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40 tendências para o futuro da medicina

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Conforme as plataformas e tecnologias digitais surgem e mudam rapidamente, é preciso que exista uma parceria na saúde entre pacientes e profissionais do setor, assim como um direcionamento que os prepare para as novas tecnologias a serem implementadas nas práticas diárias e no gerenciamento de saúde dos pacientes.

Baseado no que estamos vendo nas outras indústrias, podemos esperar que o futuro da medicina trará uma série de mudanças e, enquanto esse redesenho acontece, a saúde demandará muito tempo e esforço, por enquanto o melhor a se fazer é estar preparado para o que vem vindo!

Infográfico apresenta as tendências para o futuro da medicina que afetarão tanto os profissionais da área quantos os pacientes. As tendências apresentadas são separadas em 4 setores:

  • Preparação & Prevenção;
  • Entrada de Dados & Diagnósticos;
  • Terapia & Acompanhamento;
  • Resultado & Consequências.

Além disso, existem 3 diferentes classificações para cada tendência por disponibilidade, onde:

*Verde- Tecnologia já está disponível;

*Laranja- Tecnologia ainda está em desenvolvimento;

*Vermelho- Tecnologia ainda levará tempo para estar disponível.

Algumas das tecnologias que poderemos ver em breve ou que já estamos vendo sua adoção na saúde são: Dissecação virtual , alfabetização digital em educação médica, informações online com curadoria, sensores digestíveis, genômica personalizada, telemedicina, intervenção robótica e inteligência artificial no apoio de decisões médicas.

No entanto, algumas das tendências que ainda levarão um tempo para vermos são: Diagnóstico a domicílio, simulação fisiológica completa, nanorrobôs no sangue, aplicação de realidade virtual, radiologia multi-funcional e experiência hospitalar redesenhada.

Confira todas as 40 tendências para o futuro da medicina abaixo:

MEDICAL_infographic_final Fonte: The Guide to the Future of Medicine

5 principais componentes que facilitam a alta hospitalar

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Pesquisa mostra o quanto os prestadores de saúde estão investindo em programas com foco na transição do cuidado, diminuindo as taxas de reinternação hospitalar. O infográfico abaixo também mostra as ferramentas/tecnologias para a transição também dos dados.

  • A transição do hospital para o cuidado em casa (home care) é um dos pontos críticos para ser gerenciado, segundo 50% dos respondentes da pesquisa 2015 Care Transitions Management survey.
  • O histórico das hospitalizações recentes é o indicador mais flagrante da necessidade de uma melhor gestão para a transição do cuidado, de acordo com 81% dos entrevistados.
  • A maioria (75,9% ) possui programas formais para a transição do cuidado.

Os cinco principais componentes que facilitam a alta hospitalar são:

  • 92,1% Diagnóstico
  • 84,1% Lista de Medicamentos
  • 82,5% Follow-up de instruções
  • 66,7% Contato com os médicos
  • 60,3% Comunicação com os pacientes

Care-Transitions-Management-2-0 http://www.hin.com/infographics/care_transitions_2.0.html#.VrtwDvkrLIU

Empresas formam aliança para diminuir custos na Saúde

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Vinte grande companhias - incluindo a American Express Co., Macy's Inc e a Verizon Communications Inc. - estão se unindo para usar seus dados coletivos e poder de mercado em uma tentativa de manter baixos custos para fornecimento de benefícios de saúde aos trabalhadores.

A nova aliança formada pelas companhias, que cobrem aproximadamente quatro milhões de pessoas entre eles, planeja compartilhar informações sobre os gastos com saúde de seus empregados e seus respectivos resultados, com foco em descobrir como eles contratam cuidados de saúde. Por fim, alguns membros dizem que a aliança poderia formar uma corporativa de compras para negociar menores preços ou tentar mudar seus relacionamentos com administradores de seguros e gerentes de benefício para remédios.

Levando em consideração o tamanho das empresas envolvidas, a ação poderia repercutir pelos planos de saúde fornecidos por empregadores, que há muito tempo vem sendo a maneira como a maioria dos norte-americanos - aproximadamente 170 milhões- conseguem sua cobertura de saúde. Grandes empregadores normalmente financiam por si próprios o tratamento médico de seus trabalhadores, através de planos administrados por companhias de seguros tradicionais que coletam as contribuições dos empregadores na forma de bonificações e dedutíveis.

"Saúde é uma das coisas que os empregados querem e precisam", disse CAO da Verizon, Marc Reed para matéria do The Wall Street Journal. "Estamos tentando fazer isso de maneira sustentável para que esse tipo de cobertura possa continuar".

