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Anunciando o analisador de unidades eletrocirúrgicas QA-ES III para teste e garantia de segurança e desempenho adequado de unidades eletrocirúrgicas

EVERETT, Washington, 16 de fevereiro de 2016 /PRNewswire/ -- Uma unidade eletrocirúrgica (ESU) que não funciona corretamente pode ser perigosa, causando a ineficácia em cortes, cauterizações e vedações de vasos, queimaduras no paciente ou no médico, ou mesmo o início de um incêndio. Sendo assim é importante verificar o desempenho das unidades eletrocirúrgicas, e garantir que estão operando conforme especificado. O analisador de unidades eletrocirúrgicas QA-ES III da Fluke Biomedical testa todas as funções críticas dessas unidades (ESU), incluindo o poder de precisão, a corrente, a frequência, o fator de crista e a resistência da carga.

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"Por mais de uma década os técnicos biomédicos confiam no analisador de unidades eletrocirúrgicas QA-ES II", explica Eric Conley, gerente geral da Fluke Biomedical. "Nosso novo QA-ES III fornece desempenho aprimorado, funcionalidade sem fio*, e está pronto para o uso sem nenhuma necessidade de cabos, conexões ou hardware adicional. Além disso, é 5,5 libras (2,5 quilos) mais leve do que seu antecessor, o que o torna mais fácil de transportar de um local a outro."

As portas multiuso do QA-ES III, acopladas com conexões de empilhamento codificadas por cor, minimizam o número de conexões necessárias para o teste e verificação do desempenho e segurança das ESUs. O QA-ES III oferece também precisão e alcance para medição de vedação dos vasos, de monitoramento de qualidade de contato (CQM), de fuga de alta frequência (HF), e de distribuição de potência de saída em modo único ou contínuo.

"O QA-ES III conta com desempenho e especificações líderes no setor em termos de potência, corrente, valor pico-a-pico de voltagem, e fator de crista, o que o torna o analisador de unidades eletrocirúrgicas ideal para as modernas ESUs atuais de alta potência", explica Shirin Khanna, gerente sênior de marketing do QA-ES III. "Ele armazena até 5.000 registros de testes que podem ser transferidos de forma fácil e rápida para um computador através de Bluetooth ou USB."

O QA-ES III está em conformidade com as mais recentes normas da indústria global referentes aos dispositivos para testes de unidades eletrocirúrgicas, inclusive ANSI/AAMI e IEC. É simples de instalar e usar devido à tela LCD grande e às orientações na tela. Conta também com automação embutida para rapidez nos testes de distribuição de potência. Um plug-in para automação de teste Ansur opcional padroniza o trabalho, abrevia em geral o tempo do teste e reduz a margem de erro ao automatizar os procedimentos de manutenção preventiva com moldes e relatórios de testes personalizados.

*O QA-ES III estará à disposição mundialmente. Capacidades sem fio estarão inicialmente disponíveis nos EUA, Canadá e Europa (exceto Rússia), e se estenderão a outros países a partir do início de março de 2016.

Sobre a Fluke Biomedical
Confiável para medidas que são realmente importantes.
A Fluke Biomedical é a principal provedora global de serviços e equipamentos de teste e medidas para o setor da saúde. Atendemos engenheiros biomédicos, técnicos de garantia de qualidade, físicos- médicos, oncologistas e profissionais de segurança de radiação e estamos continuamente expandindo nossa linha de produtos para atender uma faixa maior de profissionais de saúde e segurança. Para mais informações, acesse www.flukebiomedical.com.

Para obter mais informações sobre os produtos da Fluke Biomedical e Unfors RaySafe e solicitar fotografias, contate:
Julie Lary
Coordenadora de marketing
+1 (425) 446-6006
julie.lary@flukebiomedical.com

FONTE Fluke Biomedical

O que podemos aprender com o sistema de saúde cubano?

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O Brasil vem progredindo de maneira notável nos padrões de qualidade assistencial dentro das unidades de prestação de serviços em saúde. Dentro da perspectiva histórica, é inegável que houve avanços consideráveis nesse quesito, partindo da compreensão do que vem a ser fundamentalmente um bom padrão assistencial. Este, por sua vez, foi suportado por ampla literatura mundial e sacramentado através de iniciativas inovadoras de alguns prestadores de serviço públicos e privados, mostrando a viabilidade do processo e suas principais repercussões na prática, tais como segurança do paciente, melhora da logística interna e redução de custos, sem contar outros incontáveis benefícios.

A prática de aferição e certificação da qualidade assistencial, mais conhecido como Processo de Acreditação, foi criada e se desenvolveu para cada vez mais incentivar prestadores a se adequarem a esses referidos padrões, sem perder sua autonomia e seus valores institucionais. Mais recentemente, vêm desempenhando um papel adicional na medida em que a posse de um Selo de Acreditação tem sido considerado um possível mecanismo de diferenciação no pagamento por serviços, incentivando, dessa maneira, a concorrência entre os prestadores e seus pares.

