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Custos médico-hospitalares se tornarão um “veneno” ao sistema de saúde suplementar

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O fim de ano para os planos de saúde médico-hospitalares foi negativo. Só no último trimestre de 2015, o setor perdeu mais de 200 mil usuários. O ano também começou com uma série de decisões da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) que impactam diretamente nos custos das operadoras de saúde (OPS), como a cobertura de novos procedimentos, a maior transparência entre usuários e OPS através da criação de um espaço na Internet, e a prestação de informações ágeis ao consumidor, o que obrigará as operadoras a manterem postos presenciais para atendimento.

Para o coordenador de Acreditação para operadoras de planos de saúde do Consórcio Brasileiro de Acreditação (CBA), José de Lima Valverde Filho, encontrar o equilíbrio entre os custos crescentes e a sustentabilidade do negócio é um dos grandes desafios do setor.

“O impacto das novas tecnologias nos custos da saúde é conhecido e preocupante, principalmente porque essas tecnologias são mal utilizadas e cumulativas a tecnologias anteriores. A melhor maneira de atenuar os impactos financeiros é o uso racional, determinado por protocolos e diretrizes. Se a OPS e sua rede tiverem a capacidade de negociar as condições para uso do cada vez maior rol de procedimentos da ANS, o impacto será menor. A acreditação se preocupa com a viabilidade e equilíbrio financeiro da OPS. Parece que muita gente se esquece de que as OPS precisam ter resultados, isso é fundamental para a sobrevivência de qualquer empresa”, afirma Valverde Filho.

Ainda segundo o especialista, outro fator de difícil solução é o pagamento por volume de serviços. “Se isso não mudar, os custos serão, consciente ou inconscientemente, crescentes e, misturados ao rol de procedimentos, formarão um verdadeiro ‘veneno‘ ao sistema de Saúde Suplementar. Na saúde, até hoje, se fala muito mais em volume, do que em resultado. Um gestor orgulhoso diz quantas mil consultas foram feitas, mas não as resultantes, para os pacientes, dessas consultas”, pontua.

Para as OPS também é cada vez mais fundamental conhecer o perfil nosológico e demográfico de sua carteira e implantar ações que visem à postergação de doenças relacionadas ao envelhecimento ou que mitiguem as consequências das doenças crônicas e degenerativas. Projeções do Fundo de Populações das Nações Unidas estimam que uma em cada 9 pessoas no mundo tenha 60 anos ou mais. Em 2050, essa proporção deve ser de 1 em cada 5 pessoas, havendo mais idosos que crianças no mundo. “É bom lembrar que as Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) se associam a outras doenças, criando um espectro nosológico gravíssimo. Portanto, investir em saúde é condição para a sustentabilidade de qualquer sistema de saúde”, ressalta.

Reclamações dos usuários

Além de desenvolver e implantar estratégias para gestão financeira, as OPS precisam estar atentas aos seus canais de comunicação com o usuário para assegurar maior satisfação do consumidor. De acordo com Índice Geral de Reclamações (IGR) da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), a maior parte das manifestações (32,8%) é de queixas relativas a gerenciamento (autorizações prévias, franquia, coparticipação e outros).

“Boa parte dessas queixas deve-se a problemas de comunicação entre OPS e seus clientes. A comunicação efetiva entre OPS e todos os participantes do seu negócio é um dos focos do processo de acreditação. Em especial, os clientes/consumidores devem estar adequadamente cientes das coberturas, carências e trâmites necessários para autorizações especiais. Disponibilizando um atendimento rápido a esses questionamentos, através de pessoas capacitadas, a OPS diminuirá a possibilidade de reclamações”, orienta Valverde Filho.

Mesmo assim, surgirão dúvidas e questionamentos, uma vez que a expectativa do cliente sempre será focada na sua necessidade imediata. Mesmo que tudo isso seja feito e que a OPS esteja perfeitamente em sintonia com os contratos, leis e regulamentos, a esfera judicial tem sido, cada vez mais acionada e, na maioria das vezes, é favorável aos denunciantes, aponta o coordenador do CBA.

Com a determinação da ANS que impõe às operadoras de saúde a criação de uma área específica em seus sites com informações individualizadas para os consumidores de plano de saúde individual/familiar, empresarial e coletivo por adesão, a partir deste ano, a relação entre a OPS e o usuário pode se tornar mais próxima e transparente.

