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Oscar, empreendedores e vida: qual a relação!?

birdman

O ano de 2015 foi presenteado com filmes espetaculares para o Oscar como o Big Hero, Birdman, Whiplash, Jogo da imitação e o Grand Hotel Budapest. Todos apresentam tramas excelentes com atuação, música, figurino etc fantásticos. Esse post procura linkar estes fimes com o nosso cotidiano e mindset, e oferecerá mais perguntas do que respostas.

Para quem não assistiu os nomeados e os vencedores ao prêmio mais importante do cinema de 2015, vale a pena um binge-watching destes filmes (e outros não citados como o Boyhood, Interstellar, American Sniper…). Vamos aos spoilers agora (atenção, spoilers!!!).

Observamos no Birdman a busca incessante pela glória, fama e respeito. Como expresso no artigo do síndrome do entitulamento, vivemos hoje em dia com bombardeio de casos de sucesso da mídia em todas as formas. Deste modo, conquistar títulos e prestígio torna-se uma necessidade social mais perniciosa pois é um status “obrigatório". Para quem já a vivenciou, pode se ter uma sensação de perda de algo precioso. Definitivamente o esforço pode ser recompensador e levá-lo a “eternidade" na Terra, mas a que custo?

Apesar de não sabermos o que acontece depois da cena final do Whiplash, podemos inferior que a apresentação dele foi memorável. No entanto, veio a algum custo: ele não parece ter amigos e se dirigiu a sua namorada como uma “sem futuro que só atrapalhará no caminho dele". Precisamos passar por isso? Talvez sim, talvez precisamos ser assim dedicados e obstinados para sermos “imortais”. Bom, para você se sentir bem, definitivamente dedicar-se em algo que você gosta e acredita, sem um limite ou imposição social, vai ser recompensador. Mas lembre-se que o equilíbrio pode ser mais produtivo! (e que normalmente as pessoas tendem a não gostar de pessoas rudes).

Mas espera,

não foi justamente no Jogo da Imitação que esse jeito misantropo levou a salvar vidas milhões de vidas e mudar o curso da história? Pois sim! A solução surgiu através de uma solução inesperada do protagonista que inicialmente desafiava a cortesia. E soluções brilhantes costumam ser seguidos de situações atípicas, das quais o pesquisador é capaz de conectar as situações uma com a outra. Imagine se o pesquisador não tivesse enviado aquela carta ao ex-primeiro ministro Chuchill? Ou não tivesse sido irreverente e deixasse de adquirir a máquina? E… argumentos bem construídos e bom traquejo social também poderia ter atingido isso?

Sendo um empreendedor, como você enxerga o sucesso? O quanto você está disposto a se dedicar? Se você não aprender todo dia com o mindset do "lobby boy", não está no jogo.

Costumamos dividir a vida em departamentos: departamento da vida social, vida acadêmica, vida profissional, vida familiar... a ponto de esquecer que só temos uma. Se você ficar vivendo pelas restrições e imposições sociais, boa chance de sair um frustrado.

E nos próximos 12 anos, a história da sua vida rende um Oscar?

Você foi para São Francisco semana passada?

Você foi para São Francisco semana passada?
Shutterstock

Altos executivos e líderes de empresas como LinkedIn, Google, Instagram, Facebook, BlackRock, Starbucks, SAP, entre outras, fizeram apresentações durante o Wisdom 2.0 Conference, que aconteceu de 27 de fevereiro a 1 de março último em São Francisco, nos EUA. Este congresso que ocorre todo ano abordou, entre outros temas, os benefícios e caminhos para alinhar Mindfulness e bem estar com os negócios, algo fundamental na área de saúde (entre outras).

Cerca de 3000 pessoas ouviram, por exemplo, Jeff Weiner, CEO do LinkedIn, falar sobre a importância do líder desenvolver mindfulness, que é a atenção plena, a presença, que permite a pessoa estar focada, sem se perder em emoções negativas e, ao mesmo tempo, estar atento para o que está acontecendo ao seu redor, sendo capaz de estabelecer conexões e ajudar sua equipe.

