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Como as realidades virtual e aumentada podem ser inseridas na prática médica?

As tecnologias de realidade aumentada e realidade virtual ganharam destaque do grande público a partir de 2016, principalmente por conta de sua aplicação em games e entretenimento. Longe de ser restrita a estes nichos, estas ferramentas podem encontrar utilidade em diversos campos, inclusive na saúde, seja para aprendizado ou para tratamento de pacientes.

Contudo, é necessário estabelecer uma diferença básica entre as duas tecnologias. A realidade virtual, como o próprio nome diz, leva o usuário para um “mundo distinto”,  à parte, diferente daquele que está ao redor dele. Já no caso da realidade aumentada, ela recria elementos reais com mais precisão, facilitando determinados processos.

Uma vez apresentadas as distinções das tecnologias, podemos analisar melhor quais as aplicações de cada uma delas na área da Saúde, pois têm propostas diferentes e podem ser usadas para chegar a objetivos completamente distintos, seja pelas mãos do médico ou pelo paciente acompanhado de um profissional da saúde.

Realidade aumentada

Uma das grandes aplicações da realidade aumentada para a Medicina é na educação dos profissionais, sejam eles estudantes ou já atuantes no mercado de trabalho. A possibilidade de visualização de modelos do corpo humano em três dimensões, ou de até girar a imagem apresentada possibilita uma melhor fixação dos conteúdos estudados ou abordagens para intervenções cirúrgicas.

Um exemplo recente da aplicação dessa ferramenta em casos cirúrgicos foi a operação realizada pelo médico francês Thomas Grégory, em 2017. O especialista realizou a primeira cirurgia utilizando um equipamento de realidade aumentada. No caso em questão, a ferramenta foi empregada para a colocação de uma prótese no ombro de um paciente de 80 anos, considerado um procedimento delicado que ajudou o médico a ter mais acurácia durante a cirurgia.

Mesmo no dia a dia dos consultórios, a realidade aumentada pode encontrar utilidade. Ela pode colaborar para que o médico explique ao paciente com mais clareza os procedimentos, sistemas e órgãos envolvidos em algum procedimento pelo qual ele passará, por exemplo. Mais vantagens sobre as aplicações dessa tecnologia você pode encontrar em nosso ebookA Grande Contribuição da Tecnologia para a Saúde”, que está disponível para download gratuito neste link.

Realidade virtual

Por seu caráter imersivo, a realidade virtual também encontra utilidade na esfera do treinamento para profissionais de saúde. Ela pode atuar como um simulador de situações reais e estimular que o usuário encontre saída para elas, como em casos de emergências ou outras situações que testarão não somente aptidões técnicas, mas o próprio controle do indivíduo.

Na área de reabilitação é possível também encontrar utilidade para essa ferramenta. Como o engajamento do paciente é fundamental para o tratamento - e ele vem ganhando cada vez mais força no mercado nos últimos anos -  a tecnologia de realidade virtual é a chave para proporcionar esse estímulo.

Dentro dos consultórios, uma das principais aplicações da ferramenta é na distração da dor. Um dos casos mais conhecidos no Brasil é a campanha realizada pela rede de laboratórios Hermes Pardini, que empregou a tecnologia como forma de diminuir a ansiedade das crianças antes da vacinação. A ação, assinada pela agência Ogilvy, foi sobretudo premiada no Festival de Publicidade de Cannes em 2017.

Esclerose múltipla é tema de evento sobre a conscientização da doença

Quem passou pela Avenida Paulista no último domingo (17), pôde conferir a ação de conscientização e vivência sobre esclerose múltipla, promovida por meio de uma parceria entre a ComSaude, parte da FIESP, com a ABEM e o apoio da Roche Farma Brasil.

Quem passou pela Avenida Paulista no último domingo (17), pôde conferir a ação de conscientização e vivência sobre esclerose múltipla, promovida por meio de uma parceria entre a ComSaude - Comitê da Cadeia Produtiva de Saúde e Biotecnologia, parte da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), com a Associação Brasileira de Esclerose Múltipla (ABEM) e o apoio da Roche Farma Brasil.

