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Reunião dia 31, na sede da SBOT, deverá fechar a lista de convidados internacionais para o 48º CBOT

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O presidente do 48º Congresso Brasileiro de Ortopedia e Traumatologia, Francisco Nogueira, e o diretor-científico do Congresso, Flávio Faloppa, e o presidente da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, Luiz Munhoz da Cunha, se reúnem na semana que vem, dia 31 de março, na sede da SBOT, em São Paulo para, juntamente com diretores da entidade e demais envolvidos na organização do evento fecharem a programação científica e definirem quais os convidados internacionais para o Congresso, que será em Belo Horizonte, no final do ano.

O presidente do evento ressalta que a difícil situação econômica do País e a alta do dólar tornaram mais difícil que o ortopedista possa participar de congressos no exterior. Por isso é mais importante do que nunca que os convidados internacionais sejam especialistas que estão à frente das pesquisas e da evolução recente da tecnologia, para que os médicos brasileiros possam acompanhar e discutir os recentes e constantes avanços da Medicina na área de Ortopedia e de Trauma.

O diretor-científico do 48º CBOT, Flávio Faloppa, reitera essa disposição de uma escolha cuidadosa dos convidados, para que no CBOT sejam apresentados “os mais recentes avanços na área músculo-esquelética. Principalmente as pesquisas voltadas à engenharia de tecidos e células-tronco para tratamento de lesões degenerativas relacionadas às articulações”, mas igualmente as importantes pesquisas para retardar o envelhecimento e preservar a cartilagem. Isso é vital, “para um País como o Brasil, que assiste ao rápido envelhecimento da sua população, com milhões de pessoas necessitando e merecendo garantir uma boa qualidade de vida mesmo com o avanço da idade”.

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48º Congresso Brasileiro de Ortopedia e Traumatologia

Local: Belo Horizonte/MG

Datas: 17 a 19 de novembro de 2016

Informações: http://cbot2016.com.br/

Uso de terapias-alvo no combate ao câncer de estômago

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As estatísticas mundiais apontam o câncer de estômago como a terceira causa de morte relacionada ao câncer no mundo. No Brasil, de acordo com o Instituto Nacional de Câncer José Gomes da Silva – Inca, ocorreram mais de 20.000 novos casos em 2014, o que a coloca como a quinta neoplasia maligna de maior incidência, sendo a quinta causa de morte relacionada ao câncer.

Os tratamentos oncológicos evoluem e a Rede Mater Dei de Saúde acompanha e investe em terapias inovadoras que aumentam a expectativa de vida e as chances de remissão e de cura do câncer. A tendência é conduzir o tratamento especificamente às células doentes, chamado de terapia dirigida ao alvo ou, simplesmente, terapia alvo.

Neste sentido, o uso de medicamentos com anticorpos monoclonais representa o principal avanço no tratamento do câncer de estômago, dos últimos anos. “Anticorpos monoclonais são macromoléculas sintetizadas em laboratório com o objetivo de inibir proteínas-chave na proliferação do tumor. Até o momento, foram elaborados anticorpos monoclonais voltados para a proteína HER2 (Trastuzumabe) e proteína VEGFR2 (Ramucirumabe), que são proteínas-chave na proliferação do câncer de estômago. Uma vez que estas proteínas são inibidas, o crescimento tumoral também fica suprimido”, explica o oncologista da Rede Mater Dei de Saúde, Alexandre Jácome.

Para o médico o reconhecimento de diferentes subtipos moleculares da doença abre enormes perspectivas no tratamento do câncer de estômago, e também merece destaque.

“O câncer é uma doença heterogênea, e os avanços terapêuticos da doença somente têm sido possíveis com o reconhecimento desta heterogeneidade. Recentemente, foram descritos os subtipos distintos do câncer de estômago, o que permitirá maior individualização do tratamento e, consequentemente, melhores resultados clínicos”, esclarece o médico.

Todos os recursos necessários do diagnóstico até o tratamento do câncer de estômago estão disponíveis na Rede Mater Dei de Saúde para os pacientes. O oncologista Alexandre Jácome conta que “o diagnóstico da doença é realizado pela biópsia gástrica, por meio da Endoscopia Digestiva Alta e o tecido tumoral será analisado pelo Serviço de Patologia, podendo ser necessários estudos adicionais para a pesquisa de alvos terapêuticos”.

