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Zero UI, a era da multiexperiência

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Estamos em um mundo em transição. A maneira como as pessoas interagem nas diversas esferas sociais está caminhando para uma experiência multifacetada ou multidimensional. É a era da multiexperiência, na qual a Inteligência Artificial nos ajudará a tomar decisões e automatizar processos.

Quando falamos em multiexperiência, falamos sobre o Zero UI (Interface Invisible). Um caso chave em Zero UI é o da Amazon GO, uma loja física de conveniência localizada em Seatle, nos Estados Unidos, que tem como principal característica a ausência de atendentes e caixas para dar maior privacidade às compras.

Para comprar lá, os únicos requisitos são baixar o aplicativo da loja e ter uma conta na Amazon, Com isso, o cliente entra, pega os produtos que vai comprar e sai. A experiência de compra parece não ter interfaces, mas tudo acontece de maneira invisível. Por meio do aplicativo, a Amazon reconhece o perfil de quem entrou na loja e, por meio de sensores nos itens, o sistema sabe o que está sendo carregado e, portanto, a cobrança é automática no cartão de crédito do cliente.

O caso da Amazon nos leva a um panorama claro: as experiências não são mais trocadas apenas por telefones celulares, tablets e computadores, mas sim por vários dispositivos com múltiplas vias de acesso. Além disso, o mundo dos usuários nos mostra que os sistemas passam, agora, de centrados na empresa para serem centralizados nos usuários.

Para acompanhar esta demanda, as empresas de tecnologia estão trabalhando nesta transição da construção de uma experiência única para múltiplas experiências. O problema é que muitas dessas empresas ainda estão discutindo se o ponto de partida deve ser a criação das soluções em web, web mobile ou mobile nativo. Porém, a discussão não faz sentido se uma ferramenta multiplataforma for adotada, pois ela permitirá criar tudo de uma só vez e com esforço razoável, além de coerência no design, ou seja, é um grande facilitador.

A multiplicidade de acessos nos levou à necessidade de coerência no design e, consequentemente, ao Design Systems, um conjunto de princípios, padrões e práticas para que as soluções da empresa tenham coerência a ponto de refletirem os seus princípios e, ou, do ecossistema. As grandes empresas, como Airbnb, Google e SAP, tornaram público seu Design System para que todos que criam soluções para os seus ecossistemas e usuários, sigam suas diretrizes de design e, assim, ofereçam uma experiência coerente.

A questão que permanece em aberto é como nós passamos por essa transformação digital e em quais ferramentas de desenvolvimento rápido de aplicativos devemos nos apoiar?  O valor deve estar em uma solução completa, com desenvolvimento de aplicativos rápido e ágil, no qual cada componente é integrado com os demais e, assim, é possível fazer parte de algo maior.

Por exemplo, não podemos pensar em um chatbot de forma isolada porque ele assume valor quando há inteligência artificial por trás dele, ou seja, é integrado aos processos da empresa e começa a executar tarefas para o usuário. Essa é apenas uma amostra de algumas das vantagens do desenvolvimento de software assistido por AI, cuja construção pode ser baseada no conhecimento, na manutenção automática e no desenvolvimento multiplataforma para um mundo de transição.

Sobre o Autor:

Ricardo Recchi é country manager da Genexus no Brasil, desenvolvedora global de produtos para software baseados em Inteligência Artificial.

Unimed Volta Redonda incorpora clientes da Unimed Angra dos Reis

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A Unimed Volta Redonda iniciou 2019 da mesma forma que encerrou 2018, registrando crescimento. Desde o início de janeiro, ela incorporou os clientes da Unimed Angra dos Reis. Com isso, a cooperativa presidida pelo Luiz Paulo Tostes Coimbra passou a atender mais 9 mil vidas, totalizando mais de 65 mil clientes. A carteira foi adquirida em julho do ano passado, mas precisou aguardar os trâmites da Agência Nacional de Saúde (ANS). Em agosto de 2018, já havia sido incorporado o Hospital Unimed Angra dos Reis.

