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Reospitalização gera custo bilionário; veja principais condições

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A pesquisa Healthcare Cost and Utilization Project (Projeto de custos e utilização da Saúde), conduzida pela Agency for Healthcare Research and Quality (Agência para Pesquisa e Qualidade em Saúde), dos Estados Unidos, constatou que as três principais condições de saúde que levam à reospitalização em um período de menos de 30 dias, considerando-se os pacientes dos planos de saúde, são: manutenção da quimioterapia, desordens de comportamento e complicações pós-cirúrgicas ou após alguma outra intervenção médica.

O estudo destacou que 3,3 milhões de adultos são reospitalizados por ano nos Estados Unidos, com custos associados de US$ 41,3 bilhões. Entre os pacientes assistidos pelos programas públicos de saúde, os do Medicare foram reinternados por insuficiência cardíaca congestiva, septicemia e pneumonia. No Medicaid, as principais causas foram desordens de comportamento, esquizofrenia e diabetes.

O papel das comorbidades na reospitalização

As condições estão em linha com um grande volume de estudos brasileiros publicados na biblioteca eletrônica Scielo e com as sete comorbidades mais comuns: insuficiência cardíaca crônica, isquemia, fibrilação arterial, diabetes, câncer, doença pulmonar obstrutiva crônica e doença renal crônica.

Um artigo publicado pelo periódico Science Daily elenca que, entre as razões mais comuns para readmissões evitáveis, infecções e insuficiência cardíaca responderam por 21% a 34% dos casos relacionados às comorbidades. As reinternações evitáveis estavam direta ou indiretamente ligadas a complicações das sete comorbidades -, por exemplo, pacientes com câncer eram mais frequentemente readmitidos por complicações relacionadas à doença, como infecções, desordens metabólicas ou gastrointestinais ou insuficiência renal. Pacientes com essas condições estão também sujeitos a um risco maior de reospitalização do que os que não as possuem.

“Cuidados pós-alta devem focar sua atenção não somente no diagnóstico primário que levou à admissão, mas também nas comorbidades daqueles pacientes”, diz o artigo Causes and patterns of readmissions in patients with common comorbidities: retrospective cohort study (Causas e padrões de readmissão em pacientes com comorbidades comuns: retrospectiva e estudo de coorte), publicado pelo British Medical Journal.

“Readmissões potencialmente preveníveis podem resultar de assistência insuficiente durante a hospitalização ou após a alta e podem ser evitadas com mais qualidade no cuidado durante a permanência no hospital, gerenciamento de doenças crônicas, melhorias na coordenação dos cuidados na transição hospital-casa e monitoramento pós-alta”, conclui o National Committee for Quality Assurance (Comitê Nacional para Garantia da Qualidade), dos EUA.

Caxias D’Or inaugura Maternidade na Baixada Fluminense

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A partir de abril, o Hospital Caxias D’Or, referência na prestação de serviços hospitalares de excelência na região, abre as portas de sua maternidade para as futuras mamães da região. O projeto foi idealizado para oferecer acompanhamento de todas as fases da gestação, das mais simples às mais complexas.

A linha de cuidados começará no Ambulatório onde a gestante poderá fazer todo o pré-natal, com consultas periódicas, exames complementares especializados, assistência multiprofissional e participação no Programa de Acompanhamento Gestacional do Caxias D’Or, que irá ajudar a família a se preparar para o parto e a chegada do novo integrante.

Já para a hora tão aguardada, o Centro Obstétrico será integrado ao Centro Cirúrgico, garantindo agilidade e suporte integral para qualquer eventualidade que ocorra com mamãe ou bebê durante o parto. Em caso de necessidade, a UTI Neonatal conta com um time especializado e recursos tecnológicos avançados, pronta para tratar dos recém-nascidos que necessitarem de cuidados especiais.

Caxias D'Or_145Para garantir o conforto da nova família, a Unidade de Internação conta com acomodações modernas e totalmente preparadas para receberem até 165 mães e filhos por mês, além da tranquilidade de estar totalmente integrada ao complexo do Caxias D’Or, referência como hospital geral na região.

O corpo clínico da Maternidade será composto por profissionais com larga experiência em suas especialidades e de grande reconhecimento no meio médico.

Para conhecer melhor a Maternidade do Caxias D’Or acesse www.caxiasdor.com.br.

Remunerar de forma prospectiva ou retrospectiva. Que caminho seguir?

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O modelo prospectivo de pagamento é assim chamado em função de que a despesa com saúde é conhecida antes que o procedimento médico ocorra. Exemplos de modelos prospectivos são pagamentos por salário e por capitação. Já no modelo retrospectivo, as despesas de saúde somente são conhecidas após a ocorrência do ato. O modelo fee-for-service, ou seja, pagamento por procedimento é um modelo retrospectivo.

Sob a perspectiva de quem paga a conta, o ideal buscado é o modelo prospectivo. Já sob a perspectiva de quem recebe, pode não ser uma boa ideia, dependendo da maturidade da gestão e do contrato estabelecido.

No entanto, as evidências nos mostram que modelos prospectivos podem levar ao sub-tratamento e a seleção de risco. Por outro lado, o modelo retrospectivo tende às práticas inconsequentes de custos (ROBINSON, 1993).

É exatamente por isso que muitos autores defendem que, independente do modelo, um componente de qualidade deva ser adicionado à remuneração. É o chamado Pagamento Por Performance (P4P).

