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FDA concede aprovação 510(k) ao Thora-3DI(TM), um produto revolucionário da PneumaCare para medição respiratória sem contato

CAMBRIDGE, Inglaterra, 21 de março de 2016 /PRNewswire/ -- A PneumaCare Ltd (Cambridge, Reino Unido) anunciou que recebeu a aprovação 510(k) da Food and Drug Administration (FDA) dos EUA para seu dispositivo de imagem Thora-3DI™.

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O Thora-3DI™ é um dispositivo não invasivo de medição sem contato, que usa a tecnologia patenteada conhecida como pletismografia de luz estruturada (SLP -- structured light Plethysmography) para medir a respiração, através da detecção de movimentos no tórax e no abdômen. A tecnologia pode ser usada para medir, com precisão, o status respiratório em pacientes com uma grande variedade de problemas respiratórios, como asma, doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), pneumonia e insuficiência respiratória, e para avaliar pacientes antes e depois de uma cirurgia. A tecnologia SLP usa luz branca segura para projetar um padrão de linhas paralelas entrecruzadas (grade) no tórax e gravar imagens precisas em 3D dos movimentos da parede torácica em determinado tempo. As medições são convertidas em informações visuais e numéricas, o que pode ajudar os médicos a fazer diagnósticos e tomar decisões de tratamento mais rapidamente, e monitorar os pacientes continuamente, em tempo real, sem intervenção ou contatos diretos com o paciente. O Thora-3DI™ é portátil e pode ser facilmente movido entre alas de um hospital ou desmontado para transporte e uso em outras clínicas ou instituições da comunidade.

Exames de bancada e clínicos rigorosos, requeridos para a aprovação 510(k) da FDA, demonstraram que o sistema Thora-3DI™ pode detectar movimentos tão pequenos como de 0,25 mm e pode medir com precisão a frequência respiratória com margem de erro de menos de uma respiração por minuto, em comparação com o dispositivo de referência padrão ouro da FDA. O dispositivo é indicado para uso em hospitais e clínicas e deve ser operado por médicos ou outros profissionais de saúde.

O CEO da PneumaCare, Mark Harwood, declarou: "Estamos muito satisfeitos por receber a aprovação da FDA para nosso produto revolucionário, que traz benefícios para médicos e pacientes. O Thora-3DI™ é um produto de primeira linha que será de grande interesse para os médicos pulmonologistas de todo o mundo. A aprovação 510(k) amplia o sucesso que tivemos com a autorização de marcação CE para o produto na Europa, conseguida em 2012. Diversos estudos clínicos continuam a demonstrar os importantes benefícios da avaliação respiratória, como o uso do Thora-3DI™ e a publicação dos dados dos estudos estão em andamento. Acreditamos que esses resultados terão implicações significativas no tratamento de saúde em diversas áreas clínicas".

O chairman da PneumaCare, Dr. Bill Mason, disse: "A aprovação 510(k) da FDA para o Thora-3DI™ resultou em um momento muito gratificante para a história da empresa, porém muito mais para os médicos pulmonologistas de todo o mundo, que terão agora acesso a nosso produto pela primeira vez. A empresa atendeu e sobrepujou os rigorosos critérios impostos pela FDA para a aprovação de comercialização de tecnologia médica, através de um processo que levou quase dois anos de trabalho duro e muitas consultas com o órgão regulamentador. Estou muito orgulhoso de nossa equipe por alcançar essa grande conquista e também quero estender nossa gratidão a nossos acionistas, que apoiaram a empresa durante todo o desenvolvimento dessa abordagem inovadora de uma necessidade clínica ainda não atendida".

Sobre a PneumaCare

A PneumaCare Ltd é uma empresa sediada em Cambridge, Reino Unido, que está alavancando sua tecnologia patenteada de pletismografia de luz estruturada (SLP -- structured light Plethysmography) para desenvolver e comercializar sistemas de imagem respiratória inovadores. O dispositivo Thora-3DI™, principal produto da PneumaCare, é uma plataforma de imagem e avaliação respiratória, que possibilita aos médicos avaliar pacientes e as respostas a tratamentos em tempo real e, assim, obter um melhor entendimento do status respiratório.

