mas a família inteira sofria com as atitudes. A menina relata dificuldades como ver a mãe passar fome, seu pai perder o emprego, e a violência doméstica.

O pedido final é que o suposto amigo de seu pai vá embora e deixe a família em paz. Ao terminar a carta, um final inesperado é revelado.

Para assistir, acesse: https://www.youtube.com/watch?v=iOUkMAv2tsk

A ONG Bandeiras Brancas, movimento que cria ações de comunicação em prol da paz, resolveu produzir o conteúdo da carta em forma de vídeo. "A ideia é que o vídeo alcance o seu público alvo e alerte os seus familiares, que tanto quanto, precisam de ajuda", afirma Brunno Barbosa, idealizador da ONG. O vídeo é narrado em inglês e tem versões legendadas, já que Barbosa espera atingir diversos países com a iniciativa.

Para mais informações, acesse www.bandeirasbrancas.com.br ou entre em contato pelo e-mail brunno@bandeirasbrancas.com.br
96881.2642
3862.9576

(Foto: http://www2.prnewswire.com.br/imgs/pub/2016-02-17/original/2864.jpg)

FONTE ONG Bandeiras Brancas

SC Johnson anuncia a doação de $15 milhões para iniciativas relacionadas ao Zika

RACINE, Wisconsin, 17 de fevereiro de 2016 /PRNewswire/ -- Hoje, devido ao crescente surto global do vírus Zika, a SC Johnson anunciou que doará no mínimo $15 milhões durante o próximo ano para o fornecimento de produtos que ajudam famílias carentes no combate aos mosquitos que podem transmitir a doença. Como líder mundial na fabricação de produtos de extermínio e controle de pragas, incluindo OFF!®, Raid®, Autan® e Baygon®, a SC Johnson atuará em parceria com fundações de saúde e ONGs internacionais para fornecer repelentes pessoais de insetos, repelentes para áreas ou espaciais e inseticidas domésticos. A SC Johnson fará também contribuições em espécie para cobrir custos de logística, distribuição e materiais educativos. Inúmeros países estão sendo atingidos por surtos de Zika e dengue, e ambas as doenças continuam a se propagar.

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"Nós da SCJ estamos fortemente comprometidos em ajudar a garantir que produtos para o controle de pragas sejam fornecidos para proteger famílias carentes dos mosquitos que podem transmitir essas doenças", disse Fisk Johnson, presidente e CEO da SC Johnson. "Desde o início do surto de Zika no Brasil e sua propagação para outros países, nós aumentamos nossa produção global para garantir que um suprimento adequado de nossos produtos esteja disponível em lojas, e principalmente, para uma doação como essa. É um orgulho saber que a doação ajudará aqueles especialmente vulneráveis aos perigos das doenças transmitidas por mosquitos."

No começo do mês, a empresa familiar doou 54.000 unidades de repelentes de insetos para a Agência de Defesa Civil do Condado do Havaí.  O condado vive um surto de dengue desde o final de 2015 que continua no início de 2016. Discussões com parceiros estão em andamento para fornecer assistência à América Latina e Caribe através de iniciativas para a proteção contra o mosquito que pode transmitir doenças, como os surtos do vírus Zika, em alguns destes países.

Por mais de 50 anos, entomologistas da SC Johnson estudam insetos no Centro de Pesquisas de Entomologia em Racine, Wisconsin, o maior centro urbano privado de pesquisas entomológicas do mundo. Além de sua especialização em pesquisas, a empresa intensificou a produção de produtos para o controle de pragas para satisfazer o aumento da demanda em resposta aos surtos de dengue e de doenças causadas pelo vírus Zika. A SC Johnson opera atualmente em mais de 70 países e vende produtos em praticamente todos os países ao redor do mundo.

Conselhos para a proteção de sua família

Os repelentes pessoais contendo ingredientes ativos como DEET e Picaridin, que são aplicados em áreas expostas da pele e nas roupas, são uma importante linha de defesa. Como com qualquer repelente, é importante ler o rótulo primeiro, seguir instruções e escolher o repelente que melhor satisfaça suas necessidades.

Ao redor da casa, remova duas vezes por semana possíveis habitats onde mosquitos podem procriar – isto é, recipientes contendo água parada. É preciso esvaziar, limpar e cobrir recipientes como baldes, vasos de flores, pneus velhos, ou brinquedos para a remoção ou destruição de habitats de mosquitos. É importante também dificultar a entrada de mosquitos em casa vedando todas as brechas em janelas e portas e se certificando de que telas nas janelas e nas portas estejam devidamente colocadas ou, se for o caso, remendadas.