Por outro lado, quando se discute a implantação dos “pacotes”, assim como se iniciou a discussão a respeito dos Procedimentos Gerenciados Cirúrgicos (PGC) na ANS, se pensa sempre em buscar o modelo prospectivo. Vale ressaltar que os “pacotes” existentes no Brasil são muito diferentes dos modelos chamados de “Bundles” que os americanos estão implantando de forma crescente.

O “pacote” geralmente é construído pela mediana do valor  pago pelas operadoras de planos de saúde aos hospitais. Já os “bundles”, são conhecidos como pagamentos baseados em episódios, ou seja, eles oferecem reembolso para todos os serviços necessários a um específico paciente por um tratamento ou condição particular (“Payment Matter: The ROI for payment reform” By Robert Wood Johnson Foundation, Feb 13).

A recente experiência do IHA – Integrated Healthcare Association, na Califórnia, trouxe uma questão interessante. Como o pagamento retrospectivo é a forma mais comum atualmente nos Estados Unidos, ele propõe que os “Bundles” sejam iniciados desta forma, pois facilita muito encargos administrativos e os processos regulatórios existentes. A meu ver, esta observação é perfeitamente válida para a nossa realidade.

Foi discutido por este Instituto que iniciando por esta lógica, favoreceria o desenvolvimento de uma linha de base financeira confiável na qual um valor de pagamento prospectivo poderia ser mais bem negociado no futuro.

As preocupações observadas para iniciar com um modelo prospectivo são as seguintes: o risco assumido pelos prestadores, como seriam aplicadas as taxas de co-participação existentes, se os consumidores deveriam ficar cientes deste novo arranjo, e principalmente, que não conseguiriam medir, num primeiro momento, as dificuldades dos pagadores e dos prestadores na implantação prática disso.

Desta forma, é recomendado que se inicie a construção e aplicação prática dos “Bundles” dentro de um modelo retrospectivo de pagamento, sendo este um passo transitório para o modelo prospectivo.

Enfim, independente do modelo de remuneração escolhido, é fundamental que se tenha um componente ou fator de qualidade associado. O grande objetivo disso é minimizar os efeitos nocivos dos modelos simples de remuneração (i.e. sub-tratamento e seleção de risco por um lado e utilização excessiva por outro). Os indicadores deste fator de qualidade devem ser centrados no paciente, claros e objetivos, relevantes para quem está sendo avaliado, sólidos cientificamente e viáveis de serem gerados.

Aceleradora de Saúde Berrini Ventures busca startups para transformar a saúde!

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<p>Waterfalls at Plitvicka Jezera National Park.</p>

Todos sabemos que saúde é um setor extremamente complicado. Muito caro, extremamente regulado e cheio de ineficiência. Some-se a isso uma população que está envelhecendo, a perda de poder aquisitivo da população brasileira e a incapacidade dos players tradicionais de enfrentar estes desafios.

É por isso que iniciamos em 2015, a Berrini Ventures, a primeira aceleradora de saúde focada exclusivamente em saúde, focada não somente em apoiar, mas ajudar empreendedores de impacto a transformar a saúde no Brasil.

Neste momento, a Berrini Ventures está abrindo a sua segunda turma de aceleração, com início em Junho de 2016. Temos certeza que sozinhos não encontraremos as melhores startups, mas com o apoio de vocês, certamente nós não só encontraremos as melhores startups de saúde, como modificaremos a cara do empreendedorismo em saúde do Brasil.

Buscamos idéias que já tenham um produto mínimo viável (MVP) validado ou em validação, que sejam escaláveis e que tenham o potencial de atingir um número extremamente significativo de pessoas. Um time experiente e que conhece a fundo o problema será considerado um diferencial. Inscrições: CLIQUE AQUI

Iremos acelerar até 10 empresas por um período de 6 meses e o principal é acelerarmos projetos excepcionais, que estão precisando de um super empurrão para ir muito mais longe. A Berrini Ventures fica com um pequeno percentual da empresa e oferece uma excepcional infra-estrutura para as startups trabalharem e se relacionarem.

O nosso processo de aceleração é baseado em excelentes mentores, que irão te ajudar a vencer os principais desafios e terá cinco etapas principais: modelo de negócio, modelo de gestão, marketing (growth hacking, marketing digital e inbound marketing), vendas e preparação para o Demo Day.

Você também será convidado a participar de inúmeros eventos com líderes do setor, empreendedores e investidores, que te ajudarão não somente a conhecer, mas a brilhar perante a um público extremamente qualificado.

O nosso processo de seleção será baseado em três etapas: análise das inscrições enviadas, entrevista telefônica com empreendores selecionados e entrevista presencial com startups selecionadas.

Se você quiser nos ajudar como mentor, voluntário ou patrocinador, não deixe de nos contatar no hello@

Fazemos vários eventos periódicos, com o objetivo de realizar discussões fundamentais para o setor saúde. As nossas duas próximas discussões serão sobre como acelerar o crescimento de startups de saúde.

Assista o nosso Hangout do dia 30/03 às 18:30, CLICANDO AQUI ou participe do evento “Acelera Startup Saúde 2016” dia 05/04 às 18:00 CLICANDO AQUI.

Hospitalistas e erros diagnósticos: como evitar?

Gorila

Recentemente, eu cometi um erro diagnóstico. Felizmente não atingiu o paciente, pois, quase concomitantemente, foi avaliado por colega que fez o correto diagnóstico e iniciou tratamento necessário. Houve sorte: do paciente, e minha.

