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Grupo Fleury automatiza processos fiscais e tributários com a Engineering

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O Fleury acaba de dar um importante passo na jornada de automatização dos seus processos fiscais e tributários com a implementação da solução DP-FISC, que é fornecida pela Engineering, companhia global de Tecnologia da Informação especializada em Transformação Digital.

Com um projeto de oito meses, o grupo de medicina diagnóstica passará a apurar diretamente 754 obrigações acessórias anuais relativas as mais de 70 mil Notas Fiscais Eletrônicas emitidas mensalmente pelas 160 unidades espalhadas por 40 municípios onde opera. Com a apuração automatizada, o Fleury se tornará um case de sucesso na área de serviços.

A velocidade no atendimento das obrigatoriedades, como a DIRF (Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte) e a DEMED (Declaração de Serviços Médicos e de Saúde), por exemplo, terão suas entregas reduzidas de 30 para três dias. Com isso, os analistas fiscais terão mais economia de tempo em suas jornadas de trabalho e serão realocados para atividades mais estratégicas, analíticas e consultivas em apoio ao negócio.

“Será um projeto desafiador por conta do volume, pois estamos em 40 municípios, cada um com sua legislação, o que envolve complexidade e muitos riscos. Além disso, paralelo à implementação do DP-FISC e às nossas rotinas do dia a dia, ainda contamos com as integrações que estamos fazendo das aquisições que fazem parte do plano de expansão do Grupo, sem contar as novas unidades inauguradas, que entre 2017 e 2018 somam 53 laboratórios”, explica Gisele Schneider, gerente sênior de Controladoria e Tributos do Fleury.

Antes, o Grupo gerenciava seus processos fiscais em planilhas de Excel e entregava suas obrigações via BPO (Business Process Outsourcing). Agora, com uma ferramenta integrada nativamente ao seu sistema de gestão empresarial, o SAP ECC, o Fleury cumprirá as obrigações dentro de casa para reduzir retrabalhos, ganhar eficiência operacional e segurança, além de eliminar os riscos tributários, sem contar a agilidade no suporte à fiscalização.

Entre as 14 empresas avaliadas para o projeto, a Engineering foi escolhida porque sua ferramenta é totalmente nativa no SAP ECC, o que elimina a necessidade de duplicação da base de dados na entrega das obrigações fiscais, diferente de outras soluções do mercado que corrigem as inconsistências apenas na camada da ferramenta, e não diretamente no banco de dados do ERP, gerando duplicidade de informações e, consequentemente, retrabalhos. 

“Esse diferencial do DP-FISC promove redução de riscos fiscais, maior sinergia entre processos, melhor gerenciamento das atividades, aumento da produtividade e um acompanhamento de ponta a ponta, sem contar a modernização dos processos com os avanços tecnológicos dos procedimentos tributários, que promovem uma melhoria contínua das rotinas”, comenta Cesar Kazakevicius, diretor técnico da Divisão Fiscal da Engineering.

O projeto, de oito meses, compreende cinco fases de implementação baseadas em metodologia ágil e tem por objetivo periodizar as entregas das obrigações fiscais principais e acessórias, priorizando processos mais estratégicos e críticos. As entregas foram divididas considerando o prazo legal de apresentação das obrigações, tais como DIRF, e EFD-Reinf (Escrituração Fiscal Digital das Retenções e Informações da Contribuição Previdenciária Substituída), DEMED, ECD (Escrituração Contábil, ECF (Escrituração Contábil Fiscal), Siscoserv (Sistema Integrado de Comércio Exterior de Serviços, Intangíveis e Outras Operações que Produzam Variações no Patrimônio) e EFD-Contribuições, que compreende 40 municípios.

Saúde Business Fórum: terceiro dia

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No terceiro, e último, dia do evento, os participantes puderam discutir as propostas que elaboraram durante a dinâmica de experiência do paciente. Para abordar o tema, subiram ao palco Nathalia Nunes, Editora-Chefe do portfólio de Saúde da Informa, Claudia Cohn, Presidente do Conselho de Administração da ABRAMED, Felipe Rizzo, Head of Innovation and Service Lines da Optum, Katia Galvane, Diretora de Saúde da Everis, e Rafael Gomes de Castro, Presidente da Unimed Petrópolis.

