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Instituto de saúde da Holanda aprova reembolso de radioterapia interna seletiva (SIRT) para pacientes com metástase hepática do câncer colorretal cujos tratamentos anteriores falharam

BONN, Alemanha, 24 de março de 2016 /PRNewswire/ -- A Sirtex (ASX:SRX) anunciou que o instituto de holandês de saúde Zorginstituut Nederland (ZIN) concordou em reembolsar a radioterapia interna seletiva (RTIS) para pacientes com metástase hepática do câncer colorretal, cujas quimioterapias anteriores falharam ou não eram toleradas pelos pacientes. O ZIN baseou sua decisão em evidências clínicas da eficácia e segurança das microesferas SIR- Spheres® de resina de ítrio-90 (Y-90) usadas para o tratamento desse grupo de pacientes.

Logo: http://photos.prnewswire.com/prnh/20150119/724485

Também foi anunciado que o centro holandês para o tratamento do câncer Integraal Kankercentrum Nederland (IKNL) irá gerenciar um novo grupo de pacientes, para coletar e analisar dados de tratamento nos primeiros 500 pacientes com metástase hepática do câncer colorretal que receberem a SIRT (sigla em inglês), sob o novo programa de reembolso.

As microesferas SIR- Spheres de resina de Y-90 são um dispositivo médico usado em um procedimento de radiologia intervencionista, conhecido como SIRT ou radioembolização, que direciona altas doses de radiação diretamente nos tumores do fígado. O tratamento será disponibilizado para pacientes na Holanda em 10 centros especializados, mas já existe também no Brasil.

Na Holanda, o câncer colorretal é o tipo mais frequentemente diagnosticado, com 13.900 novos pacientes por ano. Também possui a a segunda maior taxa de mortalidade, com aproximadamente 5.200 mortes por ano.[1] Quando o câncer colorretal se espalha (entra em metástase) para outro lugar do corpo, ele vai, mais frequentemente, para o fígado. A metástase do fígado irá, a qualquer momento, causar a morte da maioria dos pacientes.

"Esse anúncio é uma notícia muito boa para muitos pacientes holandeses que sofrem de metástase no fígado do câncer colorretal e para quem a quimioterapia e tratamentos biológicos já falharam", disse o professor Marnix Lam, médico de medicina nuclear do Centro Médico da Universidade de Utrecht.

A sra. Gerda Schapers, sobrevivente de um câncer colorretal metastático avançado e membro do conselho da Fundação Holandesa do Câncer Intestinal, declarou: "Estou muito satisfeita pelo fato de pacientes de toda a Holanda poderem se beneficiar, agora, dessa terapia inovadora, com a qual eu fui tratada há mais de três anos".

"Estamos contentes porque as microesferas SIR-Spheres estarão disponíveis, agora, a mais pacientes nos grandes centros especializados na Holanda. Essa decisão confirma a forte evidência da eficácia e segurança das SIR-Spheres nesse grupo de pacientes", disse Nigel Lange, CEO da Sirtex Medical Europe, cuja empresa controladora, a Sirtex Medical Limited, desenvolveu e continua a estudar novos usos das microesferas SIR- Spheres de resina de Y-90 no tratamento de tumores do fígado.

O que é radioterapia interna seletiva (SIRT)?

A radioterapia interna seletiva (SIRT) é um procedimento não cirúrgico, no qual o radiologista intervencionista usa um cateter direcionado, através de uma incisão na artéria femoral do paciente, para fazer um tratamento com milhões de microesferas radioativas (mais de 30 milhões de microesferas de resina revestidas com o ítrio-90 radioativo, no caso das microesferas SIR-Spheres), diretamente nas ramificações da artéria hepática (fígado). As microesferas são carregadas pelo fluxo sanguíneo através das artérias até as pequenas veias que nutrem os tumores no fígado, onde elas finalmente ficam presas devido ao seu tamanho, e liberam altas doses de radiação beta diretamente nos tumores. Como a radiação interna é levada diretamente para os tumores, os pacientes podem receber doses de radiação muitas vezes maiores do que é possível com a radiação externa por feixes.

Sobres as microesferas SIR-Spheres:

As microesferas SIR-Spheres de resina de Y-90 foram aprovadas para uso na Austrália, Estados Unidos da América (aprovação da FDA PMA), União Europeia (Marcação CE), Argentina (ANMAT), Suíça, Turquia e diversos outros países na Ásia, tais como Índia e Cingapura. Além disso, as microesferas SIR-Spheres de resina de de Y-90 são fornecidas em países como Hong Kong, Israel, Malásia, Nova Zelândia, Taiwan e Tailândia. As microesferas SIR-Spheres de resina de Y-90 são indicadas nos Estados Unidos para o tratamento de tumores do fígado metastáticos irreversíveisdo câncer colorretal primário, em combinação com quimioterapia intra-arterial hepática, usando floxuridina. As microesferas SIR-Spheres de resina de Y-90 são indicadas para o tratamento de tumores do fígado não operáveis na Austrália, União Europeia, Argentina, Brasil e diversos países na Ásia, tais como Índia e Cingapura.