Para a realização de exames de estadiamento da doença, avaliação de metástases e reavaliações periódicas, a Rede Mater Dei de Saúde conta com os mais avançados equipamentos de Tomografia computadorizada, Ressonância Magnética e PET-CT.

“Após a realização destes exames, será possível definir a presença de doença localizada ou avançada. Os pacientes com doença localizada serão submetidos à ampla remoção do tumor (gastrectomia + linfadenectomia), sendo que a maioria dos pacientes deve receber quimioterapia e/ou radioterapia em associação ao tratamento cirúrgico. Já os pacientes com doença avançada podem receber o tratamento cirúrgico, mas são tratados, predominantemente, com quimioterapia”, conta o médico.

O oncologista Alexandre Jácome e o coordenador do Centro de Oncologia da Rede Mater Dei de Saúde, Enaldo Melo de Limas, juntamente com outros autores, recentemente tiveram artigos publicados no World Journal of Gastroenterology, sobre o uso de anticorpos monoclonais no combate ao câncer de estomago. A intenção foi elaborar revisões sobre o tratamento sistêmico desse tipo de câncer, seus avanços e perspectivas.

“Esta temática se justifica diante dos importantes estudos clínicos que foram realizados sobre o tratamento quimioterápico e radioterápico nos últimos anos, com a inclusão de anticorpos monoclonais no tratamento da doença. O reconhecimento de distintos subtipos moleculares da doença, por meio, de estudos genéticos merece enorme destaque, por abrir uma promissora perspectiva para o desenvolvimento de novas modalidades terapêuticas”, ressalta Alexandre.

Para Alexandre Jácome, o diagnóstico precoce ainda é o melhor caminho para o tratamento da doença e alerta que o paciente deve procurar avaliação médica diante de sintomas como: sensação de empachamento após as refeições, dor abdominal na boca do estômago, emagrecimento, náuseas e vômitos persistentes, vômitos com sangue, fezes muito escurecidas (semelhante à borra de café) e azia intensa.

O médico ainda dá dicas de como se prevenir do câncer de estômago. “Deve-se evitar alimentos ricos em sal e em nitrosaminas, que são substâncias encontradas em altas concentrações em alimentos defumados e churrascos, e no tabaco. O consumo de frutas, verduras e legumes deve ser estimulado, pois são alimentos que protegem o organismo da doença. Como o principal fator de risco para o câncer de estômago é a infecção pela bactéria Helicobacter pylori, são fundamentais medidas de higiene no manuseio dos alimentos para evitar o contato com o microrganismo”, indica o médico.

Pronto-socorro oncológico

Você sabia que a Rede Mater Dei de Saúde conta com o primeiro Pronto-socorro oncológico de Minas Gerais, e o segundo do país, situado dentro de um hospital geral? Inaugurado em 2015, o pronto-atendimento funciona 24h para emergências oncológicas, adulto e pediátrico, advindas do tratamento ou evolução da doença. Vale ressaltar que o Serviço está aberto para atender a pacientes, com urgência oncológica, que realizam tratamento no Hospital Mater Dei ou em outros locais.

O Serviço integra o novo Centro de Oncologia da Rede Mater Dei de Saúde, situado no Mater Dei Contorno, um dos mais modernos do país. O Centro tem ampla estrutura física com oito consultórios e 54 quartos individuais para infusão quimioterápica e espaço exclusivo para Oncologia Pediátrica.

Centro de Oncologia e Pronto-socorro oncológico da Rede Mater Dei de Saúde

Avenida do Contorno, 9.000 – Barro Preto – Belo Horizonte.

Sepac prevê crescimento de vendas de 30% no mercado fluminense

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A Sepac (Serrados e Paste de Celulose), detentora das marcas de papeis higiênicos Duetto e Paloma, tem a expectativa de aumentar sua participação no mercado fluminense em torno de 30%, pelo segundo ano consecutivo.

“No ano passado realizamos uma alteração estratégica na estrutura comercial, ampliando nossa distribuição numérica que, somada ao aumento da capacidade de produção finalizada em 2014, nos deu fôlego suficiente para atingirmos nossa meta no ano que também era de 30%, para buscarmos uma performance ainda mais arrojada em 2016”, explica João Ferreira Dias Filho, presidente da Sepac.

A empresa adentrou ao mercado fluminense há quatro anos e já está presente nos principais canais de varejo, atacado e em redes associadas. Segundo Dias Filho, além de um preço adequado à qualidade do produto, um dos diferenciais da Sepac está na eficiência logística, traduzida em entregas com média de 48h de prazo, um diferencial no setor.