“Sempre que eu via um processo de mudança, eu identificava três grupos: os que achavam que estavam completamente prontos para aquela mudança, outro grupop que precisava ser capacitado/motivado, e outro que precisava ser substituído porque não acreditava na mudança. O maior desafio não vai ser tecnológico, ele vai ser de mindset. É uma mudança de cultura importante.”, disse Felipe.

Kátia opina que os pacientes estão saturados. Seja de pesquisa de satisfação, de pushs ou aplicativos. “Ele não sabe mais priorizar aquilo que ele deve, ou o que de fato se aplica a melhoria de seu cuidado. Acho que a solução não é mais tecnologia, é lógico que vão existir coisas mais inteligentes, mais rápidas, mas a questão é o banho de cultura”. Ela conta que esteve trabalhando com empresas japonesas nos últimos meses, e que eles são incríveis em tecnologia, mas o que mais chamou a sua atenção foi a pergunta para a aprovação ou não de um novo projeto: “Onde está a singularidade?”.

Para ela, o melhor momento para se retratar a real experiência para o paciente é no momento da prestação do serviço. Depois, a temperatura não é a mesma, mas como captar isso da melhor forma será um trabalho em conjunto. Não será um modelo único, teremos que utilizar a tecnologia adequada para cada público.

Rafael compara o momento com uma consulta ao oftalmologista: em um primeiro momento, tudo está embaçado, não é possível ver com clareza o que está a frente, mas com alguns ajustes, começamos a entender o que está ali. “Como médico e gestor, eu digo, será mesmo que nós estamos preparados para as verdades que vêm do outro lado? Será que elas serão desconstrutivas acerca de tudo aquilo que nós julgamos como profissionais?”, provoca, se referindo à falta de participação

 que muitas vezes os pacientes têm nas decisões tomadas sobre o modo como o cuidado é realizado. “Falar sobre tecnologia, sobre a entrega de valor, sobre a jornada do cliente, de alguma forma nós estamos adaptando o discurso a nossa realidade. Mas será que isso, de fato, está atendendo à expectativa dos pacientes? Se nós como médicos, que somos a porta de entrada, não conhecermos, não entendermos e nos aproximarmos dos nossos pacientes, isso sempre será somente uma discussão e provavelmente iremos falhar”.

Segundo Claudia, em relação à telemedicina, a resolução não é abrangente o suficiente para ser exercida de ponta a ponta. Além disso, ela acredita que o paciente não foi ouvido, e mais, todas as emendas, sejam contra ou a favor, foram de interesses de comissões representativas de instituições. “Existem resoluções que foram colocadas, 30, 40 emendas... Porém, se você perguntar para o paciente, ele nem sabe disso! O próprio instituto de defesa do consumidor não ouviu o paciente. Eles colocam uma linha de raciocínio de que isso está defendendo o consumidor [e assumem estar correta], mas isso não existe!" Claudia completa ainda "eu acho que devemos ter uma responsabilidade e um papel diferente do que se vitimizar, e ouvir do setor todo que ‘não estamos conseguindo chegar lá’. Temos que pegar exemplos de outros setores. Na saúde, somos egocêntricos, achamos que sabemos tudo. A colaboração entre nós mesmos ajuda, mas temos que ser mais humildes e ir além, o universo é muito maior, e o engajamento envolve muito mais do que tecnologia. Isso não vai tirar o brilho de ninguém, vai otimizar o acesso e a qualidade. Nós não somos uma ilha”, disse ela. 

Katia comenta que durante o tempo que passou trabalhando fora da área da Saúde, em Smart Cities visitando as melhores iniciativas do mundo, saúde e educação sempre foram áreas de destaque. Os projetos entendiam o comportamento e hábito das pessoas para funcionarem. “Achar que área de banco é banco, área de indústria é indústria, está errado. São áreas de pessoas. Quem trabalha nesses lugares são pessoas. Tudo isso tem impacto no modelo de qualidade de vida, e consequentemente de saúde”. Além disso, ela chamou a atenção para como os médicos são vistos pela população e se “endeusam”, acreditando que fazem parte de uma elite, o que desencadeia uma postura afastada do “servir ao paciente”. 

