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Livros gratuitos para download

Brindando o novo portal Saúde Business vou aproveitar para informar que estão disponíveis para download gratuito 2 livros didáticos que utilizamos em nossos cursos.

A 2ª Edição do Livro Modelo GCVC - Gestão do Ciclo de Vida dos Contratos, pode ser baixada no site www.contratos.net.br

A 1ª Edição do Livro Modelo GCPP - Gestão e Controle de Projetos e Processos, pode ser baixada no site www.gcpp.net.br

Não é necessário cadastramento, senha, etc ... basta entrar no site e fazer o download.

O Livro Modelo GCVC já foi referenciado em centenas de TCCs em cursos de administração de graduação e pós graduação, e tenho a expectativa que o Livro Modelo GCPP será ainda mais referenciado que ele em TCCs de cursos de Qualidade, TI, Processos, Projetos e Administração.

O formato para download é *.mp4, o que permite que sejam lidos, além de computadores, também em smarthphones e similares. Tenho relatos de vários estudantes que aproveitam o longo tempo no transporte coletivo de grandes cidades para estudar ... o que me deixa extremamente contente ... saber que ainda existem pessoas que aproveitam o tempo para estudar ao invés de só ficar brincando ... e no péssimo transporte coletivo, fazendo do limão uma limonada !

Estou trabalhando na conclusão de mais 2 livros, baseados nas atuais apostilas do curso de Gestão Comercial , Faturamento e Auditoria de Contas Hospitalares, e do curso Gestão em Informática e Processos Hospitalares - logo que estiverem publicados nos sites para download gratuito, vou aproveitar este mesmo espaço para divulgar.

Conhecedor da extrema dificuldade dos que atuam na saúde pública no Brasil, peço que divulguem para quem trabalha em serviços de saúde públicos, porque minha maior alegria será saber que estas pessoas que não têm recursos para adquirir os livros, e não têm livro algum nas bibliotecas dos hospitais que trabalham, possam acessar, baixar e aplicar na melhoria do seu ambiente de trabalho !!!

O caso EMS: a importância das boas práticas de fabricação

Erros no armazenamento levaram à punição da empresa, que não poderá participar de licitações

Na semana passada, A EMS, farmacêutica de maior faturamento do país, foi vetada de vender medicamentos para o poder público, segundo noticiou a Folha de S. Paulo .

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) indeferiu o pedido de renovação do certificado de boas práticas de fabricação de medicamentos pela farmacêutica. Em fevereiro, a agência já havia interditado parte da fábrica da empresa em Hortolândia (SP) porque a temperatura de seu almoxarifado estava em 46°C, enquanto o limite determinado é entre 15°C e 28°C. Também foi suspendida a fabricação de dois antibióticos.

Na prática, a EMS ainda tem permissão de vender medicamentos a farmácias, mas está proibida de participar de licitações e não pode vender para o SUS, por exemplo. As consequências financeiras são difíceis de se mensurar, mas é certo que farmacêutica terá de enfrentar amplos desafios jurídicos e burocráticos.

O caso traz à tona de forma concreta a importância de se adequar às boas práticas de fabricação, regidas pela Resolução da Diretoria Colegiada nº 59 (RDC 59). Ela foi criada em 2000 para que os fornecedores de produtos médicos instituíssem as boas práticas como forma de melhorar a qualidade em seus processos e controlar mais adequadamente os fatores de risco à saúde.

A RDC 59 trata de controle, compra, fabricação, embalagem, rotulagem, assistência técnica e instalação e abrange produtores nacionais e importadores, que devem também criar seus próprios sistemas de qualidade.

Como mostra o caso EMS, a conformidade a diretrizes como a RDC 59 tem efeito prático não só na segurança do paciente, como também na plena atuação da fabricante no mercado.

Iniciativa pelos negócios locais age friendly

Tecnologia a favor da terceira idade e idosos

Quando a Organização Mundial da Saúde lançou o Guia Age-friendly Cities, em 2007, Nova York foi uma das primeiras cidades a atender a convocação de se tornar uma cidade mais amistosa aos idosos. Desde lá, vários projetos com essa finalidade foram desenvolvidos na cidade, até chegar o dia de hoje, com 10 dessas iniciativas em curso (veja lista completa aqui). Uma delas é a iniciativa Age-friendly local business, que procura estimular negócios locais a se preparem a atender melhor os idosos (e todas as idades, porque as características age-friendly beneficiam a todas faixas etárias). Esse enfoque é dado porque os negócios locais, como pequenos comércios de bairro, são, segundo pesquisa feita pelos responsáveis por desenvolver o projeto, os que os idosos mais frequentam. Para conhecer mais sobre o que essa iniciativa vem fazendo pelos negócios locais e pelos idosos de Nova York, entrevistei Dana Martens, coordenadora do projeto, que é tocado pela New York Medicine Academy.