Pode-se minimizar ainda mais a exposição às picadas de mosquitos usando-se roupas de cores claras, camisas de mangas compridas e calças compridas, meias e chapéus. Enfiar a camisa dentro das calças e as calças dentro das meias reduz também as chances de picadas de mosquitos. Se a área onde se dorme for aberta e exposta ao ar livre, deve-se usar um mosquiteiro na cama e também cobrir os carrinhos de bebê.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) e os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC) recomendam uma combinação de táticas para a prevenção de picadas de mosquitos. Para mais informações sobre a prevenção de doenças transmitidas por mosquitos, acesse o website dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos e o Centro de Recursos da SC Johnson.

Sobre a SC Johnson

A SC Johnson é uma empresa familiar dedicada ao fornecimento de produtos inovadores e de alta qualidade, à excelência no ambiente de trabalho e ao compromisso a longo prazo com o meio ambiente e comunidades onde atua. Sediada nos Estados Unidos, a empresa é uma das líderes mundiais na fabricação de produtos de limpeza e armazenagem doméstica, purificadores de ar, controles de pragas e cuidados de calçados, assim como produtos para uso profissional. Marcas conhecidas como GLADE®, KIWI®, OFF!®, PLEDGE®, RAID®, SCRUBBING BUBBLES®, SHOUT®, WINDEX® e ZIPLOC® são vendidas nos EUA e em outros países, e outras marcas são comercializadas fora dos EUA incluindo AUTAN®, TANA®, BAMA®, BAYGON®, BRISE®, KABIKILLER®, KLEAR®, MR MUSCLE® e RIDSECT®. A empresa de 130 anos, que gera $10 bilhões em vendas, conta com aproximadamente 13.000 funcionários globalmente e vende produtos praticamente em todos os países do mundo. www.scjohnson.com

FONTE SC Johnson

Qual o cenário da quebra de dados na Saúde? [Infográfico]

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Com a digitalização das informações dos pacientes e seus prontuários, a preocupação com ataques à rede e posteriores vazamentos de dados é cada vez mais frequente no setor de saúde.

Apenas em 2015, houveram 55 ataques relatados em redes de empresas de saúde, resultando em quebra de dados e o comprometimento de prontuários de aproximadamente 112 milhões de pacientes, o que equivale à 35% da população dos EUA.

Leia Mais: Quanto vale a nossa privacidade digital?

55% não confiam na segurança de apps de saúde

Um dado intimidador é que no mínimo 36 novos ataques à rede estão em progresso no momento e, podem resultar em uma quebra de dados que será somente descoberta em 2016.

Os ataques às instituições de saúde são possibilitados por vulnerabilidades em dispositivos médicos, vulnerabilidades na segurança de perímetro como firewall e contas de usuários ou computadores comprometidos. Além disso, menos de 5% das empresas de saúde possuem uma habilidade eficiente em identificar um invasor ativo.

Ainda segundo o infográfico, é previsto que a indústria de saúde perca US$305 bilhões nos próximos cinco anos, caso não coloque a segurança cibernética como uma prioridade. Também segundo um relatório da KPMG, 81% dos hospitais e operadoras de planos de saúde tiveram uma quebra de dados nos últimos dois anos.

Confira o infográfico sobre quebra de dados na Saúde:

inphographic-hacker Fonte: HIT Consultant

Hospital Sírio Libanês adota plataforma de gerenciamento de dados

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O Hospital Sírio-Libanês selecionou a plataforma de interoperabilidade informática da empresa de tecnologia para informação de saúde, InterSystems. O produto adotado, o InterSystems HealthShare®, foi especialmente desenvolvido para conectar comunidades de saúde.

Assim como inúmeras organizações de saúde, o Hospital Sírio-Libanês tem de gerenciar um grande volume de informações oriundas de diferentes sistemas especializados, de forma integrada, segura, e, principalmente padronizada.

Leia Mais: Vecina deixa Sírio-Libanês e Paulo Chapchap é novo CEO

A plataforma adotada, InterSystems HealthShare®,  será necessária para sustentar o aumento constante do volume de informações, de acordo com Margareth Ortiz de Camargo, Superintendente de Tecnologia de Informação do Hospital Sírio Libanês. “Estamos crescendo muito, e isso acarreta cada vez mais dados a serem compartilhados. Com a InterSystems contamos com uma parceira que irá acompanhar a evolução do Hospital”, observa.