Segundo ela, também médica de formação, os médicos, que muita vezes viram gestores, acham que a informação é deles. “Meu hospital, minha informação, meu laboratório, meus dados. Nada disso!”. A informação deve fluir, de forma coordenada, integrada e holística, para serviço da saúde, do paciente e do meio social.

“No meu grupo [na dinâmica] estávamos discutindo onde colocaríamos a digitalização. Ela deve ser colocada antes do nascimento, para que todos os dados já possam ser reunidos e compartilhados”, contou Rafael, e seguiu, “Os dados têm que ser uma ferramenta de empoderamento sobretudo, um patrimônio. E cabe a nós contribuirmos em cada contato”.

No Fórum, foram realizadas, ao todo, 548 reuniões estruturadas, cerca de 40% a mais do que o número da edição de 2018. Neste dia, as salas realizadas pelos parceiros do Saúde Business Fórum discutiram assuntos como Cuidado Baseado em Valor, Inovação para Otimização de Custos, Transformação Digital na Jornada do Paciente, Saúde Digital, Gestão Integrada em Leitos de UTI e Infraestrutura Hospitalar.

Já nos conteúdos editoriais, Helton Freitas, Presidente da Seguros Unimed, Graciema Bertoletti, Diretora de Gestão de Rede Médica da Amil e Jeane Tsutsui, Diretora Executiva do Fleury, discutiram o Engajamento e Experiência do paciente da perspectiva da digitalização de sua jornada. Para a medicina diagnóstica, Conrado Cavalcanti, Vice-Presidente da ABRAMED, Fernando Terni, CEO da Alliar, Lídia Abdala, CEO do Sabin, Sidney Klajner, CEO do Hospital Albert Einstein, Armando Fonseca, Diretor Médico do Hermes Pardini, e Rogério Ramires, CEO do Femme contaram as suas iniciativas. Por fim, Marcos Cunha, Superintendente Executivo de Negócios do AC Camargo, Rodrigo Lima, Diretor Executivo Nacional do Grupo Oncologia D’Or e Márcia Menezes, Diretora Médica do Oncoclínicas, discutiram Investimentos em Oncologia

Desmistificando o Marketing Digital para a área da Saúde

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Agronegócio, tecnologia, educação…o marketing digital invadiu e já faz parte de muitas áreas de negócios. Com o setor da saúde não seria diferente. Mesmo com alguma evolução, ainda há certa resistência na adoção de táticas mais profundas de marketing digital, pois é um segmento que ainda atua muito por meio de comunicação de massa e indicações boca a boca. Porém, com a mudança do comportamento do consumidor e acesso a informações em tempo real, é imperioso que os gestores de saúde abram a mente.

Para que as ações tenham resultado positivo nesse cenário, é importante levar em consideração que estamos falando sobre saúde e existe grande responsabilidade em apresentar conteúdos completos e claros sobre todos os assuntos propostos. Pensando nisso, as estratégias mais relevantes que as marcas costumam adotar para este segmento são entregas de serviços digitais.

Com a utilização de ferramentas de social media, é possível interagir com o público e desmistificar alguns serviços e entregas, bem como ter inteligência social para entendimento dos desafios dos consumidores. Outro recurso muito utilizado é o marketing de conteúdo, possibilitando a elaboração de materiais para se comunicar bem em todas as etapas da jornada de compra, que incluem aprendizado, reconhecimento do problema, consideração da solução, decisão de compra e relacionamento.

Segundo uma pesquisa feita em 2018 pela Rock Content, especializada em marketing de conteúdo, a utilização de ferramentas como vídeos, e-books, simuladores e infográficos atrai 2,6 mais tráfego nos sites a até 3,7 vezes mais clientes em potencial. Porém, para que elas funcionem e realmente agreguem valor à marca, é imprescindível ter informações ricas sobre o consumidor. Dessa maneira, fica mais fácil adaptar a comunicação e oferta de serviços.