Retrospectivamente, ficaram evidentes algumas questões:

- Falhei em cenário onde não costumo, relacionado a assunto que estudo bastante e, modéstia à parte, domino;

- Perdi completamente a consciência situacional do que estava ocorrendo, e por isto falhei. Detalharei melhor o conceito adiante.

Apesar dos avanços da Medicina, erros diagnósticos continuam comuns. Uma revisão sistemática publicada em 2003, de estudos de necropsia realizados ao longo de quatro décadas, descobriu que praticamente 1 em cada 10 pacientes sofreu um grande erro diagnóstico ante-mortem, uma taxa que caiu apenas ligeiramente (uma estimativa mais recente é de cerca de 5%), apesar de todas as avançadas técnicas laboratoriais e de imagem da atualidade. Por serem mais difíceis de medir e corrigir do que outros eventos adversos, têm sido relativamente negligenciados no movimento da segurança do paciente.

Ações diagnósticas e terapêuticas são influenciadas por fatores relacionados ao paciente (p. ex., idade, sexo e raça) e ao próprio médico (inexperiência, fadiga, tolerância ao risco, perda da consciência situacional).

Sabemos ainda que falhas cognitivas no raciocínio clínico podem ocorrer com os profissionais mais novos, ou com os considerados experientes – em circunstâncias muitas vezes distintas ao economizar ou abreviar o processo de pensar, mas todos reforçados por uma cultura profissional que premia a aparência de certeza. A incidência global de falhas cognitivas aumenta também sob condições de trabalho que pressionam o indivíduo.

A melhor forma em que fui apresentado ao conceito de consciência situacional foi através do Experimento do Gorila Invisível. Através dele escancara-se o fato de que não somos tão senhores de nós mesmos como imaginamos. E essa pode ser uma boa notícia, desde que se esteja disposto a reconhecer e trabalhar a fragilidade.

No caso em que errei, atendi um paciente que vem reinternando muito frequentemente por exacerbação de doença pulmonar (DPOC), situação influenciada tanto pela gravidade da doença de base, quando por problemas de aderência ao tratamento, baixa capacidade de auto-cuidado e amparo familiar/social prejudicado. Parecia uma hospitalização semelhante a outras várias, não fosse o fato de ter se queixado, de forma inédita, ainda na Emergência, de dor torácica. O vi na enfermaria já sem o sintoma, em condição semelhante às outras vezes. Não valorizei! Já estava todo melhor, e por pouco não dei alta hospitalar no mesmo dia.

Identifiquei que estava sem parte de suas medicações de uso crônico. O desafio da conciliação medicamentosa tem me incomodado na instituição, e lembro de ter ficado momentaneamente muito atrapalhado com isto. Percebo retrospectivamente com clareza que fui indevidamente influenciado por hospitalizações anteriores do mesmo paciente, e que adicionalmente perdi o foco ao colocar-me mais voltado para o problema da conciliação do que para o caso em si. O raciocínio clínico melhor feito por colega motivou solicitação de teste complementar, e foi feito o diagnóstico de embolia pulmonar. É o tipo de diagnóstico que não pode passar!

Embora poucos de nós sejamos capazes de mudar nosso estado emocional voluntariamente, a sensibilização dos médicos para essa relação (eu sei que estou com raiva. Melhor eu diminuir o ritmo e repensar isso ou pedir ajuda a um colega) pode ajudar a evitar alguns erros. Mas apenas a sensibilização não basta, já que está sedimentada em mim. Faltou eu parar, e lembrar! Lembrar de parar!

Robert Wachter, em seu clássico livro Compreendo a Segurança do Paciente, cita algumas dicas para prevenção de erros diagnósticos:

  • Promova o uso de “pausas de diagnóstico”;
  • Pense sobre “o pior cenário possível”;
  • Promova o uso de uma abordagem sistemática para problemas comuns;
  • Pergunte sempre por quê;
  • Valorize a teoria bayesiana como uma forma de direcionar a avaliação clínica e evitar o fechamento 
prematuro;
  • Reconheça como o paciente faz o médico se sentir;
  • Busque dados clínicos que não se encaixam com o diagnóstico provisório; 
pergunte: “O que não sabemos explicar?”;
  • Considere diagnósticos improváveis;
  • Admita seus próprios erros.

Sem dificuldade nenhuma, vejo que peguei em várias.

Segundo já escreveu um de meus gurus nacionais da segurança do paciente, Dr Lucas Zambon, traçar estratégias que minimizem o potencial de tais erros, sem, no entanto, tirar a autononia médica e o julgamento clinico, é um dos pilares para solucionar este tipo de erro. Acrescento: humildade e aceitação de vulnerabilidade são outros. Eu não vi o gorila que passou por mim no hospital!

Lista de Hospitais que atendem os critérios de qualidade da ANS

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Pela primeira vez a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) divulgou a lista de hospitais que atendem a lista de instituições que segue o critério de qualidade importante para o alinhamento do padrão de assistência prestada a população porque oferece uma maneira de o paciente acompanhar e avaliar o seu atendimento.

Os três indicadores aplicados para critério são:

  1. Acreditação

A acreditação é um procedimento de verificação externa dos recursos institucionais e dos processos adotados pelas instituições e mede a qualidade da assistência através de um conjunto de padrões previamente estipulados.