No site do Wisdom 2.0 existem vários vídeos com palestras dos autores. Dê uma olhada no http://wisdom2conference.com/livestream

Este evento só vem confirmar o crescimento vertiginoso da prática de Mindfulness fora e dentro das empresas norte-americanas. E é só uma questão de tempo para realmente percebermos os seus benefícios e trazermos esta realidade para nossas vidas e em empresas brasileiras. E você, tem praticado Mindfulness?

SAIBA MAIS:

Mindfulness chega ao SUS

Já ouviu falar em Mindfulness?

Como o Mindfulness pode te ajudar no trabalho?

Mindfulness em 2015, uma iniciativa de sucesso

Mark Bertolini, CEO da Aetna, aposta em Mindfulness

Fluxo de capital internacional só aumentará, diz estudo

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- shutterstock

Dentre as nove megatendências globais traçadas pela KPMG, em parceria com o Centro Mowat na Escola de Políticas Públicas e Governança da Universidade de Toronto (CA), está a Interligação Econômica.

O estudo traz uma visão abrangente dos fenômenos que impactam e impactarão as sociedades como um todo nos próximos 15 anos - algo que não pode sair do radar dos gestores em geral. Tudo indica que a economia global será caracterizada por um aumento contínuo nos níveis de comércio internacional e de fluxos de capital. Apesar da importância dessa interligação econômica, há cada vez mais desafios em virtude dessa interdependência.

Interligação Econômica

Interligação-Econômica-KPMG

*Fonte: KPMG – O Estado Futuro 2030: As megatendências globais que moldam os governos

Consequências

• Aumento do comércio e de investimentos

• Relações comerciais e de investimento cada vez mais complexas

• Queda de barreiras ao comércio

• Maiores riscos econômico-financeiros em função de problemas internacionais

*O Saúde Business revela um gráfico de cada tendência por dia, é só acompanhar!

Leia mais:

9 megatendências globais que influenciam todos os setores

Inclusão tecnológica diminui fronteiras e impõe mudanças

Empoderamento do indivíduo é tendência global, diz KPMG

Anahp: conheça o conselho de administração para 2015-2018

Francisco-Balestrin
Francisco-Balestrin

Reeleitos por unanimidade, Francisco Balestrin, do Hospital Vita Curitiba (PR), e Antônio Carlos Kfouri, do Hospital do Coração – HCor (SP), terão mais três anos de mandato na Anahp, respectivamente como presidente e vice-presidente do Conselho de Administração.

O Conselho Fiscal da Associação também foi definido para o triênio 2015-2018 nesta última sexta-feira (6), durante Assembleia Geral Ordinária, em Campinas (SP).

Conselho da Anahp Conselho da Anahp

Da esquerda para a direita: Eduardo Amaro, José Ricardo de Mello, Henrique Neves, Francisco Balestrin, Paulo Chapchap, Maria Norma Salvador Ligório, Francisco Eustácio Vieira, José Roberto Guersola e Antônio Carlos Kfouri

Conselho de Administração

Presidente

Francisco Balestrin – Hospital Vita Curitiba (Curitiba, PR)

Vice-presidente

Antônio Carlos Kfouri – Hospital do Coração (São Paulo, SP)

Eduardo Amaro – Hospital e Maternidade Santa Joana (São Paulo, SP)

Francisco Eustácio Vieira | Hospital Santa Joana (Recife, PE)

Henrique Neves | Hospital Israelita Albert Einstein (São Paulo, SP)

José Ricardo de Mello | Hospital Santa Rosa (Cuiabá, MT)

José Roberto Guersola | Rede D’Or (Rio de Janeiro, RJ)

Maria Norma Salvador Ligório | Hospital Mater Dei (Belo Horizonte, MG)

Paulo Chapchap | Hospital Sírio-Libanês (São Paulo, SP)

Conselho Fiscal

Alline Jorgetto Cezarani – Hospital Santa Catarina (São Paulo, SP)

Antônio Dias – Hospital Porto Dias (Belém, PA)

Paulo Azevedo Barreto – Hospital São Lucas (Aracajú, SE)

Conselho Fiscal Suplente

Antonio Alves Benjamim Neto – Hospital Meridional (Cariacica, ES)

Dario Ferreira Neto – Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos (São Paulo, SP)

Paulo Curi Savastano – Hospital Nove de Julho (São Paulo, SP)

Fonte: Com informações Anahp 

Colaboração entre gerações pode levar a sucesso de startups

colaboracao-intergeracional

Todos os dias esbarramos em algum artigo ou reportagem contando a trajetória de êxito de startups criadas Brasil adentro e mundo afora.