A Sirtex Medical Limited (ASX: SRX) é uma empresa global da área da saúde, sediada na Austrália, que se dedica a aperfeiçoar os resultados do tratamento de saúde em pessoas com câncer. Atualmente, nosso principal produto é uma radioterapia dirigida para câncer do fígado, chamada microesferas SIR-Spheres de resina de Y-90. Aproximadamente 55.000 doses foram aplicadas no tratamento de pacientes com câncer de fígado, em mais de 900 centros médicos, em mais de 40 países. Para mais informações, por favor, visite http://www.sirtex.com.

SIR-Spheres® é uma marca comercial registrada da Sirtex SIR-Spheres Pty Ltd.

Referência:

  1. Ferlay J, Soerjomataram I, Ervik M et al. Globocan 2012. v1.0, Cancer Incidence and Mortality Worldwide (Incidência do Câncer e Mortalidade no Mundo): IARC CancerBase No. 11 [Internet]. Lyon, França: Agência Internacional para a Pesquisa do Câncer; 2013. Disponível em: http://globocan.iarc.fr , acessado em 16/Março/2016.

Para mais informações:
Download de imagens, informações básicas, um vídeo sobre modo de ação e outros matérias de suporte estão disponíveis online emhttp://www.sirtex.com/eu/newsroom/.

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FONTE Sirtex Medical Europe GmbH

Mobile Marketing e o Uber no setor da saúde [Infográfico]

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A palavra mobilidade representa hoje muito mais do que simplesmente algo que podemos levar de lá pra cá. Isso porque a internet nos trouxe uma revolução tão transformadora que tomou conta dos nossos celulares e com eles podemos realizar qualquer tipo de tarefa com toda a praticidade onde quer que estejamos.

Tudo que você leu até agora não passa de observações do nosso cotidiano. Não é nenhuma novidade que o celular traz a onipresença e aumenta a capacidade de compartilhar informação que o internauta não quer mais largar. Por isso quem não se adaptar ao mobile pode ficar para trás.

Uber vem entrando aos poucos no setor da saúde

A Medstar em parceria com o aplicativo Uber lançou o “Ride with Uber”. O projeto que seria em português “Carona com Uber” tem exatamente essa proposta: levar um paciente com agendamento até o hospital.

Quando o paciente marca a consulta ou qualquer outro tipo de atendimento em algum MedStar de Baltimore, Washington DC, Virginia ou Maryland, ele pode também agendar a sua corrida de Uber até essa mesma consulta.

Serviços já existentes no Uber permanecem durante o processo, como saber o tempo de espera até o carro buscar o paciente e o quanto ele vai pagar pela corrida antes mesmo dela começar. Além desses serviços o Ride With Uber avisa ao paciente do seu agendamento com a antecedência escolhida por ele no hora em que estava marcando.

Esse infográfico traz, em alguns números, fatores interessantes que podem fazer você querer trazer sua plataforma para o mobile agora mesmo.

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O infográfico mostra que o usuário compartilha o dobro no celular do que em um computador tradicional, por isso afirma que ao virar mobile uma empresa deve alinhar sua interface para ser agradável também a uma tela de celular, além claro de sempre alinhar o target ao conteúdo e a relevancia.

“Protocolos de Gestão de Qualidade” é tema de palestra no Hospital Israelita Albert Einstein

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O Ensino Einstein, unidade do Hospital Israelita Albert Einstein no Rio de Janeiro, vai promover, dia 31 de março, às 12h, uma palestra gratuita sobre “Protocolos de Gestão de Qualidade”, com o Dr. Antônio Capone Neto, Gerente Médico de Segurança do Paciente do Einstein. O encontro é aberto a profissionais e estudantes da área da saúde, médicos, gestores hospitalares e interessados em gestão da qualidade. As inscrições podem ser feitas no site da instituição e as vagas são limitadas.

Na ocasião, Dr. Antônio vai falar sobre o Triple Aim, conceito criado nos anos 80 pelo Institute for Healthcare Improvement (IHI) e que vem sendo propagado fortemente no Brasil pelo Einstein. A questão central está baseada na missão de melhorar a saúde e os sistemas de saúde ao redor do mundo, com foco na experiência do paciente, na saúde populacional e na redução de custos per capita.