1) Como a ideia de desenvolver uma iniciativa voltada para tornar os negócios locais mais amistosos aos idosos surgiu?

A iniciativa pelos negócios locais Age-friendly começou como uma forma de educar empreendedores de pequenos negócios sobre o mercado consumidor idoso, o que querem e qual a melhor forma de atender suas necessidades. A iniciativa surgiu da iniciativa mais ampla Nova York amiga do idoso (Age-friendly NYC) - que foi lançada em 2007 pela Academia de Medicina, a Prefeitura e a Câmara de Vereadores de Nova York.

Uma parte importante do trabalho que fazemos é de garantir que a voz dos idosos seja ouvida. Para começar esse trabalho, nós conversamos com 1,500 idosos sobre os desafios e benefícios de envelhecer em Nova York.

Nós descobrimos que os idosos queriam se manter ativos e envolvidos em suas comunidades, inclusive fazendo compras nos comércios locais, mas que, por vezes, tinham dificuldades por conta dos desafios ligados ao envelhecimento. Os negócios locais podem contribuir para mudar isso. Os idosos são um mercado consumidor importante: atualmente há aproximadamente 1,5milhão de pessoas com 60+anos vivendo em Nova York, e metade do gasto com consumo na cidade vem de adultos com mais de 50 anos. Isso representa US$70 bilhões anualmente.

2) Quais são os principais objetivos da iniciativa pelos Negócios Locais Age-friendly?

O objetivo da iniciativa é dar assistência aos negócios para que identifiquem, promovam e melhorem suas características age-friendly de modo a garantir que todas as faixas etárias possam ter acesso a uma variedade de bens e serviços. Fazendo mudanças pequenas, de baixo ou nenhum custo, no marketing, design e atendimento ao cliente, um negócio pode melhorar a experiência de compra dos idosos, e de todos os consumidores.

3) Quais são os resultados obtidos até agora?

Desde que a iniciativa começou, nós educamos mais de 1000 negócios locais na cidade de Nova York sobre como identificar, promover e melhorar suas características age-friendly. No ano passado, nós construímos parcerias com organizações de suporte a negócios, como câmaras de comércio, Business Improvement Districts (BIDs), e associações comerciais, e também com associações de base comunitária.

Nós também estamos seguindo o exemplo de agências municipais de suporte a negócios como o NYC’s Department of Small Business Services (Departamento de pequenos negócios de Nova York), ao adotar um foco de vizinhança em nosso trabalho e criar ferramentas e recursos que ajudam as organizações de suporte a negócios a melhor servir suas comunidades.

Em 2015 o Programa Age-friendly NYC (que engloba todos os projetos e iniciativas age-friendly da cidade) recebeu financiamento da Câmara Municipal para expandir seu trabalho a 10 novos bairros. Os negócios locais são parte central das comunidades e serão importantes parceiros no sentido de tornar as suas vizinhanças mais amigáveis aos idosos.

4) Quais são os principais desafios para expandir a iniciativa pelos negócios locais age-friendly?

O principal desafio é convencer os donos de negócio que fazer as mudanças necessárias para ser mais amigável aos idosos vai melhorar o desempenho de seus negócios. Fazer tais mudanças, especialmente as mais significativas, é um investimento. Se por um lado os proprietários reconhecem que ser age-friendly é bom para os idosos e para a comunidade, poucos entendem quão bom isso seria para seus negócios, em termos financeiros e de reputação. Para lidar com essa dificuldade, nós juntamos dados de mercado, sobre consumidores idosos, e estamos pesquisando com idosos sobre seus hábitos e preferências de consumo. Nossa meta é mostrar como e porque investir nesses melhoramentos é bom para todos.

5) Você poderia compartilhar um case de adaptação age-friendly bem sucedida?