O projeto no Hospital Sírio-Libanês, segundo Carlos Eduardo Nogueira, Group Director for Latin America da InterSystems, confirma a busca das organizações de saúde em obter uma melhor informação. “A demanda por iniciativas que propiciem a interoperabilidade vem registrando uma grande alta em todo o mudo, e, no Brasil não é diferente, há um grande interesse em padronizar dados para otimizar a gestão. Prova disso são os diversos projetos locais que temos em andamento no país”.

O InterSystems HealthShare® está classificado como uma solução de mercado para troca de informações de saúde, por empresas de pesquisas como IDC e KLAS Research, e é utilizado em diversas organizações de saúde pelo mundo, incluindo todos os hospitais melhor classificados no U.S. News & World Report Honor Roll of America’s Best Hospitals. No Brasil, a solução também está sendo utilizada em diversas organizações de saúde.

Tecnologia de vídeo colaboração acelera futuro da Saúde

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Em diversos países, a oferta e a prestação de serviços de saúde estão mudando à luz de desafios significativos como a escassez de médicos, rápido processo de envelhecimento populacional, gestão de recursos e diferentes modelos de pagamento para profissionais e organizações de saúde. Durante visita ao Brasil, eu confirmei algumas das principais “dores” do sistema de saúde pública, como desafios na execução de programas, necessidade de mais médicos em diversas localidades pelo País e também que é preciso haver maneiras mais fáceis e acessíveis para capacitação dos profissionais da saúde. Observei ainda que é necessária uma melhor forma para gerir os recursos.

Uma sugestão para superar esses desafios baseia-se em uma perspectiva tecnológica. Nos últimos anos, tornou-se claro que a tecnologia é a chave para o futuro dos cuidados com a saúde em vários aspectos. A possibilidade de o setor integrar melhor e utilizar o desenvolvimento tecnológico para superar esses desafios se dá por meio de aplicações de telemedicina e telessaúde, a fim de maximizar seu potencial e realizar novos modelos de prestação de serviços.

Determinadas aplicações não requerem regulação específica para serem implementadas, como adoção de plataformas de vídeo colaboração que permitam desde consultas online, passando por atendimento médico a distância (atenuando problemas de carência de especialistas em locais afastados) até a educação continuada de médicos, enfermeiros e gestores de hospitais, operadoras de planos e clínicas. Isto beneficia tanto o setor público como o privado.

À medida que se avança nessa direção – com telessaúde e tecnologia de colaboração -, o resultado na oferta de atendimento com qualidade e “saudável” à população torna-se mais viável a superação dos demais desafios e, também, uma melhor gestão dos recursos no setor da saúde. Em um recente estudo global sobre inovação foi constatada a correlação entre os pontos de vista dos profissionais deste setor referente ao atual ambiente político, econômico e social em seus respectivos países ao redor do tema saúde. Os profissionais de saúde em todo o mundo estão convencidos de que a tecnologia, como dispositivos de monitoramento de saúde pessoal e de soluções de colaboração de vídeo, irá desempenhar um papel vital no desenvolvimento de um futuro positivo da saúde.

Essa pesquisa verificou também que em 2025 a atenção primária será a acessibilidade a todos os cidadãos, independentemente da distância, graças ao aumento da disponibilidade de banda larga, de dispositivos e das aplicações móveis. Assim, a incorporação da tecnologia, como a de vídeo, na prestação de serviços de saúde será crucial para um futuro propício do setor no mundo. Por exemplo, os serviços de consultas virtuais e de monitoramento remoto possibilitarão que as nações tornem o atendimento bastante acessível, o que será vital para a superação de muitos dos desafios para os próximos anos.

Além disto, para os profissionais da saúde, essa prestação de serviços habilitada por meio de vídeo colaboração faz sentido estratégica e financeiramente falando. Para os pacientes, isto trará de volta a gestão de sua saúde para seu próprio controle, reduzindo o tempo e as despesas desnecessárias de deslocamentos. Da mesma forma, para os médicos, a tecnologia da colaboração pode fornecer oportunidades na prestação coordenada de cuidados médicos, nas consultas aos seus pares e na educação médica continuada.

* Ronald L. Emerson, diretor global de saúde da Polycom.

Por que glosa zero na Saúde também é indesejável?

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Comentamos em “outros posts” que se você tem no seu hospital um chefe de faturamento, ou de auditoria de contas, que se vangloria pelo índice de glosa beirando o 0%, a melhor coisa a fazer é demiti-lo o mais rápido possível.