Sepac – Serrados e Pasta Celulose

A Sepac é uma das maiores indústrias de papel tissue da América Latina. A empresa paranaense é líder de mercado da região Sul do país na comercialização de papéis para fins sanitários. A alta tecnologia implantada em seu parque industrial, localizado em Mallet (PR), e a rede de distribuição reforçam o grande potencial de crescimento. A Sepac tem seus papéis higiênicos, toalhas e guardanapos, distribuídos para as regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e parte do Nordeste do Brasil, e ainda Estados Unidos e países do Mercosul, com as marcas Duetto, Paloma, Maxim e Stylus. Para mais informações acesse: www.sepac.com.br

Mais de 10 Milhões de brasileiros são beneficiados com acesso à medicamento

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A população brasileira enfrenta muitas dificuldades para manter a saúde em dia. Apenas metade das pessoas consegue adquirir todas as terapias que precisa, pelo tempo necessário. Esse é um desafio solitário porque 75% dos medicamentos consumidos no país são comprados com recursos do próprio paciente, sem auxílio do governo, nem da saúde suplementar.

Ciente disso, a indústria farmacêutica busca caminhos para facilitar o acesso da população. O Relatório de Responsabilidade Social da INTERFARMA revela que 67% dos laboratórios associados têm programas de acesso. As iniciativas são divididas em três grupos: ações para população de baixa renda, cooperação com as autoridades para a gestão de recursos na assistência farmacêutica e campanhas para a população.

“A luta por acesso ainda é uma questão preocupante e muito importante no Brasil. Todos precisam agir, inclusive a indústria farmacêutica”, afirma Maria José Fagundes Delgado, diretora da INTERFARMA e responsável pelo relatório.

As ações para brasileiros de baixa renda lideram as iniciativas de acesso, com 67% de adesão. O relatório mostra que aconteceram mutirões, exames gratuitos, distribuição de medicamentos para doenças raras e para hanseníase.

Já as ações de cooperação com as autoridades, presente em 65% das indústrias, gerou parcerias com o Instituto Butantan para a fabricação de vacinas, além do apoio para introdução de imunizantes no Calendário Nacional de Imunização. Há também muitas Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDPs) em andamento, que são os processos de transferência de tecnologia entre as esferas privada e pública.

Por fim, as campanhas de conscientização e prevenção estiveram no planejamento de 63% das indústrias. Foram campanhas para diagnóstico precoce de doenças raras, adesão ao tratamento contra tuberculose, promoção da saúde da mulher, esclarecimentos sobre AVC (Acidente Vascular Cerebral), DMRI (Degeneração Macular Relacionada à Idade), hipertensão pulmonar, esclerose múltipla e câncer. As associadas da Interfarma realizaram ainda ações de conscientização contra diabetes no ambiente escolar e contra cistite, que chega a atingir 50% das mulheres em algum momento da vida.

Ações triplicaram

No total, as participantes do relatório de responsabilidade social investiram R$ 38 milhões em ações socioambientais, sendo R$ 4 milhões dedicados exclusivamente ao meio ambiente. Foram realizadas 2.148 iniciativas de responsabilidade social em 2014, número três vezes maior que o ano anterior.

Metade das participantes é de grande porte, com mais de mil funcionários. Cerca de 30% responde pela faixa entre 201 e mil colaboradores, enquanto o restante tem até 200 empregados. Juntas, as farmacêuticas empregam quase 27 mil pessoas. Todas as empresas têm sede no Brasil, sendo que 86% estão em São Paulo e 14%, no Rio de Janeiro.

“Em 2015, aderimos ao Pacto Global da Organização das Nações Unidas (ONU) – a maior iniciativa de responsabilidade corporativa do mundo. Isso sinaliza o compromisso das empresas de apoiar e aplicar, em suas esferas de influência, um conjunto de 10 princípios relacionados a quatro áreas fundamentais: direitos humanos, relações de trabalho, meio ambiente e combate à corrupção”, afirma Maria José.

A INTERFARMA tem 56 laboratórios associados, dos quais 28 participaram do relatório. O documento completo está disponível no site da Interfarma. Acesse aqui.