O evento é o segundo de uma série de dez encontros que acontecerão quinzenalmente na unidade sobre diversos assuntos relacionados à saúde. As conferências abrem espaço para perguntas e conversas após o término de cada debate, além de oferecer aos participantes um brunch e espaço para networking com palestrantes e coordenadores. A programação completa está disponível no site.

O Fórum de Saúde Einstein – Rio é uma realização do Ensino Einstein, primeira unidade de educação do Hospital Israelita Albert Einstein fora de São Paulo. O espaço tem como objetivo garantir um ambiente permanente de palestras, permitindo a troca de conhecimento entre grandes profissionais da área da saúde e o público.

Serviço:

Fórum de Saúde Einstein – Rio

Palestra “Protocolos de Gestão de Qualidade”

De 31 de março de 2016 (Quinta-feira), às 12h

Local: Unidade de Ensino Einstein Rio de Janeiro

Endereço: Rua do Passeio, 42, Centro, Rio de Janeiro - RJ

Inscrições gratuitas:http://apps.einstein.br/ensino/arquivos/inscricao-forum-de-saude-einstein-rio-2-edicao/index.html

Vagas limitadas

Iniciativa da Kaiser Permanente promete revolucionar a experiência do atendimento

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“Como uma organização pode criar uma experiência holística a um paciente, mostrando respeito e compaixão ao paciente e ao mesmo tempo entregar toda a informação médica que ele precisa?” É uma pergunta feita pelo CEO da Kaiser Permanente, Bernard Tyson.

Nessa semana a Kaiser Permanente anunciou novo centro de saúde em Manhattan Beach na Califórnia e ainda que em 18 meses vão construir mais 10 centros no sudeste da Califórnia. Tudo isso com a proposta de inovar o atendimento ao paciente e a sua experiencia durante esse processo.

A empresa de saúde promete entregar a informação necessária em um atendimento médico mais pessoal e mais humanitário. Para a Kaiser o negócio de saúde tem sido cada vez mais sobre entregar ao paciente as referências e fatores mais importantes da própria saúde e cada vez menos sobre a cura de uma doença propriamente dita.

Além disso a organização trabalha para descentralizar hospitais e o atendimento médico generalizado, nivelando a comunidade com esse tipo de serviço. Tornando mais todo o procedimento mais prático e acessível, além da ambientação física do espaço.

“Na cultura do tratamento médico, ou o paciente está ativo ou não está, está totalmente fora”. explica Bernard Tyson. “Nós estamos convidando o paciente a ficar um pouco mais, não é sobre uma visita para consertar um problema e sim sobre o cuidado diário e preventivo dos pacientes”.

ADJ Diabetes Brasil alerta sobre a falta de medicamentos

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Desde o início de março, a ADJ Diabetes Brasil tem recebido reclamações diárias de vários associados que vão às unidades dispensadoras do município e do estado de São Paulo e não conseguem retirar os medicamentos e insumos.

Estão faltando tiras reagentes para medição de glicemia, medicamentos, lancetas e seringas. A ADJ inclusive recebeu reclamação em dezembro de falta de medicamento de alto custo, cuja dispensação ainda não foi regularizada.

E é importante salientar que se a pessoa não realiza a automonitorização e a aplicação ou ingestão de medicamentos, acarretará um quadro de cetoacidose, situação que levará a uma descompensação do controle da glicemia por falta de medicação, que se não tratado, poderá levar a complicações, como também ao coma, e consequentemente ao falecimento.

A promotora de turismo Luciana Canto, mãe do Bruno Canto, com diagnóstico de diabetes há 7 anos, relata “desde o mês passado, não recebemos fitas para realização da automonitorização. Por ter diabetes tipo 1 e ser um adolescente, ele precisa fazer a monitorização no mínimo 6 vezes ao dia. As funcionárias da Unidade não têm previsão de entrega. Por isso, já entrei em contatos com amigos, que me doaram algumas caixinhas de fitas”.

A estudante Larissa Martins Rodrigues, com 18 anos, está sem a insulina Levemir, desde dezembro. “Não tenho a menor ideia de como eu faço para ter o produto. Estou usando o final da insulina e não sei o que vou fazer, quando terminar”.

A Lei Federal nº 11.347/2006 e a Portaria Ministerial nº 2.583, de 10/10/2007, garantem às pessoas com diabetes o fornecimento gratuito dos insumos para controle de glicemia, mensalmente.