Dentro da área da saúde, as empresas que adotam as estratégias digitais têm aumentado gradativamente seus resultados de vendas e otimizado seus custos de aquisição de clientes. Esse é o caso da Unimed, que por meio de uma ação de marketing digital teve uma otimização de 78% da conversão ao longo da campanha, aumento de 248% a mais de leads e meta de vendas 560% acima do planejado. Tais dados mostram que as empresas que adotam as estratégias digitais têm otimizado seus índices, pois conseguem crescer de forma direcionada. Além disso, conseguem melhorar a proximidade com seu público-alvo oferecendo produtos cada vez mais personalizados. Sendo assim, por que não começar a aplicar essas técnicas hoje mesmo?

*Erick Iucksh é Chief Innovation Officer da DIWE, primeira agência de profound marketing do país. Criada a partir da fusão das marcas WCK, pioneira em inbound marketing no Brasil, e a Next Idea, foca em digital strategy, a empresa aplica em todas as suas propostas a premissa de estar presente no dia a dia dos clientes, entender sua realidade e propor ações autênticas, passando por um intenso processo de questionamento de escopos moldados a antigos padrões de mercado.

Air Liquide faz novas aquisições na área de Assistência Domiciliar

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A Air Liquide, líder mundial em gases, tecnologias e serviços para a indústria e saúde, continua a desenvolver sua atividade de assistência médica domiciliar na Europa com a aquisição da Sleep & Health S.A e da Megamed AG, dois players históricos neste setor, ambos com sede na Suíça. Com essas negociações, a empresa fortalece a sua liderança em assistência médica domiciliar na Europa, em um mercado crescente dentro de um sistema de saúde maduro.

Fundada em 2003, a Sleep & Health SA é uma empresa de âmbito nacional que presta serviços de assistência domiciliar para pacientes que sofrem de apneia do sono. Por sua vez, a Megamed AG está presente no mercado suíço há quase 50 anos e é especializada em ventilação e suporte para pacientes que sofrem de insuficiência respiratória. A Air Liquide utilizará a qualidade das equipes existentes para buscar o desenvolvimento dessas atividades empresariais.

Presente na Suíça há muitos anos por meio de sua subsidiária Carbagas, a Air Liquide atende às demandas de gás medicinal de hospitais e pacientes domiciliares. Essas duas aquisições reforçam e diversificam a oferta de assistência médica domiciliar e permitem à empresa servir diretamente a mais de três mil novos pacientes. Além disso, a Air Liquide se beneficiará da complementaridade da presença da Sleep & Health SA na região francófona e da Megamed AG na região alemã da Suíça, assim como das relações bem estabelecidas que essas empresas têm com médicos, hospitais e seguradoras privadas de planos de saúde.

Desse modo, a Air Liquide continua a sua expansão dinâmica do negócio de assistência médica domiciliar em toda a Europa, reforçando as suas posições ou entrando em novos mercados e desenvolvendo o apoio no tratamento de novas doenças.

François Jackow, membro do Comitê Executivo do Grupo Air Liquide, declarou: “É com muita alegria que recebemos as equipes da Sleep & Health SA e da Megamed AG no Grupo Air Liquide. Sua especialização e seu conhecimento do mercado suíço, em conjunto com a expertise da Air Liquide, permitirão que atendamos melhor às necessidades dos pacientes e profissionais de saúde. Com essas aquisições, a Air Liquide busca o desenvolvimento de seu negócio de assistência médica domiciliar no mercado suíço, que demonstra alto potencial. Essas aquisições, que fortalecem nosso posicionamento em um crescente mercado europeu, são consistentes com nossa estratégia de desenvolvimento na área da saúde”.