As companhias participantes da aliança concordaram em comprar o que eles vêm chamando de Aliança de Transformação da Saúde e agregar seus dados sobre custos de prestadores e resultados de pacientes que começará ainda este ano. É esperado que a aliança também anuncie o projeto piloto especificamente voltado para a redução de custos com prescrição de medicamentos, que está em andamento para 2017.

Várias pessoas entrevistadas afirmaram que esperam obter dados de um grande número de pessoas envolvidas por redes de cuidado por todo o país que poderiam revelar quais tratamentos e prestadores de saúde tiveram os melhores resultados no tratamento de certas doenças. Isso permitiria que eles dirigissem trabalhadores para prestadores específicos de saúde que refletem um bom custo-benefício, através de recomendações ou incentivos formais.

"Empregadores não estão buscando um melhor intercâmbio privado; eles estão procurando um sistema acessível dedicado à promoção e sustentação da saúde", concluíram Bill Allen e Kevin Cox, CHROs da Macy's e da American Express, respectivamente, em uma "chamada à ação" que circulou entre os potenciais membros da aliança.

*Com informações do The Wall Street Journal em 04/04/2016.

Disponível online o estudo Referências da Saúde 2015

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Uma longa história está por trás da revista Saúde Business. Ela começou como um catálogo para hospitais, depois virou a revista Fornecedores Hospitalares, mais tarde passou a ser a FH e, agora, atende por Saúde Business. Aos poucos foi deixando de centrar apenas no conteúdo para hospitais e cobrindo a gestão dos principais elos do setor de saúde (hospitais, operadoras de planos de saúde, laboratórios e indústrias). Essa transformação toda já soma 25 anos de história e muito conteúdo, que você pode consultar aqui.

Acompanhando o avanço da internet e das mídias digitais, ela já foi mensal, trimestral e, agora, semestral – fortalecendo-se no meio online e oferecendo um conteúdo mais analítico e premium no papel. É o que você confere agora na Saúde Business do 1° semestre de 2016, que traz o estudo Referências da Saúde – afim de medir a maturidade da gestão dos prestadores de saúde brasileiros. São 36 casos de sucesso relatados em meio a um compilado de dados e informações das mais de 130 empresas participantes.

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Vale conferir na íntegra, BAIXE AQUI.

Conheça os 36 Referências da Saúde 2015

Ao longo do ano, o saudebusiness.com e suas redes sociais é que acompanham os profissionais e líderes da Saúde. Aqui você tem ideia sobre a agenda de conteúdo da Live Healthcare Media, a dona do Saúde Business e seus desdobramentos.

AbbVie anuncia programa de estudos para tratamento de artrite reumatoide

A companhia biofarmacêutica global AbbVie anunciou o início de amplo programa de estudos em fase 3, para observar o uso de seu novo tratamento para artrite reumatoide, a segunda geração de um inibidor seletivo oral de JAK1, proteína que desempenha papel importante no processo inflamatório da artrite reumatoide. Este programa incluirá pacientes adultos que apresentaram resposta inadequada aos tratamentos com as chamadas “DMARDs” (drogas modificadoras do curso da doença) sintéticas ou biológicas, além de pacientes virgens de tratamento com metotrexato.

Pacientes brasileiros de centros de pesquisas em Belo Horizonte, Curitiba, Goiânia, Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo participarão do estudo.

"Nós aproveitamos nossa experiência em reumatologia e imunologia para suprir necessidades não atendidas de pacientes que convivem com doenças autoimunes, inclusive aqueles que não respondem aos padrões atuais de tratamento”, afirma Scott Brun, vice-presidente de desenvolvimento farmacêutico da AbbVie.

Esta opção de tratamento em fase de estudo é um agente oral que seletivamente inibe a proteína JAK1, que desempenha papel importante no processo inflamatório da artrite reumatoide. Também estão em andamento estudos de fase 2 com esta opção terapêutica para o tratamento de doença de Crohn, outra doença autoimune.

Sobre a AbbVie

A AbbVie é uma companhia biofarmacêutica global, que tem a pesquisa como base e foi formada em 2013, a partir de sua separação da Abbott. Junto com sua subsidiária Pharmacyclics, a AbbVie emprega mais de 28.000 pessoas em todo o mundo e comercializa seus medicamentos em mais de 170 países.

Workshop: Design Thinking para a Saúde

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Nos dias 19 e 20 de Fevereiro será realizado no Centro de Treinamento do INRAD o workshop Design Thinking para a Saúde, ministrado pelo consultor pernambucano André Diniz Moraes. O objetivo do Workshop é ensinar técnicas básicas de Design Thinking e suas diversas aplicações para a saúde.