O dispositivo Thora-3DI™, que é um produto revolucionário em tratamento de saúde, conquistou a marcação CE na Europa em 2012 e está sendo usado em hospitais em territórios outros que os Estados Unidos, como Reino Unido, França, Itália, Dinamarca, Suécia, Oriente Médio, Hong Kong, China e Malásia. Com a primeira aprovação 510(k) da FDA para o Thora-3DI™ concedida em março de 2016, a PneumaCare está trabalhando agora com parceiras estratégicas para disponibilizar o dispositivo nos EUA e em outros mercados que reconhecem a autorização 510(k).

Os sistemas da PneumaCare são altamente capacitadores para médicos que trabalham em uma grande variedade de especialidades, de pulmonologistas que tratam de pacientes que dependem de oxigênio à reabilitação, áreas de doenças agudas e crônicas, avaliação pré-cirúrgica e pós-cirúrgica, asma, DPOC e pneumonia. A empresa também lançou recentemente uma versão do Thora-3DI™, usando tecnologia de SLP idêntica, para aplicações pediátricas.

Para mais informações sobre a PneumaCare e seus produtos e tecnologias, por favor, visite nosso website em http://www.pneumacare.com ou contate:
Mark Harwood (CEO) e Dr. Bill Mason (Chairman)
PneumaCare Limited
Prospect House
3 St Thomas' Place
Cambridgeshire Business Park
Ely, Cambridgeshire CB7 4EX
Tel: +44(0)1223-967-414
mark.harwood@pneumacare.com ou bill.mason@pneumaCare.com

FONTE PneumaCare Ltd

Combate a glosas: como auditores podem ser mais estratégicos na saúde

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Um dos principais pontos de atrito entre prestadores de serviços e fontes pagadoras está no processamento das contas médicas. De acordo com levantamento da Deloitte, 40% dos registros contêm alguma inconsistência, o que pode levar às glosas.

O último Observatório Anahp (Associação Nacional dos Hospitais Privados), de 2015, mostra que o índice de glosas foi de 2,5% em relação à receita líquida de 2014 e que o prazo de pagamento médio é de 78,7 dias, embora os compromissos financeiros dos hospitais tenham vencimentos a cada 30 ou 45 dias.

Hospitais e operadoras também despendem mais recursos humanos e financeiros para coleta e análise dos dados. Esse processo, normalmente, é feito de forma manual, o que aumenta o risco de erros de informação, o tempo de resposta às divergências e, consequentemente, o pagamento da conta.

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Dos dois lados, auditores ficam responsáveis por buscar inconsistências, conferir documentações e contestar preços, mais como uma forma de evitar perdas financeiras do que, de fato, melhorar processos e propor novas fontes de receita.

Em artigo para o Simpósio de Administração da Produção, Logística e Operações Internacionais (Simpoi), promovido pela Fundação Getúlio Vargas, os pesquisadores Chennyfer Dobbins Paes da Rosa e Marinaldo Pereira Santos concluem que até 75% das glosas podem ser evitadas e que mais de 90% estão relacionadas a erros administrativos.

Os usos de sistemas de gestão e de ferramentas como o prontuário eletrônico, Business Intelligence (BI) e Balance Scorecard (BSC), por exemplo, ajudam a automatizar processos e fornecem dados em tempo real para intervenções rápidas, que ajudem a reduzir danos ou corrijam processos custosos no sistema de saúde.

A aplicação maciça da tecnologia no faturamento da conta médica ajudaria também a mudar o perfil dos auditores, que se dedicariam menos ao processamento dos dados e mais à construção de indicadores e análise de informações que pudessem apontar melhorias para a geração de receitas ou redesenho de fluxos para aumentar o desempenho dos negócios.