O complexo médico-industrial, a despeito de suas idiossincrasias (e que fogem ao escopo desse texto), continua vivo e pujante: se há um setor que não aparenta arranhões, esse é, sem dúvida, os provedores de insumos, desde saneantes até tecnologia de última geração. Como dito em outros textos, somos bastante acríticos na incorporação de tecnologias de alcance e benefício duvidoso, travestidas de medidas que pretendem gerar impacto e postas em práticas muitas vezes por pressões de grupos de interesse ou pela falsa concepção do que vem a ser diferencial competitivo.

Já os profissionais de saúde, e aqui me prendo à classe médica, parece vegetar sob um estado hibernal que vez ou outra é quebrado por palavras de ordem contra planos de saúde ou contra decisões políticas ou administrativas que possam vir a abalar sua zona de conforto. Aparentemente, as coisas vão bem por aqui, e a despeito da choradeira geral quando o assunto é salário, ninguém está deixando de receber seus vencimentos, e estes muitas vezes condicionados em valores absolutos à capacidade do profissional superar seus limites físicos através de jornadas que às vezes desafiam a razão. Não raro quem sofre com o esgotamento do médico é o paciente aos seus cuidados. É assim que nós somos, e não há dispositivo legal que se contraponha a essa prática.

Confesso que meus conceitos, que já não pactuavam muito com esse nosso sistema da forma como ele é, e que insiste em se mostrar cada vez mais iníquo frente aos seus desafios mais elementares (e estamos falando de bandeiras que estão superando uma década de discussão), definitivamente sofreram uma profunda necessidade de re-elaboração recentemente.

Estive em Havana, Cuba, no mês de janeiro deste ano. Foi uma visita que teve diversos propósitos, inclusive de turismo (recomendo, por sinal). Mas um dos principais objetivos foi sair em campo para entender um pouco do por que o sistema de saúde cubano é tão bem falado, em seus diversos níveis hierárquicos, e com indicadores de saúde tão consistentes. Mais que isso, como professor da área, queria conhecer de perto a Universidade de Havana, o curso de Medicina da mesma e algumas minúcias relativas à formação profissional do médico daquele país. Já como intensivista, estava muito curioso a respeito de como as UTI’s de lá funcionam, com embargo americano e tudo o mais.Cuba-Brasil

Devo esclarecer de antemão que informações dessa natureza não são confiáveis aqui no Brasil, seja lá quem as produz, brasileiros ou não. O que sabia, e que talvez muitos também o saibam, eram notícias horripilantes acerca do modelo assistencial e formador na ilha de Fidel, lado a lado com depoimentos emocionados de pessoas assistidas pelos profissionais cubanos nos países aonde seus profissionais prestam serviço, inclusive, e a meu ver de forma previsível, no nosso país. E os indicadores de saúde naquele país falam por si mesmos.

Não há nenhuma pretensão em expressar aqui opiniões pessoais a respeito do que vi ou escutei. E não quero aqui condensar as conclusões a que cheguei depois desses vinte dias em contato com aquele país. Isso exigiria um espaço muito, muito maior. Mas de uma coisa todos podem ter certeza: foi fundamental estar lá e ver com os meus olhos como as coisas são feitas. A partir dessa constatação, me sinto na obrigação de informar que sem nenhuma dúvida estamos assumindo uma postura bastante vergonhosa, para ficar num termo mais brando, ao afirmar e tomar como verdades coisas que de fato não existem, veiculadas por fontes de informação na mídia não parecem estar a par do que de fato ocorre.

Refiro-me especificamente, e em primeiro lugar, ao profissional cubano, principalmente o médico. Pelo que pude ver e ouvir através de vários contatos feitos, alguns de peso inclusive, o médico cubano é bem formado. Aliás, muito bem formado. Sua formação é de cunho generalista fundamentalmente, sendo facultada ao mesmo a especialização através de programas de Residência Médica, assim como no Brasil. A principal diferença é que, apesar de existirem programas em todas as especialidades médicas (e a maioria dos profissionais o fazem), a especialidade chamada Medicina de Família é muito valorizada e respeitada. Os motivos pelos quais isso ocorre tem a ver com planejamento central do Ministério da Saúde, com a realidade sanitária local (a população é pobre), acesso à possibilidade de prestação de serviços fora do país (assegurando uma renda maior) e sentido patriótico de bem estar coletivo (sim, isso existe lá!). Importante ressaltar também que o curso de Medicina é feito em seis anos, e não em quatro, como alguns meios de comunicação maldosamente vinham propagando.

Quanto aos demais especialistas, não me pareceram em nada ficar devendo aos nossos. E com relação aos centros médicos e hospitais, tive uma impressão muito boa: não há filas nos corredores para atendimento, não há macas pela emergência, não há falta de leitos e não há falta de profissionais. As instalações não são suntuosas, mas são limpas e bem organizadas. Os Hospitais Gerais - e são vários - atendem a todas as especialidades, sem exceção, destacando-se em uma ou outra especialidade de acordo com o local. E, pasmem, os médicos trabalham, quando não estão de plantão, das 8:00h às 17:00h. Todos, sem exceção, e todos os dias.