“Esse é mais um instrumento para que a OPS estabeleça uma boa comunicação com seus clientes/consumidores. A acreditação exige que a comunicação seja monitorada pela OPS, para que ações de melhoria sejam implantadas. Mas a comunicação via portal precisa estar alinhada com as outras formas de comunicação usadas pela OPS. Informações e comunicações díspares aumentarão a possibilidade de conflito”.

Unidades de atendimento da saúde aumentam o faturamento e o repasse de recursos com solução de TI

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Há 24 anos, o Grupo Assessor trabalha com tecnologia da informação para setores da administração pública. Com diversos clientes em todo o País, o Grupo desenvolveu uma solução em web, específica para a área da Saúde, que auxilia e melhora a gestão dos administradores públicos. O Sistema Integrado de Gestão da Saúde é usado por diversos municípios, que conseguem hoje formular estratégias e tomar decisões com mais precisão e êxito.

Com diversas funcionalidades, o sistema consegue armazenar, atualizar e gerenciar todas as informações sobre a movimentação de serviços e atendimento de UPAs, do SAMU e do RAAS (Registro das Ações Laboratoriais da Saúde). “Ele fornece para as Unidades de Atendimento, por exemplo, um painel interativo com todo o cadastro do paciente, fotos e informações, além do médico responsável, resultados e pedidos de exames. Com base nisso, estabelece automaticamente as prioridades de atendimento e realiza as chamadas”, ressalta o diretor do Assessor Público, Hevandro João Conti Ferreira.

“Outra funcionalidade é o serviço de SMS, que envia diretamente aos pacientes, médicos e servidores diversas informações, além de confirmar consultas, fazer convocações, etc”, conta o gerente de desenvolvimento da empresa, Ricardo Gava. Além disso, realiza a emissão diária e automática de e-mails, de acordo com as necessidades, gera protocolos de atendimento e prontuários eletrônicos, realiza o controle de vacinas, medicamentos, diagnósticos, agendamentos e registros automatizados. “O sistema ainda permite verificar dados de orçamentos, repasses e aplicações de recursos, afinal, as Unidades de Atendimento não deixam de ser empresas que precisam de resultados”, completa Hevandro.

Além de melhorar o Sistema de Saúde e, consequentemente, a vida das pessoas, a ferramenta permite que as Unidades de Administração Pública aumentem o faturamento e economizem recursos. A cidade de Primavera do Leste, em Mato Grosso, por exemplo, ampliou os valores de faturamento em 61%, com apenas um ano de utilização do sistema. Em Rio Claro, no estado de São Paulo, a UPA conseguiu, com a informatização e a qualificação da Unidade, um aumento dos recursos repassados pelo Ministério da Saúde. Já em Palmas, no Tocantins, o retorno foi tão bom que eles já têm 74 Unidades de Atendimento na cidade usando o sistema.

O Sistema Integrado de Gestão da Saúde do Grupo Assessor foi desenvolvido inteiramente em GeneXus. A empresa trabalha com a ferramenta há 12 anos e possui diversos produtos criados com ela. Para desenvolver a solução foi usada a versão 9.0 do GeneXus mas, atualmente, a ferramenta já está configurada na versão Evolution 3. “O desenvolvimento é contínuo e a ferramenta acompanha os avanços tecnológicos do mercado”, afirma Gava.

“Antes, esse mesmo produto era desenvolvido em outra ferramenta. Tinha menos funcionalidades, precisava de muitos desenvolvedores e a manutenção era bem mais complexa. Para criar, desenvolver e cuidar da manutenção dessa solução em GeneXus são necessários menos desenvolvedores e as atualizações e evoluções acontecem de forma mais rápida. Hoje o sistema possui ampla possibilidade de inclusão das especificidades locais, além de atender todas as exigências de integração aos sistemas do Ministério da Saúde. “A ferramenta é 100% web, porém já temos um projeto em andamento para criar uma versão em app, que funcione on-line e off-line e possa ser acessada via tablet”, finaliza Hevandro Ferreira.

Sobre o Grupo Assessor

Desde 1992, o Grupo Assessor se dedica à Tecnologia da Informação para potencializar as práticas administrativas de seus clientes. Os recursos técnicos e a compatibilidade dos sistemas desenvolvidos, articulados com serviços especializados de consultoria e assessoria, com utilização de softwares modernos e inteligentes asseguram rapidez e eficiência nas soluções e demandas da Administração Pública. O Grupo presta serviço para mais da metade dos estados brasileiros, além de atuar na Angola.