Enquanto o setor de saúde suplementar perdeu 2,7 milhões de clientes nos últimos anos, segundo a ANS, a Unimed Volta Redonda registrou aumento de 110% em seu faturamento, de 2011 a 2017. O crescimento do patrimônio líquido, em 2017, chegou a 479% e as aplicações financeiras subiram 241%.

Há 16 anos à frente da cooperativa, Tostes destaca que o sucesso se baseia em investir no maior propósito da Unimed Volta Redonda: cuidar da saúde e bem-estar das pessoas. “Ao longo dos anos conquistamos a confiança de nossos clientes, cooperados e da comunidade, de forma sólida e com muito protagonismo. Agora, o momento é de celebrar as conquistas e olhar para o futuro com ainda mais energia”, afirma o presidente, que é pneumologista, com especialização em Medicina de Trabalho, além de pós-graduação em Administração Hospitalar e MBA em gestão executiva.

CRM para uma saúde centrada no paciente

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O setor de gerenciamento de relacionamento com o consumidor (CRM) está estimado para atingir US$ 17,4 bilhões até 2023, um crescimento de quase 100% se comparado a 2018. A Salesforce é uma das empresas líderes no setor, fomos até o seu headquarter, em São Francisco, para entender o papel de um software de CRM no alcance de uma saúde conectada, integrada e centrada no paciente.

No imponente prédio de 61 andares, com vista 360 para a baía da cidade, fomos recebidos por Ashwini Zenooz, Chief Medical Officer e Kim Arnold, Especialista em Soluções de Healthcare para Pagadores. Ashwini introduz a reunião contando que, por sua experiência, há um compartilhamento de dores nos países de operação: dificuldade na coordenação de cuidado, interoperabilidade, desafios no cuidado holístico da saúde e envelhecimento populacional.

“Estamos concentrados em inovação desde o início. Em 2018, a Salesforce foi considerada pela Forbes a empresa mais inovadora do mundo. Estamos inovando internamente, e através do engajamento contínuo dos nossos clientes, com feedback para os produtos”, disse Ashwini. Kim completa explicando que há cerca de cinco anos, a empresa teve a estratégia de focar em alguns setores especiais, como a saúde, para aprender em conjunto com a evolução do mercado e desenvolver recursos específicos para as suas necessidades. Além da incorporação das melhores práticas de outros setores como o varejo e o financeiro.

A solução, chamada de Health Cloud, proporciona maior colaboração entre as equipes de atendimento e a criação de jornadas e interações mais personalizadas entre os pacientes, provedores e pagadores, de forma que todos se tornem parceiros ativos na criação de resultados mais saudáveis. Segundo elas, a inteligência artificial é o pano de fundo de todo o desenvolvimento do produto.

A atuação engloba praticamente toda a cadeia de saúde, com a união das necessidades de profissionais, provedores, pagadores, empresas farmacêuticas e de dispositivos médicos. “Quando falamos com os nossos clientes, o que ouvimos é que precisamos estar focados no paciente, no que significa servi-lo. Como empresa de serviços para esses players, procuramos colocar o paciente no centro e monitorá-lo em todo o seu contínuo de atenção. Pensar de forma diferente em como podemos nos conectar com o indivíduo, e engajá-los. Seja por meio de recursos de suporte, coordenação de benefícios, ou envolvê-los nos programas de gerenciamento populacional.”, disse Kim

Ela conta que há um trabalho forte para aproximar os pacientes, e ter, de fato, o resultado do engajamento. Se uma empresa conhece o seu cliente e personaliza as interações, há uma propriedade muito maior no relacionamento. Saber as preferências dos pacientes na forma de comunicação, ferramentas e condições são o maior diferencial gerencial, em seu ponto de vista. O gerenciamento populacional aliado à tecnologia é fundamental para aplicar estratégias de estratificação de risco, colher o resultado dessa inteligência de dados, e principalmente, aplicar escala ao processo.