Seus talentosos e jovens fundadores relatam tropeços pelo caminho mas, ao final, a impressão que fica é que a determinação frente aos percalços acaba virando o jogo.

Seria tudo simples assim se certas estatísticas não mostrassem que há uma distância, nada desprezível, entre o “mundo dos holofotes” e a realidade de milhares de empreendedores anônimos dando os primeiros passos com suas startups.

Inexperiência à flor da pele

Para inicio de conversa, 30% dos empreendedores digitais no Brasil já tiveram uma empresa que fracassou e teve de ser fechada. O que motivou o insucesso?

Previsões equivocadas e decisões tardias. Sim, erros típicos da inexperiência de quem estava à frente do negócio, que aliás pesaram mais que problemas com o fluxo de caixa.

No caminho dos que experimentaram o gosto amargo do fracasso ou dos que estão dando o sangue para ver sua primeira incursão no “planeta startup” dar certo, as mesmas “pedras” são apontadas como obstáculos pelos jovens empreendedores: a falta de traquejo comercial e o conhecimento escasso, feito fio d’água, em outras áreas vitais como contabilidade, estratégia, programação, jurídico e finanças.

Números que não mentem

Mais que observação empírica, esse quadro foi revelado pela recém divulgada pesquisa Perfil do Empreendedor Digital Brasileiro, realizada pela aceleradora 21212, Endeavor e a revista Pequenas Empresas Grandes Negócios.

Um outro levantamento feito pelo Núcleo de Inovação e Empreendedorismo da Fundação Dom Cabral já apontava, em 2013, que 25% das startups no país morriam ainda no primeiro ano de vida enquanto outras 50% sucumbiriam em quatro anos.

Vale a pena percorrermos um pouco mais esse terreno das áridas estatísticas para aqui, juntos, entender melhor porque uma nova geração de startups tem apostado em outra fórmula para driblar a inexperiência da maioria de seus criadores.

Sem contato anterior

No Brasil, a idade da maioria dos fundadores de startups gira em torno dos 20 e poucos anos e não ultrapassa os 35.

Em comum, eles têm a vontade de tocar um negócio próprio para fazer o que gostam, ou por ter identificado um nicho promissor de mercado ou por acreditar que tiveram seu “momento Eureca”, encontrando soluções inovadoras para problemas que impactam negativamente a sociedade.

Méritos à parte, 54% dos jovens brasileiros que hoje empreendem no mercado digital nunca antes tiveram contato com uma startup.

Note que 63% das startups do mercado digital no Brasil têm como público-alvo clientes corporativos. Seus negócios estão focados no B2B (negócios para negócios, em inglês) e no formato SaaS (software como serviço), especialmente nas áreas de pagamento, gestão e eventos.

Todos com a mesma queixa

Dissemos, acima, que não foi a ausência de investimento, mas falhas na execução que motivaram o fechamento de muitas startups - 27% dos respondentes da pesquisa realizada pela aceleradora 21212, Endeavor e revista PEGN apontaram essa causa contra 21% por falta de capital.

Não é diferente a situação de quem está com um negócio ainda ativo. A queixa apontada como obstáculo diário por jovens que estão à frente de suas startups também é a falta de experiência, sendo as áreas mais nevrálgicas a comercial, de estratégia de negócio, contabilidade, programação, jurídico  e finanças.

O fato é que mesmo projetos geniais não têm como sobreviver se essas lacunas persistirem.

Por que há tanta resistência?

No Brasil, mais de um terço dos empreendedores do mercado digital não tem intenção de vender o negócio - abririam mão apenas de uma pequena fatia para um investidor com o único objetivo de crescer mais rápido.

No outro extremo, só uma minoria demonstra total desprendimento frente à possibilidade de se desfazer da startup.