Existem problemas na prestação dos serviços, como em todos os países do mundo, mas no que tange ao modelo assistencial e o alcance de suas metas de prover saúde e bem estar para a sua população e também para as pessoas de outros países, parece difícil negar que em Cuba algo de bom e eficiente não esteja sendo feito. Contra fatos não há argumentos: os médicos cubanos vêm obtendo o reconhecimento de mais de uma centena de países como um serviço que, no geral, atende e supera expectativas. Nós também temos muitos bons profissionais que fariam a diferença pelo mundo, mas que não se interessam sequer em ocupar os espaços dentro do próprio país.

Importante frisar o termo “em geral” porque num conjunto de tantas pessoas, um ou outro podem ter desvios de comportamento ou mesmo não estarem à altura da nobre função de cuidar, seja por despreparo técnico ou de caráter. Nada diferente de nossos profissionais ou de profissionais no mundo todo, posso assegurar. Alguns frisam que muitos destes podem se utilizar desse artifício para fugir de seu país ou simplesmente desistir. Entretanto, os 0,2% de desistências desses cubanos contrasta com os 8,0% de brasileiros que adotam essa prática, dentro do Programa Mais Médicos, após três anos de implantação.

Nesse campo de debate ao nível da atenção básica, não é necessário ser um especialista para perceber que nosso país deveria ter um planejamento e orçamento mais robustos para populações mais carentes. Em um país que pede no jantar camarão na moranga onde só tem carne seca com farinha deveria, pelo menos nesse aspecto, fazer mais do que divagar em iniciativas sem futuro ou promessas que não serão cumpridas.

Após essa viagem eu passei a pensar mais seriamente em outros cenários, nos quais decisões políticas possam vir a querer ampliar os bons e inegáveis resultados do Programa Mais Médicos, trazendo profissionais estrangeiros (e dentre eles cubanos) para ocupar também unidades de saúde de níveis hierárquicos superiores, tais como policlínicas e hospitais. Nosso país dispõe de 6701 hospitais (CNES, jan/2016), e destes, 2010 são públicos, que respondem por aproximadamente 68% dos leitos hospitalares disponíveis, pulverizados pelo país e na imensa maioria com baixa capacidade resolutiva e baixíssimas taxas de ocupação, por razões relacionadas a pouco investimento, carência de serviços diagnósticos e terapêuticos auxiliares e, principalmente, falta de médicos. Disso resultam serviços obsoletos, populações desassistidas para situações de doença resolvíveis em nível intermediário de complexidade, sobrecarga nos hospitais regionais de referência (com suas filas de ambulância), insatisfação dos cidadãos e ineficiência do sistema.

Excluindo os incontáveis aspectos adicionais e discutíveis relacionados a uma decisão de tal magnitude, me pergunto: esses profissionais que vêm de fora, que detém conhecimento de saúde básica, somado a outros tantos com conhecimento técnico em especialidades, poderiam prestar um serviço melhor à população mais pobre e distante dos grandes centros, que sofrem com a ausência de profissionais, em nível secundário ou mesmo terciário? E nas cidades maiores, que também apresentam lacunas de acesso e resolutividade pela falta de profissionais (brasileiros) interessados em ocupá-las? Qual seria o impacto nos indicadores de eficiência na gestão desses hospitais? E o que diriam os cidadãos nos grandes centros urbanos brasileiros, apertados até o pescoço com uma mensalidade de plano de saúde cada vez mais impagável, se de repente se depararem com uma assistência tão boa em hospitais, que não sintam mais a necessidade de pagar uma medicina suplementar? Se olharmos com atenção, talvez não seja um passo tão grande nem tão distante assim. Basta seguir a lógica inaugurada pelo Programa Mais Médicos, que até a sua implantação ninguém deu muita bola.

Continuo insistindo na tese de que a grande transformação na saúde será através de diferenciais assistenciais que envolvam seu objeto de maior atenção, o paciente (internado em hospitais, assistido em outras unidades ou em casa), de forma diferenciada, única, trazendo para sua ação uma abordagem humanística e integradora que facilmente seja transmutada em empatia, confiança e solidariedade. É possível construir um profissional com esses atributos? Creio que sim. Agora creio mais ainda. E pode ser que talvez nem uma transformação dessa natureza resulte em um amadurecimento pleno de todos os elos da cadeia assistencial, que valorize a saúde em detrimento da doença, que foque o indivíduo doente dentro de um contexto individualizado e que priorize seu modo de vida, que cimente as bases para uma vida mais digna e cidadã, e que estabeleça em definitivo o conceito de hierarquização e eficiência na medicina hospitalar. Nada disso é feito em nosso país, salvo algumas exceções, a despeito de incontáveis discussões sobre o assunto.