O evento contou com a presença do neurologista Rodrigo Thomaz, coordenador médico do Centro de Excelência em Esclerose Múltipla do Hospital Albert Einstein, que realizou um bate-papo sobre os sintomas e cuidados da doença e também as formas de diagnóstico e tratamento, além de Adriana Arruda, portadora de esclerose múltipla que falou sobre os desafios de se conviver com a doença.

A atividade faz parte da celebração do Dia Mundial das Doenças Raras, que acontece no dia 28 de fevereiro, e teve como objetivo informar e tirar as dúvidas dos cidadãos a respeito desta enfermidade. Durante o evento, que contou com a participação de cerca de 300 pessoas, o público teve a oportunidade de se colocar na pele das pessoas que enfrentam a doença e participar de uma simulação que mostrava os sintomas de quem convive com esclerose múltipla. Também foram distribuídas cartilhas com informação sobre a doença, além de camisetas, livro e o laço laranja, símbolo da enfermidade que também reforça a conscientização da esclerose múltipla.

A coordenadora do ComSaude, Gabriela Gazola esteve presente no local e lembrou a importância de se realizar este tipo de iniciativa. "Acreditamos que, para melhorar o setor da saúde como um todo, deve haver um foco no paciente e na disseminação adequada de informações. Por isso as ações que fazemos na calçada da FIESP, em conjunto com parceiros especializados, são tão importantes", ressaltou.

A esclerose múltipla é uma doença neurológica, crônica e autoimune, que leva as células de defesa do organismo a atacarem o próprio sistema nervoso central e provoca lesões no cérebro e na medula. De acordo com o levantamento mais recente do Ministério da Saúde em parceria com a Associação Brasileira de Esclerose Múltipla, pelo menos 35 mil pessoas no País convive com a doença.

Os principais sintomas são fraqueza muscular, fadiga, rigidez muscular, sensação de queimação nos membros e dificuldade visual. A esclerose múltipla não tem cura e os pacientes são geralmente jovens, principalmente mulheres entre 20 e 40 anos.

Para tratar as consequências da esclerose, o SUS oferece 44 procedimentos, divididos entre os de procedência clínica e de reabilitação, que amenizam os sintomas da enfermidade. Em 2017, durante os meses de janeiro a maio, foram registradas 1.599 internações de pacientes com esclerose múltipla pelo sistema. Segundo dados do Ministério da Saúde, 15 mil brasileiros realizam tratamento médico oferecido na rede pública.

Além disso, o sistema público possui mais de 270 hospitais habilitados com Unidade de Assistência ou Centro de Referência de Alta Complexidade em Neurologia/Neurocirurgia em todo o País, que são capacitados para oferecer o tratamento à pessoas que portam a doença.

O maior Saúde Business Fórum de todos começa hoje!

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Os líderes da saúde se reunirão no Hotel Transamérica, na ilha de Comandatuba – Bahia, entre os dias 21 a 24 de fevereiro, para quatro dias de relacionamento imersivo, conteúdo e reuniões de negócio. O evento, que já está na sua 17ª edição, tem como foco conectar as lideranças, e através de conhecimento e experiências, inspirar as mudanças que o setor de saúde deve realizar.

Neste ano, o encontro será destinado ao tema "Experiência e Engajamento do Paciente: uma abordagem de negócio" e são esperados mais de 150 executivos. Vai ser o maior Saúde Business Fórum de todos!

Questionaremos o tema pensando tanto nos novos modelos de negócio da cadeia de saúde quanto no novo papel do paciente frente às suas questões de saúde.Ninguém está fora da discussão e os custos associados à inércia do sistema na resolução de tais questões são escaláveis: 290 bilhões de dólares perdidos por baixa adesão medicamentosa, 2,6 menos chance de adesão a um programa – e isso é só a ponta do Iceberg.