Pelas redes sociais, soubemos de várias pessoas que têm tido o mesmo problema em outros estados.

AbbVie e Boehringer Ingelheim Anunciam Colaboração Global

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• O chamado anticorpo ante-IL -23 (conhecido em fase de pesquisa como BI 655066), agora em estudo de Fase 3 para psoríase, demonstrou, em estudos de Fase 2, maior eficácia do que ustequinumabe (um anticorpo monoclonal humano interleukin, para tratamento de pacientes com psoríase). Tem também potencial para se tornar o melhor em sua classe de tratamento para psoríase, com estudos de fase 2 adicionais para doença de Crohn, artrite psoriásica e asma. O perfil de segurança observado é compatível com a classe IL-23.

• Por este acordo, a AbbVie também ganha os direitos sobre o anticorpo ante-CD 40, atualmente em desenvolvimento de Fase 1, sendo que os próximos passos de desenvolvimento clínico serão liderados pela Boehringer Ingelheim.

• A AbbVie atualiza sua previsão de seus ganhos por ação para 2016, para refletir os custos de desenvolvimento de fase 3

North Chicago, EUA, e Ingelheim, Alemanha, Março de 2016 – A AbbVie e a Boehringer Ingelheim anunciaram colaboração global para desenvolver e comercializar o composto BI 655066, um anticorpo monoclonal biológico anti-IL-23 em desenvolvimento de estudo de fase 3 para o tratamento de psoríase. A AbbVie e a Boehringer Ingelheim também avaliam o potencial desta terapia biológica para doença de Crohn, artrite psoriática e asma.

Além do anticorpo ante-IL-23, a AbbVie ganha os direitos sobre o anticorpo ante-CD-40, conhecido nesta fase de pesquisa como BI 655064, atualmente em desenvolvimento de fase 1. A Boehringer Ingelheim irá continuar com a responsabilidade de ampliar o desenvolvimento do BI 655064 e a AbbVie pode escolher avançar no programa depois de completar determinadas etapas e obtenção de determinados resultados clínicos não revelados.

“Esta colaboração posiciona o BI 655066 como um composto importante da AbbVie em psoríase, complementando nosso portfólio robusto de compostos em pesquisa em imunologia”, afirmou o médico Michael E. Severino, vice-presidente executivo e chefe científico da AbbVie.

“Nossa experiência em desenvolver e comercializar o biológico que é líder mundial, combinada com o sucesso clínico da Boehringer Ingelheim, irá nos permitir oferecer aos pacientes um nova opção de tratamento”.

“Nossas equipes de Pesquisa & Desenvolvimento em Imunologia têm nos trazido, com sucesso, compostos com potencial para transformar a forma como doenças autoimunes são tratadas. Acredito que a colaboração com a AbbVie é a melhor forma de assegurar amplo acesso dos pacientes aos compostos BI 655066 e BI 655064,” afirmou Dr. Michel Pairet, Membro do Conselho Diretivo responsável pela Pesquisa & Desenvolvimento não clínica na Boehringer Ingelheim.

“Nossa companhia continua fortemente comprometida em estabelecer a imunologia como nossa área central de negócios e em construir nosso desenvolvimento nesta importante área terapêutica”.

Estudos comparativos recentes com pacientes com psoríase de placa, de moderada a grave, mostrou que o BI 655066 apresentou maior eficácia do que o ustequinumabe1, tratamento comumente utilizado para esta doença de pele que pode ser fatal. Depois de nove meses, 69 por cento dos pacientes com psoríase de placa, de moderada a grave, manteve a pele livre, ou quase, das lesões (índice PASI 90), com BI 755066, no grupo que recebeu a dose mais alta, contra 30 por cento de pacientes tratados com ustequinumabe1.

Os pacientes também obtiveram essa “limpeza” da pele de forma mais rápida (duas semanas contra 16 semanas) e por dois meses a mais (mais de 32 semanas versus 24 semanas) do que aqueles tratados com ustequinumabe. Além disso, a limpeza total da pele (índice PASI 100) foi mantida depois de nove semanas por quase três vezes mais, em porcentagem, nos pacientes tratados com BI 655066 do que nos pacientes tratados com ustequinumabe (43 por cento versus 15 por cento).1

Dados adicionais obtidos de uma análise pré-definida, refletindo a meta primária em 12 semanas está apresentada abaixo1:

* Tabela anexada

Em 12 semanas

Tratamento

(tamanho da amostragem) PASI 90

Meta primária PASI 100

BI 655066, em dose única de 18 mg (n=43) 32.6%

(P=0.4667) 14.0%

(P=0.6497)

BI 655066 90 mg (n=41) 73.2%

(P=0.0013) 41.5%

(P=0.0178)

BI 655066 180 mg (n=42) 81.0%

(P<0.0001) 50.0%

(P=0.0011)

Ustequinumabe 40.0% 17,5%

Valores P versus ustequinumabe

Dose de 18 mg é dose administrada de uma vez na semana 0. Todos outros tratamentos administrados na semana 0, 4 e 16; última observação incluída no Conjunto Completo de Análise.