Conhecendo os padrões de consumo de serviços e de condições de saúde dos beneficiários, os auditores das operadoras poderiam, de fato, gerenciar riscos e evitar o uso desnecessário de recursos, fator que responde por cerca de 30% de todos os procedimentos médicos, além de priorizar autorizações e ter uma estimativa melhor dos custos envolvidos na assistência.

No estudo técnico "Relação Entre Operadoras de Planos De Saúde e Prestadores de Serviços – Um Novo Relacionamento Estratégico", o diretor geral do Sistema de Saúde Mãe de Deus, Alceu Alves da Silva, defende um papel mais estratégico para os auditores. “A questão maior é modernizar os controles, criando uma operação mais linear, com mais fluidez, revendo estruturas de custos e, ao mesmo tempo, permitindo uma relação menos conflituosa. Os protocolos de avaliação assistencial, previamente definidos, seriam uma alternativa bastante interessante e capaz de fornecer resultados satisfatórios. Nessa situação, as Auditorias Médico-Assistenciais, atuando em um processo de modernização da sua atividade, focariam a sua ação na criação e desenvolvimento desses protocolos, envolvendo preços, custos e indicadores de qualidade.”

Com informações sistematizadas e sistemas de gestão plenamente operantes nas organizações de saúde, seria possível atingir o objetivo da auditoria, conforme definido pelo Conselho Federal de Medicina: “implantar medidas corretivas, revisão de normas ou elaboração de instruções que permitam o contínuo aperfeiçoamento do sistema, evitando o ranço de punição e ressaltando o aspecto preventivo ligado à função.

Já existe solução para trabalhar com mobilidade?

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A conectividade está cada vez mais presente na vida das pessoas. Um estudo sobre tendências mundiais, divulgado em 2015, revela números expressivos. Dos 7,2 bilhões de pessoas que habitam o planeta, 3,6 bilhões são usuários exclusivos de celulares e 1, 6 bilhão acessa a internet por algum dispositivo móvel.

Os números do Brasil

No país os números são igualmente importantes. Dos 204 milhões de brasileiros, 110 milhões (54%) usam a internet e 78 milhões acessam as redes sociais por celular. Além disso, a média nacional de acesso móvel contabiliza 3:47 horas. E como ainda há espaço para mais conexões, o crescimento é inevitável.

É por isso que a internet é considerada uma revolução. Ela está mudando inclusive a forma como os médicos trabalham.

A ética e a mobilidade combinam?

Diante desse cenário, é natural que empresas inovadoras apresentem soluções para um novo perfil de pessoas, inclusive as que atuam na área da saúde. Doutores dos Estados Unidos já usufruem de recursos completos e éticos, mas, no Brasil, a mobilidade segura está apenas começando. Por isso, é bastante comum que os médicos usem aplicativos como o WhatsApp para falar com pacientes e com colegas de trabalho.

O que muitos não sabem, é que as mensagens trocadas pelo aplicativo gratuito não estão 100% seguras. Especula-se  que as mensagens trocadas no WhatsApp não sejam criptografadas em totalidade. Alguns técnicos dizem que só os aparelhos Android fazem isso de forma adequada e sabe-se que a criptografia que dificulta a identificação dos registros das ligações realizadas ainda está em fase de implementação. Ou seja, não há controle sobre o que é oferecido no mercado e trocar informações de pacientes sem segurança fere a regra básica de privacidade.

As tendências para 2016

O processo de conexão não tem volta. Todos os dias, novos usuários entram nas redes, fazem cadastros e trocam seus aparelhos para ter acesso mais rápido à internet. Desconsiderar esse panorama é tapar uma revolução que se destaca por ser mais rápida que a industrial.

Logo, é preciso que hospitais, clínicas e laboratórios paramentem suas equipes com soluções que permitam que que o trabalho móvel seja realizado com segurança.  A produtividade aumenta e o mercado se adequa aos médicos recém-formados que estão completamente familiarizado com as novas tecnologias e detalhe: é possível fazer tudo isso sem ferir a ética.