Lista de hospitais com acreditação máxima

2. Índice de Readmissão Hospitalar

Mede a capacidade progressiva do prestador em ajudar as pessoas a se recuperarem de forma tão eficaz quanto possível a partir do índice de reinternação em até 30 dias da última alta. É utilizado como parâmetro para a qualidade assistencial.

Lista de hospitais que atenderam exigências da ANS com relação à taxa de readmissão hospitalar.

3. Segurança do Paciente

Segundo a Resolução nº 36/2013 da Anvisa, todos os serviços de saúde abordados pela norma devem constituir núcleos de segurança do paciente. Por isso esse índice também apresenta a lista de hospitais com o núcleo cadastrado na Anvisa e a meta de cadastro dos hospitais que fazem parte da rede de assistência dos planos privados é de 100%.

Lista de hospitais com Núcleo de Segurança do Paciente cadastrados na Anvisa.

Fator de Qualidade

O Fator de Qualidade aplica o índice de reajuste nos contratos entre os estabelecimentos e as operadoras de plano de saúde. O critério faz parte de um novo modelo de remuneração implantado para hospitais e profissionais que atendem na área da saúde suplementar. É utilizado quando não há negociação entre operadoras e prestadores e quando não há um índice previsto no contrato ou acordo entre as partes.

O Fator de Qualidade foi estabelecido pela Lei nº 13.003/2014 e regulamentado pela Instrução Normativa nº 61/201. Porém os critérios ainda não foram definidos e para a categoria de prestadores, laboratórios e clínicas as normas só serão aplicadas em 2017.

O Fator possui 3 níveis do valor do índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA): 105%, 100% e 85%:

  • 105% do IPCA - Possuem certificação máxima de qualidade emitida por instituições acreditadoras de serviços de saúde.
  • 100% do IPCA - Índice intermediário é aplicado a hospitais não acreditados, mas que participam e cumprem critérios estabelecidos nos outros projetos de melhoria da qualidade em saúde desenvolvidos pela ANS.
  • 85% do IPCA: Este índice se aplica aos hospitais que não atendem a nenhum desses critérios.

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BI da MicroStrategy agrega inteligência à gestão da Unimed Rio

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A Unimed Rio, maior cooperativa em faturamento do Sistema Unimed no Brasil, apoia-se na inteligência analítica para otimizar os recursos de sua gestão e agilizar o processo de tomada de decisões.

A criação de uma área de Inteligência de Negócios, em conjunto com a adoção da plataforma de Business Intelligence da MicroStrategy, significou uma quebra de paradigmas para os gestores, líderes e analistas da empresa, evidenciando indicadores até então desconhecidos e passando a atender aos requisitos e especificidades de cada área. Além disso, agilizou e tornou mais assertiva a gestão dos negócios da companhia, contribuiu para minimizar o custo assistencial e maximizar a receita da empresa.

Com mais de um milhão de clientes, a Unimed Rio integra um dos maiores sistemas de saúde da América Latina, e é uma das líderes no mercado de planos de saúde no Estado do Rio de Janeiro.

De acordo com Emilio Farah, Coordenador da área de Inteligência de Negócio da Unimed Rio, antes da adoção do BI um dos maiores desafios era automatizar os processos de manipulação de dados, padronizar conceitos e regras de negócio entre as diversas áreas da empresa.

Visando atender a essa demanda e dar início à disseminação da cultura analítica no dia a dia da instituição, um Sistema de Informações Estratégicas (SIE) foi concebido, promovendo assim a integração entre as diversas fontes de dados e sistemas da companhia em um único Datawarehouse.

Esta unificação permitiu o desenvolvimento de painéis executivos, relatórios gerenciais, dashboards com informações relacionadas aos beneficiários e à rede de prestadores da Cooperativa. Além de um nível de detalhamento elevado, os relatórios automatizados ajudam a avaliar os principais indicadores de desempenho do negócio, desde o nível gerencial até o operacional, de uma maneira organizada e visualmente atrativa.

Entre diversos indicadores, é possível ter acesso rapidamente, tanto com base na produção como no custo assistencial da nossa rede prestadora, assim como identificação das discrepâncias de comportamento (outliers) dentro da rede de prestadores.

“Em apenas três cliques identificamos os pontos fora da curva, sabemos quais clientes contribuíram para que um determinado prestador fosse apontado como um outlier e chegamos aos detalhes relacionados ao perfil da utilização desse beneficiário. Isso sem dúvida nenhuma facilita e aprimora nosso processo de auditoria interna”, explica Farah.

Continuidade

Mais recentemente, a utilização do BI foi estendida para a Unimed Empreendimentos, organização dedicada ao desenvolvimento e administração da rede assistencial da Unimed Rio. Esse projeto visa aperfeiçoar a excelência operacional do Hospital administrado pela instituição, agregando aos processos de gestão e de tomada de decisão indicadores importantes, sobretudo em relação a custos e receita.

Os próximos passos da ampliação da inteligência analítica dentro da Unimed Rio inclui uma aplicação dedicada exclusivamente à mobilidade que atenderá aos gestores e que deve entrar em operação no segundo trimestre de 2016.

Além disso, estão previstos um projeto de exploração de dados utilizando georreferenciamento e a migração para a mais recente versão do Microstrategy BI, a 10.3. “Essa atualização, por sua vez, nos preparará para outras iniciativas, como um projeto piloto envolvendo o conceito de Big Data e um segundo para análises preditivas, ou Data Mining, que nos auxiliará de forma preventiva, principalmente na gestão do custo assistencial”, finaliza Farah.