Sobre GeneXus International

GeneXus International é a empresa criadora de GeneXus, a ferramenta de desenvolvimento de sistemas que permite criar aplicativos para as linguagens e plataformas mais populares do mercado. Esta solução de desenvolvimento multiplataforma de nível empresarial permite às empresas aproveitarem ao máximo suas equipes de desenvolvimento, simplificando a criação e a manutenção de programas e bases de dados, automatizando tudo o que é automatizável. GeneXus é a ferramenta escolhida por mais de 100 mil usuários corporativos e 8,5 mil empresas para aumentar sua flexibilidade e produtividade na hora de criar novos aplicativos.

Cuidados Clínicos dos Pacientes: quais cuidados básicos são necessários?

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A melhoria do cuidado prestado aos pacientes apresenta-se como um grande desafio para as instituições de saúde. Os meios de comunicação tem noticiado a situação alarmante da prestação de cuidados clínicos aos pacientes, a despeito de políticas públicas voltadas à implementação de programas de qualidade e segurança em saúde, como o Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP), lançado em 01 de abril de 2013, e a RDC 36, de 25 de julho de 2013, que institui a criação do Núcleo de Segurança do paciente (NSP) aplicável aos serviços de saúde públicos, privados, filantrópicos, civis ou militares, incluindo aqueles que exercem ações de ensino e pesquisa.

A qualidade dos serviços deve buscar satisfazer as necessidades de assistência à saúde da população que recebe estes serviços, entendendo que a qualidade não depende de um único fator, mas considera outros componentes, atributos ou dimensões.

Para as instituições que se encontram em estágios incipientes de discussão ou adoção de conceitos e princípios relacionados com segurança e qualidade, a implantação de ações estruturadas e sistematizadas torna-se ainda mais difícil. Estas instituições devem priorizar esforços de melhoria em cinco áreas que tem impacto direto sobre segurança e qualidade na prestação de cuidados clínicos aos pacientes.

A primeira refere-se ao processo de liderança e de prestação de contas, que visa assegurar a identificação das responsabilidades e comprometimento da liderança, a inclusão dos requisitos de qualidade exigidos nos contratos clínicos e de gestão, além do compromisso com os direitos de pacientes e familiares, entre outros.

A segunda área considera a competência e capacidade da força de trabalho, buscando oferecer profissionais orientados para as suas funções, com treinamento em técnicas de ressuscitação e prevenção e controle de infecção, e ainda, garantir a eficiência da comunicação entre aqueles profissionais que prestam cuidados aos pacientes, além de outros critérios. O ambiente é a terceira área na qual devem ser priorizados esforços para oferecer segurança aos profissionais e pacientes, através do controle de materiais perigosos, programas de segurança contra incêndio, e descarte apropriado de resíduos de serviços de saúde, minimamente.

Os fundamentos para assegurar que os cuidados clínicos aos pacientes sejam seguros e de qualidade incluem esforços para a implantação do uso de protocolos para o planejamento e execução dos cuidados, uso seguro de medicamentos e educação das pessoas para participação em seu próprio cuidado, para começar. Já a quinta área para implantação de um processo de melhoria da segurança e da qualidade dos cuidados clínicos foca na gestão de riscos, envolvendo sistemas de notificação de eventos adversos, monitoramento de satisfação de pacientes e profissionais e o monitoramento de resultados clínicos.

A adoção de um instrumento de apoio e análise, de caráter institucional, abrangendo estas áreas-foco, consideradas como fundamentais, pode fornecer subsídios para iniciar esta jornada rumo à melhoria da segurança e da qualidade na prestação dos cuidados clínicos aos pacientes.

A nova era do PACS e a revolução no setor de saúde

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Suprir as organizações de saúde com informações detalhadas dos pacientes é um desafio. Todos os setores de uma clínica ou hospital precisam partilhar dos mesmos dados para que o fluxo de trabalho seja contínuo e efetivo. Aliado a isto as empresas de Healthcare IT vem desenvolvendo novas gerações de PACS (Picture Archiving and Communication System), com os quais é possível visualizar variados tipos de imagens e informações, em dispositivos e tecnologias distintas, facilitando o acesso e compartilhamento dos dados em toda a instituição.