Instituto Ética Saúde apresenta balanço do Canal de Denúncias

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“Não existe saída simples pra problemas complexos”. Com esta mensagem o presidente do Instituto Ética Saúde e da Associação Brasileira de Importadores e Distribuidores de Implantes (ABRAIDI), Gláucio Pegurin Libório, convocou empresas, hospitais, distribuidores e médicos a se unirem para transformar o setor de Dispositivos Médicos Implantáveis (DMI) em um ambiente transparente, saudável e competitivo. A declaração foi durante o 10º Encontro Anual de OPMES - Convergência Setorial e Ética na Gestão dos DMI, realizado no dia 8 de março, em São Paulo.

O evento reuniu representantes da Anvisa, Ministério Público Federal, Câmara dos Deputados, Planos de Saúde, Sociedades Médicas, Universidades, Hospitais e Associações que representam a indústria de DMI. No último painel, moderado pela sócia diretora da GPES Gestão de Projetos em Saúde e da Revista Melhores Práticas, Gilmara Espino, o tema debatido foi “O que tem sido feito para convergirmos para a regulamentação e para uma maior transparência do setor?”.

Gláucio Pegurin Libório afirmou que o Instituto Ética Saúde já está dando os devidos encaminhamentos para as mais de 400 denúncias recebidas por meio do Canal de Denúncias. “Este é um meio independente, com servidor fora do país, totalmente sigiloso. Todos os players estão envolvidos, seja por ação ou omissão.

O Ética Saúde começou com 35 empresas e hoje são 320, que representam de 80 a 85% do mercado. Entre as empresas denunciadas estão 144 associadas, que sofrerão as punições cabíveis, caso as denúncias sejam comprovadas pelo Conselho de Ética do Acordo Setorial”, explicou Libório.

O Conselho de Ética é formado pelo subprocurador da República, Antônio Fonseca, pelo presidente do Fórum Nacional Contra Pirataria, Edson Luiz Vismona e pelo professor titular do Departamento de Administração da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo, Celso Grisi.

Também participaram do Talk Show o diretor executivo de Relações Institucionais da Associação Brasileira da Indústria de Alta Tecnologia de Produtos para a Saúde (ABIMED), Aurimar Pinto; o superintendente da Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos e Odontológicos (ABIMO), Paulo Henrique Fraccaro; o secretário executivo da Federação Brasileira de Hospitais, Eduardo de Oliveira; e o diretor de Integração Cooperativista e Mercado da Unimed Brasil, Valdmário Rodrigues Junior.

Todos concordam que a mudança só vai acontecer a partir de um esforço comum. “Temos visto esforços isolados para pressionar a aprovação de Projetos de Leis em Brasília. Estamos lá com frequência, mas pretendemos ir de forma coletiva”, afirmou Aurimar Pinto.

Para Paulo Henrique Fraccaro, os interesses ainda não são convergentes. “Não há dúvida que o fabricante quer vender por um preço saudável, o hospital precisa ter um lucro pra continuar existindo e saúde suplementar também necessita de uma fatia. Todos precisam estar abertos a rever a equação porque senão a saúde quebra. O passo que o Brasil está dando é irreversível. Mas temos que mudar nossos pensamentos pessoais, mudar cultura”.

O tema precificação também foi destaque. “Será que esta não é uma solução simplista para um problema tão complexo?”, indagou o diretor executivo da ABIMED. “Se desenvolvermos um sistema do que é produto e o que são serviços legítimos e necessários, talvez estejamos no caminho certo”, concluiu em seguida.

Para o presidente do Instituto Ética Saúde e da ABRAIDI, Gláucio Pegurin Libório, a precificação é a busca pela solução simples pelo caminho errado. “A partir do momento que conseguirmos derrubar a remuneração indevida dos médicos e dos hospitais e nós distribuidores conseguirmos fazer o processo de forma clara e ética, os preços vão cair e a concorrência será leal. O sistema está errado e nós nos prontificamos a ajudar os hospitais a discutirem o problema com os planos de saúde e a encontrar soluções”, afirmou.