Marco Aurélio Ferreira é o novo diretor-executivo da Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp)

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Marco Aurélio Ferreira é o novo diretor-executivo da Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp). O executivo se reporta ao Conselho de Administração da entidade. “Minha grande missão é fazer com que a Anahp seja ainda mais proativa. Não somente atuar em gestão e inovação em busca de novas tecnologias, como já fazemos. Mas avançar e auxiliar na modernização das leis brasileiras, ao interagir de forma dinâmica com o Congresso e Governo. Precisamos dialogar, reagir e propor projetos para ajudar na construção de caminhos que possam ser benéficos para toda a sociedade”, explica o novo líder da Anahp.

Marco Aurélio tem larga experiência em relações governamentais e institucionais. Foi chefe de gabinete da senadora Ana Amélia Lemos (PP-RS) durante oito anos, onde atuou na construção de diversos projetos e leis para o setor de saúde. Anteriormente, foi presidente do Sindilojas Noroeste (RS), diretor da Federação do Comércio de Bens e de Serviços do Estado do Rio Grande do Sul (Fecomércio-RS), entre 2009 e 2017, assessor na Casa Civil do Governo do Estado do Rio Grande do Sul, entre 2009 e 2010, e presidente do Hospital Bom Pastor, em Ijuí/RS.

Fundada em 2001, a Anahp foi criada para defender os interesses e necessidades do setor, bem como expandir as melhorias alcançadas pelas instituições privadas para além das fronteiras da Saúde Suplementar, favorecendo assim todos os brasileiros.

Hospital Santa Rita de São Paulo moderniza sistema com plataforma Athimos de prontuário eletrônico da WW8

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O Hospital Santa Rita de São Paulo inova e inicia uma nova etapa de modernização e digitalização dos processos clínicos. Esta semana, o diretor presidente do Hospital, Dr. Carlos Lichtenberger, assinou contrato com a plataforma Athimos, através da parceria da Clever Convergence com a WW8 Health Tech, empresa brasileira com sede no País e também no Canadá, para integrar o sistema de prontuário clínico eletrônico ao sistema de gestão hospitalar. “Com esta tecnologia de vanguarda, conseguimos preservar todo o investimento realizado na gestão do hospital nos últimos anos e dar mais agilidade, melhorar a comunicação e reduzir custos para qualificar ainda mais os processos da área clínica”, afirma Dr. Carlos Lichtenberger.

“O Athimos será totalmente integrado ao sistema de gestão administrativa do Hospital Santa Rita, proporcionando agilidade na prática médica do hospital e garantia de assertividade envolvendo faturamento, logística de dispensação, prescrições, em um ambiente moderno e de acordo com as melhores práticas internacionais”, explica. "Estaremos no início de 2020 com toda esta tecnologia implantada e em pleno funcionamento no hospital", destaca Lichtenberger.

Serão beneficiados com este processo de modernização não só os médicos, mas também todos os profissionais de assistência, como enfermeiros, auxiliares, fisioterapeutas, nutricionistas, psicólogos. Além de simplificar e agilizar o fluxo de informações clínicas entre as equipes médicas e assistenciais, o Athimos elimina os custos relativos a impressões e interrompe o crescimento natural dos custos dos prontuários em papel. O sistema será implantado em cloud, o que reduz custos de infraestrutura, aumenta a segurança das informações, e permite o acompanhamento do paciente mesmo quando o médico não está presente na instituição. “É um salto de tecnologia e modernidade na informatização do hospital”, conclui Lichtenberger.

A WW8, empresa gaúcha há 10 anos no mercado brasileiro, desenvolve sistemas voltados para a área da saúde, com o objetivo de facilitar a comunicação no ambiente hospitalar, nas clínicas e na relação entre os médicos e pacientes. Unindo experiência, tecnologia e inovação, a equipe é formada por médicos especialistas e analistas de sistemas. Atualmente, além da sede no Brasil, também está instalada no IBM Innovation Space em Toronto, no Canadá.

Bionexo participa do Saúde Business Fórum

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De 21 a 24 de fevereiro, a Bionexo esteve presente no Saúde Business Fórum, evento que há 17 anos reúne os principais executivos do setor da saúde de todo o país com o objetivo de fomentar a discussão sobre mudanças relevantes e inovações para o setor.