Abraçando essa causa, talvez nem precisemos trazer profissionais de fora para nos dar o exemplo.

E nem seja necessária uma revolução.

Projeto de Arquitetura oferece mais segurança aos recém-nascidos

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Inaugurado recentemente e concebido pela arquiteta, Moema Loures, do Núcleo de Projetos para Saúde, do escritório Studio IMA, a nova Unidade Neonatal da Santa Casa de Juiz de Fora teve como linha central dar maior fluidez ao espaço, permitindo visualizar os bebês de qualquer ponto, garantindo a segurança dos “pequenos pacientes”.

Projetada com três núcleos circulares, a nova Unidade Neonatal acomoda os recém-nascidos em seus diferentes estágios. O primeiro núcleo atende os bebês que necessitam de ganho de peso; já o segundo núcleo ficam os recém-nascidos com patologias intermediárias; e no terceiro núcleo estão os que necessitam de cuidados especiais.

Para cada núcleo foi definido um conjunto de cores com objetivo de estimular os recém-nascidos. O núcleo onde ficam os bebês mais graves receberam cores fortes e alegres: amarelo e rosa e laranja.

Todas as superfícies foram feitas em Corian, um material não poroso e homogêneo que impede a contaminação por bactérias e fungos em sua superfície, ideal para ambientes hospitalares.

Ao todo foram 400 m2 de obra para receber 28 leitos para os bebês e mais dois leitos cangurus, onde as mães podem ficar internadas 24h ao lado de seus filhos.

A nova Unidade Neonatal faz parte de um projeto maior de transformação da Santa Casa de Juiz de Fora, que hoje é uma das maiores instituições hospitalares de Minas Gerais. Em cinco anos já foram reformados cerca de 10.000 m2, incluindo unidades como Hemodinâmica, Endoscopia, Hemodiálise, Unidade Coronariana, Central de Material Esterilizado e 60 novos quartos.

Resolvendo erros de administração de medicamentos na beira do leito

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Com certa frequência temos notícias sobre intercorrências, algumas vezes fatais, geradas por erros de medicação durante internações hospitalares. Medicamentos trocados, doses erradas e interação medicamentosa são algumas das ocorrências, geralmente atribuídas à falha humana. Segundo estudos internacionais realizados em hospitais, algum tipo de erro ocorre em 33% das administrações do medicamento no momento da dispensação, e, portanto, a solução se revela no controle, em tempo real, de todo o processo de administração de medicamentos, desde a prescrição até a beira do leito.

O Brasil tem avançado no desenvolvimento de tecnologias que permitem o mapeamento e controle de todo o processo envolvendo médico e enfermagem e a dispensação serializada do medicamento ao paciente, com sistemas de checagem automatizada de dados, inclusive com bloqueio de acesso não autorizado, que garante mais eficiência e segurança para pacientes e os profissionais envolvidos, além de redução de perdas de medicamentos, que podem ser reinseridos na cadeia de atendimentos após logística reversa. O nível de acuracidade chega a 99,9%.

São sistemas e equipamentos de extrema inteligência e que podem abranger alta complexidade, mas de fácil operação pelos profissionais de saúde.

Como vemos, investir em segurança do paciente não é apenas um diferencial, mas condição sine qua non a qualquer serviço, especialmente quando este lida com vidas. O custo-benefício se mostra em gestões eficientes, certificadas, reconhecidas e rentáveis.

*Mayuli Fonseca, diretora de novos negócios da UniHealth Logística Hospitalar.

Pesquisas mostram que 51% de casos de endometriose são hereditários

Considerada uma das principais causas de infertilidade feminina da atualidade, atingindo cerca de 30% a 50% das pacientes, a endometriose já acomete mais de 176 milhões de mulheres no mundo, sendo seis milhões só no Brasil. Pesquisas sugerem que em 51% dos casos há fatores genéticos envolvidos. Além disso, acredita-se que o padrão de vida feminino atual, como engravidar mais tarde, ter menos filhos e se submeter a um maior nível de estresse, pode influenciar o surgimento da doença.

O maior desafio ainda é identificar os sintomas. Silenciosos, eles podem ser facilmente confundidos com outras doenças ginecológicas e tendem a evoluir de forma progressiva a cada ciclo. De acordo com o ginecologista e obstetra do HCor, Francis Helber, as causas da doença ainda não são totalmente esclarecidas. “Há diversas teorias que tentam explicar a origem da endometriose. Uma delas é o fator imunológico, ou seja, alterações da imunidade celular nas mulheres, motivadas pelo estresse, podem desencadear a doença”, explica.

No período fértil, o organismo prepara o útero para receber a gestação, o que só é possível devido a ação dos hormônios estrogênio e progesterona. Quando não ocorre a gravidez, há uma descamação da camada interna do útero, o endométrio, resultando na menstruação. “Não sabemos exatamente o motivo, mas este tecido pode seguir em outras direções e se instalar principalmente nos ovários e tubas uterinas, por exemplo, sendo outra explicação da origem da doença”, comenta Helber.