O BI 655066 é administrado por meio de injeção subcutânea e é geralmente bem tolerado no tratamento de 12 semanas no estudo de Fase 2. Eventos adversos sérios foram relatados por pacientes no grupo tratado com 18 mg (7.0 por cento) e no grupo tratado com ustequinumabe (2.5 por cento), enquanto não foram reportados efeitos adversos graves nos grupos tratados com 90 mg e 180 mg. Um paciente descontinuou o tratamento no grupo tratado com 18g de BI 655066. Os efeitos adversos mais comuns entre todos os grupos tratados com BI 655066 foram resfriado comum e dor de cabeça, entre 7.3 e 11.6 por cento entre todos os grupos, e 2.4 a 7.0 por cento, respectivamente. O efeito adverso mais comum com ustequinumabe incluiu resfriado, dor e vermelhidão no local da injeção, infecção na garganta e mialgia; cada um ocorrendo em 5.0 por cento dos pacientes.

O BI 655066 está em desenvolvimento de Fase 2 para doença de Crohn e asma e prestes a entrar em desenvolvimento de Fase 2, para artrite psoriásica. O BI 655066 bloqueia seletivamente a IL-23, uma proteína importante no processo de inflamação da pele, que está associada à super atividade do sistema imunológico e é um dos principais fatores de desencadeamento da psoríase.

Mais de 100 milhões de pessoas sofrem de psoríase, uma doença crônica, sistêmica e autoimune, que se manifesta na pele, por meio de escarras, e pode resultar em grave desconforto e incapacidade física.2

Termos Financeiros

Pelos termos do acordo de licenciamento, a AbbVie fará um pagamento inicial antecipado de US$ 595 milhões. A Boehringer Ingelheim será elegível para receber determinados pagamentos por marcos regulatórios alcançados com a terapia e por desenvolvimentos adicionais, além de royalties por vendas líquidas. No período inicial, as companhias vão compartilhar a responsabilidade pelo desenvolvimento futuro do BI 655066. A AbbVie será unicamente responsável pela comercialização do BI 655066, enquanto a Boehringer Ingelheim irá deter uma opção de co-promover o composto em asma. As companhias irão também estabelecer um comitê conjunto para o desenvolvimento e para a fase inicial de comercialização.

A transação está sujeita às condições usuais de conclusão sob o Ato Hart-Rondino Antitrust Improvements.

A AbbVie espera que esta transação seja diluída em aproximadamente US$ 0.08 em nossos ganhos por ação em andamento em 2016, como resultado do investimento contínuo em programas clínicos para BI 655066, incluindo programa de Fase 3 para psoríase.

Sobre BI 655066

O BI 655066 seletivamente bloqueia a IL-23, uma proteína chave envolvida no processo inflamatório da pele, que está associado a um sistema autoimune super ativo e é um dos principais fatores para o desencadeamento da psoríase.

Nota: O BI 655066 não está aprovado pelas autoridades regulatórias e seus perfis de segurança e eficácia estão sendo pesquisados.

Sobre BI 655064

O BI 655064 é um anticorpo antagonista ante-CD40. O sinal CD40-CD40L pode desempenhar um papel importante em doença autoimune, como lúpus, doença de Crohn e retocolite ulcerativa.

Nota: O BI 655064 não está aprovado pelas autoridades regulatórias e seus perfis de segurança e eficácia estão sendo pesquisados.

Boehringer Ingelheim

O grupo Boehringer Ingelheim é um das 20 maiores companhias farmacêuticas do mundo. Com sede em Ingelheim, Alemanha, a Boehringer Ingelheim opera globalmente com 146 afiliadas e um total de mais de 47.700 funcionários. O foco da companhia familiar, fundada em 1885, é pesquisar, desenvolver, produzir e comercializar novas medicações de alto valor terapêutico para medicina humana e veterinária. A responsabilidade social é um elemento importante da cultura corporativa da Boehringer Ingelheim, a qual inclui envolvimento mundial em projetos sociais, como a iniciativa “Fazendo Mais pela Saúde” e cuidados com os funcionários. Respeito, oportunidades iguais e conciliação da carreira e vida familiar forma a base da cooperação mútua. Em tudo que faz, a companhia foca na proteção e sustentabilidade ambiental.