“Temos clientes que nos usam tanto para a coordenação de suas atividades e times internos, em operações desde contratação a alinhamento de fluxo de trabalho, quanto externamente, para atrair mais clientes ou envolvê-los em suas estratégias”, conta Kim.

Outro exemplo citado é o call center, no qual o funcionário frequentemente se vê diante de diversos sistemas não-integrados, e com informações desconectadas. Uma das maiores linhas de dedicação da empresa para o futuro, conta a executiva, será a ampliação das funcionalidades de visualização no software, através da integração de vários sistemas visando a eficiência operacional.

Para citar um caso prático, ela traz a Humana, uma das grandes seguradoras americanas. “A Humana possui cerca de 28 mil representantes, e para conseguir ter uma visão unificada e conectada com os membros, eles utilizam o Salesforce. É uma organização muito grande e complexa, foram necessárias cerca de 130 integrações no processo. Mas isso é recompensado, no final deste ano [2018], eles foram classificados pela Newsweek como a melhor seguradora em termos de atendimento ao cliente. Foi um investimento ao longo de muitos anos para se obter um conceito de jornada do paciente individualizada e personalizada”. Kim ainda disse que eles conseguiram, ao longo de quatro semanas, que 85% dos membros de um grupo específico da Humana se inscrevessem em um determinado programa de bem-estar sem a necessidade de um contato direto por telefone. “Há muito valor em um recurso desse considerando a jornada!”.

Para o futuro, Kim diz que a empresa está estudando como incorporar na saúde um recurso do varejo: o comércio de bens. “Talvez seria interessante já linkar a venda de um kit ou produtos necessários, para alguém que acabou de realizar um procedimento que necessite de cuidados pós-hospitalares. É uma ideia”.

Segundo a executiva, o que é mais surpreendente neste momento, é que as instituições possuem mais dados do que jamais tiveram. Mas isso não significa, necessariamente, que eles possuem mais informação ou insights para criar uma experiência melhor para os seus clientes. Por isso a integração e a inteligência são tão importantes como ferramentas nesse novo modelo de saúde baseada em valor.

“Os grandes líderes da saúde estão se concentrando em conectar a informação para alcançar a máxima eficiência e promover o melhor atendimento, da forma como é melhor para cada usuário, e de forma sustentável.”, finalizou Kim.

São Paulo sediará em março edição inédita do ESMO Summit

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O Brasil sediará pela primeira vez um dos principais eventos educacionais da European Society of Medical Oncology (ESMO): o ESMO Summit. Edição inédita acontecerá entre os dias 22 e 24 de março, em São Paulo, e terá a participação de líderes internacionais e nacionais. Desenvolvida em parceria com a Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC), a cúpula colocará em contexto os avanços mais significativos apresentados no congresso anual da ESMO, além de promover a discussão das principais controvérsias e casos com oncologistas que são referências em suas áreas.

Estamos muito felizes em trazer este grande evento para o Brasil e essa conquista é mais um fruto do acordo científico e educacional de reciprocidade assinado entre a SBOC e a ESMO em 2016”, afirma a Dra. Cinthya Sternberg, Diretora Executiva da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica.

O evento será uma oportunidade para revisar o padrão de tratamento de pacientes com diferentes neoplasias a partir de uma perspectiva internacional e também local, além de favorecer trocas de valor entre seus participantes. “O formato do Summit permite uma interação produtiva real, com colegas e palestrantes que participam de toda a programação”, completa Dra. Cinthya.

A programação está dividida por especialidade, em nove sessões que abordam estudos, padrões atuais de cuidado, tratamento na América Latina e apresentações de casos clínicos para câncer ginecológico, de pulmão, próstata, mama, cabeça e pescoço, câncer gastrointestinal e melanoma, além de uma sessão específica sobre cuidados paliativos.

O que é um erro médico, afinal?