Identificar e tratar

A boa notícia é que, com o avanço das pesquisas e a melhora progressiva da qualidade dos exames, a doença pode ser diagnosticada e tratada precocemente. Para isso, diante do menor sintoma que possa sugerir a doença, como dor durante relações sexuais, cólicas crônicas, que podem ocorrer durante todo o período menstrual, alterações intestinais, ou ainda dores contínuas na barriga independente do período menstrual, é fundamental buscar orientação médica.

“Para confirmar o possível diagnóstico, o exame clínico é o primeiro passo, seguido de exames laboratoriais e de imagem, como ultrassom transvaginal específico para endometriose com preparo intestinal, ressonância magnética e até laparoscopia, em alguns casos. No entanto, o diagnóstico definitivo depende da realização de biópsia, mas não é obrigatório para o início do tratamento”, explica Helber.

De acordo com o ginecologista do HCor, é importante destacar que a doença hoje já permite a mulher levar uma vida normal. Com o acompanhamento médico e com a tratativa adequados, ela pode superar os obstáculos e manter os sintomas sob controle.

Brasil se une aos EUA para desenvolver vacina contra Zika

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Foi anunciado nesta quinta-feira (11/02) pelo ministro da Saúde, Marcelo Castro, o primeiro acordo internacional para desenvolvimento de vacina contra o vírus Zika. A parceria será entre o Instituto Evandro Chagas do Pará, órgão vinculado ao Ministério da Saúde, e a Universidade Texas Medical Branch dos Estados Unidos. O governo brasileiro disponibilizará US$1,9 milhão nos próximos cinco anos para a condução da pesquisa.

Leia Mais: Zika vírus: OMS declara emergência internacional

Laboratórios ampliam em 20 vezes testes para o zika vírus

O cenário do zika vírus no Brasil

Segundo Marcelo Castro em comunicado à imprensa, o acordo é um passo importante para o desenvolvimento de uma vacina para o vírus Zika e a previsão inicial é que os pesquisadores brasileiros e americanos concluam o imunizante nos próximos dois anos. Ele ainda explica a escolha da parceria: "A Universidade do Texas Medical Branch foi escolhida por ser um dos principais centros mundiais de pesquisas de arbovírus, e um dos mais especializados no desenvolvimento de vacinas. Assim como o Instituto Evandro Chagas, que também é referência mundial como centro de excelência em pesquisas científicas”.

O acordo prevê a instituição de um Comitê de Coordenação que irá se reunir, pelo menos, duas vezes ao ano para analisar o progresso e os resultados alcançados no âmbito da cooperação. Está prevista também a participação de outros organismos de saúde internacional, como a Organização Mundial de Saúde.

Ainda segundo pesquisador do Instituto Evandro Chagas, Pedro Vasconcelos, planeja-se que já no primeiro ano de parceria sejam feitos os primeiros ensaios pré-clínicos, simultaneamente no Brasil e nos Estados Unidos. Ele explica que em Galveston, na cidade do Texas, serão realizados testes em camundongos e, em Belém, em macacos e que essa testagem simultânea garantirá maior agilidade ao processo, possibilitando que, já no segundo ano, possam ser iniciados os ensaios clínicos.

O investimento em novas tecnologias é um dos eixos do Plano Nacional de Enfrentamento ao Aedes e à Microcefalia que está sendo executado pelo governo federal com envolvimento de 18 ministérios e outros órgãos federais, além da parceria com os governos estaduais e municipais. O plano foi criado para conter novos casos de microcefalia relacionados ao vírus Zika e oferecer suporte às gestantes e aos bebês. Ele é resultado da criação do Grupo Estratégico Interministerial de Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional e Internacional. O plano é dividido em três eixos de ação: Mobilização e Combate ao Mosquito, Atendimento às Pessoas e Desenvolvimento Tecnológico, Educação e Pesquisa).

*Com informações do Portal da Saúde - Ministério da Saúde em 11/02/2016.

Mande a gestão da clínica para a nuvem!

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Sobre a mesa de um médico normalmente há um receituário, porta-canetas e até mesmo um computador. Mas na grande maioria das clínicas e consultórios também existe fichas de pacientes espalhadas, recibos de fornecedores, contas a pagar e outros documentos que ele precisa lidar no dia a dia. Mesmo com a popularização do cloud computing nos últimos anos, os profissionais de saúde ainda insistem em manter uma gestão antiquada. Dessa forma, a gestão divide tempo e espaço físico das pessoas, impedindo um tratamento mais humanizado e de qualidade.