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O Design Thinking é uma metodologia que coloca o usuário no Centro do processo de criação, assim antes de desenhar qualquer solução ou serviço é necessário ter um profundo entendimento daquele a quem o produto ou solução se destina. Através de técnicas simples, mas extremamente eficazes passamos a conhecer muito melhor o outro, e a partir daí, desenhar possíveis soluções para seus problemas.

O Design Thinking pode ter usos muito diversos, desde repensar a experiência do passageiro dentro do táxi, até redefinir completamente a experiência do paciente dentro de um hospital.

Em diversos hospitais americanos, não somente uma, mas várias pessoas dominam as técnicas de design thinking e as utilizam corriqueiramente para buscar novas soluções e serviços.

Em 2015, eu tive a oportunidade de participar por duas vezes dos workshops ministrados pelo André Diniz Moraes e, ao assumir a Aceleradora de Saúde Berrini Ventures, muitos dos desafios enfrentados foram resolvidos com técnicas de Design Thinking.

Um exercício simples proposto pelo André Diniz Moraes é repensar um presente que você dará para uma pessoa próxima à você no Workshop. Ao entender profundamente a pessoa, o resultado passa a ser surpreendente e de grande significado para quem está recebendo o presente.

Neste vídeo, Andre Diniz Moraes discute porque o Design Thinking é fundamental para a saúde:

Vivencie o Design Thinking em Saúde numa aula gratuita, dia 16/02 às 18:30, no INRAD, CLIQUE AQUI.

O Workshop de Design Thinking para a Saúde tem duração de um dia e meio, sendo na sexta período integral e sábado meio período, em uma turma com limite para apenas trinta pessoas, o que permitirá uma rica troca de experiências.

Para saber maiores informações e realizar sua inscrição: CLIQUE AQUI.

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AbbVie atinge US$22,8 bilhões de receita líquida em 2015

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A companhia biofarmacêutica global AbbVie anuncia os resultados financeiros globais referentes ao quarto trimestre de 2015 e para o consolidado do ano, tendo registrado crescimento de dois dígitos, 24% e 22%, respectivamente, excluindo as flutuações do câmbio internacional. A receita líquida global foi de US$22,819 bilhões.

Segundo comunicado à imprensa do presidente mundial da AbbVie, Richard A Gonzalez, a empresa apresentou forte desempenho em 2015, ultrapassando as projeções iniciais em vendas e receita e conseguiu um crescimento significativo em 2015 com perspectivas de um forte desempenho também em 2016.

Com mais de 20 novos produtos ou novas indicações em estágio final de desenvolvimento ou revisão regulatória, a companhia destaca alguns marcos em seu último trimestre de 2015, tais como três classificações, pela FDA, como “terapia inovadora” para venetoclax, sendo duas referentes, em fase de estudos, para leucemia linfocítica crônica e uma para leucemia mieloide, além da apresentação de dados de fase 3 de diversos programas em desenvolvimento.

Air Liquide anuncia aquisição de empresa brasileira

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A Vic Pharma, empresa do ramo farmacêutico, que gerou uma receita de $8.9 milhões de euros em 2015, será adquirida pela Schülke, empresa que faz parte da Air Liquide Healthcare.

Devido à essa aquisição, feita através de uma participação majoritária de 75%, a Air Liquide reforça sua atuação no mercado sul-americano brasileiro.

Leia Mais: Air Liquide anuncia acordo para aquisição da Airgas

Air Liquide compra empresa francesa

Fundada em 1990, a Vic Pharma é uma empresa independente no mercado brasileiro de higiene e conta com mais de 100 funcionários. A empresa oferece produtos de higiene para desinfecção de superfícies, instrumentos e equipamentos médicos, bem como soluções antissépticas para cuidados pré e pós-operatórios. Todos os seus produtos são fornecidos para hospitais por meio de uma rede de distribuição que atende todo o território nacional.

O Grupo contará com as equipes atuais para dar andamento à divulgação e distribuição da linha de produtos Vic Pharma, acrescentando gradualmente os produtos de higiene da Schülke.

Pascal Vinet, Vice-Presidente de Operações Globais do Setor Medicinal e membro do Comitê Executivo do Grupo Air Liquide comentou em comunicado à imprensa: "Com esta aquisição, a Air Liquide Healthcare prossegue no desenvolvimento de suas atividades no segmento da Higiene, ampliando o seu alcance geográfico até a América do Sul. Assim, o Grupo fortalece os seus negócios no campo Medicinal nesta região".