Sobre a Interfarma

A Interfarma possui 56 laboratórios associados, responsáveis pela venda de 82% dos medicamentos de referência do mercado e por 33% dos genéricos. As empresas associadas respondem por 43% da produção dos medicamentos isentos de prescrição (MIPs) do mercado brasileiro e por 52% dos medicamentos tarjados - 50% do total do mercado de varejo. As farmacêuticas associadas à Interfarma investem por ano cerca de R$ 38 milhões para realizarem 2.200 ações de responsabilidade socioambiental. O relatório Responsabilidade Social-2015 mostra também que 20% dos funcionários se dedicam a atividades voluntárias, percentual acima da média nacional de 11%.

Unidade da Fanem na Índia tem nova coordenação

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Entrando no quinto ano de atuação em solo indiano, a brasileira Fanem em 2016 está dando um passo à frente em sua operação no país visando aumentar sua participação no mercado. Para conduzir esta nova etapa, Karin Schmidt Rodrigues Massaro, presidente do Conselho assume a coordenação da unidade industrial de Bangalore, na Índia.

A Fanem foi a primeira empresa brasileira de equipamentos médicos a montar uma unidade industrial no país e vem conquistando gradativamente este mercado, vencendo players internacionais em concorrências.

Entre os principais desafios nesta nova fase, estão a adequação de produtos da Fanem a algumas características requeridas pelo mercado local, assim como a identificação de fornecedores alinhados ao reconhecido padrão internacional de qualidade dos produtos da empresa brasileira. Outro objetivo estratégico é ampliar a rede de distribuição para alcançar maior presença geográfica na Índia, o oitavo país do mundo em extensão territorial.

Dra. Karin“Estamos avançando muito bem, a Índia é receptiva aos nossos equipamentos, sobretudo porque está comprometida com a redução da mortalidade infantil. Nossa fábrica recebeu recentemente certificação de boas práticas, essencial para continuarmos este projeto. Agora vamos trabalhar fortemente para obter certificações locais para cada um dos oito produtos que compõem o nosso atual portfólio no país”, explica Dra. Karin Schmidt.

Karin Schmidt Rodrigues Massaro é sócia-diretora da Fanem e Presidente do Conselho, tendo ocupado por quatro anos a diretoria científica. Formada em Medicina é mestre e doutora pela USP em hematologia e moléstias infecciosas e coordenadora do serviço de hematologia do Hospital Santa Catarina, em São Paulo.

Transporte médico: setor carece de mais qualidade e segurança

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“Os padrões internacionais para serviços de transportes médicos ainda são pouco conhecidos no Brasil. Entretanto, a necessidade de melhoria na qualidade e segurança nesse tipo de serviço tem se mostrado cada vez mais relevante”.

A frase é da enfermeira Nancy Yamauchi, autora de diversas publicações na área de saúde e coordenadora de Educação do Consórcio Brasileiro de Acreditação (CBA), associado da maior agência avaliadora da qualidade e segurança em saúde do mundo, a Joint Commission International (JCI).

Segundo ela, uma das maiores contribuições que os padrões de qualidade trazem é a uniformidade na qualidade assistencial, principalmente quando integrado a serviços hospitalares, ambulatoriais, de atendimento domiciliar, de cuidados prolongados, entre outros.

“Padrões contribuem para processos e sistemas mais seguros, consistentes e robustos”, assegura a especialista, defendendo o conceito de acreditação para serviços de transporte, o que pode minimizar incidentes como os já noticiados pela mídia: a queda do paciente durante uma transferência externa e acidentes de trânsito, que podem até levar a perda de uma vida.

“O transporte do paciente é uma etapa extremamente importante para o processo global do cuidado. A qualidade assistencial e a segurança do paciente e da família devem ser demonstradas continuamente”, enfatiza.

O médico Rafael Vinhal da Costa, instrutor em Política Nacional de Urgências, Regulação Médica e Transferências Interhospitalares do Núcleo de Ensino em Urgência do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) do Distrito Federal, diz que apesar do serviço ser de referência, já que sempre desenvolveu projetos inovadores no país, como o das bikelâncias (atendimento feito por ciclistas que permite rápido acesso em situações de emergência em locais de maior concentração de pessoas e difícil acesso por ambulância) e do núcleo de saúde mental, o SAMU/DF integra o Programa de Educação para Melhoria da Segurança e da Qualidade do CBA.