Leia Mais: O futuro da saúde além da segurança do paciente

5 dicas para organizar a gestão de clínica em 2016

O principal receio em torno da nuvem gira em torno da segurança dos dados no ambiente online. Ainda há o temor em muitos médicos de que a digitalização de documentos, como o histórico do paciente e informações financeiras, fiquem vulneráveis e expostos a ataques cibernéticos – o que, evidentemente, não acontece com o papel impresso. Além disso, existe a questão cultural. A maioria dos profissionais de saúde atuantes no Brasil não conviveu com novas tecnologias voltadas à gestão nas universidades. A falta de hábito leva ao abandono de recursos que facilitariam a vida das pessoas.

A maioria dos médicos já utiliza a nuvem com segurança para acessar, por exemplo, seus dados financeiros pelo Internet Banking – e esta mesma tecnologia pode ser utilizada para facilitar o armazenamento e gerenciamento de dados no consultório. A tendência é que a tecnologia em nuvem faça cada vez mais parte da vida das pessoas envolvidas com medicina.

Pouco a pouco, as barreiras que impedem a maior adoção do cloud computing começam a desaparecer, deixando à vista todos os benefícios que ele pode proporcionar à medicina. Recente pesquisa do IDC indica que 41,5% dos profissionais de hospitais nos Estados Unidos estão confortáveis com os resultados obtidos pelos softwares em nuvem no ano passado. Em 2014, este índice era de apenas 30%.

Até porque, com o mundo mais conectado atualmente, não faz mais sentido para os médicos ignorarem temas como cloud e dispositivos móveis (incluindo as pulseiras fitness que estão na moda ultimamente). É por meio da nuvem, por exemplo, que o profissional consegue administrar seu consultório de um simples smartphone em qualquer lugar que tenha conexão com internet. Com um simples toque, ele tem à disposição informações sobre pacientes, demonstrações financeiras e compromissos de sua agenda.

A tecnologia, quando bem utilizada, se transforma em uma aliada importante para médicos de todas as especialidades. Assim, eles conseguem mais tempo e comodidade para realizarem aquilo que eles mais gostam: atender da melhor forma possível todos os seus pacientes.

* Tiago Delgado é sócio-fundador da Medicina Direta, empresa especializada em gestão e serviços digitais para clínicas e consultórios

Novo modelo de negócio promove visão positiva do envelhecimento

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Muita gente aproveita este período, que vai de janeiro até o Carnaval, para colocar a leitura em dia.

Costumo dizer que essa “maratona”  -  mantenho um cardápio bem variado de autores, assuntos e gêneros para me fazer companhia nesse longo tempo livre -, tem o efeito semelhante ao de uma “recarga” de vitaminas. Melhor dizendo, é uma dose extra de inspiração que ninguém deveria dispensar, especialmente nesses tempos de crise. E não precisa de muitos, basta um bom livro para "resetar" os horizontes. 

Por isso compartilho, agora, a dica de um livro, em formato digital, “How to Age Positively – A Handbook for Personal Change in Later Life” (Positive Ageing Associates, disponível na Amazon), escrito por Guy Robertson para, em seguida, mostrar um novo modelo de negócio baseado na visão positiva do envelhecimento que pode ser desenvolvido em shopping centers.

Inspiração para todos

Recomendo a leitura de “How to Age Positively”” não só para quem deseja viver mais e melhor após os 50. Essa obra pode subsidiar médicos e profissionais da saúde e também trazer insigths para quem deseja empreender no campo do envelhecimento saudável, mesmo o autor não tendo esse objetivo, vou logo avisando.

Mas um empreendedor de São Paulo está colocando em prática a essência desse trabalho, de forma intuitiva, pois ele não teve essa obra como referência.

Você também pensa assim?

Primeiro, vamos fazer uma brevíssima apresentação  do autor Guy Robertson, que tem uma longa carreira na pesquisa e planejamento de serviços de saúde e assistência social para idosos.

Esse britânico tem liderado iniciativas inovadoras, sempre chamando a atenção para algo que pode parecer óbvio à primeira vista, mas continua sendo uma barreira não ultrapassada na maioria das culturas: o estereótipo - deprimente - em torno da velhice.

Foco na psicologia do envelhecimento

O século 21 tem sido chamado de “era da sociedade do conhecimento”, mas, paradoxalmente, nesses nossos novos tempos o imaginário coletivo continua dominado pela visão negativa dos idosos, associando o avanço da idade a uma espiral descendente, e muito temida, de declínio irrefreável das capacidades físicas e mentais do ser humano somado ao isolamento social, depressão e lenta  decrepitude.

Na contramão desse pensamento, Guy Robertson em seu livro  “How to Age Positively” oferece um manual que se concentra nos aspectos puramente psicológicos e emocionais do envelhecimento, e não como é comum em trabalhos do gênero, que dão muita ênfase à saúde física.

O objetivo de Robertson é melhorar as chances das pessoas maduras experimentarem alegria e realização genuínas na velhice, mesmo tendo de conviver com doenças crônicas ou graves como o câncer.

Nova perspectiva

Segundo Robertson, o primeiro passo é identificar as crenças negativas que cada um traz dentro de si sobre o envelhecimento.