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Todos os dias vemos na imprensa casos de erros médicos. As acusações referentes a erro médico somaram 70 novas ações por dia no Brasil – ou três por hora – em 2017. Segundo o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), foram pelo menos 26 mil processos sobre o assunto no período. Alguns são pertinentes – há verdadeiras aberrações no dia a dia em hospitais e clínicas. Em outros, cabe, no mínimo, um profundo debate. Em muitas das vezes o que existe é a falta de diálogo entre paciente e médico. Sem transparência, ocorrem os chamados “ruídos de comunicação”. Vários registros de “erros” poderiam ser evitados com o detalhamento de cada passo da cirurgia: antes, durante e depois – ou seja, o resultado, propriamente dito. Principalmente no que se refere às cirurgias plásticas, que não param de crescer, em tempos de endeusamento de “selfies”. Todos querem ficar bonitos na foto e nas redes sociais. E a procura pelas cirurgias “milagrosas” é crescente. Desta forma, é comum que o resultado, quando sai um pouco diferente do esperado, do que se condiciona “perfeição” pela sociedade, é chamado de erro médico.

A tecnologia pode ser usada para reverter esse quadro e oferecer segurança para quem será operado e para quem vai fazer o procedimento. A startup Go2doc foi criada no início de 2018 com o objetivo de dar apoio aos médicos, no que se refere à melhora na comunicação com os pacientes e com isso, à prevenção de controvérsias. E, claro, os pacientes também ganham com isso.

A falta de transparência hoje entre médico e paciente pode provocar muitos problemas jurídicos no período pós-procedimento - o que implica em processos civis de responsabilidade, com possibilidades de indenização de danos materiais, morais e até estéticos na justiça.

A plataforma destaca perguntas frequentes de pacientes sobre cirurgia plástica. Se ele quer fazer uma lipoaspiração, uma cirurgia no nariz, nas mamas ou glúteos, por exemplo, e nem sabe direito o que pode acontecer antes, durante ou depois do procedimento, nesta plataforma pode encontrar. Ao todo, na ferramenta, existe o detalhamento de 18 procedimentos clínico-cirúrgicos, voltados a esta especialidade.

Ou seja, o paciente vai ler todas as informações e poderá questionar algo mais que eventualmente surgir. Entre elas, a possibilidade de ficar alguma cicatriz e intercorrências pós-cirúrgicas que podem mandá-lo para cuidados intensivos, para citar apenas algumas questões.

Sobre o Autor:

Dr. Mário Warde

Telemedicina pode ampliar o papel da Medicina do Trabalho

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O acesso facilitado a especialistas e a possibilidade da segunda opinião podem aumentar o índice de resolutividade de problemas de saúde

“Estamos a um passo de uma mudança que vai ampliar o acesso a médicos e a programas de saúde. Não só a moradores de regiões distantes, mas também a trabalhadores que contam com programas de Medicina do Trabalho”. A opinião é do médico Cezar Berger, CEO do Imtep, maior empresa brasileira na gestão de ambulatórios empresariais e em saúde ocupacional.

A mudança será uma das consequências da nova resolução do Conselho Federal de Medicina, que regulamenta de forma mais ampla o papel da Telemedicina.

“A resolução do CFM 2227/2018 é fruto de uma longa discussão, que vem mais precisamente desde 2002. Tem como objetivo regulamentar o uso da ferramenta "internet" no diagnóstico, na orientação, no estudo e até na prescrição médica. Não deve e não menciona a substituição do médico! Vai facilitar o atendimento a locais de difícil acesso ao médico pelo paciente, ao melhor diagnóstico, à discussão de casos e à segunda opinião, entre outros benefícios”, ressalta Berger.

“Na área de saúde ocupacional, acredito em um grande avanço devido a facilidade dos colaboradores terem acesso à profissionais da saúde do trabalho e até mesmo a outros especialistas. Tudo isso dentro das companhias em que trabalham, com o apoio de equipes de saúde”, complementa Dr. Cézar.

Com a nova regulamentação, os ambulatórios dentro das empresas ganham ainda mais importância. Hoje, a resolutividade de problemas de saúde chega a 85% com base em ações de atenção primária. Com o acesso facilitado a especialistas, a expectativa é que este índice melhore ainda mais.