Nas mesas de discussão serão abordados temas relacionados à inovação e tecnologia na Jornada do Paciente, tanto dentro como fora da instituição com painelistas das empresas SulAmérica, Fleury, Amil, Hospital Moinhos de Vento, AC Camargo Cancer Center e outros..

O evento promete fomentar novos negócios, elevar o nível de maturidade na discussão de temas relevantes para a agenda do setor e criar um alinhamento de interesses nos players da cadeia. Fique atento, nos próximos dias contaremos mais detalhes sobre a programação e destaques de cada dia do Saúde Business Fórum 2018.

Quais mudanças podemos esperar com a telemedicina?

A telemedicina é um assunto que está em destaque em todos os setores da saúde desde a publicação da Resolução n° 2.227/18 do Conselho Federal de Medicina. Para falar sobre o tema, o blog da Hospitalar convidou o médico Vitor Asseituno, diretor de mercado da Healthcare Business Unit, da Informa Exhibitions, que atua diretamente em ações de inovação, tecnologia, mercado e saúde, como é o caso dos eventos Hospitalar e Healthcare Information and Management Systems Society (HIMSS), que ocorrem no Brasil.

Para Vitor, a telemedicina é um assunto que envolve custo, qualidade e acesso que precisam ser equilibrados. Ele explica que uma das possibilidades é que um paciente que antes esperava semanas para ser atendido tenha um médico on-line quando ele precisa de um presencial, ou que o médico que já o acompanha possa fazer um acompanhamento melhor e mais fácil, sem se preocupar com a distância.

“Este recurso possibilita que as pessoas tenham mais acesso ao médico. Ele diminui os gastos porque permite que os profissionais atendam mais pacientes durante o dia, reduzindo custos com deslocamento e mantendo a qualidade. No entanto, a telemedicina não pode substituir a consulta tradicional em consultório, pois isso faria a qualidade desse atendimento cair. No entanto, se a consulta por meio da telemedicina for um recurso adicional em relação à presencial, a qualidade com certeza aumentará”, afirma o diretor.

Leia a entrevista completa com Vitor Asseituno.

A resolução sobre a telemedicina gera um impacto a curto prazo nos serviços de saúde brasileiros?

Sim. Quando falamos em adoção de uma nova tecnologia devemos avaliar o seguinte: demoraram 50 anos para a população ter acesso à televisão. Para termos acesso ao celular foram aproximadamente 20 anos e para acesso às mídias sociais, por volta de 12 anos. A cada nova tecnologia que é lançada à população, o tempo de adoção se torna mais rápido. Um dos exemplos é o WhatsApp. Então, hoje nós acreditamos que o acesso à telemedicina será muito mais explosivo do que em qualquer tecnologia anterior. Inclusive, as operadores de saúde suplementar já estão interessadas em implantar a telemedicina. Viveremos uma corrida pela telemedicina devido às oportunidades e novos modelos de negócio que surgirão com ela.

Como o mercado da saúde se prepara para receber esta demanda da telemedicina?

As empresas já vêm se preparando para isso há algum tempo. Temos várias startups, hospitais e empresas de tecnologia que antes estavam oferecendo a telemedicina de médicos para médicos e, agora, simplificarão a equação. Por isso quando falamos em tecnologias de vídeo, prontuários eletrônicos e segurança da informação, elas já existiam e, agora, se adequarão às normas estabelecidas. Acredito que a telemedicina será a tendência de mercado mais importante da saúde em 2019.

O que vai mudar nos hospitais com esta nova perspectiva?

Acredito que isto [telemedicina] vai acelerar o desenvolvimento tecnológico dos hospitais. Hoje nós temos um número muito grande de internações e idas desnecessárias ao pronto-socorro. Alguns destes pacientes podem ser atendidos de forma resolutiva por meio da telemedicina e, neste caso, você pode economizar tanto na consulta presencial quanto na internação, além de trazer um resultado melhor para o paciente.