Pixeon aumenta sua exposição na JPR e apresenta novidades

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A Pixeon, uma das maiores empresas de tecnologia para a saúde no país, participa da 46ª Jornada Paulista de Radiologia (JPR'2016), que acontece de 28 de abril a 1º de maio, em São Paulo. Seguindo seu objetivo de negócios de se tornar referência e líder de mercado até 2020, a empresa tem fortalecido sua presença em âmbito nacional e já atua em todas as regiões do País, atendendo instituições dos mais variados portes e com necessidades diversas.

Para a JPR'2016, a Pixeon apresenta novidades em seu portfólio de soluções para instituições de saúde, reforçando seu posicionamento como one stop shop software provider.

"A JPR é palco para as grandes novidades que serão apresentadas para o mercado, e, pensando na usabilidade das soluções para  nosso público, apostamos em desenvolvimento e aprimoramento dos produtos que vamos levar para a edição deste ano", afirma Roberto da Cruz, CEO da Pixeon.

"Temos a expectativa de, mesmo em ano de retração, continuar crescendo na casa dos dois dígitos anualmente e o congresso tem sido um marco importante para nosso relacionamento com clientes e prospects", acrescenta o executivo.

Produtos que serão apresentados na JPR 2016:

 PACS Aurora 4.0: Na medicina diagnóstica, a imagem é fundamental. São investidos milhões neste mercado para um resultado cada vez mais rápido e preciso e, atendendo as necessidades mais iminentes do setor, o PACS Aurora 4.0 desenvolvido pela Pixeon trazmais mobilidade, economia e produtividade para centros de medicina diagnóstica.

O PACS agora disponibiliza o visualizador web, que permite que o médico acesse facilmente os exames de seus dispositivos móveis. Assim, de outros locais da instituição ou mesmo de fora dela, o profissional poderá verificar o exame, tirar dúvidas ou mesmo pedir uma segunda opinião médica, o que auxilia também no tratamento emergencial nos hospitais.

Além da mobilidade, outra facilidade tecnológica que pode auxiliar no sistema PACS é manter os dados na nuvem. Uma alternativa segura para a instituição e o paciente, o ambiente cloud surge no PACS Aurora 4.0 como forma de diminuir a utilização de grandes centros de dados e, consequentemente, os gastos com TI.

Com grande ganho no processo de laudo, o PACS Aurora 4.0 passa a incluir o Flow Performance, módulo 100% na nuvem que gerencia e padroniza o fluxo de trabalho. Com esta integração, abertura e visualização de exames, controle de etapas e fila de trabalho serão otimizadas, melhorando a produtividade das instituições.

Flow Performance: neste ano, a Pixeon apresenta no sistema o novo assistente de voz, e otimiza os gráficos indicadores de performance e a Certificação Digital.

O assistente de voz é uma evolução do reconhecimento de voz tradicional, pois além de realizar a transcrição do laudo, já conhecida dos médicos atualmente, o assistente de voz permitirá ao médico executar alguns comandos diferenciados de ações de navegação dentro do sistema. Essa facilidade tornará a atividade do médico radiologista mais prática e permitirá que o processo de laudo fique mais dinâmico.

O sistema também automatiza processos de laudo por tornar sua confecção mais fluida e o fluxo de trabalho mais ágil. A ferramenta ajuda na gestão institucional e de fluxo de trabalho do médico radiologista por meio de indicadores de performance, repletos de gráficos analíticos e dashboards de controle, que indicam e priorizam médicos especialistas para laudar cada exame, o status e tempo de operação.

O Flow Performance traz a Certificação Digital, que possibilita ao médico assinar o laudo de modo eletrônico, por meio de um código único, que tem a mesma validade de uma assinatura em papel reconhecida em cartório.

As vantagens da Certificação Digital vão desde a economia de impressão de laudos em papel até a otimização da segurança, pois evita modificações em um documento já emitido e quebra de confidencialidade. Além disso, garante segurança no processo de troca de informação, o que inclusive pode auxiliar na redução da glosa.

 ClickVita: a plataforma de entrega de exames on-linetrará uma proposta de valor ainda maior para centros de medicina diagnóstica. A ferramenta ultrapassa barreiras de portal de entrega de exames e se torna um canal de relacionamento de médico, instituição e paciente.

Além do grande benefício de reduzir significantemente a necessidade de impressão de exames em papel ou filme, o produto apresenta painéis de gestão em que os clientes poderão saber rapidamente quais os médicos que mais estão demandando exames para a clínica e quais deles são os principais usuários do ClickVita. Assim, é possível à instituição estreitar sua relação com estes profissionais e entender o uso que fazem do sistema.

Como ferramenta facilitadora, uma nova funcionalidade é o envio de avisos, lembretes, confirmações e cancelamentos via SMS, o que empodera a clínica a se comunicar com o paciente por um canal prático e de fácil utilização. Isso possibilita melhoria e personalização do relacionamento com o paciente. Com o ClickVita, o paciente pode saber se seu exame está confirmado, se ele precisa de alguma preparação especial para a realização ou mesmo se houve alteração de horário na agenda.