Somam-se ainda a vantagem de diminuir o tempo de ausência no posto de trabalho, a ampliação do acesso à consultas e exames em lugares de difícil acesso como plataformas de petróleo, além da troca de informações de profissionais da saúde por videoconferência.

Outro foco do atendimento virtual será a presença do profissional médico ou do enfermeiro do trabalho na orientação quanto às normas regulatórias do trabalho, exigidas por Lei.

Já é realidade

O Grupo Implus, do qual o Imtep faz parte, já conta com ferramentas que facilitam o acesso a informações e aos programas de saúde. A Implus Care, empresa de gestão integrada de saúde do grupo, oferece programas de qualidade de vida e de monitoramento de pacientes crônicos. Entre suas ferramentas está o NetCare, que é uma plataforma tecnológica pela qual os beneficiários podem ter acesso a uma orientação em saúde contando com uma equipe multidisciplinar.

Com a nova regulamentação da Telemedicina, a Implus Care também vai oferecer o acesso a consultas e orientação médica através de plataformas virtuais, com o foco em prevenção, cuidados e atenção primária. “O objetivo é chegar aos mesmos índices de resolutividade de outras frentes que trabalham com o conceito de Atenção Primária à Saúde, contando com Médicos da Família, prezando pela qualidade e pela segurança de cada beneficiário”, explica o CEO da Implus Care, Rodrigo Malucelli.

Grupo Fleury anuncia vencedores da 9ª edição do Programa de Excelência em Relacionamento com a Cadeia de Fornecimento

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O Grupo Fleury anuncia as empresas vencedoras da 9ª edição anual do Programa de Excelência em Relacionamento com a Cadeia de Fornecimento (PERC). Ao longo de 2018, foram avaliados 48 fornecedores nas categorias: TI e Telecom; Serviços e Insumos. As empresas ganhadoras da 9ª Edição do PERC foram Accenture (TI e Telecom); Manserv (Serviços) e Roche (insumos). Mecalor Soluções em Engenharia Térmica, Brasanitas e Becton Dickinson (BD) também foram reconhecidas como destaque pelo desempenho no Programa.

O programa PERC reconheceu 42 empresas ao longo de 10 anos. Neste período, recebeu 2.700 ideias sugeridas por fornecedores para melhoria de processos.  Dentre essas sugestões, cerca de 1.000 foram implementadas, gerando economia superior a R$ 5 milhões para a companhia.

Para a 10ª edição, em 2019, o PERC conta com 58 fornecedores participantes, que concorrerão ao reconhecimento em cinco categorias.

O PERC é uma iniciativa do Grupo Fleury com foco no desenvolvimento e fortalecimento da cadeia de fornecedores, com o objetivo de garantir a mais alta qualidade e inovação nos serviços  para proporcionar saúde e bem-estar para a plena realização das pessoas.

CEO da NVIDIA falará na principal conferência de IA do mundo

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Estima-se que até 10 mil profissionais participem da GTC, de 17 a 21 de Março de 2019, no Vale do Silício (EUA).

Jensen Huang, fundador e CEO da NVIDIA, conduzirá a apresentação de abertura da décima edição da GPU Technology Conference (GTC), que ocorrerá de 17 a 21 de março de 2019 em San Jose, Califórnia, nos Estados Unidos.

Huang destacará as inovações mais atuais da companhia na área de Inteligência Artificial (IA), veículos autônomos e robótica em sua apresentação na segunda-feira, 18 de março, às 14h. Estima-se que até 10 mil desenvolvedores, cientistas de dados e executivos do setor participem da conferência deste ano, que ocorrerá no San Jose McEnery Convention Center.

"Se você se interessar por IA, não há nenhum lugar no mundo que seja melhor para se conectar com um espectro tão amplo de desenvolvedores e tomadores de decisão que a GTC Silicon Valley", declarou Greg Estes, vice-presidente de Programas para Desenvolvedores da NVIDIA. "Este evento cresceu exponencialmente em dez anos por um motivo: é onde os especialistas do setor acadêmico, as 500 empresas da Fortune e o setor público compartilham seus trabalhos mais atuais de desenvolvimento de IA e outras tecnologias avançadas".