Libório finalizou lembrando da importância de se passar valores para os sucessores e dar o exemplo. “Eu não vejo os empresários passarem pra um ente da família, para os filhos que vão sucedê-los, os princípios da ética. Dizer ‘não quero isso pra minha empresa’. Se cada um der o seu passo, vamos mudar o mercado”.

Feijoada Solidária terá exposição de Fernanda Mascaro

Feijoada Solidária terá exposição de Fernanda Mascaro

A Feijoada Solidária - Faça Parte da Corrente do Bem - que terá toda a renda revertida para o Hospital de Câncer de Barretos, interior de São Paulo, já está com convites à venda. Adultos pagam R$ 85,00 e crianças entre 6 e 12 anos R$ 45,00 (até 5 anos, a entrada é gratuita). O evento será em 10 de abril no Espaço Quatrocentos, na Capita paulista.

O Hospital de Câncer de Barretos é mantido pela Fundação Pio XII e sobrevive com doação de pessoas, empresas, artistas que destinam o cachê de seus shows e eventos beneficentes. A instituição realiza, em média, 4.100 atendimentos/dia em pacientes com câncer de todo o País.

Somente o Centro de Prevenção ao Câncer de Mama tem capacidade para realizar 11 mil atendimentos/mês, além de áreas para diagnóstico e prevenção de outros tumores, como uterino, próstata, digestivo, boca e pele.

Em 2013, o Hospital de Câncer de Barretos foi eleito o melhor hospital conveniado ao SUS, juntamente com o Instituto do Câncer do Estado de São Paulo. O título foi obtido depois de uma pesquisa de satisfação feita pela Secretaria de Estado da Saúde entre os pacientes da rede pública.

A Feijoada Solidária terá exposição inédita da fotógrafa Fernanda Mascaro que irá apresentar trabalhos feitos em Paris, Veneza, Rio de Janeiro, Paranapiacaba e recentes registros em Havana. Fernanda Mascaro viajou para a ilha, no ano passado, e clicou o dia a dia do povo cubano. "É uma felicidade diferente, difícil de explicar. As fotos falam por si", resume Mascaro.

Além da exposição, a Feijoada Solidária terá samba ao vivo de Momo King e Praça Grajaú, recreação para as crianças com o espetáculo "Sobre Rodas" e outras atividades e ainda sorteio de pacote de viagens para Maceió com acompanhante. O prato principal, a feijoada, ficará sob a responsabilidade do chef Fernando Carneiro do Consulado Mineiro.

SERVIÇO:

Feijoada Solidária - Faça Parte da Corrente do Bem

Data: 10 de abril de 2016

Horário: das 12h30 às 17hs

Local: Espaço Quatrocentos

Endereço: Av. Queiroz Filho, 400 - Vila Leopoldina - São Paulo - SP

Informações e convites: www.appticket.com.br/feijoadahcbarretos

Home Doctor reúne representantes do setor para debate sobre Atenção Domiciliar

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Reunindo entidades representativas e empresas do segmento, o evento irá analisar possíveis soluções para problemas comuns a todas as empresas que prestam serviço neste segmento.

O evento acontece dia 22 de março e irá reunir médicos renomados e empresas com ampla experiência no setor: Dr. Ari Bolonhezi, presidente do SINESAD (Sindicato Nacional das Empresas Prestadoras de Serviços de Atenção Domiciliar à Saúde) e sócio-diretor da Home Doctor; Luís Cláudio Rodrigues Marrochi, presidente do NEAD (Núcleo Nacional das Empresas de Serviços de Atenção Domiciliar); Sérgio Candio, diretor da ProCare Saúde e diretor do SINESAD e NEAD; André Minchillo, vice-presidente do Grupo Ideal Care, ex- Presidente do NEAD e ex- Diretor do SINESAD.

Serão debatidos temas como: judicialização, regulamentação, falta de profissionais qualificados, reflexos da crise econômica e sustentabilidade do setor.