Outro ponto importante é que os hospitais precisarão de médicos cada vez mais especializados no atendimento de pacientes graves, daqueles que precisam do atendimento emergencial. Isso será um grande passo para o desenvolvimento destas instituições de saúde, que têm o seu atendimento com base em evidências científicas.

Como os médicos se adaptarão para esta nova era da telemedicina?

Cada especialidade médica é diferente. A oftalmologia é diferente da ortopedia ou da dermatologia e assim por diante. Elas são diferentes no uso de equipamentos, em exames físicos, na maneira de realizar o tratamento, etc. Isso fará com que cada especialidade se adapte de forma diferente. É provável que a psiquiatria, por ser uma especialidade menos intervencionista, com menos exames físicos, consiga se desenvolver mais rápido. A teledermatologia é um setor muito forte, e as câmeras já se adequaram para detectar as menores lesões possíveis, ajudando o profissional a fazer o diagnóstico correto. No entanto, o impacto da telemedicina pode ser menor na ortopedia ou oftalmologia, que precisam de muitos equipamentos para análise. Cada um terá o seu ritmo de evolução.

E quais são os principais pontos que os pacientes precisam compreender sobre a telemedicina?

No geral, a relação de confiança e parceria entre o médico e o paciente continua fundamental. É importante que eles possam escolher um bom médico, independentemente se o atendimento foi on-line ou presencial. A prática continua a mesma. E além da consulta é necessário que o paciente colabore aderindo ao tratamento da forma como foi recomendado.

Edital vai distribuir mais de R$ 1,4 milhão para ONGs de saúde

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Segunda edição do Edital Cuidar+ vai distribuir mais de R$ 1,4 milhão para ONGs de saúde. Iniciativa da RaiaDrogasil e da Editora MOL reverterá doações obtidas com a venda da revista TODOS para 6 instituições

Entre 04 de fevereiro e 15 de março, organizações não-governamentais com foco em saúde poderão concorrer a uma nova fonte de financiamento: a segunda edição do Edital Cuidar+, que dessa vez irá direcionar cerca de R$ 1,44 milhão para seis instituições sociais ao longo de dois anos. O objetivo é beneficiar quem trabalha para ampliar o acesso gratuito a diagnóstico, tratamento e reabilitação em saúde no país, com as mais diversas especialidades e públicos. Os recursos do Edital Cuidar+ virão da venda da revista TODOS na rede Drogasil, uma publicação social criada e produzida pela Editora MOL que, em quatro anos, já destinou mais de R$ 4 milhões para ONGs de saúde, educação e amparo à terceira idade.

Para se inscrever, é preciso acessar, até 15 de março de 2019, o site editaltodos.prosas.com.br e preencher um formulário de candidatura. Poderão participar ONGs que atuam nos estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, São Paulo, Sergipe, Tocantins e no Distrito Federal. Serão exigidos apresentação de documentos, informações sobre o trabalho da instituição e um plano detalhado de utilização dos recursos, da ordem de R$ 240 mil por organização, que serão doados em 12 parcelas bimestrais. Apesar da exigência de uma proposta objetiva de investimento do prêmio, a intenção do edital é fortalecer estruturalmente as organizações e não apenas patrocinar um projeto isolado.

NY Care Information Gateway escolhe o InterSystems HealthShare® Patient Index

NY Care Information Gateway escolhe o InterSystems HealthShare® Patient Index

InterSystems, líder mundial em plataformas de tecnologia da informação para aplicações de saúde, negócios e setor público, anuncia que a NY Care Information Gateway (NYCIG) começou a usar o InterSystems HealthShare® Patient Index – uma das soluções de saúde conectada do HealthShare – como a tecnologia que suporta seu registro de pacientes.