O PACS é um sistema de arquivamento e comunicação de imagens, que já tem seu uso consolidado mundialmente, e faz o armazenamento de todo o histórico de exames e laudos dos pacientes, permitindo que essas informações estejam seguras e possam ser distribuídas e visualizadas por meio da ferramenta. Essa funcionalidade tem contribuído para que o sistema tenha cada vez mais espaço e relevância em hospitais e, principalmente, em clínicas de diagnóstico por imagem. Segundo dados do Market Research, o mercado de PACS deve chegar em 5,4 bilhões de dólares em escala global até 2017.

A arquitetura dos PACS vem evoluindo com o passar dos anos diante das necessidades das instituições. O sistema nasceu numa arquitetura monolítica e era usado somente na área de radiologia. Seguindo a tendência e a demanda das organizações de saúde e das novas soluções tecnológicas, esse software está se reinventando, o que contribui para uma real revolução no mercado de diagnóstico por imagem.

A primeira grande mudança dessa solução aconteceu por volta do ano 2000, quando o PACS passou a integrar os dados das instituições com o RIS (Radiology Information System). Essa unificação dos dois sistemas permitiu que o departamento de radiologia das entidades de saúde tivesse muitos benefícios no que diz respeito à organização dos arquivos de imagem e do processo de laudos como um todo. Registro único do paciente, gerenciamento e distribuição de imagens, redução do tempo de espera, tanto do paciente como do corpo clínico, para o diagnóstico e maior eficiência operacional são algumas das vantagens.

Hoje vivemos uma nova era. Estamos na fase do Desconstructed Pacs. Uma terminologia que remete a uma nova plataforma arquitetural de produto, que se baseia em três pilares:

VNA (Vendor Neutral archive): componente que realiza o armazenamento de documentos, imagens e informações, permitindo que qualquer setor da instituição acesse os dados de forma estruturada. No VNA é possível armazenar qualquer informação que seja pertinente ao paciente.

Visualizador de imagens Web-based (enterprise viewers): independentemente do visualizador ou sistema operacional utilizado, a imagem poderá ser acessada em diversos dispositivos, sejam tablets, telefones ou workstations de diagnósticos avançados através de tecnologia ZFP (zero foot print).

Workflow para tratativa do fluxo médico: um componente de definição de workflow é necessário para orquestrar todo o processo de laudo médico. O médico pode definir o cockpit de atendimento de uma forma personalizada, utilizando diversas configurações customizadas. Outra grande vantagem é a medição de produtividade do processo baseado em níveis de serviço predefinidos.

Um outro grande pilar desse modelo é trabalhar com standards de mercado (EHS, DICOM, HL7) que facilitam a integração entre produtos, tornando as soluções mais acopláveis.

Essa nova arquitetura de PACS possibilitará a integração de todas as áreas de uma instituição de saúde, fazendo com que a informação transite entre o médico, o paciente e a instituição de uma forma fluída e sem entraves tecnológicos.

Outra grande evolução no mercado de PACS diz respeito ao CloudStorage. Essa tecnologia permite o armazenamento (archiving) de imagens antigas (Long Term Storage) na nuvem, num modelo Software as a Service (SaaS). Com isso as instituições reduzem o investimento em infraestrutura, simplificam a gestão da operação e minimizam riscos de perda de imagens. Toda essa tecnologia vem associada a uma predição, no qual o workflow de agendamento médico é integrado à solução, fazendo a requisição da imagem na nuvem para a instituição de saúde, quando necessário.

As vantagens de adotar sistemas como este são incontáveis, e é indiscutível que a evolução da tecnologia aplicada a saúde anda a passos largos. Todas essas tecnologias aqui citadas já são realidade no mercado de saúde, e qualquer instituição pode ter acesso a elas, seja no Brasil ou exterior. Estamos diante de uma nova era.

Konica Minolta apresenta nova solução de Imagem Primária no Imagine 2016

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Nos dias 4 e 5 de março, a Konica Minolta Healthcare do Brasil estará no Imagine 2016 – XIV Encontro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem do InRad – Instituto de Radiologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP).

O evento oferece a oportunidade de atualização científica a profissionais da Radiologia e Diagnóstico por Imagem por meio de uma programação multidisciplinar e conta também com um espaço para expositores.