Sobre a Home Doctor

Empresa brasileira atuante no mercado de Atenção Médica Domiciliar e Soluções em Gestão de Saúde. Fundada em 1994, é líder em seu segmento, somando mais de 43 mil atendimentos. Reconhecida por sua atuação em casos clínicos de alta complexidade, a Home Doctor já atendeu a mais de 1.000 pacientes em ventilação mecânica (respiração por aparelhos). Possui aproximadamente 2.500 profissionais atuando diretamente à assistência domiciliar: médicos, enfermeiros, farmacêuticos, nutricionistas, fisioterapeutas, entre outros que levam mais conforto, tranquilidade e segurança aos clientes.

Com sede na capital Paulista, possui ainda seis unidades de negócios dividas entre os estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia e Distrito Federal. Sua infraestrutura contempla alta tecnologia, inovação, central de atendimento 24 horas, atendimento pré-hospitalar, farmácia própria com logística para distribuição de medicamentos e materiais, pronto atendimento médico com ambulâncias e SAC (Serviço de Atendimento ao Cliente).

Novo aplicativo para engajamento de pacientes está disponível no mercado!

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Agora pacientes possuem uma ferramenta adequada para auxilia-los em seus tratamentos médicos.

Seguindo tendências vistas na HIMSS 2016, como por exemplo o Patient-centered-care, o Dr. CUCO é um aplicativo de celular voltado a pacientes que cria um plano de tratamento para auxiliá-los a tomar seus medicamentos e encontrar os melhores preços nos principais e-commerces de farmácias do país.

Com uma interface amigável, o CUCO permite criar lembretes de medicamentos dos mais diversos tipos, seja por dias da semana, intervalo de dias ou ciclo de pílula anticoncepcional, o que permite acompanhar os mais variados tratamentos existentes.

O App conta também com uma aba de mensagens, onde em breve pacientes receberão avisos sobre seus tratamentos, campanhas de prevenção e vacinação.

Para acompanhar diferentes usuários, o CUCO possibilita que sejam criados múltiplos perfis dentro do

App, o que ajuda a criar um histórico de tratamento individual de cada paciente e salvar o número da carteirinha de saúde para que ela esteja sempre em mãos.

O aplicativo para iPhone já está disponível na App Store e o lançamento da versão para Android acontecerá nas próximas semanas.

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Além das funcionalidades citadas, como próximos passos estão lembretes de consultas, exames bem como medições relevantes para o acompanhamento das principais doenças crônicas, como por exemplo medições de glicose, pressão arterial, entre outras.

O Dr. CUCO foi feito de coração para cuidar da sua saúde e melhorar a experiência do seu tratamento médico e do tratamento daqueles que você ama.

Mais informações podem ser acessadas no site da empresa: www.drcuco.com.br

UpToDate MobileComplete permite acesso a recomendações médicas mesmo em modo offline

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A Wolters Kluwer, líder global no fornecimento de informações e em soluções para os locais de atendimento na área da saúde, anuncia a disponibilidade da nova versão MobileComplete™ do Uptodate para usuários corporativos. O recurso, até então disponível apenas para usuários individuais, permite que as recomendações confiáveis do UpToDate sejam baixadas nos dispositivos móveis, iOS e Android, e acessadas independentemente de acesso e da disponibilidade da conexão com a internet.

A disponibilidade do recurso de apoio à decisão clínica também no modo offline, conquistada na versão MobileComplete, traz uma enorme conveniência para hospitais, sistemas de saúde e instituições acadêmicas, especialmente para as localizadas em regiões como o Brasil, com sérias restrições de conectividade.

Em 2015, por exemplo, o país ficou em 21º lugar dentre 30 países no índice de experiência de banda larga da empresa de pesquisas Ovum, calculado com base em parâmetros que mensuram a percepção de qualidade do consumidor e a capacidade de conectividade. Além disso, o recurso é vantajoso também para os usuários com planos de dados restritivos, uma vez que ajuda a diminuir o consumo de dados nas redes 3G ou 4G.