A NYCIG é uma organização regional de informações de saúde (RHIO) que abrange os cinco distritos de Nova Iorque e Long Island coletando, armazenando e compartilhando informações de saúde dos pacientes com as instituições participantes a fim de melhorar a qualidade e a segurança dos serviços de saúde prestados, aumentar a privacidade dos pacientes e reduzir custos. Com mais de 6,5 milhões de vidas de pacientes abrangidas, o RHIO trabalha com mais de 550 participantes ativos, dos quais 150 contribuem com a entrada de dados para uma prestação de serviços de saúde mais abrangente e holística a todos os pacientes do estado de Nova York.

Cliente da InterSystems desde 2014, a NYCIG adicionou a funcionalidade de Patient Index ao conjunto de produtos já instalados do HealthShare, em um esforço para preencher lacunas existentes no atendimento a pacientes em toda a cidade de Nova York e Long Island. À medida que as organizações de saúde se realinham para apoiar iniciativas como o Programa de Incentivo à Reforma do Sistema de Entrega (DSRIP, Delivery System Reform Incentive Payment Program), o HealthShare Patient Index capacita a NYCIG a fornecer aos seus membros as informações mais críticas necessárias para reduzir as taxas de reinternação e apoiar reembolsos sob os modelos de assistência gerenciada.

Após a migração do sistema legado para o Patient Index, a NYCIG sincronizou imediatamente os registros dos pacientes identificando e removendo mais de 500 mil registros duplicados. Com a capacidade de compartilhar atualizações em tempo real com o cadastro de pacientes do estado, a NYCIG oferece registros mais abrangentes de atendimento ao paciente para todos os seus parceiros RHIO do estado de Nova York.

“O valor baseado no volume é uma métrica crítica para as organizações de saúde, tanto no âmbito local quanto nacional; portanto, é imperativo que empresas como a NYCIG – parceiras na busca de sucesso dessas organizações – possam ajudá-las a preencher eventuais lacunas de dados, a fim de cumprir e superar suas metas de desempenho e oferecer a mais alta qualidade na prestação de serviços médicos”, afirma Nick VanDuyne, diretor executivo da NYCIG. “O HealthShare permite que nossos parceiros tenham acesso a um registro de atendimento unificado de seus pacientes, forneçam um atendimento de melhor qualidade, reduzam as taxas de reinternação e aumentem a receita proveniente da sua área de atuação na saúde. Isso nos aproxima ainda mais do nosso objetivo final de alcançar o máximo de cobertura possível para pacientes em todas as regiões de Nova York e Long Island.”

A NYCIG proporcionou maior valor de atendimento à população de pacientes diabéticos de uma de suas instituições-membro. A NYCIG combinou os 19 mil registros de pacientes da organização com seus próprios registros de atendimento médico unificado baseados no HealthShare. O objetivo foi o de representar de forma mais abrangente e precisa os índices registrados de hemoglobina A1C (HbA1c) de diabetes. Dessa forma, foi estabelecido um novo limite para pagamentos baseados no valor gerado para pacientes diabéticos controlados.

A capacidade de identificar com mais eficácia os pacientes que necessitaram ou não de serviços médicos permitiu que a organização reduzisse os custos operacionais e prestasse assistência médica de qualidade aos pacientes com essa necessidade. Como resultado desse sucesso, agora a NYCIG fornecerá à organização 30 conjuntos de dados exclusivos para grandes grupos de novos pacientes com características em comum.

A NYCIG também está usando alertas personalizados baseados no HealthShare para reduzir o volume excessivo de alertas e simplificar os fluxos de trabalho para outros participantes. Utilizando os alertas personalizados configurados por área de atuação na saúde e tipo de alerta, e concentrando-se principalmente nas notificações de reinternação ou altas hospitalares, a NYCIG reduziu o volume de alertas gerenciando as informações mais importantes para cada provedor. Ao fazer isso, afetou diretamente a capacidade do participante de aumentar a receita proveniente da sua área de atuação na saúde.

A Ready Computing atuou como parceiro de implementação neste projeto.