Em 2014, a Boehringer Ingelheim apresentou vendas líquidas de cerca de 13.3 bilhões de euros. Os gastos com P&D correspondem a 19.9 por cento de suas vendas liquidas.

Para mais informações, acesse www.boehringer-ingelheim.com

Sobre a AbbVie

A AbbVie é uma companhia biofarmacêutica global, que tem a pesquisa como base e foi formada em 2013, a partir de sua separação da Abbott. A missão da companhia é usar seu conhecimento, equipe dedicada e abordagem única em inovação, para desenvolver e comercializar terapias avançadas que atendam necessidades de algumas das doenças mais complexas e sérias do mundo. Junto com sua subsidiária Pharmacyclics, a AbbVie emprega mais de 28.000 pessoas em todo o mundo e comercializa seus medicamentos em mais de 170 países. Para mais informações sobre a companhia, sua equipe, portfólio e compromissos, acesse www.abbvie.com. Siga @abbvie no Twitter ou conheça nossas oportunidades de carreira em nossas páginas no Facebook ou LinkedIn.

No Brasil, a AbbVie iniciou suas operações no começo de 2014 e atualmente tem cerca de 400 colaboradores. Suas áreas de atuação incluem imunologia, neonatologia, virologia, anestesiologia, endocrinologia e nefrologia. Atualmente, entre suas diversas áreas de especialidade, a AbbVie desenvolve estudos clínicos, que incluem mais de 1900 pacientes e mais de 95 centros de pesquisa.

Acompanhe ao vivo a Teleconferência: Resultado do 4T15 da Profarma

SÃO PAULO, 23 de março de 2016 /PRNewswire/ -- A Profarma Distribuidora de Produtos Farmacêuticos S.A. (BM&FBOVESPA: PFRM3) tem o prazer de convidá-lo para participar da nossa teleconferência sobre o resultado do 4º trimestre e ano de 2015.

Os resultados serão divulgados hoje, 23 de março de 2016, após o encerramento do pregão da BM&FBOVESPA

Teleconferência dos resultados:

Data: 24 de março de 2016
Senha de acesso: Profarma

Português com tradução simultânea
14h00 (Horário de Brasília)
13h00 (Horário de Nova York)

(55-11) 3193-1001
(55-11) 2820-4001
(1-888) 700-0802 (toll free dos EUA)
(1-786) 924-6977 (outros países)

Para acompanhar o evento pela internet acesse: https://www.profarma.com.br/ri/

Apresentação:

Sammy Birmarcker
CEO (Chief Executive Officer)

Max Fischer
CFO (Chief Financial Officer) e Diretor de Relações com Investidores.

Sobre a Profarma

A Profarma Distribuidora de Produtos Farmacêuticos S.A atua há 55 anos na distribuição de produtos farmacêuticos, higiene pessoal e cosméticos, nos mais populosos estados brasileiros. Desde 2013, após a aquisição das redes de varejo Drogasmil / Farmalife e Tamoio, se tornou um dos maiores distribuidores mistos da América Latina e o maior do País. Com 11 Centros de Distribuição, a Profarma comercializa aproximadamente 18 milhões de unidades por mês e atende a cerca de 33 mil pontos de venda. No varejo farmacêutico, se tornou a 10ª maior rede do Brasil com 129 lojas no Rio de Janeiro. Cobrindo uma área geográfica que representa aproximadamente 96% do mercado consumidor de produtos farmacêuticos do Brasil, a Profarma, com sua equipe especializada e comprometida, busca tornar-se o maior e mais rentável distribuidor misto de produtos farmacêuticos no Brasil por meio de resultados consistentes e sustentáveis, mantendo baixos custos operacionais, fortalecendo suas vantagens competitivas e maximizando valor para os acionistas. Por meio de Joint Venture com 50% de participação da Profarma e 50% AmerisourceBergen – uma das maiores empresas de distribuição farmacêutica do mundo -, a Profarma Specialty Group atende tanto prestadores de serviços de saúde quanto indústrias farmacêuticas e de biotecnologia – centraliza os negócios hospitalar, vacinas, dermatológicos e produtos especiais por meio das empresas Profarma Specialty e Arpmed.

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FONTE Profarma Distribuidora de Produtos Farmaceuticos S.A.

Será que a Apple é capaz de revolucionar a saúde?