Em seguida, o leitor é convidado a aplicar técnicas de revisão de vida, atenção plena no presente e gratidão para criar interiormente pensamentos e perspectivas mais otimistas sobre seu próprio envelhecimento.

Vale lembrar que todo o método de Robertson está baseado em evidências obtidas em pesquisa acadêmica.

Longevidade no shopping center, sim!

O empreendedor Paulo Sérgio Carneiro tem estado à frente de iniciativas inovadoras. Seu forte é conceber eventos sobre temas de ponta, a exemplo do mercado de luxo, social marketing e, é claro, envelhecimento.

Carneiro capturou uma oportunidade muito interessante.

Shopping centers são locais frequentados por gente de todas as faixas etárias, numerosos são os adultos na meia-idade e mais maduros circulando sozinhos ou acompanhados pelos corredores de lojas e praças de alimentação.

Se estão ali para fazer compras ou simplesmente se distrair, por que não atrair esses consumidores para eventos, ali mesmo dentro do centro de compras, em um ambiente tão agradável quanto as lojas de suas marcas favoritas, proporcionando a essas pessoas a experiência positiva – e propositiva - sobre o próprio envelhecimento, com  acesso a apresentações de fácil entendimento, com tempo para tirar as dúvidas e até fazer novos amigos?

Palestras com degustação

Um dos mais sofisticados centros de compras da capital paulista, o Shopping JK Iguatemi, foi o palco do primeiro evento Anti Aging, composto de sete palestras que se estenderam por toda uma tarde com especialistas de renome em diversas áreas, que, além de exposições objetivas, davam muito espaço para a plateia fazer perguntas. O custo do ingresso foi de R$ 159.

Nos intervalos, todos participavam da degustação de comidas e bebidas saudáveis, além de conhecer produtos para beleza e cuidados pessoais.

Temas atuais

A palestra de abertura, “Genética não é Destino”, ministrada pela endocrinologista Vânia Assaly, levou ao público muita informação relevante, sem perder a leveza.

O especialista em marketing digital, Estevão Rizzo, manteve o tom coloquial para falar sobre como pessoas maduras, muitas ainda com pouca intimidade com as novas tecnologias, podem tirar proveito dos aplicativos e wearables voltados para a qualidade de vida.

O chef Renato Caleffi apresentou a gastronomia orgânica e funcional, forte aliada para uma vida longa e saudável. Algumas de suas receitas puderam ser saboreadas  pelos presentes.

Uma grande sacada

O que interessa registrar aqui é que essa ideia do empreendedor Paulo Ségio Carneiro é uma grande sacada.

Não há local mais interessante que o ambiente de um centro de compras,  por onde circula muita gente todos os dias, para falar de uma forma positiva e prática sobre como melhorar e valorizar a experiência de ter pela frente uma expectativa de vida longa - que alguns preferem denominar apenas como velhice, terceira idade, “gerontolescência”, “feliz idade”, enfim, chame como você quiser essa “nova” e irreversível realidade.

O fato é que esse modelo de negócio em um país como o  Brasil, que envelhece a passos rápidos, pode funcionar amplamente.

Estrutura para isso não falta. Existem mais de 500 shopping centers do Oiapoque ao Chui e o interesse dos brasileiros 50+ por um estilo de vida mais saudável só tem aumentado, como indicam várias pesquisas.

Agora que 2016, de fato, começou aqui no Brasil, abre-se essa nova fronteira para quem pensa em empreender de uma forma inovadora e, de quebra, dando uma mãozinha para tirar de cena aquelas ideias ultrapassadas sobre a velhice.

Como montar uma universidade corporativa no seu Hospital?

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Você já ouviu falar em universidade corporativa? O modelo chegou ao segmento de saúde e tem promovido a formação continuada de profissionais, alavancando assim o desenvolvimento do segmento hospitalar. Ao contrário do que muitos imaginam, a implantação de uma universidade corporativa não requer um projeto grandioso, com alto investimento em equipamentos, estúdio e equipe para produção de conteúdo. Neste post você vai perceber que o seu hospital já tem tudo o que precisa para criar um grupo de multiplicadores e começar a disseminar o conhecimento.

A autora Jeanne C. Meister cita no livro Educação Corporativa alguns dos fatores que estão impulsionando o avanço da universidade corporativa. Ela destaca a mudança da hierarquia vertical para horizontal, a formação de equipes mais enxutas e flexíveis, a consolidação da economia do conhecimento e redução do prazo de validade das informações, devido às constantes mudanças. O perfil dos profissionais das novas gerações também interfere no ambiente de trabalho, fazendo com que as novas metodologias para difusão do conhecimento ganhem força.