A Konica Minolta apresentará aos participantes, além da família de painéis digitais sem fio AeroDR, uma nova solução de Imagem Primária: o ultrassom portátil SONIMAGE P3. A empresa é reconhecida mundialmente como líder no fornecimento de tecnologias de ponta e suporte abrangente, que visa proporcionar soluções reais para atender às necessidades do cliente.

SONIMAGE P3: ultrassom portátil para agilidade ao atendimento

Um dos equipamentos a serem apresentados pela Konica Minolta é o ultrassom SONIMAGE P3, para uso pessoal, portátil e indicado para o point of care.

Trata-se de um sistema em tempo real, com design inovador, que revoluciona o modo como o profissional médico vê seus pacientes. Ele possibilita um rápido diagnóstico durante o exame, reduz o tempo de espera dos pacientes e, consequentemente, melhora o fluxo de trabalho. Além disso, também fornece informações adicionais para validar e identificar os pacientes que necessitam de outros exames.

Sua aplicabilidade também é abrangente – seu transdutor é versátil e adequado a uma variedade de aplicações:

• Imagem do pulmão – líquido pleural, movimento torácico e pleural;

• Volume da bexiga residual post void (medições automáticas);

• Avaliações básicas da gravidez – varreduras de confirmação, batimentos cardíacos fetais e posição fetal;

• Imagens básicas de órgãos internos – patologias evidentes da vesícula biliar;

• Exames de aneurisma da aorta abdominal (AAA);

• Localização de líquido livre no abdômen e pulmões;

• Avaliação dos músculos centrais – transverso abdominal, assoalho pélvico.

O SONIMAGE P3 apresenta os modos B, M, Doppler e pré-configurações de fácil acesso, indicadas e adequadas ao point of care. Possui fácil acesso à porta USB, fone de ouvido, tela sensível ao toque e cartão de dados microSD de 4GB (incluído), que permite armazenar 10 mil imagens.

Sua tela de alta resolução permite ajustes rápidos e fáceis dos recursos e funções do dispositivo. Pesando apenas 392 gramas, possui bateria que carrega completamente em três horas e dura até 30 horas.

AeroDR: detector digital avançado para grande fluxo de pacientes no raio X

A família AeroDR possui um grande diferencial com seu detector modelo 17” x 17”, que pesa apenas 3,6 kg: devido a seu formato, não há necessidade de girá-lo da posição de retrato para paisagem e vice-versa na bandeja Bucky ao realizar procedimentos de raios X de tórax ou abdômen. A área maior de imagem permite ela ser mais bem trabalhada, reduzindo erros de posicionamento e aumentando a produtividade.

Já o AeroDR 10” x 12” é ideal para a UTI Neonatal e imagem de extremidades em aplicações ortopédicas e pode ser utilizado em incubadoras para exames em recém-nascidos. Geralmente, as incubadoras possuem uma bandeja na qual nem todos os painéis cabem, mas o 10” x 12” se encaixa perfeitamente, sem exigir mudanças.

Os painéis AeroDR oferecem alta qualidade de imagem, confiabilidade clínica e fácil integração do fluxo de trabalho em ambientes de radiografia geral. A tecnologia do cintilador permite contato direto dos cristais de Iodeto de Césio com o fotodiodo, o que aumenta a qualidade da imagem. Os profissionais contam com resultados imediatos e melhoria na eficiência de dose, sendo que as imagens surgem na tela do console em menos de três segundos com alta qualidade.

Ao permitir maior produtividade com robustez, os painéis reduzem o custo de propriedade, possibilitando maior valor econômico e melhor retorno do investimento.

A tecnologia inovadora do capacitor de íons de lítio possibilita que o detector funcione por 5,8 horas ou gere 211 imagens com apenas 30 minutos de carga. Os confiáveis sensores de queda ajudam no monitoramento do detector, o que possibilita melhor gestão do patrimônio da instituição.

“Com a família de produtos AeroDR, nossos clientes são capazes de escolher entre a operação com e sem fio. Isto permite maior flexibilidade para atender às necessidades de fluxo de trabalho”, afirma Hiroyuki Oba, presidente da Konica Minolta Healthcare do Brasil. “Este é o resultado da dedicação da Konica Minolta em oferecer soluções tecnológicas que contribuem para a melhoria do atendimento ao paciente.”

InRad e AeroDR: um case de sucesso

O Instituto de Radiologia do HCFMUSP, anfitrião do Imagine 2016, é usuário do AeroDR há quase três anos sem chamados técnicos: lá estão instalados três sistemas AeroDR com dois painéis cada um.