Outros tantos empreendedores pesquisados disseram relutar em abrir mão, mesmo que de uma porção pequena da startup em troca de aporte financeiro.

Uma pista para entender esse comportamento resistente é que diferente do que acontece, por exemplo, nos EUA e Europa, os investidores brasileiros não “jorram” dinheiro nas startups.

Para ter uma ideia, só 5% delas recebem de R$ 500 mil a R$ 1 milhão de aportes. A maioria fica nessa faixa -  42% de R$ 100 mil a R$ 500 mil e 38% até R$ 100 mil.

Time qualificado, essencial desde o inicio

Independente de o empreendedor estar mais ou menos disposto a se desfazer de fatias de seu negócio, o gargalo na primeira etapa de vida de uma startup se relaciona muito mais á qualidade da formulação da estratégia e sua execução.

“Manter o crescimento acelerado é fundamental para uma startup. Mas sustentar o ganho de escala nos primeiros meses, quando o empreendedor não dispõe de muito capital ou de um time qualificado pode ser bem difícil”,  destaca Juliano Seabra, da Endeavor.

O time qualificado a que Seabra se refere é o de gente experiente em todas aquelas áreas vitais, como comercial, contabilidade e jurídico, reveladas pelos entrevistados como seus pontos fracos na pesquisa citada.

Manter colaboradores top, com carteira assinada ou como prestadores de serviços, é inviável para a maioria dos fundadores de startups – 78% usam recursos próprios que não ultrapassam R$ 100 mil para criar suas startups. Sme contar que muitos cumprem dupla jornada de trabalho, mantendo seus empregos enquanto sua empresa nascente não conquista certa maturidade.

Diversidade já na origem

Já estamos mais que no momento de pensar e fazer diferente, como apostar seriamente na alternativa de “aumentar” a diversidade etária e de expertises dos fundadores das startups. Explico.

A lógica do conhecimento intuitivo, que faz os jovens empreendedores anteverem necessidades e dar saltos disruptivos na forma de conceber produtos e serviços, é o que diferencia as startups de outros empreendimentos.

Esse capital intelectual é grandioso, mas a taxa de mortandade que hoje ronda as startups mostra que, sozinho, esse valor intangível pode facilmente ir à lona, como Davi fez com Golias...

Conselho perigoso para um jovem empreendedor

É muito comum ouvir dos que estão no comando de aceleradoras e fundos de investimento esse comentário:

“Os jovens empreendedores vão conseguir resolver os obstáculos do dia a dia com o tempo,  colocando a mão na massa.”

Venhamos e convenhamos, as dificuldades na área comercial – a queixa campeã entre os que fecharam as portas de suas startups e também os que estão “ralando” para fazer seu negócio vingar – vira uma mistura explosiva quando combinada a esse outro ingrediente, o tempo, que o jovem empreendedor levará “quebrando a cabeça” para  aprender” a arte de vender.

Primeiro, para dar conta do recado na área comercial, o jovem empreendedor terá de ter uma boa rede de contatos na manga.

Mais: pela natureza inovadora do que sua startup oferece, ele terá de fazer uma venda do tipo consultiva, ou seja, pesquisar a fundo e saber ouvir atentamente as necessidades dos potenciais clientes para compatibilizá-las com o novo produto ou serviço que pretende vender.

Aposte nesse novo modelo

Já participei de reuniões em que o ímpeto juvenil dos empreendedores os fazia descrever com enorme entusiasmo todos os aspectos “revolucionários” do que ofereciam, mas por não fazerem uma sólida conexão com as necessidades imediatas de seus interlocutores, não conseguiram sequer marcar uma segunda rodada de conversas, quanto mais fazer uma venda!

Não tenho dúvida de que esses empreendedores estavam “colocando a mão na massa” e empenhando suas melhores capacidades para superar certas limitações. Mas desconfio da validade daquela “estratégia” fartamente alardeado junto a startups que estão dando literalmente seus primeiros passos. Tempo é o que essa essa “galera’ não pode se dar ao luxo de desperdiçar, assim como a experiência de que precisam não vem por osmose.