“A flexibilidade e a escalabilidade do HealthShare permitem que nossos clientes ofereçam soluções de atendimento médico incrivelmente inovadoras para a comunidade de médica de hoje”, afirma Don Woodlock, vice-presidente do HealthShare da Intersystems. “O uso do Patient Index pela NYCIG é um exemplo perfeito disso. À medida que o setor de saúde muda para modelos de atendimento gerenciados e baseados em valor, o uso do HealthShare pela NYCIG para ajudar seus parceiros a preencher eventuais lacunas no atendimento e melhorar o atendimento ao paciente é algo que toda a indústria de cuidados médicos deve se esforçar para alcançar.”

Insegurança - Orientação de Serviço n° 341 GGPAF/ANVISA de 14 de agosto de 2017

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É de conhecimento do Mercado Regulado da Saúde que a balança comercial sempre pensou mais para os produtos importados aos nacionais e isso tem razão de ser diante da falta de investimento em P&D e tecnologia, ainda mais quando o grave cenário político e econômico que o país vem suportando ao longo dos últimos anos tem o condão de ingerir diretamente nos efeitos da cadeia. Com isso e, diante da necessidade da busca por novas tecnologias médicas e odontológicas, cresce o número de importações realizadas no país, porém, concentradas em singulares regiões economicamente mais desenvolvidas do país, local onde se destacam empresas de maior renome do mercado mundial.

Tal evolutivo propõe maior demanda para a Anvisa, em especial Portos e Aeroportos diante da necessidade inerente da sua competência de fiscalizar e anuir os respectivos licenciamentos de importações (Portaria Secex 23/2011 e RDC 81/2008). Contudo, a soma da escassez de recursos financeiros e profissionais contra o aumento da demanda, resulta gargalos significativos no efetivo fiscal da Agência.

Com isso, sob o discurso de agilizar a fiscalização sanitária nas importações, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária através da Orientação de Serviço N° 341 GGPAF/ANVISA, de 14 de agosto de 2017 estabeleceu, em singela análise, critérios e procedimentos para distribuição, análise e conclusão de tais licenciamentos para quaisquer unidades CVPAFs e PVPAFs de acordo com a disponibilidade dos serviços, bem como propôs prazo máximo de análise, todavia, com o dissabor da insegurança para os importadores que, hoje, ficam à mercê de condutas desconexas de alguns fiscais que, ao se deparar com produtos de maior complexidade de análise optam por indeferir tais licenciamentos, ao que se pôde observar, sob o crivo do descumprimento da legislação sanitária ou, quando não, convertem a análise em exigência por mais de uma única vez, delongando, assim, o prazo de 7 (sete) dias para conclusão da análise.

Logo, tal medida, além de criar insegurança para os importadores, ao contrário do que se pretendeu, impõe maior tempo de análise e conclusão de tais pleitos.

Diante tal cenário e não vendo alternativa aos efeitos da orientação em destaque, importadores de maior renome no mercado regulado da saúde nacional já percebem os efeitos positivos da judicialização com sucesso suas demandas para o fim de assegurar análise conclusiva de seus processos no prazo previsto na mencionada Orientação de Serviço (7 dias).

Comentando sobre o caso, o advogado e especialista em Direito Sanitário Pedro Cassab, sócio do escritório Cassab & Latini Advogados com sede na cidade de São Paulo, disse que só no último mês coordenou um grande volume de demandas com resultados operacionais e financeiros satisfatórios para seus clientes.

Prazo para entregar a DMED é 28 de fevereiro

Prazo para entregar a DMED é 28 de fevereiro

A Valid Certificadora Digital, alerta os profissionais da área da saúde que o prazo para entregar a Declaração de Serviços Médicos e de Saúde (DMED) encerra-se no próximo dia 28 de fevereiro. Márcio Nunes, Diretor de Certificação Digital e CIO da Valid, lembra que é necessário o uso do Certificado Digital ICP-Brasil para o envio da DMED.