Ainda como parte da construção de um software que facilita o trabalho das instituições de saúde, outra novidade que trará benefícios tanto para a clínica como para pacientes, é a possibilidade de, a partir de agora, o usuário poder anexar documentos necessários para fazer o exame.

O agendamento fica muito mais seguro quando ao fazer a solicitação, o paciente tenha a opção de fazer o upload de fotos do pedido ou das guias médicas no sistema, por exemplo, pois assim haverá a certeza de ambas as partes que não faltou nenhuma informação importante para que aquele exame seja realizado da forma correta.

Sobre a Pixeon (www.pixeon.com.br)

A Pixeon é uma das maiores desenvolvedoras brasileiras de soluções hospitalares, de medicina diagnóstica e laboratorial, responsável pelos sistemas HIS, PACS, RIS e LIS. A empresa possui unidades em Florianópolis (SC),  São Bernardo do Campo (SP) e Salvador (BA), com escritórios distribuídos pelo Brasil. No total, mais de 1500 clientes utilizam os sistemas da Pixeon. De forma integrada, a empresa oferece uma solução completa, nacional e adaptada à realidade de estabelecimentos de saúde de todos os portes.

Resistência a Antibióticos: uma grande ameaça que vai bater na nossa porta

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O mundo encontra-se diante de uma grave ameaça na área de Saúde nos próximos anos que pode ser muito maior que as epidemias de Ebola e Zika Vírus juntas as quais nos incomodaram bastante nos últimos anos.

Essas epidemias não chegam nem a uma “pequenina cócega” no volume de pessoas que podem morrer no mundo devido a essa nova ameaça que é de aproximadamente 10 milhões de pessoas em 2050 segundo a organização britânica Review on AntiMicrobial Resistance (AMR) [1] (a propósito, o Governo britânico está muito preocupado com esse inimigo e está investindo muito no seu combate.)

Essa ameaça é conhecida como “Resistência a Antibióticos” (em inglês “Antibiotic Resistance” [2]) ou como “Resistência Antimicrobiana” (ou “Antimicrobial Resistance” [3]).

Para enfrentar esse “grande inimigo”, o mundo tem que se unir conclamando diversos “stakeholders” que devem ser capitaneados pelos Governos dos países. Evidente que, os Governos com a maiores economias terão uma maior influência nesse cenário.

Os EUA e o Reino Unido já deram a largada como veremos aqui pois essa ameaça se não for bem endereçada provocará um grande rombo nos orçamentos públicos e privados de saúde. Além de vidas humanas que serão colocadas em risco, ela terá um gigantesco “viés” econômico.

Uma das armas que as Organizações de Saúde têm para enfrentar essa nova ameaça é fazer um melhor planejamento da “administração dos antibióticos” (ou em inglês “antibiotic stewardship” [4]) para os seus pacientes. Conheça também o que o Governo americano está fazendo nessa área através do CDC (“Center for Disease Control and Prevention”) [5]. Os cientistas já estão trabalhando para combater as “superbactérias” [5.a] depois do anúncio da descoberta da “superbactéria” pelos cientistas chineses [5.b].

Desde 1928 quando Alexander Flemming descobriu a penicilina, o primeiro composto químico com poderes de antibiótico [6], esse medicamento juntamente com a vacinação  tem revolucionado a medicina do século XX.

Nos 65 anos seguintes, os antibióticos têm curado milhões de pessoas de doenças infecciosas, mas utilização deles de forma indiscriminada e em quantidades gigantescas, com pobres mecanismos de controle, colocou-nos diante de uma nova – e gravíssima - ameaça: as bactérias resistentes aos medicamentos (ou superbactérias).

A consequência disso é que teremos pessoas com resistência aos antibióticos (ou “antibiotic resistance”) [7]. O que isso significa?  A resistência aos antibióticos ocorre quando as bactérias mudam para se proteger de um antibiótico. Elas ficam, então, insensíveis a esse antibiótico.

Quando isso acontece, os antibióticos, que anteriormente teriam eliminado as bactérias ou impedido delas se multiplicarem, não funcionarão mais. Isso vai provocar o uso de antibióticos cada vez mais caros para tratar os mesmos pacientes e, levando-se ao extremo, podem causar muitos óbitos. As principais causas do aumento da resistência ao uso indiscriminado de antibióticos podem ser vistas aqui [8].

Atualmente, cerca de 70% dos antibióticos clinicamente importantes nos EUA são dados não para as pessoas, mas para os animais (p. ex., frangos, suínos e bovinos) para estimular o crescimento deles. A proporção global usada na agricultura é difícil de calcular, mas a organização britânica AMR avalia em pelo menos a metade.

Atualmente as evidências científicas já nos mostram uma ligação entre o uso de antibióticos na agricultura e a resistência a infecções nas pessoas e, é evidente que nós estamos a absorvendo riscos inaceitáveis. O uso dos antibióticos para promover o crescimento de animais na agricultura deve ser banido o mais rápido possível [9].

A realidade do uso indiscriminado de antibióticos tem aumentado de forma representativa o custo do tratamento dos pacientes podendo onerar substancialmente as operadoras privadas de saúde e os governos.