O UpToDate MobileComplete permite o acesso instantâneo a mais de 10,5 mil tópicos clínicos, 9,7 mil recomendações de autoria de especialistas, 5,6 mil sugestões de medicações, 30 mil gráficos e a verificação dos créditos relacionados a educação médica continuada, assim como disponibiliza inúmeras calculadoras otimizadas para dispositivos móveis. Ademais, para garantir que os usuários acessem as recomendações mais atuais, o app verifica periodicamente e atualiza o conteúdo quando existir conexão internet.

O popular app foi reconhecido por inúmeras publicações especializadas em tecnologia e em saúde, incluindo as seguintes listas:

• Dez aplicativos que médicos deveriam estar usando agora, Physicians Practice

• Os melhores aplicativos médicos para seu novo iPhone, iMedicalApps

• Os 7 melhores aplicativos para médicos, Capterra

• Os 10 aplicativos para iPhone que todo estudante de medicina precisa ter, medaholic

• Os 12 aplicativos móveis para emergências médicas que você deve ter Schumacher Group

• Os melhores aplicativos para enfermeiras, Nurse Practitioners

• Os melhores aplicativos de publicação, EContent Magazine

Uma pesquisa mundial realizada pela UpToDate, em 2014 com 930 profissionais, em 68 países, revelou que médicos e instituições de saúde estão implementando cada vez mais estratégias móveis de saúde, impulsionando a adoção de dispositivos como iPads e smartphones como ferramentas clínicas. A pesquisa constatou que 77% dos profissionais utilizam esses recursos durante a prática médica e 70% para suporte a decisão clínica.

“Ajudar os profissionais da saúde a encontrarem respostas para suas perguntas clínicas de forma rápida, independente de onde estiverem, vem totalmente de encontro com a nossa missão de melhorar a eficácia dos cuidados a saúde em todo o mundo,” ressalta Denise Basow, MD, Presidente & CEO, da divisão de Efetividade Clínica da Wolters Kluwer. “O lançamento do UpToDate MobileComplete nos permite avançar neste objetivo, assegurando que os médicos sempre tenham rápido acesso à informações clínicas confiáveis, com ou sem conexão à internet”.

Para saber mais sobre o UpToDate MobileComplete visite: http://www.uptodate.com/home/uptodate-mobile-access

O UpToDate MobileComplete foi anunciado durante a Conferência & Exposição Anual HIMSS 16, realizada em março, em Las Vegas.

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ADJ Diabetes Brasil realiza Audiência Pública

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A ADJ Diabetes Brasil promove o II Programa Nacional de Jovens e Adultos com Diabetes, dando continuidade à articulação da rede de lideranças em diabetes, capacitando os participantes e outros representantes de associações, que se unirão à proposta.

O projeto tem como objetivos: articular a rede para realização de iniciativas, que promovam a melhoria do tratamento do diabetes no Brasil, incentivar a troca de experiências e iniciativas nos municípios e estados, mobilizá-los para realização de campanhas, tornar os participantes polos difusores de informações, principalmente nas redes sociais, orientá-los a chamar a atenção do poder público e promover campanhas de advocacy dentro das associações que representam e estimular a divulgação das ações na mídia.

A iniciativa é composta por uma rede de 30 líderes em diabetes, que participará de duas fases: a primeira terá um encontro presencial entre os dias 4 e 6 de maio, no Instituto do Legislativo Paulista (ILP), prédio anexo da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, e a segunda fase será composta por encontros virtuais mensais para que os mesmos continuem a receber o conhecimento e sejam motivados a realizarem iniciativas tanto locais como nacionais para a melhoria do tratamento do diabetes no Brasil.

No dia 5 de maio, o encontro presencial será marcado por uma audiência pública, cujo tema será A realidade do tratamento do diabetes no Brasil e sua judicialização, que será realizada no auditório Paulo Kobayashi, também na Assembleia Legislativa. Nele, estarão presentes deputados, representantes do Ministério Público e da Defensoria Pública, da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, como também do Ministério da Saúde.