Ainda é como um fio d’água, mas acredito que tem tudo para virar um rio caudaloso a corrente dos que defendem, como eu,  a composição intergeracional das startups.

É essa a ideia, a startup ter como fundadores pessoas de diferentes gerações com expertises vitais e complementares para o negócio andar bem e rápído desde o inicio,

Perceba que esse “DNA intergeracional” é algo bem diferente de uma pessoa mais experiente que, de fora da startup, dá tutoria na fase de incubação ou o investidor que dá mentoria na aceleração do negócio.

Conhecimento intuitivo + inteligência de mercado

As deficiências que as pesquisas revelam como causa mortis ou sério obstáculo ao bom desenvolvimento das startups tem a ver com a escassez de certos aprendizados humanos que só o tempo consegue moldar nas pessoas. Quer exemplos?

Ter uma sólida rede de contatos e traquejo para perceber sutilezas em uma reunião comercial - e saber driblar do jeito certo as resistências não expressas - dependem de um certo tempo para ser construídas em uma pessoa.

Nesse contexto, parece-me que a tal recomendação de “meter a mão na massa para aprender com o tempo” só faz sentido quando há complementação e troca de legados entre os fundadores de uma startup, o que por sua vez cria um ambiente de riscos controlados, algo fundamental para quem resolve empreender.

Circulo virtuoso para empreendedores e investidores

O conhecimento intuitivo dos jovens somado à inteligência de mercado de quem já tem anos de estrada me parece a equação virtuosa para que uma startup seja rapidamente acelerada e tenha vida longa, tendo em vista que, no Brasil, a maioria dos empreendedores deseja se manter à frente do negócio.

Mais: essa associação intergeracional pode tirar as startups mais rapidamente daquela zona inicial de fragilidades.

Uma empresa nascente de “DNA intergeracional” também alcançará autonomia e maturidade mais velozmente, o que se traduzirá em um valor de mercado maior. Essa realidade pode incentivar aqueles fundadores mais resistentes a vender porções mais generosas de seu negócio.

Para os investidores, será possível alçar voos maiores na fase de aceleração, tendo em vista que a startup terá alcançado um estágio mais maduro para receber aportes financeiros também mais robustos.

Aqui e agora

Não tenho ilusões. Sei que não é tarefa fácil engrenar as mentes e corações de Baby Bommers e os representantes das gerações  X, Y e Z para que criem e desenvolvam a quatro mãos esse novo modelo de startup.

Mas todos nós que nos interessamos por inovação colaborativa e negócios de impacto social não podemos calar diante dessa fantástica possibilidade: as startups são ecossistemas disruptivos, com força para romper todas as barreiras, inclusive esta que é óbvia.

Por aumentar sua capacidade de sobrevivência, é natural juntar talentos de diferentes gerações para impulsionar esses negócios que têm mudado a lógica do mundo neste século 21.

Frederico Lacerca, sócio-fundador da 21212  acredita que a tendência é que em cinco ou dez anos tenhamos, no Brasil, empreendedores mais bem preparados. “Ou porque erraram e aprenderam com o fracasso, ou porque acertaram e venderam a empresa”, destaca.

O fato é que dá para anteciparmos esse futuro.

Errando menos e acertando mais, as startups de DNA intergeracional podem começar a fazer a diferença desde já.

Afinal, neste Terceiro Milênio a vida será longa para todos. Homens e mulheres centenários engrossarão cada vez mais as estatísticas demográficas. Muitos não se deram conta, mas já colocamos o pé na era da “Idade Eterna”, como analisa John Elkington.

Então, por que além de viver e conviver por longas décadas, não podemos também empreender todos juntos e misturados, aqui e agora?

Unimed-BH: “comunicação entre colaborador e fornecedor contribui para eficiência”

Rafael_Moaraes_Unimed-BH
Divulgação

Durante cerimônia do Referências da Saúde 2014, no final do ano passado, executivos do setor gravaram pequenos depoimentos sobre governança, engajamento, TI e gestão. Veja o que o gerente de tecnologia da informação da Unimed-BH, Rafael Garcia Moraes, pensa sobre a relação entre colaborador e fornecedor para o negócio da empresa.