Com a aquisição, as três salas de raios X analógicas do Instituto, onde se utilizava o sistema CR (Radiologia Computadorizada), foram transformadas em salas digitais.

O InRad conseguiu eliminar etapas para a realização dos exames, aumentar a produtividade da equipe e oferecer um atendimento mais rápido aos pacientes uma vez que a imagem é visualizada em tempo real no meio digital.

Sobre a Konica Minolta Medical Imaging

A Konica Minolta é uma fornecedora de classe mundial e líder no mercado de diagnóstico por imagem primária. Com mais de 75 anos de inovação ininterrupta, a Konica Minolta é reconhecida mundialmente como líder no fornecimento de tecnologias de ponta e suporte abrangente, que visa proporcionar soluções reais para atender às necessidades do cliente. Para mais informações sobre as Soluções de Imagens Primárias da Konica Minolta, visite: www.konicaminolta.com/medicalusa.

Comando de voz “OK Google” é incorporado ao UpToDate

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A divisão de saúde da Wolters Kluwer, líder global no fornecimento de informações e em soluções para os locais de atendimento na área da saúde, acaba de anunciar a incorporação de uma nova funcionalidade à versão móvel de sua solução de apoio à decisão clínica. As pesquisas em inglês no UpToDate® Mobile App podem agora ser realizadas de forma simples e rápida, sem nenhum toque na tela, empregando o recurso “OK Google”, disponível para smartphones e tablets com sistema operacional Android. Ao ativar o comando de voz “OK Google search UpToDate for...”, o usuário é direcionado aos resultados da pesquisa no UpToDate, independente do aplicativo em que esteja navegando e mesmo que o dispositivo esteja em modo de espera.

O novo recurso foi considerado inovador pela iMedicalApps, principal publicação americana sobre tecnologia mobile voltada à saúde. De acordo com Iltifat Husain, editor-chefe do iMedicalApps, a novidade distingui de maneira considerável o UpToDate dos demais aplicativos de referência para médicos disponíveis no mercado.

O recurso de apoio à decisão clínica UpToDate tem um importante papel na melhoraria da qualidade e dos cuidados com o paciente. O conhecimento contido na solução é baseado em evidências e é apresentado em 10.500 tópicos médicos e 23 especialidades, continuamente atualizados. Além dessa abrangente síntese de evidências, é seguido de mais de 9.700 recomendações escritas por renomados especialistas que podem ser executadas no ponto de atendimento. Combina ainda uma plataforma de publicação avançada, com o rigor de um processo editorial sofisticado gerido por um corpo docente de 6.300 autores médicos e editores, líderes de renome em suas especialidades e revisores parceiros, que sintetizam as mais recentes informações médicas em recomendações confiáveis.

Quando tempo é dinheiro

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Após, publicada a Portaria Interministerial 701/2015 proveniente da MP 685/2015  - hoje convertida em Lei -, caminha o mercado regulado da saúde para mais um entrave jurídico diante a Agência Nacional de Vigilância Sanitária.

Sem saber como agir diante tamanho imbróglio normativo a custos exorbitantes, a Agência, desde setembro de 2015, mantem em seu sistema cobrança de Taxa de Fiscalização de Vigilância Sanitária - TFVS a patamares superiores aqueles autorizados pelo §1º do art. 8º da Lei 13.202/2015. De duas uma; Ou se busca, de forma preventiva, proteção jurídica a fim de evitar pagamento a maior ou, pago à maior, busca-se restituição na forma do §2º do art. 8 da já citada lei.

Tutelas de urgência estão sendo deferidas a fim de se evitar o recolhimento das TFVS, afastando-se, pois, os efeitos da Portaria 701. Na mesma esteira, tutelas deverão assegurar a restituição de Taxas pagas a maior. Mais uma vez, o que se vê é desaguar no judiciário atos de competência originária do executivo que, longe de alcançar um planejamento sério e dedicado, procura socorrer a ineficiência de um plano de governo, a olhos nus, inexistente.

Herança ou não do Ex-Ministro Joaquim Vieira Ferreira Levi, seguirão os regulados pagando a conta e absorvendo despesas extraordinárias, as quais atormentam o dia a dia de qualquer cidadão que, por medidas dessa natureza, acabam tendo que dedicar grande parte do tempo adotando estratégias a fim de afastar atos e efeitos negativos como este; De caráter amplamente confiscatório.