A conferência contará com mais de 800 palestrantes e 200 expositores envolvidos com Inteligência Artificial, data center e computação em nuvem, setor da saúde, finanças, telecomunicações, veículos autônomos, robótica e Internet das Coisas (IoT).

Os palestrantes incluem muitos dos especialistas mais importantes da área de IA e deep learning de organizações líderes como Adobe, Alibaba, Amazon, Anaconda, Audi, Autodesk, Baidu, Bloomberg, BMW, Capital One, CERN, Citi, Dow Chemical, Google, IBM, Johns Hopkins University, MILA, MIT, Morgan Stanley, NASA, NTT DOCOMO, Oak Ridge National Labs, Orange, Preferred Networks, Princeton, Red Hat, Scripps, Stanford, Tencent, Toyota Research, Tsinghua University, University of Tokyo, Uber, UC Berkeley, Verizon, Volvo e Walmart.

Os expositores incluem Cisco, Dell, Google, Hewlett Packard Enterprise, HP Inc., IBM, Kinetica, Lenovo, Micron, Microsoft, NetApp, Oracle, Samsung e Supermicro.

A GTC também incluirá cinco workshops de tempo integral e mais de 50 sessões do Deep Learning Institute, que ensinará as técnicas mais atuais para CUDA, robótica, veículos autônomos, análise de vídeos e muito mais.

Veja a agenda de sessões da GTC e inscreva-se para participar em www.gputechconf.com.

ABQV Debate Questões Relevantes sobre a Prevenção de Doença

Debate com as nutricionistas Rosicler, Neusa, Gabriela e Fernanda

Com o objetivo de apoiar os líderes e profissionais que atuam na área de gestão de pessoas e saúde ocupacional no Brasil, a ABQV – Associação Brasileira de Qualidade de Vida promoveu no dia 05 de fevereiro, no auditório do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, na Capital Paulista, o primeiro encontro mensal do ano com o tema “O Enfrentamento dos Fatores de Risco de Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT)”.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 41 milhões de pessoas morrem por ano, em decorrência das DCNT, que estão relacionadas a quatro principais grupos de doenças crônicas não transmissíveis – circulatórias, câncer, doenças respiratórias crônicas e diabetes. No Brasil a *taxa de mortalidade por DCNT, no ano de 2007, chegou a 540 óbitos por 100 mil habitantes. Na última década tivemos uma redução de 20% deste número (principalmente para as doenças circulatórias e respiratórias crônicas), porém, nesse mesmo período identificou um aumento das mortes que tenham como causa o diabetes e o câncer.

Mediante esses fatos, durante a abertura do evento, o presidente da ABQV, Eloir Edilson Simm, mencionou a necessidade de mais engajamento das organizações para que possam atuar de forma efetiva na melhora das condições de saúde, bem-estar e qualidade de vida dos trabalhadores. “Fator de risco é algo que temos que conhecer precisamente. Tanto os dados fornecidos pelo Vigitel como a PNS – Pesquisa Nacional de Saúde pode nos orientar sobre o cenário brasileiro para que novos programas sejam implantados nas empresas. Estes indicadores são importantes para tomarmos decisões estratégicas.”, explicou.

A primeira palestra “Epidemiologia dos fatores de risco para doenças crônicas. Como estão os trabalhadores brasileiros?”, foi apresentada pela nutricionista, doutora em cardiologia pela UFRGS e coordenadora do Centro de Inovação do SESI em Fatores Psicossociais, Gabriela Herrmann Cibeira. A profissional mostrou vários estudos relacionados ao contexto global e nacional. “Cada vez mais a saúde ocupacional tem sido abordada junto com a saúde pública. Desta maneira, existe a necessidade de melhorar os ambientes de trabalho e aumentar os esforços na promoção da saúde dos trabalhadores, pois se trata de um problema de saúde mundial já bastante evidenciado no Brasil. A literatura tem demonstrado que uma boa saída é atuar de forma preventiva para que as pessoas consigam ter hábitos saudáveis”, destacou a especialista.