“Esta declaração foi criada pela Instrução Normativa RFB 985/2009 e é obrigatória para médicos e dentistas com CNPJ, prestadores de serviços de saúde, operadoras de planos privados e clínicas médicas”, explica o executivo. Ficam obrigadas a apresentar a declaração todas as pessoas jurídicas ou equiparadas nos termos da legislação do Imposto de Renda, prestadoras de serviços de saúde e as operadoras de planos privados de assistência à saúde.

Vale ressaltar que são considerados serviços de saúde para fins legais aqueles prestados por psicólogos, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos, dentistas, hospitais, laboratórios, serviços radiológicos, serviços de próteses ortopédicas e dentárias e clínicas médias de qualquer especialidade. Aqui também entram os serviços prestados por estabelecimentos geriátricos classificados como hospitais pelo Ministério da Saúde e por entidades de ensino destinadas à instrução de deficientes físicos e mentais.

Os profissionais devem estar atentos a outro detalhe, a Receita Federal já faz o cruzamento destes dados com as declarações dos profissionais, lembrando que este processo tem o objetivo de reduzir o volume de informações distorcidas apresentadas pelos contribuintes em suas declarações de Imposto de Renda.

A DMED deve ser apresentada até o último dia útil de fevereiro por meio digital, utilizando-se um aplicativo específico disponibilizado no site da Receita Federal. A não apresentação, ou a apresentação com dados incorretos, acarretará multas que podem variar de acordo com a infração.

Como é feita em formato digital, a apresentação da DMED requer a assinatura digital mediante uso de certificado digital válido. “É preciso estar atendo quanto a validade de seu certificado digital para não perder os prazos”, finaliza Nunes.

Transformação digital na saúde: paciente no centro de tudo

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Mais da metade dos CEOs do setor de saúde (64%) estão preocupados com a forma como a alta velocidade das mudanças tecnológicas podem interferir no crescimento da organização que comandam (*). E, não é para menos, tendo em vista que as pessoas buscam cada vez mais excelência em atendimento, consultas, exames e pesquisa.

No setor de saúde, a tecnologia chegou por meio das ferramentas de diagnóstico. Mas, agora essa Transformação Digital se expandiu aos diferentes processos administrativos e de atendimento. Tudo para garantir a segurança do paciente, qualidade e agilidade no atendimento e otimização do uso de recursos em clínicas, hospitais, operadoras de saúde, laboratórios e consultórios. Já os laboratórios e hospitais, ganham com soluções que agrupam os dados de saúde do paciente, com segurança e fácil acesso às informações, sem falar na redução de erros de diagnósticos.

Por meio de soluções de Análise de Dados e Inteligência Artificial, as operadoras de saúde têm conseguido, por exemplo, controlar inadimplências e analisar detalhes dos contratos com mais rapidez. Nas clínicas, aplicativos de check-in integrados ao agendamento online têm liberado profissionais de funções operacionais para iniciativas mais estratégicas. Nos consultórios, ferramentas de validação dos dados do paciente junto aos planos de saúde vem eliminando a burocracia no atendimento.

A tecnologia tem sido tão poderosa na área da saúde possibilitando à medicina diagnóstica identificar a probabilidade de uma pessoa desenvolver uma patologia específica. Há ainda a presença da análise de dados na pesquisa de novos tratamentos e medicamentos que aceleram a cura e tratamento de muitas doenças, salvando milhares de vidas.

É desperdício, porém, que clínicas, hospitais, operadoras de saúde, laboratórios e consultórios se cerquem de tecnologias inovadoras sem possuir uma estrutura confiável de Cloud Computing. É ela que garante a eficiência dos processos, o fácil acesso às informações e o suporte às soluções de Análise de Dados e Inteligência Artificial. “A nuvem é a base desta Transformação Digital nos negócios de saúde. É o ambiente mais consistente, seguro e confiável para suportar soluções de Dados e de Inteligência Artificial, além de oferecer excelente relação custo-benefício. “Mas, a tecnologia por si só não basta, a recomendação é buscar por uma empresa experiente em tecnologias e serviços de Cloud Computing que cubram todas as necessidades de planejamento, configuração e sustentação de complexos ambientes de Big Data & Analytics e Inteligência Artificial com objetivo de atender às grandes demandas de operação e mudança e evolução permanente que esses ambientes tenham para atender ao negócio de cada empresa” ressalta Maurício Fernandes, presidente da Dedalus, empresa especializada em serviços de Cloud Computing e parceiro Microsoft, especializado em tecnologias em nuvem.