Rafael Barbosa, CEO da companhia, fez uma breve apresentação, logo após a abertura do evento, sobre a nova fase de crescimento da Bionexo. Além do CEO, a companhia também foi representada pela COO Anamaria Gullo Martins e pelo CTO Rodrigo Grossi.

A multinacional brasileira Bionexo está presente em mais de 1.600 instituições de saúde e 10.000 fornecedores, oferecendo soluções digitais para planejamento, gestão de suprimentos e processos relacionados. Além de atuar em todos os estados brasileiros, a empresa tem operações em outros quatro países – Argentina, Colômbia, México e Espanha e é referência na construção de soluções em nuvem para o setor.

Desde seu nascimento, a Bionexo vem construindo um ecossistema crescente de clientes em busca de transparência, eficiência e inteligência e, 18 anos após sua fundação, seu marketplace atingiu a marca de R$10 bilhões em volume transacionado.

Sobre a Bionexo

A Bionexo é uma empresa de tecnologia que oferece soluções digitais para gestão de processos na saúde. Omarketplace da Bionexo conecta cerca de 1.600 instituições de saúde e mais de 10.000 fornecedores, com R$10 bilhões de transações anuais. A companhia é referência na construção de soluções digitais em nuvem para saúde e no fomento à inovação no setor, contribuindo decisivamente para a profissionalização e digitalização da cadeia de saúde no Brasil e em outros países nos quais atua - Argentina, Colômbia, México e Espanha.

Hospital Santa Cruz inaugura Centro de Simulação Realística

Hospital Santa Cruz inaugura Centro de Simulação Realística

Para capacitar seus funcionários com ainda mais efetividade, o Hospital Santa Cruz, de Curitiba (PR), inaugurou um Centro de Simulação Realística. É um espaço multifuncional que pode ser adaptado conforme a necessidade de treinamento das equipes. Hoje, está montado como um leito de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), mas desde o início das atividades, em janeiro, já foi uma UTI Neonatal, com incubadoras para os bebês, e até mesmo uma recepção, com mesas e fluxo de pessoas. O diferencial, segundo a gerente de qualidade do hospital, Dra. Adriana Blanco, é conseguir trazer para a prática os conhecimentos teóricos e estudos de caso.

“Antes, fazíamos um treinamento geral sobre segurança do paciente, por exemplo. Mas nem sempre o colaborador conseguia se enxergar naquele treinamento e enxergar qual era o seu papel na rotina em que estava sendo capacitado. Com o Centro de Simulação Realística, a função de cada um no processo fica mais clara”, explica Dra. Adriana. Em razão da nova metodologia, os treinamentos ocorrem por categoria profissional e são aplicados conforme o nível de conhecimento das equipes. Para isso, o Hospital Santa Cruz faz uma avaliação pré-treinamento, para moldar o conteúdo às necessidades de aprendizagem do colaborador.

“Depois de passar pelo Centro de Simulação Realística, aplicamos um novo teste para entender se o treinamento foi efetivo, se tudo aquilo que ele não sabia ou tinha dúvida, foi esclarecido”, explica a gerente de qualidade do hospital. O uso da sala multifuncional também contribui para que a equipe gerencial atue constantemente para evoluir processos e ampliar a segurança do paciente. “Conseguimos entender de forma mais clara se a rotina que o funcionário está executando, está sendo feita de maneira adequada ou onde estão as falhas do processo que precisam de intervenção e capacitação”, completa.

Sobre o Hospital Santa Cruz

Fundado em 1966, o Hospital Santa Cruz está localizado no bairro Batel, em Curitiba (PR). É considerado um centro de excelência em alta complexidade no atendimento das áreas de Oncologia, Cardiologia, Cirurgia Geral, Neurologia, Ortopedia, Pronto Atendimento, Checkup e Maternidade, que é referência em Curitiba. Oferece estrutura privilegiada, equipe multidisciplinar, equipamentos de última geração e um moderno centro cirúrgico. É referência no serviço de hotelaria e em atendimento humanizado, com qualidade assistencial e foco na segurança do paciente. É reconhecido com o selo de Acreditação com Excelência, o mais alto nível de certificação nacional, entregue pela ONA, sendo a instituição acreditada nesta categoria por mais tempo no Paraná. 