Em uma relação comercial em que a operadora lucra mais quanto menos seu beneficiário utilizar a rede, e o hospital lucra mais quanto mais “estropiado” estiver o paciente que usa ao máximo seus produtos, o conflito é inevitável, e a glosa é o melhor instrumento de aferição da eficiência na formação das contas.

Se o auditor da operadora não aponta glosa alguma, você tem 100% de chance de não estar faturando tudo que é possível – nada pode ser mais óbvio que isso, porque ainda não nasceu o auditor de operadora de planos de saúde que aponte que sua conta está “a menor”, ou seja, que você poderia estar faturando algo e não está!

E se você é gestor de um hospital que fatura contra o SUS, e seu chefe de faturamento diz categoricamente que as AIHs (principalmente elas) “estão todas certinhas”, porque no SUS tudo é mais fácil, tem 3 ações imediatas para fazer:

1.Dar um curso de reciclagem para ele descobrir o tamanho da bobagem que está dizendo e/ou;

2.Contratar uma consultoria para ajudar a colocar a “casa em ordem”, apesar da existência dele e/ou;

3.Demitir o “infeliz”, ou arrumar algo menos crítico para que ele faça no seu hospital.

Ainda tem muita gente que pensa que o faturamento SUS é fácil, e que não se pode fazer muita coisa para aumentar a receita do hospital. São pessoas que não sabem que a Tabela SIGGTAP é atualizada constantemente, que existe oportunidade de aumento dependendo do tipo de financiamento... São pessoas que ainda pensam que se cobra apenas o procedimento e nada mais – enfim: são pessoas que não sabem lidar com o assunto, muitas delas herdaram a chefia do departamento sem qualquer especialização, apenas por “tempo de serviço”.

Nas aulas do Modelo GFACH sempre conto uma história de fora da área da saúde para ilustrar o assunto:

Antes de entrar para a área da saúde, fui líder de projetos em um grande jornal de São Paulo, e dentre os vários projetos em que me envolvi, um deles era o que definia quantos exemplares de jornal deveriam ficar em cada banca de jornal – o nome do projeto era “Banca a Banca” (nada mais sugestivo);

Existiam vários parâmetros para definir a quantidade de exemplares (período do ano, clima, mercado financeiro, etc.), mas um deles era fundamental: o ideal era que em cada banca sobrasse 1 exemplar por dia.

Nada mais lógico:

Se sobrasse um monte, o jornal estava encalhando e perdendo dinheiro, é óbvio; mas se não sobrasse nenhum, ao contrário do que os leigos poderiam pensar, o jornal poderia estar perdendo mais dinheiro ainda, porque não sabia quantas pessoas quiseram comprar o jornal e não havia exemplar para vender!

Com a glosa, inclusive a do SUS, é a mesma coisa:

Se o percentual de glosa é elevado, significa que o hospital está empenhando muito esforço para tentar cobrar algo indevido, ou seja, um custo desnecessário para jogar coisas na conta que nunca serão realizadas; mas se não existe glosa, o hospital nunca sabe o quanto deixou de faturar, porque não existe parâmetro para fazer esta medição.

Então, vale para o SUS exatamente a mesma recomendação que damos na saúde suplementar:

●Investir na padronização da coleta dos lançamentos;

●Desenvolver kits de apontamento;

●Formar a conta “o mais gorda possível” para que durante o processo de pré análise sejam limpas, ou seja, se é para errar, sempre errar para mais, porque se errar para menos, como diriam os adolescentes do final do século passado: “já era”!

Evidentemente fazer tudo isso absolutamente dentro do que é legal e ético – acho que nem era necessário dizer isso, mas de repente...

Nos sites do Modelo GFACH e ADMHOSP existem diversas ferramentas para download gratuito que exemplificam o trabalho de desenvolvimento de kits, inclusive alguns exemplos de planilhas que costumam fazer aquilo que os sistemas geralmente não aderem 100% à necessidade da realização da receita.

Este último parágrafo foi citado de propósito porque uma das desculpas mais absurdas que você pode escutar do seu chefe de faturamento é que ele não consegue fazer mais porque o sistema é ruim (sempre o sistema... É fácil colocar a culpa em quem não pode retribuir “o coice”).