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Não é de hoje que a companhia de Cupertino, Califórnia adquiriu o costume de nos surpreender e de revolucionar mercados. O iPod revolucionou o mercado de tocadores de música; a Apple Store mudou completamente o ramo da música; o iPhone quebrou paradigmas da telecomunicação, nos introduzindo ao mundo dos smartphones e criando uma legião de verdadeiros fãs da marca, colocando a empresa dentre as mais valiosas do mundo.

Mas será que a Apple conseguirá retribuir o favor e cuidar bem da saúde de seus seguidores? Foi com esse pensamento que, nessa segunda feira, em seu evento anual, Tim Cook, CEO da Apple, anunciou que a saúde é uma das preocupações da gigante tecnológica desde o ano passado, quando lançou seu ResearchKit, uma ferramenta que permite realizar pesquisas clínicas através dos tablets e celulares Apple. Através dessa plataforma foi possível atingir alguns feitos inimagináveis, como a maior pesquisa sobre a Doença de Parkinson da história, em apenas 24 horas.

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Com o sucesso do ResearchKit, a companhia percebeu que podia coletar e disponibilizar informações sobre a saúde dos seus usuários. Para tanto, foi criado o CareKit, uma plataforma para desenvolver aplicativos que emponderem as pessoas, para que elas possam tomar uma posição ativa em relação aos seus cuidados de saúde.

Com os aplicativos criados através do CareKit, será possível coletar dados através dos sensores do celular e do Apple Watch, permitindo acompanhar a progressão de uma doença, avaliar de forma dinâmica os resultados de tratamentos, mostrar a familiares e amigos os avanços conquistados no caminho da cura e, principalmente, compartilhar essas informações valiosas com o médico responsável pelo tratamento.

A Apple dá um passo gigante em direção ao futuro da medicina, um futuro que já vinha sendo pavimentado com o “boom” dos wearables e seus aplicativos de monitoramento e bem estar. A diferença é que essa nova plataforma é aberta para que quaisquer hospitais, clínicas ou startups criem suas soluções e ajudem cada vez mais pessoas a cuidar melhor de sua saúde.

Centros de referência ao redor do mundo, como a Universidade Johns Hopkins, já se comprometeram em desenvolver e utilizar as soluções criadas com o CareKit. Se estamos presenciando uma revolução, só o tempo irá dizer, mas a Apple fez novamente aquilo que faz de melhor: ergueu a barra. Dessa vez, o alvo foi a saúde digital. Quem agradece são os pacientes, que passarão a ter um poderoso recurso de saúde, dentro de seus bolsos.

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Nuvem na Saúde: saiba o momento certo de aderir

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A adesão da computação em nuvem pelo segmento de saúde sempre desperta debates, alguns gestores ficam receosos quanto à disponibilidade, enquanto outros ainda temem pela segurança das informações. Entretanto, uma pesquisa divulgada pelo instituto MarketsandMarkets estima que o mercado de cloud computing no setor de saúde deve atingir US$ 5,4 bilhões em investimentos, no mundo, até o ano que vem. O Brasil, mesmo que num ritmo lento, deve acompanhar as previsões para mercado mundial e aderir à nuvem na saúde.

Incorporar uma inovação, em qualquer segmento, sempre é um processo lento, pois existe a preocupação em evitar riscos e não comprometer a imagem da organização e sua relevância no mercado. Porém, a computação em nuvem já deixou de ser novidade, ela já faz parte do nosso dia a dia e tem conquistado cada vez mais espaço.

Os principais players do segmento de saúde já estão aderindo à nuvem, antecipando uma tendência que é irreversível. Para minimizar o impacto da migração, a estratégia é começar a usar a nuvem na saúde aos poucos.

Por que aderir à nuvem na saúde

O momento certo para aderir à nuvem na saúde é agora, quando ainda é possível migrar apenas algumas sistemas ou serviços, que não impactam diretamente a operação do negócio. A nuvem na saúde trará cada vez mais facilidades para gestores, médicos e pacientes, por isso é importante começar a se familiarizar o quanto antes. Quando chegar o momento de aderir definitivamente ao prontuário eletrônico do paciente, os profissionais envolvidos já terão os conhecimento básicos sobre o funcionamento da tecnologia. A tendência é que, cada vez mais, essa realidade faça parte do cotidiano da saúde. Depois de experimentar essas facilidades ninguém vai querer retroceder, pelo contrário, quem não oferecê-las pode perder espaço no mercado.