Um negócio com características amigáveis aos idosos com o qual temos uma longa história é o Brooklyn Swirl em Bedford-Stuyvesant (Bed-Stuy) Brooklyn. O Brooklyn Swirl é a primeira e única loja de frozen yogurt em Bed-Stuy. Quando nós começamos a trabalhar com o Brooklyn Swirl, o dono do negócio, Jean Alerte, já oferecia descontos em certos horários para os idosos, todos os dias da semana. Ele dizia que os idosos ajudaram a construir a comunidade e que permitiram com isso que pessoas como ele se tornassem empreendedores e alcançassem o sucesso, de forma que era sua retribuição. Após o início da nossa parceria, Jean instalou uma rampa de acessibilidade, abriu mais espaço entre os assentos e os corredores e também no deck externo. Nós ajudamos a promover o Brooklyn Swirl junto à comunidade local e a nossa rede de contatos. A maior parte dos pequenos negócios tem orçamento reduzido, então qualquer oportunidade de marketing gratuito os beneficia. Devido a nosso trabalho em conjunto, o Brooklyn Swirl ganhou visibilidade local, nacional e até internacional, e suas características age-friendly foram usadas várias vezes como exemplo. Nós também contribuímos para que o Brooklyn Swirl ganhasse um prêmio de US$1000 da Coalition for the Improvement of Bedford-Stuyvesant (Coalizão pela melhora de Bedford-Stuyvesant) com a finalidade de instalar um banco age-friendly dentro da loja.

Foto: The New York Academy of Medicine Foto: The New York Academy of Medicine

Foto: The New York Academy of Medicine Foto: The New York Academy of Medicine

Resumo

Numa cidade com características amigáveis, os idosos podem permanecer mais tempo engajados e ativos em suas comunidades. Quando os negócios fazem pequenas mudanças age-friendly, os idosos e todos os clientes se beneficiam, além dos próprios empresários. A Iniciativa pelos Negócios Locais Age-friendly vai continuar a dar suporte às vizinhanças de Nova York para que sirvam suas comunidades e tenham melhores retornos em seus negócios também.

ANS suspende venda de plano de quatro operadoras

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Flickr | Arnaud Bertrande

A resolução da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) publicada nesta segunda-feira (9) no Diário Oficial da União suspende a venda de planos de saúde e outros produtos de quatro operadoras: Unimed de Paulo Afonso Cooperativa de Trabalho Médico; Uniodonto Teresópolis - Cooperativa Odontológica; Sociedade Operária Humanitária; e Irmandade Nossa Senhora das Graças.

De acordo com o texto, a decisão teve como base “o indeferimento da autorização de funcionamento e as anormalidades econômico-financeiras, assistenciais e administrativas graves das operadoras”.

A ANS determinou que as quatro operadoras promovam a alienação de suas carteiras (venda, de uma operadora para outra, do direito de prestar serviços a um grupo de consumidores), no prazo máximo de 30 dias contados da data do recebimento da intimação.

*Com informações Agência Brasil | Paula Laboissière

Brasil tem mais diabéticos do que se pensava, revela estudo

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Shutterstock

O Brasil possui cerca de 16 milhões de diabéticos, número 34% superior ao divulgado pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), segundo estudo realizado pela Dapx – consultoria em inteligência de mercado voltada para Saúde.

Sob uma nova metodologia, as informações de pacientes saíram dos bancos de dados exclusivos da companhia, envolvendo informações dos sistemas de saúde privado, público e consumo em farmácias no período de 2008 a 2013.

A metodologia levou em conta os índices de riscos (médio, alto e muito alto), segundo o IBGE, sobre pacientes que possuem o diagnóstico de Diabetes Mellitus e também são portadores de Hipertensão Arterial, uma das principais doenças associadas ao diabetes.

De acordo com a ANS existem 12 milhões de diabéticos no Brasil (Dados de 2013 do IBGE*), enquanto a Dapx registrou 16 milhões de portadores da doença.

Leia mais: 

O Desafio do Paciente Crônico, Diabetes

No mundo

O trabalho foi publicado durante evento nacional da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), no Rio de Janeiro, e evento internacional, promovido pelo Instituto de Ciências Biomédicas Alberto Salazar, da Universidade do Porto, de Portugal, ambos no final de 2014.

A empresa afirma ter se dedicado ao diabetes por ser uma doença que demanda muita atenção do Governo e da indústria farmacêutica. Para a consultoria americana Kantar Health, em 2035, 1 em cada 10 mil habitantes será diabético no mundo.

Os estereótipos estão tirando as mulheres da ciência?

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A presença feminina em áreas como Ciências, Tecnologia, Engenharia e Matemática é ainda muito pequena comparada com o potencial da força de trabalho. Vemos isso com frequência em eventos de tecnologia e grupos científicos aqui no Brasil. Para entendermos um pouco do panorama, trouxe um estudo americano, da New Jersey's Science & Technology University. Nos Estados Unidos, 50% da população e 49% da força de trabalho é feminina. No entanto, apenas 24% dos indivíduos trabalhando em áreas científicas são mulheres. Mesmo com o aumento da população feminina em Universidades, essas áreas permanecem com baixa adesão e a concentração está em Ciências Sociais e Ciências Médicas e Biológicas, deixando pouca participação para áreas tecnológicas, de engenharia e matemática.