Quando se trata de realização de receita esta afirmação é inaceitável:

Primeiro porque entre 99 de 100 casos que analisamos, o que está ruim no hospital não é o sistema, e sim o processo; segundo porque o melhor sistema do mundo (ainda não inventado, diga-se de passagem) nunca vai conseguir produzir automaticamente contas perfeitas, nem no SUS nem na saúde suplementar, porque o sistema de financiamento SUS e o da Saúde Suplementar estão baseadas “no caos”, na complicação, na burocracia que dificulta ao invés de ajudar; e terceiro porque tudo que o sistema não faz, em 99,99% dos casos, sempre conseguimos fazer fora dele de uma forma ou de outra – basta querer!

Pagamento por Performance funciona na Unimed?

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A implantação de um programa de Pagamento por Performance dentro de uma Cooperativa Médica é um desafio, com certeza maior do que em outra tipo de operadora de planos de saúde, visto a lógica cooperativista que acaba gerando um viés de “tratar iguais os diferentes”.

Quando o gestor de uma Unimed percebe a importância de tratar diferente os diferentes, e resolve colocar a gestão baseada em evidências acima de outras questões, um programa de Pagamento por Performance (P4P) bem estruturado, centrado no paciente e não punitivo pode ser implementado com sucesso.

Uma Unimed ousou implantá-lo e já está colhendo frutos. Boa parte dos resultados já foram apresentados pelo seu presidente no Simpósio sobre P4P no ano passado. Em breve uma artigo deverá ser publicado. Ficou claro duas recomendações: uma adequada estratégia de divulgação para aprovação da Assembleia e um diálogo com o CRM.

Na estratégia de divulgação, quatro princípios foram adotados: a valorização e não punição do cooperado, a divulgação dos objetivos, a transparência nas regras e na demonstração dos resultados para gerar confiabilidade (indicadores ajustados por especialidade, proporcionalidade à produção médica e um relatório individual comparativo), e finalmente que o valor adicional fosse substancial.

Esta Unimed conseguiu ultrapassar esta barreira num Estado em que, tradicionalmente, o CRM é bastante rígido. A lógica foi simples: a Assembleia da Cooperativa deu o aval e o CRM foi informado que o programa não era punitivo e nem interferiria na conduta do médico. A avaliação utilizaria o modelo GPS.2iM© o qual tem toda a sua lógica na utilização de indicadores focados na qualidade da assistência. Este modelo está detalhado no meu livro: Pagamento por Performance: o desafio de avaliar o desempenho em saúde no Brasil (Editora DOC Content, 2015). Hoje este modelo de avaliação está em implantação em três das cinco maiores Unimeds singulares do país.

Esta Cooperativa, com mais de 73 mil vidas teve, no período de avaliação, a participação de todos os seus 442 médicos e o ganho adicional destes cooperados, após um ano de programa, chegou a próximo de 10% do valor que já vinham recebendo. A meta é que este valor chegue a 25% nos anos subsequentes.

Os resultados preliminares foram impressionantes. Houve impacto na sinistralidade, com uma linha de tendência em franca redução quando comparada com o ano anterior que vinha subindo; o custo médio gerado por consulta reduziu; os indicadores de utilização se aproximaram dos benchmarks durante o programa; e para completar, o Índice de Performance (indicador composto que mede os diversos indicadores agrupados em termos de estrutura, eficiência, efetividade e experiência do paciente) aumentou significativamente durante o ano de avaliação do programa. Isso demostrou claramente que foi possível aumentar o ganho dos médicos, reduzir a sinistralidade e melhorar a qualidade da assistência.

Não tem como não utilizar a frase de Peter Drucker, onde ele fala que: “Velhos problemas exigem compromisso, competência e inovação para a solução”. Foi exatamente isso que esta Unimed utilizou. Parabéns aos seus gestores e à equipe que está conduzindo o programa e, principalmente, aos médicos que aprovaram na Assembleia um projeto fundamental para a sustentabilidade da sua Cooperativa. Reitero o que deixei claro no meu livro: não há como melhorar a qualidade da assistência e controlar o aumento dos custos, sem alterar fundamentalmente como os prestadores de serviços médicos são remunerados.

Picadas de mosquito podem se tornar uma coisa do passado se depender da Penta 5 USA!