E para vermos como esse assunto é sério veja algumas considerações sobre o tema no mundo, a saber:

  1. Quantos americanos serão infectados a cada ano com “superbactérias”, resultando em 23.000 mortes segundo o CDC? [10] Resposta: 2 milhões
  2. Quantas pessoas no mundo são estimadas morrer por “superbactérias” em 2050 segundo a AMR britânica? [11] Resposta: 10 milhões
  3. Quantas infecções complexas provocadas pela bactéria “Clostridium Difficile” existiram nos EUA em 2011, com 15.000 mortes atribuídas a ela segundo o CDC? [12] Resposta: 500.000

Nota: A bactéria “Clostridium Difficile” é uma das maiores ameaças que existem na categoria de resistência a antibióticos segundo o CDC americano [13].

  1. Quantos casos de tubercolose resistente a multidrogas ocorreram em 2013 segundo a Organização Mundial de Saúde? [14] Resposta: 480.000

Esse inimigo não é fácil enfrentar. Entendemos que as principais “armas” a serem utilizadas nessa guerra devem municiar Governos e Prestadores de Serviços de Saúde.

Destacando alguns exemplos de ações temos:

[a] para Governos:

1) maior controle do uso de antibiótico nos alimentos (ver [15] do CDC);

2) um melhor planejamento da “administração dos antibióticos” nos órgãos públicos de saúde (ver [15] do CDC);

3) criações de novos protocolos para a comercialização e controle de antibióticos;

4) conscientização da população e

[b] para Prestadores de Serviços de Saúde:

1) um melhor planejamento da “administração dos antibióticos” nos órgãos privados de saúde (ver [16] do CDC).

De acordo com o FDA dos EUA, as vendas e a distribuição de antibióticos para uso na pecuária anualmente aumentaram entre 2013 e 2014, apesar dos esforços dos reguladores para limitar o uso de tais medicamentos exclusivamente para o tratamento de doenças.

Durante anos, os especialistas em saúde têm alertado para o uso excessivo dos antibióticos existentes à medida que poucos novos antibióticos são desenvolvidos.

Existem em torno de 2 milhões de casos por ano de residentes dos EUA adquirindo infecções que são resistentes aos antibióticos, de acordo com o CDC americano. Isso resulta em 23.000 mortes anuais como vimos acima [17].

No início de 2015, a Casa Branca divulgou um plano de cinco anos para combater a ameaça de bactérias resistentes a antimicrobianos com foco na prevenção e contenção de surtos de infecção resistentes aos medicamentos [18].

Esperamos que a mensagem contida nessa matéria sirva de alguma forma para “alertar” aos gestores de saúde pública e privada no Brasil. Existe um grande trabalho a ser feito. Urge que “arregacemos logo as mangas”.

Referências:

[1] Review on AntiMicrobial Resistance

[2] Antibiotic Resistance, Wkipedia

[3] Antimicrobial Resistance, Wikipedia

[4] Referências do Google sobre “antibiotic stewardship”

[5] Antibiotic / Antimicrobial Resistance, CDC

[5.a] To Fight Superbugs, Scientists are Turning Toward Antibodies, Newsweek, 07.feb.2016

[5.b] Emergence of plasmid-mediated colistin resistance mechanism MCR-1 in animals and human beings in China: a microbiological and molecular biological study, The Lancet, February 2016

[6] Alexander Flemming, Wikipedia

[7] Referências do Google sobre “Antibiotic Resistance”

[8] Referências do Google sobre “what are the causes of antibiotic resistance”

[9] Referências do Google sobre “agriculture + agricultural antibiotic use + infection resistance + growth promotion

[10] Referências do Google sobre “How many Americans are infected each year with drug-resistant bacteria, resulting in 23,000 deaths CDC”

[11] Referências do Google sobre “How many people worldwide are projected to die annually from drug-resistant bacteria by 2050 + Review on AntiMicrobial Resistance"

[12] Referências do Google sobre “About how many Clostridium difficile infections were there in the USA in 2011, with 15,000 deaths attributable to C. diff  CDC”

[13] The Biggest Treats in Antibiotic / Antimicrobial Resistance, CDC

[14] Referências do Google sobre “How many cases of multidrug-resistant tuberculosis were diagnosed worldwide in 2013  480.000 WHO

[15] Protecting the Food Supply, CDC

[16] Protecting Patients and Stopping Outbreaks, CDC

[17] Antibiotic Resistance Threats in the United States, CDC, 2013 [pdf]

[18] National Action Plan for Combating Antibiotic-Resistant Bacteria, White House, March 2015 [pdf]

InterSystems HealthShare é a solução de troca de dados de saúde mais bem avaliada

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A InterSystems, líder global em tecnologias de informação para saúde, anunciou que o InterSystems HealthShare® recebeu a maior pontuação na categoria de Registro Eletrônico do Paciente (EMR - Electronic Medical Record, em inglês) independente, em produtos de tecnologia da informação para saúde (HIE - Health Information Technology, em inglês), segundo relatório recém divulgado pelo KLAS “HIE 2016: Shifts in Vendor Performance and Provider Outlook”.

Por meio de entrevistas com 332 profissionais de saúde, o KLAS - empresa independente de pesquisa focada em TI para Saúde - examinou o atual cenário do mercado de HIE e a busca por confiança, relevância e transformação. O InterSystems HealthShare® recebeu uma pontuação total de 87.1, a segunda maior pontuação total e a melhor avaliação na categoria HIE de EMR independente, indicando força da solução tanto em performance quanto em perspectivas futuras.

O KLAS descreve interoperabilidade como chave para o sucesso das iniciativas de saúde da população, suportando a transição para o atendimento de saúde baseado em valores.