Como migrar para o uso da nuvem na saúde

Para minimizar o impacto da migração dos datacenters tradicionais para a nuvem, a recomendação é que a transição seja gradativa. Como já falamos, escolha migrar primeiro os recursos mais simples, como e-mails, website e backups, por exemplo, e aos poucos vá migrando outros serviços. Quando chegar o momento de migrar o sistema principal para nuvem, os gestores e a equipe já terão experiência no uso do modelo cloud e terão mais confiança em usá-lo. Já que a utilização da nuvem na saúde é uma tendência irreversível, não deixe para a última hora, comece já a usufruir desse recurso. Converse com a sua equipe de TI e, se preciso, busque a orientação de consultores especializados, eles podem comprovar os benefícios da tecnologia em nuvem.

Conheça os três principais métodos de verificação de temperatura

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Um dos grandes desafios da indústria farmacêutica e de saúde no Brasil é o transporte adequado de medicamentos, insumos farmacêuticos e hemoderivados. Isso porque esse tipo de produto requer temperatura controlada durante todo o trajeto, já que qualquer procedimento inadequado implica risco para a saúde da população e prejuízo para a indústria.

Pensando nisso, Ricardo Racaneli, especialista em equipamentos do Grupo Polar, maior fabricante do País no segmento de produtos refrigerantes para transporte de insumos que requerem tempo e temperatura controlados, listou as principais técnicas e métodos disponíveis no mercado que possibilitam a validação da temperatura da carga no momento da entrega.

_ROC_0223_kit validado 20l c produtos e com dataloger“Basicamente, existem três métodos de verificação de temperatura para esse processo e cada um deles tem pontos positivos e negativos. O que definirá o método ideal são as características técnicas de cada equipamento de medição da temperatura e a sensibilidade do produto que estiver sendo recebido. Um procedimento que, aparentemente, é simples pode se tornar muito problemático se não observarmos estas características”, explica.

Conheça os três principais métodos de validação de temperatura:

Medição de temperatura com contato e histórico

Este é o método que leva mais tempo, porém é o mais seguro. Não deve ser utilizado apenas para o recebimento, mas sim durante todo o transporte. Conhecido como datalogger ou registrador de temperatura (imagem no início do texto), esse tipo de termômetro, que por possuir memória interna, permite que o usuário tenha um histórico da temperatura registrada da embalagem, por todo o tempo do trajeto até a entrega.

O uso é recomendado mesmo que a embalagem tenha sido qualificada, pois existem muitos fatores humanos durante o processo de transporte, como medições, ambientações, tempo de congelamento e manipulação de insumos que, às vezes, deixam de ser feitas adequadamente e podem mudar o comportamento da embalagem, ocasionando menor tempo de vida útil. Assim, para garantir que tudo esteja de acordo, além da qualificação, é importante que seja feito um acompanhamento com um datalogger para evitar qualquer tipo de questionamento referente à qualidade. Vale lembrar que quem deve colocar o datalogger para monitorar a carga é quem envia a mercadoria e não quem está recebendo o produto.

Medição de temperatura com contato

É realizada com termômetros de contato, ou seja, têm a necessidade de estar com contato com a superfície que se quer medir. Este método não é instantâneo como no caso do pirômetro, mas é muito mais preciso. Neste caso, o erro, geralmente, é de no máximo de ±0,5° C. Em alguns casos, estes equipamentos podem medir a temperatura em menos de 20 segundos e apresentar um erro inferior a ±0,003°C, o que é muito preciso.

No entanto, vale lembrar que todo o tipo de termômetro (inclusive pirômetro) precisa estar calibrado. Desta forma, é importante exigir o certificado de calibração emitido por um laboratório membro da RBC (Rede Brasileira de Calibração), pois os que são apenas rastreados não são auditados pelo INMETRO e, neste caso, a responsabilidade por auditar os métodos de calibração acabam ficando por conta da empresa ou indústria.

Medição de temperatura sem contato

É feita com pirômetros, termômetros infravermelhos que, geralmente, parecem uma pistola com uma mira laser. Vale ressaltar que o laser nada mais é do que uma mira de referência e não é ele que mede a temperatura.

Esta técnica é muito boa para medir de maneira rápida e prática a temperatura em locais de difícil acesso ou perigosos. Por exemplo, um quadro elétrico de alta tensão ou em uma siderúrgica. Não é um método de alta precisão mas pode ser considerado uma ótima referência para aplicações pouco exigentes (baixa criticidade). Isso porque o pirômetro possui um erro muito maior do que os demais tipos de termômetros comumente utilizados no mercado, pois não mede a temperatura diretamente e depende de certas “regulagens” referentes ao material a ser medido.

O erro com estes instrumentos é geralmente de 3%, ou mais, do fundo de escala. Isso significa que se o equipamento medir uma faixa de -50º C a +250° C o erro dele pode chegar, se considerarmos 2%, a uma diferença de ±6° C. Se considerar 3% pode chegar a ±9° C.