Entre os temas que serão abordados no encontro, estão: Cenário da situação do diabetes no país, Como enfrentar a crise e os desafios da gestão pública do diabetes, Novos cenários e avanços do tratamento do diabetes, Boas práticas de advocacy, Elaboração de projetos de lei, Advocacy em redes sociais, entre outros.

No final do encontro, será gerado um documento com quatro políticas públicas, que todos os participantes assinarão se comprometendo a realizar estratégias conjuntas para alcançar melhorias no tratamento da pessoa com diabetes. Além disso, ao longo do programa, cada participante reportará as iniciativas realizadas envolvendo os poderes públicos das esferas municipal, estadual e federal.

Dessa forma, com a união de lideranças de associações do país, o tema diabetes ganhará mais visibilidade no panorama nacional, como também boas práticas serão implantadas para melhorar a universalidade, a equidade e a integralidade do tratamento da pessoa com diabetes no Brasil.

Para esta iniciativa se realizar, contamos com apoio da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, do Instituto do Legislativo Paulista (ILP) e da Federação Internacional de Diabetes da Região da América Latina (IDF SACA).

Socorro, meu hospital foi sequestrado!

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A história não só parece de Hollywood, como de fato aconteceu no estado. O Hollywood Presbyterian Medical Center, em Los Angeles, foi “sequestrado” e teve que pagar U$ 17.000,00 para se livrar dos criminosos. Nenhuma arma de fogo foi usada, ninguém saiu ferido e, na verdade, não houve nenhuma interação criminoso-vítima no local. Isso porque o tal “sequestro” não aconteceu literalmente. O hospital foi vítima de crackers, criminosos do mundo virtual, em um modelo de ataque conhecido como ransomware.

Para entender o ransomware de forma clara, vamos voltar a Segunda Guerra Mundial. Você já deve ter esbarrado nesse história em filmes ou documentários. O regime nazista usava um dispositivo chamado de Enigma para enviar e receber mensagens. O Enigma era, basicamente, uma máquina de escrever onde se podia colocar uma chave-mestra - uma espécie de senha. Ao colocar a chave-mestra e digitar uma mensagem no teclado, o que você teria como resultado era uma combinação de letras aleatórias que não faria sentido nenhum a primeira vista. Mas se você usasse uma outra máquina Enigma, colocasse a mesma chave-mestra e digitasse essa sequência de letras aleatórias, a mensagem original se revelava. A isso damos o nome de criptografia, que com os avanços da computação moderna se tornou mais complexa e popular. Hoje, até mesmo uma mensagem do Whatsapp passa por um mecanismo de software parecido com uma máquina Enigma.

O ransomware compreende em criptografar dados de um sistema com uma chave-mestra e cobrar uma espécie de resgate para passá-la a vítima, que precisa dela para tornar os dados legíveis novamente. No caso do hospital de Hollywood os dados “sequestrados” foram o do Prontuário Eletrônico e isso tem um potencial danoso gigantesco. Esse tipo de ataque costuma não expor os dados, mas, se tratando de um hospital, inviabiliza a operação e coloca vidas em risco. Dados como históricos do paciente, exames, alergias, etc, ficaram totalmente inacessíveis.

Se isso é um motivo ou argumento contra a informatização de instituições de saúde? Absolutamente, não, os benefícios da informatização da saúde são incontáveis e necessários para elevar o nível dos serviços médicos. Nós não paramos de andar de carro porque acidentes acontecem. O que fazemos é ficar atento aos cruzamentos com maior índice de acidentes para instalar sinais de trânsito neles.

Esse “sequestro”, por isso, é um indicativo claro que nós precisamos preparar nossas estradas. No Brasil, não existe quorum para falar sobre cybersegurança em saúde. É difícil convencer que a estrada é perigosa se não há muitos carros andando nela. Mas como essa é uma via expressa global - onde até o hospital da esquina está exposto a crackers da Rússia ou qualquer outra parte do mundo - nós precisamos começar a fazer isso agora. Dados de saúde são confidenciais, importantes e tê-los no momento certo é fator decisivo para vida. Não espere clemência do mundo dos bits.