Através dele e com a conquista da acreditação, “o SAMU passará a controlar os riscos de infecção; poderemos monitorar melhor nossos indicadores de saúde e saber se estamos evoluindo nos processos de trabalho. E haverá maior transparência para o usuário do sistema, que terá seus direitos e deveres bem estabelecidos”.

Nancy Yamauchi conta que, para manter padrões de excelência, a JCI regularmente revê seus padrões internacionais de segurança e atualiza seus manuais da qualidade, o que aconteceu no ano passado com o Manual de Padrões de Acreditação para Instituições de Transporte Médico.

“Além de algumas readequações de nomenclaturas, houve a adição do capítulo das Metas Internacionais de Segurança do Paciente (IPSG), que apresenta uma meta específica para instituições de transporte médico, o padrão IPSG.7, que contempla a redução de riscos de acidentes relacionadas a veículos e lesões decorrentes”, fragilidades causadas por equipamentos mal conservados, falta de preparo para enfrentar condições adversas como más condições climáticas, fadiga do condutor do veículo, entre outros.

O intuito, segundo a especialista, é proteger não só os pacientes, mas também a equipe profissional envolvida no transporte.

A coordenadora de Educação do CBA avalia que o Brasil ainda precisa evoluir bastante na qualidade e segurança de seus serviços de transporte:

“Os gestores e líderes responsáveis precisam alinhar esforços para implantar sistemas que minimizem os riscos específicos da área, mapeando os principais processos críticos para a segurança do paciente, do familiar e equipe profissional. Dar condições adequadas de trabalho e capacitação aos profissionais envolvidos e, fazer a gestão adequada de equipamentos, veículos, sistemas de comunicação e infraestrutura são pontos fundamentais. É preciso ainda, monitorar os resultados e estimular a melhoria contínua, além de envolver o paciente e família no processo”.

No Brasil, apenas o serviço de transporte da Amil tem sua qualificação atestada pela JCI. Outro que está em processo para melhoria de qualidade com vistas à acreditação JCI é o SAMU-DF. “Vemos que o Programa de Melhoria da Segurança e da Qualidade é de interesse público. Urge que os gestores se sensibilizem e apoiem os padrões de segurança e qualidade”, sublinha o médico Rafael Vinhal da Costa.

Óculos de realidade virtual e bengala com laser da Delta Medical mudam a vida de pacientes com Parkinson

SÃO PAULO, 22 de março de 2016 /PRNewswire/ -- Voltar a caminhar depois de ter o equilíbrio corporal comprometido pelo avanço da doença de Parkinson parecia um sonho distante para milhares de pessoas que sofrem com a síndrome degenerativa, ainda sem cura. Parecia, pois novas tecnologias estão ajudando pacientes a caminhar com segurança novamente. Chegaram ao mercado brasileiro duas novas ferramentas que agem de formas diferentes, mas têm como pano de fundo uma mesma tendência: o investimento em soluções que aumentem a qualidade de vida dessas pessoas.

Para a comunidade médica, o Andador Virtual GaitAid representa grande avanço. Com uso da tecnologia de realidade virtual aumentada, descoberta em pesquisas realizadas pela NASA, os óculos ajudam o observador a andar e estabilizar seu movimento. Basicamente, eles simulam um caminho virtual que coordena e ritma a passada, desencadeando uma resposta neurológica. Segundo os especialistas, a terapia feita com o uso do dispositivo pode reestruturar o cérebro para contornar as áreas danificadas pela doença de Parkinson, e outros distúrbios do movimento. 

Os benefícios já foram comprovados na prática. O advogado Jayme Cavalcanti convive com o mal há 20 anos. "Depois de duas semanas de uso do equipamento, voltei a andar melhor", diz ele, que treina meia hora por dia, sete dias por semana. "Facilitar o dia a dia dos pacientes é fundamental, pois estamos longe da cura definitiva", afirma o neurocirurgião do Instituto de Psiquiatria do Departamento de Neurologia da Faculdade de Medicina da USP, e um dos maiores especialistas no tema, Erich Fonoff. O artigo sobre estudo feito no HC foi publicado no International Archives of Medicine.

Já a bengala LaserCane, indicada também para diversos doenças neurológicas que afetam a marcha, permite, através de uma linha vermelha projetada no chão, que o paciente dê passos mais longos. "A pista visual incentiva o paciente a interromper os episódios de congelamento, aumentando, assim, o comprimento das passadas", afirma a Dra. Carolina Souza, fisioterapeuta do Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da USP.