SARASOTA, Florida, 16 de fevereiro de 2016 /PRNewswire/ -- A Penta 5 USA anunciou hoje que desenvolveu com sucesso uma nova classe de produtos que extingue o apetite especial dos mosquitos por "sangue". Os produtos são não tóxicos e não agridem o meio ambiente. Comercializada sob a marca SECURE™ no-bite (sem picadas), a linha consiste de loções e "atrativos em Zonas". O último é acondicionado em bolsas recheadas com compostos secos e líquidos patenteados que ao serem combinados e agitados produzem a emissão de um gás que atrai mosquitos.  A emissão confunde o apetite dos mosquitos por uma "refeição com sangue" e proteína e assim protege uma zona de até 400 pés quadrados por um período de até 15 dias. O uso contínuo mantém uma zona segura e livre de picadas de mosquitos. Igualmente eficaz, a loção SECURE™ Anytime™ possibilita trabalhar e desfrutar de áreas ao ar livre fora da zona infestada por mosquitos em busca de uma "refeição com sangue" sem receio de ser picado.

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"Os atrativos em Zonas sem picadas SECURE™ têm demonstrado reduzir eficazmente as populações de mosquitos e consequentemente o risco de picadas perigosas. Apenas o mosquito fêmea procura por 'refeições com sangue', das quais o ferro e proteínas são usados para formar os ovos. A emissão por 15 dias do Zona sem picadas SECURE™ confunde o mosquito fêmea fazendo com que procure por néctar como um alimento substituto. Nossa loção SECURE™ Anytime™ permite deslocar-se para fora da zona, continuar livre de picadas e, o mais importante, o produto não oferece nenhuma ameaça para crianças ou animais", de acordo com R. Charles Murray, CEO.

Após testes em condições de laboratório e ao ar livre durante o ano passado, o lançamento dos produtos contra picadas SECURE™ exatamente no aparecimento do novo vírus não poderia ser mais apropriado.

A Penta 5 USA LLC é a divisão de produtos para o bem-estar do PPi Technologies GROUP. As empresas do PPi Technologies GROUP estão todas sediadas em Sarasota, na Flórida. 

FONTE Penta 5 USA/MosquitoPaQ

Microban lança com exclusividade TheCleanerHome.com

SÃO PAULO, 16 de fevereiro de 2016 /PRNewswire/ -- A Microban International. Ltd., líder global em soluções antimicrobianas, anunciou hoje o lançamento do TheCleanerHome.com, fornecendo informações completas sobre dicas de limpeza e produtos com a tecnologia Microban. O site se concentra nas áreas de constante movimento do lar; sala de estar, banheiro, quarto, cozinha e lavanderia, apontando especificamente para áreas de maior acesso, aonde as bactérias, mofo e bolor podem crescer, fornecendo soluções para manter as áreas da casa mais limpas e higiênicas.

O site interativo leva os visitantes através de mais de 90 pontos de acesso ao redor da casa, revelando detalhes sobre o crescimento de bactérias e quais as melhores práticas para combater os micróbios indesejados. Além disso, contamos com informações sobre aonde comprar os produtos que disponibilizam soluções antimicrobianas. TheCleanerHome.com apresenta mais de 160 produtos de mais de 200 parceiros da Microban ao redor do mundo, incluindo nossos parceiros; Deca, Embalixo, Formica, Schneider Electric, Tramontina e Portobello.

"TheCleanerHome.com é o primeiro site com diversos recursos, que oferece aos consumidores soluções simples para deixarem suas casas limpas e higiênicas ", comenta Renato Souza, Senior Director – LATAM da Microban Brasil. "Temos os melhores especialistas e parceiros da marca na categoria. Com este site, os consumidores agora têm fácil acesso a todas as informações que precisam para tomar as decisões corretas para manterem uma casa mais limpa e higiênica."

O site contará com posts de blogs semanais de experts da Microban com conteúdo relevante sobre dicas de limpeza e produtos com a proteção Microban.

Sobre a Microban®

A Microban International, Ltd. É uma empresa de tecnologia e marketing global dedicada a melhorar a qualidade de produtos de consumo, industriais e produtos da área de saúde com a proteção incorporada contra micróbios. A marca Microban® é uma importante marca de confiança para o consumidor para uma proteção antimicrobiana eficaz e duradoura. A Microban International licencia o nome de marca global Microban®, comercializando compostos de engenharia personalizada e oferecendo uma gama de serviços, incluindo o apoio regulatório e de marketing. A Microban International está sediada na Carolina do Norte, com operações na América do Norte, América do Sul, Europa e Ásia. Para mais informações sobre a Microban, entre em contato (11) 4612-4420 ou visite microban.com.

(Foto: http://www2.prnewswire.com.br/imgs/pub/2016-02-16/original/2853.jpg)

FONTE Microban International, Ltd.