Algumas diferenças são vistas, inclusive, na remuneração recebida por homens e mulheres. O salário médio masculino por hora é de US$36,34, enquanto o feminino é de US$31,11.

Mas então, quais os problemas que as mulheres enfrentam neste campo? O número de premiações científicas dadas a mulheres é cerca de metade do que deveria ser dado o número de mulheres com doutorado no país. Além disso, em processos seletivos, indivíduos com um mesmo currículo e gêneros diferentes podem ser selecionados por este último fator. Em um estudo citado no infográfico, tanto avaliadores homens quanto mulheres preferiram o candidato do sexo masculino em relação à candidata do sexo feminino.

Também segundo o infográfico, em testes realizados com crianças na educação básica, as meninas tinham resultados piores em habilidades visuo-espaciais quando eram levadas a acreditar que garotos eram melhores ou quando elas não recebiam informação alguma, deixando os estereótipos culturais operarem. Já para meninas que receberam a informação de que não há influência do gênero no resultado das tarefas, as notas foram mais altas.

Para fechar este gap, alguns comportamentos devem ser mudados ainda na fase escolar das meninas É necessário haver uma diversidade maior de programas e ter atividades que sejam equivalentes ao papel dado aos vídeo-games na vida dos meninos; uma exposição maior a projetos científicos desde cedo e; interação com mulheres bem-sucedidas das áreas científicas.

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Empoderamento do indivíduo é tendência global, diz KPMG

Empoderamento do indivíduo é tendência global, diz KPMG
Shutterstock

Dentre as nove megatendências globais traçadas pela KPMG, em parceria com o Centro Mowat na Escola de Políticas Públicas e Governança da Universidade de Toronto (CA), está a Ascensão do Indivíduo.

O estudo traz uma visão abrangente dos fenômenos que impactam e impactarão as sociedades como um todo nos próximos 15 anos.

Os avanços tecnológicos, a interconectividade, a educação, tudo isso têm ajudado a capacitar indivíduos como nunca visto antes e, segundo a consultoria, isso não vai parar. Em 2022, por exemplo, mais pessoas pertencerão à classe média do que à baixa.

“O crescente empoderamento individual apresentará inúmeros desafios para as estruturas e os processos do governo, mas, se aproveitado, poderia desencadear desenvolvimento econômico e avanço social significativos. Ainda assim, as preocupações em torno de empregos estáveis, qualidade e custos de educação e de acesso, além de sistemas de saúde eficientes, permanecerão”.

Ascensão do indivíduo:

ascensão do indivíduo-KPMG

*Fonte: KPMG - O Estado Futuro 2030: As megatendências globais que moldam os governos

Consequências

• Aumento de renda e de expectativas

• Crescimento da desigualdade em países com potencial para maior agitação social

• Maior acesso à educação

• Populações cada vez mais conectadas

• Disseminação mais rápida de informações por meio de mídias sociais e mobilização instantânea

para o desenvolvimento de ações em grupo

*O Saúde Business revela um gráfico de cada tendência por dia, é só acompanhar!

Leia mais:

“Partner to Win” é o tema do Saúde Business Forum 2015

O que é BI?

BI, Business Intelligence, Gestão Estratégica, Hospitais
Flickr - Amy Leonard

Qualidade e rapidez são duas coisas essenciais para se sobressair no mundo cada vez mais concorrido da saúde. Ter relatórios e indicadores com dados de exames, hábitos alimentares, internações, altas, entre outras informações, sobre os pacientes pode proporcionar ao médico ganho de agilidade na prestação do serviço e na satisfação dos seus clientes. Se, no tratamento de saúde informações consolidadas e tratadas podem economizar tempo e beneficiar os envolvidos, imagine a eficácia que permite se usadas em prol da estratégia do negócio? Essa possibilidade já existe e chama-se BI (Business Intelligence).

Além de permitir aos profissionais de saúde obter rapidamente informações amplas e detalhadas, independente do sistema de origem, as ferramentas de BI estão sendo vistas como verdadeiras aliadas para o segmento de saúde. Os avanços tecnológicos incorporaram às tarefas de análise de informações inteligência de negócios para a tomada de decisões de gestores em níveis táticos e estratégicos.