Entenda o propósito da universidade corporativa

O segmento de saúde registra uma alta rotatividade e a cada contratação de colaboradores é preciso transmitir os processos internos e a política da organização aos profissionais recém-chegados. Mas, a produtividade e a qualidade do atendimento ao público externo poderão ser impactadas se cada setor tiver que interromper suas atividades para treinar os novos colaboradores. É muito mais simples gravar um vídeo com as informações que, além de documentar os processos, pode ser visto quantas vezes forem necessárias, em qualquer lugar e horário. Esse é o papel da universidade corporativa nos hospitais: criar e armazenar conteúdos para uso interno, proporcionando a capacitação e o desenvolvimento da equipe.

Como montar uma universidade corporativa no seu hospital?

Conhecimento e informação são os pontos mais importantes da universidade corporativa, então elabore o seu planejamento focando nisso. Depois, selecione os profissionais que irão transmitir as informações. Você pode formar um grupo de multiplicadores de conhecimento, que periodicamente podem gerar novos conteúdos. Não se preocupe tanto em relação à tecnologia, os vídeos podem ser gravados usando um smartphone, uma câmera fotográfica ou até mesmo a câmera interna de um notebook. Os vídeos produzidos podem ficar disponíveis em plataformas gratuitas como o Moodle, que é focada em e-learning, ou no próprio Vimeo, basta criar um canal privado e liberar o acesso somente para seus colaboradores.

Quais conteúdos abordar no segmento hospitalar

A universidade corporativa de um hospital pode abordar inúmeros assuntos, desde como solicitar que a operadora de saúde autorize um procedimento, a forma adequada de fazer a administração e o controle de medicamentos, até boas práticas para o controle de infecção ou temas ainda mais específicos, como nefrologia ou neuropsicologia da memória. Os relatórios de gestão costumam apresentar os principais gargalos produtivos do hospital, ofereça conteúdos para resolvê-los. Com a universidade corporativa em funcionamento, o hospital estará criando um valioso banco de informações, com fluxos de trabalho e informações relevantes para a rotina hospitalar, visando à excelência no atendimento.

Você entendeu a importância da universidade corporativa para o segmento hospitalar? As formas de consumir a informação mudaram e o segmento de saúde precisa acompanhar essas mudanças. A universidade corporativa é uma alternativa acessível para a qualificação profissional de equipes de saúde. Ao implantá-la, crie estratégias que disseminem o conhecimento e promovam o desenvolvimento profissional e institucional.

*Eng Daniel Raizer Heller, Diretor de Healthcare da Teltec Solutions

Projeto de identificação de vítimas da Guerra do Vietnã usará o programa de comparação de DNA Bonaparte

NIJMEGEN, Países Baixos, 12 de fevereiro de 2016 /PRNewswire/ -- A SMART Research BV assinou um contrato para o fornecimento do sistema de software de comparação de DNA Bonaparte e de serviços de suporte associados ao governo do Vietnã. A aquisição faz parte de um projeto de 10 anos que tem como objetivo identificar pelo menos 80.000 das 650.000 vítimas não identificadas da Guerra do Vietnã.

Iniciado pelo primeiro-ministro vietnamita Nguyen Tan Dung, o "Projeto 150" será o maior projeto de identificação de DNA já realizado. Três laboratórios serão atualizados com as mais recentes tecnologias forenses de fornecedores de tecnologia como Qiagen e Eppendorf, enquanto consultoria e treinamento serão fornecidos pela BioGlobe e pela Comissão Internacional sobre Pessoas Desaparecidas (ICMP, na sigla em inglês) na Bósnia. Com a assinatura deste contrato, a SMART Research BV junta-se orgulhosamente à equipe do projeto.

Os algoritmos de correspondência indireta de última geração do Bonaparte fornecerão aos laboratórios do governo vietnamita possibilidades robustas de busca por família e parentesco necessárias para este projeto ambicioso. O sistema Bonaparte permite a identificação de restos desconhecidos com base em DNA de referência de familiares usando árvores genealógicas arbitrárias.

O sistema Bonaparte foi implantado em trabalhos de identificações reais em muitas ocasiões; ele desempenhou um papel importante na identificação das vítimas do desastre aéreo de 2010 em Trípoli e na identificação das vítimas do voo MH17 da Malaysia Airlines na Ucrânia em 2014.

O Bonaparte foi encomendado em 2007 pelo Instituto Forense dos Países Baixos (NFI, na sigla em holandês), e desde então tem sido desenvolvido e aprimorado pela SNN e pela sua subsidiária SMART Research BV em estreita colaboração com o NFI.

A SMART Research BV é uma empresa comercial criada após uma cisão da SNN - a Fundação Holandesa de Redes Neurais da Universidade Radboud em Nijmegen, Países Baixos. A SMART Research desenvolve, mantém e fornece suporte ao Bonaparte. A SMART Research especializa-se na aplicação de aprendizagem avançada de máquinas e em tecnologias de inteligência artificial para resolver problemas do mundo real. Estas tecnologias também são a base do sistema Bonaparte.

http://www.bonaparte-dvi.com

FONTE SMART Research BV