Na segunda parte do evento, a nutricionista Fernanda Timerman, idealizadora do Instituto Nutrição Comportamental e coordenadora do Grupo Especializado em Nutrição e Transtornos Alimentares – GENTA ministrou a palestra “Como abordar, de maneira prática, a nutrição no ambiente de trabalho”, que abordou sobre as novas maneiras de trabalhar a saúde ocupacional no Brasil. “No contexto global de uma empresa precisamos entender quais são as dificuldades de cada grupo. Uma das ideias é atuar com enfoques diferentes, fazer um estudo mais individual ou micro, entender dentro da organização as questões que propiciam ou não comportamentos saudáveis e o engajamento, não só em grupo, mas também as necessidades específicas e individuais. Por exemplo, o foco das ações é sempre muito voltado para perda de peso em curto prazo, porém, muitas pessoas que não têm excesso de peso também têm hábitos e comportamentos que impactam a saúde, qualidade de vida e por sua vez impactam nos dados de absenteísmo, pois, podem estar com vários fatores de risco, como hipertensão, diabetes, estresse, ansiedade e depressão”, afirmou Fernanda.

“As dietas restritivas não são sustentáveis em longo prazo pode resultar na perda de massa magra, reganho de peso em forma de gordura, o efeito sanfona, afetando assim o metabolismo e causando, muitas vezes, descontrole e fissura ainda maior por comida”, analisou a nutricionista sobre consequências fisiológicas e emocionais ligadas aos programas de emagrecimento rápido. “A obesidade é multifatorial, há casos de pessoas que a desenvolvem por questões psiquiátricas como compulsão alimentar e, não dá para tratar este paciente semelhantemente a uma pessoa que tem obesidade por questões endócrinas ou outras razões clínicas, por exemplo. Precisamos ampliar as ações em termos de foco e tempo de duração, para que haja realmente mudanças no comportamento”, relatou aos participantes.

O debate, liderado pelo diretor de comunicação da ABQV, Dr. Alberto Ogata, teve ainda a participação das nutricionistas Rosicler Rodriguez e Neusa Moura, que responderam as perguntas sobre a importância da mudança de hábitos e a análise da cultura alimentar de cada organização, como medidas para a prevenção das DCNT. “A empresa tem a necessidade de ajudar na educação e fornecer ferramentas para que o trabalhador possa melhorar sua qualidade de vida. A nutrição e a saúde precisam ser vistas como valor para a organização”, pontuou Rosicler.

O evento teve transmissão ao vivo pela internet e apresentou o lançamento do Vol. 7, da coleção “Temas Avançados de Qualidade de Vida” – Enfrentamento dos Fatores de Risco para Doenças Crônicas no Brasil. Trata-se de uma das principais iniciativas da ABQV para auxiliar os profissionais no seu trabalho de saúde ocupacional.

*Fonte: Ministério da Saúde - http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/plano_acoes_enfrent_dcnt_2011.pdf

Eastman demonstra compromisso em reduzir o risco a pacientes

Eastman demonstra compromisso em reduzir o risco a pacientes

A Eastman, fornecedora global de plásticos especiais, exerceu seu papel de liderança em mitigar os riscos aos pacientes e aos médicos com materiais superiores para embalagens e dispositivos médicos na feira MD&M West em Anaheim, Califórnia, de 5 a 7 de fevereiro.

A empresa possui mais de 40 anos de experiência no setor médico para o qual produz plásticos especiais para embalagens médicas rígidas e dispositivos medicos. Destacou também as muitas maneiras pelas quais trabalha ao longo de toda a cadeia de valor para impactar os resultados positivos dos pacientes.