Segundo a Organização Mundial de Saúde, cerca de seis milhões de pessoas convivem com a síndrome em todo mundo e a prevalência da doença deve dobrar, em 20 anos, devido ao envelhecimento da população. Os dois equipamentos são comercializados no Brasil pela importadora Delta Medical.

Informações

Fluxo LabCom
Rua Professor João Marinho, 161
Paraíso – São Paulo
(11) 3129-7265 

Delta Medical 
Rua Vaz Muniz, 36 
Água Fria – São Paulo 
(11) 2953-3064

FONTE Delta Medical

Joan Rose, Defensora de Qualidade da Água, ganha Prêmio Stockholm Water 2016

ESTOCOLMO, 22 de março de 2016 /PRNewswire/ -- A professora Joan Rose, EUA, foi premiada com o prêmio Stockholm Water por sua incansável contribuição à saúde pública global; ao analisar riscos para a saúde humana na água e criar orientações e ferramentas para formuladores de políticas públicas e comunidades melhorarem o bem-estar global. 

A professora Joan Rose detém a cadeira Homer Nowlin em Pesquisa sobre a Água na Universidade Estadual de Michigan. Ela dedicou sua vida profissional à qualidade de água e saúde pública, e é uma das principais autoridades mundiais em microbiologia da água.

Ao receber a notícia, ela disse: "Fico muito honrada por ser parte de uma lista com tantos premiados importantes no passado. O Prêmio chama a atenção para as questões mais importantes ao redor da água no século 21 e, para mim, isso é qualidade da água".

Em sua premiação, o Comitê do prêmio Stockholm Water disse: "O nexo da microbiologia relacionada com a água, qualidade da água e saúde pública está tomada pela incerteza teórica e prática. Há poucos indivíduos que podem abordar os desafios cada vez maiores e em transformação para limpar a água e a saúde; da ciência mais moderna e pesquisa original, com a disseminação profissional, lobby legislativo eficiente, orientação profissional e o aumento da consciência geral. Joan Rose é o principal exemplo dessa extraordinária mistura de talentos".

"Sempre fui motivada pelos princípios de saúde pública, como evitar doenças. Uma barreira central, nossa infraestrutura de água, está sendo destruída ou é não existente em muitas partes do mundo. A população global que não tem acesso a esgoto é contada em bilhões", diz a Professora Rose.

"A Professora Rose quer assegurar a saúde de todos os seres humanos e ecossistemas aquáticos. Ela mostrou continuamente grande liderança na transformação do mundo em um lugar melhor", diz o Diretor Executivo da SIWI, Torgny Holmgren.

Joan Rose é a principal autoridade do mundo em Cryptosporidium, mostrando sua grande ocorrência no abastecimento de água em 1988. Em 1993, o micro-organismo afetou mais de 400.000 pessoas, matando 60, em Milwaukee, EUA.

S.M. Rei Carl XVI Gustaf da Suécia, Patrono do Prêmio Stockholm Water, vai entregá-lo a Joan Rose em uma Cerimônia Real em 31 de agosto, durante a Semana Mundial da Água 2016 em Estocolmo.

Notas aos Editores 

SIWI - Stockholm International Water Institute
Box 101 87, SE-100 55, Estocolmo, Suécia
FONE +46-8-121-360-00
FAX +46-8-121-360-01
EMAIL siwi@siwi.org
http://www.siwi.org  

FONTE Stockholm International Water Institute

Mercado de wearable devices promete alcançar US$ 17.8 bi em 2021

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O Portal FierceMobile HealthCare projetou na semana passada dados sobre o mercado digital de saúde para os dispositivos wearable. De acordo com o site, o mercado movimentou US$ 35.5 milhões em 2015, crescendo 139.4% do ano anterior, 2014 que fez US$ 85 milhões.

Para o Journal of Medical Internet Research, o número em 2021 será ainda maior, U$ 560 milhões. Isso porque esse mercado tende a amadurecer bem mais, tornando-se mais barato e mais prático. Além do mais, a digitalização das companhias de saúde é imprescindível para a modernização do setor.

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Ao topo dos dispositivos mais vendidos está o Apple Watch que faturou U$ 5.5 bilhões em vendas.