É ou não é uma briga de foice às escuras?

Distrações comprometem satisfação profissional e podem gerar riscos ao paciente

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Em meu hospital, já atuo em múltiplas funções, muitas vezes em paralelo. Nestes últimos dias tenho incorporado outra, na linha de frente do Time de Resposta Rápida, por férias de um dos colegas. Isto ocorre em meu programa, e em outros mundo afora.

A partir de experiência pessoal, quero abordar a problemática das interrupções e distrações no dia-a-dia do trabalho médico dentro do hospital. Os leitores que tiverem experiências para compartilhar poderão ajudar a desmembrar o assunto - que é bastante mais amplo e rico. 

No mundo ideal, atividades não devem concorrer. Deve existir reserva de tempo adequada para cada uma elas. Na vida real, devemos minimizar a dimensão do problema e trabalhar soluções sempre que necessário. 

Interrupções e distrações constantes no fluxo de trabalho dos médicos no hospital determinam comprometimento em satisfação profissional e riscos ao paciente. Gestores costumam admirar cegamente o profissional que é "pau para toda obra", negligenciando riscos. Por outro lado, excelência em determinadas áreas de atuação só atinge-se com foco total. 

A maior disponibilidade do médico no hospital é ótima, mas traz desdobramentos com potencial negativo também. Hospitalistas no mundo inteiro frustam-se enormemente por interrupções excessivas. É o pessoal da Emergência/PS, da UTI, enfermeiras, farmacêuticas, nutricionistas, do laboratório, da radiologia, da gestão de risco - quem quisermos nominar e que trabalhe no hospital -, todos "querem sua fatia na hora em que vem a fome". Na minha experiência desta semana, houve um momento em que estava atendendo paciente complexo, pensando no que fazer na frente do computador, com muitas dúvidas e aflições. Praticamente junto, tocou meu celular pessoal com ligação de colega do hospital querendo discutir um caso, o celular do plantão para mais um atendimento do Time de Resposta Rápida, aproximou-se uma enfermeira com demanda para o plantão - mas fora do escopo do plantão ("um favorzinho, já que o Sr está aí"), entrou um e-mail importante do gerente de risco, um familiar pedia à secretária do posto para conversar com o médico (eu, no caso) - parecia ansioso. Eu precisava concluir tudo para comparecer a uma reunião horas mais tarde e partir em seguida para plantão noturno em outro hospital. Houve um momento que pensei em fugir do hospital para qualquer outro lugar... A soma disto aparece na literatura como causa de burnout de hospitalistas e menor satisfação com o trabalho. 

Há ainda evidências consistentes demonstrando que interrupções e distrações podem comprometer o resultado do trabalho assistencial e a segurança do paciente. Emblemático é um estudo mostrando que, quando o profissional é interrompido, leva, em média, 25 minutos para retornar a atividade original. Usando como exemplo erros de medicação, vejamos o que pode acontecer com o hospitalista envolvido na etapa da prescrição medicamentosa, e seu paciente: experimentos já escancararam que distrações e interrupções aumentam a probabilidade de erros neste tipo de tarefa. Evidências emergentes têm sugerido que reduzir ou eliminar as distrações e as interrupções pode melhorar a segurança de medicamentos.

Soluções?

Não há fórmula mágica!

Mas é indispensável que as lideranças hospitalares entendam o cenário e suas potencial consequências. Deve ser claro e transparente quais as prioridades do hospitalista. Adiante disto, algumas soluções são descritas ou intuitivas: 

- Atividades de alto risco devem estar protegidas de trabalhos concorrentes (por exemplo, a atuação em um Time de Resposta Rápida de alto volume);

- Identificação de outros momentos de alto risco atrelada à políticas que proíbam ou ao menos protejam de interrupções ou distrações;

- Rounds interdisciplinares e/ou unidades geográficas

- Diferenciação entre comunicação urgente e não urgente e pactuação de posturas e prioridades. 

Certa vez anotei de uma apresentação: interrupções aparecem sempre em surveys como causa de comprometimento da satisfação de hospitalistas no trabalho. Sabemos que quase tudo que promove descontentamento no trabalho corrói segurança do paciente. Talvez se prestarmos mais atenção em interrupções, "matemos dois coelhos com uma cajadada só".