“Sem a habilidade para compartilhar dados dos pacientes e facilitar transições de atendimento, organizações de saúde não podem esperar melhora na qualidade da entrega de cuidados ou evitar penalidades financeiras no cuidado continuado”, aponta o relatório.

“Acreditamos que os clientes da InterSystems deram ao HealthShare um forte voto de confiança para o futuro, ao fornecer esta funcionalidade crítica, que é a Interoperabilidade”, disse Joe DeSantis, Vice-presidente da plataforma HealthShare da InterSystems.

Quando o KLAS perguntou aos profissionais de saúde, “Será que o seu fornecedor é capaz de atender suas necessidades de interoperabilidade nos próximos anos?”, a InterSystems estava entre os fornecedores mais bem avaliados do ponto de vista de desempenho e interoperabilidade de HIE: “Nove entre dez clientes dizem que a InterSystems continuará acompanhando suas necessidades nos próximos três anos”, afirma o relatório.

“Eles esperam que a empresa continue respondendo positivamente as demandas de serviço e expressam confiança na capacidade da InterSystems para se adaptar as mudanças no cenário tecnológico.”

Porto seguro estável de alto desempenho

Em um cenário de mudanças no HIE, a InterSystems é um dos poucos fornecedores que têm mantido um ‘porto seguro relativamente estável de alto desempenho’, afirma o relatório. “Esses fornecedores têm em grande parte mantido, ou melhorado, suas performances nos últimos dois anos. A chave para o sucesso? Prestação de serviços consistentes.”

Alguns comentários dos clientes do HealthShare no relatório incluem:

• “Um dos diferenciais da InterSystems é sua habilidade de nos fornecer uma plataforma de informática estratégica na qual podemos realmente fazer qualquer coisa que queremos.”

• “A InterSystems é ótima ao ouvir seus clientes. Nós constantemente nos comunicamos com os representantes da InterSystems. O pessoal de atendimento Help Desk é muito útil, e os representantes de contas são fenomenais ao estender a mão para nós”.

• “As notificações de eventos clínicos da InterSystems são realmente excelentes. Elas são importantes porque temos organizações que têm programas de situação de risco, e elas precisam reduzir reinternações evitáveis. O envio de alertas ajuda as equipes médicas a permanecerem atentas aos cuidados do paciente. Eles podem obter as informações inscrevendo-se nas notificações de evento, então eles podem ser notificados quando pacientes que estão monitorando aparecerem no Departamento de Emergência”.

• “Eu gosto da habilidade que o HealthShare Information Exchange (troca de informações do HealthShare) oferece para lidar com diferentes tipos de estruturas de mensagens. O HealthShare Information Exchange é muito flexível e suas funções analíticas são impressionantes. Nós temos ainda que quebrar a barreira de manejar textos não estruturados”.

• “Toda a indústria da interoperabilidade vai mudar nos próximos dois ou três anos. Conexões serão feitas de forma completamente diferente das que temos hoje. Padrões de FHIR (Recurso de Interoperabilidade Rápida para Saúde - Fast Healthcare Interoperability Resource, em inglês) vão permitir que EMRs conversem com outros EMRs, contornando todo o procedimento de HIE, exceto por um fator chave: o FHIR não envolve um localizador de registro. A InterSystems já está preparando sua plataforma para lidar com este tipo de volume e solicitação. Eles estão ajudando a nos preparar para o futuro”.

A voz do consumidor

“Os indicadores do KLAS são altamente confiáveis porque eles são a voz dos profissionais de saúde – nossos clientes – e não estão baseados em análises subjetivas. Ficamos honrados em receber dos nossos clientes esta magnífica pontuação em tecnologia HIE, e estamos ansiosos para os auxiliar ainda mais em suas necessidades de HIE, com uma plataforma de informática para saúde que irá atender às suas demandas de interoperabilidade por um longo tempo”, disse Joe DeSantis da InterSystems.

O KLAS define HIE como pelo menos duas organizações provedoras de saúde que trocam ativamente dados dos pacientes e outras informações (unidirecional ou bidirecionalmente). A informação precisa ser compartilhada entre instituições de diferentes controladores, ou seja, organizações distintas. HIEs que não estão ativamente trocando informações não são considerados para os propósitos deste estudo.

Sobre a KLAS

A KLAS é uma empresa de pesquisa com uma missão global de melhorar os cuidados a saúde ao permitir que provedores de saúde sejam ouvidos e considerados. Trabalhando com milhares de profissionais de saúde e médicos, a KLAS reúne dados sobre softwares, serviços, equipamentos e sistemas de infraestruturas para entregar relatórios pontuais, tendências e visões gerais de estatísticas. A pesquisa representa diretamente a voz dos prestadores de cuidados e atua como um catalisador para melhorar o desempenho dos fornecedores de tecnologia. Siga a KLAS no Twitter: www.twitter.com/KLASresearch

Sobre a InterSystems

A InterSystems fornece os mecanismos da informação que alimentam algumas das mais importantes aplicações do mundo. Em Saúde, Serviços Financeiros, Governo e outros setores onde vidas e meios de subsistência estão em jogo, a InterSystems tem sido um fornecedor estratégico de tecnologia desde 1978. A InterSystems é uma empresa privada com sede em Cambridge, Massachusetts (EUA), com escritórios pelo mundo inteiro, e seus produtos são usados diariamente por milhares de pessoas em mais de 100 países. Para mais informações, visite: InterSystems.com.br.