Saúde Business Fórum: Kludo mostra na prática como a gamificação potencializa impacto e reduz custos em treinamentos

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Engajar e treinar colaboradores é um desafio que empresas têm que enfrentar diariamente. Neste cenário, a gamificação surge como uma solução para economizar tempo e aumentar a retenção de conhecimento durante a capacitação dos funcionários.

O setor de saúde é um dos que se beneficia dessa inovação, e a Kludo, startup que está se tornando referência no mercado, tem demonstrado na prática como o modelo gera economia e maior aprendizado no segmento.

“A gamificação traz muito resultado em setores que demandam treinamento constante e de muitas pessoas, como é o de saúde”, explica Daniel Sgambatti, CEO da Kludo. “Trabalhamos para tornar as pessoas mais produtivas e confiantes, maravilhando-as na forma de aprender e ensinar”, completa.

Para a edição do Saúde Business Fórum, a empresa preparou games reproduzindo a realidade de ambientes de saúde. Assim, demonstrará com cenários ‘reais’ como uma plataforma de game-based learning pode trazer benefícios para hospitais, clínicas e laboratórios.

“Teremos experiências imersivas em cenários de recepção de clínicas médicas, hospitais e laboratórios, onde é possível caminhar entre corredores, salas de exame, totens de autoatendimento e mesas com atendentes e computadores. Enquanto o avatar percorre os ambientes, executa fases do treinamento, que pode ser totalmente personalizado pelo cliente de forma simples e rápida”, explica Daniel.

Trabalhando com elementos da realidade de cada segmento, inclusive replicando ambientes de diferentes empresas, é possível transportar o dia a dia do usuário para dentro do jogo, o que facilita o engajamento e retenção de conteúdo sem precisar instalar nenhum software.

Os treinamentos com técnicas de gamificação promovem impacto real. “Através de dashboards, o cliente acompanha em tempo real a evolução dos colaboradores nos treinamentos. Isso permite tomadas de decisões assertivas e cruzamento de informações com a performance de cada pessoa. Além disso gera muita economia em horas de produção e consumo de conteúdo, com retorno sobre investimento comprovado”, completa o CEO da Kludo.

Sobre a Kludo

Criada em 2016, a Kludo (kludo.com.br/) é uma startup especializada em gamificação para treinamentos. Com soluções de fácil implementação, a plataforma de game-based learning proporciona maior engajamento dos colaboradores e reduz custos.

Abbott lança novo aplicativo FreeStyle® LibreLink™ para monitoramento da glicose em smartphones no Brasil

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A Abbott, empresa global de cuidados para a saúde, anuncia o lançamento do aplicativo FreeStyle® LibreLink nos sistemas Android e iOS (para versões a partir do iOS 11 para iPhone 7 e Android 5.0 e que tenham habilitada a funcionalidade NFC - Near-Field Communication)2. A inovação permite que os usuários da tecnologia monitorem seus níveis de glicose diretamente de seus smartphones, além de poderem compartilhar os dados obtidos pela tecnologia com seus médicos, cuidadores e profissionais de saúde no país.

Com o aplicativo FreeStyleLibreLink, basta o usuário aproximar o smartphone do seu sensor de FreeStyleLibre para registrar e visualizar os níveis de glicose em tempo real, avaliar o histórico de glicose das últimas 8 horas, além de ver uma seta que indica a tendência da glicose auxiliando na tomada de decisão pelo usuário5. Além disso, o aplicativo FreeStyleLibreLink também inclui uma série de relatórios que mostram tendências e padrões que ajudam os pacientes a saberem se estão controlando a glicose corretamente.