“O setor da saúde é o setor da doença”, diz Jimmy Cygler

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Fomos até o prédio da Proxis para conversar com Jimmy Cygler, empreendedor bastante conhecido no meio de startups e respeitado por sua história de superação e construção de negócios sólidos. O sócio e presidente da empresa, conta sobre uma vida rica de ensinamentos, a nova unidade de negócios focada no setor de saúde, ProxisMed e de seus insights a partir de reflexões sobre o setor de saúde.

Formado em administração e marketing pela universidade Universitá Haptuhá em Israel, o empresário veio para o Brasil com “o dinheiro para comer e dormir por 30 dias”, segundo ele próprio, e começou a trabalhar no Brasil na Dynasoft, empresa de Vídeo Game e Software, mesmo sem saber nada sobre tecnologia. Os donos da empresa, na época, confiaram em seu perfil empreendedor para a administração da instituição. Em 1995, Jimmy fundou a Resolve Telemarketing e dez anos depois compra a Proxis, evoluindo o serviço que prestava de Call center para Contact Center até se tornar em Customer Experience.

A Proxis sempre trabalhou com clientes de saúde, mas, no último ano, percebeu a importância. no faturamento da empresa e estabeleceu uma unidade de negócios focada no setor e vem estudando os desafios da área. Para Jimmy, o setor de call center está fadado à morte. “É como um cavalo que você dá um tiro. Ele ainda dá um trote, mas já está morrendo.” compara Jimmy. O consumidor mudou e os canais se multiplicaram, e por isso a Proxis trabalha com Customer Experience desde 2005 para atender essas novas demandas que o Call Center não atende.

Com esse espírito de renovação, Jimmy buscou estudar mais sobre o setor que a empresa mais atendia: o farmacêutico. “Durante nossa atuação na Proxis percebemos que metade do nosso faturamento era no setor farmacêutico e começamos a olhar pra essa área com mais carinho. Percebemos que a saúde era um setor robusto, maior que o universo farmacêutico e que crescia mesmo apesar da recessão”.

Em 2014, decidiu reunir um time de especialistas para estudar o setor da saúde e teve algumas surpresas negativas e percebeu algumas ótimas oportunidades. “O setor de saúde é altamente ineficiente, não só em resolutividade, mas também em custo. É estimado que 50% do montante financeiro brasileiro que circula no mercado é desperdiçado, ou seja, são R$ 275 bilhões jogados fora por ano”.

O empresário também lamenta ao notar que grande parte setor da saúde é voltado, na verdade, para a doença. “Muitos players lucram com a doença do indivíduo e não com a saúde. Nenhum hospital ou laboratório lucra se estamos 100% bem de saúde”.

Em setembro de 2015, ele abriu a ProxisMed com o intuito de lidar com a saúde propriamente dita - e não com a doença. “Estamos como academias, nutricionistas e seguros de saúde. Esses sim que realmente lucram se estamos saudáveis”. Com os conhecimentos de 14 anos de Proxis, a empresa está abrindo portas e criando novos produtos para o setor de saúde.

“A receptividade da empresa tem sido muito boa no mercado”, diz ele. O que comprova a necessidade do setor por algo que alinhe e simplifique etapas que, hoje, levam aos gastos desnecessários nos mínimos processos dos seus empregadores. A ProxisMed já tem, para 2016, faturamento anual de R$ 10 Milhões.

O Gerenciamento de Doentes Crônicos (GDC) e a Gestão da saúde (GDS) são produtos de automatização e previsão. Uma aposta grande da ProxisMed, porque reduzem o tempo de diagnóstico e, logo, reduzem os custos.

O Prediction, um dos produtos, envolve triagem com apoio de ferramentas de Big Data, mapeamento dos fatores de riscos, assim como a análise genética do paciente, por meio de heredograma. Ao cruzar dados encontrados são geradas estatísticas de problemas de saúde prováveis e esse serviço auxilia na redução de custos, além de aumentar e melhorar a expectativa de vida do cliente significativamente.

Conversando um pouco sobre a adesão de pacientes a programas de cuidado, Jimmy diz que estímulos precisam ser gerados para o engajamento. Para ele, a automatização de todos os inputs é um passo que não pode ser pulado. Nessa hora, Jimmy puxa seu celular e mostra no seu smartphone as próprias horas de sono e os dados que mantém sobre sua própria saúde. Tudo isso em um aplicativo.

Prevê também que os grupos de atendimento estão cada vez menores e mais especializados e a medicina está cada vez mais personalizada. “Imagina o que um médico pode fazer com tudo isso aqui”, diz apontando para o celular.