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 *Dados de estudo da PwC (19a Pesquisa Global com CEOs - Setor de Saúde)

MV acompanhou tendências em TI e Saúde no HIMSS Global Conference & Exhibition

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Reunindo cerca de 45 mil profissionais de mais de 90 países, aconteceu nos Estados Unidos o 2019 HIMSS Global Conference & Exhibition. Sendo uma das maiores conferências do mundo em tecnologia da informação, o evento apresentou as principais tendências em TI. Como líder nacional em sistemas para a área da Saúde, a MV esteve presente com executivos e especialistas focados em trazer novidades que devem impactar no aprimoramento das soluções MV e direcionar o desenvolvimento de inovações que proporcionem mais benefícios a toda cadeia da Saúde.

Explorando aspectos relacionados a troca de informações, integração de dados e padrões nas estratégias técnicas e administrativas que contribuem para sustentar a assistência médica e possibilitar uma experiência positiva aos pacientes, a comitiva da MV participou de cursos e de uma feira que contou com produtos de fornecedores líderes no mercado mundial.

De acordo com o diretor corporativo de Sistemas da MV, Ubirajara Maia, entre os principais tópicos do evento estavam cibersegurança e medicina de precisão, que consiste num modelo médico que propõe a personalização dos cuidados com decisões, tratamentos, práticas e até produtos adaptados individualmente ao paciente. Inteligência artificial e Internet das Coisas (IoT) também foram temas em destaque. “Vimos inteligência artificial acessível a modelo SaaS, principalmente para reconhecimento de voz e interpretação de linguagem natural, e vimos também sensores IoT avançados e não invasivos para monitoramento de pacientes crônicos ou indivíduos saudáveis”, explica o diretor.

O HIMSS Global Conference & Exhibition é rico em oportunidades e aprendizado, segundo o médico e CMIO da MV, Kléber Araújo. Ele comenta que, neste ano, o evento contou com um número significativo de empresas disponibilizando soluções voltadas à saúde populacional, incluindo dimensões como determinantes sociais de saúde e identificação de gaps nos planos de cuidado previstos para as pessoas acompanhadas em regime ambulatorial. “Observamos ainda iniciativas com assistentes virtuais para médicos e pacientes, além de aplicações interessantes na área de realidade mista, como os óculos que permitem a visualização dos cortes de ressonância magnética diretamente na cabeça do paciente.”

Pela importância, dimensão e quantidade de pessoas participando, houve também no evento um congresso composto por trezentas sessões educativas em que diversos outros temas foram abordados. Blockchain, big data, cloud computing, interoperabilidade e telemedicina são alguns exemplos. “Acompanhamos o lançamento de equipamentos e sistemas de telemedicina muito evoluídos e compactos que, além de comunicação, agregaram telemetria de sinais vitais e transmissão de exames de sangue”, diz o diretor de Negócios Internacionais da MV, Marcos Sobral, que ainda mencionou a grande abrangência de aplicativos móveis integrados a sistemas para facilitar as necessidades de interação do paciente.

Essa não foi a primeira vez que a MV participou do HIMSS Global Conference & Exhibition. O evento está no calendário anual da empresa para acompanhamento de tendências e troca de experiências que possibilitem a evolução contínua do que a MV oferece ao setor da Saúde no Brasil e na América Latina. Para compartilhar o que nossos executivos viram no evento, no dia 21/02 às 10h será realizado o webinar sobre as tendências expostas no HIMSS Global Conference & Exhibition.