Conheça a nova diretoria da Abimo e Sinaemo

Abimo
Shutterstock

Nada muda nas entidades que representam a indústria da saúde. Franco Pallamolla, da Abimo, e Ruy Baumer, do Sinaemo, foram reeleitos por unanimidade para mais quatro anos de mandato. Isonomia tributária e o fomento da inovação e exportação são foco de ambas instituições.

Diretoria ABIMO para o período de 2015 a 2019

(Associação Brasileira das Indústrias Médico, Odontológicos, Hospitalares e de Equipamentos de Laboratório)

PosiçãoNomeEmpresa
PresidenteFranco PallamollaLifemed
Vice-PresidenteWalban Damasceno de SouzaBecton Dickinson
Diretor TesoureiroDr. Luís Calistro BalestrassiNeurotec

Conselho Titular

PosiçãoNomeEmpresa
ConselheirosFranco Maria Giuseppe PallamollaLifemed
Walban Damasceno SilvaBecton Dickinson
Dr. Luís Calistro BalestrassiNeurotec
Djalma RodriguesFanem
Eliane LustosaLabtest
Kurt KaninskiSt Jude
Andre Ali MereOlidef
Caetano BiagiDabi Atlante
Giancarlo SchneiderKavo do Brasil

Conselho - Suplentes

PosiçãoNomeEmpresa
1º SuplentePatricia BraileBraile Biomédica
2º SuplenteFabrizio SignorinPhllips
3º SuplenteLeonardo ByrroCremer
4º SuplentePatricia Bella CostaColgate
5º SuplenteOscar PortoMedtronic
6º SuplenteJose Roberto PengoBiomecânica
7º SuplenteRodolfo CandiaConexão
8º SuplenteAdailton BeckerJJGC
9º SuplenteJosé RicardoB. Braun

Conselho Fiscal

PosiçãoNomeEmpresa
ConselheirosRegiane MartonHeraeus
Augusto OlsenOlsen
Gabriel de Figueiredo RobertSilimed

Conselho Fiscal Suplente

PosiçãoNomeEmpresa
Conselheiro SuplenteErmano MarchettiAuto Suture
Conselheiro SuplenteWiliam de PaulaHospimetal
Conselheiro SuplenteRoberto QueirozAngelus

Diretoria SINAEMO para o período de 2015 a 2019

(Sindicato da Indústria de Artigos e Equipamentos Odontológicos Médicos e Hospitalares do Estado de São Paulo)

PosiçãoNomeEmpresa
PresidenteRuy Salvari BaumerBaumer S.A.
SecretárioPaulo Henrique FraccaroImplus
TesoureiraTatiane GalindoOrtosíntese

Diretores Conselheiros - Suplentes

PosiçãoNomeEmpresa
1º SuplentePaulo Akio TakaokaNewmed
2º SuplenteAnselmo QuinelatoSchobell
3º SuplenteGilberto Henrique Canesin NomeliniGnatus

Conselho Fiscal

PosiçãoNomeEmpresa
ConselheiroJamir Dagir JuniorDorja
ConselheiroFabio Colhado EmbacherEmfils
ConselheiroWilliam PesinatoFAMI

Conselho Fiscal - Suplentes

PosiçãoNomeEmpresa
1º SuplenteJose Tadeu LemeEngimplan
2º SuplenteOrlando de CarvalhoCarci
3º SuplenteToshyia AbeNipro Medical

5 medicamentos para transtorno bipolar são incorporados ao SUS

5 medicamentos para transtorno bipolar são incorporados ao SUS
Flickr | rachellbe

Com investimento de R$ 90 milhões, o Ministério da Saúde incorporou ao SUS os medicamentos clozapina, lamotrigina, olanzapina, quetiapina e risperidona para o tratamento do transtorno bipolar.

Esses remédios já são usados para outros fins na rede pública, mas devem estar disponíveis também para esse tipo de transtorno, que acomete cerca de 2 milhões de brasileiros em sua forma mais grave. De acordo com comunicado do Ministério, a expectativa é que em 2015 cerca de 270 mil pessoas sejam beneficiadas com o tratamento.