Oasmia apresentou um pedido de autorização de marketing à Agência Europeia de Medicamentos para seu produto contra o câncer Apealea® (Paclical®)

UPPSALA, Suécia, 8 de fevereiro de 2016 /PRNewswire/ -- Oasmia Pharmaceutical AB (NASDAQ:OASM) anunciou hoje a apresentação de um pedido de autorização para marketing (MAA) para a Agência Europeia de Medicamentos (EMA) por seu produto contra câncer Apealea (também conhecido como Paclical).

Logo - http://photos.prnewswire.com/prnh/20150420/740096

O Apealea é uma fórmula nova do paclitaxel baseado na patenteada plataforma excipiente XR-17, que forma nanopartículas micelares com paclitaxel. A indicação buscada para o Apealea é o tratamento de câncer ovariano epitelial em combinação com carboplatina.

"Depois de muitos anos de esforços significativos por todos envolvidos neste projeto, é com grande satisfação que somos finalmente capazes de anunciar o preenchimento regulatório de um pedido de autorização de marketing do Apealea na UE. Acreditamos que o Apealea, quando aprovado, tomaria uma parte do mercado dos citostáticos na UE, que atualmente chega a mais de cinco bilhões de euros anualmente", diz Julian Aleksov, Presidente Executivo da Diretoria da Oasmia Pharmaceutical AB.

O tratamento padrão de câncer ovariano é o Taxol® combinado com carboplatina. Taxol é uma fórmula combinada de paclitaxel em Cremophor EL (óleo de rícino polioxietilenamida) e etanol. Para evitar reações de hipersensibilidade aguda com perigo de vida ao tratamento de Cremophor EL com Taxol, é necessária uma extensiva pré-medicação assim como longo tempo de infusão. Nos resultados do estudo Fase III crucial do Oasmia, o Apealea mostrou um perfil risco/benefício positivo comparado com tratamento com Taxol, quer dizer: sem necessidade de pré-medicação, o tempo de infusão é uma hora e possivelmente um risco reduzido de experiências com neuropatia.

Esse pedido de autorização de marketing baseia-se em resultados de um estudo Fase III com Apealea em câncer ovariano epitelial realizado em 16 países. O objetivo primário do estudo clínico Fase III, que consistia em um agregado de 789 pacientes, era mostrar a não inferioridade do Apealea (250 mg/m2) versus Taxol (175 mg/m2), os dois em combinação com carboplatina.

O produto foi aprovado na Federação Russa desde abril de 2015 e foi lançado com sucesso por Pharmasyntez, parceira da Oasmia.

Os dois principais produtos baseados em paclitaxel no mercado são Taxol e Abraxane. O Taxol gerou 1,6 bilhão de dólares em vendas só em 2000, antes de perder sua proteção de patente em 2001. Em 2013, o Taxol gerou 92 milhões de dólares em vendas pós-patente. O Abraxane gerou 759 milhões de dólares em vendas anuais no mundo em 2013 e 979 milhões em 2014.

Para mais informações, visite http://www.oasmia.com ou mande e-mail [email protected]

FONTE Oasmia Pharmaceutical AB

Agfa HealthCare anuncia novo diretor-presidente para a América Latina

A Agfa HealthCare, empresa fornecedora de diagnóstico por imagem, anuncia Roberto Ferrarini como o novo diretor-presidente da Agfa HealthCare para a América Latina.

Com mais de 25 anos de experiência em empresas multinacionais do segmento da indústria de cuidados com a saúde, Roberto foi gerente geral do setor de Ortopedia e Neurologia da Johnson & Johnson e diretor regional da divisão de Diagnóstico da Siemens HealthCare.

Graduado em Engenharia Elétrica e em Administração de Empresas pela Universidade Mackenzie e pós-graduado em Marketing pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), o executivo completou sua carreira acadêmica com MBA Executivo da Kellog University.

A contratação do executivo é muito significativa para a Agfa HealthCare, que terá na sede da empresa em São Paulo (Brasil) um líder focado na condução das crescentes oportunidades do mercado latino-americano.

Sobre a Agfa HealthCare

Agfa HealthCare, membro do Grupo Agfa-Gevaert, é fornecedora de diagnóstico por imagem e soluções de TI para a área da saúde. A organização tem mais de um século de experiência no setor da saúde e tem sido pioneira no mercado de TI desde o início dos anos 90. Atualmente, a Agfa HealthCare projeta, desenvolve e entrega sistemas de ponta para capturar, administrar e processar imagens de diagnóstico e informações clínico-administrativas para instituições de saúde, fornecendo serviços de consultoria, soluções de gestão hospitalar e clínica (HIS/CIS) e solução de gestão de conteúdo corporativo (ECM) para o setor.