Isso inclui o suporte ao desenvolvimento de novos engenheiros de embalagem, trabalhar em conjunto com engenheiros e designers de equipamentos originais para melhorar processos e impulsionar inovações de produtos, além de envolver-se profundamente com a indústria do setor de saúde, na conscientização sobre o papel das superfícies e dos materiais no combate às infecções associadas aos cuidados de saúde (IACS).

As parcerias a serem destacadas incluem o Projeto Capstone da Universidade de Clemson, o Conselho de Reciclagem de Plásticos Medicinais (HPRC), a Mindray e o Healthcare Surfaces Institute.

Na Universidade de Clemson, como parte de sua colaboração contínua com o programa de graduação da Ciência da Embalagem, a Eastman está trabalhando junto com dois co-patrocinadores, a Remington Medical, um dos principais fabricantes de dispositivos médicos descartáveis, e a Tek Pak, uma termotransformadora médica inovadora, para ajudar os alunos a desenvolver protótipos rígidos de embalagem médica para implantes de quadril e a aprender elementos críticos do protocolo de validação.

A equipe de alunos do curso de Design e Desenvolvimento de Embalagens do Dr. Robert Kimmel trabalhou com uma folha de poliéster extrudada fornecida pela Pacur, enquanto recebia orientações práticas da Eastman e dos co-patrocinadores. A experiência geral permitiu que os alunos tivessem uma prévia do que seria uma carreira na indústria de dispositivos médicos como engenheiros de embalagens.

Como membro de longa data da vertente dos Estados Unidos do HPRC (Conselho de Reciclagem de Plásticos Medicinais), a Eastman também está expandindo seu engajamento, em 2019, ao se unir à seção europeia do conselho e trabalhará ao lado de outras empresas participantes para ajudar a facilitar os esforços relacionados à sustentabilidade e à reciclagem de plásticos médicos na região.

A companhia continua a evoluir a forma como trabalha com os fabricantes originais de equipamentos para trazer inovações para o mercado. A Mindray, fabricante global líder em tecnologia médica, selecionou polímeros médicos da Eastman para seus monitores de pacientes, demonstrando seu compromisso com a produção de utensílios fáceis de usar e de limpar, além de suportarem os protocolos de limpeza tão necessários nos ambientes hospitalares para manter os pacientes seguros. A seleção de produtos da Mindray foi resultado da replicação independente dos protocolos de teste da Eastman como, por exemplo, o teste de 4 etapas, para validar os dados de desempenho.

A companhia está expandindo seu portfólio de polímeros médicos, trabalhando com fabricantes originais de equipamentos para identificar os atributos necessários para requisitos específicos dos produtos e para características de processamento que melhorem a manufaturabilidade. O copoliéster Tritan™ da Eastman abastece o portfólio próprio de polímeros retardadores de chama para invólucros de dispositivos médicos eletrônicos e hardware. Os materiais oferecem uma compatibilidade química inigualável, com uma ampla gama de desinfetantes usados para combater as IACS, além de maior durabilidade e resistência ao impacto.

A empresa convida os participantes para entender melhor sobre esses e outros avanços nos eventos Lunch and Learn em embalagens médicas rígidas e dispositivos médicos, bem como apresentou, por meio de sessões, no programa de conferências da MD&MW. No dia 7 de fevereiro, a empresa promoveu a palestra “Escolhendo os polímeros certos para manufaturabilidade e durabilidade: o que os hospitais medem”, destacando o papel que a manufatura aditiva pode desempenhar no desenvolvimento e na produção de dispositivos médicos. No mesmo dia, a Eastman também falou sobre “O pó de elastômero e seus benefícios na impressão de dispositivos medicos”, como parte do 3D Innovation Summit.

Além do Eastman MXF221 para invólucros de dispositivos, a família de marcas da empresa inclui o copoliéster Tritan™ para dispositivos e embalagens, os copoliésters Eastar 6763 e Eastalite para embalagens médicas rígidas, os elastômeros Ecdel para embalagens farmacêuticas e os plastificantes não ftalato Eastman 168™.