"O desenvolvimento do FreeStyleLibreLink segue o nosso propósito de inovar cada vez mais o tratamento do diabetes, possibilitando mais praticidade, informação e qualidade de vida para que as pessoas tenham uma vida mais plena e saudável. Esta inovação segue o nosso compromisso de libertar as pessoas dos muitos incômodos para o controle do diabetes por meio de tecnologias e instrumentos revolucionários”, afirma Sandro Rodrigues, Gerente Geral da Divisão de Cuidados para Diabetes da Abbott no Brasil.

O aplicativo FreeStyleLibreLink chega com uma série de vantagens como, por exemplo, a possibilidade de apresentação dos resultados em uma tela maior de alta resolução, o uso de recursos para conversão de texto em voz para facilitar as leituras de glicose (quando habilitados), de registrar doses menores de insulina (0,1 unidade versus 0,5 unidades disponíveis no leitor tradicional da tecnologia6). Vale lembrar que os usuários de FreeStyle Libre podem continuar fazendo uso do leitor da tecnologia para monitorar seus níveis de glicose.

Entre usuários brasileiros, a média de monitoramento com o FreeStyle Libre é de 14 vezes ao dia, o que significa três vezes mais do que o mínimo recomendado pelas diretrizes brasileiras para os testes tradicionais, que precisam da picada de dedo3,7. O sistema está disponível para adultos no mercado brasileiro desde 2016 e para uso em crianças a partir de 4 anos de idade desde 20178.

FreeStyle LibreLink está disponível gratuitamente para download nas lojas Google Play (Android) e Apple Store (iOS).

Sobre o Sistema FreeStyle Libre 
Desenvolvido para mudar a forma como as pessoas com diabetes medem seus níveis de glicose e consequentemente ajudá-las a obter os melhores resultados de saúde9,10, o sistema FreeStyle Libre lê os níveis de glicose por meio de um sensor que é utilizado na parte posterior superior do braço por até 14 dias, eliminando a necessidade das rotineiras picadas nos dedos3.

Referências:

[1] O uso do aplicativo FreeStyle LibreLink requer o registro no LibreView, um serviço fornecido pela Abbott and Newyu, Inc.

2 O aplicativo FreeStyle LibreLink é compatível com os smarthphones habilitados para NFC nos sistemas superiores ao iOS 11 e Android 5.0.

3 Há três circunstâncias nas quais o teste de ponta de dedo é necessário: a) Durante períodos de rápida alteração nos níveis da glicose (a glicose do fluido intersticial pode não refletir com precisão o nível da glicose no sangue); b)Para confirmar uma hipoglicemia ou uma iminente hipoglicemia registrada pelo sensor; c)Quando os sintomas não corresponderem às leituras do sistema flash de monitoramento da glicose.

4 Dados baseados no número de usuários em todo o mundo para o Monitoramento Contínuo da Glicose (MCG) pessoal do FreeStyle Libre em comparação com o número de usuários de outras marcas de MCG pessoal.

5. A seta de tendência de glicose nem sempre aparece com sua leitura.

6. O leitor armazena até 90 dias de dados de glicose para que os pacientes possam visualizar seus padrões e tendências históricas.

7.  Diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes (2015-2016) / Adolfo Milech...[et. al.]; organização José Egidio Paulo de Oliveira, SérgioVencio - São Paulo: A.C. Farmacêutica, 2016; 26-27.

8. Um cuidador de pelo menos 18 anos é responsável por supervisionar, administrar e ajudar a criança ou adolescente de 4 a 17 anos a usar o sistema FreeStyle Libre e a interpretar suas leituras.

9. Bolinder, Jan, et al. Novel glucose-sensing technology and hypoglycemia in type 1 diabetes: a multicentre, non-masked, randomised controlled trial. The Lancet 388.10057 (2016): 2254-2263.

10. Haak, Thomas, et al. Flash glucose-sensing technology as a replacement for blood glucose monitoring for the management of insulin-treated type 2 diabetes: a multicenter, open-label randomized controlled trial. Diabetes Therapy 8.1 (2017): 55-73.
FS Libre Leitor - RMS ANVISA: 80146501903 / FS Libre Sensor - RMS ANVISA: 80146502021. Aprovação ANATEL 4072-14-9992. FS LibreLink - RMS ANVISA: 80146502168.