Os bancos de dados do BI são construídos com séries históricas, oriundas dos sistemas transacionais estruturados ou não que, organizados em camadas, permitem o cruzamento de qualquer tipo de informação. Softwares são utilizados para a construção de relatórios e painéis gráficos de alta performance e variadas representações estatísticas e matemáticas. O BI permite à equipe médica identificar e responder situações de risco com mais rapidez e precisão, mas é a gestão das organizações que ganham com a ferramenta. Com isso, é possível analisar e cruzar dados clínicos e administrativos para extrair inteligência ou conhecimento sobre o negócio, reduzindo custos e melhorando processos.

Como oferece os dados em tempo real, o processamento das informações pode ser organizado conforme a necessidade do gestor. O BI permite, por exemplo, o monitoramento instantâneo da evolução dos indicadores, previamente definidos pela gestão como os mais importantes. Por exemplo, os serviços de alimentação de um hospital podem incluir uma cafeteria terceirizada ou ter a comida para pacientes com necessidades dietéticas especiais feitas por terceiros. Com o uso da inteligência de negócios nesses processos, os custos dos alimentos podem ser reduzidos significativamente.

Abbvie fecha negociação de US$21 bilhões para compra da Pharmacyclics

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A farmacêutica Abbvie afirmou essa semana que pagará US$21 bilhões (US$261,25 por ação) pela companhia de biotecnologia Pharmacyclics, fabricante de uma das drogas mais promissoras para tratamento de câncer, o Imbruvica, que pode vir a ser campeão de vendas para diversos tipos da patologia.

Ao que se sabe, a Abbvie superou as propostas da Johnson & Johnson e da Novartis. As duas haviam mostrado interesse nos direitos sobre o medicamento, que já foi aprovado em mais de 40 países para tratamento de câncer.

O Imbruvica custa cerca de US$100 mil por ano e está projetado para atingir $3 bilhões em vendas por ano nos próximos três anos.

“O medicamento recebeu uma aprovação inicial em 2013 pelo FDA e é a única terapia que recebeu três designações terapêuticas inovadoras”, disse a Abbvie em um release divulgado. Para a Abbvie, a empresa comprada é essencial para a estratégia da companhia. Seu blockbuster, o Humira, terá de concorrer com biológicos genéricos mais baratos, quando o registro da patente se expirar.

O Humira é um dos medicamentos mais vendidos do mundo e representa pouco mais de 60% nas vendas da Abbvie. “A aquisição da Pharmacyclics é uma oportunidade estratégica. É um produto de bandeira e não é só complementar ao pipeline da Abbvie, mas demonstrou fortes eficácia clínica entre diversos tipos de doenças.”, diz o CEO, Richard Gonzalez.

Conheça os novos diretores da Associação Congregação de Santa Catarina

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A filantrópica Associação Congregação de Santa Catarina (ACSC) acaba de anunciar Elizabeth Cerqueira Leonetti para a Diretoria Corporativa de Gestão de Pessoas e Comunicação, área recém-criada, e Vinicius de Oliveira para ser Diretor Corporativo de Operações, contemplando as áreas comercial, de infraestrutura, logística e tecnologia da informação.

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Elizabeth Leonetti: responsável pelas políticas de Gestão de Pessoas da instituição, que hoje conta com 15 mil colaboradores, em sete Estados brasileiros. Construiu sua carreira na área de Recursos Humanos em empresas multinacionais nos segmentos Industrial, Prestação de Serviços e Varejo e acumula 25 anos de experiência. TNT, NET e FNAC são algumas das empresas por onde a executiva passou ao longo de sua carreira.

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Vinicius de Oliveira: o executivo deixou a direção geral do Hospital Santa Tereza, de Petrópolis, uma das unidades da ACSC, onde atuou por dez anos.

Oliveira iniciou a carreira ainda muito jovem, em 2002, como estagiário na própria Associação Congregação de Santa Catarina. Aos 23 anos foi convidado a assumir a gerência do Hospital Santa Tereza, o primeiro hospital administrado pelas irmãs da Congregação de Santa Catarina no Brasil. Em 2009, assumiu a diretoria executiva e, desde então, realizou um intenso trabalho cercado por investimentos em diversas áreas para tornar a instituição referência em saúde no Estado.

Vinicius Tadeu de Oliveira - Fotos

Com 117 anos, a entidade faz a gestão de 34 instituições nas áreas de Saúde, Educação e Assistência Social em sete Estados brasileiros: São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Ceará, Mato Grosso e Goiás. Ao todo, reúne hoje cerca de 15 mil colaboradores e realiza, em média, 15 milhões de atendimentos por ano.