Esta semana o Ministério deve publicar diretrizes terapêuticas para o diagnóstico, tratamento e acompanhamento da bipolaridade.

Segundo o secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa, o novo protocolo vai unificar a atenção dada à doença em todo o País e, com isso, facilitar a sua identificação por médicos da atenção básica, que deverão encaminhar o paciente para o tratamento adequado, oferecido nos centros de Atenção Psicossocial.

A doença se manifesta em fases que alternam a hiperexcitabilidade e a agitação com profunda tristeza e depressão. A duração de cada fase varia de pessoa para pessoa, podendo durar horas, dias, meses e até anos. Um complicador para a pessoa portadora do transtorno surge quando as duas fases se misturam, o chamado estado misto.

Não há evidencias de cura para o transtorno bipolar, mas, se o paciente seguir o tratamento de forma adequada, pode passar anos sem apresentar crise.

*Com informações da Agência Brasil | Ana Cristina Campos

Inclusão tecnológica diminui fronteiras e impõe mudanças

digital-KPMG
Shutterstock

Dentre as nove megatendências globais traçadas pela KPMG, em parceria com o Centro Mowat na Escola de Políticas Públicas e Governança da Universidade de Toronto (CA), está a Inclusão tecnológica.

O estudo traz uma visão abrangente dos fenômenos que impactam e impactarão as sociedades como um todo nos próximos 15 anos, e a TI tem sido importante instrumento para o aumento de pesquisas e desenvolvimento de muitos outros campos, como a ciência aplicada, a engenharia, o transporte e a saúde.

Inclusão tecnológica-KPMG

*Fonte: KPMG - O Estado Futuro 2030: As megatendências globais que moldam os governos

Consequências

• Transformação de comunicação

• Big data

• Diminuição da fronteira entre o que é considerado público e o que é privado

• Aumento dos esforços de segurança e policiamento no combate

aos crimes cibernéticos

• Novos modelos de serviço social

• Novo futuro para a industrialização

• Transformações em transporte

*O Saúde Business revela um gráfico de cada tendência por dia, é só acompanhar!

Leia mais: “Partner to Win” é o tema do Saúde Business Forum 2015

Apple lança plataforma de mHealth para pesquisa médica

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Em um evento realizado ontem, a Apple anunciou uma plataforma open source para pesquisa médica chamada ResearchKit, integrando com o já lançado HealthKit. A Apple já começou a  trabalhar com diversos sistemas na área da saúde para criar aplicativos de pesquisa para doenças específicas e o ResearchKit vai lançar no mês de abril.

“Estamos certos de que o ResearchKit vai ter um impacto profundo em todos nós”, disse Tim Cook, CEO da empresa.

Os primeiros aplicativos da plataforma são focados em doenças como Parkinson, diabetes, doenças cardiovasculares, asma e câncer de mama. O primeiro, de Parkinson, foi criado pela University of Rochester e pela Sage Bionetworks. O aplicativo (foto) reconhece padrões vocais e variações que podem ser indicativos de um estágio inicial da doença.

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“Com centenas de milhões de iPhones em uso no mundo, nós vimos uma oportunidade para a Apple ter um impacto ainda maior, empoderando pessoas a participarem e contribuírem na pesquisa médica.”, disse o VP de Operações, Jeff Williams.

Com a permissão dos pacientes, os pesquisadores podem colher pressão sanguínea, peso, níveis de glicose e muitas outras coisas.

O produto vem ajudar uma das fases mais difíceis em uma pesquisa científica: o recrutamento de pacientes adequados para uma pesquisa. Para isso, a Apple fez parceria com 12 instituições de pesquisa, incluindo a Universidade de Oxford e Stanford.

Com o ResearchKit, pesquisadores podem construir um aplicativo para uma doença específica e torná-lo acessível a diversas pessoas que estão fisicamente distantes do laboratório. Os usuários podem colocar os dados após uma confirmação da digital, armazenando dados importantes.

Esta, com certeza, é uma das maiores evoluções em termos de mHealth que já vimos. Fatores como colaboração e alcance em regiões distantes são fundamentais para a construção de uma ciência que entende melhor algumas doenças e pode ajudar, de fato, um maior número de pessoas.